Música

João Batista: A voz potiguar está de volta no São João de Natal

Foto: Divulgação

Após marcar gerações com sua voz potente e emocionar o Brasil no reality FAMA (TV Globo), o cantor natalense João Batista inicia um novo capítulo em sua carreira. Com quase 30 anos de estrada e parcerias com ícones como Ivete Sangalo, Elba Ramalho e Sandra de Sá, o artista retorna aos palcos com força total.

Durante a pandemia, João precisou pausar sua trajetória e enfrentou desafios longe da música — mas nunca perdeu a fé na arte. Agora, renasce com mais verdade, maturidade e emoção.

Seu retorno acontece em grande estilo no São João de Natal, nesta sexta, 06 de junho, na Arena das Dunas. Um show que celebra a resistência, o talento e a cultura potiguar.

João Batista está de volta. E como sempre, com alma, voz e coração.
“Que a vida seja cantada sempre.”

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Brasil

Sob Lula, estatais têm deficit recorde de R$ 2,73 bilhões em 2025

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As estatais federais registraram deficit recorde de R$ 2,73 bilhões em 2025. Foi o maior desde 2002 (23 anos). Dados do BC (Banco Central) mostram que o saldo negativo aumentou 62,8% em comparação com o mesmo período do ano passado.

As informações constam no relatório “Estatísticas fiscais” divulgado nesta 6ª feira (30.mai.2025). Eis a íntegra do comunicado (PDF – 333 kB). No 3º mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT), as estatais federais registraram deficit no 1º quadrimestre de todos os anos: de R$ 1,84 bilhão em 2023, de R$ 1,68 bilhão em 2024 e de R$ 2,73 bilhões em 2025.

O levantamento do Banco Central desconsidera a Petrobras e as estatais financeiras como o BB (Banco do Brasil), a Caixa Econômica Federal e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Em abril, o saldo negativo das estatais federais foi de R$ 977 milhões.

DADOS DIVERGENTES DO GOVERNO

A ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, declarou, em 23 de abril, que a contabilidade do Banco Central é fiscal e desconsidera informações contábeis das companhias. Afirmou que há empresas que apresentam deficit no dado do Banco Central, mas registraram lucro líquido.

A ministra citou o caso do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e da Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social), que, segundo Esther, tiveram balanços positivos.

O lucro líquido do Serpro foi de R$ 685 milhões no ano passado. Já a Dataprev teve lucro de R$ 508,2 milhões, mas houve queda em relação a 2023 (R$ 598,6 milhões).

Segundo Esther, são 19 empresas não dependentes na alçada do Ministério da Gestão e Inovação. Afirmou que o Banco Central contabilizou o deficit fiscal de 11 estatais em 2024.

“Dessas 11 [empresas que apresentaram deficit], 9 tiveram lucros”, disse Esther em abril. “Se você procurar qualquer empresa privada, ninguém conhece o deficit, porque essa contabilidade só faz sentido na lógica fiscal, que é pegar exclusivamente as receitas daquele ano contra as despesas daquele ano”, completou.

METODOLOGIA DO BANCO CENTRAL

O Banco Central apura o resultado fiscal seguindo a metodologia conhecida como “abaixo da linha”, que é diferente do Tesouro Nacional, por exemplo, que adota a metodologia “acima da linha”.

O Banco Central não tem acesso a todos esses componentes, como dados de fluxo, somente a necessidade de financiamento. A autoridade monetária compara o nível de endividamento das estatais entre um período e outro para verificar a variação.

Significa dizer que o deficit de R$ 2,73 bilhões corresponde ao aumento da necessidade de financiamento. O Banco Central já defendeu que é preciso evitar entrar em juízo de valor sobre as formas diferentes do BC e do governo em calcular o saldo nas contas das estatais. Disse que os dados são complementares.

Poder 360

Opinião dos leitores

    1. Foi para isso que os acéfalos fizeram o LLL… Kd os defensores do Larápio e a picanha tá boa ?

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Geral

Estatais têm deficit de R$ 1,27 bilhão no 1º trimestre, diz Banco Central

Foto: divulgação

As estatais federais, estaduais e municipais registraram deficit de R$ 1,27 bilhão de janeiro a março de 2025, segundo dados do Banco Central. O saldo negativo foi o 2º maior para o trimestre na série histórica. Fica atrás só do resultado do período em 2024, no vermelho em R$ 1,51 bilhão.

O rombo foi puxado pelas empresas do governo federal, que tiveram o maior deficit. Leia o detalhamento:

federais – deficit de R$ 1,75 bilhão;
estaduais – superavit de R$ 1,04 bilhão;
municipais – deficit de R$ 560 milhões.

A autoridade monetária calcula a necessidade de financiamento do governo, dos Estados, dos municípios e das estatais. Como não tem acesso a todas as informações de receita e despesas, a autoridade monetária compara o nível de endividamento dos entes públicos entre 2 períodos.

Tanto o levantamento BC quanto os cálculos do governo federal podem ser utilizados para avaliar a saúde financeira das estatais. Apesar de ser mais detalhado, o levantamento da União tem periodicidade de publicação maior, o que dificulta o acompanhamento contínuo.

Poder 360

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Geral

Governo Lula acomoda em estatais petistas e auxiliares sem formação compatível

Foto: divulgação

O governo Lula tem acomodado em conselhos de administração de estatais pessoas vinculadas ao PT e membros da gestão que não têm formação relacionada à área de atuação das empresas. A lei exige educação acadêmica compatível, além de experiência e reputação ilibada.

Os conselhos têm como função direcionar os rumos das companhias e fiscalizá-las. O governo ocupa cadeiras nos colegiados, e cabe ao ministro responsável pela área nomear seus representantes, que são remunerados com os chamados jetons.

Alguns conselheiros recebem os honorários todos os meses. Em outros casos, o pagamento é esporádico, pela participação em reuniões. Dados do Ministério da Gestão mostram que a gratificação paga pelas estatais varia de R$ 1.733,33 no caso de participação no conselho da empresa Termobahia (subsidiária da Petrobras) a R$ 13.813,97 mensais pela presença no colegiado da petroleira.

A Folha coletou diferentes exemplos de integrantes de conselhos com formação distante da prevista nas normas. Em alguns casos, eles ocupam cadeiras por aparente influência política. As indicações do governo são feitas em geral tanto pelo ministério ao qual a empresa é vinculada como pela pasta da Gestão (que tem direito de indicar um nome por companhia).

Um dos casos é o de Ana Estela Haddad, 58, conselheira da Dataprev (estatal responsável por armazenar e processar dados, principalmente sobre benefícios sociais). Ela é secretária no Ministério da Saúde e graduada em odontologia, além de mestre e doutora em ciências odontológicas. Também é esposa do ministro Fernando Haddad (Fazenda). A remuneração é de R$ 4.188,89 mensais.

