Uma mulher de 38 anos decidiu desafiar as leis de um cartório após nomear o filho de “Methamphetamine Rules” (Metanfetamina É Demais) na Austrália. Acontece que o nome da criança foi aprovado, e agora a jornalista Kirsten Drysdale tenta reverter a situação.
Ela trabalha no programa WTFAQ, que tem como foco esclarecer dúvidas curiosas para o público. Numa dessas, Kirsten queria descobrir como agem os cartórios do país diante de um nome absurdo para um bebê.
“Nós pensamos: qual é o nome mais absurdo que podemos imaginar e que definitivamente não será aceito?”, disse ela. “Metanfetamina É Demais foi o nome que pensamos que seria rejeitado e, assim, descobriremos o nome que o registrador iria escolher”, contou ainda.
E sim, o sistema aceitou e a criança foi batizada com esse nome aleatório. Arrependida, a jornalista tenta correr atrás do prejuízo e chegou a acionar o departamento governamental, que admitiu um “raro descuidado” na hora da aprovação do nome.
A Secretaria de Saúde do Amapá investiga como um fungo infectou mais de uma centena de pacientes que se submeteram a cirurgias de catarata. Sete deles ficaram cegos.
O programa é organizado pelo governo do Amapá há três anos e realizou 110 mil cirurgias, a maioria delas de catarata.
No dia 4 de setembro, 141 pacientes foram operados na sede da ordem dos capuchinhos, em Macapá. Desse total, 104 começaram a se queixar dias depois da operação.
“Eu operei em um dia. No outro dia fiz a avaliação, tava tudo bem. Voltei pra casa, eu jantei e dormi. Quando eu acordei já estava tudo escuro, doendo, eu não via mais nada”, conta a aposentada, Maria Alves.
A Secretaria de Saúde confirmou que eles tiveram uma infecção aguda no globo ocular provocada por um fungo chamado fusarium. 55 passaram por uma nova cirurgia para tentar reverter a infecção – e outros 14 fizeram transplante de córnea. Sete perderam a visão em um dos olhos definitivamente.
Uma mulher idosa de 63 anos perdeu a visão do olho esquerdo e pelo menos outras 15 pessoas foram diagnosticadas com uma infecção bacteriana após passarem por um mutirão de cirurgias de catarata organizado pela prefeitura de Parelhas, na região Seridó do Rio Grande do Norte.
As cirurgias ocorreram nos dias 27 e 28 de setembro na Maternidade Dr. Graciliano Lordão. No total, 48 pessoas foram atendidas, sendo 20 no dia 27 e 28 no dia seguinte. De acordo com a prefeitura, dos 20 pacientes operados no primeiro dia, 15 apresentaram sintomas de endoftalmite, uma infecção ocular causada pela bactéria Enterobacter cloacae.
A cabelereira Izabel Maria, de 63 anos, foi uma das que passou pelo mutirão de cirurgias de catarata e acabou precisando precisou passar por uma evisceração ocular — procedimento que remove o conteúdo do globo ocular, preservando a esclera e os músculos.
A cirurgia foi realizada em 4 de outubro, após a idosa ter retornado ao hospital três dias após o procedimento inicial, devido a fortes dores. Ela foi transferida para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, e depois para o Hospital Universitário Onofre Lopes, onde passou pela evisceração.
O filho de Izabel, Eduardo de Souza, explicou que ela era cabelereira e que tudo está sendo muito difícil. Ele afirmou que procurou o médico responsável, que classificou o caso como uma fatalidade e sugeriu que poderia ter ocorrido algum descuido. Em resposta, a prefeitura informou que as cirurgias faziam parte do Programa Fila Zero, destinado a reduzir a demanda por procedimentos oftalmológicos.
Desde o surgimento dos casos de infecção, a administração alegou ter adotado todas as medidas necessárias para garantir o bem-estar dos afetados, fornecendo assistência médica, acompanhamento especializado, incluindo infectologistas, e suporte psicológico. Quatro pacientes precisaram de cirurgias adicionais, que foram custeadas pelo município.
A prefeitura também destacou que está cooperando com a Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária do Rio Grande do Norte e que acompanha todos os desdobramentos do caso. A empresa contratada para realizar as cirurgias foi formalmente notificada, e uma investigação está em andamento para apurar responsabilidades.
