Em meio a um turbulento cenário político em Lajes, o Prefeito Felipe Menezes enfrenta uma série de desafios, com a oposição aparentemente disposta a derrubá-lo a todo custo. Recentemente, episódios controversos têm destacado as estratégias da oposição, que não hesita em desrespeitar até mesmo as decisões judiciais.
Tudo começou quando o advogado Rosenildo Silva, ligado à oposição, apresentou um pedido de cassação contra o Prefeito. A denúncia foi aceita pela Câmara Municipal, dando início a um processo em andamento.
A defesa do Prefeito solicitou uma perícia contábil para analisar as contas, mas a Comissão responsável decidiu ignorar 39 profissionais indicados pelo Conselho Regional de Contabilidade (CRC/RN) e contratou apenas um técnico contábil, que de fato não é um contador. Mais surpreendente ainda, toda a documentação apresentada faz referência a outro profissional, que afirmou não ter relação com o técnico e que foi contratado apenas para este trabalho, o que vai contra a lei que proíbe subcontratação.
Entretanto, uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte suspendeu a perícia contratada pela Câmara de Vereadores, citando irregularidades na contratação. Isso paralisou o processo de cassação e exigiu a nomeação de um novo perito.
A defesa do Prefeito buscou garantir um processo justo e acompanhar a contratação do novo perito, mas teve seu acesso negado pela Comissão, que novamente conduz o processo de maneira indevida, o que vai render ainda muitas cenas desse capítulo. E levou à abertura de novas ações judiciais para garantir a ampla defesa e o direito ao contraditório.
Esses eventos revelam a disposição da oposição em Lajes de ignorar decisões judiciais e desrespeitar o devido processo legal em sua busca por derrubar o Prefeito Felipe Menezes que parece incomodar por que derrubou uma oligarquia de que comandou Lajes por quase 40 anos. A cidade aguarda ansiosamente os próximos desdobramentos dessa batalha política.
Uma companhia aérea foi condenada a indenizar um passageiro por danos morais no valor de R$ 3 mil, devido a atraso de voo de aproximadamente 8 horas, referente a contratação do serviço para o trecho de viagem entre Cuiabá – Brasília – Natal. A determinação foi do juiz Daniel Couto, da Vara Única da Comarca de Tangará.
De acordo com o cliente, o voo foi cancelado e remarcado com chegada ao destino às 1h20 do dia seguinte, prejudicando-o em relação a compromissos. Já a empresa alegou que no voo original apresentou necessidade de manutenção extraordinária na aeronave, gerando o cancelamento. A companhia área argumentou, ainda, que a situação não estava no controle da empresam, o que afastaria a responsabilização, não havendo, portanto, ofensa à dignidade do passageiro.
Decisão
Ao analisar o caso e à luz do Código de Defesa de Consumidor e do Código Civil, o juiz Daniel Couto afirmou que houve tal responsabilidade e que bastava “a demonstração do dano experimentado e do nexo causal entre aquele e a conduta atribuída à empresa demandada” para comprovar a responsabilização.
Além disso, o magistrado também deu destaque que, “se é que foi aquele o motivo da mudança do voo, pois não foi comprovado minimamente”, a companhia aérea “deveria agir com mais antecedência evitando tamanho constrangimento e espera”.
Nesse sentido, o magistrado pontuou que o fato de a empresa ter realocado o passageiro em um outro voo, não afastava o dever de reparar os danos experienciados pelo consumidor.
Dessa forma, comprovado o atraso do voo, o julgador afirmou ser inegável as complicações enfrentadas pelo consumidor, que perdeu um dia por conta da falha na prestação de serviço, concluindo ser cabível a indenização de R$ 3 mil por danos morais e o pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios por parte da empresa aérea.
No Rio Grande do Norte, apenas 45 dos 167 municípios fazem a destinação dos resíduos sólidos em aterros sanitários, o que significa que 72,4% (122 municípios) continuam fazendo o descarte de dejetos em lixões a céu aberto. Após algumas pesquisas, foi verificado que existe um aterro em operação no município de Belém do Brejo do Cruz -PB, há 18km da divisa com o RN, empresa essa chamada de CRIL SOLUÇÕES AMBIENTAIS.
