Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que entraram na Justiça vão receber um total de R$ 2,17 bilhões em atrasados neste mês. Esse é o total liberado pelo CFJ (Conselho da Justiça Federal) para quem obteve a concessão ou conseguiu a revisão do benefício previdenciário ou assistencial por meio de ação judicial.
O valor corresponde a 101,68 mil processos, que tratam de revisão de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de mais de 132 mil beneficiários.
No total, foram repassados R$ 2,56 bilhões aos TRFs (Tribunais Regionais Federais) para quitar ações de 175,5 mil processos, com 218.261 beneficiários. A maior parte (R$ 2,17 bilhões) é para os segurados da Previdência.
Os depósitos serão feitos de acordo com o cronograma de cada Tribunal Regional Federal. O montante é referente às RPVs (requisições de pequeno valor) de novembro deste ano.
As RPVs são pagamentos atrasados de até 60 salários mínimos, ou seja, de até R$ 79,2 mil neste ano. Eles são pagos em ações propostas no Juizado Especial Federal. Os atrasados que superam esse valor são os chamados precatórios.
Para o beneficiário receber o pagamento, o processo precisa ter sido finalizado, sem possibilidade de recursos do INSS, o chamado trânsito em julgado. Também é necessário que a Justiça tenha concedido a ordem de pagamento, a requisição ou a autuação do processo. Esse é o caso dos 101,68 mil processos que tiveram o pagamento liberado pelo CFJ neste mês.
Quem entrou na Justiça contra o INSS e deseja saber se está entre os pagamentos autorizados em dezembro deve consultar o advogado responsável pela ação ou entrar no portal do Tribunal Regional Federal responsável, no qual há a data de emissão da ordem de pagamento. Basta procurar essa informação na consulta de RPVs.
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a liberar a segunda parcela do 13º salário para aposentados, pensionistas e demais segurados. O valor será depositado conforme o número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador, começando por aqueles que ganham até um salário mínimo (R$ 1.412).
Tem direito ao 13º salário aposentados, pensionistas e pessoas que receberem, ao longo de 2024, benefícios temporários, como auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e auxílio-reclusão. O dinheiro será depositado junto com o benefício referente ao mês de abril, pago entre 24 de abril e 8 de maio.
Para saber se será contemplado, basta acessar o site ou aplicativo do INSS e conferir o extrato de pagamento referente ao mês da liberação do benefício. Para quem não tem acesso à internet, a consulta pode ser feita por meio da Central 135. Ao todo, segundo o governo federal, 33,6 milhões de segurados receberão a nova parcela.
Veja o calendário de pagamento da segunda parcela:
Mesmo inelegível, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, em entrevista à revista Veja publicada nesta sexta-feira (1º), que é o candidato da direita à Presidência da República em 2026.
Questionado sobre quem pretende apoiar nas próximas eleições presidenciais, Bolsonaro argumentou que é o único com chances de sair vitorioso das urnas daqui a dois anos.
“Falam em vários nomes. Tarcísio, Caiado, Zema…O Tarcísio é um baita gestor. Mas eu só falo depois de enterrado. Estou vivo. Com todo o respeito, chance só tenho eu, o resto não tem nome nacional. O candidato sou eu”, declarou Bolsonaro.
Em junho de 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tornou Bolsonaro inelegível por oito anos. Na ocasião, a Corte Eleitoral entendeu que o ex-presidente cometeu abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação ao fazer uma reunião com embaixadores, em julho de 2022, e atacar sem provas o sistema eleitoral.
Ao longo da entrevista, Bolsonaro reiterou que pretende disputar as eleições de 2026, criticou a decisão do TSE que o deixou inelegível por oito anos e disse ser vítima de uma perseguição.
“Eu pretendo disputar 2026. Não tem cabimento a minha inelegibilidade. O processo de abuso de poder político foi por ter me reunido com embaixadores antes do período eleitoral. Não ganhei um voto com isso. São injustiças, uma perseguição”, disse.
O ex-presidente apontou ainda como planeja reverter a decisão do TSE.
“O pessoal já sabe [que é uma perseguição], mas preciso massificar isso entre a população. Depois, as alternativas são o parlamento, uma ação no STF, esperar o último momento para registrar a candidatura e o TSE que decida”, explicou Bolsonaro.
“Não sou otimista, sou realista, mas estou preparado para qualquer coisa”, concluiu.
Trm que respeitar o legado do capitão.
O homi abriu os olhos de muita gente, ensinou e abriu varias caixas pretas ocultas de coisas que acontece no País.
