O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira (5) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é o tipo de mandatário que “vive de bravata” e que isso não deve ser uma preocupação do Brasil.
“Tem um tipo de político que vive de bravata. O presidente Trump fez a campanha dele assim”, disse.
O presidente deu a declaração ao comentar a ameaça de Trump em taxar membros do Brics com tarifas de 100%. O republicano afirmou que vai adotar a medida caso o bloco continue buscando uma alternativa ao dólar.
“É importante que a gente não tenha preocupação com as bravatas do Trump. Que a gente discuta o que é importante para nós, o que é importante para o mundo”, disse em entrevista a rádios mineiras nesta manhã.
De acordo com Lula, o bloco dos Brics tem direito de ter moeda própria para comércio. Para ele, nenhum país, não importa o quão importante seja, pode “brigar com todo mundo o tempo todo”.
“Os Brics significam quase metade da população mundial, significa quase metade do comércio exterior desse mundo, e temos o direito de discutir uma forma de comercialização que a gente não dependa só do dólar. Não foi o mundo que decidiu, não foi a ONU, que o dólar seria a moeda. Foram os Estados Unidos”, disse.
Uma alternativa ao dólar para trocas comerciais foi pauta dos encontros do Brics nos últimos anos. Em janeiro, Trump disse que exigiria compromisso dos países integrantes do bloco e ameaçou aumentar as tarifas.
“Vamos exigir um compromisso desses países aparentemente hostis de que eles não criarão uma nova moeda nem apoiarão qualquer outra moeda para substituir o poderoso dólar americano, caso contrário, eles enfrentarão 100% de tarifas e deverão dizer adeus às vendas para a maravilhosa economia dos EUA”, escreveu Trump.
O povo brasileiro vai ter de decidir ATÉ ONDE VÃO AS SUAS, isto óbvio, se não quiser se tornar definitivamente num PÁRIA internacional, no caminho nós já estamos.
As estatais federais, estaduais e municipais registraram deficit de R$ 1,0 bilhão em janeiro de 2025, segundo dados do BC (Banco Central). O saldo negativo foi menor que no mesmo mês de 2024, quando somou R$ 1,7 bilhão.
A autoridade monetária divulgou os dados no relatório de estatísticas fiscais.
No acumulado de 12 meses, o resultado primário ficou negativo em R$ 7,4 bilhões. Houve alta de 322% em relação a janeiro de 2024. Foi o maior deficit anualizado para o período da série histórica, iniciada em 2003.
DEFICIT EM JANEIRO
A última vez que as contas das estatais foi positiva em um mês de janeiro foi em 2022, quando o saldo foi de R$ 4,4 bilhões. Tiveram deficits de R$ 2,2 bilhões em 2023, de R$ 1,7 bilhão em 2024 e de R$ 1,0 bilhão em 2025.
Do total de R$ 1 bilhão, mais da metade, R$ 545 milhões, foram das empresas públicas federais. Outros R$ 320 milhões de saldo negativo foram das companhias estaduais e municipais.
Em janeiro de 2024, as estatais federais tiveram deficit de R$ 1,2 bilhão. As estaduais e municipais, de R$ 557 milhões.
ESTATAIS EM 2024
As estatais fecharam 2024 com o maior deficit da história, de R$ 8,07 bilhões. Só as empresas públicas federais tiveram um saldo negativo de R$ 6,73 bilhões. O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defende que não há um rombo nas contas das empresas.
Segundo a ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, não é para chamar o deficit de rombo. A fala dela foi em 31 de janeiro. “Hoje, o que foi divulgado pelo Banco Central é o resultado fiscal das empresas, que pensa só as receitas do ano e as despesas do ano. Como eu já expliquei várias vezes, muitas despesas que são feitas pelas estatais são com dinheiro que estavam em caixa e, portanto, ela acaba gerando resultado deficitário ainda que as empresas tenham lucro”, disse na época.
O levantamento do Banco Central considera todas as estatais do país, com exceção das empresas financeiras, como o Banco do Brasil e Caixa, e da Petrobras.
A Caixa Econômica Federal vai entrar em campo pra tentar salvar os Correios, que seguem com as contas no vermelho e em situação crítica. O banco prepara um fundo imobiliário bilionário com imóveis da estatal, numa tentativa de gerar novas receitas e equilibrar as finanças. A medida vem junto de um empréstimo de R$ 20 bilhões, que ainda está em negociação com outras instituições e o Tesouro Nacional.
Segundo o presidente da Caixa, Carlos Vieira, o patrimônio imobiliário dos Correios ultrapassa R$ 5,5 bilhões e seria usado no modelo de leasing back, em que a empresa vende os imóveis e depois passa a alugá-los do próprio fundo. O objetivo é levantar caixa sem parar as operações, atraindo também o interesse de investidores privados, que veem potencial no negócio.
A Caixa confirmou os planos à Agência Brasil, mas disse que os detalhes ainda estão em estudo e que o fundo não tem data pra sair do papel. Vieira afirmou que a proposta faz parte de um pacote maior de reestruturação dos Correios, que inclui revisão de contratos, enxugamento da logística e programas de demissão voluntária (PDV).
Com prejuízos acumulados e anos de má gestão, os Correios tentam se reinventar pra não virar mais um peso morto nas costas do contribuinte. O governo aposta na força da Caixa e na venda de parte do patrimônio da estatal pra ver se, enfim, a empresa sai da UTI e volta a respirar sem ajuda de aparelhos.