Além do mais, foi constatado que CRIL recebeu recentemente sua licença para receber resíduos domiciliares. Fundada em 2008, é uma empresa especializada em gerenciamento, tratamento e transformação de resíduos perigosos e não perigosos, atuando desde a coleta, transporte, armazenamento, incineração à destinação final de resíduos.
O diretor comercial da Cril Soluções Ambientais, Felipe Soares, informou que a empresa está habilitada para receber resíduos de alguns municípios do RN, pelo motivo do aterro estar na divisa com o estado do RN, localizado a 10 km de Patu e 65 KM de Caicó, podendo atender os municípios circunvizinhos em um raio de até 70 km, sem necessidade de transbordo
Municípios que estão a menos de 70 km do aterro na PB:
• Campo Grande
• Messias Targino
• Janduis
• Caraúbas
• Olho D’agua dos Borges
• Umarizal
• Rafael Godeiro
• Lucrecia
• Almino Afonso
• Patu
• Caico
• São Fernando
• Jardim de Piranhas
• Timbaúba dos Batistas
• Serra Negra
A CRIL é uma empresa certificada com pela ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001 e está pronta para ajudar a solucionar os problemas do nosso estado com relação a gestão de resíduos. Atualmente, a Cril está recebendo resíduos de 14 municípios da Paraíba, são eles: Belém do Brejo do Cruz, Brejo do Cruz, São José do Brejo do Cruz, Brejo dos Santos, Catolé do Rocha, São Bento, Mato Frosso, Bom Sucesso, Lagoa, Riacho dos Cavalos, Paulista, Jericó
O assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz expõe graves deficiências no sistema de inteligência da polícia de São Paulo, segundo análise do ex-secretário nacional de Segurança Pública José Vicente da Silva. O caso, caracterizado como uma execução, apresenta semelhanças significativas com um episódio anterior ocorrido no aeroporto de Guarulhos (SP).
Silva destaca que o método utilizado na execução sugere possível envolvimento de policiais, considerando a gesticulação e a forma como os disparos foram efetuados. Uma hipótese que, segundo ele, deve estar sendo investigada pelas autoridades.
Falhas na prevenção
O especialista aponta que houve falha no sistema de vigilância e inteligência, que não conseguiu evitar este segundo ataque após o incidente no aeroporto de Guarulhos. “O Estado já perdeu. Perdeu um funcionário público exemplar que estava aposentado, não teria por que ser alvo da ação dessa facção”, afirmou.
A ausência da Polícia Civil em operações importantes também foi criticada por Silva. Ele menciona especificamente uma grande operação realizada na Faria Lima, envolvendo sistemas financeiros e setores mais sofisticados do crime organizado, que contou com a participação do Ministério Público, Polícia Federal e Receita Federal, mas não teve a presença da Polícia Civil.
Silva enfatiza que não basta ser eficiente apenas na investigação posterior aos crimes. “A função principal da Polícia é evitar que as coisas aconteçam”, ressalta, destacando a necessidade de medidas preventivas mais eficazes no combate ao crime organizado.
Uma mulher de 43 anos foi presa pela Polícia Rodoviária Federal em Mossoró após se apresentar como desembargadora, juíza, promotora e advogada. A detenção ocorreu na quarta-feira (20) na BR-304, em Mossoró.
De acordo com a PRF, um motorista de aplicativo desconfiou de três passageiras e as levou para um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mossoró. Segundo o relato, uma das passageiras se apresentou como desembargadora e depois como juíza, promotora e advogada. Ela estaria em Mossoró para tomar posse de um cargo na prefeitura da cidade. O motorista estranhou as diferentes versões e o grande volume de bagagem para quem supostamente passaria pouco tempo na cidade, e decidiu procurar ajuda na PRF.
Ao chegar no posto, a mulher apresentou um suposto certificado de posse para o cargo de Desembargadora e uma carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com indícios de falsificação. A carteira não tinha chip, o nome dos pais da mulher não batia com a sua identidade, e o número de inscrição, após consulta no site do Conselho da OAB, pertencia a outro advogado, no Paraná.
Diante dos fatos, a mulher foi detida e levada para a Polícia Civil, onde foi confirmado o uso de documento falso. O celular dela também foi apreendido. As outras duas passageiras que a acompanhavam, sua mãe e sua filha, também foram levadas à delegacia, ouvidas e liberadas. O nome dela não foi divulgado pela PRF.
