Política

Reforma da Previdência: entenda a proposta ponto a ponto

Bolsonaro entrega proposta de reforma da Previdência a Rodrigo Maia — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O governo apresentou nesta quarta-feira (20) a proposta de reforma da Previdência Social.

Entenda ponto a ponto o que propõe o governo:

Idade mínima

A proposta cria uma idade mínima de aposentadoria. Ao final do tempo de transição, deixa de haver a possibilidade de aposentadoria por tempo de contribuição.

Para mulheres, a idade mínima de aposentadoria será de 62 anos, e para homens, de 65. Beneficiários terão que contribuir por um mínimo de 20 anos.

Regra de transição – Regime Geral

Segundo o texto, haverá 3 regras de transição para a aposentadoria por tempo de contribuição para o setor privado (INSS) – o trabalhador poderá optar pela forma mais vantajosa. Uma outra regra de transição será implementada para o RPPS (servidores públicos).

Transição 1 – Tempo de contribuição + idade:

A regra é semelhante à formula atual para pedir a aposentadoria integral, a fórmula 86/96. O trabalhador deverá alcançar uma pontuação que resulta da soma de sua idade mais o tempo de contribuição.

Para homens, hoje esta pontuação é de 96 pontos e, para mulheres, de 86 pontos, respeitando um mínimo de 35 anos de contribuição para eles, e 30 anos para elas. A transição prevê um aumento de 1 ponto a cada ano. Para homens, ela deve alcançar 105 pontos em 2028. Para mulheres, deve chegar a 100 pontos em 2033.

Transição 2 – Tempo de contribuição + idade mínima

A idade mínima para se aposentar chegará a 65 anos para homens, e 62 anos para mulheres, após um período de transição. Ele vai durar 10 anos para eles e 12 anos para ela, começando em 60 anos (homens) e 56 anos (mulheres).

Transição 3 – Tempo de contribuição

Poderá pedir a aposentadoria por esta regra quem estiver a 2 anos de completar o tempo mínimo de contribuição, de 35 anos para homens e 30 anos para mulheres. O valor do benefício será reduzido pelo fator previdenciário, um cálculo que leva em conta a expectativa de sobrevida do segurado medida pelo IBGE, que vem aumentando ano a ano. Quanto maior esta expectativa, maior a redução do benefício.

Haverá um pedágio de 50% sobre o tempo que falta para se aposentar. Assim, se faltam 2 anos para pedir o benefício, o trabalhador deverá contribuir por mais um ano.

Regra de transição – Regime Próprio (servidores)

Para os servidores públicos, a transição entra em uma pontuação que soma o tempo de contribuição mais uma idade mínima, começando em 86 pontos para as mulheres e 96 pontos para os homens. A transição prevê um aumento de 1 ponto a cada ano, tendo duração de 14 anos para as mulheres e de 9 anos para os homens. O período de transição termina quando a pontuação alcançar 100 pontos para as mulheres, em 2033, e a 105 pontos para os homens, em 2028, permanecendo neste patamar.

O tempo mínimo de contribuição dos servidores será de 35 anos para os homens e de 30 anos para as mulheres, sendo que 20 deles deverão ser de serviço público e outros 5 de tempo de cargo. A idade mínima começa em 61 anos para os homens em 2019 e termina em 62 anos em 2022. Já para as mulheres, começa em 56 anos em 2019 e termina em 57 anos em 2022.

Aposentadoria rural

Para os trabalhadores rurais, a idade mínima de aposentadoria proposta é de 60 anos, para homens e mulheres. A contribuição mínima será de 20 anos.

Servidores públicos

Servidores públicos terão idade mínima de aposentadoria igualada à dos trabalhadores do setor privado: 62 para mulheres e 65 para homens. O tempo de contribuição mínimo, no entanto, será de 25 anos, sendo necessário 10 anos no serviço público, e 5 no cargo.

O valor do benefício será calculado da mesma forma do regime geral.

