Geral

Sicredi RN é a marca mais lembrada no Top Natal 2025

Cooperativa conquista o primeiro lugar na categoria Instituição Financeira Cooperativa
A Sicredi Rio Grande do Norte, maior instituição financeira cooperativa do estado, viveu uma noite histórica na última quinta-feira (6). A marca concorreu pela primeira vez e conquistou o primeiro lugar no Top Natal 2025, na categoria Instituição Financeira Cooperativa — um reconhecimento que reforça sua presença e credibilidade entre os natalenses.
Realizado há 23 anos pelo Sistema Tribuna de Comunicação, em parceria com a Consult Pesquisa, o Top Natal destaca as marcas mais lembradas pelos natalenses em diversos segmentos da economia. Nesta edição, como sempre é feito, foram entrevistadas centenas de pessoas das classes A, B e C, citando de forma espontânea as marcas que primeiro lhes vêm à mente em cada categoria.
A cerimônia de premiação aconteceu no Hotel Wish Natal e contou com a presença do presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro, do vice-presidente Marísio Almeida, do diretor-executivo Edvaldo Vasconcelos e do diretor de operações, Adriano Alves.
“É com imensa alegria e orgulho que celebramos essa conquista histórica, um marco que representa a consolidação de um trabalho construído com propósito, cooperação e proximidade real com as pessoas”, afirmou o presidente da Sicredi RN, Damião Monteiro.
O presidente destacou ainda que o reconhecimento é resultado do empenho coletivo de todos que fazem parte da instituição. “Essa premiação simboliza a confiança da comunidade e reafirma nosso compromisso de fomentar o desenvolvimento econômico e social nas regiões onde atuamos”, completou.
Sobre a Sicredi RN
Fundada em 1993, a Sicredi RN é a maior instituição financeira cooperativa do estado, com cerca de 30 mil associados. Presente em 11 municípios-polo — Natal, Parnamirim, Mossoró, Caicó, Currais Novos, Goianinha, Pau dos Ferros, São Gonçalo do Amarante, Assú, Apodi e Santa Cruz —, oferece soluções financeiras sustentáveis, alinhadas às necessidades dos associados e ao desenvolvimento das comunidades onde atua.

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Economia

Carnaval de Natal movimenta quase R$ 339 milhões e gera R$ 18,83 para cada R$ 1 investido, aponta pesquisa

Foto: Reprodução

O Carnaval de Natal 2026 movimentou cerca de R$ 338,98 milhões na economia da capital, segundo a pesquisa “Perfil do Folião do Carnaval de Natal 2026”, do Observatório Potiguar de Inovação do Turismo (Opotur), ligado à UERN. O valor representa crescimento de 12,8% em relação ao ano anterior. O levantamento aponta ainda que, para cada R$ 1 investido pela Prefeitura do Natal, o retorno estimado foi de R$ 18,83 para a economia local e os cofres públicos.

De acordo com o estudo, o evento reuniu público estimado em 1,065 milhão de pessoas, considerando as prévias e os dias oficiais de programação. A ampliação dos polos carnavalescos ajudou a manter os natalenses na cidade, o que aumentou o consumo em setores como alimentação, lazer, transporte urbano e serviços.

A pesquisa também registrou ocupação média próxima de 80% na rede hoteleira durante o período. Houve maior circulação de recursos em áreas tradicionais da festa, como Petrópolis, Ponta Negra e Redinha.

Mesmo com predominância de público local, o levantamento aponta impacto positivo na imagem turística de Natal. Segundo os dados, 92,4% dos participantes afirmaram que recomendariam o Carnaval e 88,5% disseram que pretendem voltar na próxima edição, reforçando o papel do evento como gerador de atividade econômica e visibilidade para a capital.

Veja o resultado completo da pesquisa AQUI.

Opinião dos leitores

  1. Sinceramente, essa matematica eu não entendo.
    Na minha cabeça, só contabilizo prejuízos.
    Festa caríssima, artistas contratados a peso de ouro e foliões brincando e se divertindo de graça.
    Não acho que Natal arrecadou muita coisa não.
    Blz?
    Agora, os Artistas de fora, hummmm!!
    Esses engordaram mais ainda a conta bancária.
    Com certeza.

    1. Não ouse contrariar pessoas que sempre falam mal da Lei Rouanet (que nem dinheiro público usa mas comprovadamente devolve várias vezes o valor investido) a quem usa dinheiro público e vem com essa lorota!
      O bom mesmo é gastar dinheiro público LITERALMENTE pagando festas pelo Brasil todo de “sertanojos” patriotas de bem !

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Brasil

Igrejas são mais que o dobro de escolas e hospitais, diz IBGE

Reprodução

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta 6ª feira (2.) dados do Censo 2022 com o mapeamento de mais de 111 milhões de coordenadas. O Brasil contabilizou 579.800 templos religiosos em 2022, mais do que o número de instituições de ensino (264.400) e unidades de saúde (247.500) somadas.

Foram 111.102.875 pontos registrados pelo levantamento. Desse total, 109,9 milhões (99%) foram validados posteriormente à coleta cadastrada originalmente no Censo 2022.

Segundo a pesquisa, 90,6 milhões (81,5%) são domicílios particulares e 104.500 (0,1%) são domicílios coletivos. O IBGE diz que cada coordenada geográfica se refere a uma espécie de endereços de domicílios ou outros tipos de uso, como lojas, bancos, prédios públicos, shoppings, entre outros.

O Censo 2022 também registrou as coordenadas de 11,7 milhões (ou 10,5% do total de endereços) de estabelecimentos de outras finalidades, além de 3,5 milhões de edifícios em construção ou reforma.

As coordenadas foram obtidas por meio de georreferenciamento durante as visitas dos pesquisadores. A prática atende a uma recomendação da Divisão de Estatística da ONU (Organização das Nações Unidas). Elas permitem a criação do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos.

O Censo 2022 foi o 1º em que o IBGE identificou a localização precisa de todos os endereços no território nacional. As coordenadas geográficas foram coletadas pelos mais de 180 mil recenseadores que trabalharam no Censo Demográfico 2022, por meio dos seus dispositivos móveis de coleta.

A finalidade da divulgação é a elaboração de políticas públicas. Ela também permite que empresas privadas pensem estratégias comerciais e que a população a consulte para uma série de finalidades, como a localização de endereços em áreas de risco no caso de enchentes, deslizamentos e queimadas, por exemplo.

“Esses dados estão à disposição da sociedade e das 3 esferas de governo, além de empresas, ONGs e instituições acadêmicas. Com essas coordenadas, os órgãos governamentais podem contabilizar com precisão os domicílios expostos a riscos de enchentes e deslizamentos, enquanto as empresas podem refinar suas estratégias comerciais, por exemplo”, diz o instituto.

Os dados podem ser visualizados na Plataforma Geográfica Interativa e no panorama do Censo 2022.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Com certeza não são as igrejinhas de interior como essa da imagem que ilustra essa postagem que fazem esse número chamar atenção. São as seitas que abrem um templo e cada esquina.