Fotos: Rosinei Coutinho/STF | Paulo Valadares/Câmara dos Deputados
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux pediu informações à Câmara dos Deputados sobre a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as fraudes no INSS. O pedido acata um pedido do depurado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que apresentou um mandado de segurança na corte na tentativa de obrigar a Casa a investigar os desvios através de descontos de aposentadorias e pensões. O órgão tem dez dias para responder a solicitação do magistrado.
Em seu pedido, Nikolas alega que o STF tem jurisprudência para determinar à Câmara instalação da CPI, como fez no caso da comissão que investigou fraudes no período da pandemia de Covid-19. A oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu o número necessário de assinaturas para abrir a investigação Casa, mas o pedido pedida agora de uma decisão do presidente, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).
Em seu despacho, Fux destaca ainda “gravidade das fraudes” e pede também informações à Política Federal, à Controladoria Geral da União (CGU) e ao próprio INSS sobre as investigações já em andamento.
Ele também deu ciência à Advocacia-Geral da União que pode se manifestar sobre o caso, no prazo de 15 dias. Depois, caberá ainda à Procuradoria-Geral da República elaborar um parecer sobre o mandado de segurança impetrado por Nikolas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (11/10) que “pobre não é problema, é solução”, em um discurso durante visita a Fortaleza, no Ceará. Na ocasião, o chefe do Executivo fez a entrega de 113 novos ônibus escolares do Programa Caminho da Escola.
Em sua fala, o titular do Planalto defendeu a igualdade de condições para os mais pobres e ressaltou a importância da educação para isso.
“É preciso acabar com essa mania de achar que a gente gosta de ser pobre, de achar que a gente gosta de comer carne de segunda, de achar que a gente gosta de ir no fim da feira para comprar as coisas já amassadas, de achar que a gente gosta de andar a pé”, disse o presidente.
“A gente quer viver bem agora. A gente quer comer agora, quer estudar agora, quer trabalhar agora, quer ser respeitado agora. Por que os filhos de alguns podem trabalhar com motorista dirigindo e os filhos do pobre têm que ir a pé até 17km, 18km?”, questionou, em seguida.
Lula voltou a repetir o mantra de que muito dinheiro na mão de poucos é sinal de pobreza e que distribuição de renda pode impulsionar a economia.
“O que nós estamos provando nesse país é que o pobre não é problema, o pobre é solução. Basta que a gente dê para ele a oportunidade”, pontuou.
Pobre não é problema a solução a tirar com prova ALHEIA. GOVERNO que se preocupe de TAXAR E CRIAR IMPOSTO, persistindo na GASTANÇA aí a conta não fecha.
Para ele, é mesmo. Só ascendeu na vida graças à ingenuidade e fragilidade da maioria dos pobres que, por sua condição, não puderam ter um nível de esclarecimento suficiente para perceber o grau de malandragem dele. Fez os pobres de escada e se tornou um milionário sem quase nunca ter trabalhado ou produzido nada na vida, apenas encostado em sindicato e envolvido em negociatas político-partidárias.
Por 19 votos a favor e 6 votos contra, a Câmara Municipal de Natal decidiu abrir um novo processo de cassação do mandato da vereadora Brisa Bracchi (PT) nesta quarta-feira (26). Três vereadores estavam ausentes da sessão no momento da votação.
O processo de cassação deve durar até 90 dias, conforme o Decreto-Lei 201/1967. A próxima etapa é a criação de uma Comissão Especial Processante, com três vereadores sorteados, que emitirá um parecer para votação em plenário.
O novo pedido também foi apresentado pelo vereador Matheus Faustino (União), que acusa Brisa Bracchi (PT) de usar verba de emenda — R$ 18 mil destinados ao evento Rolé Vermelho — para fins político-partidários, após ela divulgar que a ação celebraria a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. Ele também alega que a vereadora destinou recursos para eventos pagos, o que configuraria desvio de finalidade e favorecimento privado.
O novo processo foi aberto um dia após a Câmara arquivar outra investigação sobre o mesmo caso por perda de prazo.
Confira os votos dos vereadores:
Seguindo parecer da Procuradoria, a Mesa Diretora entendeu que Brisa Bracchi e Matheus Faustino estavam impedidos de votar sobre o recebimento da denúncia. Com isso, foram convocados seus respectivos suplentes Carlos Silvestre e Albert Dickson. Mas, por ser diretamente interessado, Silvestre também foi proibido de votar.