Professores no RGPS

Professores poderão se aposentar a partir dos 60 anos, mas com tempo mínimo de contribuição de 30 anos. Será preciso 10 anos no serviço público, e 5 no cargo.

Aposentadoria de deputados federais e senadores

Proposta prevê 65 anos de idade mínima para homens e 62 anos para mulheres, e 30% de pedágio do tempo de contribuição faltante. Novos eleitos estarão automaticamente no regime geral, com extinção do regime atual.

Hoje, a idade mínima é de 60 anos de idade mínima para homens e mulheres, com 35 de anos de contribuição. Benefício é de 1/35 do salário para cada ano de parlamentar.

Aposentadoria de policiais civis, federais e agentes penitenciários e socioeducativos

Os que ingressarem terão seus benefícios calculados pelo mesmo critério do RGPS. Os que tiverem ingressado antes disso, receberão a remuneração do último cargo.

Para policiais, a idade mínima para aposentadoria ficará em 55 anos, com tempo mínimo de contribuição de 30 anos para homens e 25 para mulheres, e tempo de exercício de 20 anos para eles e 15 para elas.

Para agentes, os critérios serão os mesmos, excetuando o tempo de exercício, de 20 anos para ambos os sexos.

Criação do sistema de capitalização

Será alternativo ao sistema já existente. Terá livre escolha pelo trabalhador. As reservas serão geridas por entidades de previdência pública e privada.

Mudança na alíquota de contribuição

A proposta da nova Previdência prevê uma mudança na alíquota paga pelo trabalhador. Os trabalhadores que recebem um salário maior vão contribuir com mais. Já os recebem menos vão ter uma contribuição menor, de acordo com a proposta.

Haverá também a união das alíquotas do regime geral – dos trabalhadores da iniciativa privada – e do regime próprio – aqueles dos servidores públicos.

Aposentadoria por incapacidade permanente

O benefício, que hoje é de 100% da média dos salários de contribuição para todos, passa a ser de 60% mais 2% por ano de contribuição que exceder 20 anos.

Em caso de invalidez decorrente de acidente de trabalho, doenças profissionais ou do trabalho, o cálculo do benefício não muda.

Pensão por morte

Pela proposta, o valor da pensão por morte ficará menor. Tanto para trabalhadores do setor privado quanto para o serviço público, o benefício será de 60% do valor mais 10% por dependente adicional. Assim, se o beneficiário tiver apenas 1 dependente, receberá os 60%, se tiver 2 dependentes, receberá 70%, até o limite de 100% para cinco ou mais dependentes.

Hoje, a pensão por morte é de 100% para segurados do INSS, respeitando o teto de R$ 5.839,45. Para os servidores públicos, além deste percentual, o segurado recebe 70% da parcela que superar o teto.

Em caso de morte por acidente de trabalho, doenças profissionais e de trabalho, a taxa de reposição do benefício será de 100%, segundo a proposta.

Quem já recebe pensão por morte não terá o valor de seu benefício alterado. Os dependentes de servidores que ingressaram antes da criação da previdência complementar terão o benefício calculado obedecer o limite do teto do INSS, que hoje é de R$ 5.839,45 em 2019.

Limite de acumulação de benefícios

Hoje, não há limite para acumulação de diferentes benefícios. A proposta prevê que o beneficiário passará a receber 100% do benefício de maior valor, somado a um percentual da soma dos demais.

Esse percentual será de 80% para benefícios até 1 salário mínimo; 60% para entre 1 e 2 salários; 40% entre 2 e 3; 20% entre 3 e 4; e zero para benefícios acima de 4 salários mínimos.

Ficarão fora da nova regra as acumulações de aposentadorias previstas em lei: médicos, professores, aposentadorias do regime próprio ou das Forças Armadas com regime geral.

