A morte de mais um policial militar no Rio Grande do Norte, o décimo terceiro, na noite desta terça-feira (9), diminuiu o comprimento da saia já justíssima em que está o comandante da corporação, coronel Osmar Maciel de Oliveira, e, de certa forma, toda a tropa.
Todos os vexames pelos quais passam o comandante são potencializados pela necessidade de se manter em resiliente silêncio e aceitar que ele nada pode fazer a não ser contemplar o presente como resultado de um passado irresponsável, sem vislumbrar a perspectiva de um futuro alentador.
A cada vez que matam um policial, um comandante morre asfixiado na impotência à qual o Estado ineficiente lançou a ele e a seus homens.
O comandante não pode pedir que a tropa tenha otimismo.
Não pode pedir que reaja.
Não pode exigir do governador.
Não pode fazer com que a tropa se insurja contra o governo.
Não tem ferramentas para equipar seus homens.
Não pode deixar de ir ao velório do PM que mataram.
Não pode falar no velório.
Não pode.
Buscar coragem na deterioração da Polícia Militar, entre coletes vencidos, armas defasadas, viaturas sucateadas, prédios degradados é a única opção que resta.
Chegará o dia em que faltarão todos esses elementos.
E a coragem não poderá ser mais buscada.
A bravura da Polícia Militar foi empurrada pela falta de investimentos para a forca onde mataram seu patrono, Tiradentes, e resta pouco para abrirem o cadafalso e vermos publicamente a coragem morrer diante de nós.
Cada PM que acorda todos os dias no Rio Grande do Norte tem em si a assombrosa coragem de Tiradentes. Apenas homens profundamente imbuídos de bravura vestem sua farda para lutar uma guerra perdida pela desmoralização que estão impondo à Polícia Militar.
É intolerável lidar com o fato de que terminaremos 2018 com um déficit de 6 mil PMs; que viaturas e motos sequer consigam dar partida e – quando deem partida tenham que permanecer ligadas, sob pena de não voltarem a funcionar. O triunfo da derrota assombra a todos.
Diante de tudo isso, resta ao comandante a autodisciplina do silêncio. É intolerável também.
Intolerável um PM em saia justa. Não devem existir opções de indumentárias a um policial militar. A única roupa que lhe cabe é a bravura de sua farda.
O CAOS é de todo o sistema político e social. O maior erro da sociedade é culpar a PM por tudo, seus comandantes são uma parte da culpa. Dêem autonomia para a polícia trabalhar e verão uma diminuição da criminalidade no RN. Políticos não que rem ser taxados de radicais, judiciário quer fazer "justiça" contra policiais por medo dos Direitos humanos, população pouco se importa em exigir a aplicação de medidas e a proteção a qualquer medida que traga segurança ao nosso estado, então… vai piorar.
Golpe militar urgente !
Tem que botar moral nessa bosta, fechar esse congresso e mudar as leis urgentemente, bandido tem que executado, temos que dá valor a gente de bem.
No velorio de mais um companheiro não apareceu Comandante Geral e nem Secretaria de segurança, isto prova o abandono a tropa, abandono ao povo, ao cidadão. Se fosse governador pode ter certeza esses dois seriam demitidos por whattsup.
A PMRN está abandonada pelo Comandante Geral e o pior não conta com qualquer apoio da Secretária de Seguranca que sumiu. Cadê as operações de combate a criminalidade Delegada Sheila? Sem dados satisfatorios esses dois gestores deveriam sair!!!! Até hj não sei nem quem é o Delegado geral rsrs a que ponto chegamos.
Temos que mudar cláusulas constitucionais, quem matar um policial pelo fato de ser policial ou em ação de policia esta cometendo um crime contra a nação merece penas rigorosas, como perpetua e pena capital, em democracias mais fortes só em apontar arma para um agente já teria uma condenação garantida
Sempre enverguei no peito orgulhoso o título de policial militar, desde sempre quis fazê-lo, a tão sonhada "GLORIOSA", ver colegas bem próximos sendo enterrados, andar acuado como animal de abate, por ineficiência de um estado como todos os outros da federação, corrupto, e líderes fajutos e mal intencionados me leva à conclusão de que não tem nada de glorioso nisso, nada de orgulhoso nisso, me resta sentar e esperar a morte que provavelmente virá pela mão de um usuariozinho de merda que pensa ser o bicho papão e se orgulha em pronunciar três letras sem sentido q amedrontam até o mais bravido dos caveiras, não vejo nada de glorioso nisso.