O Ministério da Gestão afirma que todas as pessoas escolhidas respeitam requisitos de experiência profissional e de formação acadêmica. A pasta não apontou os elementos nos currículos de cada conselheiro que atendem a essas demandas.

“A compatibilidade entre a formação acadêmica, a experiência profissional e o cargo é verificada no momento da submissão da candidatura ao comitê de elegibilidade de cada empresa estatal, a quem cabe atestar que o conhecimento acadêmico do indicado o torna apto e capaz de exercer adequadamente as atribuições do cargo”, afirmou a pasta.

Procurado, o Ministério da Saúde orientou que a Dataprev fosse consultada. A estatal, por sua vez, enviou um posicionamento similar ao do Ministério da Gestão.

A lei das estatais, sancionada em 2016, durante a gestão de Michel Temer, exige que todo membro de conselho de administração tenha reputação ilibada, experiência profissional e “formação acadêmica compatível com o cargo para o qual foi indicado”.

Um decreto posterior, também de 2016, trouxe uma lista não taxativa de cursos ligados ao cargo de conselheiro. De acordo com o texto, seria considerada compatível a formação “preferencialmente” em administração, ciências atuariais, ciências econômicas, comércio internacional, contabilidade ou auditoria, direito, engenharia, estatística, finanças e matemática. Além disso, é possível ser considerada a formação na área de atuação da empresa (saúde, por exemplo).

Também chamam atenção assessores de ministérios indicados para conselhos sem relação com suas pastas ou históricos de formação.

Marcio Tavares dos Santos, 39, secretário-executivo do Ministério da Cultura e curador de arte, recebe R$ 3.521,04 por mês como conselheiro do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, instituição vinculada ao Ministério da Educação.

Ele tem mestrado em história e doutorado em arte e foi secretário nacional de Cultura do PT. Também compõe o conselho da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), cuja atividade tem relação com a sua formação.

Procurado, o gabinete de Santos direcionou as questões à assessoria de imprensa do Ministério da Cultura. A pasta não se manifestou sobre a formação acadêmica, mas afirmou que a ocupação atual e a atuação em funções de gestão oferecem a ele repertório e conhecimentos técnicos para o cargo.

Regras para indicação de conselheiros

  • Requisitos básicos, segundo a lei das estatais: Reputação ilibada, notório conhecimento, experiência profissional mínima e formação acadêmica compatível com o cargo.
  • Formação, segundo decreto: Preferencialmente em administração, ciências atuariais, ciências econômicas, comércio internacional, contabilidade, auditoria, direito, engenharia, estatística, finanças e matemática. Além disso, é possível ser considerada a formação na área da empresa (saúde, por exemplo)
  • Responsável pelas indicações do governo: Ministério ao qual a estatal é vinculada e Ministério da Gestão (que deve indicar ao menos um membro). Nomes também passam por análise da Casa Civil.

Casos de conselheiros com formação distante da atuação

  • Ativos S.A. (securitizadora do Banco do Brasil): Emir Simão Sader, graduado e mestre em filosofia e doutor em ciência política
  • Companhia das Docas do Estado da Bahia: Fábio Koleski, graduado em jornalismo, mestre em comunicações e especialista em regulação de telecomunicações
  • Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais: Hemeline Camata, bacharel em jornalismo e pós-graduada em comunicação pública e em marketing digital e mídias sociais
  • Companhia Docas do Rio Grande do Norte: Swedenberger do Nascimento Barbosa, doutor em ciências da saúde e mestre em ciências da saúde
  • Companhia Docas do Ceará: Janira Borja, graduada em comunicação e mestre em relações internacionais
  • Conab eGrupo Hospitalar Conceição: Flavio Koutzii, formado em sociologia
  • Dataprev: Ana Estela Haddad, graduada em odontologia, além de mestre e doutora em ciências odontológicas
  • Emgepron: Débora Raquel Cruz Ferreira, jornalista
  • Hospital de Clínicas de Porto Alegre: Marcio Tavares dos Santos, graduado e mestre em história e doutor em arte
  • PortosRio: Luiz Antonio Correia de Carvalho, jornalista e formado em filosofia.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. 🎶🎵🎶🎵 Se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão, se gritar pega ladrão… 🎵🎶🎵🎶🎵🎶🎵🎶

  2. É POR ISSO QUE EU APERTEI O 13 COM FORÇA. GOSTO É DE ZONA, CORRUPÇÃO E BANDIDO SAQUEANDO O PAÍS.

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Brasil

Carga tributária atinge maior patamar em 15 anos e vai a 32,3% do PIB

Foto: reprodução

A prévia da carga tributária (peso dos impostos e demais tributos sobre a economia) subiu para 32,32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, divulgou nesta sexta-feira (28) o Tesouro Nacional. Em 2023, o mesmo indicador tinha atingido 30,26%, diferença de 2,06 pontos percentuais.

Segundo o Tesouro, vários fatores pesaram para o aumento da carga tributária. O principal foi o crescimento da economia, que aumentou a arrecadação dos tributos sobre bens e serviços em 0,81 ponto percentual do PIB em nível federal no ano passado. Somente a arrecadação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributo diretamente ligado às vendas, subiu 0,42 ponto.

No caso da alta do dólar, os preços mais caros das mercadorias importadas ajudaram a reforçar a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS), da Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O fim da isenção de PIS/Cofins sobre o diesel e o gás de cozinha, que voltaram às alíquotas normais em janeiro de 2024, também influenciaram a comparação.

Outro fator que ajudou a elevar a carga tributária foi o aumento de 0,5 ponto percentual do PIB na arrecadação de tributos relacionados à renda, ao lucro e a ganhos de capital. A principal medida foi a tributação dos fundos exclusivos e das offshores, empresas de investimento no exterior, que entrou em vigor no fim de 2023.

Em 2024, a arrecadação de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) subiu 0,38 ponto percentual do PIB. As receitas com a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) avançaram 0,06 ponto percentual.

Em âmbito estadual, a receita do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo que mais arrecada no país, aumentou 0,46 ponto percentual do PIB em 2024. Segundo o Tesouro Nacional, isso se deve ao fim da desoneração sobre combustíveis e à recuperação da economia, que impulsionou as vendas.
Na esfera municipal, a receita do Imposto sobre Serviços (ISS) subiu 0,09 ponto percentual do PIB, impulsionada pelo crescimento de 3,1% no volume de serviços em 2024.

Opinião dos leitores

  1. Esse é o Taxadd, substituto natural do Nine de nove dedos.
    O Brasil acabou!
    Quem puder, vasa e vai fazer uma vida, um pé de meia lá fora.

