O Rio Grande do Norte enfrenta há uma semana a pior crise prisional de sua história. Vários detentos já foram assassinados em uma verdadeira guerra de facções, que tem suas cenas exibidas ao vivo para todo o país. E o cenário principal de tudo isso tem sido a penitenciária de Alcaçuz, em Nísia Floresta, a principal do Estado.
Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), esta é a oportunidade que o Governo potiguar tem para erradicar o presídio, que considera um “equívoco histórico”. “A erradicação do presídio de Alcaçuz pode ser a chance de um recomeço. É preciso construir um presídio de segurança máxima em uma área do Estado longe de centros urbanos. A crise atual permite corrigir este equívoco histórico que foi a construção de um presídio em cima de dunas. É desastroso e as fugas de presos são previsíveis. Segurança nula”, disse o deputado.
Ainda de acordo com o parlamentar, recursos já foram disponibilizados pelo Governo Federal no sentido de construir novas penitenciárias no RN, permitindo, inclusive, uma construção em regime de urgência. “O Governo perdeu o controle interno do presídio que foi completamente depredado pelos próprios detentos, só existe uma solução possível: construção de um novo”, completa.
Para Rogério Marinho, a retirada do presídio de Alcaçuz da região onde foi construído ainda traria benefícios econômicos para o Rio Grande do Norte, já que a penitenciária está localizada em uma área com forte apelo turístico. “Seria uma ajuda à economia, ao turismo, e dificultaria a atuação do crime organizado”, finalizou.
O deputado colocou seu mandato à disposição do governo do Estado no sentido de unir esforços para enfrentar a onda de violência. Rogério enfatiza ainda que confia no trabalho das forças de segurança e aproveitou para parabenizar os policiais civis e militares, além dos agentes penitenciários, que têm trabalhado sem descanso desde o início da atual crise no sistema prisional potiguar.
Cadê os senhores e senhoras que decidiram colocar aquele presídio naquele lugar? Será que o secretário da época e o governo da época tem coragem e ombridade enquanto (à época) servidor público dar satisfação do gasto do dinheiro público nesse GRANDE EMPREENDIMENTO que é Alcaçuz? Com a palavra os senhores…
Vai comandar um atentado terrorista pra exterminar os apenados é? ou vai levar os detentos pra casa dele?… Se o presídio de segurança "máxima" do RN está do jeito que está, avalie a situação das demais detenções que são bem piores.
A maior unidade prisional do Rio Grande do Norte, a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, foi classificada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como um “queijo suíço” repleto de túneis cavados durante sucessivas tentativas de fugas e com o risco real de desabamento foi obra do ex-governador, Garibaldi Alves e seu primo, então secretário de Justiça, Carlos Eduardo Alves.
Situada no município de Nísia Floresta, na Região Metropolitana de Natal, construída irresponsavelmente em cima de dunas, o que facilita fugas através de túneis cavados.
Alcaçuz foi inaugurada em 1998 no governo Garibaldi Alves Filho quando era secretário o atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves. Em seguida, chegou a ser considerada pelo Estado como unidade de segurança máxima, mas, quatro anos depois, mm 2012, a unidade passou dois meses interditada por condições degradantes de estrutura pelo fato de ter sido mal construída.
Queremos saber quem era o Governador do RN, O secretário de obras e o Secretário de Interior e Justiça que autorizaram a construção de Alcaçuz sobre dunas, sem a devida vistoria na qualidade do material empregado., tornando-o um verdadeiro queijo suíço (buraco e túnel para todos os lados).
É inadmissível que esse presidio continue a existir. Deve-se pensar em construir modelos prisionais que já sejam referência de segurança como o presídio de segurança máxima em Mossoró. Além disso, é necessário que o solo da região seja pedregoso – rochoso – NÃO ARENOSO – FOFINHO. Só queria saber de quem foi a ideia de construir a penitenciaria de Alcaçuz. É preciso planejamento e um estudo que seja capaz de antecipar-se aos problemas e propor soluções. Para isso já existem pessoas ganhando salários exorbitantes, resta saber se eles têm competência para permanecerem nesses cargos.
