O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) apresentou na noite desta terça-feira (26) um levantamento feito pelo partido que aponta que o governo federal aumentou a liberação de emendas parlamentares após a segunda denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer.
As emendas parlamentares são recursos previstos no Orçamento, cuja aplicação é indicada por deputados e senadores. O dinheiro tem de ser empregado em projetos e obras nos estados e municípios.
Quando ocorre o empenho, o valor da emenda fica registrado em “contas a pagar”, e o Executivo é obrigado efetuar o pagamento até o ano seguinte.
Segundo os dados apresentados pela legenda, em 14 de setembro, dia em que a PGR denunciou o presidente por obstrução da Justiça e corrupção passiva, foram empenhados R$ 65,9 milhões em emendas.
De acordo com o levantamento da Rede, somente até o dia 22 de setembro, mesmo antes do término do mês, o governo já havia empenhado pouco mais de R$ 161,2 milhões em emendas – segundo a sigla, o número é 61% maior do que o empenhado pelo governo em agosto.
“Fica claro que o empenho de emendas segue rigorosamente o calendário de denúncias contra o presidente Temer. Não queremos que a margem fiscal seja utilizada pelo presidente da República para comprar a sua blindagem na Câmara dos Deputados”, afirmou Alessandro Molon.
A média diária, de acordo com o partido, subiu 126% entre agosto e setembro – subiu de R$ 3,8 milhões para R$ 8,7 milhões.
Além de apresentar os números, Molon informou que o partido fará um aditamento a uma representação apresentada em julho à PGR para que fosse investigada a liberação de emendas pelo governo em meio à análise da primeira denúncia contra o presidente.
Procurado, o Palácio do Planalto divulgou nota e negou que haja relação entre a liberação de emendas e a votação da denúncia contra Temer.
G1

Ainda tem gente que defende o PT.
Ainda tem gente que diz que o governo de Lula foi bom.
Mas é importante não esquecer:
O ministro da fazenda foi Palocci, que diz agora que Lula teria recebido 300 milhões (ou algo parecido).
O presidente do Banco Central era Henrique Meirelles, atual ministro da fazenda. Em 2015, Lula recomendou a Dilma que nomeasse Henrique Meirelles ministro da fazenda. Dilma não fez, mas Temer, sim.
O ministro do planejamento era Mantega, que foi ministro da fazenda de Dilma.
Dilma afundou o país economicamente.
Dilma foi o braço direito de Lula.
Dilma foi a gerentona do PAC.
Lula, Dilma e o PT colocaram o país na pior crise da história.
Lula já deu o que tinha de dar.
Os cartuchos que ele usou inclusive Dilma não têm mais.
O país está superando a crise
Hora de seguir em frente
Lula e o PT representam o atraso.
Realmente o PT é uma porcaria que está sendo jogada no lixo . Só não dá é fingir que não está acontecendo nada com o governo do vampiro Temer e sua corja de bandidos profissionais.
Tolerância ZERO a corruptos de qualquer Partido; CHEGA de sustentar enriquecimento de políticos parasitas .
Ou passamos o Brasil a limpo agora ou nunca mais sairemos do fundo do poço !