A favor (19):
Albert Dickson (União)*,
Aldo Clemente (PSDB),
Anne Lagartixa (Solidariedade),
Camila Araújo (União),
Chagas Catarino (União),
Cláudio Custódio (PP),
Cleiton da Policlínica (PSDB),
Daniell Rendall (Republicanos),
Daniel Santiago (PP),
Eriko Jácome (PP),
Fúlvio Saulo (Solidariedade),
João Batista Torres (Democracia Cristã),
Kleber Fernandes (Republicanos),
Leo Souza (Republicanos),
Luciano Nascimento (PSD),
Preto Aquino (Podemos),
Robson Carvalho (União),
Tercio Tinoco (União) e
Tony Henrique (PL)
Contra (6):
Daniel Valença (PT),
Eribaldo Medeiros (Rede),
Pedro Henrique (PP),
Samanda Alves (PT),
Tárcio de Eudiane (União) e
Thabatta Pimenta (Psol)
Ausentes (3):
Herberth Sena (PV),
Irapoã Nóbrega (Republicanos) e
Subtenente Eliabe (PL)
O governo do presidente Donald Trump anunciou que mobilizaria 2.000 soldados da Guarda Nacional neste sábado, enquanto agentes federais enfrentavam manifestantes em Los Angeles pelo segundo dia consecutivo, após operações de imigração.
Os agentes de segurança confrontaram cerca de 100 manifestantes na região de Paramount, no sudeste de Los Angeles, onde alguns exibiam bandeiras do México e outros cobriam a boca com máscaras respiratórias.
O responsável pela fronteira no governo Trump, Tom Homan, disse à Fox News que a Guarda Nacional seria enviada a Los Angeles na noite de sábado.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, classificou a decisão como “deliberadamente inflamatória”.
“Se o governador Gavin Newscum, da Califórnia, e a prefeita Karen Bass, de Los Angeles, não conseguem fazer seu trabalho, e todos sabem que não conseguem, então o governo federal vai intervir e resolver o problema, MOTINS E SAQUEADORES, da forma como deve ser resolvido!!!”, postou Trump na plataforma Truth Social.
Os protestos colocam a cidade de Los Angeles, governada por democratas e onde dados do censo indicam que uma parcela significativa da população é hispânica e nascida no exterior, contra a Casa Branca republicana de Trump, que fez do combate à imigração uma das marcas de seu segundo mandato.
No fim da tarde, as autoridades começaram a deter alguns manifestantes, segundo testemunhas da Reuters. Não havia informações oficiais imediatas sobre prisões.
Imagens em vídeo mostraram dezenas de agentes de segurança com uniformes verdes e máscaras de gás alinhados em uma rua coberta por carrinhos de compras virados, enquanto pequenos cilindros explodiam em nuvens de gás.
“Agora eles sabem que não podem ir a qualquer lugar deste país onde nosso povo esteja e tentar sequestrar nossos trabalhadores, nosso povo — eles não podem fazer isso sem uma resistência organizada e feroz”, disse o manifestante Ron Gochez, de 44 anos.
A primeira onda de protestos começou na noite de sexta-feira, após agentes do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) realizarem operações na cidade e prenderem ao menos 44 pessoas por supostas violações de imigração.
Stephen Miller, linha-dura da imigração e vice-chefe de gabinete da Casa Branca, escreveu no X que os protestos de sexta foram “uma insurreição contra as leis e a soberania dos Estados Unidos”. No sábado, ele classificou os protestos do dia como uma “insurreição violenta”.
REPRESSÃO À IMIGRAÇÃO
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou, em nota sobre os protestos de sexta-feira, que “1.000 manifestantes cercaram um prédio federal da lei e agrediram agentes do ICE, furaram pneus, picharam edifícios e depredaram bens públicos custeados pelos contribuintes”.
A Reuters não conseguiu verificar as alegações do DHS. Angelica Salas, diretora executiva da organização de direitos dos imigrantes Chirla, disse que advogados não conseguiram acesso às pessoas detidas na sexta-feira, o que ela classificou como “muito preocupante”.
Trump prometeu deportar um número recorde de pessoas em situação irregular no país e fechar a fronteira dos EUA com o México, com a Casa Branca estabelecendo como meta que o ICE prenda pelo menos 3.000 imigrantes por dia.
