Avenidas e ruas de Natal vão ficar bloqueadas ou parcialmente interditadas durante o Carnaval 2025 na capital potiguar para a realização dos shows da programação da prefeitura e também para a passagem de bloquinhos.
Os trechos serão interditados e fiscalizados por agentes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), que .ambém vão orientar o trânsito de pessoas e veículos.
As operações acontecem entre os dias 27 de fevereiro e 8 de março, nas quatro regiões da cidade.
Veja as interdições previstas
Rua Everaldo Borges, na Redinha (percurso dos trios)
Interdição parcial para passagem dos trios elétricos
Datas: 1º a 4 de março de 2025
Horário: 14h às 18h
Redinha – Percurso dos blocos de orquestras de frevo e matrizes africanas
A interdição será nas vias por onde os blocos desfilarão, com ajustes de acordo com o deslocamento das orquestras, segundo a STTU
Datas: 28 de fevereiro a 5 de março de 2025
Entorno do Palco Nélio Dias, em Lagoa Azul
Interdição nas imediações do palco para garantir a segurança dos foliões e o bom andamento das apresentações, segundo a STTU.
Datas: 28 de fevereiro a 4 de março de 2025
Horário: 18h30 às 02h
Praia do Meio, na Avenida Café Filho (pranchão)
Interdição para a montagem e utilização do Pranchão, espaço destinado aos foliões e shows.
Datas: 2 e 4 de março de 2025
Horário: 10h às 14h
Entorno da Praça Sete de Setembro no Centro Histórico
O centro histórico da cidade terá interdições para o melhor controle dos blocos e foliões, segundo STTU.
Datas: 1º a 4 de março de 2025
Horário: 17h às 23h
Avenida Duque de Caxias, na Ribeira (desfile das escolas de samba)
A interdição será ao longo da Avenida Duque de Caxias, para garantir a segurança do desfile das escolas de samba e dos espectadores.
Datas: 7 e 8 de março de 2025
Horário: 18h30 às 2h
Entorno do Largo do Atheneu, em Petrópolis
Interdição para a realização de blocos e festas no Largo do Atheneu.
Datas: 27 de fevereiro a 4 de março de 2025
Entorno da Praça dos Gringos, em Ponta Negra
Interdição parcial para a realização de eventos e shows na área.
Datas: 28 de fevereiro a 4 de março de 2025
A STTU recomenda ainda que motoristas e pedestres fiquem atentos aos horários de interdição e busquem vias alternativas durante o período de Carnaval.
A potiguar Marta, natural de Luís Gomes, no Alto Oeste do Rio Grande do Norte, ganhou R$ 1 milhão no quadro Familhão, exibido no último domingo 6 no programa Domingão com Huck, da TV Globo. A vencedora recebeu em casa a visita surpresa do apresentador Luciano Huck, que fez a entrega simbólica das barras de ouro correspondentes ao prêmio. Com informações do Agora RN.
A história de Marta foi apresentada durante a atração. Aos 17 anos, ela deixou Luís Gomes em busca de melhores oportunidades e se mudou para o estado de São Paulo. Há cerca de 30 anos vivendo em São Caetano do Sul, construiu sua trajetória profissional e atualmente é proprietária de um restaurante administrado ao lado do marido.
A entrega do prêmio foi marcada pela emoção. Luciano Huck surpreendeu Marta em sua residência para anunciar a conquista e entregar simbolicamente as barras de ouro equivalentes ao prêmio de R$ 1 milhão.
Mesmo vivendo há três décadas fora do Rio Grande do Norte, Marta mantém suas origens ligadas ao município de Luís Gomes. A conquista repercutiu entre familiares, amigos e moradores da cidade, que comemoraram a vitória da conterrânea em rede nacional.
O Familhão é um dos quadros do Domingão com Huck e distribui prêmios milionários aos participantes sorteados, além de promover histórias de vida dos vencedores durante o programa.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) instaurou procedimentos para buscar soluções negociadas para dois impasses envolvendo o poder público estadual: o contrato de concessão da Arena das Dunas e a situação dos imóveis concedidos a particulares na Via Costeira, em Natal. É a primeira vez que o Tribunal utiliza o mecanismo de Solução Técnica Consensual (STC).