A despeito de vários problemas como a justiça soltar, a falta de efetivo etc, acredito que a polícia poderia fazer muito mais.
Não faz e os próprios policiais acabam sendo vítimas.
Por que não identificam logo todos os membros de facções?
Não é possível haver 40 furtos de veículos por dia e ninguém saber para onde vão, com a cidade cheia de câmeras.
Não é possível que 40 roubos seja trabalho de 80 ladrões diferentes.
Deve haver algumas poucas quadrilhas com receptadores específicos.
É necessário mais trabalho de inteligência do que quantidade de policiais ou de viaturas.
Por que não fecham logo todas as bocas de fumo da cidade?
Por que não descobrem logo quem são os chefes do tráfico na cidade?
Precisa acabar com a violência na raiz e não enxugar gelo.
Ao governador cabe pagar salários, comprar viaturas.
Aos policiais, cabe identificar a forma mais eficaz de acabar com a criminalidade.
Muito bom Roberto. Mas meu caro, pode ter certeza que se fosse para a Polícia Militar resolver, resolveria. Entretanto sua visão está sendo simplista. Vc não sabe das audiências de custódia, dos vários indultos, das fugas, dos "Direitos Humanos"? Que causam a continuidade de tudo isso que falou? Quantos a Polícia Militar já não prendeu? Quantas armas já não foram retiradas de circulação? Sugira a criação de um muro no Estado para evitar que ladrões venham de outros lugares e armas não entrem no Estado… A Polícia Militar trabalha sim, mas tem muita gente que não…
porque se polícia realmente fizer o trabalho com a autonomia que deveria ter, a justiça e Direitos Humanos caçará e prenderá os policiais e a população não fara nada, ficará assistindo pela TV e criticando nas redes sociais o trabalho da polícia. No atual momento não existe ação de longo prazo que sobreviva sem ações emergenciais e fortes.
Não é surpresa quando um cidadão em busca de votos se entitulou o governador da segurança, onde errou em não querer ouvir a verdade e a realidade dita por seus operadores de segurança de fato,os guerreiros de rua que sentem e tem até sugestões, porém nunca acatadas por alguns que se dizem assessores, só se faz segurança pública com varias mãos juntas e principalmente com investimentos
Esta "saia justíssima" não é para o Comandante Geral, na realidade é para todo o sistema de segurança pública estadual. É absurda essa prática de atribuir à PM a responsabilidade pelo caos instalado em nosso Estado.
Eles, os comandantes, "PODEM SIM" mas não fazem, pq querem promoções, querem o voto de confianca de um governo fracassado, ficam mendigando ajuda de um e de outro pra coisa funcionar, mesmo que fragilmente. Que Deus ajude a cada agente de seguranca desse estado.
Uma carreta tombou na BR-101, em Canguaretama, e a carga de cerveja acabou sendo saqueada por populares. Vídeos que circulam nas redes mostram pessoas pegando as bebidas espalhadas pela pista.
O incidente ocorreu durante o transporte da carga e, até o momento, não há registro de feridos graves. A movimentação causou congestionamento no trecho, enquanto a carreta permanecia caída.
Autoridades e órgãos de trânsito foram acionados para controlar a situação e organizar a retirada da carga. Apesar da presença de populares, ainda não há informação sobre prisões ou medidas aplicadas.
No RN, casos de saque em acidentes de transporte não são raros e chamam atenção para a dificuldade de fiscalização e segurança nas rodovias estaduais e federais.
A revista britânica The Economist acendeu o sinal de alerta para economias desenvolvidas. O motivo? O risco de sofrer a chamada “brasilificação” — cenário de juros altos, crescimento lento e rigidez fiscal, que hoje já marca o Brasil.