Nós estamos Lascado com esse PT Governando o nosso Brasil, porque é muito roubo, Obs, anteriores foram Muitos, E Agora vamos Pagar O Roubo Dos Velhinhos Aposentados Do INSS, E O Rombo, ou Roubo Dos Correios, pra mim Ainda Vem mais Pôr Aí,
Em apenas três anos, destruiram de novo os correios.
Lembrando que as outras Estatais estão só arquejando também viu.
Faz o L que o Brasil vai pra frente.
Crescer feito rabo de cavalo.
Continue fazendo o L seus bando de comedor de capim !! Continue patrocinando quem na precisa. O resultado é esse.. falta de aviso não foi. Acho é pouco. Por mim fecha ! Pra deixar de ser burro.
Representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, durante entrevista para jornalistas em Madri – Foto: Violeta Santos Moura/Reuters
O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, disse nesta sexta-feira (14) que o presidente Donald Trump está pronto para cumprir as promessas de conceder isenções tarifárias a alguns alimentos e outros produtos que não são produzidos nos EUA.
Greer disse à CNBC em uma entrevista ao vivo que existem algumas “microáreas” de comércio de produtos não produzidos nos EUA, como café, cacau e bananas, em que os EUA não precisam de tarifas.
Ele disse que o momento é propício para isso, depois de se aproximar de acordos comerciais com quatro países latino-americanos na quinta-feira (13).
Homem branco de meia-idade com cabelo curto e barba rala, veste terno escuro, camisa branca e gravata vermelha, fala para microfones em ambiente externo desfocado.
“E, portanto, o presidente decidiu que, agora que temos isso em vigor, temos esses acordos em mãos, é hora de retirar algumas dessas tarifas sobre produtos. Produtos que não fabricamos aqui.”
A Casa Branca anunciou na quinta-feira (13) que o país chegou a entendimentos preliminares para acordos comerciais com Argentina, Equador, El Salvador e Guatemala.
Segundo o governo, os acordos devem ser concluídos nas próximas duas semanas e abrem os mercados para a produção agrícola e industrial dos EUA. Os quatro países se comprometeram a não impor impostos sobre serviços digitais de big techs.
A Casa Branca indicou que as tarifas gerais de 10% impostas a produtos da Argentina, El Salvador e Guatemala, e de 15% aos originários do Equador, permanecerão sem mudanças, mas que haverá uma redução em um certo número de mercadorias.
Segundo a Casa Branca, o governo americano tem mantido boas conversas com outros países da região. O Brasil, alvo de sobretaxas de 50%, não foi citado nos acordos.
Oprefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), tem o apoio de 69% dos eleitores que declararam voto em Pablo Marçal (PRTB) no primeiro turno, segundo pesquisa Real Time Big Data/Record divulgada nesta segunda-feira (14).
Já o adversário do prefeito no segundo turno, Guilherme Boulos (PSOL), atrai o apoio de 62% dos que declararam voto em Tabata Amaral (PSB).
No último dia 6, Marçal conquistou 28,14% (1.719.274) dos votos válidos, enquanto Tabata obteve 9,91% (605.552).
Pablo Marçal (PRTB)
69% dos votos migram para Ricardo Nunes (MDB);
6% dos votos migram para Guilherme Boulos (PSOL);
25% dos eleitores estão indecisos.
Tabata Amaral (PSB)
62% dos votos migram para Guilherme Boulos (PSOL);
27% dos votos migram para Ricardo Nunes (MDB);
11% dos eleitores estão indecisos.
José Luiz Datena (PSDB)
58% dos votos migram para Ricardo Nunes (MDB);
33% dos votos migram para Guilherme Boulos (PSOL);
9% dos eleitores estão indecisos.
Marina Helena (Novo)
84% dos votos migram para Ricardo Nunes (MDB);
3% dos votos migram para Guilherme Boulos (PSOL);
13% dos eleitores estão indecisos.
Metodologia
Foram ouvidas 1.500 pessoas entre os dias 11 e 12 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A pesquisa, encomendada pela Record, está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como SP-00357/2024.
Pablo Marçal obteve 1.719.274 votos, então 69% correspondem a 1.186.299 transferidos para Ricardo Nunes… Tabata Amaral teve apenas 605.498 votos, se 62% dos eleitores dela confirmarem votos em Guilherme Boulos o esquerdista terá apenas 375.408 a mais. Acho que não vai dá não, hein!
Como é que esse boules fec.. tem voto? Só sabe invadir terras e propriedades privadas.
Nunca trabalhou e para ilustrar a narrativa arranjaram um faz de conta numa faculdade, onde nunca deu aula.
É mais um professor da esquerda SEM ALUNO.
A esquerda IMPONDO mais um irresponsável revoltado improdutivo, tão competente quando seu antecessor ruinddad.
Queria ver ele trabalhando na iniciativa privada. Mas nisso existem dois problemas, o pânico da esquerda com carteira de trabalho e a falta de competência para desenvolver uma atividade responsável e produtiva. Seria demitido em 01 semana.
A ESQUERDA DE HOJE NÃO SE PREOCUPA COM POBREZA, SAÚDE E SEGURANÇA. SUAS METAS ESTÃO 100% FOCADAS NA “AGENDA WOKE” PRA ATENDER GRANDES PAÍSES, COMO EUA E FRANÇA, QUE AJUDARAM LEVAR LULA AO PLANALTO EM 2022. O POVO JÁ PERCEBEU ISSO, TÁ AÍ O RESULTADO.