As estatais fecharam 2024 com o maior deficit da série histórica, iniciada em 2002. O saldo negativo foi de R$ 8,07 bilhões em valores nominais, segundo dados do BC (Banco Central), que divulgou o relatório “Estatísticas Fiscais” nesta 6ª feira (31.jan.2025).
Em 2023, as estatais registraram deficit de R$ 2,27 bilhões. O saldo negativo subiu 255,8% no ano passado.
Segundo dados do BC, o deficit acumulado das estatais no governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi de R$ 10,3 bilhões.
ESTATAIS FEDERAIS
Em nota publicada nesta 6ª feira (31.jan), o MGI (Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos) defendeu que os dados do Banco Central não são a melhor forma de observar a sustentabilidade financeira da estatal.
O órgão disse que os investimentos das empresas estatais federais cresceram 44,1% em 2024 em relação a 2023. Totalizou R$ 96,18 bilhões, segundo o governo.
“O recorte do investimento realizado pelas 20 empresas consideradas nas estatísticas fiscais divulgadas pelo Banco Central do Brasil ratifica a avaliação que tem sido feita pelo MGI de que os deficits registrados pelas estatais no cálculo do resultado primário são, em grande parte, decorrentes dos investimentos realizados pelas companhias, pagos com recursos em caixa”, disse.
O levantamento do BC considera as receitas e as despesas das empresas. Segundo o governo, o dado ignora os recursos em caixa disponíveis e de receita de anos anteriores.
Segundo o BC, as estatais federais registraram um deficit de R$ 6,73 bilhões em 2024, o maior saldo negativo da série histórica. Em 2023, havia sido de R$ 656 milhões. No acumulado do governo Lula, o deficit foi de R$ 7,39 bilhões.
E verdade. Privatizar e melhor, Guedes que hu diga.
Isso indica que o país vai muito bem, obrigado. Com certeza muitos investidores virão investir num país que não consegue sequer controlar suas despesas. Mas….. tudo vale pelo amor!
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (24) que está preocupado com o nível atual da taxa Selic, em 15%, e que a considera muito restritiva considerando as projeções de inflação.
“Essa alta, sendo muito honesto, quem é do ramo sabe que falo a verdade, foi contratada na última reunião da qual participou o Roberto Campos, em dezembro. É como se tivesse estabelecido uma contratação futura da taxa. Não dá para dar cavalo de pau em política monetária, vai perder credibilidade. Tem que ter muita cautela”, afirmou.
Na entrevista, Haddad também disse que a decisão do Banco Central de elevar a taxa básica de juros é uma herança do ex-presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, que deixou o cargo em dezembro para ser sucedido por Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Haddad também defendeu “congelar o debate sobre aumento de gasto público” e “encontrar o caminho da sustentabilidade das contas.”
A elevação de despesas só seria feita em alguma situação emergencial, disse o ministro à Record News. “Quanto mais poupança nós fizermos, o Brasil tem a chance de entrar num ciclo virtuoso, crescer mais e por um longo período”.
O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu na semana passada elevar a taxa em 0,25 ponto percentual, levando-a para o patamar mais elevado desde julho de 2006. Segundo a ata da reunião, divulgada na manhã desta terça, o colegiado viu a necessidade de manter os juros mais altos por tempo maior do que o previsto para conter a atividade econômica.
A última reunião do Copom com Campos Neto na presidência foi a de dezembro, quando a Selic foi fixada em 12,25% ao ano. Desde então, houve quatro reuniões com Galípolo no comando do BC, em janeiro, março, maio e junho. Em todos os encontros a Selic subiu, acumulando uma elevação de 2,75 pontos percentuais no período.
Neste mês, o governo Lula publicou uma MP (medida provisória) para elevar a arrecadação de impostos e compensar o recuo na alta do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
Na MP estão inclusos o aumento da taxação de apostas esportivas e a mudança na tributação de instituições financeiras. Também foi publicado o novo decreto do IOF, que recalibrou para baixo o aumento do tributo anunciado em maio.
Com a medida, o governo tem focado principalmente em medidas arrecadatórias, mas parte do mercado continua a criticar a falta de ajustes pelo lado das despesas e a demonstrar desconfiança em relação ao compromisso do governo com as metas fiscais.