G1

 

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Favoritismo de Flávio Bolsonaro deflagra disputa prévia pelo comando da Fazenda


Foto: Gabriela Biló/Folhapress

A vantagem nas pesquisas para o segundo turno das eleições presidenciais acelerou a corrida interna na campanha de Flávio Bolsonaro (PL). Nos bastidores, familiares, caciques políticos e conselheiros econômicos já travam uma intensa disputa velada pelo comando do Ministério da Fazenda em um eventual governo do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O fogo cruzado ocorre em um momento de maior pressão sobre a candidatura, que enfrenta a ofensiva do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a sinalização de um corte de R$ 200 bilhões em despesas públicas, cerca de 1,5% do PIB.

A disputa ganhou novos contornos após a reeleição de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo de São Paulo com 62,65% dos votos. Agora empenhado diretamente na campanha presidencial após divergências iniciais com a família Bolsonaro, Tarcísio trouxe para o centro do debate o nome de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central e atual vice-chairman do Nubank.

Campos Neto conta com a simpatia do mercado financeiro e a chancelar de Tarcísio, com quem trabalhou no governo federal. A interlocutores, porém, o executivo afirma estar focado em sua atuação no setor privado, enquanto o governador paulista nega formalizar indicações antes do resultado das urnas.

A aposta de Eduardo Bolsonaro e as alas rivais

Em outra frente, o deputado Eduardo Bolsonaro articula a indicação do financista Marcelo Kayath, sócio da gestora QMS Capital e ex-executivo do Credit Suisse. Embora tenha atuado na aproximação da candidatura com banqueiros e grandes empresários, Kayath já enfrenta focos de “fritura” da ala ideológica por ter apoiado Lula no passado e criticado a gestão de Paulo Guedes.

No centro das articulações também figura Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e coordenadora do plano de governo de Flávio. Cotada tanto para uma pasta social quanto para o núcleo econômico, Daniella costura diálogo com o mercado e é entusiasta do nome de Alexandre Bettamio, executivo do Bank of America.

Correndo por fora no núcleo duro estão o ex-ministro Adolfo Sachsida, que coordena o plano econômico com apoio de Carlos e Jair Bolsonaro, e o senador Rogério Marinho (PL-RN), lembrado como uma possível alternativa política.

Ciente das tensões, Flávio Bolsonaro tem evitado declarações públicas sobre nomes. Nos bastidores, aliados são unânimes: a palavra final sobre quem comandará a economia do país caberá a Jair Bolsonaro.

Com informações da Folha de São Paulo

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RESISTÊNCIA ÀS URNAS: 78% dos eleitores que se abstiveram não pretendem votar no 2º turno, aponta pesquisa


Arte: Metrópoles

A conquista dos eleitores que faltaram às urnas no primeiro turno aparece como um dos principais gargalos estratégicos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto.

O obstáculo, no entanto, vai muito além do simples convencimento à participação. Segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em 8 de outubro, 40% dos entrevistados que se abstiveram na primeira etapa garantem que certamente não comparecerão no próximo dia 25 de outubro.

A rejeição ao pleito ganha contornos ainda mais desafiadores quando somados os 38% que afirmam que provavelmente também não votarão. Apenas 22% dos faltosos admitem algum grau de abertura para ir às urnas no segundo turno, considerando aqueles que disseram que talvez, provavelmente ou certamente participarão da votação.

O levantamento ouviu 1.600 pessoas entre os dias 6 e 7 de outubro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Os dados expõem a enorme complexidade para reverter o desinteresse popular em um cenário de disputa acirrada: no primeiro turno, Flávio encerrou com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Estados com maiores taxas de abstenção no 1º turno:

Mato Grosso do Sul: 23,87%

Rio de Janeiro: 23,32%

Minas Gerais: 22,81%

São Paulo: 22,54%

Mato Grosso: 22,20%

Goiás: 21,83%

Rondônia: 21,71%

Espírito Santo: 21,37%

Rio Grande do Sul: 21,35%

Para entender melhor as análises das pesquisas de intenção de voto e o equilíbrio entre os candidatos, você pode assistir à discussão sobre os dados de intenção de voto em Flávio Bolsonaro 46% vs. 45% for Lula in potential runoff. Esse vídeo contextualiza o cenário eleitoral do segundo turno e o impacto dos índices trazidos pela Real Time Big Data.