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Economia

Bares e restaurantes do RN sentem queda nas vendas e 25% já operam no prejuízo

Foto: Magnus Nascimento

Quase metade dos bares e restaurantes do Rio Grande do Norte registrou queda no faturamento em janeiro. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no estado, 45% dos empresários tiveram retração nas receitas em comparação com dezembro, enquanto 40% apontaram crescimento e 13% relataram estabilidade.

O estudo também mostra que um em cada quatro estabelecimentos operou no prejuízo no primeiro mês do ano, o equivalente a 25% do setor — índice levemente acima da média nacional, que ficou em 23%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 de fevereiro e 3 de março e acendeu um alerta para o desempenho financeiro do segmento.

De acordo com o presidente da Abrasel no estado, Thiago Machado, o início do ano costuma ser mais difícil para o setor. Ele aponta fatores como viagens para o litoral, Carnaval e a concentração de despesas típicas do período — como IPTU, IPVA e volta às aulas — que acabam reduzindo o consumo em bares e restaurantes.

Outro fator que pesa é o cenário econômico. Para o economista Helder Cavalcanti, a taxa básica de juros elevada e mudanças no comportamento do consumidor influenciam diretamente o movimento nos estabelecimentos. Segundo ele, parte do público tem priorizado hábitos mais saudáveis ou reduzido gastos com alimentação fora de casa.

Apesar do início de ano mais apertado, representantes do setor acreditam em recuperação ao longo de 2026, impulsionada por feriados prolongados e eventos como a Copa do Mundo. A expectativa é que o movimento volte a crescer já nos próximos meses, especialmente em cidades como Natal, onde restaurantes e serviços de delivery começam a retomar o fluxo habitual de clientes.

Com informações da Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Povo burro merece o que estar vivenciando infelizmente , votaram num ladrão e reconduziram a cena do crime ! O golpe das smarts urnas !

  2. ISSO TUDO É REFLEXO DESSA MENTIRA 👉🏿👉🏿👺👉🏿taxa de desemprego no Brasil no trimestre encerrado em janeiro de 2026 foi de 5,4%, a 👉🏿menor para esse período desde 2012,

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Opinião

Não podemos mais errar no combate à desinformação (fake news) – Por Herval Sampaio

Foto: Pedro França/Agência Senado

Por Herval Sampaio*

Em 2018 o Brasil conheceu de forma sistêmica o fenômeno que ocorrera dois anos antes, em 2016, no Reino Unido e nos Estados Unidos: a disseminação massiva e coordenada de fake news no processo eleitoral. Nosso país passou, naquele ano, por uma quebra de paradigmas que, nos anos seguintes, mostrou ter encontrado aderência social para se instalar e permanecer, causando tantos males à nossa democracia.

Feita a rápida contextualização do problema, chegamos a 2024, e embora o pleito deste ano tenha encerrado há pouco, algo, infelizmente, não cessou com o fim do Segundo Turno: os erros das pesquisas eleitorais para muito além das margens. Essa constatação, que não é novidade, está ancorada em dezenas de exemplos ocorridos ao longo desta quadra eleitoral por todas as partes do Brasil, e em especial no Rio Grande do Norte, Estado no qual moramos e nos orgulhamos, mas os dados a serem discorridos nos entristece e ao mesmo tempo nos fortalece no combate a esse direcionamento criminoso que alguns têm feito e com a mesma intensidade tem de ser reprimido e expurgado do nosso processo eleitoral.

A partir de um projeto desenvolvido em parceria com alguns pesquisadores, de monitoramento das pesquisas registradas desde 1 de janeiro até 20 de outubro, lastreado pelas bases de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), produzimos um estudo que reúne vasto acervo de informações que corroboram a premissa de que as pesquisas eleitorais tornaram-se um instrumento de desinformação (fake news) em massa, como modus operandi de partidos e políticos para lograr êxito nas disputas municipais, a saber: crescimento vertiginoso e atípico dos gastos com pesquisas, da quantidade delas, do preço médio, do número de institutos e do perfil dos contratantes, por vezes incompatível com o faturamento destes, dados irrefutáveis que merecem uma investigação muito rigorosa e criteriosa.

O primeiro dado que merece atenção diz respeito ao aumento dos gastos registrados no Brasil, comparando-se 2016 com 2024: foram R$ 71 milhões há 8 anos, e agora romperam a casa dos R$ 171 milhões. Ou seja, as 14,8 mil pesquisas registradas nesta eleição custaram R$ 100 milhões a mais. Isso implica dizer que o valor médio de cada levantamento cresceu de R$ 7,9 mil (2016) para R$ 11,5 mil (2024).

No Rio Grande do Norte, há números que chamam mais atenção sobre vários aspectos. O primeiro deles é o volume de recursos gastos com pesquisas registradas: R$ 5,3 milhões em 2024. Isso equivale a 8 vezes o que foi gasto na eleição de 2016 no estado (R$ 679 mil) – apenas em Natal, as cifras passaram de R$ 1,6 milhão agora, contra R$ 239 mil em 2016, com aumento de quase 7 vezes.

Quanto ao volume de levantamentos registrados, foram 744 neste ano, contra apenas 144 em 2016. Aumento de 600 pesquisas ou 416%. Isso fez com que o Estado ocupasse o 8º entre os 26 estados com mais pesquisas divulgadas, e 3 cidades aparecem entre as 30 do Brasil: Natal (4º, com 101), Parnamirim (23º, com 37) e São Gonçalo (30º, com 32). E Natal teve o crescimento mais vertiginoso, passando de apenas 15 em 2016 para 101 em 2024. Importante enfatizar, que no nosso estudo só consideramos as registradas no TSE. As chamadas “pesquisas internas”, realizadas pelas campanhas dos candidatos, é quase impossível no momento, de elaborar qualquer diagnóstico pela dificuldade na captação dos dados devido o seu caráter restrito aos contratantes/pagantes.

No que diz respeito aos institutos que atuaram no Rio Grande do Norte, o número saltou de 11 em 2016 para 31 neste ano, redundando em crescimento de 181% no comparativo. Na capital potiguar, no mesmo período, passaram de 4 para 19, equivalente a quase 5 vezes mais. A explosão numérica aqui mencionada é assombrosa por si só!

Com a elevada quantidade de institutos oferecendo serviços, criou-se um cenário no país inteiro, refletido de forma acentuada em solo potiguar, que nos parece ter desbordado na mercantilização das pesquisas, haja vista que o total de cidades do Estado que realizaram pesquisas subiu de 63 (2016) para 128 (2024), ou seja, mais do que dobraram.

Casos que ilustram o problema

A utilização de pesquisas como instrumento de desinformação tornou-se tão efetivo e presente nas eleições, que houve casos em que candidatos e partidos sentiram-se à vontade para, não apenas realizarem levantamentos, como fazê-los de forma pública, com registro oficial junto ao TSE, e compondo suas prestações de contas, sem qualquer constrangimento, e é nesta nódoa que para nós reside o problema.

