Geral

Para não variar, governo Lula condena defensiva militar de Israel

Foto: reprodução

Na segunda-feira, 9, em mais um brutal ataque russo contra civis ucranianos, dessa vez em duas grandes cidades, Kiev e Odessa, um bombardeio por drones atingiu um hospital e uma maternidade, deixando ao menos 13 feridos.

Não foi a primeira vez, aliás, que Vladimir Putin, sempre tão querido e festejado por Lula, ataca hospitais e maternidades na Ucrânia. Em 2022, em Mariupol, cidade portuária, e em Vilnyansk, região de Zaporizhzhya, o carrasco já havia deixado sua marca.

Em 2024, também em Kiev, outro massacre a um hospital infantil deixou pelo menos 36 mortos. O governo brasileiro, já sob comando do amigão de Putin, jamais correu para condenar a Rússia e prestar solidariedade às vítimas.

Mentir é preciso

Em sentido oposto, principalmente quando se trata de hospitais, Luiz Inácio Lula da Silva, historicamente aliado, “companheiro, amigo e irmão” (assim costumava se referir a este tipo de gente) de ditadores e terroristas mundo afora, é sempre atento e ligeiro.

Se há o envolvimento de Israel, então, nem se fala. Lula berra mais rápido que um bólido de F1. Sobretudo se tal envolvimento for falso, desmentido por imagens e documentos, e alardeado pelo Hamas, de quem o chefão petista se tornou um quase porta-voz.

O caso mais notório é o do hospital Al-Ahli, na Faixa de Gaza, jamais atacado por Israel, mas sacudido por um foguete errante, disparado por terroristas palestinos, que caiu em um estacionamento ao lado, sem deixar vítimas fatais.

Se há o envolvimento de Israel, então, nem se fala. Lula berra mais rápido que um bólido de F1. Sobretudo se tal envolvimento for falso, desmentido por imagens e documentos, e alardeado pelo Hamas, de quem o chefão petista se tornou um quase porta-voz.

O caso mais notório é o do hospital Al-Ahli, na Faixa de Gaza, jamais atacado por Israel, mas sacudido por um foguete errante, disparado por terroristas palestinos, que caiu em um estacionamento ao lado, sem deixar vítimas fatais.

Amigos para sempre

A imprensa mundial e Lula, é claro, acreditaram na mentira do – como é mesmo? – Ministério da Saúde de Gaza, e acusaram Israel de ter bombardeado o hospital, matando milhares de crianças e civis inocentes.

O pior é que, mesmo tendo ficado claro o não envolvimento de Israel, Lula continua a citar de forma mentirosa o episódio, a fim de atacar os israelenses. Aliás, como negar o alinhamento – também histórico – do lulopetismo com os facínoras abaixo?

Yasser Arafat, Mahmoud Ahmadinejad, Muammar Al Gaddafi, Ali Khamenei… Lula e o Partido dos Trabalhadores jamais reconheceram estes ditadores sanguinários, financiadores do terror, como aquilo sempre foram.

Metralhadora giratória

Já Israel, a única democracia do Oriente Médio, que jamais iniciou uma guerra e sempre ou se defendeu ou contra-atacou – previamente ou a partir da iminência de um ataque inimigo – sempre mereceu as piores adjetivações lulopetistas.

Genocida, nazista, higienista, imperialista, intolerante, assassino… Até a Hitler, recentemente, Lula já comparou a própria vítima do holocausto. O chefão petista e sua turba jamais reconheceram o direito dos judeus se defenderem.

E não seria agora a primeira vez, certo? O governo brasileiro, horas após a operação Rising Lion, que destruiu exclusivamente instalações nucleares bélicas do Irã e eliminou os comandantes do regime fundamentalista, já emitiu sua nota oficial contra Israel.

Esperem para morrer

“O governo brasileiro expressa firme condenação e acompanha com forte preocupação a ofensiva aérea israelense lançada na última madrugada contra o Irã, em clara violação à soberania desse país e ao direito internacional.”

Em primeiro lugar, vamos deixar uma coisa bem clara: a soberania que o lulopetismo invoca ao Irã é a mesma que nega à Ucrânia. Agora, eu pergunto: financiar e armar o Hamas e o Hezbollah, para exterminar Israel e os judeus, é legítimo, Lula?

“Os ataques ameaçam mergulhar toda a região em conflito de ampla dimensão, com elevado risco para a paz, a segurança e a economia mundial”. Pergunto outra vez: O programa nuclear bélico do Irã é “um risco para a paz, a segurança e a economia mundial”, Lula?

Não falarão sozinhos

E a nota contra Israel termina: “O Brasil insta todas as partes envolvidas ao exercício da máxima contenção e exorta ao fim imediato das hostilidades”. Sério? Estou enganado ou o vice-presidente Geraldo Alckmin foi ao Irã, ano passado, “exortar” outra coisa?

É de tal sorte cafajeste a nota e a postura do governo Lula, que não mereceriam nem sequer mais atenção, já que a posição brasileira, sob o comando dessa turma, é pública, notória e imutável: a favor do Irã, Hamas e Hezbollah e contra Israel e os judeus.

Mas o silêncio jamais será um bom aliado no combate às iniquidades e vilanias. Se Lula quiser se postar como “amiguinho” de terroristas, que fique à vontade. Do lado oposto terá a vigilância de quem não se vende nem se deixa levar por equivalências toscas e infundadas.