Se todos os lideres de direita estiverem unidos nesse projeto, voto no capitão de olhos fechados, não tenho nenhuma dúvida.
Ronaldo Caiado, Ratinho Junior,Romeu Zemma, Tarcísio de Freitas, Pablo Marçal etc etc etc todos juntos e misturados a favor do Brasil.
Os que estão saindo em 2026, que busquem o Senado para que fazermos a maioria naquela casa e destravar um monte de safadezas que exister naquela casa.
Esse é o meu dezejo, no que depender do meu voto, o projeto vai pra frente sim.
Agora, Bolsonaro não podendo ser o candidato, vamos escolher um desses aí pra ganhar a eleição e acabar com essa esquerda devastadora do Brasil.
Iuhuuuuuuuuuuuuuuuuu, quem quebrou as porteiras foi o povo responsável, consciente, religioso, sincero, adulto com moral, honesto, familia o berrante está tocando, coisa linda, vcs que se terem canalha.
Ladrão de que? Já comeu seu capim hoje?
O ladrão de joias que o Brasil conhece é Lula que roubou 3 canetas de ouro no Japão. Já o Bolsonaro nada roubou, apenas em visita a uma pais, foi presenteado pelo o manda chuva de lá, para seu usopessoal, não foi nada para o acervo.Você Anderson, esta mais por fora do que umbigo de vedete
Para ganhar tem que ser outro nome com o seu apoio.
Um moderado, sem extremos , deve ser nosso futuro presidente.
O governo do presidente argentino Javier Milei anunciou na quarta-feira, 5, que vai mudar a Lei de Identidade de Gênero para “proibir os tratamentos de hormonização e as cirurgias de adaptação do corpo em menores de 18 anos”, informou o porta-voz presidencial Manuel Adorni.
“Essas intervenções a que as crianças estão expostas constituem grave risco para sua saúde física e mental, pois implicam uma interrupção no seu processo de amadurecimento”, afirmou o funcionário em um breve comunicado da Casa Rosada, a sede do governo.
A lei, sancionada em 2012, permite que menores de 18 anos tenham acesso a esses tratamentos sempre que contarem com autorização de seus responsáveis legais ou com a conformidade de uma autoridade judicial.
O porta-voz presidencial afirmou que, “em muitos casos, os efeitos desses tratamentos e cirurgias são irreversíveis”, e acrescentou que “países pioneiros [em questão de gênero]” como Reino Unido, Suécia, Finlândia e Estados Unidos “estão voltando atrás, proibindo que os menores possam se submeter a esses procedimentos”.
O anúncio de Adorni não foi o único vinculado a questões de diversidade, pois ele também confirmou que o governo “decidiu proibir as transferências de prisões devido a mudanças de gênero”.
“Isso significa que se uma pessoa condenada estiver em uma prisão masculina, deixará de solicitar a transferência para uma ala feminina só porque se considera como tal”, afirmou o porta-voz. Segundo ele, essa medida “garante a segurança de todas as detentas”.
As palavras de Adorni não demoraram para provocar a reação de grupos argentinos de diversidade sexual, que indicaram que podem “recorrer à Justiça”. “O presidente não pode modificar uma lei por decreto. E se ele tentar isso vamos recorrer à Justiça e à Corte Interamericana, caso seja necessário”, publicou na rede X a Federação Argentina LGBT+.
Os anúncios chegam quatro dias depois de uma marcha multitudinária de protesto em Buenos Aires e outras cidades argentinas, convocada por grupos feministas e LGBTQIA+, em rejeição às declarações do presidente ultraliberal Milei no Fórum de Davos, na Suíça.
Em seu discurso de 23 de janeiro e em linha com sua “batalha cultural”, Milei investiu contra a chamada ideologia “woke”, assegurou que o “feminismo radical” busca “privilégios”, criticou o conceito de “feminicídio” e o que chama de “ideologia de gênero”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira (12) que, caso não se reeleja em 2026, não irá “fugir” para os Estados Unidos e não deixará de passar a faixa para aquele que vencer.
A declaração foi feita em entrevista a Rádio Diário FM de Macapá e é uma crítica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que viajou para Orlando e não passou a faixa presidencial ao petista na posse de 2023.
Segundo Lula, ele respeitará o resultado eleitoral mesmo que não saia vencedor e seu desejo é “descer a rampa de cabeça erguida”, com todas as promessas de campanha cumpridas.