No estado, tivemos candidatos a prefeito Coronel Ezequiel e São Bento do Trairí que contrataram, registraram e divulgaram pesquisas eleitorais ao longo da disputa. Houve também o caso de um partido (PSD) que contratou, registrou e deu publicidade a levantamentos onde seus candidatos concorriam, casos de Apodi, São Bento do Trairí e São Miguel do Gostoso.

Em outras cidades, houve candidatos que contrataram institutos de pesquisa com recursos de campanha, do fundo eleitoral, e esses institutos, mesmo diante do claro conflito ético, permaneceram publicando levantamentos na capital, casos da Consult, Exatus e Datavero, que no 1º turno tiveram suas projeções de véspera errando para além das margens de erro, inclusive na indicação de quais seriam os 2 candidatos a passarem ao 2º turno. Tais institutos obtiveram melhor desempenho no 2º turno, quando havia apenas 2 candidatos e a tendência de oscilação dentro das margens de erro é maior.

Também foi possível verificar situações, no mínimo, curiosas, como o fato de que ao menos 125 pesquisas registradas tiveram os institutos se autodeclarando como contratantes/pagantes dos trabalhos que eles próprios realizaram. É dizer que 1 a cada 5 serviços contratados foi ‘doado’. Inclusive apenas 2 institutos concentram a maioria desses 125 levantamentos. E esses dados ganham contornos mais chamativos quando se verifica que eles consumiram cerca de R$ 1,1 milhão. Ou seja, essas empresas vão na contramão a um princípio básico do capitalismo, a relação entre receitas e despesas, como forma de sobrevivência econômico-financeira.

Outro fato que chama atenção é que blogs, sites e portais foram responsáveis por R$ 2,5 milhões ou quase metade (47%) dos recursos que custearam as pesquisas, indicando uma representatividade desproporcional à fatia que ocupam do mercado publicitário potiguar. Tanto assim, que os veículos da mídia tradicional (TV e rádio) foram responsáveis por menos de 20% dos gastos, denotando também desproporcionalidade, neste caso inversa, da representatividade deles no mercado estadual. Tal fato nos faz se perguntar: o mercado dos blogs é tão virtuoso que permite investimento milionário? A pesquisa eleitoral é um “produto” rentável financeiramente capaz de tamanho gasto por seus proprietários?

Erros dos institutos

Para verificar o desempenho dos institutos é preciso utilizar um parâmetro justo e, no caso da eleição de 2024, no Rio Grande do Norte, o trabalho realizado por esses pesquisadores se valeu do comparativo entre os votos totais nas urnas e as intenções de votos estimuladas apontadas em cada levantamento, dentre aqueles realizados nos últimos 4 dias anteriores à eleição, particularmente do pleito das 6 cidades em que houve mais registros de pesquisas: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Apodi.

Ao final do primeiro turno, apenas 1 (TS2, em Mossoró) entre as 28 pesquisas avaliadas aproximou-se do resultado das urnas, dentro das margens de erro. Significa que apenas 3,5% das pesquisas tiveram desempenho certeiro, e no caso de Natal, apenas 1 instituto (AtlasIntel) acertou quais candidatos iriam ao 2º turno. Contraditoriamente, embora o instituto que mais se aproximou do resultado em Mossoró, foi o que trouxe o maior “erro médio” em Natal. Conforme o quadro abaixo, nenhum instituto conseguiu obter desempenho abaixo dos 3,5% de margem de erro:

Já no 2º turno ocorrido em Natal, embora tenham melhorado na precisão, os institutos realizaram 29 levantamentos entre 07/10 e 26/10, 11 dos quais divulgados nos últimos dias, e ainda assim, verificou-se uma oscilação com discrepâncias acentuadas, variando de maioria pró-Natália Bonavides em 1,5% e pró-Paulinho Freire em 20,5%, quando o resultado das urnas trouxe uma diferença de 10,1% em favor do candidato do União Brasil, como detalhado a seguir:

As estimativas capturadas pelos institutos Seta e Qualittá são simbólicos do problema, na medida em que apresentam cenários diametralmente opostos em vencedor e maioria, para muito além do razoável das margens de erro, merecendo, nosso sentir, uma investigação rigorosa como defendida, pois no mínimo é estranho imaginar que uma pesquisa que é científica, por excelência, apresente um disparate muito além das margens de erro, sem que se aponte nenhum fato excepcional justificador. Com a palavra o Ministério Público!

Sociedade unida é o caminho para resolver o problema

Nos parece que o universo das pesquisas eleitorais, ao seguir uma dinâmica quase que exclusivamente entregue à iniciativa privada, no caso do Brasil, criou ambiente propício à formação de um ciclo vicioso que envolve políticos, institutos e blogs/portais, envidados no propósito dos seus respectivos interesses individuais, a despeito do compromisso único e imaculável de expressar o pensamento coletivo em dado recorte temporal.

Dessa constatação, deriva a necessidade de que, de igual modo, a sociedade se mobilize para, a partir também de uma tríade (universidades, judiciários e mídia tradicional), se possa construir uma alternativa que permita entregar à população, quando dos pleitos bienais, pesquisas isentas, íntegras, permeadas da credibilidade e da expertise técnica da academia, conduzindo, nesse campo, ao protagonismo da ciência e não das fake news.

Isto não significa, em momento algum, sugerir o fim dos institutos privados. Ao contrário. Com isso, as empresas cuidariam de um nicho bem maior e afeto aos interesses de seus contraentes, que é o das pesquisas de consumo interno, que para atingirem seus escopos, nunca vai se permitir que a ciência não seja priorizada, já que os resultados servirão realmente para a campanha e eventual governo.

Para completar, sugere-se que ao final de cada eleição, as universidades publicariam um ranking de desempenho dos institutos, de acordo com o erro médio calculado a partir do comparativo entre intenção de votos estimulada e votos totais nas urnas, a servir como balizador da reputação de todos os que participaram do pleito, como uma espécie de agência de checagens como existe no combate às fake news.

Ao contrário de uma pesquisa cientificamente fundamentada por uma universidade respeitada, uma pesquisa eleitoral sem a devida transparência e quem sabe, manipulada e tendenciosa, pode influenciar no resultado de uma eleição e na democracia.

Ao fim e ao cabo, estamos chamando atenção para o problema e dando uma pequena contribuição ao debate público, tentando unir a academia e o judiciário para oferecer alternativas a contornar a gênese da questão, porque se atores sociais como o – TSE, as universidades públicas e a mídia tradicional, sem olvidar os blogs e demais atores da mídia social que não aceitem participar de farsas – não se unirem para implementar iniciativas concretas como as aqui sugeridas, correremos o risco de repetir em 2026 o processo de corrosão e fragilização da democracia de modo ainda mais agudo, institucionalizando-se via “pesquisas fake news” na nossa cara e sem pudor, violando vários atos normativos de uma vez só, inclusive a nova resolução do TSE de combate à desinformação. Feito o alerta!

