Com as ruas que o cercam interditadas desde o dia 11 de novembro, sob alegação de risco de desabamento, a situação do Hotel Reis Magos permanece indefinida, pendente de uma decisão judicial que vai definir o futuro do Hotel. No dia 18, o Governo do Estado remeteu à Justiça as informações que estão embasando as discussões sobre o tombamento do prédio, que está nas mãos da Secretaria do Estado de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SEEC). O processo, de acordo com o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), será apreciado pela relatora, o que não possui prazo ou data estipulada para conclusão.
A decisão judicial vem em resposta à uma Ação Civil Pública iniciada pela Prefeitura de Natal no fim de outubro, na qual a administração municipal pede que a Justiça conceda um prazo de até 72h para que o Governo do Estado chegue a uma definição sobre o tombamento provisório do prédio.
Confira a matéria na íntegra AQUI na Tribuna do Norte .

A memória da arquitetura urbana cumpre o papel de reproduzir as experiências construídas por uma sociedade, isso inclui visão de mundo, influências, cultura, economia, gestão de trabalho, desenvolvimento e outros fatores. Se observarmos a história das grandes civilizações como Gré- cia, Roma, Egito, teremos uma visão mais apurada da importância pela preservação da memória e patrimônio, hoje algumas ruínas ajudam a recontar a história do que em outrora fora sinônimos de poder econômico, arte, força e religiosidade. As Pirâmides no Egito, o Pártenon em Atenas, os Castelos Medievais Europeus, o Coliseu em Roma, nos permite questionar e conhecer através dos historiadores as características de uma sociedade.
É sabido que o Patrimônio Histórico faz parte da identidade de uma sociedade, quanto suas características, costumes, seu comportamento, além de ser um registro fundamental para seus sucessores.
A História é construída, a consciência da história e a memória são parte de uma construção que se fixam ao longo do tempo e dá identidade a um ser humano. O resgate da memória é envolvido por sentimento que estimula e alimenta a necessidade do homem saber sobre si, sobre seu passado, sobre seu presente, sobre suas conquistas, sendo então a memória um combustível da história.
É preciso entendermos que a crescente urbanização, a industrialização, abrem portas para a expansão do comércio e a remodelação do espaço, ocorrendo assim falhas na preservação de identidade Histórica e Cultural da cidade, levando muitas vezes ao desaparecimento e destruição do Patrimônio.]
Nessa discussão, acredito que o mais importante é se perguntar como os interesses econômicos se sobrepõem aos interesses de organização e preservação da Memória e Patrimônio Histórico?
E se é possível convivermos com o desenvolvimento ao mesmo tempo que preservamos nossa história?
ABSURDO. Tem que ser demolido.
Bem q os defensores do tombamento poderiam fazer um citytur lá dentro mostrando o que NÃO existe. Será q eles tem coragem de adentrar num ambiente daquele.
Um dias desses na TV local um mané dependendo a manutenção daquela nos bosta, falou sobre a famosa Coluna Capitolina . Aquela coluna é falsa otário.
O grande problema é que não temos o costume de preservar os nossos monumentos históricos da nossa cidade. Tanto os políticos, empresários e a sociedade. Milhares de ruínas são tombadas e cuidadas no mundo, para a preservação da história e a exploração turística. Somos pobre de conhecimento e de cultura.
Já demolimos o nosso estádio o Machadão. Agora vamos demolir outra importante obra, que faz parte da história da nossa linda cidade do Natal, atendendo a insana exploração imobiliária da área. Os lobos estão famintos…
Na minha humilde opinião quem ousar ir contra o desejo da sociedade natalense em dar outro destino mais interessante para aquele terreno que acolhe as ruínas do antigo hotel Reis Magos, terá seu capital político demolido no lugar das ruínas. Natal não merece ter um monumento à decadência em um importante corredor turístico.
Absurdo!! Povo de mente atrasada e sem noção. Nossa orla já é a mais feia da região Nordeste. Precisamos evoluir, gerar renda, emprego. Assim, com esses pensamentos e atitudes não iremos chegar a lugar nenhum.
Isso é uma falta de absurdo… Derrubem logo essas ruínas e ergam alguma coisa que abram vagas de emprego.
Eu não entendo o interesse de algumas ONGs em manter essas ruínas de pé, aquilo só faz com quê a vista da praia fique cada dia mais feia.