Haddad disse que apesar do clima de resistência às medidas no Congresso, está otimista de que se chegará a um acordo. “Briga, discute, diverge, mas aí vamos pelo país e baixa um espírito de responsabilidade geral para nós avançarmos um pouco mais”, disse.
Relatório de acompanhamento fiscal da IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado Federal, divulgado nesta terça mostra que a União terá um déficit primário de R$ 83,1 bilhões ao fim de 2025, dentro da meta prevista no arcabouço fiscal.
Haddad também confirmou que o governo Lula estuda formas de alavancar o crédito imobiliário no Brasil.
“O Brasil tem o crédito imobiliário na casa de 10% do PIB. Tem país como o Chile que é 30%. Tem países como a Austrália que é mais de 100% do PIB. Então, nós temos uma avenida para percorrer”, disse Haddad.
“E neste momento, nós tivemos uma longa reunião com o presidente Lula para explorar novos instrumentos de crédito imobiliário, com garantia, para que o juro seja baixo, para que a gente possa alavancar uma indústria fundamental para o desenvolvimento do país, que é a indústria da construção civil.”
🇧🇷”Uma herança da gestão Roberto Campos”. Pqp , tudo que desagrada a economia e a gestão medíocre deste desgoverno é culpa do governo passado, bando de canalhas incompetentes.
Também esperar o que da economia onde um comandante fez 2 meses de economia e ainda colou na prova.🇧🇷
Esse Ministro devia Criticar o seu Governo que não tem Controle Com O Dinheiro Do POVO Obs Se O Senhor Não Pode Controlar Os Gastos Do Governo Federal Peça Pra Saí Do Cargo, porque Vc Vai Ser O Culpado Desse Desmando financeiro
O governo de Alberto Fernández anunciou a criação de uma estatal de alimentos para tentar conter a inflação, após o fracasso da política de controle de preços na Argentina.
De acordo com o jornal El Clarín, a iniciativa tem o objetivo de facilitar o mecanismo pelo qual verduras e hortaliças plantados por pequenos e médios produtores cheguem diretamente aos consumidores de forma mais econômica e barata.
O anúncio foi feito pela porta-voz do governo, Gabriela Cerrutti, durante a habitual entrevista coletiva concedida às quintas-feiras. Ela não detalhes de como a empresa vai funcionar nem informou quando vai operar.
Autor da proposta, o diretor nacional de Políticas Integrativas do Ministério do Desenvolvimento Social, Rafael Klejzer, disse que a nova Empresa Nacional de Alimentos será apresentada “em breve”.
Em entrevista à radio Am530, Klejzer afirmou: “Ao contrário do que muitos em nosso governo acreditam, o Estado não precisa ser um bom cliente dos grandes, mas sim um bom parceiro dos pequenos e médios produtores”. Ele afirmou que a nova estatal é importante “porque você começa a discutir, além do preço, qual produto você barateia na mesa do argentino”.
Apesar de nos últimos meses de 2021 o governo ter implementado um sistema de controle de preços por meio de acordos com câmaras empresariais de diferentes setores, o custo de vida aumentou 50,9% no ano passado.
A inflação na Argentina está entre as mais altas do mundo e na América Latina, só é superada pela da Venezuela.
Gastos da fundação vinculada ao Instituto Butantan com contratos sem licitação, obras e altos salários levaram a um desgaste da relação entre a cúpula da entidade e a gestão de Rodrigo Garcia (PSDB), além de questionamentos por parte do TCE (Tribunal de Contas do Estado).
Após a Folha publicar uma reportagem sobre o tema e questionar o Butantan sobre parte desses casos, Dimas Covas pediu demissão do seu cargo de diretor do instituto nesta quarta (30). Isso aconteceu durante uma reunião entre ele e o governador.
O pedido, então, foi aceito pelo secretário David Uip, da pasta Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde. Ele permanece, contudo, no comando da fundação.
“O Dimas pediu demissão por motivos pessoais. Nunca concordei que o presidente ou superintendente da fundação fosse também o diretor do instituto. O instituto tem a fundação como apoio, e não acho que o instituto de apoio pode ser maior que a instituição mãe”, disse Uip à Folha.