*José Herval Sampaio Júnior é Juiz de Direito TJ/RN, Doutor em Direito Constitucional pela UFPR e Professor do Curso de Direito da UERN.

Opinião dos leitores

  1. Esse magnifico trabalho do Doutor José Herval Sampaio Júnior, deveria se tornar a bussola para que as autoridades brasileiras e os politico se debrucem, em busca não só do aperfeiçoamento mas da moralização dessa ferramenta desagregadora da nossa DEMOCRACIA, usada como uma verdadeira banca de negócios nas campanhas eleitorais. Vale ressaltar que grande parte do seu efeito negativo, foram os mais de 33.000.000 (21,2%) de abstenção em todo o Brasil e 150.000 (26%) em Natal, no Segundo turno

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Política

Vale do Açu: vereadora Delkiza Cavalcante vai representar Assú e região na chapa de deputada federal pelo PSDB

Foto: Reprodução

Mulher, ela mostra alternativas e lembra que mais de 90% do eleitorado não tem ainda nome para a Câmara dos Deputados

Já que os níveis de desigualdade entre homens e mulheres nas esferas social, econômica e política são alarmantes, com altos índices de violência contra a mulher, precarização do trabalho feminino e sub-representação das mulheres na política, a vereadora Delkiza Cavalcante ingressou no PSDB e vai colocar seu nome a disposição da região do Vale do Açu, como deputada federal. Ela fará dobradinha em Assú e região com o deputado estadual Gustavo Carvalho (PSDB).

“Estou no segundo mandato de vereadora em Assú. Criamos a Frente Parlamentar em Defesa da Mulher. Vamos cobrar um orçamento para ampliar a rede de proteção para a mulher vítima de violência. No Brasil, com 5.700 municípios, nós só temos 381 delegacias especializadas de mulher. Num país com tantos municípios, nós só temos 139 varas judiciais especializadas da mulher. A grande maioria dos estados só tem uma casa abrigo para atender todas as denúncias que chegam”, argumentou a pré-candidata a deputada federal pelo PSDB.

Delkiza Cavalcante, além de vereadora na cidade de Assú, é historiadora pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) e especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). “No ranking da União Interparlamentar sobre a participação das mulheres na política em 190 países, o Brasil ocupa a posição 145, ficando atrás de quase todos os países da América Latina. No Rio Grande do Norte, as mulheres é maioria no eleitorado de mais de 2 milhões e meio, em todos os 167 municípios do Estado”, frisa a representante do Vale do Açu.

Nos quatro primeiros meses de 2022, o Rio Grande do Norte ganhou 17.374 novos eleitores de 16 e 17 anos. Até abril deste ano, o Estado contabilizou 31.947 jovens nessa faixa etária aptos a votar nas Eleições de 2022. “Quem vai contribuir com o primeiro voto precisa ter acesso as informações e saber escolher seu representante. Vamos fazer história em 2022 e colocar mais mulheres representando o nosso Estado no Congresso Nacional. As pesquisas registradas apontam mais de mais de 90% do eleitorado que não sabe ou votam em nenhum para deputado federal, como mostrou a Consult, na Tv Ponta Negra”, diz Delkiza Cavalcante.

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Saúde

Quase três milhões de brasileiros consomem cigarros eletrônicos, diz Ipec

Foto: Sergio Lima/Poder 360

O número de brasileiros que consomem regularmente dispositivos eletrônicos para fumar cresceu nos últimos anos. Uma pesquisa recente do Ipec, com dados de 2023, mostra que 2,9 milhões consomem os vapes no país. O número é cinco vezes maior do que o divulgado na pesquisa feita no ano anterior, quando 2,2 milhões de brasileiros afirmaram consumir os dispositivos.

O consumo cresce no Brasil mesmo em meio à proibição da Anvisa e preocupa especialistas, já que os dispositivos eletrônicos para fumar são proibidos no país desde 2009. A Agência está com uma consulta pública aberta até o próximo dia 9 de fevereiro, onde a população pode defender a regulamentação dos dispositivos para fumar, o que já é uma realidade em cerca de oitenta países.

Para o pneumologista Rodolfo Behrsin, os cigarros eletrônicos regulamentados seriam uma garantia a mais aos consumidores. “São produtos que eles reduzem bastante a toxicidade quando a gente compara com o cigarro tradicional. Diferente de produtos que não tem essa certificação – esses, sim, são produtos feitos sem nenhum critério sanitário, sem higiene.”

Outra preocupação é o acesso dos jovens aos vapes. No Brasil, o consumo é proibido para menores de 18 anos, mas dados do IBGE mostram que adolescentes de 13 a 17 anos estão consumindo mais os cigarros eletrônicos. Cerca de 18% dos alunos de escolas particulares já experimentaram vapes.  Gonzalo Vecina, ex-diretor da Anvisa explica o motivo desse crescimento. “Ele (o cigarro eletrônico) tem um apelo aos jovens muito grande e o fato dele ter algumas possibilidades de sabor, de algum tipo de condimento especial, ele ainda é mais atrativo que o cigarro comum.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Saúde

Fila do SUS coloca vida da população em risco, diz pesquisa

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

A atual fila do Sistema Único de Saúde (SUS) coloca a vida da população brasileira em risco, segundo um estudo do Instituto Locomotiva. A pesquisa “A Classe C e a Saúde: os desafios de acesso a exames e consultas” traz um retrato sobre as dificuldades enfrentadas por mais de 100 milhões de pessoas que dependem do sistema público de saúde.

Segundo o estudo divulgado na sexta-feira (21) , 94% dos brasileiros da Classe C concordam com a seguinte frase: “o tempo de espera para a marcação e realização de consultas e exames no SUS coloca em risco a vida de muitos brasileiros”.

O instituto conclui que a maioria das pessoas de Classe C sofre principalmente quando busca por uma consulta com um especialista. Nove em cada dez brasileiros desta faixa econômica que tentaram uma consulta pelo SUS afirmam que o tempo de espera foi longo.

  • 60%: tempo de espera para consultas com médicos especialistas foi muito longo
  • 56%: tempo de espera para exames foi muito longo
  • 46%: tempo de espera para consultas com médicos generalistas foi muito longo

A pesquisa aponta que uma parte dos brasileiros convive com doenças que poderiam ter sido evitadas se o SUS fosse mais ágil. Por exemplo, 24% dos cidadãos apresentaram piora no quadro de saúde por causa do tempo de espera para conseguir uma consulta ou exame na rede.

A demora nos atendimentos e as consequentes complicações na saúde fizeram com que os brasileiros da Classe C buscassem a rede privada de saúde. De acordo com o Locomotiva, 72% das pessoas viveram ou conhecem alguém que passou por essa situação.

Além disso, cerca de um a cada três brasileiros de Classe C já desistiram de uma consulta muito demorada no SUS e arcaram com custos de um atendimento particular.

O levantamento também aponta que a população vê benefícios na integração entre os sistemas público e privado, com 95% dos entrevistados apoiando medidas que facilitem o compartilhamento de informações entre os dois setores.