Mas a repressão abrangente também atingiu pessoas com residência legal no país, inclusive algumas com residência permanente, e tem motivado contestações judiciais.
Em comunicado neste sábado sobre os protestos em Paramount, o Gabinete do Xerife do Condado de Los Angeles afirmou: “Parecia que agentes federais estavam na área, e que membros do público se reuniam para protestar”.
Salas, da Chirla, disse que os manifestantes se reuniram depois que uma equipe do ICE pareceu usar estacionamentos próximos a uma loja Home Depot em Paramount como base.
ICE, o Departamento de Segurança Interna e o Departamento de Polícia de Los Angeles não responderam a pedidos de comentário sobre os protestos ou possíveis batidas migratórias no sábado.
Imagens da televisão na sexta-feira mostraram veículos sem identificação semelhantes a transporte militar e vans carregadas com agentes federais uniformizados percorrendo as ruas de Los Angeles como parte da operação.
As batidas ocorreram perto de lojas Home Depot, onde vendedores ambulantes e trabalhadores diaristas foram detidos, bem como em uma fábrica de roupas e um depósito, segundo Salas, da Chirla.
A prefeita democrata de Los Angeles, Karen Bass, condenou as operações de imigração.
“Estou profundamente indignada com o que ocorreu”, disse Bass em nota. “Essas táticas semeiam o terror em nossas comunidades e comprometem princípios básicos de segurança em nossa cidade. Não aceitaremos isso.”
Vixi! A liberdade de expressão foi para o lixo nos Estados Unidos. Só sei, que como eu sou um brasileiro patriota defensor da liberdade de expressão, estarei sempre defendendo Trump. Na minha casa, no meu carro, na minha motocicleta e no meu capacete eu uso a bandeira dos Estados Unidos.
Lá clandestino é marginal(vive a margem da lei), enquanto aqui um ex-presidiário é “presidente “, e ainda é incensado por apedeutas !
Acho que ele tem que deixar a esquerda destruir tudo, inclusive, acolher membros de facções criminosas de outros países. Né verdade?
Esquerdiota detectado.
Direitopatas detectados. Kkkkkkk. VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO! Os verdadeiros patriotas vão aposentar o doido da direita e o gagá da esquerda. Os doentes da esquerda e os doentes da direita vão precisar de um tratamento intensivo para tentar curar esse fanatismo insalubre. Kkkkkkk
O Vila do Alto já está entregue e pronto para você iniciar a construção da sua casa. Localizado no Parque das Nações, uma das áreas que mais crescem na Grande Natal, o empreendimento reúne segurança, conforto e o padrão de qualidade Ecomax. São lotes a partir de 204m², com entrada facilitada e parcelas a partir de R$ 660,80*.
Foto: Divulgação
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Estive nesse condomínio e pude constatar o padrão de qualidade e uma excelente localização. Sei do nível de construção da Ecomax. Moro na Pipa e vou negociar um
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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o apagão que atingiu todas as regiões do país na madrugada desta terça-feira (14), foi um problema na infraestrutura de transmissão e não falta de energia. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais do MME (Ministério de Minas e Energia).
“Não houve grandes danos ao sistema, o dano foi pontual numa subestação da Eletrobras e nós vamos apurar através desse relatório para evitar novos episódios desse tipo”, afirmou Silveira.
O apagão, que afetou todas as regiões, começou com um incêndio em um reator da Subestação de Energia de Bateias, no Paraná. O incidente desligou a subestação, desagregando as regiões Sul e Sudeste/Centro-Oeste. A ocorrência gerou o desligamento de cerca de 10 mil megawatt de cargas.
O MME acionou um grupo especial de resposta rápida, e o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) informou que restabeleceu 100% das cargas em todas as regiões.
O ministro afirmou que o ONS deve apresentar o relatório até a próxima sexta-feira (17) para apurar o dano pontual e evitar novos episódios.
Moradores relatam apagão em várias regiões do país
Moradores de diversas regiões do Brasil relataram falta de energia elétrica na madrugada desta terça-feira (14). Segundo informações da analista da CNN, Isabel Mega, o governo federal está investigando as causas de um incêndio na Subestação de Energia de Bateais, localizada a 30 km de Curitiba, no Paraná, que pode ter causado o apagão em todo o país.
A Enel São Paulo informou que a interrupção afetou 937 mil clientes. Em Avaré, no interior de São Paulo, os usuários relataram que ficaram mais de uma hora sem energia elétrica.