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Economia

Governo inclui estatal do pré-sal na lista de estudos para privatização

Foto: Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) autorizou a inclusão da PPSA (Pré-Sal Petróleo) na lista de estudos para uma possível privatização. O decreto foi publicado na 6ª feira (27.mai.2022) em edição extra do Diário Oficial da União.

A estatal é responsável por gerenciar os contratos do governo federal para exploração do petróleo em camadas de pré-sal.

O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsidapediu ao Ministério da Economia a inclusão da Petrobras e da PPSA no programa de privatizações do governo. O decreto, no entanto, menciona apenas a PPSA.

Fica qualificada, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República – PPI, a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S.A. — Pré-Sal Petróleo S.A. —PPSA, com objetivo de avaliar a desestatização da empresa e dos ativos sob sua gestão”, lê-se no documento.

PPI é o responsável por projetos de privatização e concessão. Se o estudo tiver resultado favorável à privatização, o conselho do programa recomenda que o presidente da República assine decreto incluindo a estatal no PND (Programa Nacional de Desestatização).

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Com as venda dos poços da Petrobrás, o RN ficou em primeiro lugar em produção em terra,a mamata do sindicato acabou.

    1. Se ja entregou o pré-sal às petroleiras internacionais a troco de nada, devia pelo menos conservar a estatal do pré-sal. Afinal vem ai um novo governo, comandado pelo Barba.

  2. Só agora MINTOmaníaco das rachadinhas? Vc num privatizou nem a TV Lula ou outras estatais q poderia fazer com uma canetada! Até agora o q fez foi criar mais uma estatal, a Navbrasil…

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Finanças

Eike Batista promove leilão bilionário para quitar suas dívidas

Foto: Wilson Dias

A saga judicial-financeira do ex-bilionário Eike Batista pode estar mais perto de um fim. Nesta terça-feira (16), devem ser conhecidas as propostas por um lote de debêntures da Anglo American, grupo britânico que comprou o projeto de mineração Minas-Rio, da mineradora MMX, de Eike, em 2008. Esses títulos foram “descobertos” dentro do emaranhado de companhias criadas pelo empresário antes de sua derrocada.

O lance mínimo é de R$ 1,25 bilhão, dinheiro que seria suficiente para quitar boa parte dos débitos remanescentes — o empresário informou este ano ter recebido oferta de quase R$ 2 bilhões pelos papéis. Dois fundos internacionais, o Oaktree e o Vox Royalty, e o BTG Pactual estão na disputa.

As maiores dívidas conhecidas de Eike somam algo perto de R$ 2 bilhões — sendo R$ 1,2 bilhão da falência da MMX e cerca de R$ 800 milhões do acordo de delação fechado no Supremo Tribunal Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Há ainda uma certa incerteza em relação ao passivo tributário. A União cobra R$ 3,5 bilhões da MMX, mas esse débito é passível de recurso e não tem prazo para ser pago.

Vender as debêntures para quitar as dívidas, porém, não está sendo fácil. Um processo de venda, de dezembro do ano passado, foi suspenso. Este ano, novos leilões judiciais foram convocados. Os títulos estavam no patrimônio da NB4, elo da “cadeia” de firmas usada por Eike para gerir seus bens.

Foram localizados pela Abradin (Associação Brasileira de Investidores), cuja origem remonta às primeiras mobilizações de acionistas minoritários lesados pela derrocada do Grupo X e que foi aceita como parte interessada no processo que buscou o patrimônio pessoal de Eike na falência da MMX, segundo Aurélio Valporto, presidente da entidade.

R7

Opinião dos leitores

  1. Se não fosse o moro parcial, esse inocente não devia nada, estava por aí trapaceando. Moro desmascarou muitos pilantras cara de paus

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Economia

Estatais brasileiras devem fechar 2023 com rombo de quase R$ 6 bilhões

Foto: Jornal Nacional

As empresas estatais brasileiras devem fechar 2023 com um rombo de quase R$ 6 bilhões e pela primeira vez em oito anos, o Tesouro Nacional pode ter que cobrir esse déficit.

As estatais federais tiveram superávits nos últimos cinco anos. A única exceção foi em 2020, quando, por causa da pandemia da Covid, fecharam com déficit de R$ 600 milhões. Em 2021, as estatais registraram um resultado positivo de R$ 3 bilhões. No ano passado, também, quase R$ 5 bilhões. De acordo com números do Banco Central, de 2012 a 2017, elas fecharam no vermelho.

Nos anos seguintes, o superávit foi garantido com aportes do governo. Segundo o Tesouro Nacional, em 2018, a gestão do então presidente Michel Temer injetou R$ 5 bilhões no caixa das estatais e no governo Jair Bolsonaro, foram R$ 10 bilhões.

Pra este ano, a última projeção dos ministérios da Fazenda e do Planejamento aponta para um rombo, que deve ser maior do que o previsto no orçamento aprovado no ano passado, ainda na gestão Bolsonaro.

Jornal Nacional

Opinião dos leitores

  1. Para os que não sabem interpretar o texto, os últimos anos tiveram superávit porque foi injetado dinheiro publico nas estatais ou seja kkkkk tirou dinheiro de outro setor para não ter rombo e estatal não tem que ter lucro, elas tem que servirem o povo, o Brasil não tem nem mil estatais , pega Alemanha e estados unidos tem muito mais que isso e várias dão prejuízos, estudem mais um pouco antes de virem aqui defecar.

  2. Lembro, estatais lucrando e o povo padecendo, pegando comida em carro de lixo, o ministro da economia dizendo que tinha que comer ovo, que a empregada doméstica que quizesse viajar, “vai alí… pra Cachieira do Itapemirim” e não pra Disney, Petrobrás empurrando a mão no bolso do brasileiro com a gasolina a R$10. Estatal tem que cumprir a sua função social, se houver lucro, melhor ainda, mas não é objetivo principal de estatal. O lucro não ser às custas da miséria do povo.

    1. Vc gosta muito de camarão deixe de comer si não vc fica pior do que camarão seu burrro

  3. Quase tudo de volta: rombo nas contas, prejuízo com estatais, ministros incapazes e corruptos, o que mais…. Ah, só falta um novo petrolão.

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Opinião

MARIO SABINO: O fim do episódio da república das bananas no aeroporto de Roma

Foto: Sam Pancher/Metrópoles

Por Mario Sabino

Não conheço os cidadãos Roberto Mantovani Filho, Andréia Munarão, sua mulher, e Alex Zanatta Bignotto, seu cunhado. Mas fico satisfeito porque a Polícia Federal desistiu de indiciá-los por agressão, no aeroporto de Roma, ao ministro Alexandre de Moraes e ao seu filho, o advogado Alexandre Barci de Moraes.