Segundo a publicação, mesmo com instituições fortes e Banco Central independente, o país convive com juros persistentes que engolem parte do orçamento e dificultam controlar a dívida pública. A revista projeta que, sem uma queda brusca dos juros, o problema só tende a aumentar.
O alerta não é só para o Brasil. A revista aponta que países ricos, como os Estados Unidos, podem seguir caminho parecido. Fatores como envelhecimento da população, aumento de gastos sociais e polarização política dificultam reformas fiscais. As críticas incluem as investidas de Donald Trump contra o Federal Reserve, mostrando como pressão política sobre a economia pode agravar o quadro.
No fim das contas, a mensagem é direta: ignorar o efeito dos juros sobre a dívida pode transformar economias avançadas em versões sofisticadas de um problema antes limitado a mercados emergentes. Um recado que, para quem acompanha a política e economia global, não pode ser ignorado.
O empresário potiguar e CEO da Dois A Engenharia, Sérgio Azevedo foi eleito um dos “100 Mais Influentes da Energia 2025”, na categoria Infraestrutura, ranking nacional promovido pelo Grupo Mídia, por meio do Ecossistema Full Energy. A premiação reúne lideranças que se destacaram na condução de projetos estratégicos e na consolidação de iniciativas relevantes para o avanço do setor energético brasileiro.
A seleção é realizada pelo conselho editorial do Grupo Mídia, que avalia trajetória profissional, impacto institucional, contribuição estratégica, relevância técnica e influência no cenário nacional. A categoria Infraestrutura contempla executivos responsáveis por projetos estruturantes e soluções que fortalecem a base operacional da matriz energética brasileira, em um cenário marcado pela transição energética e pela expansão das fontes renováveis.
Para Sérgio Azevedo, ter o nome da lista é motivo de reconhecimento de um trabalho consolidado. “Recebo com alegria e senso de responsabilidade. Esse reconhecimento é coletivo, resultado do trabalho consistente de todo um time e da contribuição ativa ao setor. Mais do que obras, buscamos consolidar capacidade técnica, institucional e humana”, considerou.
À frente da Dois A Engenharia e Tecnologia e presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Rio Grande do Norte (Sinduscon-RN), Sérgio Azevedo também integra o conselho da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e participa da Comissão Temática de Energias Renováveis (COERE/Fiern).
“O Nordeste, embora esteja sofrendo muito em razão dos cortes de geração, tem vocação natural para as renováveis. Ao conectar execução eficiente com articulação institucional, ajudamos a transformar potencial em investimento concreto, geração de emprego e desenvolvimento regional”, destacou, relembrando que a integração entre infraestrutura, engenharia e energia é elemento central para a consolidação de investimentos e para o desenvolvimento regional.
A Dois A Engenharia e Tecnologia atua com foco em excelência técnica, sustentabilidade e inovação, mantendo certificações em segurança, qualidade e meio ambiente e reconhecimento como empresa certificada pelo selo Great Place To Work (GPTW).
O reconhecimento nacional fortalece o nome do empresário potiguar em um conjunto de lideranças que participam ativamente das transformações do setor energético brasileiro, especialmente em um período de reconfiguração regulatória e fortalecimento das fontes limpas na matriz nacional.
Após a divulgação de supostos diálogos de uma reunião sigilosa, o ministro Dias Toffoli negou ter feito qualquer gravação da sessão reservada do Supremo Tribunal Federal que discutiu sua permanência na relatoria do processo do Banco Master.
À coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Toffoli classificou a suspeita como “absolutamente inverídica” e disse estar indignado com as insinuações. Segundo ele, não houve gravação de sua parte nem repasse de informações a terceiros. “Nunca gravei uma conversa na minha vida”, afirmou, ressaltando seu perfil discreto e distante da imprensa.
A reação ocorre após ministros do STF avaliarem, nos bastidores, que o conteúdo publicado indicaria a existência de gravação clandestina da reunião, realizada na quinta-feira (12), quando ficou decidido que Toffoli deixaria a relatoria do caso.
Os diálogos foram divulgados pelo site Poder 360 nesta sexta-feira (13) e reproduzem falas literais de ministros. Magistrados relataram perplexidade e desconforto, afirmando que os trechos publicados destacam apenas falas favoráveis a Toffoli e não refletem toda a complexidade da discussão interna.