No Rio de Janeiro, a Light RJ, concessionária de energia, comunicou que o apagão resultou na interrupção do fornecimento para 11 subestações da Light, afetando parte da Baixada Fluminense, zona Norte e zona Oeste, totalizando 450 mil clientes.
Em uma clima tenso entre governistas e oposição, a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) aprovou encaminhar ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedido de prisão preventiva contra 21 pessoas supostamente envolvidas no esquema de descontos a aposentadorias e prisões.
A demanda foi encaminhada ao ministro André Mendonça, que é relator da matéria no STF, a quem cabe decidir sobre o cumprimento do pedido. Entre os nomes está o de Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e do ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto.
O requerimento aprovado mira os seguintes alvos:
Andre Paulo Felix Fidelis;
Eric Douglas Martins Fidelis;
Cecilia Rodrigues Mota;
Virgilio Antonio Ribeiro de Oliveira Filho;
Thaisa Hoffmann Jonasson;
Maria Paula Xavier da Fonseca Oliveira;
Alexandre Guimarães;
Antonio Carlos Camilo Antunes;
Rubens Oliveira Costa;
Romeu Carvalho Antunes;
Domingos Savio de Castro;
Milton Salvador de Almeida Junior;
Adelinon Rodrigues Junior;
Alessandro Antonio Stefanutto;
Geovani Batista Spiecker;
Reinaldo Carlos Barroso de Almeida;
Vanderlei Barbosa dos Santos;
Jucimar Fonseca da Silva;
Philipe Roters Coutinho;
Mauricio Camisotti;
Marcio Alaor de Araújo.
O relator Alfredo Gaspar (União-AL) frisou que os nomes dos vinte primeiros estão devidamente relacionados nos autos que tramitam no STF.
O nome de Marcio Alaor de Araújo, por sua vez, foi acrescentado após ser citado pelo advogado Eli Cohen, que prestou depoimento à CPMI nesta segunda.
Alfredo Gaspar afirmou que a CPMI tem a obrigação de oficiar o ministro André Mendonça, do STF, para que, com os mesmos fundamentos que foram decretadas em 1º grau medidas cautelares, seja decretada prisão preventiva contra os alvos.
“Se não há critérios e requisitos para a aplicação da prisão preventiva nesse caso, não há em nenhum caso do Brasil”, frisou.
Cerca de 300 militantes ocuparam o prédio Faria Lima 3500, sede do Itaú BBA, em São Paulo, na manhã desta 5ª feira (3.jul.2025). A maior parte dos manifestantes faz parte da Frente Povo Sem Medo, que organizou a intervenção.
Os ativistas carregam faixas com as seguintes mensagens: “O povo não vai pagar a conta”, “Chega de mamata” e “Taxação dos super ricos já!”. Em nota, a Frente afirmou que o objetivo da manifestação é exigir “justiça tributária, [a] inclusão dos milionários no imposto de renda e do povo no orçamento”.
De acordo com o movimento, a ocupação também é um recado para o Congresso. “Já passou da hora de taxar os super ricos e isentar quem ganha até R$ 5 mil de imposto de renda. O povo vai cobrar nas ruas“, diz a Frente.
O grupo escolheu intervir na sede do Itaú por conta do valor do edifício. O espaço foi adquirido por cerca de R$1,5 bilhão em janeiro de 2024. “Não é somente uma ação simbólica, é uma denúncia clara: os donos do Itaú, que compraram esse prédio por R$ 1,5 bilhão, pagam menos imposto que a maioria esmagadora do nosso povo, que luta para pagar aluguel e comer”, declarou o movimento.
Segundo o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), Felipe Vono, a ocupação foi finalizada em torno das 11h15. Quando questionado sobre a natureza do protesto, afirmou ao Poder360 que “o ato não tem vinculação com o governo.”
Em 10 de julho, ocorrerá uma manifestação na Avenida Paulista convocada pela Frente Povo Sem Medo. O protesto será “contra esse Congresso inimigo do povo”, afirmaram os ativistas. O ato também foi convocado pelo deputado Guilherme Boulos (Psol-SP).
Nunca ninguém fez uma declaração tão correta como nosso glorioso vice-presidente Geraldo Alckmin, quando se referiu ao PT voltar a cena do crime. PUTA 💩💩💩
A icônica e inconfundível voz de um dos personagens mais conhecidos de Mirandópolis ressoou por ruas e avenidas da pacata cidade do interior de São Paulo pela última vez.