Desde julho do ano passado, eles vinham sofrendo arbitrariedades na nossa hodierna república das bananas.

Acusados pelo ministro e o seu filho, os três cidadãos tiveram suas casas vasculhadas por uma PF munida de mandado de busca e apreensão, procedimento extremo que virou corriqueiro na nossa democracia pitoresca.

A imprensa, sempre prestativa, tratou-os como se fossem marginais. Eram chamados depreciativamente de “trio”, como se tivessem “impedido, com grave ameaça, um ministro de exercer a sua função constitucional”. No lounge de um aeroporto?

Opinião dos leitores

  1. Lula classificou como “animal selvagem” empresário que sequer foi indiciado pela PF. É esse o padrão desse cachaceiro. Lógico que ele achava que o tal empresário era eleitor do Bolsonaro, infelizmente, era seu.

  2. O Brasil é tão nojento que só têm Adélio prá esquerda, apareça pelo menos um prá direita.

  3. Hodierna república das bananas kkkkk a mesma que o seu padrinho teve a chave de mudar e nada fez !!!! Quatro anos no poder e nada!!! Não tem moral pra falar nada ! A direita desse país é torta ao extremo e sem moral!!!

  4. Bem esclarecedor esse artigo, reforço que num país que elege um ladrão,condenado em três instâncias e ex-presidiario , pra ser o chefe do executivo federal , nada me surpreende , inclusive estas arbitrariedades cometida pra essa família em voga. Sem considerar o absurdo de transformar o vandalismo imperdoável de 8 de janeiro em golpe de estado. O Brasil necessita urgente de rever as competências dos poderes constitucionais , principalmente o poder judiciário.

  5. Eita que a SEITA BOLSONARISTA não perde tempo. Não vi o PORJETO de Jornalista falando sobre o caso.

    Algum seguidor da SEITA BOLSONARISTA pra defender?

    Jair Renan, filho de Bolsonaro, é indiciado pela PCDF por lavagem de dinheiro

    Além desse crime, Jair Renan foi indiciado pelo crime de falsidade ideológica e uso de documento falso.

    O caso faz parte da operação deflagrada pela polícia em agosto de 2023

    Então a PCDF já é comunista?

    Beijin no chifre 🦬

    1. Pode falar e criar narrativas para o mito, mas nunca foi condenado em três instâncias em nenhuma delas pq não há crimes, e muito menos ele é um ex-presdiário,o molusco é tudo isso e muito mais !

  6. 👏👏👏👏👏👏 parabéns pela matéria!!! Infelizmente, é o que vivemos hoje neste país onde não tem uma alma mais ONESTA do que o presidente Lula.

    1. Parabéns pela matéria, sem que sintamos na própria pele, percebemos que o Brasil vive uma ditadura e aí torna-se triste, pelo fato de termos lutado tanto para sair de uma. Os que fazem o atual executivo e os asseclas do partido, sorriem e batem Palmas para aotos iguais a esse, o oito de janeiro trilha pelo mesmo caminho, inocentes condenados, um STF imoral, com decisões arbitrárias. DEUS permita que saímos disso.

    2. Hodierna república das bananas kkkkk a mesma que o seu padrinho teve a chave de mudar e nada fez !!!! Quatro anos no poder e nada!!! Não tem moral pra falar nada ! A direita desse país é torta ao extremo e sem moral!!!

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Economia

Governo Lula quer reativar estatal conhecida por só dar prejuízo

Foto: Instagram/ceitecsa

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu reativar uma estatal que ficou conhecida pelos prejuízos em série que causou desde que foi criada, em 2008, e por erros comerciais.

É a Ceitec (Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada), uma fábrica de semicondutores localizada em Porto Alegre (RS) que era chamada por seus críticos com um apelido jocoso: a fábrica do “chip do boi”.

Nos seus 15 anos, a empresa recebeu cerca de R$ 790 milhões. Faturou R$ 64,2 milhões com a venda de semicondutores. O que entrou corresponde a 8% dos valores gastos.

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A estatal tinha sido liquidada em dezembro de 2020 pelo programa de privatização do governo de Jair Bolsonaro (PL). Mas havia tantos problemas jurídicos na desestatização que o TCU paralisou o processo. Em janeiro de 2023, o governo retirou a Ceitec do programa de privatização. De concreto sobre a desestatização, há 2 dados:

  • a fábrica ficou parada por 2 anos;
  • o quadro de funcionários caiu de 179 para 76 –para retomar as atividades, serão contratados entre 50 e 60 profissionais.

A ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, deu detalhes da retomada da fábrica em uma live com o presidente, em 5 de dezembro.

“O chip é usado em toda a cadeia produtiva. Não pode o Brasil ficar fora disso. A gente vai buscar um nicho de mercado, que será o setor automotivo e o setor energético”, afirmou. Ela disse que a Ceitec não tem pretensões de concorrer com gigantes asiáticos ou americanos de chip.

A empresa foi criada com a ideia de que haveria encomendas estatais garantidas para que pudesse aprender a fabricar chip, um processo extremamente complexo que requer instalações avançadas, mão de obra de alto nível e uma cadeia de suprimentos. Só o Brasil tem uma fábrica dessas na América Latina.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. A burrice de Lula, é e será sempre uma das suas virtudes, mas ele sabe que não vai ter sucesso, mas vai tentar sempre pois tem uma cabeça de jerico, e em contra partida sabe ele que não sera mais eleito a nada, e tudo o seu desejo é deixar o Pais afundado até as bielas .

  2. Mais uma estatal para servir de objeto de trocar no toma lá dá cá….mais cargos comissionados para os companheiros e amigos dos amigos. TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES 😡!

  3. Jumento tem aí é só olhar os comentários de quem defende esse governo comandado pôr uma gang portanto não tem como não dar certo e haja chip em Eleitores da ptralhada

  4. Isso é marcação da mídia, nada que o nine quer fazer presta? Essa empresa vai contratar vários funcionários, quem sabe melhorar a vida de alguns pilantras, ou as estatísticas do IBGE? pense num homem de visão, vamos ultrapassar o Japão.

  5. O velho Lula com visão de futuro…👏👏👏
    A boiada imunda vai achar que não vale a pena (exatamente o que diziam do pré-sal) mas o futuro mostrará que o Brasil não pode ficar para trás em tecnologia…não podemos ficar reféns da China/EUA para sempre…

    1. Vai produzir chips para implantar em jumentos como vc para aprender ao menos a votar!!!

    2. O que um bom cargo comissionado não faz, chega-se a defender o indefensável.
      Reativar uma empresa super deficitária apenas para garantir o emprego de alguns companheiros é absurdo, quem vai pagar a conta é o já explorado contribuinte.
      Jamais uma empresa estatal de tecnologia terá condições de concorrer em igualdade com o setor privado, que é muito mais ágil e competente para desenvolver a tecnologia na velocidade que vemos atualmente.
      Se o governo tivesse realmente interesse no setor incentivaria o desenvolvimento de empresas privadas de start up, ao invés de proteger a companheirada.
      Será apenas mais despesas para as contas públicas a serem pagas pelo já sofrido contribuinte.

