O novo projeto para a construção do campus da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) na zona Norte de Natal será entregue à Reitoria da instituição na semana que vem, segundo a secretária de Infraestrutura do Estado, Kátia Pinto. As obras permanecem sem data para conclusão e também não se tem a definição de quem irá concluí-la. Kátia Pinto adiantou que o novo projeto que será entregue à reitoria da Uern inclui estruturas arquitetônicas que foram retiradas do projeto inicial, mas não precisou quais são essas adequações.
Obras do campus da Universidade Estadual, em Natal, estão paradas desde o ano passadoAinda de acordo com a titular da SIN, a empresa responsável pela construção, M & K Comércio e Construções Ltda, vai definir se permanece à frente da obra ou não. “Isso depois que o débito com a terceirizada for sanado”, detalhou. A secretária se referiu ao dinheiro que o Governo do Estado deve à M & K pelo serviço que já foi realizado. O valor será orçado pelos técnicos da Secretaria de Infraestrutura. A planilha de custos está sendo refeita desde o dia 9 de abril passado, quando foi publicado no Diário Oficial um termo aditivo ao contrato para a readequação dos números.
Caso a terceirizada resolva finalizar a parceria depois de receber o dinheiro, será necessário que se abra um novo processo licitatório para a contratação de uma outra empresa que realize o serviço. Isso pode atrasar ainda mais o recomeço das obras para a construção do campus, que tinha, inicialmente, o tempo total de execução estimado em 12 meses, como indica uma placa afixada no local. Mas as obras foram paralisadas em novembro de 2010, após o Governo do Estado decidir não mais disponibilizar recursos suficientes.
O atual campus da Universidade Estadual em Natal funciona no bairro de Neópolis, em um prédio alugado que custa R$ 21 mil mensais aos cofres públicos. Quatro cursos são ministrados na Universidade, que tem estrutura considerada inadequada pela diretoria da instituição. No prédio novo, a obra parada na zona Norte, ainda não se consegue visualizar um local destinado ao recebimento de estudantes e realização de aulas. Por lá, o que se vê são tijolos e vigas à mostra e paredes inacabadas, em um terreno cercado parte por muros, parte por tapadeiras de madeira.
Tribuna do Norte
Estado investir em EDUCAÇÃO superior quando não consegue manter uma EDUCAÇÃO DE qualidade nos níveis em que é obrigada, só pode ser brincadeira ou ainda, PURO MARKETING…
As escolas do Estado faltam material de consumo, equipamentos para funcionar adequadamente, funcionam em prédios alugados ou em regime de cessão de uso por instituições ditas filamtrópicas (mas que recebem polpudos alugueres no final do mês), faltam servidores, não possuem segurança para os profissionais e materias, faltam Professores, pois a maioria adoece com facilidade diante do ambiente deletério e insalubre que são as escolas (com poucas e raras excessões), e o que vemos é somente propaganda de ações insignificantes que não chegam para todos e mesmo carecem de manutenção. São programas "pra inglês ver". Servem para tirar fotos e depois esqueçam…