A Fundação Butantan é uma entidade privada que atua como braço operacional e administrativo em apoio ao Instituto Butantan, que é vinculado ao governo estadual. Enquanto a parte pública da entidade tem diminuído, esse braço privado cresceu nos últimos anos.
A fundação tem sido turbinada na gestão de Dimas Covas. Quando ele assumiu, em fevereiro de 2017, a entidade tinha 1.327 empregados, contra 663 servidores do instituto. Cinco anos depois, são 2.970 empregados na fundação contra 461 no instituto. Os dados são de fevereiro de 2022, os mais recentes disponíveis.
As empresas estatais listadas na bolsa de valores fecharam o ano de 2022 valendo R$ 547,7 bilhões. Esse valor representa uma queda de R$ 179,2 bilhões (ou 25%) em relação ao consolidado de 21 de outubro – quando atingiu o recorde. Os dados são de levantamento da Economatica.
O período de queda coincide com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no 2º turno das eleições, em 30 de outubro de 2022. No dia seguinte ao pleito, 31 de outubro, só a Petrobras perdeu R$ 34 bilhões. Promessas como a mudança na política de preços e a distribuição de dividendos assustaram o mercado.
Em 21 de outubro, a Petrobras atingiu seu maior valor de mercado, de R$ 520,6 bilhões. Desvalorizou 34% até 31 de dezembro, encerrando 2022 em R$ 345,9 bilhões.
No recorte de 2021 a 2022, o valor de mercado das 7 estatais na B3 recuou 2,8%, sendo a maior queda a da Telebras (-60%), agora avaliada em R$ 1 bilhão. A Caixa Seguridade perdeu 0,1% do valor de mercado.
Banco do Brasil (+20%), BB Seguridade (+16%), Banco do Nordeste (+3%) e Banco da Amazônia (+129%) cresceram ao longo do ano encerrado no sábado (31.dez.2022). A desidratação de 11% da Petrobras, porém, puxou o consolidado para baixo.
2023 ABRE EM QUEDA
Na segunda-feira (2.jan.2023), a Petrobras sofreu um novo tombo – perdeu R$ 22,8 bilhões no 1º dia útil da nova gestão de Lula. Outras estatais também caíram no pregão inaugural de 2023: o Banco do Brasil desvalorizou R$ 4,3 bilhões, e a Caixa Seguridade, R$ 690 milhões.
A contabilização de 2023 já começou. As estatais federais abrem nesta terça-feira (3.jan.2023) com valor de mercado R$ 31,8 bilhões menor em relação ao fim de 2022.
É muito burro, o prejuízo vai ser pago por nós contribuinte já que as empresas são públicas quando elas dão prejuízo somos nós que pagamos o rombo, igual ao mensalão e o petrolão.
A gasolina vai baixar porque a qualidade vai ser péssima, misturads com solvente pra baratear e enganar os bestas.
Vocês acham que a Petrobras vai fazer o que com o querosene que ninguém mais compra? Botar na gasolina, implicando na sistemática falha no funcionamento dos carros que não são elétricos.
Das 44 empresas estatais sob controle direto da União, 17 dependem de recursos do Tesouro Nacional para manter as operações. O governo estima que R$ 27 bilhões serão destinados dos cofres públicos para as companhias dependentes em 2024.
Os dados estão no Painel das Empresas Estatais, elaborado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos. As informações vão até fevereiro.
Duas empresas concentram quase metade (46%) de toda a verba do Tesouro para as dependentes. A Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), que administra os hospitais federais, e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) receberão R$ 12,5 bilhões.
Leia abaixo quanto cada empresa pública receberá do governo:
Em comparação com o orçamento total, 7 empresas têm maior participação de recursos do Tesouro maior que 90%:
Amazul – dependência orçamentária de 100%;
CPRM (Serviço Geológico do Brasil) – 99%;
Ebserh – 99%;
Embrapa – 97%;
Ceitec – 94%;
EPE – 93%;
CBTU – 91%.
O Poder360 levantou os resultados financeiros das empresas dependentes nos balanços das empresas. Das 17 que precisam do governo, 10 têm divulgado resultados consolidados de 2023. Só a Imbel (Indústria de Material Bélico) apresentou lucro.