A sessão reservada do Supremo Tribunal Federal para tratar sobre a permanência de Dias Toffoli como relator do caso Master gerou desconforto interno após ministros suspeitarem que o encontro teria sido gravado clandestinamente pelo ministro Dias Toffoli. A reunião ocorreu na quinta-feira (12) e decidiu pela saída de Toffoli da relatoria do processo.
A suspeita surgiu após a publicação de uma reportagem no site Poder 360 que reproduziu, de forma literal, diálogos ocorridos durante a sessão sigilosa. Segundo ministros, o conteúdo divulgado indicaria a existência de gravação, inclusive com trechos favoráveis a Toffoli, sem refletir toda a complexidade do debate.
Integrantes da Corte relataram ter encaminhado a reportagem ao próprio ministro, apontando a possibilidade de gravação. Toffoli negou qualquer registro ou repasse de informações e afirmou não ter gravado nem autorizado a divulgação. Ele levantou ainda a hipótese de que algum funcionário da área de informática possa ter feito a gravação.
Nos bastidores, magistrados classificaram o episódio como inédito, gerando perplexidade e desconforto. A avaliação interna é de que a divulgação seletiva das falas passou a impressão de apoio unânime a Toffoli e de um encontro com viés político, interpretação contestada por integrantes do STF.
Leia as falas dos ministros publicadas pela reportagem:
Gilmar Mendes, por exemplo, disse na reunião, segundo a reportagem: “Eu acho que o que está por trás disso é que o ministro Toffoli tomou algumas decisões ao longo do seu tempo nesse caso Master aqui no STF que contrariaram a Polícia Federal. E a Polícia Federal quis revidar”.
Em seguida, coloca uma fala de Cármen Lúcia que mostraria que ela estava na reunião com a intenção de sacrificar Toffoli para recuperar a imagem do STF. A fala é a seguinte: “Todo taxista que eu pego fala mal do Supremo. A população está contra o Supremo”. Disse ainda que, apesar de ter “confiança” em Toffoli, era necessário “pensar na institucionalidade”.
Luiz Fux, de acordo com a reportagem, disse: “O ministro Toffoli para mim tem fé pública. Meu voto é a favor dele. Acabou. Eu não sei o que vocês estão discutindo”.
Moraes não teve falas literais publicadas, mas aparece como um duro crítico da Polícia Federal, que entregou ao presidente da Corte, Edson Fachin, o relatório que culminou na saída de Toffoli do cargo.
Nunes Marques aparece dizendo: “Para mim, isso é um nada jurídico”. Em seguida, critica Fachin por querer votar a suspeição de Toffoli. Sua frase, publicada de forma literal, é a seguinte: “Isso é um absurdo: o juiz lá da comarca do interior passará a ser comandado pelo delegado local se aceitarmos esse tipo de situação. Acabou o Poder Judiciário do Brasil. O sr. [Fachin] não pode colocar em votação a arguição. Minha sugestão é que o ministro relator do processo faça uma proposição dizendo que não é impedido nem suspeito e coloque os argumentos dele diante do que foi apresentado e a gente vota. E pelo que vi aqui, ele vai ter maioria. O ideal seria unanimidade, presidente. Mas estou falando mais sobre encaminhamento, pois do mérito eu não tenho dúvida”.
André Mendonça aparece afirmando: “Tem uma questão sobre o que é descrito como relação íntima do ministro Toffoli”. Em seguida: “Isso não existe. Está aqui claro que não existe: relação íntima em 6 anos só com 6 minutos de conversa? Como disse o ministro Fux, a palavra do ministro Toffoli tem fé pública. Então, isso está descartado”.
O ministro Cristiano Zanin afirma: “Sou há 1 ano e meio relator de um caso que envolve 3 ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) e a Polícia Federal até hoje mandou para mim muito menos informação do que essas 200 páginas, com fotos de satélite, cruzamento de celulares? Isso aqui tudo é nulo”.
