Esporte

Robinho volta à Seleção Brasileira após dois anos; veja convocados para amistosos contra Chile e Honduras

Robinho-Selecao-Brasileira-Andres-Stapff_LANIMA20131031_0084_47Felipão anunciou a lista de convocados para os amistosos contra Honduras e Chile nesta quinta-feira em um hotel da Zona Sul do Rio de Janeiro. A novidade da Seleção Brasileira foi a volta do atacante Robinho. O Rei das Pedaladas, hoje com 29 anos, não era convocado desde 2011, para o jogo contra a Alemanha.

Além de Robinho, outros 17 jogadores foram convocados, juntando-se aos quatro chamados previamente pela CBF para adiantar o visto de entrada nos Estados Unidos: Marquinhos (PSG), Lucas Leiva (Liverpool), Daniel Alves (Barcelona) e Hulk (Zenit).

Uma outra novidade é a ausência de Lucas, do PSG, que era presença contínua na Seleção desde os tempos de Mano Menezes. Em seu lugar, Felipão chamou Willian, do Chelsea. Já o goleiro Julio Cesar, do QPR, voltou a ser chamado. Em compensação, por causa dos compromissos do Botafogo pelo Brasileirão, Jefferson não foi chamado.

Apesar do interesse geral sobre o caso Diego Costa, o diretor de comunicação da CBF, Rodrigo Paiva, avisou que Felipão não vai mais comentar o caso.

A Seleção Brasileira enfrenta Honduras no dia 16 de novembro, em Miami, nos Estados Unidos. Já o confronto com o Chile será no dia 19, em Toronto, no Canadá. Esses serão os dois últimos compromissos do time de Scolari no ano. Antes da Copa-2014, há apenas uma data Fifa para amistosos e será em março.

GOLEIROS
Julio Cesar (QPR)
Victor (Atlético-MG)

LATERAIS
Daniel Alves (Barcelona)
Marcelo (Real Madrid)
Maicon (Roma)
Maxwell (PSG)

ZAGUEIROS
Thiago Silva (PSG)
Dante (Bayern)
David Luiz (Chelsea)
Marquinhos (PSG)

VOLANTES
Lucas Leiva (Liverpool)
Paulinho (Tottenham)
Luiz Gustavo (Wolfsburg)
Hernanes (Lazio)
Ramires (Chelsea)

MEIAS
Oscar (Chelsea)
Bernard (Shakhtar)
Willian (Chelsea)

ATACANTES
Neymar (Barcelona)
Jô (Atlético-MG)
Hulk (Zenit)
Robinho (Milan)

Lance

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Geral

MST cogita levar militância à Venezuela e prepara atos em apoio a Maduro após ação dos EUA

Foto: XNY/Star Max/GC Images

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) avalia a possibilidade de enviar militantes à Venezuela em resposta à ofensiva militar dos Estados Unidos e à captura do ditador Nicolás Maduro, ocorrida no último sábado (3). A discussão ganhou força após reuniões virtuais que reuniram mais de 50 organizações da esquerda brasileira, que classificam a operação norte-americana como invasão e sequestro do presidente venezuelano.

Durante audiência em Nova York, Maduro e a esposa, Cilia Flores, negaram envolvimento em um suposto esquema de tráfico internacional de drogas e afirmaram ser inocentes das acusações. O venezuelano chegou a se declarar um “presidente sequestrado”. Para o MST, o processo ainda está em curso e exige mobilização política imediata, tanto no Brasil quanto, eventualmente, em território venezuelano.

Segundo a dirigente nacional do movimento, Ceres Hadich, o envio de militantes não está descartado, caso haja necessidade de atuação direta no país vizinho. Paralelamente, o MST articula manifestações em diversas capitais brasileiras, muitas delas em frente a embaixadas e consulados dos Estados Unidos, além de incluir o tema nos atos previstos para o dia 8 de janeiro. A prioridade, neste momento, seria denunciar as mortes, a intervenção estrangeira e a prisão de Maduro.

O tema também dividiu a esquerda em nova reunião realizada nesta segunda-feira (5), com a presença de dirigentes do PT, PSol, PCdoB, intelectuais e jornalistas. Enquanto setores como o PSol rejeitam defender Maduro, mas condenam a interferência externa, o PT e organizações como o MST mantêm apoio explícito ao líder venezuelano. Entre os participantes, houve divergências sobre a estratégia: atacar diretamente Donald Trump ou concentrar críticas na direita brasileira que apoia a ação dos EUA.

