Segundo pesquisa da CONSULT, publicada hoje no jornal Gazeta do Oeste, o médico Dario Vieira lidera a corrida sucessória no município de São Miguel, com 26 pontos a frente de sua principal adversária, Nirinha Fernandes, esposa do deputado estadual Raimundo Fernandes.
Se a eleição para prefeito de São Miguel fosse hoje, Dario Vieira teria 56.74% dos voto, contra apenas 30.47% pontos da candidata da oposição Nirinha Fernandes (PMN), de acordo com o que registra a sondagem estimulada, na qual os nomes dos candidatos são apresentados pelo pesquisador.
Realizada no dia 12 de setembro de 2012 e registrada no Tribunal Regional Eleitoral no dia 17 de setembro sob o protocolo RN 000128/2012 – TSE-TER, a pesquisa mostra ainda que, na sondagem espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Dario Vieira também segue com larga vantagem. Ele aparece com 52.09%, contra 27.21% de Nirinha Fernandes. A pesquisa estimulada registra também um percentual de 11.40% de indecisos, enquanto que na espontânea o número de indecisos sobe para 19.07%.
Aporovação
Em fase de concluir o seu segundo mandato como prefeito de São Miguel, o médico Galeno Torquato tem a sua administração aprovada por expressiva maioria da população local, segundo revela pesquisa do Instituto Consult publicada hoje, dia 25, no jornal Gazeta do Oeste.
Na pergunta sobre a aprovação ou desaprovação da gestão municipal, 70.93% dos entrevistados disseram que aprovam a atual gestão. Somente 22.33% disseram não aprovar, enquanto 6.74% não souberam responder.
Durante boa parte da pré-campanha pela disputa ao governo de Pernambuco, a atual governadora, Raquel Lyra (PSD), esteve atrás do principal adversário, o prefeito de Recife, João Campos (PSB). Mas aos poucos, isso mudou. No domingo passado (4) ela se reelegeu em primeiro turno. Os passos para essa mudança que levou à vitória tem um toque potiguar de um amigo desse comunicador.
O publicitário Giordano Queiroz, na verdade foi quem coordenou o marketing de campanha da governadora reeleita – junto com Igor Paulin, André Campos, Léo Saraiva e Morial Paiva – e está por trás de criações como o bordão “mainha”, que viralizou; do uso do termo “pernambuquista”; e do vídeo “sem filtro” que deve ser um dos cases mais estudados da campanha eleitoral de 2026.
“Quando a gente chegou ali em março, abril, pegou todas as entregas e fez uma campanha institucional ‘Arrumou, cuidou, acelerou’. A gente mostrou para o pernambucano que ela precisava arrumar a casa”, conta Gio, como é conhecido.
Outro desafio imposto pela disputa era a quantidade de ataques que a governadora sofria e uma impressão, capturada nas pesquisas internas, de que ela era distante da população. Para contrapor essa situação, Giordano conta que a estratégia foi mostrar como Raquel é na verdade, sem filtros.
“A gente colocou no ar uma parte da campanha que era o ‘Enquanto eles atacam, Raquel trabalha’. E aí a gente incorporou um traço da personalidade da governadora, que é algo comum a muitas outras no Brasil: uma mulher que trabalha, que é forte, que se preocupa, que cuida, que não necessariamente é a mãe, mas é a avó, a tia, a irmã mais velha. Consolidamos essa imagem numa forma de se referir a ela. E escolhemos passar a chamar Raquel de ‘Mainha’. E isso pegou. E virou um bordão de campanha que viralizou”, relata.
Além desse, outros bordões que pegaram foram “Me deixa trabalhar que eu sei fazer”. “E Raquel capitalizou também a bandeira de Pernambuco como ícone principal de sua campanha. A nossa marca foi a bandeira de Pernambuco”, afirma.
Por último, um dos maiores desafios foi conseguir barrar a influência do presidente Lula na campanha. “A gente não podia declarar apoio a Lula, nem declarar apoio a Bolsonaro. Então a gente criou um neologismo, que foi o termo ‘pernambuquista’. Raquel se declarou pernambuquista: ‘Não sou nem lulista, nem bolsonarista, eu sou pernambuquista’. E isso foi um ponto muito importante para a campanha porque mostrou que, ao contrário do adversário, Raquel estava preocupada com Pernambuco. E a população entendeu esse recado”, afirma.