As outras 9 estatais fecharam o ano no vermelho. Destaca-se a Codevasf, com prejuízo de R$ 1,2 bilhão.
Eis os resultados financeiros das companhias:
O quadro de pessoal das estatais federais voltou a crescer em 2023 depois de 8 anos em queda. O número de funcionários ao fim do governo de Jair Bolsonaro (PL) em 2022 foi de 517,1 mil. Em fevereiro de 2024, o número aumentou para 524,0 mil.
Mesmo nas estatais dependentes, a quantidade de funcionários voltou a crescer. Eram 83.100 ao fim de 2022 e 86.200 até fevereiro de 2024.
A Ebserh tem o maior quadro de funcionários, com 44.231 contratados. O Hospital N. Sra. da Conceição (9.4161) e a Embrapa (7.409) completam o top 3.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende publicamente o fortalecimento de estatais durante o seu governo. Muitas empresas estavam no programa de privatizações no governo Bolsonaro, mas foram retiradas da lista com a volta do Partido dos Trabalhadores ao poder.
Parte do governo, sobretudo o ministro Fernando Haddad (Fazenda), prega o equilíbrio das contas públicas. O movimento de aumentar os gastos com as estatais dependentes e aumentar a contratação de pessoal vai na contramão dessa proposta.
Poderiam me corrigir, mas, parece que a única empresa que dá lucro nesse gráfico é uma empresa de ARMAS, que governo é totalmente contra, é isso mesmo?
Os juros do rotativo cobrados de pessoas físicas atingiram 438,42% ao ano em setembro de 2024, uma alta de 11,5 pontos percentuais em relação a agosto deste ano. Na comparação com setembro de 2023, a taxa recuou 2,7 p.p. O BC (Banco Central) divulgou o relatório das Estatísticas Monetárias e de Crédito nesta 4ª feira (30.out.2024).
Por uma decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional), os juros do rotativo não podem ultrapassar 100% do montante devido desde janeiro de 2024. Na prática, a taxa fica limitada ao valor da dívida. Se o débito for de R$ 100, por exemplo, o valor corrigido com os juros não pode passar de R$ 200. Para as empresas, os juros do rotativo em setembro foram a 134,12% ao ano, uma queda de 29 pontos percentuais em agosto ante agosto. Na comparação com setembro de 2023, recuaram 58,2 p.p.
A taxa de juros do cartão de crédito parcelado para pessoas físicas subiu 3,7 pontos percentuais no mês passado: foi de 182,03% em agosto para 185,77% em setembro. Em 12 meses, houve queda de 8 p.p. A taxa média de juros atingiu 27,61% em setembro. Recuou 0,9 p.p ante agosto e 2,6 p.p na variação interanual.
CHEQUE ESPECIAL
A taxa cobrada no cheque especial de pessoas físicas foi a 137,09% ao ano em setembro. Representa um crescimento de 4,2 p.p em relação a agosto deste ano e de 3,2 p.p em relação a setembro de 2023.
A taxa média anual para as empresas atingiu 346,96% ao ano no mês passado. Cresceu 6,5 pontos percentuais ante agosto e 4,9 p.p em 12 meses.
De um país que estava prestes a entrar na OCDE e quem sabe se tornar a próxima Singapura, Coréia do Sul ou Taiwan, a um país endividado, com os maiores impostos do mundo e taxa nova todo mês, nem defunto e aposentado está escapando. De amigos de potências democráticas, para companheiro das piores ditaduras do mundo. Parabéns aos envolvidos, vocês merecem.
você realmente acredita que bolsonaro fez algo pelo Brasil? Na época dele houve a maior transferência de renda dos pobres para os bilionários. busque conhecimento, cidadão.
Os Correios são uma das principais razões para o aumento do déficit das estatais em 2024. Segundo o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), a estatal registrou um rombo de R$ 3,2 bilhões no ano passado.
O resultado dos Correios representa 50% do déficit total de 20 estatais federais, de R$ 6,3 bilhões (sem considerar as exceções previstas no orçamento). A conta exclui grandes empresas, como Petrobras e Banco do Brasil.
“Uma boa parte da explicação do aumento do déficit é o déficit dos Correios, que de fato aumentou bastante. E o caso dos Correios é um caso que demanda nossa atenção. O governo tem se debruçado para discutir medidas de sustentabilidade [financeira]”, afirmou a secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do MGI, Elisa Leonel.