“Eu tenho dois anos muito primorosos na minha vida. Talvez os dois anos mais importantes da minha vida porque eu acho que preciso entregar tudo aquilo que prometi para o povo. E eu quero entregar porque eu quero sair de cabeça erguida como eu entrei, de cabeça erguida descer a rampa e cumprimentar o povo”, afirmou.
“Não quero fugir para Miami, não quero deixar de colocar uma faixa no presidente que ganhar as eleições, não. Quero respeitar o resultado eleitoral e, se alguém ganhar, vou lá entregar a faixa”, completou o presidente.
Em outras ocasiões, quando questionado sobre pesquisas que mostram queda na sua popularidade, Lula afirmou que ainda é muito cedo para se discutir eleições de 2026.
Algumas pesquisas de intenção de voto já vêm sendo realizadas. Parte delas não considera Jair Bolsonaro como um nome na disputa, pelo fato de ele estar inelegível.
De acordo com os resultados, Lula tem vitória no primeiro turno contra diferentes candidatos da direita, como Tarcísio de Freitas, Eduardo Bolsonaro e Pablo Marçal. No segundo turno, Lula também mantém a vitória, mas de forma acirrada.
Outro lado
Questionado pela CNN a respeito das falas de Lula, o assessor de imprensa e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social de Jair Bolsonaro, Fábio Wajngarten, afirmou que o petista fica “bravateando” e “vivendo no passado” por não ter nada a mostrar do governo.
“De forma que contraria sua própria fala da semana passada quando criticou as bravatas do Trump, ele, Lula, não consegue sequer criar marca e proposito em sua gestão”, afirmou.
A sexta-feira (14) foi marcada por grandes volumes de chuva em Natal e no interior do Rio Grande do Norte. A tendência é de continuidade das chuvas pelo menos até a próxima terça-feira (19).
Na capital, o acumulado em 24 horas chegou a 107 mm, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Climatempo. Com isso, o total de precipitações no mês já atingiu 206,5 mm, ultrapassando a média histórica de março, que é de 200,8 mm.
A chuva intensa causou alagamentos em várias regiões da cidade e impactou o trânsito. Em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, foram registrados 40,6 mm, enquanto municípios como Goianinha (35,2 mm) e Canguaretama (21,8 mm) também tiveram chuvas expressivas.
De acordo com o meteorologista Gilmar Bristot, da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), a precipitação observada faz parte do início do período chuvoso e está associada à atuação da Zona de Convergência Intertropical.
“Ontem (14) choveu bem, lá no Seridó, na região de São João do Sabugi, Serra Negra do Norte. No Alto Oeste também teve algumas pancadas de chuvas, aqui no litoral também. As condições devem permanecer instáveis nos próximos dias”, afirmou Bristot.
Interior do RN
Além da capital e da região metropolitana, o interior do Rio Grande do Norte também registrou fortes precipitações nas últimas 24 horas. O boletim pluviométrico da Emparn aponta acumulados consideráveis em diversas cidades:
São João do Sabugi: 93,2 mm
Timbaúba dos Batistas: 82,0 mm
Serra Negra do Norte: 37,4 mm
Pendências: 45,8 mm
Almino Afonso: 27,8 mm
Luís Gomes: 23,0 mm
Umarizal: 19,8 mm
No Agreste Potiguar, os volumes foram menores, mas houve registro de precipitação em Santa Maria (9,6 mm), Lagoa Salgada (7,6 mm) e João Câmara (4,8 mm). Já no Oeste Potiguar, Mossoró teve apenas 3,4 mm nas últimas 24 horas.
Segundo Bristot, as condições oceânicas favorecem a continuidade das precipitações, especialmente no litoral e no interior. “O Oceano Atlântico Sul está um pouquinho mais quente que o Atlântico Norte e no Pacífico tem uma La Niña fraca. Essas condições indicam um inverno normal, podendo ter algumas cidades acima do normal, como está acontecendo aqui no litoral”, destaca.
Um dos temas mais importantes da economia nos últimos meses, a classificação dos combustíveis como item essencial, e a consequente redução do teto do ICMS incidente sobre eles, está sendo acompanhado de perto pelo Sindipostos RN, que apoia totalmente a mudança.
O presidente da entidade, Maxwell Flor de Oliveira, esteve em Brasília, junto com presidentes de diversos sindicatos do país, acompanhando o presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), James Thorp, nesta terça, 14, em visitas às residências oficiais do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira; e do próprio presidente da República, Jair Bolsonaro. O ministro das Comunicações, o potiguar Fábio Faria, também esteve presente.