Giordano avalia que a campanha da governadora reeleita deve se tornar um case a ser estudado, porque mostra que uma candidatura que trabalha e que tem entrega pode conseguir vencer outra que está mais habituada a trabalhar com as redes sociais.
“A campanha vitoriosa da ‘mainha’, de Raquel Lyra, mostra que quando se une uma boa candidatura, que tem trabalho prestado, a uma comunicação inteligente, dinâmica e estratégica, há muito mais chances de se chegar à vitória. Não importa se o adversário é um gigante nas redes. A realidade se impõe e a verdade vence. Acho que essa é a maior lição”, afirma Giordano.
Com Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra (União Brasil) classificados para o segundo turno do Governo do Rio Grande do Norte, as campanhas agora refazem suas estratégias para a votação de 25 de outubro. Os resultados do primeiro turno mostram uma disputa equilibrada: Allyson terminou com vantagem de 15.509 votos, mas Cadu venceu em mais municípios potiguares.
Dos 167 municípios do RN, Cadu foi o mais votado em 74, o equivalente a 44,3%. Allyson venceu em 66 cidades, ou 39,5%, enquanto Álvaro Dias (PL), terceiro colocado na disputa, ficou à frente em 27 municípios, correspondentes a 16,1%.
Cadu, portanto, venceu em oito municípios a mais que Allyson. Entre as cidades onde o petista ficou à frente estão Assú, Ceará-Mirim, Currais Novos, Pau dos Ferros e Santa Cruz. Allyson venceu, entre outras, em Mossoró, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Touros.
Álvaro Dias foi o mais votado em Natal, Parnamirim e Caicó, além de outros 24 municípios. Cadu e Allyson voltam às urnas no dia 25 de outubro.
Ronaldo Caiado (PSD), que disputou a Presidência da República e terminou o primeiro turno na quinta colocação, decidiu apoiar Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno contra o presidente Lula (PT).
Flávio cumpre agenda em Goiânia nesta terça-feira (6), onde será recebido por Caiado e pelo governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB). Os dois vão declarar formalmente apoio ao candidato do PL.
Caiado recebeu 2,18% dos votos no primeiro turno, somando 2.605.148 votos. Com a decisão, passa a integrar a frente de oposição a Lula na disputa marcada para 25 de outubro.
O encontro será realizado no espaço onde funcionou o comitê central da campanha governista em Goiás. Após a reunião, os aliados concederão entrevista coletiva para apresentar a estratégia conjunta e os compromissos acordados.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (6) a progressão de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o regime semiaberto. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Débora ficou conhecida por escrever “perdeu, mané” com batom vermelho na estátua “A Justiça”, em frente à sede do STF. Moraes atendeu a uma manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou o cumprimento dos requisitos para a mudança de regime.
A decisão considera 212 dias de redução da pena obtidos por trabalho, leitura e estudos. Débora trabalhou 326 dias na penitenciária, o que resultou em 108 dias de remição. Outros quatro dias foram concedidos pela leitura de um livro e 100 dias pela aprovação no Enem de 2023.
A condenação de 14 anos inclui os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
A queda dos juros futuros registrada após Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente de Lula (PT) pode representar uma economia de R$ 65,8 bilhões para o governo com a dívida pública, caso o novo patamar seja mantido.
Os juros futuros com vencimento para os próximos quatro anos caíram cerca de 1 ponto percentual nesta segunda-feira (5), primeiro pregão após o resultado das eleições. Os cálculos têm como base dados do Banco Central divulgados no relatório de Estatísticas Fiscais de agosto.
A economia potencial de R$ 65,8 bilhões equivale a quase três vezes o custo previsto para o reajuste de 15,04% do Bolsa Família em 2027, estimado em R$ 22,7 bilhões, e supera o impacto de R$ 54,6 bilhões do aumento de R$ 120 no salário mínimo.