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Geral

Irmãos Batista tiveram ao menos cinco reuniões fora da agenda no Planalto

Foto: Divulgação

Os irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores do grupo J&F e conselheiros da JBS, foram ao menos cinco vezes ao Palácio do Planalto entre 2023 e 2024, antes da reunião com o presidente Lula (PT) realizada em maio deste ano.

Em quatro dessas idas, os empresários tiveram encontros que não foram registrados em agendas de autoridades e atas. A Presidência e ministérios ainda dizem não ter informações sobre o anfitrião de outra outra visita de Joesley, sozinho, na sede do Poder Executivo.

Procurado, o grupo J&F não se manifestou sobre as idas dos empresários ao prédio em que Lula despacha.

Os registros de entrada dos irmãos Batista no Planalto foram obtidos pela Folha em pedido baseado na Lei de Acesso à Informação.

As idas ao Planalto marcam a reaproximação dos controladores da J&F com o núcleo do poder de Brasília, no momento em que o governo Lula (PT) participa de discussões que afetam empresas do grupo.

Um dos temas é a transferência de controle da distribuidora de energia do Amazonas para a Âmbar, empresa da holding dos irmãos Batista. O governo publicou uma MP (medida provisória) em junho que abriu essa possibilidade.

A transferência é avaliada pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que tem uma vaga de diretor aberta. O cargo será indicado por Lula e sabatinado no Senado.

A Âmbar também foi a primeira empresa habilitada pelo governo a importar energia elétrica da Venezuela para reforçar o abastecimento de Roraima.

Os irmãos foram personagens centrais do escândalo político que ameaçou o mandato de Michel Temer (MDB), em 2017, quando foi vazada conversa do então presidente gravada por Joesley.

Com base nos registros das reuniões obtidos pela LAI (Lei de Acesso à Informação), a reportagem questionou as assessorias da Secom (Secretaria de Comunicação Social), da Vice-Presidência e de ministérios que atuam no Planalto se autoridades desses órgãos tiveram encontros com os empresários nas datas registradas.

Em resposta, a Secom informou que o conselheiro de Lula para assuntos internacionais e assessor da Presidência, Celso Amorim, teve dois encontros com os empresários. Os eventos, porém, só foram incluídos na agenda oficial após questionamentos da Folha.

Secretário do PPI (Programa de Parceria de Investimentos), Marcus Cavalcanti também esteve em duas ocasiões no Planalto com os controladores da J&F, mas os encontros ainda seguiam fora da agenda até sexta-feira (13).

Segundo a Casa Civil, os “representantes do grupo empresarial” fizeram “apresentação da carteira de investimentos do grupo no Brasil e exterior” durante as agendas com o secretário do PPI. O ministério, porém, não respondeu quais negócios foram apresentados e se as reuniões tiveram desdobramentos.

No primeiro encontro com Cavalcanti, em 4 de outubro de 2023, os dados de entrada do Planalto registram idas de Joesley e Wesley.

Na data da segunda agenda no PPI, em 9 de janeiro de 2024, a mesma base mostra apenas a entrada de Joesley.

A Casa Civil disse que a falta de registro na agenda pode ser resultado de “falha de comunicação”, pois a equipe do PPI não trabalha no Planalto, enquanto o secretário “eventualmente” tem agendas na sede do Executivo.

A agenda de 4 de outubro de Cavalcanti, que omite a reunião com os irmãos Batista, registra outras cinco atividades, sendo que uma delas havia sido realizada no Planalto. Já na data do encontro com Joesley não há nada marcado no mesmo site, segundo dados do e-Agendas (Sistema Eletrônico de Agendas do Poder Executivo Federal).

Os registros de entrada ainda mostram nova ida de Joesley Batista ao Planalto em 8 de novembro. A Presidência e demais ministérios que operam no Planalto disseram que autoridades da cúpula do governo não tiveram agendas com o empresário nesta data.

Os mesmos órgãos não responderam por qual razão o empresário esteve na sede do Executivo.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Boa coisa não vai sair! Essas reuniões secretas, com esses meninos traquinos só vai dá MERDA! Digo, MERDA, pro povo Brasileiro.

  2. O AMOR VOLTOU. A CORRUPÇÃO VOLTOU A REINAR. EU ACHO É POUCO! A DEMOCRACIA DA ESQUERDA É SER LIVRE PRA TUDO, PRINCIPALMENTE, PRA PRATICAR CRIMES.

  3. A corrupção e a safadeza voltando com força total no governo desse desmoralizado que não apresenta nenhuma novidade, era esse o esperado para um governo de um ex presidiário corrupto chefe de quadrilha e que assaltou o país durante 14 anos no poder, essas previsões já eram dadas como certa até pelo seu hoje vice-presidente da república que afirmava a volta do corrupto a cena do crime nenhuma novidade até aí , a única novidade mesmo foi a volta à cena do crime de mãos dados com o safado do Geraldo tapioca, esse país não terá paz com essa quadrilha no poder.

  4. Pergunta que não cala, quantas vezes essa dupla nefasta se reuniu com representantes do governo do MITO, o que hoje acontece com muita frequência e exala odores pútridos.

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Geral

‘Fui na esperança de enxergar’: veja relatos de pacientes infectados em mutirão de cataratas no RN

O mutirão de cirurgias de catarata que terminou com 15 pacientes infectados por uma bactéria – sendo que 9 precisaram retirar o globo ocular – reuniu moradores de Parelhas, cidade a 245 quilômetros de Natal, que tinham, em comum, o desejo de enxergar melhor após o diagnóstico da catarata.Foto: Reprodução

Muitos dos pacientes viviam situações parecidas ao esperarem na rede pública uma oportunidade de realizar a cirurgia após o diagnóstico da doença em anos anteriores.

Ao todo, 48 pacientes foram atendidos no mutirão realizado pela prefeitura da cidade nos dias 27 e 28 de setembro na Maternidade Dr. Graciliano Lordão. Das 20 pessoas operadas no primeiro dia, 15 apresentaram endoftalmite, uma infecção ocular causada pela bactéria Enterobacter cloacae.

O g1 reuniu relatos de alguns desses pacientes infectados – uns que permaneciam em tratamento, outros que tiveram o globo ocular retirado – e de parentes que também buscam justiça no caso.

Segundo a prefeitura de Parelhas, os pacientes infectados são oito homens e sete mulheres que tem entre 43 a 80 anos de idade.