Perguntar não dá dor de barriga : os "gênios da lâmpada" que usaram o dinheiro dos contribuintes na contrução desse famigerado presídio em cima das dunas e em plena área turística vão ressarcir o Estado dessa lambança ?????????????????????????????????????????
Cuidado eleitor, muitos desses caras de pau virão pedir seu voto em 2018 .
Verdades, estes politicos cada dia mais sem vergonha na cara, na hora de ajudar tirar o corpo fora depois vem sem a vergonha na cara e diz um monte de merda
Tem mais e que dar parabéns para as policias do nosso estado, que mesmo com falta de estrutura estão segurando as pontas.
PARABÉNS A TODOS QUE ESTÃO NA LINHA DE FRENTE A ESTA CRISE SEM PROCEDENTES. FORÇA !!!
SÓ LEMBRANDO QUE COM CERTEZA ALGUM POLITICO DEPOIS DE TUDO RESOLVIDO VAI FALAR BOST…. DIZENDO QUE AJUDOU. ZERO PARA ALGUNS POLITICOS DE NOSSO ESTADO
A mistura de etanol na gasolina vai subir para 32% ainda no primeiro semestre no país, segundo anunciou o governo federal. A medida tem o objetivo de reduzir a dependência externa do combustível e ampliar o uso de biocombustíveis no país.
O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante evento no Rio de Janeiro. Atualmente, a proporção de etanol na gasolina é de 30%, e o aumento coloca o Brasil à frente em termos de independência energética.
Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o país importa cerca de 15% da gasolina consumida. Após o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, o preço internacional do combustível subiu cerca de 65%, com repasse de aproximadamente 8% nos preços médios dos postos brasileiros.
O ministro também disse que o governo vai investir na produção de diesel, que hoje tem 30% de importação, e em medidas para reduzir a dependência do gás de cozinha (GLP). Silveira afirmou que a estratégia faz parte do esforço do governo federal para diminuir a influência do mercado internacional nos preços dos combustíveis.
O ministro do STF André Mendonça negou, nesta quarta-feira (8), o pedido da CPI do Crime Organizado do Senado para acessar informações das investigações sobre a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “sicário” de Daniel Vorcaro. Segundo o ministro, as apurações ainda estão em andamento e, por isso, os dados não podem ser compartilhados neste momento.
De acordo com a decisão, Mendonça respondeu a dois requerimentos aprovados pela comissão que solicitavam o envio de informações sobre a morte de Mourão dentro da prisão e também documentos relacionados ao chamado caso Master, que está sob investigação.
Na manifestação enviada à CPI, o ministro afirmou que ainda existem diligências pendentes nas investigações. Segundo ele, enquanto as apurações não forem concluídas, não é possível liberar os elementos informativos solicitados pelos parlamentares.
Mendonça também indicou que o pedido poderá ser reavaliado futuramente, após o encerramento das medidas investigativas em curso. No entanto, segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a CPI do Crime Organizado deve encerrar os trabalhos na próxima terça-feira (14) e não deverá ter o prazo prorrogado.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta quarta-feira (8) que o governo federal trabalha para evitar aumento no preço das passagens aéreas no Brasil. Segundo ele, o governo já adotou medidas para tentar reduzir o impacto da alta do querosene de aviação (QAV), considerado um dos principais custos das companhias aéreas.
Entre as ações citadas por Silveira estão a retirada de tributos federais sobre o combustível e a criação de uma linha de financiamento de R$ 3,5 bilhões pelo BNDES para apoiar o setor.
De acordo com o ministro, o objetivo das medidas é evitar que o aumento no custo do combustível seja repassado ao consumidor final. Silveira afirmou ainda que o governo mantém diálogo com companhias aéreas para acompanhar o cenário e avaliar eventuais ações adicionais.
Ele também declarou que o cenário internacional segue incerto, com conflitos que pressionam os preços de energia. Mesmo assim, segundo ele, a orientação do governo é preservar o acesso da população ao transporte aéreo e tentar evitar reajustes nas tarifas.