Com informações do Metrópoles

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Economia

Apagão de bilhões: RN lidera prejuízo nacional com cortes de energia renovável em 2025

Foto: Junior Santos-Arquivo TN

O Rio Grande do Norte acumulou cerca de R$ 1,69 bilhão em prejuízos com cortes na geração de energia eólica e solar entre janeiro e novembro de 2025, segundo dados da consultoria Volt Robotics, com base em números do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O estado foi o mais afetado do país pelos chamados curtailments, repetindo em novembro o desempenho negativo de outubro e liderando o ranking nacional de perdas no setor de renováveis.

Somente em novembro, o RN perdeu 28,99% de sua capacidade de geração, índice semelhante ao do Ceará (28,81%) e superior ao de Minas Gerais (25,47%). No mês anterior, as perdas potiguares chegaram a 45,99%. No cenário nacional, o prejuízo ultrapassou R$ 6 bilhões em 2025, com o Brasil deixando de aproveitar 20,6% de sua capacidade de geração, sobretudo no setor eólico, responsável por 72% da energia cortada no último mês analisado.

Especialistas apontam que o problema é estrutural e envolve o crescimento acelerado das renováveis, falhas no planejamento da rede de transmissão e descompasso entre oferta e demanda. Para o secretário-adjunto de Desenvolvimento Econômico do RN, Hugo Fonseca, o curtailment agravou a crise do setor eólico, impactando projetos já em operação. Apesar disso, ele avalia que os leilões de linhas de transmissão e a instalação de compensadores síncronos indicam uma “luz no fim do túnel”, embora a solução definitiva só deva ocorrer a partir de 2029.

Enquanto isso, o setor pressiona por compensações financeiras. A ABEEólica afirma que 2025 foi um dos anos mais difíceis para as renováveis, levando empresas a desistirem de projetos e devolverem outorgas. O Ministério de Minas e Energia abriu consulta pública para discutir a compensação dos cortes, amparada por mudanças no marco regulatório do setor elétrico sancionadas no fim do ano passado, que reconhecem a possibilidade de ressarcimento aos geradores prejudicados.

Com informações da Tribuna do Norte

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Política

Lula estuda novo contato com presidente interina da Venezuela em meio à instabilidade

Foto: CNN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia fazer um novo telefonema à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, após a posse dela nesta segunda-feira (5). O contato seria uma continuidade da conversa realizada no sábado (3), logo após a operação militar dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro e agravou a crise política no país vizinho.

O Palácio do Planalto aguarda os primeiros movimentos de Delcy no comando do governo venezuelano antes de avançar em qualquer gesto diplomático mais concreto. A principal preocupação do governo brasileiro é entender se a nova presidente conseguirá sustentar-se politicamente diante da instabilidade interna e do cenário internacional ainda tenso, embora interlocutores avaliem que, no curto prazo, não há expectativa de novos ataques determinados por Donald Trump.

Auxiliares de Lula afirmam que o novo telefonema é considerado provável, ainda que não esteja oficialmente agendado. A intenção do presidente brasileiro é acompanhar de perto a reorganização do poder em Caracas e manter canais abertos de diálogo, repetindo a postura adotada logo após a prisão de Maduro, quando buscou confirmar informações e avaliar o impacto regional da ofensiva americana.

Nesta segunda-feira, a embaixadora do Brasil na Venezuela, Glivânia Maria de Oliveira, participou da cerimônia de posse de Delcy Rodríguez na Assembleia Nacional. Durante o ato, a nova presidente interina afirmou assumir o cargo “com dor, mas com honra”, enquanto as Forças Armadas venezuelanas divulgaram nota reconhecendo oficialmente sua autoridade e prometendo garantir a governabilidade, a ordem interna e a preservação da paz no país.

Com informações da CNN

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Geral

Sobrinho de Dilma sobre Nikolas: “Esse chupeta precisa ser cassado”

Foto: Reprodução/Redes Sociais – Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O vereador Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho-neto da ex-presidente Dilma Rousseff, partiu para o ataque contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) após declarações do parlamentar sobre uma possível intervenção estrangeira no Brasil. Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (5), o petista classificou a postura de Nikolas como gravíssima e defendeu abertamente a cassação e prisão do deputado.

