O professor, médico e escritor Daladier Pessoa Cunha Lima é o mais novo membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANL). Ele foi eleito, por 29 votos a zero, no final da tarde desta terça-feira (18) para a cadeira nº 3 da ANL, que era ocupada pelo acadêmico José de Anchieta Ferreira, falecido em novembro do ano passado. A cadeira tem como patrono o conselheiro Brito Guerra.
Daladier Pessoa Cunha Lima, nascido em Nova Cruz (RN), é médico por formação, tendo sido, inclusive, contemporâneo do professor Onofre Lopes, médico e primeiro reitor da UFRN, com quem atuou no âmbito universitário.
É autor dos livros Noilde Ramalho – uma história de amor à educação e Retratos da Vida, além de outras publicações. Este último livro reúne diversas crônicas do autor, publicadas entre 2009 e 2014, no jornal Tribuna do Norte, abordando temáticas diversas, com referências e homenagens a pessoas, lugares e histórias. Foi, ainda, o primeiro reitor eleito da UFRN, cargo que exerceu de 1987 a 1991.
Eleito senador pelo Maranhão, Lahesio Bonfim (Novo) afirmou que vai trabalhar para derrubar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Em discurso após a vitória, o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes acusou Dino de perseguição política durante o período em que ele governava o estado.
“Agora, Flávio Dino, eu estou indo atrás de você em Brasília”, declarou. Lahesio alegou que seu município recebeu poucas doses de vacina contra a Covid-19 por retaliação política e citou uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público realizada quando era prefeito.
Aliado de Flávio Bolsonaro (PL), Lahesio chegará ao Senado em meio à mobilização de parlamentares bolsonaristas pelo impeachment de ministros do STF, principalmente de Alexandre de Moraes.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), negou a existência de qualquer acordo político envolvendo o candidato e o ministro do STF Alexandre de Moraes. A declaração foi dada à coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
“Nas conversas que nós tivemos, não existe nenhuma palavra de acordo. Não queremos vingança contra ninguém, mas não seremos omissos“, afirmou Marinho.
A tese de um eventual acordo é uma tentativa do PT de “virar o jogo” após o resultado do primeiro turno, explicou o senador. Marinho afirmou também que o STF foi um “grande vetor” da vitória da direita e que “claramente tomou um lado”.
O coordenador também comparou a postura de Flávio à de Lula em relação ao passado. “Lula tem um retrovisor maior que pára-brisas. Só vive olhando pro passado. Nós não. Queremos reconstruir o país, reconciliar o povo”, disse.
Sobre o segundo turno, Marinho afirmou que a campanha não pode subestimar Lula e o PT, que classificou como “uma máquina de moer fake news”. Ao comentar a atuação da primeira-dama Janja, o senador ironizou: “Ela é a nossa grande cabo eleitoral. Ela e ele (Lula), aliás“, declarou Marinho ao Metrópoles.
O ministro do STF, Kassio Nunes Marques, confirmou nesta quarta-feira (7) que pretende analisar o pedido de soltura de Jair Bolsonaro (PL) somente após o segundo turno. Para ele, discutir o caso agora poderia interferir na disputa eleitoral.
Kassio é relator da revisão criminal apresentada pela defesa para tentar modificar a condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista. A Procuradoria-Geral da República já apresentou parecer e considera o processo pronto para julgamento.
O ministro avalia conceder a liberdade por decisão liminar, mas o caminho mais provável é submeter o pedido ao plenário. Em nota, seu gabinete confirmou a intenção de levar o caso ao colegiado e esclareceu que a data de uma sessão presencial depende do presidente do STF.
A discussão ficará para depois da disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). Flávio promete conceder indulto ao pai caso seja eleito, mas só poderia adotar essa medida após assumir a Presidência.
A vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) sobre Lula (PT) no primeiro turno das eleições tem deixado os esquerdistas desesperados, xingando, ofendendo e mentindo. A bola da vez é o reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), José Arnóbio, que publicou um vídeo nas redes sociais repleto de ataques ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Na gravação, o reitor utiliza termos como “mentiroso”, “rachadinha” e “racha master” para se referir ao candidato.