Procuradores da República e delegados da Polícia Federal manifestaram preocupação após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, liberar para julgamento uma ação que pode limitar o uso de delações premiadas em investigações.
O processo foi apresentado pelo PT em 2021 e, segundo informações divulgadas pela CNN, foi liberado na última segunda-feira (6) para análise no plenário físico da Corte, ainda sem data definida para votação.
A ação estava sob relatoria de Moraes e permanecia sem movimentação desde julho do ano passado. Segundo integrantes da PGR, a legislação atual sobre colaborações premiadas já atenderia aos requisitos previstos na Constituição Federal, o que levanta preocupação sobre possíveis mudanças adicionais na regra que disciplina o instrumento.
A lei que regula as delações premiadas foi sancionada em 2013, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff (PT), dentro da Lei nº 12.850, que também trata do combate a organizações criminosas. O texto estabelece que a delação não constitui prova por si só, mas um meio de obtenção de provas, e já passou por três alterações ao longo dos anos, sendo a mais recente em 2025.
Delegados federais ouvidos reservadamente também afirmaram que a retomada da ação neste momento gera questionamentos dentro da categoria. Especialistas em Direito consultados pela reportagem destacam que o julgamento pode ampliar o debate jurídico sobre os limites da colaboração premiada e os critérios para validade dos acordos firmados no âmbito das investigações criminais.
O Banco Master declarou à Receita Federal pagamentos de ao menos R$ 41,7 milhões a escritórios ligados a políticos e ex-autoridades em 2025. As informações constam em documentação apresentada pelo próprio banco e foram reveladas pelo jornal O Globo.
Segundo a publicação, entre os beneficiários está o escritório do ex-presidente Michel Temer, que recebeu R$ 10 milhões por serviços prestados no ano passado. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Temer afirmou que foi contratado para emitir pareceres e atuar em mediações durante negociações envolvendo a tentativa de venda do Banco Master ao BRB.
De acordo com o documento citado por O Globo, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega recebeu R$ 8 milhões em 2025 por meio de uma empresa de consultoria. O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles também teria recebido R$ 8 milhões por serviços prestados.
Já o escritório ligado ao ex-ministro do STF Ricardo Lewandowski aparece com R$ 2,3 milhões em contratos de consultoria institucional firmados anteriormente. Ainda segundo a declaração mencionada pelo jornal, outros pagamentos incluem R$ 3,8 milhões ao ex-chefe da Secom da Presidência Fábio Wajngarten e R$ 1 milhão ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda.
Em manifestações públicas, os citados afirmaram que os serviços prestados são atividades profissionais regulares, contratadas dentro da legislação e devidamente declaradas, conforme notas e entrevistas divulgadas à imprensa.
A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da energia solar da Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta terça-feira (8), o cronograma oficial de atividades que vai nortear a investigação sobre possíveis irregularidades nas cobranças de energia elétrica.
Presidida pelo vereador Kleber Fernandes (Republicanos), a comissão terá prazo inicial de até 120 dias, podendo ser prorrogado, para apurar denúncias envolvendo consumidores, especialmente aqueles que possuem sistemas de micro e minigeração distribuída (energia solar).
O cronograma aprovado organiza os trabalhos em quatro fases principais, garantindo uma sequência técnica e jurídica para a produção de provas, oitivas e elaboração do relatório final.
A primeira fase será dedicada à coleta de documentos e diligências junto a órgãos reguladores e de controle, além da intimação do grupo econômico responsável pela concessionária Neoenergia Cosern para apresentação de esclarecimentos técnicos e envio de documentos internos.
Na segunda etapa, a CEI irá ouvir instituições como Procon, Ministério Público e Defensoria Pública, além de especialistas e representantes do setor de energia, com o objetivo de dimensionar os impactos das denúncias e analisar possíveis falhas na prestação do serviço.