A reação ocorreu após Nikolas comentar, em entrevista, sobre o cenário internacional envolvendo os Estados Unidos e a Venezuela. Para Pedro Rousseff, o deputado do PL teria ido além do debate político ao sugerir ingerência externa no país. “Pedir intervenção militar estrangeira para tomar o poder é crime contra a soberania nacional”, escreveu o vereador, usando termos ofensivos para se referir ao parlamentar.

Desde a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, Nikolas intensificou publicações ligando o PT ao regime venezuelano. Uma das mais controversas foi uma montagem que simulava a prisão do presidente Lula por militares dos Estados Unidos, o que ampliou a repercussão negativa entre partidos de esquerda.

O episódio já chegou ao campo jurídico. O PSol acionou a Procuradoria-Geral da República contra Nikolas Ferreira, alegando que suas manifestações atentam contra a ordem democrática e a soberania nacional. O caso aprofunda a polarização política e adiciona um novo capítulo à disputa entre bolsonarismo e PT em pleno início de ano pré-eleitoral.

Com informações do Metrópoles

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Política

Ação dos EUA na Venezuela ameaça paz da América do Sul, diz embaixador

Foto: Reprodução

O embaixador brasileiro na ONU, Sérgio França Danese, declarou nesta segunda-feira (5) que a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos coloca em risco a paz na América do Sul. Segundo ele, intervenções armadas anteriores no continente já resultaram em mortes, prisões políticas e regimes autoritários.

Danese reforçou que o futuro da Venezuela deve ser decidido apenas pelo povo venezuelano, sem interferência externa, e que a operação norte-americana viola normas do direito internacional. “O recurso à força em nossa região evoca capítulos da história que acreditávamos ter deixado para trás”, disse o diplomata.

Outros países sul-americanos reagiram: Colômbia e Cuba repudiaram a ação, apontando ameaça à soberania venezuelana e impactos humanitários. A Argentina, em contrapartida, apoiou a operação, chamando o sequestro de Maduro de “passo decisivo contra o narcoterrorismo”.

O alerta brasileiro deixa claro que a região está dividida, com tensões geopolíticas em alta, e evidencia que ações militares externas podem desestabilizar toda a América do Sul.

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Mundo

Coreia do Norte dispara mísseis hipersônicos e treina para “guerra real”

Foto: KCNA via KNS/AFP

A Coreia do Norte realizou seu primeiro lançamento de mísseis balísticos de 2026, incluindo hipersônicos, capazes de manobrar em voo e viajar cinco vezes a velocidade do som. O líder Kim Jong-un afirmou que os testes preparam suas forças nucleares para “uma guerra real” e reforçam a dissuasão do país.

Segundo a agência oficial KCNA, os mísseis atingiram alvos a 1.000 quilômetros no mar do Japão. Pyongyang diz que a operação é resposta à “crise geopolítica e eventos internacionais complexos”, citando indiretamente a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.

O Ministério das Relações Exteriores norte-coreano classificou a ação dos EUA na Venezuela como “criminoso” e “brutal” e reafirmou que seus programas nucleares são necessários para proteger a soberania. Analistas afirmam que os lançamentos enviam uma mensagem clara: Pyongyang possui poder nuclear real — diferente da Venezuela.

Nos últimos anos, a Coreia do Norte intensificou seus testes militares, apesar de tentativas de aproximação com a Coreia do Sul. Kim também estreitou laços com a Rússia, chegando a apoiar Moscou na guerra contra a Ucrânia. Enquanto isso, a tensão internacional aumenta e os mísseis norte-coreanos reforçam o alerta sobre a instabilidade global.

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Política

Vice de Tarcísio dispara: PT é “partido narcoafetivo”

Foto: Divulgação/Governo de SP

O governador em exercício de São Paulo, Felicio Ramuth (PSD), não economizou nas críticas ao PT nesta segunda-feira (5). Durante agenda em Santo Amaro, ele classificou o partido como um “partido narcoafetivo”, ao comentar a situação na Venezuela e o possível fluxo migratório para o Brasil.

Ramuth afirmou que o êxodo de venezuelanos tende a se reverter e que, ao retornar ao país vizinho, as pessoas poderiam finalmente viver em liberdade, diferente do que acontece no Brasil sob um Estado controlado pelo PT. “Lamentavelmente, o partido que está no poder aqui no Brasil é um partido ‘narcoafetivo’”, disse.