De um lado, a administração petista justifica que manter as despesas presidenciais confidenciais é questão de segurança, argumento idêntico ao usado pelo governo anterior. Do outro, afirma trabalhar em uma nova legislação para acabar com o segredo por tanto tempo.
Dados obtidos pelo GLOBO mostram que, de 1º de janeiro de 2023 até 20 de dezembro de 2024, foram 3.210 pedidos via Lei de Acesso à Informação (LAI) negados sob a justificativa de se tratarem de dados pessoais — o que, na prática, representa impor o sigilo de 100 anos. Isso significa um aumento de 8,4% na comparação com o mesmo período da gestão Bolsonaro, quando a medida foi decretada 2.959 vezes.
Quando contabilizados o total de pedidos, porém, houve uma leve queda, proporcionalmente, em relação a Bolsonaro. No governo passado, as negativas que envolviam segredo de 100 anos corresponderam a 18,08% do total, contra 16,5% na gestão atual.
Integrantes do governo Lula atribuem os índices a interpretações equivocadas sobre a regra em alguns órgãos. Citam, como exemplo, que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) teve uma alta exponencial de negativas ao colocar sigilos de cem anos a solicitações relacionadas ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Foram, ao todo, 702 pedidos rejeitados, o que representou 21% do total dos casos da atual gestão.
A Controladoria-Geral da União (CGU) orientou as equipes do instituto sobre como tratar as informações, e a avaliação é que o número de solicitações negadas deve cair a partir do ano que vem. Procurado, o Inep alegou que houve um aumento no número de requisições dos boletins de desempenho do exame, que contêm “dados sensíveis e pessoais”. O órgão acrescentou que, desde setembro do ano passado, passou a disponibilizar as informações em seu site para cada participante. “Espera-se, portanto, que as ações reduzam a quantidade de pedidos de Acesso à Informação e, consequentemente, do número de negativas por dados pessoais”, pontuou o Inep.
Os dados do Enem, no entanto, não são os únicos a ganhar cem anos de sigilo no governo Lula. Entre os documentos colocados em segredo estão a lista dos visitantes da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. O Planalto sustenta que, por não ter cargo público, ela não está sujeita aos critérios da LAI. Especialistas contestam a justificativa, uma vez que ela tem atribuições públicas.
A gestão petista também impôs sigilo à declaração de conflito de interesses do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e à lista dos militares do Batalhão de Guarda Presidencial que estavam trabalhando no dia do ataques golpistas na Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.
Ao assumir o governo, em janeiro de 2023, Lula chegou a anunciar que não seguiria a prática de seu antecessor de impor sigilos de 100 anos a informações. Mas, após dois anos, o governo ainda trabalha numa proposta para pôr fim à prática.
A CGU afirma que está “em fase final de elaboração de um projeto de lei para acabar com o prazo máximo de 100 anos de restrição de acesso a informações pessoais”. A nota enviada pelo órgão prossegue: “As últimas propostas enviadas estão em análise, e a expectativa é que o PL seja enviado ao Congresso ainda no primeiro semestre de 2025”.
Pelo projeto de lei em discussão, ao receberem pedidos de informação, os servidores terão que verificar, obrigatoriamente, se há interesse público — além disso, em caso de negativa, será preciso justificar esse entendimento. A CGU acredita que hoje pedidos são negados por diferentes órgãos da administração federal com o argumento de que contêm informações pessoais, sem que o interesse público seja levado em conta.
Na avaliação da diretora da Transparência Brasil, Marina Atoji, o atual governo melhorou algumas regras para diminuir o número de negativas que se enquadram nos cem anos de sigilo. Mesmo assim, diz a especialista, “é preocupante que ainda haja casos importantes de negativas indevidas de acesso com base nesse argumento”:
— Há de se reconhecer que há um esforço, no atual governo, de se diferenciar da gestão anterior. Mas, em muitos casos, a coisa não se introjetou como deveria. O anúncio foi muito mais barulhento do que o resultado efetivo. Mas não vemos mais um esforço tão ativo de negar a informação.
Outra crítica dos especialistas diz respeito aos gastos sigilosos do cartão corporativo. De janeiro de 2023 a outubro de 2024, a Presidência desembolsou R$ 38,3 milhões, montante 9% superior aos dois primeiros anos do governo passado — de R$ 35,04 milhões, já corrigidos pela inflação.
O levantamento obtido pelo GLOBO junto ao portal da CGU leva em conta apenas gastos sigilosos dos cartões usados para as despesas do presidente, seus familiares e auxiliares mais próximos. Não contabiliza, por exemplo, as faturas apresentadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que também utilizam o método de pagamento.
Uma das justificativas do governo atual para o aumento é a quantidade de viagens internacionais feitas por Lula. Apenas no primeiro ano de mandato, quando foram desembolsados R$ 23,5 milhões nesta modalidade, o petista ficou fora de Brasília por 63 dias para cumprir agendas no exterior. Nestas ocasiões, o cartão corporativo costuma ser usado para bancar despesas como hospedagem, deslocamentos e alimentação. Já em 2024, quando o presidente reduziu as viagens para fora do país, o gasto foi de R$ 14,7 milhões.