Segundo o Poder360, o movimento ocorre porque o mercado avalia que Flávio teria um governo mais disciplinado nas contas públicas, o que abriria espaço para novos cortes na Selic. Na segunda-feira, o Ibovespa também bateu recorde, fechando aos 207 mil pontos, enquanto as empresas ganharam quase R$ 500 bilhões em valor de mercado.
A redução dos juros futuros, porém, não garante que a economia estimada será concretizada. Caso as expectativas para inflação ou contas públicas piorem, as taxas podem voltar a subir.
O presidente Lula (PT) registrou queda na votação nos municípios mais dependentes do Bolsa Família na eleição de 2026. Levantamento do UOL mostra que o percentual do petista nessas cidades passou de 71,5% para 68,7%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) alcançou 27,3%.
O levantamento considera como altamente dependentes do programa os municípios em que o número de beneficiários corresponde a 50% ou mais da população. O UOL cruzou dados das votações presidenciais das últimas três eleições com a população de cada município e o número de beneficiários do programa.
Em 2022, Jair Bolsonaro havia obtido 23,5% dos votos nesses municípios. Agora, Flávio chegou a 27,3%. As cidades de alta dependência do Bolsa Família concentraram 14,4% dos votos válidos na eleição deste ano.
Os dados também mostram redução do espaço dos demais candidatos nesses municípios. Em 2018, eles somavam 17% dos votos; em 2022, o percentual caiu para 5,04% e, neste ano, ficou em 4%.
Nas cidades com baixa dependência do Bolsa Família, Lula também recuou. O petista havia passado de 20,1% em 2018 para 40% em 2022, mas caiu para 37% em 2026. Já os candidatos bolsonaristas registraram 53,6% em 2018, 50,3% em 2022 e 53,9% neste ano.
O levantamento ressalta que os números não estabelecem uma correlação entre o recebimento do Bolsa Família e o voto em determinado candidato, mas mostram os resultados eleitorais nas cidades de acordo com o grau de dependência do programa.
A cobertura das Eleições 2026 da 96 FM e do Blog do BG alcançou mais de 1 milhão de pessoas neste domingo (4), somando YouTube, streaming, rádio e o BG. Foram 12 horas de transmissão ao vivo acompanhando a votação, a apuração e as principais notícias do dia.
Os números mostram a dimensão da cobertura: foram 450 mil visualizações no YouTube, com pico de 15 mil pessoas acompanhando simultaneamente e mais de 16 mil mensagens na plataforma. O Blog do BG registrou 300 mil acessos no domingo e foi acessado por 120 mil pessoas. No Instagram, foram 6 milhões de visualizações em um único dia.
A cobertura mobilizou equipes no estúdio e nas ruas durante todo o domingo. Bruno Giovanni destacou o resultado e o trabalho dos profissionais envolvidos na transmissão, comandada por ele e Enio Sinedino.
“Isso não é só audiência, é confiança. É gente que parou para ouvir, é gente que parou para assistir, perguntar, comentar e acompanhar a eleição junto com a gente”, afirmou BG.
Ciclistas que compareceram à Rota do Sol na manhã desta terça-feira (6) não encontraram a estrutura anunciada pelo Governo do RN para implantação de uma faixa exclusiva destinada ao ciclismo de competição. No trecho previsto, não havia cones para interdição nem policiamento para organizar o trânsito.
A operação deveria começar nesta terça, com interdição diária de uma faixa das 5h às 7h, entre a rotatória de Cidade Verde e a entrada de Pium. Em release, o Governo informou que agentes do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) permaneceriam no local para fechar a faixa e orientar os motoristas.
Das 22 apostas do Palácio do Planalto que deixaram o governo para concorrer nas eleições de 2026, apenas 9 conseguiram garantir a vitória logo no primeiro turno, o que representa menos da metade do antigo primeiro escalão que entrou na disputa eleitoral. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia incentivado essas saídas com o objetivo de fortalecer candidaturas aliadas e ampliar a presença governista no Congresso.
O revés foi especialmente marcante nas disputas majoritárias para os governos estaduais, onde nenhum dos ex-ministros candidatos obteve sucesso. Em São Paulo, Fernando Haddad (PT), ex-comandante da Fazenda e que teve Márcio França (PSB) como vice, foi derrotado por Tarcísio de Freitas (Republicanos). Já em Alagoas, Renan Filho (MDB), ex-ministro dos Transportes, ficou em segundo lugar com 47,37% dos votos, sendo superado por JHC (PSDB), que venceu com 52,20%.
