Em meio a processo de fritura no governo e diante de atrito com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o ministro Paulo Guedes (Economia) decidiu se afastar da tarefa de negociar as reformas estruturantes apresentadas por ele ao Congresso. A missão deve ficar nas mãos da ala política do Planalto.
Com o rompimento dessa aliança e a aproximação entre Maia e o Palácio do Planalto, o ministro da Economia perde poder e deixa as principais propostas econômicas do governo (reformas tributária e administrativa), que começam a ser analisadas pela Câmara, nas mãos de outros negociadores.
Nas últimas semanas, Guedes também tem passado por um processo de fritura dentro do governo, sendo criticado publicamente pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O presidente suspendeu o anúncio do novo programa social do governo, batizado de Renda Brasil, por não concordar com a proposta da equipe econômica.
Em evento, ele afirmou que não aceita “tirar de pobre para dar para paupérrimo”, em referência à ideia de extinguir programas como o abono salarial para criar o Renda Brasil.
Guedes também está no centro de uma disputa orçamentária. Ele é criticado por ministros das alas política e militar, que defendem uma ampliação de investimentos públicos para acelerar a retomada da economia.
Quando estavam alinhados, Guedes e o presidente da Câmara se articulavam para colocar em votação propostas da agenda liberal.
A aliados a Guedes relatou afirmação de Bolsonaro de que o ministro da Economia não entende de política. Por isso, afirma que o diálogo de Maia com o governo será feito a partir de agora com ministros do Planalto e interlocutores de Bolsonaro no Congresso, como o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).
FOLHAPRESS

Faz 20 meses que a midia frita o ministro. Pelo visto só eles desejam a saida dele.
Mais uma fake.
Brasil indo de água a baixo.
Já não bastou o período de LULADRAO e sua quadrilha.
As reformas são necessárias, disso pouca gente duvida. Mas até agora todas as reformas feitas não surtiram nenhum efeito. Os benefícios foram infinitamente menores que os malefícios. O governo está espremendo a classe média, que movimenta esse país. Dá auxílio para os mais pobres e isenta os mais ricos. Essa conta vai chegar.
Essas reformas de.guedes é só pra terminar de dizer o povão. Manter os privilégios dos abastados e crucificar ainda mais os mais pobres. Mantendo privilégios pra uma casta ja super privilegiadas e matando de vez os já sofridos funcionários públicos de menor escalão e aposentados