Para justificar o segredo sobre os gastos, o Palácio do Planalto cita o artigo da própria LAI que prevê questão de segurança como um dos motivos para negar acesso público à informações. “O § 2º do mesmo artigo prevê que informações que possam colocar em risco a segurança do presidente, vice-presidente, seus cônjuges e filhos (as) sejam classificadas como ‘reservadas’, mantendo-se em sigilo até o término do mandato ou, em caso de reeleição, do último mandato”, disse a Presidência, em nota.
A crítica dos especialistas está menos focada no valor gasto e mais no volume de recursos ao qual é imposto segredo. O governo tem mantido a regra, adotada na gestão passada, de colocar em sigilo todos os gastos da Presidência, independentemente de representarem ou não risco à segurança de Lula. A ponderação é a que a prática deveria ser exceção, não regra.
Diretor de Advocacy da plataforma Fique Sabendo, Bruno Morassutti destaca que, apesar de uma conscientização maior no atual governo, ainda há gestores com uma “visão ultrapassada da transparência pública”.
— Por mais que o governo tenha um discurso em prol da transparência, é importante que tenhamos medidas concretas, não adianta só o discurso — frisa Morassutti.
Lula já deveria se atentar que o que se tem que ter segurança é sobre o nosso dinheiro e onde está sendo usado, seguindo o mesmo passos de Bolsonaro, até quando na presidência vai ter que ser escolhido o “menos pior”?
Absurdo.
Eu pago a conta.
Nós pagamos a conta, e não podemos sabe o que fizeram com o dinheiro.
E o princípio da publicidade no setor público???
É só nos livros ???
Leniel Borel de Almeida, pai do menino Henry Borel, afirmou que vai recorrer da decisão que revogou a prisão de Monique Medeiros na sexta-feira (26/8). Acusada de torturar e matar o filho em março de 2021, ela foi liberada para responder o processo em liberdade. A decisão é do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
“É muito triste como pai lutar todo dia contra um sistema que beneficia o assassino em vez da vítima. Com a decisão do judiciário brasileiro sobre a soltura da Monique, mataram mais uma vez o meu filho”, afirmou Leniel ao jornal O Globo neste sábado (27/8).
No texto que revoga a prisão da ré, o magistrado afirma que não existem “fundamentos idôneos e suficientes que justifiquem a manutenção da custódia cautelar da paciente”. Embora a mãe do menino esteja solta, o outro réu no processo, Jairo Souza Santos Júnior, o Dr Jairinho, segue preso.
Essa não era a primeira vez que Monique Medeiros tentava deixar a prisão. Na última terça-feira (23/8), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de habeas corpus para ela.
Na decisão, ele alegou que a gravidade do crime e necessidade de garantir a aplicação da pena eram motivos para mantê-la detida.
Pode parecer estranho que vou dizer mas essa mulher já está pagando pelo crime que ela nao cometeu !!!!!Essa mulher não matou seu próprio filho !!!!ela acompanhou episódio indiretamente praticamente dopada por um psicopata assassino !!!!!que precisa apodrecer na prisão!!! Ainda mais agora com os relatos por ela ditos !!!!ela,está pagando pela perda terrível irreparável seu próprio filho !!!!!
Desde o fim do segundo turno das eleições, que determinou a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Presidência, as empresas estatais listadas na bolsa perderam R$ 101.258 bilhões em valor de mercado, de acordo com um levantamento da TradeMap feito a pedido do CNN Brasil Business.
Entre o total perdido no período, R$ 21.710 bilhões ocorreram somente nesta quinta-feira (10), quando o Ibovespa fechou em baixa de 3,35%, aos 109.775,46 pontos, a maior queda desde setembro de 2021.
Na ocasião, o principal índice da bolsa de valores chegou a perder R$ 156,269 bilhões em valor de mercado, depois que um discurso do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva criticando políticas de controle fiscal fez as ações desabarem.
A Petrobras é a empresa que concentra a maior fatia das perdas no período, com queda de valor de mercado de R$ 81.456 desde o dia 28 de outubro, data do último pregão antes do segundo turno. Ela é seguida por Eletrobras e Banco do Brasil, que perderam R$ 7.638 e R$ 7.105 bilhões, respectivamente.
A Eletrobras tinha variação positiva desde o término das eleições até ontem, quando chegou a perder R$ 7.942 bilhões em valor de mercado, em meio ao mau-humor dos agentes financeiros.
Já a Sabesp, estatal paulista, fechou o dia anterior com perda de valor de mercado de R$ 1.545, que contribuiu para a baixa total no valor de R$ 2.816 desde o fim do pleito presidencial.
🇧🇷 E o vagabundo nem assumiu, imaginem quando ele estiver no comando, otários são os seus zumbis mortos de fome que trocam uma economia estável por um prato de comida, achando que vai ser eterno, só que não, e nem ossos de cachorros irão comer que não terá nem esses animais para consumo,🇧🇷
EU ACHO É POUCO!! QUERO VER A PICANHA DE CACHORRO CHEGAR AO MERCADO.
As premissas do regime comunista com recheio de socialismo é parte da ideologia deste grupo da esquerda. LulaFlex é genuinamente um péssimo administrador, ocorre que o seu discurso populista somado ao estilo encantador de mentes fracas consegue tornar tudo lindo, paz e amor. Apenas para os idiotas. Tecnicamente é péssimo e o pior a extrema esquerda não abre mão e controla o bêbado.
O povo brasileiro já escolheu seus caminhos, boa sorte. O investidor não toma decisões com “coração”. De forma pragmática, o fato é que a quadrilha que estuprou as contas do Brasil está de volta, e já pediu um cheque em branco. O tempo está fechando.