A terceira fase será voltada às oitivas dos representantes da concessionária e do grupo econômico, incluindo responsáveis técnicos e dirigentes, que serão convocados para prestar esclarecimentos e confrontar informações já coletadas pela comissão.
Por fim, na quarta etapa, será elaborado e votado o relatório final, que poderá apontar responsabilidades e sugerir encaminhamentos a órgãos como Ministério Público, tribunais de contas e agências reguladoras.
De acordo com Kleber, a comissão terá rigor na análise das provas. “Nosso compromisso é com a verdade dos fatos. Vamos reunir documentos, ouvir especialistas, convocar responsáveis e, ao final, apresentar um relatório consistente que traga respostas concretas para a sociedade”, completou.
Ainda no encontro de hoje, o parlamentar citou que a Comissão intimou representantes da Cosern e do grupo Iberdrola, empresa espanhola do setor elétrico e controladora da Neoenergia Cosern, para a realização de uma oitiva para o próximo dia 6 de maio. “Neste mesmo documento de intimação dos representantes das empresas apresentamos, também, alguns questionamentos a serem respondidos no prazo máximo de 15 dias”, citou.
Com a aprovação do cronograma, a expectativa é que as primeiras diligências e notificações sejam iniciadas imediatamente, dando início à fase prática da investigação parlamentar.
O deputado federal Nikolas Ferreira se encontrou nesta quarta-feira (8) com o senador Flávio Bolsonaro em evento político do PL em Brasília, e afirmou que as candidaturas do partido em Minas Gerais estarão alinhadas ao projeto político de Flávio. O mineiro destacou a necessidade de união dentro do partido e disse que todos estão do mesmo lado na disputa política nacional.
“Somos o mesmo time, com posições diferentes, mas contra o mesmo inimigo”, afirmou Nikolas, segundo registro divulgado pelo próprio deputado nas redes sociais.
O encontro ocorreu dias depois de atritos públicos envolvendo Nikolas e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo havia criticado o parlamentar mineiro e o acusado de colocar Flávio em uma “espiral do silêncio”, questionando o nível de apoio ao senador dentro do grupo político.
Após a repercussão do episódio, Flávio Bolsonaro também comentou o tema e afirmou que o confronto público não ajuda o campo político que integra. Segundo ele, o momento exige que divergências internas sejam deixadas de lado para priorizar objetivos políticos comuns.
A CIA utilizou uma tecnologia inédita para localizar e resgatar um piloto americano abatido no sul do Irã, segundo o New York Post.
Batizado de “Ghost Murmur”, o sistema combina magnetometria quântica e inteligência artificial para detectar batimentos cardíacos à distância, identificando sinais humanos mesmo em ambientes remotos.
O aviador, chamado de “Cara 44 Bravo”, sobreviveu por dois dias escondido após seu caça F-15 ser abatido. A tecnologia foi decisiva para confirmar sua localização em uma área de baixa interferência no deserto.
Desenvolvido pela Lockheed Martin, o sistema teria sido testado em helicópteros Black Hawk e pode ser adaptado para caças F-35.
A operação mobilizou centenas de militares e múltiplas aeronaves. Apesar de perdas materiais, não houve baixas americanas.
Autoridades dos EUA confirmaram apenas que conseguiram identificar que o piloto estava vivo e escondido. Detalhes técnicos e operacionais seguem sob sigilo.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira (8) que auditorias e sindicâncias internas não identificaram qualquer responsabilidade do ex-presidente Roberto Campos Neto no caso do Banco Master.
A declaração foi dada durante audiência na CPI do Crime Organizado, que investiga o maior escândalo bancário do país. O fundador do banco, Daniel Vorcaro, está preso e é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de sistemas.
O caso envolve um rombo de cerca de R$ 52 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos. Segundo Galípolo, as irregularidades começaram a ser identificadas em 2025, durante a tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília.
O Banco Central comunicou autoridades como a Polícia Federal e o Ministério Público após constatar indícios de falta de lastro nas carteiras de crédito. O Master foi liquidado em novembro de 2025.