O grupo ratificou o apoio total ao Projeto de Lei Complementar 18/2022, que foi aprovado pela Câmara já na noite da terça e deve ter sua votação finalizada na manhã desta quarta, 15. O projeto define como essenciais: combustíveis, energia elétrica e comunicações.
Desta forma, ele limita a alíquota de ICMS incidente sobre estes itens ao percentual básico de cada estado, que varia de 17% a 18%. No caso do RN, este percentual é de 18% (hoje, no RN, o ICMS sobre a gasolina tem alíquota de 27% e um percentual extra de 2% a título de Fundo de Combate à Pobreza. Com a nova regra, esta alíquota cairia para 18% + 2% de Fundo. No caso do diesel a alíquota potiguar já é de 18%).
“Nós entendemos que toda medida que possibilite redução dos preços dos combustíveis deverá contar com nosso apoio, ainda mais nesse cenário que estamos vivendo, no qual um dos maiores fornecedores de petróleo do mundo, a Rússia, está em guerra contra um grande fornecedor global de alimentos, a Ucrânia; provocando uma inflação generalizado em todo o mundo. A mudança vai afetar direta e indiretamente nosso setor. E será um impacto positivo, com redução de preços, o que fatalmente irá se refletir em maiores vendas nas bombas. Este, aliás, foi outro ponto que nós reforçamos aos presidentes da Câmara e da República: às revendas, interessa sempre vender mais barato, porque só assim poderemos reverter a queda brutal nas vendas, que temos sentido nos últimos meses em nossas empresas”, afirma Maxwell Flor.
Em dois anos, o número de ocorrências envolvendo posteação da rede elétrica do Rio Grande do Norte chegou a 4.022, segundo dados da empresa de distribuição de energia elétrica, Neoenergia Cosern. Dentro desse total, além dos abalroamentos – colisões – também entra na lista o vandalismo, alagamento, deterioração, manutenção e outras situações.
Somente em 2022, foram 419 acidentes envolvendo terceiros. Ou seja, acidentes que envolvem abalroamento ou qualquer intervenção de terceiros que tenham quebrado postes (por exemplo, um caminhão que se “prende” a cabos). Em 2021, esse número foi de 668 ao todo.
No período de chuvas, o número de ocorrências de acidentes de trânsito envolvendo postes aumenta consideravelmente. A pista molhada, associada à falta de atenção, alta velocidade ou até mesmo a ingestão de álcool, contribuem para este cenário. Estes episódios podem causar consequências graves para o condutor e passageiros do veículo, como risco de choque elétrico, inclusive para quem está nas proximidades, assim como a interrupção da distribuição de energia elétrica para a população.
Segundo o engenheiro eletricista Carlos Augusto Câmara, supervisor de Operações do Litoral Sul e responsável pelas Ações de Segurança junto à Comunidade da empresa Neoenergia Cosern, acidentes que envolvem as redes elétricas de distribuição da companhia têm como causa principal os acidentes de trânsito.
Para o engenheiro, estas ocorrências se tornam cada vez mais corriqueiras e estão associadas a esta junção de situações perigosas. Carlos relembra que “acidentes noturnos com postes, geralmente tem ligação com a embriaguez, mas graças a ações de combate a esse tipo de infração de trânsito, é possível observar uma redução, não excluindo o fato de que ainda é frequente”.
O ponto de atenção para qualquer tipo de acidente que envolva a rede elétrica é atribuído ao rompimento dos condutores, que são os materiais nos quais as cargas elétricas se deslocam de maneira livre, popularmente conhecidos como fios e cabos. É com o rompimento destas correntes que haverá a descarga elétrica, podendo ser fatal para os indivíduos. Então, além do impacto da batida – que pode ter graves consequências para os ocupantes dos veículos – ainda tem o risco de choque elétrico, tanto para o acidentado como para quem está nas proximidades.
Carros da Polícia Federal na porta da sede da Fundação Getúlio Vargas, no Rio — Foto: Reprodução/ TV Globo
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo menos três membros da família que a fundou são alvos, nesta quinta-feira (17), da Operação Sofisma, da Polícia Federal (PF). Segundo as investigações, uma organização criminosa envolvendo os Simonsen supostamente operou dentro da FGV um esquema de corrupção, fraudes a licitações, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
Entre os alvos de buscas estão Ricardo Simonsen, MariaI Inês Norbert Simonsen e Rafael Norbert Simonsen. O presidente da FGV, Carlos Ivan Simonsen Leal, não foi citado nessa investigação.
Equipes saíram para cumprir 29 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo. Um dos endereços visados é a sede da FGV no Rio de Janeiro, em Botafogo.