A secretária afirma que os Correios deixaram de investir, encerraram contratos e perderam receita ao serem incluídos no Plano Nacional de Desestatização, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Leonel descarta uma nova inclusão da estatal no programa de privatizações e uma eventual quebra do monopólio postal no Brasil.
“O que a gente tem então é que criar receitas alternativas, negócios que tragam receitas, e esse é o projeto que a gente está discutindo: quais são esses segmentos que os Correios vão ampliar a sua presença para que gerem receitas adicionais”, declarou.
Outras estatais que preocupam o governo são a Infraero, que administra aeroportos, e a Casa da Moeda.
Quem paga a conta do déficit?
De acordo com a secretária, se uma estatal tem dado prejuízos, a lógica de financiamento é a mesma do setor privado: a empresa busca recursos junto aos bancos, sem necessidade de aporte de recursos do Tesouro Nacional.
Além disso, os empréstimos feitos pelas estatais são pagos pelas próprias receitas das empresas.
As 20 empresas federais que são mais dependentes do orçamento público registraram um déficit de R$ 6,3 bilhões em 2024.
Ao excluir algumas exceções previstas em lei –como investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o resultado da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBPar)–, o rombo fica em R$ 4,04 bilhões.
De acordo com o MGI, esse dado não reflete a saúde financeira das empresas, já que o déficit considera o investimento com os recursos que já estavam em caixa. Ou seja, as estatais podem usar dinheiro em caixa para investir, mas esse fluxo fica registrado como “déficit”.
Segundo os dados do MGI, as estatais investiram R$ 5,25 bilhões em 2024 –um aumento de 12,7% em relação a 2023.
Por isso, o governo argumenta que “déficit” não é um conceito eficiente para medir a saúde financeira das empresas, preferindo usar “lucro” ou “prejuízo” como indicadores.
No ano passado, das 20 estatais, duas empresas registraram déficit e prejuízo (até o terceiro trimestre): Infraero e Correios.
Estimativa do Banco Central
O Banco Central divulga outras estatísticas de déficit das estatais, que agrupa empresas federais, estaduais e municipais.
Segundo o BC, as contas das empresas chegaram ao fim de novembro com um déficit acumulado de R$ 6 bilhões em 2024. Apenas no mês de novembro, o resultado contábil foi negativo em R$ 1,6 bilhão.
O resultado total do ano será divulgado na sexta-feira (31), mas o rombo até novembro indica que esse será o pior resultado contábil das estatais na série histórica.
A comparação começa em 2009, há 15 anos, quando o cálculo mudou para desconsiderar grandes empresas federais como Petrobras e Eletrobras. Elas saíram do indicador porque têm regras diferenciadas e se assemelham a empresas privadas de capital aberto.
PTralhas vão tentar quebrar os correios, faz tempo que esses ladrões tentam e não conseguem, porém o que podem dilapidar fazem até o talo. Só bandidos comandados por LULADRAO.
O Tesouro Nacional identificou fragilidade financeira em 9 das 27 estatais federais, incluindo serviços essenciais como Correios, Casa da Moeda, Infraero, ENBPar (eletronegócio nuclear) e cinco companhias docas (Ceará, Pará, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte). A informação está no 7º Relatório de Riscos Fiscais da União, divulgado pelo Ministério da Fazenda.
O relatório destaca que a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) apresenta risco de deterioração financeira devido a arrendamentos, necessidade de investimentos em infraestrutura e a possível desvinculação do Porto de Maceió, responsável por 72% da sua receita líquida em 2024..
Essas empresas podem demandar aportes de recursos da União, o que representa despesa direta no orçamento público.
Principais situações apontadas pelo Tesouro:
ENBPar / Eletronuclear: risco de aporte devido à necessidade de investimentos em Angra 1 e conclusão de Angra 3. A empresa já pediu R$ 1,4 bilhão ao governo para pagar despesas até o fim de 2025.
Correios: resultados seguem em deterioração. A estatal registrou prejuízo de R$ 2,64 bilhões no 2º trimestre de 2025 (quase 5 vezes o prejuízo do ano anterior). O governo articula empréstimo de R$ 20 bilhões com aval do Tesouro.