Desse jeito até dia 01 de janeiro as estatais estarão valendo nada.
Nenhum investidor é louco de investir em um país governado por um ex-condenado por corrupção.
O relatório final apresentado nesta quinta-feira, 22, pela equipe de transição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva trouxe a indicação de que empresas de controle estatal que podem ter seus processos de privatização cancelados em 2023.
A recomendação é interromper os planos para privatizar a Petrobras, os Correios, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural (PPSA) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
“A proposta é de revisão da lista de empresas que se encontram em etapas preparatórias e ainda não concluídas de processos de desestatização. Sugere-se que o Presidente da República edite despacho orientando os Ministérios responsáveis”, afirma o documento.
Cada uma dessas estatais está em um diferente estágio do processo de privatização – alguns nem foram iniciados – e a ordem, agora, é paralisar tudo. Lula já frisou, em mais de um discurso, que seu governo vai acabar com os planos de privatização e que as empresas estrangeiras são bem-vindas, desde que venham investir no País, e não comprar as estatais nacionais.
“Vai acabar privatizações neste País. Já privatizaram quase tudo, mas vai acabar e vamos provar que algumas empresas públicas vão poder mostrar sua rentabilidade”, disse o presidente eleito em discurso no último dia 13 de dezembro.
Há pelo menos mais uma estatal que terá o processo interrompido, a Santos Port Authority (SPA), antiga Codesp, que controla o porto de Santos. Ontem, o futuro ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, declarou que o processo para concessão do Porto de Santos também, que estava em andamento, também será cancelada.
O futuro governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que tocou o projeto quando era ministro da Infraestrutura no governo Bolsonaro, vai procurar Lula e França para uma conversa direta sobre o assunto, na expectativa de convencer o governo petista de que a concessão é a melhor opção para o crescimento do complexo portuário.
ARROZ DE CAMARÃO
Caldo
Ingredientes:
150g de cebola branca
150g de alho poró
100g de cenoura
400g da casca de camarão
Tomilho a gosto
Pimenta branca inteira a gosto
Azeite
Sal
1L de água
Modo de preparo:
Em uma panela coloque um pouco de azeite, as cascas de camarão e deixe refogar até ficarem vermelhas.
Assim que dourar acrescentar a cebola, o alho poró, a cenoura e dê uma leve refogada.
Coloque o tomilho, a pimenta, a água e deixe reduzir, no fogo médio, por mais ou menos 30 minutos.
Escorra o caldo e reserve.
Tempo de preparo: 8 min
Tempo de cozimento: 35 min
Bisque de camarão
Ingredientes:
1 Cebola branca picada
600g de cabeça de camarão grande fresco
3 dentes de alho picado
300ml de vinho branco seco
Azeite
Sal
Pimenta
Modo de preparo:
Tempere as cabeças de camarão com sal e pimenta a gosto.
Aqueça bem uma frigideira grande, grelhe as cabeças de camarão até ficarem bem vermelhas.
Acrescente alho e refogue por 2 minutos.
Deglacie com vinho branco e deixe reduzir por 8 minutos.
Processar as cabeças até ficar próximo de uma pasta, coe e reserve.
Tempo de preparo: 6 min
Tempo de cozimento: 12 min
Creme de camarão (montagem do arroz)
Ingredientes:
150g de pimentão amarelo
150g de pimentão vermelho
400g de filé de camarão limpo e fresco
200m de vinho branco
300g de parmesão ralado
380ml de leite de coco
300ml de Bisque
300g de arroz cozido al dente
Salsa, coentro e cebolinha picados a gosto
100g de ervilha fresca congelada
Azeite
Sal
Pimenta branca
15 tomates cereja confitados
Modo de preparo:
Em uma panela bem quente coloque azeite, os camarões, os pimentões e deixe refogar um pouco.
Acrescente o vinho branco pra deglacear, até evaporar todo o álcool.
Acrescente a bisqeue de camarão e deixe ferver.
Após ferver coloque o leite de coco, ajuste o sal e pimenta do reino e deixe ferver.
Acrescente o arroz pré-cozido com os grãos bem duros e deixar o creme incorporar no arroz até chegar no ponto cremoso.
Acrescentar parmesão, a ervilha, a salsa, a cebolinha e misturar.
Desligue o fogo, transfira pra vasilha de servir, crescente o coentro e os tomates confit pra decorar.
Sirva em seguida.
Tempo de preparo: 10 min
Tempo de cozimento: 15 min
DOCE DE BANANA NO VINHO
Ingredientes:
10 bananas prata
500ml de vinho tinto
150ml de água
250g de açúcar
1 canela em pau
5 cravos
Suco de 1/2 limão
Modo de preparo:
Em uma panela coloque o vinho, o açúcar, a água, a canela em pau, os cravos, o suco do limão e misture bem até dissolver o açúcar.
Deixar ferver e engrossar a calda, em torno de 20 minutos.
Acrescente a banana e deixe cozinhar entre 3 e 5 minutos.
Retire, leve a geladeira, para esfriar e pode servir.