“Esse cara só mente. Vocês acreditam mesmo que os impostos vão diminuir com ele? Meu amigo, a gasolina vai chegar a quinze reais, a vinte reais”, afirmou Arnóbio. Durante o vídeo, o reitor também citou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que a redução de impostos sobre combustíveis teria provocado impactos nas contas dos estados. Segundo ele, o governo Lula precisou desembolsar cerca de R$ 30 bilhões para evitar dificuldades financeiras dos estados.
Você tá comendo picanha, desgraçado? Que moral tem um petista pra chamar alguém de mentiroso? O choro é livre, vai se juntar a gleici, montanha, Randolfe, Zé Dirceu, cata rato, o ET do Acre, Estepe, Otoni de Paula e outros mais, seu CANALHA!!!!
Um estudante da UFRN, no CERES de Caicó, denunciou a exposição de cartazes com conteúdo de fake News contra o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro nas dependências da universidade, durante a campanha no segundo turno das eleições. A informação é do Blog de Jair Sampaio.
Os materiais trazem “falsas notícias sobre os presidenciais de 2026” e alimentariam “discursos de ódio” e associações de opositores a “ideologias totalitárias”, afirmou o aluno na denúncia.
“Está havendo divulgação de falsas notícias, discursos de ódio e associação de opositores a ideologias totalitárias. Isso está sendo espalhado por alunos, cartazes nas paredes, professores e a evidente omissão da instituição”, completou. O estudante pediu anonimato por temer “perseguição dos professores, alunos e, em última instância, perseguições físicas contra possíveis opositores”.
O blog de Ismael Sousa apontou que os mesmos cartazes também estão sendo espalhados no campus central da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), em Mossoró, por militantes da extrema esquerda.
Onde estão os deputados federais? Isso precisa ser investigado e processar quem anda espalhando essas mentiras. A reitoria da universidade tem que ser responsabilizada.
O pagamento do 13º salário dos servidores do Rio Grande do Norte virou alvo de uma nova disputa eleitoral após uma declaração do ex-secretário estadual Administração, Pedro Lopes. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que só confia que os servidores receberão o dinheiro em caso de vitória de Cadu de Lula.
“Eu só confio em receber o décimo terceiro salário se Cadu ganhar a eleição”, disse Pedro, acrescentando que o pagamento deverá ocorrer em janeiro de 2027. O ex-secretário também pediu no vídeo que servidores que pretendem votar em Allyson Bezerra cobrem do candidato um compromisso público com o pagamento.
Allyson reagiu e classificou a declaração como uma tentativa de pressionar os servidores a votar em Cadu. “Bateu o desespero. Isso aqui é um absurdo. O secretário do governo ameaçando os servidores com algo que é direito, é garantido na Constituição”, afirmou.
Governo do RN divulgou nota afirmando que o 13º de 2026 está previsto no Orçamento aprovado para o exercício e integra o planejamento das despesas com pessoal. O Executivo também destacou que quitou quatro folhas salariais atrasadas encontradas no início da gestão, em 2019.
Leia a íntegra da nota do Governo do RN abaixo:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Com relação às declarações do candidato Allyson Bezerra, que fazem referência a uma postagem de Pedro Lopes, ex-secretário de Estado da Administração, o Governo do Rio Grande do Norte esclarece que as informações precisam ser apresentadas em seu devido contexto.
Ao assumir a gestão, em 2019, o Governo encontrou quatro folhas salariais em atraso, deixadas pela administração anterior. Esse passivo foi integralmente quitado pela atual gestão, ao mesmo tempo em que foi restabelecida a regularidade do pagamento dos servidores.
Em relação ao 13º salário de 2026, o Governo informa que a despesa está prevista no Orçamento do Estado aprovado para este exercício, integrando o planejamento das despesas com pessoal.
O Governo do Estado reafirma que o pagamento dos servidores, ativos, aposentados e pensionistas, permanece como prioridade e que todas as medidas orçamentárias e financeiras continuam sendo adotadas para o cumprimento dessas obrigações.