‘Fábrica de pareceres’
A Operação Sofisma é um desdobramento da delação premiada de Carlos Miranda, braço direito do ex-governador Sérgio Cabral. Em 2019, Miranda disse a promotores que “a cúpula da FGV usava a fundação para desviar dinheiro público”.
A partir dessa delação, a PF foi investigar informações de que a FGV era utilizada por órgãos federais e estaduais para, supostamente, “fabricar pareceres que mascaravam o desvio de finalidade de diversos contratos que resultaram em pagamento de propinas, funcionando como um verdadeiro ‘biombo legal’”.
A PF afirmou ainda que a quadrilha usava a FGV também para “superfaturar contratos realizados por dispensa de licitação e para fraudar processos licitatórios, encobrindo a contratação direta ilícita de firmas indicadas por agentes públicos, de empresas de fachada criadas por seus executivos e fornecendo, mediante pagamento de propina, vantagem a concorrentes em licitações coordenadas por ela”.
Paraísos fiscais
Para ocultar a suposta origem ilícita dos valores, de acordo com a PF, “diversos executivos detinham offshores em paraísos fiscais como Suíça, Ilhas Virgens e Bahamas, indicando não só a lavagem de capitais, como evasão de divisas e de ilícitos fiscais”.
Os mandados foram expedidos pela 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro. A Justiça também emitiu ordens de sequestro e cautelares restritivas.
As penas dos fatos investigados podem chegar a quase 90 anos de prisão.
“O nome da operação [Sofisma] faz alusão à figura grega dos sofistas, filósofos que, através da argumentação, transvestiam de veracidade informações que sabiam ser falsas, com a intenção de manipular a população”, explicou a PF.
Os custos da construção civil no Rio Grande do Norte fecharam 2022 com alta de 16,42% – a maior taxa desde 2014, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Os dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foram divulgados nesta segunda-feira (16).
Em dezembro, a taxa estadual apresentou variação de 0,60%, ficando 0,66 ponto percentual acima do mês anterior, mas acompanhando uma tendência nacional de desaceleração. Esse foi o terceiro menor índice do ano.
No entanto, no acumulado de 12 meses, o RN registrou a maior alta entre os estados do Nordeste e o terceiro maior aumento do país, ficando atrás apenas de Mato Grosso (20,52%) e Rondônia (16,96%).
O Sinapi mede o custo para o setor habitacional por metro quadrado. Segundo o IBGE, cada metro quadrado construído no Rio Grande do Norte custou R$ 1.542,57 em dezembro. Desse total, R$ 963,62 são relativos a materiais e R$ 578,95 à mão de obra.
Embora o Rio Grande do Norte tenha sido um dos estados com maior alta no ano, segue com um dos menores custos do país, abaixo da média nacional. Apenas Alagoas (R$ 1.505,81) e Sergipe (R$ 1.475,66) apresentaram custos mais baratos que o mercado potiguar.
Nacionalmente, para o mês de dezembro, o valor do metro quadrado ficou em R$ 1.679,25. No Nordeste, a Paraíba foi o estado com maior custo da construção civil por metro quadrado, com R$ 1.591,40.
A pesquisa
Segundo o IBGE, o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) tem objetivo de produzir séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e a produção de séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação.
O sistema é uma produção conjunta do IBGE e da Caixa Econômica Federal. As estatísticas do Sinapi são usadas na programação de investimentos, sobretudo do setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos.
O racismo dói e tem viés de gênero. As mulheres concentram 60% dos casos de racismo e de injúria racial em redes sociais julgados no Brasil nos últimos 12 anos. A conclusão é de pesquisa inédita da Faculdade Baiana de Direito, do portal jurídico Jus Brasil e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O levantamento analisou 107 acórdãos judiciais (decisões colegiadas) de segunda instância entre julho de 2010 e outubro de 2022, em ações penais, cíveis e trabalhistas que envolveram os dois tipos de crime.
De acordo com a pesquisa, os casos com homens como vítima corresponderam apenas a 18,29%. Em 23,17% das ações, não houve gênero identificado. Isso porque esses casos se referiam a episódios de racismo, em que todo um grupo é ofendido, sem que se possa determinar o gênero. O levantamento analisou ofensas contras pessoas negras em redes sociais.