Tempo de preparo: 5 min
Tempo de cozimento: 25 min
As usinas eram oferecidas na praça desde julho de 2023 e, em bom português, eram um mico. A principal cliente, a distribuidora Amazonas Energia, está quebrada e inadimplente, e a dívida acumulada de R$ 9 bilhões com as térmicas cresce R$ 150 milhões a cada mês. Quem comprasse o pacote levaria junto o calote, o que dificultava aos interessados fazer suas propostas. Até que a Âmbar ofereceu R$ 4,7 bilhões — e levou.
O anúncio do negócio, no último dia 10, intrigou o mercado, que ficou se perguntando como a conta fechava. Dois dias depois, uma Medida Provisória (MP) do governo Lula sanou a curiosidade. Numa tacada, a MP repassou os R$ 150 milhões mensais do custo das usinas para as contas de luz de todos os consumidores brasileiros. Só isso já eliminou o risco e fez o mico arrematado por Joesley e Wesley ficar bem mais bonito e cheiroso. Mas tem mais.
A MP também dá 60 dias para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criar uma solução para a Amazonas Energia. Pelas regras atuais, a concessão teria de ser devolvida à União, que seria obrigada a assumir a distribuidora e o prejuízo de R$ 2 bilhões a R$ 4,7 bilhões por ano.
Iniciada em março de 2014, conjunto de investigações contra a corrupção já levou à prisão desde empresários a políticos, incluindo dois ex-presidentes da República
Como o governo não quer a distribuidora falida, mas ninguém a comprará do jeito como está, a MP autoriza a agência regulatória a flexibilizar as regras para que uma empresa assuma o negócio.
E aí vem outra “surpresa” boa para os Batistas. O contrato de compra das térmicas prevê que, se a Âmbar também comprar a Amazonas Energia, poderá transformar a dívida de R$ 9 bilhões em participação societária da Eletrobras. Isso coloca a companhia em vantagem para levar também a distribuidora já saneada sem desembolsar mais nenhum real — e passar a dominar o fornecimento de energia na Região Norte.
Num espaço de 48 horas, o mico adquirido por Joesley e Wesley se transformou em príncipe cobiçado, graças à MP assinada pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A transação deixou indócil a oposição, que apertou Silveira na Câmara dos Deputados em audiência na semana passada. O ministro disse que a MP já era estudada havia meses e que o fato de ter saído apenas dois dias depois da compra foi “mera coincidência”.
No caso da Âmbar, porém, as coincidências se repetem. Em setembro do ano passado, a empresa comprou da Eletrobras outra usina que também era um mico, Candiota, no Rio Grande do Sul.
Movida a carvão e sem nenhum contrato, a usina estava prestes a fechar. Mas, 15 dias depois do negócio, surgiu na Câmara um Projeto de Lei do senador Paulo Paim (PT-RS) prorrogando a autorização de funcionamento por mais 15 anos e incluindo a usina no Programa de Transição Energética Justa — também com o custo distribuído nas contas de luz, sob o pretexto de garantir emprego aos carvoeiros.
O projeto não chegou a ser votado, mas a extensão das concessões de usinas a carvão já surgiu em forma de jabuti noutro Projeto de Lei que está no Senado Federal que, em tese, seria destinado apenas a regulamentar as usinas eólicas em alto-mar.
Tancredo Neves dizia que em política não existem coincidências. Silveira, mineiro como Tancredo, certamente conhece a máxima — e conhece também a habilidade negocial dos Batistas.
Na era da Lava-Jato, eles fecharam uma delação com o Ministério Público Federal e entregaram a cabeça do então presidente Michel Temer e de uma série de políticos. Em 2023, quase conseguiram um desconto de R$ 6,8 bilhões na multa de R$ 10,3 bilhões que tinham de pagar como parte do acordo — o benefício acabou cancelado depois de rachar o MP.
Em dezembro passado, fecharam com o Ministério de Minas e Energia um acordo para intermediar a venda de energia da Venezuela a Roraima, que deve render à Âmbar algo como R$ 1,7 bilhão.
Negociado em sigilo pela empresa diretamente com os venezuelanos, o acordo acabou revelado antes da hora, o que levou a oposição a propor uma CPI que nunca saiu e o governo brasileiro a incluir mais empresas na transação.
Os irmãos Batista, voltaram com todo gás, é com apoio total de LULADRAO, para continuar no mundo do crime. Depois de sair da cadeia, semelhante a LULADRAO, os Bandidos Batista devolveram algo em torno de 30 bilhões aos cofres públicos, fruto de roubo aos cofres públicos.
Imagem: Tauan Alencar/Ministério de Minas e Energia
O Ministério de Minas e Energia suspendeu por 40 dias o acordo com a Âmbar Energia, empresa dos irmãos Joesley e Wesley Batista. A decisão ocorre após a coluna revelar que o TCU (Tribunal de Contas da União) iria conceder uma liminar para impedir o início da vigência do acordo a partir de segunda-feira (22).
A AGU (Advocacia Geral da União) também opinou pela suspensão do contrato nesta terça-feira 16). O pedido para os ministros concederem a liminar partiu do sub-procurador-geral Lucas Furtado, como antecipou a coluna.
Pelo acordo, os irmãos Batista poderão retomar um contrato firmado ainda no governo Bolsonaro mesmo sem ter cumprido as regras do leilão. Não fosse isso, a empresa poderia perder o contrato e arcar com as penalidades. O governo Lula atendeu a todos os pedidos da Âmbar e garantiu condições mais favoráveis à empresa que, em troca, se comprometeu em pagar uma multa de R$ 1 bilhão sem desconto.