A pesquisa foi realizada com 1.500 pessoas em 127 cidades de todas as regiões do Brasil. Foram entrevistados homens e mulheres com 18 anos ou mais, entre 19 e 21 de novembro de 2024.

As conversas foram feitas virtualmente e a margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos percentuais.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. O bom de tudo isso é que o nosso presidente, sempre que precisa de atendimento médico, é o SUS que ele procura. Pelo menos isso.

    1. Claro que assim o faz. Afinal ele se define como mais um da população mais humilde do Brasil, seria inaceitável se procedesse de outra forma, né? Já imaginou se depois que tudo que ele já falou, agisse de forma diferente? Seria algo inconcebível.

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Política

CONVENÇÃO: Liderando as intenções de votos, Fernanda Costa tem nome homologado como candidata a prefeita de Santa Cruz

Fotos: Cedida

A médica Fernanda Costa (PL), a ‘Dra. Fernanda,’ teve o seu nome homologado como candidata a prefeita de Santa cruz, durante convenção do PL realizada neste domingo, dia 28, no Ginásio Poliesportivo Deputado Marcílio Furtado, que ficou completamente lotado com a presença de populares e aliados políticos vindos de várias regiões do estado. Esposa do vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Tomba Farias (PSDB), ‘Dra Fernanda’ enfrentará a campanha eleitoral liderando as intenções de votos, como mostrou pesquisa do Instituto Consult, realizada em 25 de junho e que lhe conferiu 54,6% da preferência do eleitor no cenário estimulado.

Em seu discurso, Dra. Fernanda destacou o fato de Santa Cruz ter que continuar avançando. “Pertenço ao um grupo político, que há mais de 20 anos, sob a liderança de Tomba, é responsável pelo avanço que fez com que Santa Cruz seja o que é hoje. A gente vem não só para focar no desenvolvimento, mas também no acolhimento daquela parcela da sociedade que mais precisa de nós”, ressaltou a candidata que terá como companheiro de chapa o gestor público Francisco Nogueira, filiado ao PODEMOS.

Emocionada, ‘Dra, Fernanda’ falou da saudade de voltar à praça pública e manter contato direto com a população, teceu elogios ao prefeito Ivanildo Ferreira, o “Ivanildinho”, e assegurou ainda que irá construir com o povo as soluções para os problemas e demandas que forem apresentados.

Tomba Farias, por sua vez, destacou que, quando eleita, Fernanda Costa continuará fazendo Santa Cruz se desenvolver. “Nossa cidade não pode retroceder. Santa Cruz é hoje a cidade que mais cresce no Rio Grande do Norte e essa realidade tem que ser ampliada ainda mais”, ressaltou.

O vice-presidente da AL/RN agradeceu as presenças dos senadores Rogério Marinho e Styverson Valetim e do deputado federal Robinson Faria, todos responsáveis pela destinação de emendas importantes para a realização de obras na cidade. “Eu não peço a ninguém nada para mim, nem para a minha família. O que eu peço é para o meu povo, para a minha querida Santa Cruz, que tem que continuar avançando”.

Tomba Farias, ainda em seu discurso, falou da importância da família e agradeceu o apoio e compreensão de seus filhos, Luiz Miguel, Luiz Fernando e Maria Luiza, que compareceram ao evento político.

Para o senador Rogério Marinho (PL), quando eleita, Fernanda deverá fazer “uma gestão maravilhosa, pela experiência que tem e pelo o fato de já ter exercido um mandato como prefeita. Já Styverson Valetim (PODEMOS) se disse “feliz” com a candidatura de ‘Dra. Fernanda’ que, segundo ele, dará continuidade à gestão de Ivanildinho.

Por sua vez, o deputado Robinson Faria (PL) apontou Fernanda como “a candidata do povo de Santa Cruz, um nome já testado e aprovado”. O parlamentar lembrou ainda da empatia que a candidata tem com a população. “Ela é uma médica, uma grande gestora que atende a todos de forma carinhosa e afetuosa”, definiu.

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Cidades

Recomendação do MPF não foi feita em outras engordas, diz Prefeitura

Foto: Adriano Abreu

O processo de licenciamento da obra da praia de Ponta Negra ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (18). Isso porque o Ministério Público Federal (MPF) recomendou que o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) não emita a licença ambiental autorizando o início das obras sem que antes faça uma Consulta Pública com comunidades tradicionais acerca do projeto com base na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Segundo o secretário de Meio Ambiente de Urbanismo (Semurb), Thiago Mesquita, a exigência do MPF não foi feita em outras cidades que fizeram obras de engorda e que o trabalho de consulta junto a comunidade pesqueira foi feito com audiência pública promovida pelo próprio Idema. A recomendação não tem caráter obrigatório e não necessariamente precisa ser seguida pelo Idema.

“A tomada de decisão em relação a alguma recomendçaão de qualquer ente de controle é do órgão licenciador, nesse caso o Idema. O órgão tem toda a autonomia de acatar ou não e é uma recomendação que fere um princípio claro no aspecto técnico de engenharia. Obviamente não há nenhum motivo para não iniciar a obra sem fazer essa consulta. A consulta pode até ser condicionada pelo Idema dando prazo ao município se ele entender que há necessidade de se fazer isso. Agora: não iniciar a obra e dizer que há um prejuízo ambiental que pode comprometer a questão de execução da obra aparentemente não existe. E esperamos que o Idema tenha a postura dos outros estados que licenciaram obras de engorda de não condicionar esse tipo de situação a emissão da licença”, disse Thiago Mesquita.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. A CIDADE ESTÁ UM CAOS TOTAL, ENTREGUE AS BARATAS LITERALMENTE. NINGUÉM SE IMPORTA COM NADA, BRIGA DE EGOS DO QUEM PODE MAIS MANDA.. ESTADO QUE ERA LINDO, AGORA ESTÁ ABANDONADO O CENTRO DE NATAL UM DESERTO , MUITAS LOJAS FALIRAM, COMERCIANTES FECHANDO AS PORTAS PORQUE NÃO TEM INCENTIVOS, O QUE TEMOS É IMPOSTOS ALTOS ATÉ DO AR QUE RESPIRAMOS. ATÉ O SALÁRIO DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO MUDOU AS DATAS É CADA 20, 25 DE CADA MÊS, DAI PAGAMOS BOLETOS COM JUROS. ESSE PT VEIO PARA DEIXAR O POBRE CADA VEZ MAIS POBRE. QUE SE LIXE O POVO. A FESTA DO PÃO E CIRCO E QUEM VOTOU E NÃO VOTOU NESSES PETISTAS, OS PALHAÇOS QUE SOMOS NÓS.