As investigações seguem em duas frentes: administrativa, pela Controladoria-Geral da União, e criminal, pela Polícia Federal. Há suspeitas de envolvimento de servidores do BC, já afastados.
Galípolo também confirmou que participou de reunião fora da agenda, em 2024, com Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem informar previamente Campos Neto.
Investigado pelo Carf, Gabriel Campelo é sócio de Kevin Marques, filho de ministro do STF Kassio Nunes Marques – Foto: Reprodução/CRCP
O contador Gabriel Campelo de Carvalho, conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf, votou a favor da JBS em julgamento do órgão após uma empresa de consultoria de seu pai receber 11 milhões de reais da empresa dos irmãos Batista. Gabriel Campelo entrou no Carf em agosto do ano passado. Em julho, segundo o Conselho de Controle das Atividades Financeiras, o Coaf, a JBS havia depositado a última de 12 parcelas na conta da Consult Inteligência Tributária, empresa de Francisco Craveiro de Carvalho Júnior, pai de Gabriel. O voto dele favorável à JBS ocorreu quatro meses depois.
Ligado ao Ministério da Fazenda, o Carf é um tribunal que julga disputas tributárias entre grandes contribuintes e a Receita Federal. Examina questões de milhões e até bilhões de reais. De acordo com suas regras, conselheiros devem se declarar impedidos de atuar em processos nos quais tenham interesse econômico-financeiro, incluindo situações em que tenham prestado serviços como consultores.
Gabriel Campelo é pouco conhecido em Brasília. Mais conhecido é seu sócio, Kevin Nunes Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Kássio Nunes. Kevin virou notícia em março, quando o Estadão revelou que ele recebeu 281 mil reais de uma empresa de consultoria piauiense que, por sua vez, recebeu 18 milhões de reais da JBS e do Banco Master. A empresa de consultoria é a Consult Inteligência Tributária, registrada formalmente em nome do pai de Gabriel, que passou a concentrar a quase totalidade das cotas e a administração da empresa na nona alteração contratual, feita em 6 de março deste ano, mantendo como sócio minoritário Antonio Ronaldo Madeira de Carvalho.
Desde 2024, Gabriel e Kevin Nunes Marques são sócios no Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária (IPGT): Kevin é sócio majoritário, com 70%; Gabriel detém os 30% restantes. Como mostrou o Estadão, até algumas semanas atrás a empresa funcionava no mesmo endereço da Consult, em Barueri, na Grande São Paulo. Também usou o mesmo e-mail do Google em registros da Receita Federal. O contador do IPGT é o próprio Francisco Craveiro, pai do conselheiro e responsável pela consultoria que concentrou os pagamentos da JBS e do Master.
Gabriel Campelo chegou ao Carf por indicação da Confederação Nacional do Transporte. Seu nome passou por uma lista tríplice, foi analisado pelo comitê e formalizado por portaria do Ministério da Fazenda. Hoje, ele integra a Segunda Turma Ordinária da Primeira Câmara da Primeira Seção do órgão. É, portanto, um dos responsáveis por julgar as disputas bilionárias entre contribuintes e a Receita Federal.
Segundo o relatório do Coaf que informa os pagamentos, eles ocorreram entre 1º de agosto de 2024 e 31 de julho de 2025. Foram, de acordo com o Coaf, doze transferências via Pix, totalizando cerca de 11 milhões de reais, da JBS para a Consult. Os pagamentos terminaram, portanto, um mês antes dele assumir sua cadeira no Carf. A Consult declarou faturamento de apenas 25,5 mil reais entre agosto de 2024 e julho de 2025.
Três meses depois, em novembro, Gabriel participou de um julgamento no Carf em que a JBS tentava compensar créditos tributários de 1,1 milhão de reais que já haviam sido utilizados. O colegiado entendeu que o direito estava precluso, ou seja, que a empresa havia perdido o prazo para contestar a questão. Gabriel não se declarou impedido e votou a favor da JBS. Terminou vencido, junto com outro conselheiro, na decisão final do colegiado, que manteve o entendimento da Receita Federal.