Com a decisão, serão criadas comissões técnicas para reunir representantes dos órgãos e demais partes envolvidas e tentar construir soluções para as controvérsias. O prazo para os trabalhos será de até 180 dias, com possibilidade de prorrogação pelo mesmo período.
Segundo o TCE, a proposta é colocar os diferentes envolvidos em uma mesma mesa para discutir os problemas e tentar encontrar alternativas para questões que se arrastam e envolvem diferentes aspectos. O mecanismo permite que as soluções sejam discutidas de forma conjunta, levando em consideração questões técnicas, financeiras e legais.
A adoção da ferramenta foi analisada inicialmente pelo presidente do TCE-RN, conselheiro Carlos Thompson Costa Fernandes. Depois de receber parecer favorável da Secretaria de Controle Externo (SECEX), os processos foram encaminhados ao relator, conselheiro Antonio Ed Souza Santana, que confirmou a possibilidade de utilização do procedimento.
Agora, os dois casos seguem para uma nova etapa, na qual serão formados grupos de trabalho com representantes das instituições envolvidas. O objetivo é levantar os principais pontos de divergência e avaliar alternativas para cada situação.
Arena das Dunas
Um dos processos envolve o contrato de concessão da Arena das Dunas, firmado entre o Governo do Rio Grande do Norte e a empresa responsável pela administração do estádio.
A negociação deverá tratar de diferentes pontos relacionados ao funcionamento do contrato, entre eles os custos envolvidos, os pagamentos feitos pelo Estado, os critérios usados para avaliar o desempenho da concessionária e a participação de um verificador independente.
Também estarão em discussão questões relacionadas a incentivos fiscais e às receitas que podem ser obtidas pela concessionária além dos valores previstos no contrato.
A proposta de utilizar a Solução Técnica Consensual partiu da própria concessionária e teve a concordância do Governo do Estado. Antes de autorizar o procedimento, a área técnica do TCE-RN analisou as informações apresentadas e considerou que o caso preenchia os requisitos necessários.
Durante o período de negociação, a análise de mérito de questões diretamente relacionadas aos pontos que estão sendo discutidos ficará suspensa nos processos que deram origem à iniciativa.
Imóveis da Via Costeira
O segundo caso envolve imóveis localizados na Via Costeira, em Natal, que foram concedidos pelo poder público para utilização por particulares.
A discussão busca definir quais regras devem ser aplicadas a essas áreas e qual será a destinação dos imóveis. O assunto já havia sido levado ao TCE-RN em um processo anterior.
Em decisão anterior, o Tribunal determinou a suspensão de procedimentos destinados a renovar ou prolongar as concessões. Também determinou que os imóveis fossem retomados pela DATANORTE e que fosse elaborado um plano para definir o futuro das áreas.
A situação envolve questões que vão além da ocupação dos terrenos. O caso também inclui aspectos ambientais, econômicos, jurídicos e relacionados ao uso das áreas, o que levou o TCE-RN a considerar a negociação uma alternativa para tentar chegar a uma solução.
A abertura das discussões, porém, não cancela nem suspende automaticamente as medidas determinadas anteriormente pelo Tribunal. Qualquer alteração dependerá de uma nova avaliação e de aprovação do Tribunal Pleno.
Como vai funcionar
A Solução Técnica Consensual é uma ferramenta que permite ao TCE-RN participar de discussões entre os órgãos e instituições envolvidos em problemas considerados complexos.
Em vez de analisar apenas os argumentos de cada lado e posteriormente tomar uma decisão, o Tribunal cria um espaço para que os envolvidos apresentem propostas e tentem construir uma saída conjunta.
Isso não significa que a fiscalização deixe de existir. O TCE continua acompanhando os casos e poderá avaliar se a solução encontrada está de acordo com as regras e com o interesse público.
A ferramenta foi incluída na Lei Orgânica do TCE-RN pela Lei Complementar Estadual nº 775/2024 e regulamentada pela Resolução nº 019/2025-TCE.
Próximos passos
As comissões responsáveis pelos dois casos ainda serão formadas. A Secretaria de Controle Externo deverá indicar os integrantes, que serão oficializados pela Presidência do Tribunal.
A partir da instalação, os grupos terão até 180 dias para discutir as questões e buscar alternativas. O período poderá ser prorrogado por mais 180 dias.