  2. SÓ TEM ATRASOS PRA ESSA CIDADE CHAMADA NATAL, ENQUANTO ISSO O DESEMPREGO ASSOLA A CIDADE PORQUE NÃO TEM TURISTAS. EM JOÃO PESSOA BEM ALI, A ORLA A COISA MAIS LINDA DE SE VER PORQUE PODERES CONSTITUÍDOS TRABALHAM EM PROL DA SOCIEDADE, DEIXAM AS DIVERGÊNCIAS POLÍTICAS PRA LÁ, AQUI O QUE VEMOS É A CIDADE ABANDONADA, LIXOS , SEM SANEAMENTO BÁSICO, RATOS NAS ORLAS, A ZONA NORTE ABANDONADA, CRIMINALIDADE SÓ AUMENTA A CADA DIA, ESSA TAXA DE VIOLÊNCIA BAIXA É MENTIRA. SENHORES TURISTAS NÃO VENHAM PRA NATAL. AQUI QUEM MANDAM SÃO OS POLÍTICOS CHEIOS DE EGOS INFLADOS.

  3. O que mais me impressiona é o silêncio da FUNPEC, afinal foi contratada pra isso. É como eu contratar um advogado pra me defender e eu continuar falando.

  4. Tudo junto e misturado. Infelizmente, hoje, o MP, funciona como um grande parceiro e puxadinho do Partido das Trevas. Quando a esquerda não tem argumentos para convencer a população que o atraso em nosso estado deve imperar, aciona seu parceiro para ajudar nesse atraso. Enquanto isso, o desastre nos serviços públicos como educação, saúde e segurança pública esse parceirão está de olhos fechados e não cumpre suas funções… Enfim… Tudo liberado e descendo ladeira abaixo!

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Geral

MPF pede que licença da engorda não seja liberada sem consulta a comunidades afetadas pela obra

Foto: Semurb / Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta quinta-feira (18) que a engorda da Praia de Ponta Negra não seja liberada sem que a Prefeitura do Natal comprove que realizou uma consulta prévia, livre e informada” às comunidades que podem ser afetadas pela obra.

A recomendação foi assinada pelo procurador Daniel Fontenele Sampaio Rocha e é endereçada ao Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), que é responsável pelo licenciamento ambiental da obra.

Segundo o MPF, a consulta deve ocorrer com base na Convenção 169 da OIT, que traz regras específicas para que a consulta aconteça. Na recomendação, o procurador estabelece que “consulta prévia é um direito fundamental das comunidades tradicionais” e “não se confunde com reuniões meramente informativas ou audiências públicas”.

A comprovação de que a consulta ocorreu é uma das exigências que vêm sendo apresentadas pelo Idema para não liberar a obra da engorda de Ponta Negra. A prefeitura, por sua vez, tem alegado que realizou audiências com a população que será afetada pela obra, porém não tem comprovado que adotou as regras da OIT 169 – cobradas agora pelo MPF.

Como mostrou a 98 FM, na última segunda-feira (15), a Federação dos Pescadores Artesanais do Rio Grande do Norte (Fepern) informou que pediu acesso aos autos do processo da obra alegando que a comunidade não foi ouvida sobre a engorda.

“Temos sido procuradoras pelos pescadores da Vila de Ponta Negra, preocupados com os impactos que a obra poderá ter na atividade pesqueiraÉ importante dizer que, até o presente momento, nem a Fepern e nem a colônia de pescadores de Natal foram consultadas ou oficiadas por nenhum órgão interessado na engorda, o que é muito preocupante”, afirmou José Francisco dos Santos, presidente da Federação.

O que é a engorda

A engorda de Ponta Negra consiste no alargamento na faixa de areia da praia, com até 50 metros na maré cheia e 100 metros na maré seca. A intervenção é considerada fundamental para frear o processo de erosão que atinge o Morro do Careca.

A engorda será feita a partir de uma retirada de areia submersa trazida de uma jazida em alto mar para Ponta Negra. A obra vai custar mais de R$ 73 milhões e será realizada pelo consórcio formado pelas empresas DTA e AJM.

Em 2023, o Idema emitiu a Licença Prévia, que permitiu a realização dos serviços até aqui.

Fonte: Portal 98Fm

Opinião dos leitores

  1. Seria ótimo que essa DESGOVERNADORA ODIOSA A NATAL, PUDESSE MORAR LA NA BAIXA DA EGUA, ESSA INFELIZ DO BOTA NATAL PRA TRÁS.
    Lula deveria acabar de vez com esses MP ESTADUAL D FEDERAL, NAO SERVE PRA NADA, SO PRA ATRAPALHAR E GANHAR DINHEIRO FACIL

  2. Se não dá para fazer a engorda pq não aproveita e recolhe o lixo da praia, limpa os banheiros, varre o calcadao. Essa engorda virou pretexto pra ninguém fazer nada

  3. Eu, se fosse prefeito, ligaria o FODA-SE, e deixava essa barca afundar. Lembrando a todos que o crime ambiental, com a destruição do Morro do Careca, foi devido às forças NÃO ocultas do mal que atuaram no diretor Verner FRAKASSO, e que esse governo deve receber a rejeição nas urnas para o Senado. Sinto falta de uma antiga promotora que proibia até menino de fazer xixi na praia de Ponta Negra, pra não matar peixinhos. Hoje pode tudo. Ela Nunca me enganou.

  4. Sobre esse processo das engordas, no casos dos pescadores, a prefeitura de Natal deve tomar a devida providência para compensar o período da interrupção da pesca, pois é só o pessoal da pesca de Ponta Negra que deve ser na faixa de 200 pescadores. A exemplo da pesca da Lagosta que os pescadores recebem um salário como ajuda, também durante os trabalhos da engorda, essa providência deverá ser tomada. Trata de um trabalho que irá melhorar para os comerciantes, turistas etc. Para que conhece Fortaleza, sabe que a orlá maritima de suas praias chegam a uns 200 metros de areia

    1. Ponta Negra tem entre 10 e 15 pescadores. A grande maioria morreu ou abandonou a profissão. Isso é coisa do PT, do Daniel Valença e Bonavides. Pq o MPF não pergunta aos ambulantes, quiosques e barraqueiros ? O ministério público sendo político.

  5. A praia parece um açude de pequena e fica esse cabaré,que ninguém aguenta mais!Quem é contra a engorda é contra o Rio Grande do Norte.

  6. A engorda de Fortaleza ficou horrível; no final da praia há uma barreira de pedra, que torna impossível o banho. Vão acabar com Ponta Negra.

    1. Pelo relato do amigo posso afirmar que nunca foi a Fortaleza… morei lá na década de 90 e hoje, aquela praia tem vida própria. PESCA, NATAÇÃO, DIVERSAO; tudo isso e mais um pouco…

  7. Já falei que esqueçam dessa engorda. A cara do atraso. Pelo jeito o MPF já tem a solução para a erosão do morro do careca.

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Saúde

Estudo sugere que uso do adoçante xilitol aumenta risco de AVC

Foto: Alina Rosanova/Getty Images

Pesquisadores da Universidade de Cleveland, nos Estados Unidos, publicaram um estudo nesta quinta-feira (6/6) que associa o adoçante xilitol a um aumento do risco de infarto e de acidente vascular cerebral (AVC).