Veja relatos de pacientes
A costureira Vitória Dantas, de 49 anos, sofreu a infecção da bactéria durante a cirurgia e precisou passar por um procedimento chamado de vitrectomia, que consiste em substituir um gel que fica dentro do olho. Ela, no entanto, não precisou retirar o globo ocular – mas teme que isso ainda seja necessário, uma vez que ficou sem enxergar pelo olho infectado.

“Muita tristeza, porque eu fui na esperança de enxergar, não sei se eu vou enxergar. É triste, porque eu trabalhava, fazia minhas atividades físicas, que eu gosto, que ocupava minha mente. E hoje eu estou dentro de casa, sem poder fazer nada disso”, disse.
O filho mais velho dela, Maurício Dantas, disse que “o medo de perder o olho ainda está presente” no dia a dia da mãe. Ele se mudou de Natal, onde fazia faculdade, para ajudar a mãe em Parelhas nesse momento.

Iara Medeiros, filha da paciente Luzia Medeiros, contou que o momento mais difícil após a infecção foi quando a família foi informada sobre a necessidade da retirada do globo ocular.

“A gente foi na esperança de enxergar e, de repente, você ter a certeza de que você não vai mais enxergar”, lamentou Iara Medeiros.
A filha da paciente Maria Ernesto, Silvania Alves, contou que a mãe recebeu a recomendação para fazer a cirurgia de catarata há cerca de dois anos, após uma consulta, e estava esperançosa.
“E aí ela ficou esperando na fila para ser chamada. Hoje ela está sem o olho e enxergando só pelo olho esquerdo”, disse Silvania Alves.

G1RN

Opinião dos leitores

  1. Grave isso daqui.
    Muito grave.
    Mutirão em vesperas de eleições .
    Isso precisa ser investigado profundamente e punir os responsáveis por essa tragédia, na forma da lei.

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Geral

Estatais gastaram até R$ 83,45 milhões com G-20 e ‘Janjapalooza’, mostram documentos


Foto: Pedro Kirilos/Estadão

Empresas estatais brasileiras pagaram até R$ 83,45 milhões para a realização da cúpula do G20 e do festival com show de artistas que ficou conhecido como “Janjapalooza”. As informações estão no acordo de cooperação internacional firmado pelo Banco do Brasil (BB), a Caixa Econômica Federal (Caixa), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobras com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), que organizou o G-20.

Pelo acordo, cada uma dessas quatro estatais se comprometeu a destinar até R$ 18,5 milhões para o evento, totalizando R$ 74 milhões. O BNDES informou que só apoiou o evento e não destinou nenhum recurso para o festival. A Petrobras afirmou não ter custeado o valor cheio, tendo pago R$ 12,95 milhões. Como mostrou o Estadão, a Itaipu Binacional, que não é parte deste acordo, doou mais R$ 15 milhões, atingindo o total de R$ 83,45 milhões.

Ao responder a um requerimento de informações (RIC) da deputada Adriana Ventura (Novo-SP) e de outros congressistas de oposição, o Ministério da Cultura (MinC) disse que o valor investido foi de R$ 77,3 milhões. Os recursos teriam origem nas estatais e na Prefeitura do Rio de Janeiro, segundo as informações prestadas pelo MinC. Segundo o governo, não houve apoio de empresas privadas.

Procurados, o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa, a Petrobras e a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência disseram que o evento seguiu as normas pertinentes e que os gastos totais ainda estão sendo computados pela OEI. A organização também foi procurada, mas não respondeu (leia mais abaixo). Os documentos sobre o acordo de cooperação internacional foram obtidos pelo Estadão por meio da Lei de Acesso à Informação, através de um pedido direcionado ao BNDES.

Os dirigentes da OEI no Brasil são próximos da primeira-dama, Janja Lula da Silva. No começo de 2023, a entidade chegou a oferecer um cargo para a socióloga paranaense, mas as tratativas não foram adiante. Janja se envolveu na organização do G-20 e na curadoria do festival de música Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, o que levou o evento a ser apelidado de “Janjapalooza”. Durante as atividades do G-20, uma pessoa da plateia chamou o festival pelo apelido, o que irritou a primeira-dama.

Trecho do acordo entre a OEI e as empresas estatais para financiamento do G-20 Foto: SIC BNDES / Reprodução

“Para fins de execução do objeto (a realização do evento), a Petrobras, a CEF, o BNDES e o Banco do Brasil, se comprometem a realizar, cada uma delas, o repasse de até R$ 18.500.000,00 (dezoito milhões e quinhentos mil reais) em favor da OEI, totalizando o montante de até 74.000.000,00 (setenta e quatro milhões de reais)”, diz um trecho do acordo.

O conjunto de documentos obtidos pelo Estadão inclui um orçamento preliminar com a previsão de gastos dos R$ 74 milhões a serem doados por BNDES, Caixa, BB e Petrobras. Só com o “Janjapalooza” estavam previstos gastos de R$ 28,3 milhões. Outros R$ 27,2 milhões seriam gastos com a cúpula do G-20 Social, uma reunião de movimentos sociais realizada pouco antes do evento principal.

A reunião de chefes de Estado, razão de ser do encontro no Rio, custaria menos da metade dos outros dois eventos: cerca de R$ 13 milhões.

Os documentos detalham o orçamento do “Janjapalooza”: o gasto descrito como “jurídico / administrativo” soma R$ 543 mil, bem mais que as passagens aéreas (R$ 248 mil) e as hospedagens dos convidados (R$ 188 mil). Os maiores gastos orçados são com “cenografia / infraestruturas” (R$ 7,9 milhões), e com “locação de equipamentos” (R$5,1 milhões).

Há ainda a cobrança de uma “taxa de administração” da OEI de 8% sobre o valor pago pelas empresas estatais. Segundo a estimativa, o festival em si – G-20 Social, o festival de música e a cúpula de líderes – custariam R$ 68,5 milhões. Já a taxa de administração da OEI poderia chegar a até R$ 5,4 milhões, totalizando os R$ 74 milhões a serem doados por Caixa, Banco do Brasil, BNDES e Petrobras.

Trecho do orçamento preliminar apresentado pela OEI para o G-20. A primeira coluna diz respeito à reunião do G-20 Social; a segunda, ao festival ‘Janjapalooza’, e a última, à reunião de chefes de Estado Foto: SIC BNDES / Reprodução

Em outro trecho do documento há uma “conciliação de contas parcial”. Neste documento, as informações sobre o “Janjapalooza” estão em branco. Questionado pelo Estadão, o Serviço de Informações ao Cidadão (SIC) do BNDES informou que os dados estão em branco porque não teria havido emprego de recursos no festival. Já a estatal Itaipu destinou dinheiro para o evento cultural paralelo à reunião de cúpula.

