No trimestre de outubro a dezembro de 2020, o Rio Grande do Norte registrou a sexta maior taxa de subutilização da força de trabalho, no Brasil. Ela atingiu 40,3%, o que significa 715 mil potiguares na condição de subocupados por insuficiência de horas, desocupados, indisponíveis ou desalentados. A taxa do RN ficou atrás apenas dos estados do Piauí (46,7%), que apresentou a maior taxa; Alagoas (46,6%); Maranhão (44,7%); Bahia (44,6%) e Sergipe (42,4%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira.
De outubro a dezembro de 2020, havia, no Estado, 302 mil pessoas na chamada força de trabalho potencial, que é composta pelos desalentados, não desalentados e indisponíveis. Desse total, 212 mil foram classificados como desalentados – segundo definição do IBGE, pessoas fora da força de trabalho que, na semana de referência, deixaram de buscar uma vaga por acreditar que não encontrariam um trabalho adequado, seja, por não ter experiência profissional ou qualificação, por não haver trabalho na localidade em que residiam, ou por ser considerado muito jovem ou muito idoso.
No Brasil, a taxa média de subutilização da força de trabalho no último trimestre do ano passado ficou em 28,7%. Os menores resultados foram os de Santa Catarina (10,8%), Mato Grosso (17,5%), Rio Grande do Sul (18,7%) e Paraná (19,3%). O País tinha à época, 5,8 milhões de desalentados, sendo que 813 mil deles estavam na Bahia, o equivalente a 14% do contingente nacional.
Nível de ocupação
O nível de ocupação, percentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar (aquelas com 14 anos ou mais na data de referência), foi de 42,5%, no Rio Grande do Norte. Isto signifca que, do total de 2,92 milhões potiguares em idade de trabalhar, 1,24 milhão estavam ocupados. Houve crescimento frente ao trimestre anterior, 39,5%, porém queda em relação ao mesmo trimestre de 2020, 46,8% .
O nível de ocupação ficou abaixo de 50% em 15 estados, sendo todos do Nordeste, cinco do Norte e o Rio de Janeiro. Em Alagoas, apenas 35,9% das pessoas em idade para trabalhar estavam ocupadas. No Rio de Janeiro, apenas 45,4% tinham um trabalho. Já Mato Grosso foi o estado com maior nível de ocupação (58,7%) no ano passado.
Desocupação recorde
A taxa média de desocupação em 2020 foi recorde em 20 estados do País, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. Essa foi a situação no Rio Grande do Norte, onde a taxa de desocupação foi a 15,5% no trimestre de outubro a dezembro de 2020, acima 1,8 pontos percentuais ante o terceiro trimestre do ano passado.
Em números absolutos, a PNAD Contínua estima que havia 228 mil desocupados no último trimestre. Ou seja, 228 mil potguares estavam sem trabalho na semana de referência e tomaram alguma medida para conseguir emprego no período de 30 dias, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego ou inscrever-se em concurso. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.
No Brasil, as maiores taxas foram registradas em estados do Nordeste e as menores, no Sul do país. Esses resultados decorrem dos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre o mercado de trabalho, segundo o IBGE. Em 2020, as maiores taxas de desocupação ficaram com Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%), Sergipe (18,4%) e Rio de Janeiro (17,4%), enquanto as menores com Santa Catarina (6,1%), Rio Grande do Sul (9,1%) e Paraná (9,4%).
No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas no País, chegando ao menor número da série anual (86,1 milhões). Com isso, pela primeira vez, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no País. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%.
TRIBUNA DO NORTE

E difícil modificar a realidade da estrutura social e económica do estado é movida pelo setor público,esse é um estado com pouquissimas industriais e fábricas relevantes,esse setor secundario gerava a uns nove ou dez anos apenas 45 mil pessoas,não sei se esses números de trabalhadores diminuirão ou aumentarão.
As pessoas de condições sociais e económicas tradicionais do estado do RN que o pobre estavel;classe media baixa e media alta do estado passa a vida estudando para conseguir um diploma profissional de nivel superior para depois fazer concurso e ser aprovado e se tornar servidor/funcionario público municipal,estadual e federal infelizmente existem poucas opções para o pobre estavel ter uma renda superior a dois salários mínimos praticamente só atraves dessa opção como trabalhador do poder estatal.
No setor terciario o trabalhador comerciario e de servicios recebe apenas um salario mínimo comercial,rara exceção de poucos bancos privados.
No setor primario não paga-se nem um salario mínimo brasileiro completo esse setor primario é mantido basicamente pelas aposentadorias e pensões de pessoas idosas do INSS do poder central do Brasil.
Corrigindo alguns erros e omisiones:
1-que é movida pelo setor público.
2-apenas 45 mil empregos/pessoas
3-Que é o pobre estavel.
O resto do texto está razonablemente comprensible.
Fiquem em casa ! A economia a gente vê depois ! Viva Fátima, a tranca rua !
A justiça do trabalho é quem mais desemprega.
Desgoverno federal.
Graças ao desmonte das indústrias e comércios , praticados pela política desastrosa da Governadora Fátima Bezerra PT .
MITO TEM RAZÃO
MITO 2022