A pesquisa, divulgada no European Heart Journal, foi feita em humanos e mostrou que doses altas da substância podem estar associadas a problemas cardiovasculares.

A equipe é a mesma que mostrou uma ligação do risco de AVC com o uso de eritritol em fevereiro de 2023. Esses são os dois únicos tipos de adoçantes que eram mantidos fora da lista de restrições de consumo da Organização Mundial da Saúde (OMS), ou seja, eram considerados os mais saudáveis até então.

No caso do xilitol, a substância é usada em vários produtos industrializados, de doces à pasta de dente, por adicionar sabor adocicado sem aumentar a quantidade de calorias ou alterar a textura do produto.

“O estudo ressalta a necessidade de investigar adoçantes artificiais, principalmente porque continuam a ser recomendados no combate a condições como obesidade ou diabetes sem considerar os riscos”, afirma o médico Stanley Hazen, líder do estudo, em comunicado à imprensa.

A pesquisa foi feita com 3,6 mil pessoas que tiveram sangue colhido e analisado a partir de diferentes técnicas, além de passarem por avaliações cardíacas.

Adoçante foi ligado ao AVC

Também foi feito um estudo em menor escala, com dez pessoas, para avaliar os efeitos do consumo de xilitol na função plaquetária em voluntários saudáveis. Todos os pesquisados foram acompanhados durante três anos.

Aqueles que tinham níveis mais elevados de xilitol no corpo tiveram maior chance de morrer por infarto e por AVC. Segundo os médicos, o risco aparece já que a substância pode causar uma maior coagulação sanguínea, facilitando episódios de trombose.

No sangue colhido dos voluntários em jejum, os pesquisadores descobriram através de cromatografia que o plasma tendia a coagular mais quando havia altos níveis de xilitol. Embora o risco tenha sido apontado como evidente em todos os métodos de testes, Hazen destaca que não há risco para o consumo eventual, apenas se em excesso.

“Não temos que jogar fora a pasta de dente se ela tiver xilitol, mas devemos estar cientes de que o consumo de um produto contendo níveis elevados da substância pode aumentar o risco de eventos relacionados a coágulos sanguíneos”, diz.

Metrópoles

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Geral

Consumo de arroz e feijão no Brasil diminui e atinge menores índices desde os anos 1960

Foto: Antonio Cruz/ABr

A preferência do brasileiro pelo tradicional arroz com feijão não é mais a mesma. O consumo atingiu os menores índices desde a década de 1960. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) acompanha o consumo desses alimentos no país há mais de 60 anos.

O pico de consumo médio de arroz por pessoa ao ano foi na década entre 1991 e 2000, com 47 quilos. Desde então, a quantidade começou a cair. No ano passado, chegou a 34 quilos — o menor índice desde o início da série histórica.

No caso do feijão, o maior consumo foi na década de 1961 a 1970, com média de quase 23 quilos. Em 2024, também atingiu o menor índice da série histórica.

O pesquisador da Embrapa, Alcido Wander, lembra que a mudança nos hábitos da população foi determinante para essa redução.

Alcido Wander, pesquisador da Embrapa Arroz e Feijão, explica: “Nas décadas de 1960 e 1970, tínhamos famílias mais numerosas, com mais filhos. Era outra realidade, onde também havia muito o hábito de fazer a comida em casa. No ambiente urbano, essa vida é mais corrida, e em toda esquina há uma opção de algo rápido sendo oferecido.”

A falta desses grãos no prato dos brasileiros é motivo de preocupação para pesquisadores da área de saúde. O feijão, principalmente, é considerado um marcador da alimentação saudável. O consumo menor pode representar um fator importante para o aumento de doenças crônicas.

Débora Malta, médica, pesquisadora e professora da Escola de Enfermagem da UFMG, destaca: “Eles protegem da obesidade e, por consequência, também das doenças crônicas não transmissíveis. Nós temos que chamar atenção para a necessidade de o brasileiro retornar à sua alimentação tradicional. A dupla arroz com feijão é imbatível.”

Opinião dos leitores

  1. Viva Luladrão, é que o brasileiro trocou o velho feijão com arroz por picanha.
    Kkkkkk.
    Faz o L.
    Macarrão e o bife do oião.
    Faz o L.
    Burros.

  2. Claro que o consumo de arroz e feijão diminuiu, o povo só comendo picanha, e esse caso de bebida adulterada é porque está faltando no comércio o povo bebendo cerveja com picanha demais

  3. Se compra comida com dinheiro e não com promessas, como faz o governo petralha que está levando o dinheiro de todo mundo com impostos sem nada em troca…

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Brasil

IBGE vai medir peso das bets nos gastos dos brasileiros

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Os gastos de brasileiros com plataformas de apostas online, conhecidas como bets, serão medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2024/2025, que vai a campo a partir de 5 de novembro.

O IBGE explica que os jogos de azar, como as loterias oficiais, já faziam parte da última edição da POF, que coletou dados entre 2017 e 2018. Naquela época, porém, as bets ainda não existiam no Brasil. Fenômeno de impacto crescente na economia brasileira, o gasto com esses jogos será medido pela primeira vez na POF 2024/2025.

Segundo o IBGE, esta edição da POF também vai incluir um módulo que, de forma inédita, pesquisará o uso do tempo dos brasileiros.

Desde 1970, a POF desenha a cesta de compras do brasileiro e atualiza a lista de gêneros de consumo que é referência para o cálculo do índice oficial de inflação do país, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por meio de questionários bastante detalhados, o IBGE consegue saber quanto do orçamento das famílias é destinado a cada tipo de gasto, como alimentos, roupas, medicamentos ou passagens de ônibus, por exemplo.

Com esta pesquisa, o IBGE avalia as estruturas de consumo, de gastos, de rendimentos e parte da variação patrimonial das famílias, oferecendo um perfil das condições de vida da população a partir da análise dos orçamentos domésticos.

Além das informações diretamente associadas à estrutura orçamentária, várias características dos domicílios e das famílias são também investigadas, incluindo a autoavaliação subjetiva sobre qualidade de vida.

Fonte: Agência Brasil

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Geral

OFICIAL: Fátima Bezerra confirma que vai encerrar o mandato de Governadora até o fim “Meu compromisso é com o povo potiguar”

A governadora Fátima Bezerra (PT) anunciou nesta terça-feira (17) que não vai concorrer ao Senado e concluirá seu mandato como governadora para “honrar o compromisso com o povo do Rio Grande do Norte assumido em 2022”, quando foi reeleita.

“Os mandatos que exerci como deputada e senadora sempre respeitaram o eleitor e foram exercidos com ética e espírito público. Portanto, meu retorno ao Senado, conforme desejo de parte expressiva do eleitorado, verificado em pesquisas de intenção de voto, bem como de meu partido, seria para trabalhar ao lado do presidente Lula por mais investimentos para nosso Estado e para lutar por garantir a democracia e a governabilidade”, afirmou Fátima.

