O senador José Sarney (PMDB) disse nesta terça-feira, 24, que tanto a presidente Dilma Rousseff quanto o PT insistiram para que ele se candidatasse. Em entrevista ao programa Luiz Melo Entrevista, da rádio Diário FM de Macapá, Sarney disse “não ter dúvidas” de que contaria com o apoio da presidente caso decidisse continuar na vida pública. “A presidente Dilma insistiu muito comigo para que continuasse, para que eu fosse candidato, foi muito enfática nesse sentido. Ela procurou o presidente do PT para falar nesse sentido”, disse Sarney.
Senador pelo Amapá, Sarney disse que a decisão de se aposentar e não concorrer à reeleição, anunciada formalmente ontem a aliados deveu-se exclusivamente à sua idade e à condição de saúde dele e da esposa. “Não teve outra, nenhuma interferência se não essa. Ficar cumprindo pela metade minhas obrigações não é do meu feitio”, disse, ao lembrar problemas de saúde que o levaram a se ausentar no Senado no ano passado e lembrando também que sua mulher passou por três cirurgias.
Sarney ressaltou que não decidiu pela aposentadoria por falta de capital político ou por medo de perder as eleições em outubro. “Tenho pesquisas na minha mão que me dão uma situação muito confortável, uma delas com 50,6% de preferência do eleitorado, portanto não tenho nenhuma dúvida de que não tem problema nenhum de eleição. O problema é que realmente com 84 anos, com a minha idade, a minha mulher doente, precisando do meu apoio principalmente agora, neste momento que nós estamos já bastante idosos, eu não posso deixar de ter presente esse fato.”
O senador citou o seu “prestígio” em âmbito nacional e mencionou seu papel na Presidência, que ocupou de 1985 a 1990, quando “ajudou o país” no momento da transição democrática. “Tenho o meu prestígio e não deixo de ter até eu morrer”, disse Sarney durante a entrevista.
Ele afirmou ainda que, mesmo afastado da vida pública, pretende se colocar “a serviço” do Amapá, Estado que disse estar em seu coração e no qual conquistou “carinho” e “respeito” dos eleitores. “Todo prestígio que tenho e parcela de liderança nacional vai ser colocada a serviço do Amapá como sempre foi”, afirmou. Sarney citou ainda avanços do Estado, ao longo de seu mandato como senador, em especial em obras de infraestrutura.
fonte: Agência Estado
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GOVERNABILIDADE E SUSTENTAÇÃO PARLAMENTAR: PRAGMATISMO OU MORTE!
Acordem, política se faz dessa forma desde sempre. O PT é que demorou a aprender e por isso amargou três derrotas consecutivas. Contudo percebeu e hoje faz melhor do que a oposição, que não está coligado com esses grupos apenas porque tais grupos são grupos adesistas de "situação". O governo de FHC, num primeiro momento, formou uma aliança tendo por membros os dois partidos cujos representantes compunham a chapa presidencial (PSDB e PFL), além do PTB, que integrava a coligação eleitoral, incorporando depois as adesões do PMDB e do PPB. A coalizão proporcionou ao Executivo uma sustentação parlamentar que beirava os 75% das cadeiras na Câmara e no Senado.
As cinco primeiras emendas do período FHC eram todas referentes à desregulamentação dos mercados, à desestatização e à abertura econômica. Entre elas, a mais controversa era a que acabava com o monopólio estatal na exploração do petróleo, mas mesmo assim foi possível sancioná-las já no primeiro ano de mandato, graças à lua-de-mel do presidente com o país e à sua ampla base de apoio congressual.
Vamos deixar de ser ingênuos ou maledicentes, pois "puristas" e "radicais" na política não se estabelecem e muito menos se sustentam. Ou se faz alianças, acordos, pactos e adesões com partidos e líderes partidários de direita, centro e/ou de esquerda, ou não se ganha eleição. E se ganhar não consegue governar.
Vejam os exemplos clássicos das alianças no RN: Rosalba é enxotada e repudiada por todos os Partidos em função da acusação de ter afundado o Estado, mas ao mesmo tempo os dois candidatos, ambos saídos dos seu próprio seio (vive governador e ex aliados), agora disputam o seu apoio político e consequentemente seus votos. Tem lógica?
Sarney, Collor, Maluf, Jader Barbalho, Lulla, e Dillma, eita que o mundo da voltas. kkkkk
O Brasil todo deveria fazer como Dilma e o PT, implorar prá $arney ficar, pois sua vida política, foi só prá servir o povo.kkkkkkkkk. Vai fazer muita falta.kkkkkkk.gastou tudo que tinha com o povo.kkkkkkk.Tá saindo da política pobre.kkkkkkk