“O pleito, segundo o autor da medida, subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, baseia-se na suspeita da existência de “movimentos do Poder Público que estariam beneficiando a empresa Âmbar (…) e podem estar atentando contra a isonomia com outras empresas do setor (…) e acarretando prejuízos aos consumidores de energia elétrica que, ao final, são os que pagam as contas”, afirmou a AGU em nota.
O acordo firmado pelo governo, com aval da AGU, ocorreu à revelia do TCU. Os ministros se posicionaram por unanimidade pelo arquivamento. A partir de agora, a Corte irá analisar o mérito da negociação proposta pelo governo, AGU e Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
Procurado, o MME informa que não comenta sobre o teor do acordo em andamento, antes da análise do mérito por parte do TCU. Afirmou ainda que o mesmo levará em conta a maior economia para o consumidor de energia e a segurança energética, buscando equidade com os demais acordos do PCS já em vigor.
Contrato emergencial
O caso refere-se ao contrato emergencial realizado em 2021, que previa a construção de quatro usinas termelétricas para fornecer energia diante da crise hídrica que afetou o país em 2020 e 2021.
A Âmbar não cumpriu o prazo determinado para instalação e funcionamento das usinas, o que levou a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) a multar a empresa em R$ 1 bilhão.
Entre os termos propostos pela Âmbar estava a substituição do fornecimento de energia das quatro usinas pela geração em uma outra instalação, também de propriedade da Âmbar, localizada em Cuiabá (MT).
SANTAS REDES SOCIAIS!!! IMAGINA SE VOCÊS NÃO EXISTISSEM 😭😭😭
👺👺👺O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revelou que planeja apresentar uma medida provisória (MP) ou projeto de lei (PL) em regime de urgência a fim de regular as redes sociais.
👉👉👉 PRECISA FALAR MAIS ALGUMA COISA?
Mas é por isso que o governo e seus comparsas, querem e estão ávidos pela censura das redes sociais. Querem agir livremente e estão sendo atrapalhados por elas. Hoje o sistema está dominado e todos querem sua parte do bolo.
O líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, foi morto em Teerã, informou a mídia estatal iraniana Press TV nesta quarta-feira (31), citando o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC).
O Hamas emitiu uma declaração logo após dizer que Haniyeh foi morto junto com seu guarda-costas em um “ataque sionista” em sua residência em Teerã depois que ele participou da posse do novo presidente iraniano.
A CNN entrou em contato com o exército israelense para comentar a alegação do Hamas.
Os Guardas Revolucionários do Irã informaram horas depois que Haniyeh foi assassinado por volta das 2h da manhã (horário local) desta quarta-feira, informou a mídia iraniana, acrescentando que ele estava hospedado em “uma residência especial para veteranos de guerra no norte de Teerã”.
O conselho supremo de segurança nacional do Irã decidirá qual será a estratégia de reação ao assassinato de Haniyeh, de acordo com uma fonte.
Apenas cinco estatais federais concentram 82% dos trabalhadores das 44 empresas controladas pela União. São 316,4 mil pessoas empregadas pelo Banco do Brasil (92,3 mil), Caixa Econômica Federal (86,8 mil), Correios (85,8 mil), Petrobras (46,9 mil) e Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), com 44,1 mil.
Ao todo, o país tem 436.283 pessoas ocupadas em uma das firmas governamentais. Os dados são do Relatório Agregado das Empresas Estatais Federais, divulgado pelo MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) em junho deste ano com informações relativas a 2023.
“No caso dos bancos públicos e dos Correios, os números se devem ao fato de essas empresas terem redes de atendimento com milhares de unidades e presença em todo o território nacional. Já a Ebserh administra mais de 40 hospitais públicos e a Petrobras conta com unidades administrativas, de produção e refino em diferentes regiões do Brasil”, diz o documento.
O relatório mostra ainda que houve uma queda de 8,9% no número de empregados das estatais entre 2019 e 2022, indo de 476,2 mil para 434 mil. Entretanto, o documento celebra um discreto crescimento, de 0,5%, no quantitativo de trabalhadores no ano passado. O índice significa 2,3 mil contratações. Outro ponto que se destaca no relatório é que houve uma queda de 12,8% no valor gasto com remuneração e benefícios da força de trabalho, isso quando aplicada a correção pela inflação. A redução nos valores pagos é 4,4 pontos percentuais maior que a queda de 8,4% no número de funcionários entre 2023 e 2022.
A pesquisa apresenta também os perfil demográfico das pessoas contratadas pelas estatais. Prevalecem os homens (61,5%), com idade média de 45 anos e média de 15,7 anos de serviços prestados. Em relação às diferenças de gênero, o relatório mostrou maior diferença entre aqueles que têm mais de 11 anos de trabalho. Nesta faixa, somente três a cada dez funcionários eram mulheres.
Já entre as pessoas com menos de 10 de serviço, a distribuição é de 51,3% homens e 48,7% mulheres. O número se aproxima um pouco da distribuição demográfica por gênero no país. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os percentuais na população brasileira em geral são 51,5% e 48,5%, respectivamente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou três decretos para fortalecer o monitoramento e tentar aumentar a receita das empresas públicas federais que estão dando prejuízo.
A assinatura dos documentos aconteceu após uma reunião nesta segunda-feira (9/12) com 16 ministros e o advogado-geral da União, Jorge Messias, no Palácio do Planalto. Uma outra reunião com a mesma pauta aconteceu no dia 25 de novembro.