Casa da Moeda: queda de 74% no lucro líquido em 2024 e resultado operacional negativo, embora ainda tenha liquidez para cobrir dívidas.
Infraero: prejuízo de R$ 228,7 milhões e queda de 71% na receita, impactada pela concessão de aeroportos.
A Emgea, antes na lista de risco, apresentou melhora de caixa e reduziu a probabilidade de aporte.
O Tesouro projeta déficit de R$ 6,2 bilhões nas estatais em 2025 e R$ 6,7 bilhões em 2026. Para os bancos federais (BB, Caixa, BNDES, BNB e Basa), o risco de aporte é considerado remoto, com todos mantendo índices de capital acima do mínimo regulatório.
O relatório também estima que a dívida bruta do governo chegue a 79% do PIB em 2025, devendo seguir em alta até 2028. O Tesouro não respondeu aos pedidos de comentário feitos pela reportagem da Folha de S. Paulo.
João Henrique Rittershaussen, diretor executivo de desenvolvimento da produção da Petrobras, assumiu interinamente o comando da estatal nesta quarta-feira (4), após saída antecipada de Caio Paes de Andrade.
A Petrobras informou que o presidente do Conselho de Administração nomeou Rittershaussen em decorrência da vacância do cargo. Ele ficará à frente da companhia até a eleição e posse do novo presidente, conforme previsto no estatuto social da empresa.
Caio Paes de Andrade pediu saída antecipada da presidência da Petrobras após ser convidado para assumir a Secretaria de Gestão no governo de Tarcísio Freitas (Republicanos), em São Paulo.
O senador Jean Paul Prates foi o nome escolhido por Lula para assumir o comando da petrolífera. Na terça-feira (3), o Ministério de Minas e Energia enviou um comunicado para o Conselho de Administração da Petrobras confirmando que o senador será indicado para assumir o comando da empresa.
Prates, que desistiu de concorrer à reeleição no Senado, já se posicionou contrário à privatização da empresa e também já questionou a atual política de preços da Petrobras, que está atualmente alinhada às práticas do mercado internacional.
Quem é João Rittershaussen
João Henrique Rittershaussen é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e em Engenharia de Petróleo pela Petrobras. Ele tem MBA em Gestão de Negócios pela Coppead (UFRJ) e Advanced Management Program pela Insead (Institut Européen d’Administration des Affaires), da França.
O diretor atua na Petrobras há 34 anos, tendo ocupado diversas funções gerenciais, conforme destaca a companhia. Rittershaussen atua como gerente executivo desde 2017, ocupando a gerência executiva de Sistemas de Superfície.
Em novembro de 2018, ele se tornou gerente executivo de sistemas de superfície, refino, gás e energia, área que responde pela construção dos novos ativos da companhia nas áreas de E&P e RGN.
O aumento de gastos promovido pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o maior patamar dos juros na economia interna e no cenário internacional colocaram o chamado déficit nominal em trajetória de deterioração.
O indicador, que reflete o balanço entre receitas e despesas mais o custo com juros da dívida pública, chegou a 9,41% do PIB (Produto Interno Bruto) para o setor público consolidado no acumulado em 12 meses até abril. É o maior patamar desde janeiro de 2021, quando a situação das contas ainda refletia os impactos da pandemia de Covid-19.
Apesar do paralelo, a composição desses resultados é distinta. Se na pandemia o salto nos gastos para combater os efeitos da emergência sanitária foi o principal motor da piora fiscal, agora é a conta de juros que mais pesa sobre a situação das finanças brasileiras.
Em valores absolutos, o déficit nominal alcançou R$ 1,066 trilhão em 12 meses até abril, dos quais R$ 792,3 bilhões (ou 74%) são juros da dívida pública. Os dados são divulgados pelo Banco Central e foram atualizados pela XP Investimentos para descontar os efeitos da inflação.
Antes do fim do ano o ex-presidiário vai bater o recorde do déficit e sem precisar de pandemia e trancamento de economia , vai utilizar somente a incompetência.
Como um país nessa situação e a oitava economia do mundo.
As contas das empresas estatais federais brasileiras devem fechar 2024 com o maior déficit em 15 anos.