Enquanto a injúria racial consiste em ofender a honra de alguém por meio de referências à raça, cor, etnia, religião ou origem, o crime de racismo atinge uma coletividade de indivíduos, discriminando toda uma raça. Até o início deste ano, a injúria racial tinha penas mais brandas, mas a Lei 14.532, de 12 de janeiro de 2023, equiparou a injúria ao racismo. Agora, os dois crimes são inafiançáveis e imprescritíveis.
Divulgado no seminário Desafios do Racismo nas Redes, promovido pelo Ministério da Igualdade Racial e pelo PNUD, o relatório pretende contribuir para o debate sobre o combate ao racismo praticado nas redes sociais no Brasil. A pesquisa, informaram o ministério e o programa das Nações Unidas, pretende fornecer informações relevantes para que as instituições e a sociedade civil atuem de maneira mais efetiva no enfrentamento ao fenômeno.
O principal tipo de agressão aos negros na internet, apontou o levantamento, ocorre por meio de xingamentos, nomes pejorativos e animalização, tanto contra homens quanto contra mulheres. Em relação aos autores dos crimes, 55,56% eram do gênero masculino, 40,74% do gênero feminino e 3,7% de gênero não identificado. O relatório destaca que a presença de mulheres entre os agressores é muito superior ao que se costuma encontrar em pesquisas sobre outros tipos de criminalidade.
A manutenção de 111 agentes da Força Nacional no Rio Grande do Norte, nas buscas pelos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró, custa para os cofres públicos ao menos R$ 37,2 mil por dia, o que já representa um total de R$ 818 mil até este sábado (16/3). Esse é o valor das diárias que são pagas para os policiais e bombeiros que participam da caçada aos dois foragidos.
Os homens da Força Nacional chegaram a Mossoró no dia 23 de fevereiro. Eles estão equipados com 22 viaturas e um ônibus. A previsão inicial é que a tropa fique no território por 30 dias – ou seja, vai sair dos cofres público um total de R$ 1,1 milhão para bancar a acomodação dos agentes.
As diárias correspondem ao principal gasto em operações da Força Nacional no país. Para se ter uma noção, 93% das despesas com a atuação mais recente da Força Nacional no Rio de Janeiro foram com diárias. Os 7% restantes englobam manutenção e combustível.
Além dos agentes da Força Nacional, atuam nas buscas integrantes da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), bem como policiais militares e civis de estados do Nordeste. Também há registro da participação de guardas municipais. No total, são cerca de 500 profissionais no encalço dos criminosos.
No entanto, até o momento, o forte efetivo policial está frustrado nas buscas a Deibson Cabral e Rogério da Silva.
Em entrevista à imprensa na última quarta-feira (13/3), o ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Ricardo Lewandowski, defendeu que os gastos são altos, mas necessários em casos como esse.
“A segurança pública não é algo barato, tem um custo, e a população precisa compreender que não existe segurança pública – sobretudo em situações de emergência – em que o custo não fique relativamente elevado”, afirmou.
Criada em 2004, a Força Nacional é um programa de cooperação entre os estados e o governo federal. Os integrantes da tropa são policiais e bombeiros dos estados, com treinamento extra, usados para complementar as forças estaduais em momentos de crise.
Os estados fornecem os policiais para integrar a Força Nacional, e o Governo Federal paga as diárias de deslocamento dos policiais, cujos valores variam entre R$ 335 e R$ 425 por pessoa, a depender do destino. No caso de Mossoró, é de R$ 335.
Uma vergonha isto. Esse dinheiro poderia ser investido na saúde, na educação
É ridiculo isto, governo inoperante e desastrado
Isto é uma desmoralizaçao p o governo.
Um levantamento da CNN aponta que 13 candidatos a prefeito nas capitais brasileiras têm patrimônio superior a R$ 5 milhões de reais. A maior parte do dinheiro está aplicada em imóveis, veículos, terrenos e investimentos, mas na lista ainda traz obras de arte, ativos minerais e até vagas de garagem. Dentre eles, destaque para o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PSD), que divulgou uma lista de bens avaliados em mais de R$ 5,6 milhões.
O mais rico das eleições é o empresário Sandro Mabel, candidato pelo União Brasil à prefeitura de Goiânia. O patrimônio declarado superou R$313 milhões. Na lista de bens declarados à Justiça Eleitoral estão uma obra de arte de Suely Batista Custódio, no valor de R$ 160 mil, um helicóptero do tipo Airbus AS350B2 no valor de R$ 3,1 milhões, dois quadriciclos, R$500 mil em dinheiro vivo, 42 terrenos, 11 imóveis e participação em 10 empresas – entre elas a fábrica de biscoitos Mabel, que leva o nome do empresário.