Flávio Dino também critica a PF: “Essas 200 páginas [de relatório da PF] para mim são um lixo jurídico. Não adianta discutir esse lixo jurídico. A crise hoje é política, presidente [Fachin]. Em 2035, se Deus me der saúde, eu quero estar nesta cadeira. E esta cadeira tem bônus e ônus. Eu acho que não adianta pensar nesta cadeira só nos bônus. Eu acho, sr. presidente, que o sr. deveria ter resolvido isso dentro da institucionalidade da presidência”.
Apesar de todas essas falas, os magistrados concluíram que o melhor para o STF era o afastamento de Toffoli. A suspeita de que ele gravou os próprios colegas tem o condão de isolar o magistrado na Corte, segundo um de seus integrantes, já que houve uma quebra de confiança.
Com informações de Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo e Poder 360
Há dez dias, a polícia tenta localizar o rapper Oruam, que voltou a ser considerado foragido após a Justiça decretar nova ordem de prisão. A decisão ocorreu depois de falhas recorrentes no sinal da tornozeleira eletrônica, medida cautelar imposta para que ele deixasse a prisão em 2025.
Mas redes sociais, a mãe de Oruam reconheceu o erro do filho e fez um apelo para que ele se entregue às autoridades. Oruam é filho de Marcinho VP, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho.
Desde o rompimento do monitoramento, o artista já foi procurado em vários endereços, mas ainda não foi encontrado.
Em julho do ano passado, Oruam havia sido preso sob acusação de duas tentativas de homicídio contra policiais durante uma operação para apreender um adolescente na saída de sua residência.
Uma reação dura dos ministros do Supremo Tribunal Federal marcou uma reunião recente da Corte após a Polícia Federal investigar o ministro Dias Toffoli sem autorização prévia do tribunal.
Segundo apuração do analista político da CNN Brasil, Teo Cury, os magistrados avaliaram que a PF concentrou a apuração exclusivamente em Toffoli, o que foi interpretado como uma tentativa de forçar seu afastamento da relatoria do caso. Durante o encontro, ministros reforçaram que qualquer investigação contra integrante da Corte precisa, obrigatoriamente, do aval do STF.
Saída negociada da relatoria
Apesar da resistência inicial, Toffoli aceitou deixar a relatoria após consenso interno. A avaliação foi de que a medida preservaria sua imagem pessoal e a institucional do Supremo. A saída ocorreu “a pedido”, conforme nota oficial, com a justificativa de garantir o bom andamento dos processos e resguardar interesses institucionais.
Os ministros também fizeram questão de registrar apoio ao colega, reconheceram a validade dos atos já praticados e afirmaram não haver suspeição ou impedimento formal. A postura unificada foi vista como essencial diante do momento de pressão sobre a Corte.
Pressões e origem do caso
De acordo com Teo Cury, a decisão foi influenciada por pressões internas e pela forte repercussão externa. O episódio teve início após a PF apreender o celular do empresário Daniel Vorcaro, no qual surgiram mensagens que indicariam proximidade com Toffoli. O foco do relatório policial nessas menções gerou desconforto entre os ministros, que classificaram a iniciativa como uma apuração indevida.
Shows nacionais e blocos alternativos marcam a programação do Carnaval desta sexta-feira (13) em Natal, que terá atrações distribuídas por diferentes polos da cidade.
Na praia de Ponta Negra, a festa começa à noite com apresentações de Alceu Valença, Cavaleiros do Forró e Rafa e Pipo Marques.
Outros pontos também recebem o público. No Largo do Atheneu, um bloco tradicional anima os foliões, enquanto o Espaço Jesiel Figueiredo abriga o Underground Folia, com bandas do cenário alternativo.
Confira a programação:
Polo Praia de Ponta Negra
Engorda de Ponta Negra – a partir das 19h
DJ Samir
Alceu Valença
Cavaleiros do Forró
Rafa e Pipo Marques
Polo Petrópolis – Largo do Atheneu
Bloco Rita Leenda (concentração a partir das 16h30, na Avenida Floriano Peixoto)
A ampla maioria dos brasileiros defende a criação de um código de ética e conduta para ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo o levantamento Genial/Quaest, 82% dos entrevistados concordam com a adoção de regras formais de conduta. Outros 10% discordam, 1% ficou neutro e 7% não souberam ou não responderam.