A declaração vem logo após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, no último sábado (3), e o comunicado do PT condenando a ação americana, classificando-a como “sequestro” e alertando para supostos riscos à segurança do Brasil por causa da fronteira com a Venezuela.

Enquanto isso, fontes internacionais detalham que a operação dos EUA, chamada Operação Resolução Absoluta, contou com meses de planejamento, réplica do esconderijo de Maduro, atuação da Força Delta e monitoramento da CIA, que garantiu a captura do ditador de forma precisa e rápida. Trump acompanhou tudo ao vivo e chamou a missão de histórica.

 

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Política

VÍDEO: Líder do PT na Câmara ameaça Bolsonaros e aliados: “Têm que ser presos por traição”

Imagens: Reprodução/X

O líder do PT na Câmara, deputado federal Lindbergh Farias, fez duras acusações contra políticos bolsonaristas nesta segunda-feira (5). Em publicação no X, ele afirmou que Nikolas Ferreira (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e Eduardo Bolsonaro (ex-deputado) “têm que ser presos por traição e atentado contra a soberania nacional”.

Segundo Lindbergh, ele vai protocolar na Polícia Federal uma representação pedindo a abertura de inquérito contra os três. Para ele, as falas e ações dos bolsonaristas configurariam crimes gravíssimos, como atentado à soberania, tentativa de golpe e associação criminosa, além de tentar normalizar uma intervenção militar estrangeira no país.

O deputado reforçou que o Brasil não é colônia e que a democracia não é negociável. “Não é opinião. São falas, ameaças e peças de propaganda que tentam normalizar a ideia de intervenção militar estrangeira, questionar eleições, incitar guerra e depor um governo legitimamente eleito”, escreveu.

Lindbergh concluiu com um recado direto: “Golpismo não passará. Defender a Constituição é dever”. A declaração marca mais um episódio da escalada de tensão política no país entre aliados de Bolsonaro e a oposição petista.

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Política

MST chama Trump de “maior pirata da atualidade” e defende Maduro

Foto: Divulgação

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) saiu em defesa de Nicolás Maduro e chamou Donald Trump de “maior pirata da atualidade”. Em comunicado, o movimento classificou a prisão do presidente venezuelano pelos EUA como um “sequestro” e acusou o republicano de só se interessar pelo petróleo venezuelano.

Segundo o MST, o ataque americano é parte de uma ofensiva do imperialismo contra a Revolução Bolivariana, que busca devolver a Venezuela a uma posição de submissão aos interesses estadunidenses. O movimento cita a Doutrina Monroe e acusa Washington de tratar a América Latina como “quintal do imperialismo”.

O MST ainda afirma que suas equipes e militantes na Venezuela estão em segurança, mas reforça a solidariedade histórica ao povo venezuelano e conclama outras organizações populares do Brasil e do mundo a se somarem à defesa do regime chavista.

No documento, o movimento enfatiza: “Enquanto MST, estaremos ao lado daquele povo que ousa desafiar o imperialismo e ser protagonista de seu futuro”.

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Geral

Carlos Bolsonaro critica prisão do pai: “Uma pessoa decente não deseja isso nem aos piores inimigos”

Foto: Reprodução

Carlos Bolsonaro voltou a criticar duramente a situação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, mantido em uma carceragem da Polícia Federal. Em publicação no X nesta segunda-feira (5), ele classificou a permanência do ex-presidente nesse tipo de instalação como ilegal e uma violação dos direitos de alguém de 70 anos e com problemas de saúde.

Ele explicou que as superintendências da PF são feitas para presos provisórios ou em trânsito, não para condenados de longo prazo. Segundo ele, a Portaria nº 1.104/2024, usada para justificar a custódia, só regulamenta visitas e procedimentos internos, e não dá aval para manter Bolsonaro preso por tanto tempo.

Carlos ainda criticou a chamada “sala de Estado-Maior”, afirmando que, apesar do nome sugerir tratamento especial, a dignidade mínima não é garantida. Ele ressaltou que a situação reflete um desrespeito às leis e aos direitos humanos, que atinge não só o ex-presidente, mas “milhares de brasileiros”.

Em tom de alerta, o ex-vereador comparou o cenário atual do Brasil à Venezuela e disse que a omissão diante dessas ilegalidades pode levar a algo ainda pior. “Ou escolhemos dias melhores, ou a Venezuela não será apenas um espelho, mas algo muito pior”, escreveu.

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