São mais de 100 empresas estatais. Fazem parte da máquina do governo federal e atuam em diversos setores – como infraestrutura, telecomunicações e agropecuária. O governo usa o resultado de algumas dessas empresas para calcular o desempenho das contas públicas do país – mês a mês. E, em 2024, as contas devem apresentar o maior rombo desde 2009.
De janeiro a agosto, o déficit das empresas estatais federais bateu R$ 3,3 bilhões e a previsão do próprio governo é que fechem o ano em R$ 3,7 bilhões no vermelho.
Em 2009, o rombo do ano foi de R$ 3,8 bilhões. Nos anos seguintes, as estatais federais tiveram resultados melhores e, em alguns anos, até positivo. Graças a aportes dos governos. Em 2018, a gestão do então presidente Michel Temer injetou R$ 5 bilhões no caixa dessas empresas, fazendo um superávit. Em 2019, o governo Jair Bolsonaro injetou R$ 10 bilhões, e o resultado ficou positivo em R$ 14 bilhões. Em 2023, o resultado voltou a ser negativo, em R$ 700 milhões.
Subiu para 10 o número de pacientes que perderam o globo ocular após serem infectados por uma bactéria em um mutirão de cirurgias de catarata na cidade de Parelhas, distante 245 quilômetros de Natal.
A informação foi confirmada ao g1 pelo secretário de saúde do município, Tiago Tibério, na manhã desta quinta-feira (24). O novo paciente que precisou retirar um dos olhos é um homem de 84 anos, segundo o gestor. A cirurgia de retirada do globo aconteceu nesta quarta (23).
Até então, o município tinha a confirmação de nove pacientes que precisaram retirar o globo ocular. Com a atualização, do total de 15 infectados no mutirão, 10 perderam o globo ocular, quatro passaram por cirurgia de vitrectomia, que substitui um gel na área interna do olho – e um paciente segue em acompanhamento.
Os pacientes infectados têm entre 43 e 84 anos de idade.
O secretário de saúde ainda afirmou que o município deve entregar ao Ministério Público, nesta sexta-feira (25), o relatório do inquérito civil aberto pela própria administração para investigar o caso. De acordo com ele, o processo corre em sigilo.
As cirurgias aconteceram nos dias 27 e 28 de setembro na Maternidade Dr. Graciliano Lordão, em Parelhas. Porém as infecções ocorreram apenas com pacientes do primeiro dia. Dos 20 pacientes operados na sexta-feira (27), 15 tiveram uma endoftalmite – infecção ocular causada pela bactéria Enterobacter cloacae.
Uma falha na limpeza e esterilização no ambiente onde foi realizado o mutirão de cirurgias de catarata é dada como certa pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, que abriu um inquérito sobre o caso.
“O que já se desenha nessa coleta inicial é que de fato houve uma falha na higienização e esterilização do ambiente cirúrgico. Não se pode ainda afirmar com a máxima precisão qual instrumento, ou se foi falha de origem humana no trato da paramentação, ou se nos instrumentos, mas obviamente sagra-se como evidência que houve, sim, falha na esterilização do ambiente cirúrgico”, afirmou a promotora de justiça substituta no município, Ana Jovina de Oliveira Ferreira, no dia 18 de outubro.
Ainda de acordo com a promotora, mesmo que a investigação ainda esteja em andamento, é possível dizer que o município tem responsabilidade civil objetiva e por isso deverá idenizar os pacientes.
“A gente está falando de um dano irreparável. No âmbito da responsabilidade civil do estado, a nossa constituição e ordenamento jurídico nos dá uma grande segurança para buscar uma indenização proporcional ao tão grave dano experimentado por essas vítimas”, afirmou.
O Ministério Público ainda confirmou na semana passada que o órgão também investiga o mutirão sobre outro aspecto: os promotores buscam saber se houve crime eleitoral, já que as cirurgias foram realizadas 10 dias antes das eleições municipais.
Uma investigação da Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) também apontou que a infecção bacteriana tem indícios de ter sido causada por contaminação em procedimentos como higienização e esterilização.
A empresa Oculare Oftalmologia Avançada, contratada pelo município para realizar as cirurgias afirma que o mutirão foi conduzido por “oftalmologista experiente, tendo seguido os protocolos médicos e de segurança exigidos”.
Comente aqui