A pesquisa divulgada na quinta-feira (12) ouviu 2.004 pessoas, entre os dias 5 e 9 de fevereiro, em entrevistas presenciais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Apesar do apoio popular, a proposta de código de ética apresentada pelo presidente do STF, Edson Fachin, enfrenta resistência interna. A maioria dos ministros avalia que o tema não deve avançar neste ano e considera precipitada a tentativa de acelerar o debate.
A única defesa pública do texto parte da ministra Cármen Lúcia, relatora da proposta. Nos bastidores, ministros como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli estão entre os mais resistentes.
O debate ganhou força após críticas à exposição pública de magistrados, viagens e eventos com advogados, além do aumento de processos envolvendo parentes de ministros no Supremo. A avaliação interna, porém, é de que ainda não há apoio suficiente para aprovar as regras.
A programação oficial do Carnaval de Macaíba 2026 começa em grande estilo na próxima sexta-feira (13), com a abertura no Polo Centro. A concentração dos foliões será a partir das 19h, no largo da Lagoa das Pedras, de onde descerão acompanhando a Carreta Viúva Negra com show de Lucas Boquinha até a Avenida Mônica Dantas. No palco montado na Pista Nova, haverá apresentações Som e Balanço. A principal atração da noite será a consagrada Banda Grafith, um dos maiores nomes da música potiguar, que se apresentará no palco montado no tradicional ponto de eventos da cidade.
No sábado (14), o Carnaval segue com uma novidade: pela primeira vez, o Polo Cajazeiras recebe oficialmente atrações da programação promovida pela Prefeitura. A concentração dos foliões ocorrerá a partir das 18h, na praça, com shows de Última Hora e Júnior Sukita, ampliando a descentralização da festa e levando a folia para diferentes regiões do município.
O domingo (15) será marcado pelo tradicional encontro de todos os blocos e grandes apresentações no Polo Traíras. A concentração acontece a partir das 16h em frente ao ginásio poliesportivo, e o público poderá curtir os shows de MC WS na carreta Viúva Negra e, no palco na praça do distrito, Banda Feras e Gabriel de Pádua, em uma programação diversificada e cheia de energia.
Encerrando a programação, a segunda-feira (16) será no Polo Capoeiras, com concentração a partir das 15h, na avenida central, próxima a um conhecido bar da região. As apresentações ficarão por conta de Pagode 084 e Rastro de Menina, fechando o Carnaval com mistura de ritmos e muita animação na maior comunidade quilombola do estado.
Resgatado pela gestão do prefeito Emídio Jr., o Carnaval de Macaíba voltou a ocupar lugar de destaque no calendário festivo do município e já se consolidou como um dos maiores eventos da região da Grande Natal, atraindo milhares de foliões e visitantes de cidades vizinhas, fortalecendo a cultura local e impulsionando a economia.
O CAOS é de todo o sistema político e social. O maior erro da sociedade é culpar a PM por tudo, seus comandantes são uma parte da culpa. Dêem autonomia para a polícia trabalhar e verão uma diminuição da criminalidade no RN. Políticos não que rem ser taxados de radicais, judiciário quer fazer "justiça" contra policiais por medo dos Direitos humanos, população pouco se importa em exigir a aplicação de medidas e a proteção a qualquer medida que traga segurança ao nosso estado, então… vai piorar.
Sem comentários. Resta de "saia justa" apaludir comedidamente para não rasgar. Ah saia!!!!
Golpe militar urgente !
Tem que botar moral nessa bosta, fechar esse congresso e mudar as leis urgentemente, bandido tem que executado, temos que dá valor a gente de bem.
No velorio de mais um companheiro não apareceu Comandante Geral e nem Secretaria de segurança, isto prova o abandono a tropa, abandono ao povo, ao cidadão. Se fosse governador pode ter certeza esses dois seriam demitidos por whattsup.
