Nas rotineiras entrevistas, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, fala sempre da “preocupação” com a pandemia, mas, na prática, segura há quase dois meses a destinação de R$177,7 bilhões de fundos setoriais que estão parados no Tesouro Nacional para combater a pandemia. O texto teve regime de urgência aprovado há mais de um mês e ainda não foi pautado por Maia, apesar de várias tentativas em reuniões de líderes.
O deputado Mauro Benevides (PDT-CE) identificou os recursos em 29 fundos e mesmo vindo da oposição tem apoio do ministro da Economia.
Segundo Benevides, há recursos parados há 20 anos que podem ser usados em vez do endividamento. “O déficit previsto é de R$805 bilhões”.
O ministro Paulo Guedes (Economia) disse que a ideia é “desbloquear isso e justamente pagar a guerra ao coronavírus”. Maia não se abalou.
Os R$177,7 bilhões seriam suficientes, por exemplo, para prorrogar o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 por mais seis meses.
CLÁUDIO HUMBERTO
Foto: Felipe Sampaio/STF
Maia, Alcolumbre e Toffoli unidos em prol do Brasil !!! SQN
a arma mais tirana e nociva desse pré-candidato é uso do poder para inviabilizar quaisquer atos (positivos ou não) do Executivo… importante que o povo se lembre disso nas eleições, para que ele sequer se posicione nas estatísticas. Independente de quem estivesse na cadeira presidencial, o desserviço desse ser à sociedade brasileira é reprovável!