O PT deve apresentar nos próximos dias um novo nome para a disputa ao Senado em substituição a Fátima, que lamentou o fato de seu vice Walter Alves (MDB) ter rompido o pacto firmado com o povo e com ela em 2022 e desistido de assumir o governo.

“Compromissos exigem maturidade. São escolhas e motivações que o tempo há de esclarecer, mas que serviram aos interesses de uma velha elite política e econômica que jamais suportou o fato de o Rio Grande do Norte ser governado por uma mulher de origem humilde, sertaneja e cuja carreira política se construiu na luta pela conquista de cidadania e direitos individuais e sociais”, disse Fátima.

A governadora descartou, portanto, submeter o estado a uma eleição indireta na Assembleia Legislativa para escolher um governador-tampão, o que aconteceria se ela deixasse o cargo e seu vice não assumisse.

“Se olharmos para dez anos atrás, veremos servidores sem salários, presídios tomados por facções rebeladas, policiais sem dinheiro para comer. Esse é o Estado que herdamos e para o qual não queremos voltar. O RN está muito melhor do que já foi! Eu não poderia, portanto, arriscar tudo isso em uma eventual eleição indireta.”

Fátima completou: “Com coragem, responsabilidade e compromisso, em primeiro lugar com o povo potiguar, e após consulta ao meu partido, abro mão de disputar o Senado para seguir governadora até o último dia de meu mandato. É Lula presidente, é Cadu governador, com o PT no senado, ao lado dos aliados do campo popular e democrático. Sigamos!”

Leia abaixo a carta da governadora na íntegra:

“A coragem sempre me acompanhou, desde quando migrei da Paraíba para estudar, até quando renunciei a reeleições, sem falsa modéstia, asseguradas para me lançar a desafios até então impossíveis para alguém de sobrenome comum e do povo. Nunca tive medo da disputa eleitoral pois sempre me coloquei a serviço de um projeto maior de nação e de sociedade, que é maior que minha própria vida.

Coragem para disputar o Senado, em 2014, colocando em xeque a única cadeira que o PT do RN tinha no Congresso Nacional. Coragem para renunciar à metade do mandato de senadora, em 2018, para disputar o governo do estado e assumi-lo em situação crítica e precária. Houve quem dissesse que eu não duraria um semestre na cadeira de governadora.

Agora, tenho coragem também de renunciar a uma disputa que era legítima, esperada, necessária – por tudo que estará em jogo no senado federal a partir de 2027, com a ofensiva da extrema-direita contra a democracia – para seguir defendendo os interesses do povo do Rio Grande do Norte. Esse era o desejo de Lula, do PT e de parte expressiva do eleitorado como já constatado em pesquisas.

O que distingue mulheres e homens dos meninos é a maturidade, a seriedade, a ética e o compromisso público. Nunca me guiei por oportunismo ou interesse próprio. Minha vida sempre esteve a serviço de melhorar a vida do povo e para isso trabalhei como deputada estadual, deputada federal, senadora e governadora. Não há cargo no senado que valha minha coerência, meus valores, minha honradez e meu compromisso com o Rio Grande do Norte.

Os mais de um milhão de votos que recebemos quando reeleita governadora serão honrados por mim até o último dia de mandato. A coragem e, repito, o compromisso, em primeiro lugar com o povo potiguar, me mandam agora ficar e garantir a construção do hospital metropolitano, a duplicação da BR 304, a concretização das obras da transposição do Rio São Francisco. Evitar qualquer retrocesso e garantir novas conquistas.

Eu jamais esquecerei como peguei o Rio Grande do Norte: servidores sem salários, fugas e rebeliões nos presídios, policiais dependendo de doação de cestas básicas. Esse foi o Estado que herdamos e para o qual não temos o direito de retroceder. O RN hoje não deve aos servidores, tem estradas recuperadas, segurança reconhecida e valorizada.

Hoje, no RN, temos o dobro de escolas em tempo integral e profissionalizantes, inclusive uma rede de novos IERNS – o IF potiguar; temos saúde em todas as regiões do estado, dispensando deslocamentos para Natal para exames e cirurgias; temos novas delegacias da mulher, mulheres sem barreiras para entrar na PM, patrulha Maria da Penha ampliada e um combate firme ao feminicídio.

Temos outro estado, meu querido povo potiguar. E eu tenho um amor imenso por essa terra, por nossa gente, por cada cantinho desse Rio Grande que passou a ter Norte, esperança e um futuro promissor. Esse amor me faz ficar, numa decisão que não é pequena nem qualquer. Não ter vaidade nos ajuda a ter sobriedade mesmo frente às injustiças.

Para viabilizar a candidatura ao Senado, era necessário que o vice assumisse o governo, mas ele rompeu o compromisso firmado em 2022, atendendo a interesses de uma velha elite que nunca aceitou um RN governado pelo povo. São escolhas e motivações que o tempo há de esclarecer e que o impediram de assumir a tarefa mais honrosa que um cidadão pode ter: governar o Estado.

Um movimento articulado para tirar o PT do Senado. Não vão conseguir. Ao longo desses anos, muitas Fátimas se forjaram na luta política e social e seguirão ocupando, cada vez mais, os espaços de poder. Eles tentaram nos enterrar, mas não sabiam que éramos sementes. O RN vai florescer com Cadu governador, com o PT no senado, ao lado dos aliados do campo popular e democrático, e com Luiz Inácio Lula da Silva presidente!

Fátima Bezerra
Natal, 17 de março de 2026.”

Opinião dos leitores

  1. Como essa senhora é cara de pau. Se ele tivesse compromisso com os potiguares não tinha quebrado o estado

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Economia

Com alta de 6%, consumo deve movimentar R$ 91,4 bilhões no RN

Foto: ALEX RÉGIS/ TRIBUNA DO NORTE

As famílias potiguares devem movimentar aproximadamente R$ 91,4 bilhões em bens de consumo em 2024, o que representa um crescimento de 6% no comércio do Rio Grande do Norte em comparação com o ano passado (R$ 86,2 bilhões). Os setores automotivo, de alimentação, de habitação, higiene e cuidados pessoais são os que possuem os maiores potenciais de consumo.

A conclusão é da Pesquisa Índice de Potencial de Consumo (IPC Maps), que se baseia na previsão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2%. Em todo o País, os consumidores deverão desembolsar R$ 7,3 trilhões, uma alta de 2,5%.

Em relação aos hábitos de consumo, a pesquisa verificou que as maiores despesas do potiguar serão com habitação (R$ 15,17 bilhões); alimentação no domicílio (R$ 10,60 bi); veículo próprio (R$ 9,47 bi) alimentação fora de casa (R$ 6,04 bi); higiene e cuidados pessoais (R$ 3,80 bi); plano de saúde e odontológico (R$ 3,06 bi); educação (R$ 2,38 bi); medicamentos (R$ 2,37 bi); vestuário confeccionado (R$ 2,35 bi); recreação e cultura (R$ 1,89 bi); e outras despesas (R$ 13,24 bi).

Tribuna do Norte

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