O primeiro decreto atualiza a Comissão de Governança das Estatais (CGPAR) seguindo a Lei das Estatais, o segundo regulamenta a legislação de supervisão das estatais e o terceiro facilita mudanças na gestão corporativa das empresas.
A ministra da Gestão e da Inovação, Esther Dweck, conversou com a imprensa após a reunião. Ela adiantou que o governo fez um levantamento das empresas com problemas financeiros e mais dependentes do orçamento.
“O foco, obviamente, são as empresas que estão com alguma questão financeira e dependentes do orçamento”, pontuou a ministra.
Esther explicou que com esses decretos pretende-se aumentar a sustentatbilidade financeira da empresa e remodelar os modelos de negócios, com a eventual discussão sobre participação societária.
Consultorias
O principal decreto é o que institui o Programa Inova, de Governança e Modernização das Empresas Estatais. Esse programa prevê acordos de cooperação com outras instituições para identificar os possíveis gastos excessivos dessas empresas e novos meios para que elas consigam aumentar sua receita. O objetivo é tornar essas estatais autossuficientes.
A consultoria poderá ser realizada por órgãos públicos, como o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) e a Infra S.A., mas não é descartada a contratação de consultorias do setor privado.
Entre as empresas que são foco dessas mudanças estão a Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), a Telecomunicações Brasileiras (Telebras) e o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec).
Esses três decretos devem ser publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (10/12).
Quatro brasileiros sobreviveram ao incêndio e naufrágio de um catamarã nas Ilhas de San Blas, no Panamá, no sábado (6). Eles perderam todos os pertences, encurtaram a viagem e retornaram ao Brasil com apoio da comunidade local e do consulado.
O grupo — Carolina Pereira Topfstedt, Douglas de Melo Zulião, Leonardo Ricciarelli e Luciane Alves Casão — havia embarcado no dia anterior para uma viagem de lazer. Enquanto filmavam tubarões ao redor da embarcação, o capitão ouviu um estalo na cabine e a fumaça começou a se espalhar. Um dos brasileiros tentou usar o extintor, mas o fogo avançou rapidamente.
Carolina e um amigo conseguiram pular para o bote salva-vidas; os outros dois precisaram se jogar no mar e nadar entre tubarões até alcançar o bote. Temendo uma explosão, o grupo remou para longe. Outro barco os levou a uma ilha próxima e depois resgatou o capitão e seu ajudante, que sofreram queimaduras e perderam tudo o que tinham a bordo — a embarcação era sua moradia.
Os brasileiros também perderam roupas, dinheiro, passaportes e praticamente todos os bens. A comunidade local ofereceu abrigo, roupas e comida, e o cacique orientou o registro da ocorrência. No domingo (7), eles foram levados à Cidade do Panamá, onde receberam apoio do Consulado do Brasil para emitir documentos de retorno.
A viagem, que iria até o dia 14, acabou interrompida. Eles voltaram ao Brasil na madrugada do dia 8, ainda abalados. Carolina relatou gratidão pelo resgate e disse que o episódio reforçou a importância de seguro viagem, guardar cópias de documentos e ter contatos de emergência à mão.
Esse esclerosado agora arranjou mais um para dar dor de cabeça nele, o Presidente Trump, vai dar um folego ao Bolsonaro, kkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkk E TEM OUTROS DESCONDENADOS QUE VIVEM DE MENTIRAS, ROUBOS E CORRUPÇÃO……
Tá falando dele. Vive de bravata
Tá doido pra Trump dar-lhe uma mãozadas.
Falou o rei das emendas PIx.
O cara que perguntou, cadê as mulheres do Grelo Duro?
Fanfarrão desonesto, ex presidiário.
Faz o L.
Lula é o melor presidente do Brasil, pois ele paga meu boça familia bem certim todo meis…
Kkkkkkk.
E vc condenado a miséria e a votar no PT.
Kkkkkkkkkk.
Tú sabe o que é capim?
Kkkkkkk
Um forte abraço.
Kkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Estou vendo que estás de sacanagem 😭😭😭😭 viva ao pai da mentira e da hipocrisia!!!
Esse Sr está falando para ele mesmo, enfim está se olhando no espelho. Se prepare pois 2026 está logo ali….
Vc é um deles seu vagabundo, além de ladrão!!!
E tem políticos que vivem de propinas…
Kk falou o Rei das bravatas
Dá para RIR… As bravatas do nosso tupiniquim são tão costumazes, que já nascem sem credibilidade.
E tem outros que vive de roubar, mentir e levar chifre. Há desgraça. Kkkk
vai, cachaceiro, cutucar o Galegão Donald Trump. Pra tu ver, sua batata assar KKkkk.
Quem é esse Pingunço pra falar em bravata?
Vai roubar todo mundo esse ladrão cachaceiro.
O povo brasileiro vai ter de decidir ATÉ ONDE VÃO AS SUAS, isto óbvio, se não quiser se tornar definitivamente num PÁRIA internacional, no caminho nós já estamos.
De pária internacional vocês bolsonaristas entendem muito bem, afinal, o MITONTO de vocês era e é solenemente ignorando mundo afora.
Vcs sao os queridinhos da venezuela, noriega, china, Irã, Angola, moçambique, coreia do norte kkkkkkkkk é isso? Grande m……
Cala tua boca, JUMENTO MAFRA! Esse Dedé não dá muito certo pra você. Esse GOURNNON não combina muito com jumento.