Pablo Marçal aparece em segundo lugar entre os mais ricos das capitais, com patrimônio declarado de R$169 milhões. Destacam-se a participação em 12 empresas, além de um terreno, uma chácara e uma sala comercial. O coach é candidato pelo PRTB em São Paulo. À CNN, interlocutores da campanha afirmaram que o plano dele era não usar dinheiro próprio para custear as despesas da eleição.
Ontem – quarta-feira, 18 – escrevi uma coluna para O Antagonista cujo título foi: “Declarações irresponsáveis de Lula e Marina beiram a paranoia”. O amigo leitor e a amiga leitora podem acessar aqui. Em resumo, tratei das falácias proferidas por estes dois militantes de esquerda, que jamais despiram-se de suas personagens políticas, ainda que ocupem cargos importantes.
Lula nunca se furtou em mentir, distorcer e enganar os incautos para conquistar eleitores e votos. E Marina Silva, por sua vez, em nome da defesa dos povos da floresta, do meio ambiente e de sua busca pelo Éden, sempre dissertou teses tão verdadeiras quanto Lula ter sido “inocentado” pela Organização das Nações Unidas (ONU) e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Dessa vez, ambos, irresponsavelmente, tensionando o cabo da odienta polarização que tem levado a política do país à cenas de violência explícita, como a cadeirada de Datena no crânio de Marçal, atribuíram, cada um a seu modo, as queimadas atuais – totalmente fora de controle – a atos de terrorismo praticados por bolsonaristas e interessados em prejudicar o governo.
A culpa é sempre dos outros
Lula citou a manifestação de 7 de setembro, na Avenida Paulista, em São Paulo, quando, segundo ele, falaram em “Tocar fogo no país”, dando interpretação literal àquilo que sabidamente se trata de mera figura de linguagem. Já Marina citou os atos golpistas mequetrefes de 8 de janeiro de 2023 como comparação ao que chamou de “Terrorismo climático” em curso no Brasil.
Não bastassem o presidente da República e a ministra do Meio Ambiente, agora é Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, que se junta à grita paranoica e falaciosa ao afirmar: “Eu não sei se é pensado ou organizado [os incêndios], mas como disse a ministra Marina, que nós temos um terrorismo ambiental, nós temos. É preciso investigar isso profundamente”.
Essa senhora relacionou a privatização da Vale, ocorrida no governo FHC, pela tragédia de Brumadinho, em 2019, quando o rompimento de uma barragem matou mais de 200 pessoas. Agora, pega carona nas bravatas da companheirada para, como sempre, espetar a conta no lombo alheio. É o modus operandi petista: não sei de nada, não tenho culpa de nada, cobre dos outros.
O gopi tá aí, cai quem quer. Acredita nesse descondenado quem é tôlo.
Pois que fiquem a vontade.
Eu tô fora, quero é que esse vagabundo se lasque e não eu.
Tô ligado!
Pode deixar comigo.
Mas quem foi mesmo que reduziu o poder do IBAMA e diminuiu inúmeras determinações legais na área ambiental para “passar a boiada” enquanto foi Presidente?
O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu um alerta de chuvas intensas para 96 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso vale até 10h de segunda-feira (20).
As chuvas atingem cidades das regiões Oeste, Alto Oeste, Central, Costa Branca, Vale do Açu e Seridó do RN.
O aviso é da cor amarela (perigo potencial), que prevê chuvas de 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, além de ventos intensos, entre 40 e 60 km/h.
Segundo o Inmet, nesses casos, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
O Instituto recomenda, em casos de rajadas de vento: não se abrigar debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas, e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Além disso, evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
Em caso de necessidade, acionar Defesa Civil (telefone 199) ou Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Dois dias de forró, folia e frevo. E ainda música eletrônica combinada à melodia do saxofone, pagode baiano, sertanejo e pop rock. Essa selada sonora é a porção “for all” do projeto “CarnavALL”, evento realizado pela In Out Produções na Oktos Cervejaria, da Via Costeira. Faltando duas semanas para o evento, mais novidades foram incorporadas, como a mudança dos bailes para dias 26 e 27 de fevereiro, sábado e domingo de carnaval, e não mais na segunda-feira como havia sido anunciado. A programação não muda, apenas ganha shows do Cavaleiros do Forró e Litto. Lins. A festa começa ao meio-dia, com cinco atrações por baile.
