A prefeitura anunciou nesta sexta-feira, durante mais uma coletiva de imprensa no Riocentro, Barra da Tijuca, sobre medidas de prevenção ao coronavírus na cidade, que, a partir do dia 14 de setembro, cinemas e teatros poderão voltar a funcionar com 50% da capacidade, com cadeiras numeradas e sem a comercialização de comidas e bebidas.
Apesar da medida de flexibilização, também houve ação no sentido do contrário. Além da proibição da venda de bebidas alcoólicas em áreas externas de bares e restaurantes após as 22h para quem não estiver sentado em mesas e cadeiras do estabelecimento, outra iniciativa para evitar aglomerações é também a volta da proibição do estacionamento de carros na orla aos sábados, domingos e feriados.
— Essas medidas, como os bares que insistem nas aglomerações, estão sendo tomadas por causa dessa desobediência. Não é nosso interesse punir ou fechar o comércio, estamos protegendo a população da possibilidade de aumento da taxa de contágio — disse Jorge Darze, subsecretário de Saúde.
A princípio, a medida em relação aos bares e restaurantes falava em proibição a partir das 21h, mas, de acordo com a prefeitura, o horário foi ajustado para as 22h, e a mudança será publicada no Diário Oficial. Ainda segundo o município, até então, se algum estabelecimento fosse interditado por aglomeração, a penalidade podia ser revertida em 24 horas. A partir de agora, porém, a interdição será estendida por 7 dias.
Em seu pronunciamento, o prefeito Marcelo Crivella voltou a falar sobre a ideia da prefeitura de permitir público limitado em estádios de futebol. Sem entrar em detalhes, ele afirmou que quer reabrir o Maracanã para que menos pessoas vá às praias. Crivella confirmou que conversa com os clubes para a reabertura, e citou que a ideia inicial é reabrir o Maracanã com 10 ou 12 mil pessoas, e que Flamengo e Fluminense pediram algumas semanas para avaliar os protocolos.
— Nossa esperança é que as pessoas indo para os estádios no domingo não vão para a praia. Estamos tentando combinar, até antecipar os horários dos jogos um pouco. No estádio, conseguimos controlar o distanciamento e o uso da máscara, o que não é possivel nas praias — disse.
Seguindo a linha do que disse anteriormente o subsecretário, Crivella admitiu ainda que a prefeitura não tem capacidade de fiscalizar todo o Rio e pediu “consciência” ao cidadão.
— É importante que neste momento a gente não perca a sabedoria e inteligência. Aglomeração sem máscara é muito risco. Estamos tentando fiscalizar quem aluga cadeiras e guarda-sol e fechando o estacionamento. Nós não estamos apavorados ou com problemas no atendimento (em unidades de Saúde), mas queríamos que a curva de contaminação estivesse mais baixa. E não está porque as pessoas depois de um certo tempo de afastamento, esgotadas, acham que a vida voltou ao normal, mas ainda não. Faremos de tudo o que pudermos, mas é quase impossível garantir em uma cidade do tamanho do Rio vigiar cada metro quadrado — concluiu.
O GLOBO

Queira Deus q não chegue a segunda onda de covid.Esses políticos irresponsáveis pensando só em eleição.Igual o prefeito de natal.Vamos aguardar o resultado da reabertura das escolas.Rogo a Deus p proteger toda a comunidade escolar.
É phoda. Ocupação na praia não chega a 50% mais nos locais fechados pode chegar nos 50% como se fossem as melhores condições. Não sou contra os locais fechados, apenas acho q na praia não deveria se proibido.