O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta quinta-feira (3), que a reforma da Previdência deve ser votada na Câmara e no Senado até outubro. O ministro disse também que a previsão é que a reforma tributária seja votada logo em seguida, entre outubro e novembro.
Segundo ele, que falou logo após participar de evento do Banco Goldman Sachs, o resultado desta quarta-feira (2) na Câmara não deve interferir nas votações das reformas, reforçando que a “conscientização” dos congressistas vai viabilizar a questão.
“A sinalização de quarta não foi necessariamente negativa. Era o quorum demandado para aquela decisão”, disse.
Na votação de quarta, 263 deputados votaram pelo arquivamento do pedido de autorização para investigar o presidente da República, mas a reforma da Previdência exigiria 308 deputados.
Meirelles, no entanto, admitiu que a reforma tributária pode ser apresentada primeiro.
“Idealmente espera-se que a Previdência seja votada em primeiro lugar”, disse. “Mas estamos trabalhando duro na reforma tributária e ela vai ser apresentada ao Congresso proximamente. Se até lá a Previdência não tiver sido votada, a gente pode votar a tributária primeiro”.
O ministro também negou haver espaço para mais concessões na reforma da Previdência em relação ao último desenho apresentado.
Folhapress

Há um clamor nacional quanto à violência e insegurança que grassa em todo o território nacional e eu não vejo quase ninguém bradar por urgência nas reformas dos Código Penal e do Código Processual Penal.
Por que será hein ??????????????????
Pq a reforma da previdencia é do interesse dos bancos e do mercado financeiro, maiores fiadores dessa classe política corrupta e dessa imprensa mercenaria!
Lei sozinha não resolve nada.
Só tinta no papel ou bits numa memória.
IB, quanto mais o governo tiver no vermelho, mais vai se socorrer do sistema financeiro.
O sistema financeiro deve adorar ver o governo tomando empréstimo pra pagar despesa corrente.
Ainda mais num sistema bancário concentrado como o nosso. Num sistema sadio, com muitos atores,
quanto mais dinheiro circular nas mãos das pessoas, melhor para os bancos e no fim, todos
saem ganhando.
Sinceramente esse congresso que não permite que um cidadão que foi pego dilapidando o património público e com uma denúncia séria do Procurador Geral da República, não tem autoridade moral para decidir os destinos de milhões de brasileiros. Uma vergonha desses congressistas e parabenizar os três do RN que votaram para que a denuncia prosseguisse para o STF, reverberando a sociedade.
Não vai ser ele quem vai emendar a Constituição, vai ser o Congresso.
Se o Congresso não passar, não passa.
Se passar, o próximo presidente pede pra desfazer (desfaz mais fácil do que se fez).
Aí o Brasil vai ver o que é bom pra tosse, com gente achando que tudo se resolve
com mais cadeia ou tributos.