Procurado pelo Bastidor na segunda-feira (6), Gabriel negou irregularidades. “A minha atuação como conselheiro não tem qualquer vinculação com interesses privados. O exercício da função segue rigorosamente critérios técnicos e pautados por padrões éticos, no que diz respeito a imparcialidade, integridade, moralidade e decoro”, afirmou, por mensagens de WhatsApp.
Gabriel afirmou que o IPGT, no qual é sócio de Kevin Nunes Marques, ainda está em fase de concepção, sem atividades operacionais ou movimentação financeira. “Não há qualquer relação operacional, contratual ou financeira entre o IPGT e a Consult Inteligência Tributária e nenhuma das empresas citadas (no caso, a JBS e o Banco Master)”, disse.
Fora de Brasília, Gabriel atua como representante do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Estado do Piauí. Foi eleito em outubro do ano passado para um mandato de dois anos. Além do IPGT, Campelo também é sócio de outras empresas, entre elas, uma administradora de imóveis e uma empresa de contabilidade e consultoria.
Após ser procurado pelo Bastidor na quinta-feira (2), o Ministério da Fazenda afirmou que o Carf abriu processo administrativo para apurar o caso – procedimento que, ressalta a pasta, pode resultar na perda de mandato do sócio do filho de Kassio. “Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório”, disse, em nota, a pasta, no dia 6. (Leia a íntegra da nota abaixo.)
Questionada pela reportagem na terça-feira (7), a JBS afirmou que o pagamento realizado para a Consult Inteligência Tributária “refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal”. Disse ainda que os serviços “foram efetivamente prestados e documentados”. A empresa disse não ter nenhuma relação com a pessoa indicada (Gabriel Campelo). Acrescentou a JBS: “Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administrativo sem qualquer conexão”.
Leia abaixo o posicionamento do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais):
Há uma rígida análise sobre o currículo e os antecedentes de todos os candidatos a conselheiro do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). As confederações, as centrais sindicais e a Receita Federal encaminham listas tríplices que são submetidas ao Comitê de Seleção de Contribuintes (CSC), responsável por analisar os currículos, verificar o cumprimento dos requisitos e enviar tais listas para a Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda.
Para garantir imparcialidade, após assumir o cargo, tais conselheiros precisam se declarar impedidos nos processos em que tenham interesse econômico-financeiro, o que inclui o fato de terem atuado como advogados ou consultores, por exemplo.
No caso de Gabriel Campelo de Carvalho, que integra atualmente a turma 1102 do Carf, foi identificado processo fiscal julgado no Carf em que o conselheiro participou do julgamento que, segundo reportagem, seria de uma empresa para a qual ele já teria atuado como consultor, por intermédio de outra empresa da qual era sócio.
Logo que tomou conhecimento do caso, o Carf instaurou um processo administrativo que pode culminar com a perda do mandato do conselheiro. Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório.
Veja abaixo a nota da JBS:
A JBS tem atividades produtivas e comerciais em mais de 200 municípios, em 19 estados brasileiros, e, como qualquer grande companhia que opera no ambiente tributário complexo do país, contrata consultorias especializadas para suporte técnico — entre elas, a Consult Inteligência Tributária. O pagamento realizado para esta empresa refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal. Foram efetivamente prestados e documentados.
A JBS não tem nenhuma relação com a pessoa indicada. Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administra*vo sem qualquer conexão.
Cadê os senhores e senhoras que decidiram colocar aquele presídio naquele lugar? Será que o secretário da época e o governo da época tem coragem e ombridade enquanto (à época) servidor público dar satisfação do gasto do dinheiro público nesse GRANDE EMPREENDIMENTO que é Alcaçuz? Com a palavra os senhores…
Rogério você é um ótimo gestor, seus feitos a frente do ABC falam por si só! kkkkkkk
Interessante! Boa sugestão
Quem não te conhece que te compre
Finalmente uma idéia inteligente. Tem é que implodir mesmo esse generoso presente que os Alves deram a Natal e a Parnamirim
Vai comandar um atentado terrorista pra exterminar os apenados é? ou vai levar os detentos pra casa dele?… Se o presídio de segurança "máxima" do RN está do jeito que está, avalie a situação das demais detenções que são bem piores.