Conhecido por usar um carro de som para ler notas de falecimento, João Geraldo Roveri, de 65 anos, deixou um áudio gravado para anunciar a própria morte.
A mensagem reproduzida pelas mesmas caixas de som que comandou, por mais de uma década, resume um pouco a forma como o morador preferia levar a vida.
“Atenção, comunicamos nota de falecimento. Faleceu, nesta cidade, esse que vos fala. Aguardo a sua presença no velório municipal para os nossos últimos contatos. Favor, levar drinques e quitutes. E, atenção, caso não possa ir, venho lhe buscar”, diz o áudio deixado por João, em tom de brincadeira.
Brincalhão
De acordo com a fonoaudióloga Selene Lipe, João Geraldo era muito conhecido e querido por todos os moradores de Mirandópolis. Ele morreu no sábado (2), após não resistir a um infarto.
“O João teve uma banda, uma rádio e era contratado pelas agências funerárias para fazer notas de falecimento com o carro de som. A voz de João era extremamente conhecida. Sabíamos que alguma festa seria anunciada ou ouviríamos uma nota de falecimento quando escutávamos a voz de João”, diz.
Segundo a fonoaudióloga, o áudio que começou a circular pelas ruas e avenidas de Mirandópolis foi gravado em 2015, antes mesmo de João Geraldo descobrir um problema no coração.
“O João fez a nota, mandou para os amigos e disse que era o último pedido de morte. Ele espalhou para várias pessoas. Lembro que os amigos deram risada. Ele era muito boêmio, usava sempre um chapéu ou um lenço e brincava com todos”, explica.
Prefeitos de cidades do Rio Grande do Norte associadas à Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) elegeram o novo presidente da instituição, em chapa única.
Foi eleito para o cargo o prefeito de Lagoa Nova, Luciano Santos (MDB), para o biênio 2023-2024. Compareceram ao evento 102 prefeitos de todo o Estado.
A posse do novo presidente foi realizada logo após o fim da votação, na última sexta-feira (13).
Luciano Santos é o novo presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn). O prefeito de Lagoa Nova se tornou o primeiro gestor do município ao ocupar o cargo. “Muito orgulhoso e ansioso para trabalhar”, afirmou.
“Tenho a missão de cada vez mais unir os municípios. Apresentamos um planejamento para os dois próximos anos e vamos fortalecer todos os 167 municípios do Rio Grande do Norte”, disse.
Luciano tem como vice-presidente a prefeita de Pau dos Ferros, Marianna Almeida. Na diretoria, há representantes de municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte.
Entre as demandas, ressaltou a articulação com o legislativo no impacto que os municípios tiveram após a queda populacional atestada pelo novo Censo, que causou diminuição na arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Composição da nova diretoria:
Presidente: Luciano Silva Santos (Lagoa Nova)
1º vice-presidente: Marianna Almeida Nascimento (Pau dos Ferros)
2º vice-presidente: Edivaldo Emídio da Silva Júnior (Macaíba)
3º vice-presidente: Marina Dias Marinho (Jandaíra)
4º vice-presidente: Reno Marinho de Macêdo Souza (São Rafael)
5º vice-presidente: João Batista Gomes Gonçalves (Brejinho)
1º secretário: Alan Jefferson da Silveira Pinto (Apodi)
2º secretário: Francisca Shirley Ferreira Targino (Messias Targino)
1º tesoureiro: Pedro Henrique de Souza Silva (Pedra Grande)
2º tesoureiro: Fernando Luiz Teixeira de Carvalho (Espírito Santo)
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de baixa umidade para 65 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso é válido até as 18h deste domingo (3) para municípios das regiões Central e Oeste potiguar.
O alerta é de perigo potencial (cor amarela), o primeiro numa escala de três no nível de severidade do órgão. Os outros níveis são perigo (cor laranja) e grande perigo (cor vemelha).
Nesse tipo de alerta, a umidade relativa do ar varia entre 20% e 30%, e há, segundo o órgão, “baixo risco de incêndios florestais e à saúde”.
Entre as recomendações do órgão, está: beber bastante líquido, evitar desgaste físico nas horas mais secas do dia e evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
Em caso de dúvida, a recomendação é acionar a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).
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