Tanto no caso do G-20 Social quanto da reunião de líderes, os valores da prestação de contas parcial ficaram próximos do orçamento inicial. Neste novo documento, o G-20 Social aparece com custos previstos de R$ 29,6 milhões, e total “liquidado/pago” de R$ 26,8 milhões (pouco menos que os R$ 27,2 milhões do orçamento inicial). Já a cúpula de líderes saiu de R$ 13 milhões na previsão inicial para R$ 11,6 milhões efetivamente pagos.

Em novembro, o Estadão trouxe as primeiras informações sobre o patrocínio das estatais para o “Janjapalooza” e o G-20 – à época, BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica se recusaram a informar quanto tinham aportado para o evento. O assunto virou alvo de congressistas de oposição, e o Tribunal de Contas da União (TCU) abriu investigação com base em pedidos dos deputados federais Sanderson (PL-RS) e Gustavo Gayer (PL-GO).

Prestação de contas parcial do evento G-20. A coluna do meio, sobre o ‘Janjapalooza’, está vazia Foto: SIC BNDES / Reprodução

À época, o Ministério da Cultura disse que os artistas que se apresentaram no evento receberam cachês simbólicos e que os gastos seriam divulgados posteriormente – sem dar prazo. O evento se estendeu por três dias e recebeu dezenas de artistas de renome nacional, como Alceu Valença, Zeca Pagodinho e Ney Matogrosso. A entrada foi gratuita.

Durante a reunião do G-20, a primeira-dama Janja Lula da Silva se irritou com uma pessoa da plateia que usou o termo “Janjapalooza”. “Não, filha. É Aliança Global contra a Fome a Pobreza. Vamos ver se consegue entender a mensagem, tá?”, disse ela.

O que dizem o governo e as estatais

Ao Estadão, o BNDES, o Banco do Brasil, a Caixa e a Petrobras disseram que o pagamento à OEI se justifica pela importância do evento. Com exceção da Petrobras, as outras empresas não disseram se pagaram o valor cheio de R$ 18,5 milhões, ou menos que isso. Já a Secom da Presidência da República disse que o evento foi feito de acordo com o decreto de 2024 que regulamenta este tipo de parceria internacional, e que os custos ainda estão em apuração.

Como mostrou o Estadão, a Petrobras disse, em novembro, ter pago o valor completo, de R$ 18,5 milhões. Agora, em nova nota ao jornal, a estatal disse que o pagamento se limitou à quantia de R$ 12,95 milhões. “O acordo previa aportes de até R$18,5 milhões por parte da companhia, tendo sido realizado o desembolso de R$12,95 milhões para execução das atividades previstas, não havendo mais aporte a realizar”, disse a Petrobras, em nota.

“De acordo com a prestação de contas parcial apresentada pela OEI, o montante de R$12,95 milhões foi integralmente destinado à Cúpula de Líderes e à Cúpula Social. Não houve emprego de recursos das cooperantes na execução do Festival da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza”, disse a Petrobras. “A participação no Acordo de Cooperação Internacional se deu por afinidades entre a companhia e temas centrais tratados no G-20, como a construção de um planeta mais sustentável”, afirmou a estatal.

A Secom da Presidência da República disse que o acordo com a OEI seguiu o previsto na legislação. “Cabe destacar que como prevê o Acordo de Cooperação Técnica entre as estatais, a prestação de contas tem prazo de 90 dias contados do final das atividades, tendo essas empresas 60 dias para realizar a análise da prestação de contas. Portanto, as informações sobre os custos destinados ao G-20 estão em fase de consolidação, não tendo ainda o total global”, disse a Secom.

Em nota, o BNDES afirmou que o acordo vedava o uso de verbas do banco para o pagamento de cachês. “Alinhado à missão e à estratégia do BNDES, o termo de cooperação contribuiu para a promoção de novos negócios e para a captação de R$ 25,3 bilhões em investimentos para o Brasil (por meio de acordos com CDB, AIIB, CAF e AFD), além de novos compromissos e doações para o Fundo Amazônia”, disse a estatal, em nota.

“Os gastos com recursos do BNDES estão em fase de contabilização final pela OEI, e serão auditados por empresa independente. As informações completas sobre a execução financeira serão publicadas em plataformas de transparência pública, bem como prestadas aos órgãos de controle, após finalização da fase de prestação de contas e auditoria externa”, disse o BNDES.

O Banco do Brasil justificou o pagamento pela “relevância, ineditismo e alcance global do projeto”. “O acordo do BB com a OEI tinha por objeto a cooperação para a preparação, organização e realização de eventos e atividades relacionadas ao G-20. O valor final ainda será calculado, considerando as comprovações a serem apresentadas pela entidade”, disse o banco.

“Durante o G-20, o Banco do Brasil firmou acordos que somam até R$ 4 bilhões em investimentos sustentáveis e participou ativamente das discussões em diferentes temas relacionados ao G-20. A partir da sua expertise, o BB e outras empresas públicas entregaram uma carta com propostas para os chefes de estado que compõem o G-20. No documento, as empresas apresentam 32 contribuições relacionadas à transição energética, à reforma da governança global e ao combate à pobreza e à fome, dentre outras”, disse a empresa.

Por meio da assessoria de imprensa, a Caixa disse que os gastos com o evento ainda estão sendo calculados. “O valor final de desembolso será calculado considerando as prestações de contas apresentadas pela OEI”, disse a CEF, em nota.

“Para a CAIXA, a participação no Acordo de Cooperação Internacional foi uma oportunidade de reforçar seu papel como agente de desenvolvimento socioeconômico no Brasil, além de se posicionar como líder em práticas de desenvolvimento inclusivo, promover o intercâmbio de conhecimentos e fortalecer parcerias com atores globais”, disse a empresa.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. PRESTE BEM ATENÇÃO.
    Isso aí é fichinha perto do que vai ser gasto em Belém do Pará.
    Um evento bilionário.
    Pra nós pagar, eu e vcs.
    Dá uma olhada lá pra vcs verem o derramamento de dinheiro jogado fora.

  2. É disso que não precisamos de maneira nenhuma, uma vergonha, como os esquerdistas mentem sobre o numero de famintos no brasil e gasta dinheiro com tanta futilidade e inutilidade.

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Geral

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de Robalo na brasa com aspargos; Tartine de camarão; e banana na brasa com chocolate

ROBALO NA BRASA COM ASPARGOS

Porção individual
5 Aspargos frescos
200g de filé de robalo extremamente fresco
Alho picado
Azeite
Sal e pimenta branca a gosto

Modo de preparo
Deixe todos os aspargos com o mesmo tamanho, cortando as extremidades duras.
Tempere com sal, pimenta, alho e azeite e coloque na churrasqueira até dourar, reserve.
Tempere o robalo com sal, pimenta branca e azeite e coloque na churrasqueira em fogo alto(primeiro o lado da pele), sele os 2 lados e deixe em fogo baixo para dar o ponto interno, reserve.