Caso as partes cheguem a uma proposta de solução, o resultado ainda será submetido à análise do Tribunal. Eventuais mudanças nas medidas já determinadas também dependerão de aprovação do Tribunal Pleno.
O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou nesta terça-feira, 8, que teve uma conversa “muito institucional e republicana” com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. A reunião durou cerca de 30 minutos e também contou com a participação do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.
O encontro ocorreu horas após o ministro André Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Também foi afastado o diretor de Inteligência Policial Leandro Almada da Costa.
Na mesma decisão, o ministro impôs a abertura imediata de investigações pela Corregedoria da PF para apurar a produção de relatórios de inteligência que monitoravam autoridades. Ele também determinou a suspensão de qualquer produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência voltados a analisar a atuação de magistrados, advogados públicos ou da própria polícia.
Segundo apurou o blog da Andréia Sadi, a AGU vê na decisão de Mendonça uma invasão de competência da Presidência. O órgão deve recorrer com o argumento de que a medida viola competência privativa da Presidência da República para nomeação e exoneração do chefe da PF.
Gilmar pede vista
Decano do STF, o ministro Gilmar Mendes, pediu vista nesta terça, 8, do julgamento que analisa a decisão de Mendonça.
O caso estava sob análise da segunda turma da Corte.
Antes de pedir vistas, dois ministros haviam se manifestado a favor da decisão de Mendonça: Kassio Nunes Marques e Luiz Fux.
Assim, faltaria apenas a manifestação do ministro Dias Toffoli, que também integra o colegiado.
A decisão de André Mendonça foi tomada após a produção do relatório apócrifo que embasou o pedido de investigação contra o magistrado feito na semana passada pelo seu colega Alexandre de Moraes.
Moraes acusou o colega de ato de improbidade administrativa e crimes de responsabilidade e de abuso de autoridade a partir desse documento.
No despacho, Mendonça também determina que a Corregedoria da Polícia Federal abra procedimentos de natureza penal e administrativo-disciplinar para apurar as circunstâncias em que os documentos foram produzidos, quem determinou sua elaboração, quem os redigiu e se existem outros relatórios com finalidade semelhante.
A vereadora e candidata a deputada estadual Camila Araújo (PL) protocolou, nesta terça-feira (8), ofícios junto à Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Norte e à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social solicitando que a apuração da agressão sofrida pelo senador Rogério Marinho (PL-RN) seja encaminhada à Polícia Federal.
Rogério foi atingido por um ovo na tarde desta segunda-feira (7), quando deixava a mobilização política realizada no Largo do Atheneu, na zona Leste de Natal. O homem foi detido e conduzido à Delegacia Central de Flagrantes.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito, de 24 anos, saiu de São Paulo do Potengi com a intenção de atingir o senador. O celular do acusado foi apreendido e o caso foi registrado inicialmente por injúria.
Para Camila, as circunstâncias precisam ser investigadas de forma mais ampla. “Quem mandou agredir Rogério Marinho? Quem financiou esse ato? Foi realmente uma ação isolada? Essas são perguntas que precisam ser respondidas. Não podemos tratar como um episódio banal uma agressão premeditada contra um senador da República durante uma manifestação política”, afirmou.
No documento, Camila solicita o envio imediato à Polícia Federal do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), dos demais documentos relacionados ao caso e, especialmente, do aparelho celular apreendido, preservando os elementos necessários para eventual análise do conteúdo.
Diante dos últimos resultados nas pesquisas que já colocam Flávio Bolsonaro na frente em cenários de 2º turno e da mais recente escalada na crise institucional, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passaram a defender uma resposta mais incisiva do governo e orientadaram Lula a convocar Conselho da República e defender mandato no STF.
Entre as propostas estão a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, a retirada de André Mendonça das relatorias dos casos Banco Master e INSS e o encerramento do inquérito das fake news.
Interlocutores de Lula também defendem uma nova reunião urgente com o presidente do STF, Edson Fachin, em busca de uma “solução pacificadora”. Outra possibilidade discutida é propor uma mudança constitucional para estabelecer mandatos de 10 ou 15 anos para futuros ministros do Supremo.
