Cercada de grande expectativa, a reforma administrativa proposta pelo governo federal é considerada modesta e alheia à necessidade urgente de equilibrar despesas.
Não mexe em privilégios e regalias.
Assim, o Brasil, que gasta 13,7% do PIB com pagamento de pessoal, vai continuar assim até que todos os atuais servidores públicos deixem de receber inclusive os penduricalhos pornográficos pagos pelo sofrido contribuinte. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Como o setor público não deu qualquer contribuição durante a pandemia, o Brasil deve gastar muito mais em 2021 para bancar seus servidores.
Um dos destaques do projeto é a previsão de transferir para a reserva os militares que ocupem cargos civis de confiança por mais de dois anos.
A reforma também prevê uma limitação, por lei, do número de ministérios e órgãos diretamente subordinados à Presidência da República.

Reformas tem que acontecer, sem sombra de dúvida. Teve a reforma previdenciária, que sofreu? O mais pobre. Reforma trabalhista, quem sofreu, o trabalhos com remunerações mais baixa. Agora a reforma administrativa. Quem vai sofrer? Os funcionários que ganham menos. Porque os que ganham mais, vão permanecer com seus proventos , quinquênio s, licença prêmio ,tudo do mesmo jeito. Aí eu pergunto: A desigualdade social vai aumentar ou não? Sempre sobra para o mais pobre, de menos renda e por aí vai. Deveria ser assim , se vai fazer que faça com todos, sem distinção. Ou não faça. O povo está cego!! Tá tudo errado!!!
Pronto! Colocar os amigos do BOZO na reserva não passa, limitar gastos na Câmara e senado não passa !!! Só passa tirar dos servidores!!!os Que não passam em concursos mas arranjam uma boquinha com políticos de estimação….pode né???!!!! Apoiam tudo quanto é contra o servidor mas saem até do estado onde moram pra pegar uma boquinha de político la no centro….!!!! Conheço alguns…..