Com informações do Metrópoles

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[VÍDEO] RECORDE DE PÚBLICO: Show de Frei Gilson e Maria levam quase 50 mil pessoas à Arena das Dunas


O Bote fé Natal levou quase 50 mil pessoas a Arena das Dunas nesse sábado (10) para os shows de Frei Gilson e Maria. O evento católico foi um sucesso e atraiu pessoas de várias cidades do Nordeste, movimentando a economia local e impondo um novo recorde de público do estádio.

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Prefeito de Portalegre e presidente da Femurn declara apoio a Allyson no segundo turno


Foto: Divulgação

O prefeito de Portalegre e presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), José Augusto Rêgo, conhecido como Zé Augusto, declarou apoio a Allyson Bezerra no segundo turno da disputa pelo Governo do Estado.

A adesão reforça a presença de Allyson no Alto Oeste e amplia sua articulação entre prefeitos e lideranças municipais. Zé Augusto passa a somar forças na mobilização pela candidatura nesta etapa decisiva da eleição.

Allyson Bezerra segue recebendo uma onda de adesões no segundo turno, com prefeitos, vereadores e lideranças de diferentes regiões do Rio Grande do Norte somando forças à candidatura.

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Quase 20% das famílias brasileiras comprometem mais da metade da renda com dívidas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

Quase 20% das famílias brasileiras compromete mais da metade da renda com dívidas. O dado de setembro de 2026 chegou ao maior nível desde fevereiro deste ano, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC).

O comprometimento médio da renda subiu de 29,3% para 29,6%, enquanto o percentual de famílias endividadas caiu de 82% para 81,7%. A inadimplência também recuou, de 29,9% para 29,6%, mas o tempo médio de atraso nos pagamentos atingiu 65,3 dias, maior marca desde novembro de 2024.

Entre as famílias com renda de até três salários mínimos, 38,5% tinham contas atrasadas. Nesse grupo, 18,5% disseram não ter condições de regularizar as dívidas no mês seguinte.

A CNC prevê nova redução da inadimplência nos próximos três meses, com estabilização do endividamento. O levantamento reúne dados mensais de cerca de 18 mil consumidores nas capitais e no Distrito Federal.

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‘Não faremos ajuste nos programas sociais, mas nas regalias em Brasília’, diz Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio

Foto: Reprodução/YouTube

Cortar gastos com assessores, estruturas administrativas, carros e voos, sem reduzir programas sociais. Essa é a proposta apresentada neste sábado (10) por Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal e coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), durante encontro com mulheres apoiadoras no Rio de Janeiro.

“Não faremos ajuste nos programas sociais, mas nas regalias em Brasília”, afirmou. Ela garantiu que eventuais cortes não atingiriam aposentados, trabalhadores ou beneficiários do Bolsa Família e acusou adversários de disseminar “fake news” sobre possíveis perdas de direitos sociais.

Daniella também criticou a política econômica do governo Lula, atribuindo o endividamento de famílias e empresas ao aumento da dívida pública e da carga tributária. Ela defendeu incentivos ao empreendedorismo, ampliação do crédito para mulheres e penas mais duras para crimes contra mulheres e crianças.

As propostas para o público feminino integram o plano “Brasil por Elas”, que prevê ações de combate à violência, incentivo à autonomia financeira e reconhecimento da economia do cuidado.

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Justiça italiana marca novo julgamento sobre extradição de ex-deputada Carla Zambelli

Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

A Justiça italiana marcou para 29 de outubro uma nova audiência para analisar o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli (PL-SP). O Brasil solicita que ela seja enviada ao país para cumprir a pena de cinco anos e três meses de prisão pela perseguição armada a um homem nas ruas de São Paulo, em 2022.