No Planalto, a preocupação aumentou após Flávio Bolsonaro (PL) aparecer numericamente à frente de Lula em uma simulação de segundo turno da pesquisa Nexus divulgada nesta terça-feira (8). Assessores avaliam que a crise no STF terá peso importante na reta final da campanha.
Também está em discussão a convocação do Conselho da República, embora a medida divida opiniões no governo por poder ampliar a exposição da crise.
A primeira reação de Lula ao afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, será o recurso da AGU contra a decisão de Mendonça. O governo argumentará que cabe exclusivamente ao presidente nomear e exonerar o chefe da Polícia Federal.
O ministro Gilmar Mendes deve pedir ao presidente do STF, Edson Fachin, que o plenário da Corte julgue o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
O caso está na Segunda Turma, que já formou maioria para manter a decisão do ministro André Mendonça de afastar Andrei e o diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada. Gilmar suspendeu a análise após pedir vista.
Segundo o ministro, pela gravidade do caso e pelo contexto da disputa entre Mendonça e Alexandre de Moraes, a questão deveria ser analisada pelos dez ministros do Supremo. Os relatórios da PF que embasaram as acusações também foram levados ao plenário.
Gilmar está na Itália, mas mantém contato com os demais ministros por telefone. O eventual pedido será analisado por Fachin.
O detento Anderson Stallone Flores dos Santos, de 38 anos, foi identificado como o preso que fugiu da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na tarde desta terça-feira (8).
Segundo a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), ele estava custodiado na unidade desde dezembro de 2025 e teria utilizado a obra de ampliação do módulo de saúde para escapar.
A suspeita é de que Anderson tenha passado ainda por duas linhas de concertina instaladas sobre a muralha, deixando a unidade por volta das 13h31. Equipes da Polícia Penal e de outras forças de segurança realizam buscas na região para localizar e recapturar o fugitivo.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou apoio a decisão do ministro André Mendonça, do STF, que afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, indicado pelo presidente Lula (PT). A decisão de Mendonça foi confirmada pela Segunda Turma do STF.
“[O] Grupo especial de Lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente. Que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula”, publicou Flávio nas redes sociais nesta terça-feira (8).
O senador também citou a suposta atuação da PF no monitoramento de Mendonça e criticou a proximidade entre o diretor afastado e Lula, atribuindo a Andrei uma série de adjetivos. “Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF”, escreveu.
O operador financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, afirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) ter feito sete transferências para o fundo Havengate, que somaram US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 69 milhões), a pedido do banqueiro Daniel Vorcaro. A notícia é do blog da jornalista Malu Gaspar, do O Globo.
O fundo, sediado nos Estados Unidos e administrado pelo advogado Paulo Calixto, ligado a Eduardo Bolsonaro, foi usado para financiar o filme Dark Horse, sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro.
Os pagamentos ocorreram entre fevereiro e setembro de 2025. A PF e a PGR investigam se os recursos foram destinados exclusivamente ao filme ou se também financiaram a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
Mensagens mostraram Flávio Bolsonaro cobrando recursos de Vorcaro para a produção do filme. A defesa de Mineiro se reuniu nesta terça-feira (8) com o ministro André Mendonça, relator do caso Banco Master no STF, para tratar do acordo de colaboração premiada.
Pelo que eu entendi o advogado do fundo também é advogado de Eduardo bananinha, porém não estar claro se o dinheiro foi totalmente para o filme ou se parte foi para Bananinha, se foi para o filme não vejo nada de errado, o fato de ser o mesmo advogado não quer dizer nada
Uma nova fuga foi registrada nesta terça-feira (8) na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na Grande Natal. A identidade do detento que fugiu da unidade prisional e as circunstâncias da fuga ainda não foram divulgadas oficialmente.
Após a fuga, policiais penais iniciaram buscas na região, com apoio do helicóptero Potiguar 01, que realiza sobrevoos na área de mata próxima à unidade.
O novo registro de detento que escapa de Alcaçuz acontece pouco mais de um mês após uma fuga em massa em Alcaçuz. Em 31 de julho, 11 presos escaparam da unidade. Quatro foram recapturados e sete deles continuam foragidos. No dia 3 de setembro, outro detento fugiu da UPA de São José de Mipibu, mas foi recapturado na manhã de segunda-feira (7).
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