Derrotas e Vitórias na Corrida ao Senado e à Câmara
Entre os oito ex-ministros que concorreram às vagas ao Senado em seus estados, apenas dois saíram vitoriosos: Rui Costa (PT) na Bahia e André Fufuca (PP) no Maranhão. Nomes de peso como Marina Silva e Simone Tebet (em São Paulo), Gleisi Hoffmann (no Paraná), Carlos Fávaro (em Mato Grosso), Celso Sabino (no Pará) e Paulo Pimenta (no Rio Grande do Sul) ficaram de fora.
Na Câmara dos Deputados o desempenho foi mais favorável na busca por cadeiras. Dos nove ex-ministros concorrentes, seis foram eleitos: Anielle Franco (PT-RJ), Jader Barbalho Filho (MDB-PA), Juscelino Filho (PSDB-MA), Nísia Trindade (PT-RJ), Sílvio Costa Filho (Republicanos-PE) e Sônia Guajajara (PSOL-SP). Derrotas notáveis na mesma categoria incluíram Daniela Carneiro, Márcio Macêdo e Paulo Teixeira.
Já nas Assembleias Legislativas Estaduais, Macaé Evaristo (PT) foi a única representante do grupo a disputar uma vaga estadual, elegendo-se para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
Ao todo, 30 ministros haviam deixado a gestão desde o início do terceiro mandato de Lula, mas apenas 22 efetivamente registraram candidaturas. Enquanto o saldo das urnas no primeiro turno foi desfavorável para boa parte dos antigos auxiliares, Geraldo Alckmin (PSB) segue na disputa nacional como candidato a vice na chapa presidencial. O pleito para o Palácio do Planalto será decidido em segundo turno no dia 25 de outubro, em uma disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro (PL).
O ensino público Federal está totalmente dominado pela esquerdopatia, tem que ver o que fazer para desinfectar estas instituições de estado que estão contaminadas.
Tem notícia que é chover no molhado, a promiscuidade com que IFs e Universidades são tratadas já não são nem notícia mais, MP só se preocupa com missa e culto em escolas confessionais, o que a sociedade tem que fazer é cobrar essas as autoridades e expurgar a verminose dessas instituições apodrecidas.
[VÍDEO] “ESPANCAMENTO MAIS DOLOROSO QUE EM 2024”: Josias de Souza comenta revés histórico da esquerda nas urnas https://t.co/RLT1fuOzeH https://t.co/OlLgRRFluS
A esquerda brasileira, que já havia sofrido reveses nas eleições municipais de 2024, enfrentou um revés ainda mais doloroso neste domingo. O analista político aponta que, enquanto há dois anos os partidos de centro-direita (PSD, MDB, PP e União Brasil) saíram vitoriosos ao conquistarem mais de 3 mil prefeituras contra 517 do PL, o cenário atual mudou drasticamente de figura.
“O espancamento desse domingo foi ainda mais doloroso. Há dois anos saíram vitoriosos os partidos de centro direita. Agora o povo deu mão forte ao bolsonarismo, a versão mais extrema da direita nacional”, comentou Josias de Souza.
Lula e seus aliados, após optarem por caminhos que abandonaram a psicanálise política tradicional antes da hora, viram-se novamente acuados. A diferença agora é que o eleitorado deu uma demonstração de força expressiva ao bolsonarismo, consolidando a vertente mais extrema da direita nacional.
Flávio Bolsonaro garantiu a passagem para o segundo turno à frente de Lula, colocando-se com força na disputa pelo Planalto e garantindo ampla maioria no Congresso Nacional a partir de 2027. Na Câmara dos Deputados o PL elegeu 121 deputados, formando a maior bancada da Câmara, enquanto no Senado Federal o partido garantiu 19 novos senadores, garantindo 28 cadeiras e assegurando também a maior bancada da Casa.
O apoio também deve se estender nos executivos estaduais. Dos 20 governadores eleitos no primeiro turno, metade (10) declarou apoio ao filho de Bolsonaro.
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