No sábado (26), estão no line up os Cavaleiros do Forró, Litto Lins, Pedro e Erick, Pedro Lucas e Sax In The House. No domingo (27) as atrações são Solange Almeida, Pedro Luccas, Pagode do Coxa, Som e Balanço e banda Pretta. Os ingressos continuam à venda no site da Outgo. O espaço contará com Camarote e Open Bar, pista e mesas em todos os espaços. O CarnavAll é uma realização da In Out Produções.
O CarnavALL estreia na programação carnavalesca privada que foi autorizada pelos decretos e segue o compromisso de conter a disseminação da variante da Covid-19 e das síndromes gripais. Além da cobrança do passaporte vacinal, será incluída a testagem rápida opcional para o público que acessar o evento. O serviço será subsidiado pelo realizador, com preço de custo para o folião. Também contará com ingresso solidário e 1% (um por cento) da renda bruta será doada à uma instituição beneficente.
Forró e festa
Uma das grandes vozes femininas do forró, a cantora Solange Almeida é uma das grandes puxadoras de trios e bailes de carnaval, já tocou inclusive no carnaval de Salvador. Para este show ela inclui as músicas atuais de sua carreira solo e das antigas, quando dividiu com Xand o comando dos Aviões do Forró. Caso de “O Amor de minha vida sou eu”, “Se Não valorizar”, “Faz tempo”, “Jeito carinhoso” ,”Recaídas”,”Nossa história”, dentre outras. Para levantar o folião, a cantora elege o estilo forró elétrico, onde inclui os suingues da música carnavalesca, música baiana e forrós.
O Cavaleiros do Forró coleciona grandes sucessos em sua trajetória de mais de 20 anos: “Se Rei Pra Lá”, “Alô”, “Mar de Doçura”, “A Vontade que Eu Tenho”, “Mulher Eletricista”, “Frete”, “Avisa a Ela” “É Gaia” e “Não Pegue Esse Avião”. O grupo foi fundado em 2001 e já teve varios cantores e cantoras que hoje trilham carreiras solos, caso da Solange Almeida. Atualmente, a banda traz o trio potente Ramon Costa, Kally Fonseca e Jailson Santos.
O cantor Litto Lins, atração também confirmada para o sábado, lançou durante a quarentena o single “200% saudade”. Considerado uma das promessas musicais da atualidade no meio forrozeiro, Litto Lins é Instrumentista e compositor, e sua carreira privilegia também o forró na “essência”, nome inclusive de um DVD lançado em 2019.
Samba, pagode baiano e pop rock
O Sax in the House é um projeto conceitual de música eletrônica formado pelo DJ Gabriel Sodré e pelo saxofonista Israel Galiza e vem conquistando o respeito e admiradores em suas apresentações nos principais clubes do país. Tem como característica a harmonia entre música eletrônica e o virtuosismo do instrumento de sopro melódico do saxofone.
Carioca de nascimento, o cantor Pedro Luccas lançou sua carreira em Natal há mais de dez anos e conquistou espaço com seu repertório certeiro, que mistura clássicos do pop rock MPB dançante, além de sucessos pop atuais.
Outra atração de peso é a dupla sertaneja do momento, Pedro e Erick. Eles já gravaram o DVD “Nunca mais eu Bebo” recheado de hits como “Mesa Amarela”. A banda do momento na interpretação do samba e pagode é o Pagode do Coxa. No repertório do quinteto estão clássicos do samba, sucessos atuais e versões de sucessos.
Com irreverência e muito balanço, o pagode baiano será bem representado pela banda Som e Balanço. O grupo é comandado pelo cantor Eugênio Maia e pelo percussionista Pedro Azevedo e já tocou para grandes plateias no Carnatal e no carnaval de Apodi. Já a banda Pretta, conhecida pelo show bastante interativo, vai mandar ritmos do pagode e suingueira baiana para rebolar até o chão.
O evento é inspirado em “for all”, que remete ao filme e aos bailes populares do passado onde se ouvia vários estilos musicais. Será uma festa completa onde inclui praça de alimentação e o buffet de feijoada na chegada do público até as 14h. A primeira edição conta ainda com apoio da Amazon In Out, TV Tropical.
SERVIÇO:
CarnavALL 2022
Dias 26 e 27.02 a partir das 12:00, na Cervejaria Oktos, Via Costeira. Senador Dinarte Medeiros Mariz, 4197, Parque das Dunas, Natal – RN
SÁBADO (26/02)
Cavaleiros do forró
Litto Lins
Sax in the house
Pedro Luccas
Pedro e Erick
DOMINGO (27/02)
Solange Almeida
Pagode do coxa
Banda Pretta
Sax in the house
Som e balanço
Pedro Luccas
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