Zambelli está em liberdade na Itália desde que a Corte Suprema de Cassação anulou uma decisão anterior sobre sua extradição e determinou a reavaliação do caso. As autoridades brasileiras já forneceram informações adicionais sobre as condições de saúde e o atendimento que ela receberia no sistema prisional, conforme solicitado pela Justiça italiana.

O processo é distinto do pedido relacionado à condenação de dez anos de prisão por invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A análise marcada para outubro se limita aos requisitos legais para a extradição referente à perseguição armada.

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro promete ‘guerra ao narcotráfico’ e defende redução da maioridade penal

Foto: Reprodução

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu “declarar guerra ao narcotráfico” caso seja eleito e defendeu penas mais rígidas para crimes, durante ato de campanha no Rio de Janeiro, neste sábado (10).

Em discurso registrado em vídeo e publicado no X, o senador defendeu a redução da maioridade penal. “Se o menor de idade comete crime de gente grande, vai pagar como gente grande”, afirmou.

Flávio também propôs prisão de oito anos para condenados por roubo ou furto de celular, com trabalho para custear a própria permanência no sistema prisional.

Além disso, defendeu permitir que jovens a partir dos 16 anos obtenham carteira de motorista. “Se menor de idade pode votar para presidente, pode responder pelos seus atos também. Pode dirigir carro e moto, vai ter direito a carteira de motorista quem tem mais de 16 anos de idade”, disse.

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Douglas Ruas (PL) é declarado governador eleito no RJ após TRE retotalizar votos

Foto: Alerj/Divulgação

Douglas Ruas (PL) foi declarado eleito governador do Rio de Janeiro após retotalização dos votos realizada pelo TRE-RJ neste sábado (10) em razão do infederimento do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), anulando 274.411 votos do então candidato.

Inicialmente, a disputa no estado teria segundo turno entre Douglas Ruas (PL), que conquistou 49,25% dos votos válidos, e Eduardo Paes (PSD), que recebeu 42,76%.

Com a nova totalização, Douglas Ruas venceu a corrida eleitoral com 50,88% ante a 44,16% de Eduardo Paes.

Com o reprocessamento, os resultados apresentados pelas urnas continuarão da mesma forma que estão desde o domingo (4) em que ocorreu o primeiro pleito. O que mudou foi um cálculo matemático, feito pelo sistema da Justiça Eleitoral, em cima da quantidade de votos válidos.

De acordo com o TRE-RJ, após a retotalização, serão dados dois dias para a apresentação de eventuais impugnações pelas partes legitimadas. Na sequência, haverá um prazo de três dias para dar publicidade ao resultado. Encerrado esse período, será marcada uma sessão plenária da Corte para analisar e julgar possíveis contestações e, posteriormente, homologar o resultado.

Com informações de CNN Brasil

Opinião dos leitores

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[VÍDEOS] DANOU-SE: PT diz que botou mais de 100 mil pessoas em Natal na manhã deste sábado (10)

Claro que passou longe disso, mas os petistas estão afirmando que colocaram mais de 100 mil pessoas nas ruas do Alecrim, na manhã deste sábado (10), durante passeata com a presença de Lula em Natal.

Uma coisa é mobilizar apoiadores em torno da presença de Lula na capital potiguar. Outra, bem diferente, é anunciar mais de 100 mil pessoas sem apresentar uma metodologia ou dados que sustentem esse número.

Opinião dos leitores

  1. Não sei se 100 K, mas, as urnas falaram no primeiro turno e vai se replicadas no segundo também com mais ênfase. Não adianta os eleitores do presidente lula ( quer queiramos ou não) ele é o presidente, mostra a força na hora do voto, porque nem todos conseguem um folga pra ir a rua exercer sua cidadania, porém na hora do voto o faz com orgulho.

  2. Não tem quem aguente mais Fátima bezerra e sua turma de incompetente. disse:

    Jeito de mentir do PT, fala as merdas e quer que todo mundo acredite. Já fui lula, eu tenho pena desse idoso, que já era pra ter se aposentado da política.

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