A maior unidade prisional do Rio Grande do Norte, a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, foi classificada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como um “queijo suíço” repleto de túneis cavados durante sucessivas tentativas de fugas e com o risco real de desabamento foi obra do ex-governador, Garibaldi Alves e seu primo, então secretário de Justiça, Carlos Eduardo Alves.
Situada no município de Nísia Floresta, na Região Metropolitana de Natal, construída irresponsavelmente em cima de dunas, o que facilita fugas através de túneis cavados.
Alcaçuz foi inaugurada em 1998 no governo Garibaldi Alves Filho quando era secretário o atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves. Em seguida, chegou a ser considerada pelo Estado como unidade de segurança máxima, mas, quatro anos depois, mm 2012, a unidade passou dois meses interditada por condições degradantes de estrutura pelo fato de ter sido mal construída.
Resultado da obra dos Alves.
Queremos saber quem era o Governador do RN, O secretário de obras e o Secretário de Interior e Justiça que autorizaram a construção de Alcaçuz sobre dunas, sem a devida vistoria na qualidade do material empregado., tornando-o um verdadeiro queijo suíço (buraco e túnel para todos os lados).
a história de alcaçuz http://novojornal.jor.br/policia/relembre-materia-do-novo-que-detalhou-historia-da-penitenciaria-de-alcacuz
É inadmissível que esse presidio continue a existir. Deve-se pensar em construir modelos prisionais que já sejam referência de segurança como o presídio de segurança máxima em Mossoró. Além disso, é necessário que o solo da região seja pedregoso – rochoso – NÃO ARENOSO – FOFINHO. Só queria saber de quem foi a ideia de construir a penitenciaria de Alcaçuz. É preciso planejamento e um estudo que seja capaz de antecipar-se aos problemas e propor soluções. Para isso já existem pessoas ganhando salários exorbitantes, resta saber se eles têm competência para permanecerem nesses cargos.
a ideei-a foi do exelenticimo prefeito Carlos Eduardo Alves.
A eleição do nobre Deputado é outro erro histórico
Se pegassem, o dinheiro que é gasto com esses políticos sem futuro. não tinha crise nenhuma nesse país.
Perguntar não dá dor de barriga : os "gênios da lâmpada" que usaram o dinheiro dos contribuintes na contrução desse famigerado presídio em cima das dunas e em plena área turística vão ressarcir o Estado dessa lambança ?????????????????????????????????????????
Cuidado eleitor, muitos desses caras de pau virão pedir seu voto em 2018 .
Pede pra Rogério Marinho perguntar a Carlos Eduardo Alves o que ele acha dessa declaração?
Deveria ter um Presídio de Segurança Nacional (sem ser essas fuleiragensinhas que existem por aí) em cada estado dessa bagaça…
Verdades, estes politicos cada dia mais sem vergonha na cara, na hora de ajudar tirar o corpo fora depois vem sem a vergonha na cara e diz um monte de merda
Deputado Rogério Marinho, em seu profundo saber poderia nos esclarecer como a erradicação do tal presídio poderia beneficiar a sociedade …
kd que Carlos Eduardo aparece para fala que ele e o responsável por alcaçus ter sido construido.
Tem mais e que dar parabéns para as policias do nosso estado, que mesmo com falta de estrutura estão segurando as pontas.
PARABÉNS A TODOS QUE ESTÃO NA LINHA DE FRENTE A ESTA CRISE SEM PROCEDENTES. FORÇA !!!
SÓ LEMBRANDO QUE COM CERTEZA ALGUM POLITICO DEPOIS DE TUDO RESOLVIDO VAI FALAR BOST…. DIZENDO QUE AJUDOU. ZERO PARA ALGUNS POLITICOS DE NOSSO ESTADO