Natal, 07 de outubro de 2026
GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – ASSECOM
Um homem foi preso em Natal nesta quarta-feira (7) após tentar furtar picanha e outras carnes de um supermercado na zona Oeste de Natal. As carnes seriam revendidas para conseguir dinheiro para comprar drogas, de acordo com o repórter Vitor Águia, do Via Certa Natal.
“Segundo informação lá do pessoal da gerência, já é a terceira vez que ele vai ao local e só leva picanha”, disse o sargento Calixto da PMRN, em entrevista ao Via Certa Natal.
“Deu errado porque já estavam de olho nele. Aí quando ele deu a botada, o pessoal já foi em cima e conseguiu lograr êxito”, completou o sargento, explicando que funcionários do estabelecimento conseguiram deter o homem até a chegada da polícia. A gerência do estabelecimento informou que o mesmo indivíduo já havia conseguido levar produtos do local em outras duas ocasiões.
O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) descartou qualquer possibilidade de acordo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL). Em entrevista ao Metrópoles nesta quarta-feira (7), o parlamentar defendeu a responsabilização do ministro e afirmou que não haverá anistia.
“O que o Alexandre de Moraes fez é imperdoável, é imperdoável. E não adianta agora se pintar de ouro, acenar para ninguém. Não tem aceno para você, Alexandre de Moraes, e pode ter certeza que se acha que esse julgamento aqui agora é ruim, espera do juízo final”, declarou em entrevista ao site Metrópoles.
Nikolas voltou a criticar as decisões de Moraes relacionadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e afirmou que o ministro poderia tentar se aproximar do bolsonarismo para evitar punições. “Daqui a pouco o Moraes vai estar vestido de Deus, pátria, família e liberdade, com a camisa verde e amarela, uma faixa 100% de Jesus, com a Bíblia na mão, para tentar fugir da punição que é devida a ele. Ô, Alexandre de Moraes, sem anistia, sem anistia”, afirmou.
Não dou 2 anos para o Valdemar da Costa Neto dá o sinal para passar pano para impeachment de Ministro. Guardem isso: “a quem interessa um impeachment?”; “um impeachment de um ministro agora, toca fogo no país”; “o presidente precisa ter governabilidade”.
A senadora eleita Samanda Alves (PT) disse que, após o resultado das eleições de domingo (4), ligou para os senadores Styvenson Valentim (Podemos) e Rogério Marinho (PL). Ela foi questionada no programa “Meio Dia RN” nesta quarta-feira (7) se apoiaria uma eventual candidatura de Rogério à Presidência do Senado em 2027, mas disse que atuará de acordo com aquilo que seu “campo político” defender.
“Vou ser uma senadora do RN, acabou a campanha, no que a gente puder construir consenso para defender o nosso estado, estou à disposição. Fiz esse gesto de ligar para os colegas senadores, mas, em um espaço de disputa, pertenço a um campo político e vou defender aquilo que defendi ao longo da campanha”, afirmou.
O pedido da defesa de Jair Bolsonaro para revisar sua condenação deverá ser analisado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) após as eleições. O objetivo é evitar que uma decisão de grande impacto político interfira no pleito em curso. O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, ainda não definiu a data do julgamento.
A revisão criminal questiona a condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão, determinada pela Primeira Turma do STF. Pelo regimento do tribunal, pedidos de revisão de decisões do próprio Supremo devem ser julgados pelo plenário.
Entre os argumentos apresentados pela defesa está a tese de que o processo deveria ter sido analisado desde o início pelo plenário, e não pela Primeira Turma. Os advogados também questionam o acordo de colaboração de Mauro Cid e alegam restrições ao acesso ao material usado no processo.
O relator do pedido é o ministro Nunes Marques, indicado ao STF por Bolsonaro. A Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a anulação da condenação e afirmou que a decisão foi baseada em um conjunto suficiente de provas.
Porque o folclorista Gutenberg Costa não é da ANL ? . Ele que já editou mais de 30 livros?. EU TENHO A RESPOSTA: PORQUE É POBRE.
PAULO MACEDO GANHA DE DALADIER LONGE. COM SUAS PUBLICAÇÕES. PRINCIPALMENTE EM ASSUNTOS DE MARINHA. JÁ VOCIFERAVA WODEM MADRUGA.