Montagem

Coloque os aspargos no prato, adicione o robalo em cima e delicadamente regue com um pouco de azeite de ervas(tomilho, cebolete e tomilho).

Tempo de preparo: 5min
Tempo de cozimento: 15min

DICA RÁPIDA
TARTINE DE CAMARÃO
1 porção

6 fatias de pão baguete (cortado um pouco mais grosso)
4 tomates concasse(sem peles e sementes e cortado em cubos)
12 camarões sem casca e limpo
6 fatias de queijo brie
Azeite de ervas(tomilho, cebolete e tomilho)

Modo de preparo
Corte o pão baguete em fatias um pouco mais grossa, reserve.
Tempere o tomate contasse com sal, pimenta e azeite, reserve.
Em uma frigideira bem quente, refogue a manteiga, tempere o camarão com sal e pimenta, e sele os 2 lados sem deixar passar o ponto do camarão.

Montagem
Pegue uma fatia de baguete, coloque o tomate concasse e em cima o camarão já refolgado, por último adicione o queijo brie e gratine com maçarico, adicione um pouco de azeite de ervas. Sirva em seguida.

Tempo de preparo: 10min
Tempo de cozimento: 20min

BANANA NA BRASA COM CHOCOLATE
Porção individual

1 banana
50g de chocolate 70% ou ao leite caso prefira
Sorvete de creme

Modo de preparo
Sem descascar a banana faça um corte, com uma faca, de uma ponta a outra, sem deixar furar o fundo dela.
Adicione o chocolate, dentro do corte, coloque na churrasqueira(pode ser no forno), e deixe a banana por 10 a 15 minutos, até sentir que ela esta macia.

Montagem
Ao tirar a banana do fogo, coloque em um prato, e adicione uma bola de sorvete de creme ao lado e raspas ou pedaços de chocolate sobre o sorvete.

Opinião dos leitores

  1. Os mau-caráter só não dão opinião quando existe roubos, como o mensalão, petrolão, INSS e banco Master…mais é normal…bandido defende bandido

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Saiba como votaram os vereadores de Natal na sessão da Câmara que decidiu manter o processo de cassação contra Brisa Bracchi

Imagem: reprodução/TV Câmara Natal

A sessão extraordinária da Câmara Municipal de Natal que decidiu pela manutenção do processo que pode culminar na cassãção da vereadora Brisa Bracchi foi realizada nesta terça-feira (27). A única ausência da sessão foi a vereadora Anny Lagartixa. Três vereadores presentes na sessão se abstiveram de votar: Luciano Nascimento, Irapoã Nóbrega e João Batista. A vereadora Brisa Bracchi (acusada) e o vereadora Matheus Faustino (acusador) não participam da votação, segundo o regimento da Câmara.

Quinze parlamentares votaram contra o arquivamento do processo e nove votaram para que o processo fosse arquivado.

Veja abaixo como votaram os vereadores:

VOTARAM CONTRA ARQUIVAMENTO DO PROCESSO:

Aldo Clemente
Chagas Catarino
Claudio Custodio
Cleiton
Daniel Rendal
Daniel Santiago
Eriko Jácome
Albert Dickson
Fulvio Saulo
Kleber Fernandes
Preto Aquino
Robson Carvalho
Subtenente Eliabe
Tercio Tinoco
Tony Henrique

VOTARAM PELO ARQUIVAMENTO:

Carlos Silvestre
Camila Araujo
Daniel Valença
Eribaldo Medeiros
Leo Souza
Pedro Henrique
Samanda Alves
Tercio de Eudiane
Thabata Pimenta

ABSTENÇÕES:

Luciano Nascimento
Irapoã Nóbrega
João Batista

Opinião dos leitores

  1. Favor lembrar desses nomes, principalmente os que votaram pelo arquivamento, pois daqui a alguns meses eles estarão por aí procurando vocês atrás de votos.

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Irmãos Joesley e Wesley Batista se reúnem com Lula no Palácio do Planalto

Wesley Batista e Joesley Batista — Foto: Divulgação

Os irmãos Joesley e Wesley Batista participam nesta segunda-feira (27) de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto. Eles foram vistos entrando na sede da Presidência pouco antes das 16 horas, embora a sua presença não conste na agenda do presidente.

Além dos irmãos Batista, que fazem parte do conselho de administração da JBS, Lula recebe representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). O foco da reunião é o impacto das enchentes do Rio Grande do Sul no setor.

Os irmãos Batista retornaram neste ano ao conselho de administração da JBS, que haviam deixado em 2017 após um escândalo de corrupção. Naquele ano, Joesley gravou uma conversa com o então presidente Michel Temer (MDB) antes de fechar um acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava-Jato. Eles chegaram a ser presos em 2017, mas acabaram absolvidos no ano passado.

Wesley e Joesley controlam a JBS por meio da holding familiar J&F. Eles têm investimentos também nas áreas de petróleo e gás, energia e mineração.

A JBS teve grande expansão na primeira década deste século por meio da chamada “política de campeões nacionais”, impulsionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu primeiro período no no Poder (2003-2010).

Esta não é a primeira vez que Lula tem contato com os irmãos Batista no atual mandato. Joesley esteve na comitiva brasileira liderada pelo petista durante a COP-28, em Dubai, nos Emirados Árabes, no fim do ano passado.

Neste ano, Wesley e Joesley guiaram Lula durante visita a uma planta da JBS em Campo Grande.

Valor Econômico

Opinião dos leitores

  1. Reunião de Bandidos.
    Simples, assim.
    Estão tramando/armando/planejando/arquitetando os próximos golpes/assaltos/crimes.!
    Chupa esta manga

  2. Música de carnaval antiga : “Vamos começar tudo de novo meu povo…”.
    Todo mundo sabia, taí o L

  3. Grandes empresários e geradores de emprego e renda! Além do mais vendem picanha!!! Agora os bozoloides acham que só os deles são empresários kkkkk o tal do babão é um doente…..kkkkkkk

    1. Governo fomenta oligopólio, ollgopólio ampara governo. Escravinho se orgulha do nhonhô.

  4. Faz o L.
    Falta de aviso não foi.
    Tudo outra vez, é imoral!
    Vem aí a bolsa picanha.
    Esculhanbacão total.

    1. Pelo menos não fui cúmplice de bandido. Essa culpa eu não levo

    2. Este nove dedos ja estar do meio pro fim ta nem ai quem quiser q lasque petralhas pilantra esta tal de PT partido das trevas.

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