A PMRN está abandonada pelo Comandante Geral e o pior não conta com qualquer apoio da Secretária de Seguranca que sumiu. Cadê as operações de combate a criminalidade Delegada Sheila? Sem dados satisfatorios esses dois gestores deveriam sair!!!! Até hj não sei nem quem é o Delegado geral rsrs a que ponto chegamos.
Até q enfim fizestes um logotipo de vergonha para teu blog né cara!
Temos que mudar cláusulas constitucionais, quem matar um policial pelo fato de ser policial ou em ação de policia esta cometendo um crime contra a nação merece penas rigorosas, como perpetua e pena capital, em democracias mais fortes só em apontar arma para um agente já teria uma condenação garantida
Sempre enverguei no peito orgulhoso o título de policial militar, desde sempre quis fazê-lo, a tão sonhada "GLORIOSA", ver colegas bem próximos sendo enterrados, andar acuado como animal de abate, por ineficiência de um estado como todos os outros da federação, corrupto, e líderes fajutos e mal intencionados me leva à conclusão de que não tem nada de glorioso nisso, nada de orgulhoso nisso, me resta sentar e esperar a morte que provavelmente virá pela mão de um usuariozinho de merda que pensa ser o bicho papão e se orgulha em pronunciar três letras sem sentido q amedrontam até o mais bravido dos caveiras, não vejo nada de glorioso nisso.
Eu diria até que ao militar do do RN acaba fatídicamente sobrando o mesmo destino que seu patrono, o Tirantes.
Que morreu pela causa, estupidamente.
A despeito de vários problemas como a justiça soltar, a falta de efetivo etc, acredito que a polícia poderia fazer muito mais.
Não faz e os próprios policiais acabam sendo vítimas.
Por que não identificam logo todos os membros de facções?
Não é possível haver 40 furtos de veículos por dia e ninguém saber para onde vão, com a cidade cheia de câmeras.
Não é possível que 40 roubos seja trabalho de 80 ladrões diferentes.
Deve haver algumas poucas quadrilhas com receptadores específicos.
É necessário mais trabalho de inteligência do que quantidade de policiais ou de viaturas.
Por que não fecham logo todas as bocas de fumo da cidade?
Por que não descobrem logo quem são os chefes do tráfico na cidade?
Precisa acabar com a violência na raiz e não enxugar gelo.
Ao governador cabe pagar salários, comprar viaturas.
Aos policiais, cabe identificar a forma mais eficaz de acabar com a criminalidade.
Muito bom Roberto. Mas meu caro, pode ter certeza que se fosse para a Polícia Militar resolver, resolveria. Entretanto sua visão está sendo simplista. Vc não sabe das audiências de custódia, dos vários indultos, das fugas, dos "Direitos Humanos"? Que causam a continuidade de tudo isso que falou? Quantos a Polícia Militar já não prendeu? Quantas armas já não foram retiradas de circulação? Sugira a criação de um muro no Estado para evitar que ladrões venham de outros lugares e armas não entrem no Estado… A Polícia Militar trabalha sim, mas tem muita gente que não…
porque se polícia realmente fizer o trabalho com a autonomia que deveria ter, a justiça e Direitos Humanos caçará e prenderá os policiais e a população não fara nada, ficará assistindo pela TV e criticando nas redes sociais o trabalho da polícia. No atual momento não existe ação de longo prazo que sobreviva sem ações emergenciais e fortes.
Não é surpresa quando um cidadão em busca de votos se entitulou o governador da segurança, onde errou em não querer ouvir a verdade e a realidade dita por seus operadores de segurança de fato,os guerreiros de rua que sentem e tem até sugestões, porém nunca acatadas por alguns que se dizem assessores, só se faz segurança pública com varias mãos juntas e principalmente com investimentos
Esta "saia justíssima" não é para o Comandante Geral, na realidade é para todo o sistema de segurança pública estadual. É absurda essa prática de atribuir à PM a responsabilidade pelo caos instalado em nosso Estado.
Eles, os comandantes, "PODEM SIM" mas não fazem, pq querem promoções, querem o voto de confianca de um governo fracassado, ficam mendigando ajuda de um e de outro pra coisa funcionar, mesmo que fragilmente. Que Deus ajude a cada agente de seguranca desse estado.