O antagonista 

Opinião dos leitores

  1. Cada qual defende os, A diferença é que As Pessoas De Bem Defendem O Seu País E O Seu povo, Obs Já As Pessoas Do Mal Só Defendem Os Seus ALIADOS, E Manda Prender E Silenciar Todos Os Seus Adversário Políticos,

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Brasil

Datafolha: 32% se veem como petistas, e 25%, como bolsonaristas

Foto: Reprodução BE

Um terço dos brasileiros se diz petista, enquanto um quarto se define como bolsonarista. No meio do caminho, grupos semelhantes se veem próximos de um polo ou de outro, enquanto 20% dos eleitores se posicionam num centro equidistante deles.

Este é o retrato da polarização que cindiu a sociedade brasileira desde o começo da campanha eleitoral deste ano, captado em uma nova pesquisa do Datafolha, realizada nos dias 19 e 20 deste mês.

O pleito foi marcado pela inviabilidade de candidaturas afastadas das figuras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do atual, Jair Bolsonaro (PL), derrotado por 50,9% a 49,1% dos votos válidos no segundo turno de 30 de outubro.

A chamada terceira via, que ensaiou nomes como Luciano Huck, João Doria, Sergio Moro e por fim acabou encarnada em Simone Tebet (MDB), foi dizimada no processo —a futura ministra do Planejamento de Lula teve meros 4,1% dos votos. O sempre candidato Ciro Gomes (PDT), se colocando como polo alternativo, ficou com ainda menos espaço (3% dos válidos).

No levantamento, o instituto ouviu 2.026 pessoas em 126 cidades, com uma margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

Os entrevistadores apresentaram uma escala de 1 a 5 para os ouvidos, sendo que 1 significa ser bolsonarista e 5, petista. Na primeira categoria ficaram 25% e na segunda, 32%. No nível 2, mais próximo do presidente derrotado, se declararam 7%, e no 4, rumo ao petismo, 9%.

Já 20% se veem ocupando o ponto 3, de distância igual de ambos os lados, que não se viu materializada em uma massa eleitoral na campanha. De forma que deve interessar novas lideranças buscando espaço nessa avenida de duas pistas, o eleitorado mais jovem (16 a 24 anos) é o que mais se vê nessa neutralidade (33% dos ouvidos).

De forma geral, a análise dos estratos populacionais da amostra do Datafolha mostra que as preferências seguem a identificação de grupos com o petista ou com Bolsonaro.

Assim, entre aqueles mais pobres, que ganham até dois salários mínimos, se dizem petistas 40%, ante 21% de bolsonaristas. Como na intenção de voto aferida ao longo do ano, a curva se inverte nas menos populosas camadas superiores de renda: 30% de bolsonaristas ante 24% de petistas entre quem ganha de 2 a 5 mínimos, 25% a 21% de 5 a 10 salários e 40% a 13%, respectivamente, entre os mais ricos (mais de 10 mínimos).

As clivagens regionais se repetem. Na fortaleza lulista do Nordeste, 44% se declaram petistas puros. Já no bolsonarista Sul, são 35% de aderentes do presidente. De forma também mais óbvia, 63% dos que votaram em Lula se dizem petistas, e 56% dos eleitores de Bolsonaro se dizem bolsonaristas.

Folha de São Paulo

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Saúde

Natal tem UPAs lotadas e paciente relata espera de 15 horas por atendimento: ‘Cheguei às 10h e só saí à 1h do outro dia’

Foto: reprodução

As Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) de Natal estão lotadas. O motivo, de acordo com os gestores, é o crescimento do número de casos de arboviroses, como por exemplo dengue e chikungunya, e também um surto de Covid-19 que aconteceu há pelo menos 15 dias.

Um paciente, que preferiu não ser identificado, relatou ter esperado mais de 12 horas para ser atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade da Esperança, na Zona Oeste. Ele chegou na unidade às 10h desta quarta-feira (3) e só saiu na madrugada desta quinta (4), à 1h.

“Tô com um problema no pulmão, possivelmente da Covid”, contou.

Uma mulher que acompanhou a sobrinha no Hospital dos Pescadores, nas Rocas, também reclamou da demora na espera por um atendimento.

“Se fosse tão urgente assim, talvez ela tivesse numa situação muito pior agora”, disse.
Outra paciente relatou ter ido até a UPA do Satélite e depois ao Hospital dos Pescadores, mas desistiu do atendimento.

“Não consegui atendimento nenhum. Já vim da UPA do Satélite achando que aqui tava melhor do que lá, só que tá tudo a mesma coisa. Eu tô sem paciência agora e vou pra casa”, desabafou.

De acordo com Luis Augusto, chefe de enfermagem do Hospital dos Pescadores, a procura por atendimentos nas unidades de saúde aumenta neste período do ano em decorrência das doenças, que são mais transmitidas nesta época com o aumento das festividades.

Em relação a procura para atendimento no Hospital dos Pescadores nesta quarta-feira (3), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS Natal) informou em nota que “foi registrado uma demanda maior para atendimentos no serviço, o que acarretou em um tempo de espera maior para pacientes em situações menos graves. O local também registrou a presença de pacientes oriundos de outros municípios que procuram o local para atendimento, o que também corrobora para o aumento do tempo de espera para atendimento na unidade”.

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente isso só acontece em Natal, esse longo período de espera, em um local para um atendimento é por demais sofrido, mas tudo acontece, a nossa cidade não apresenta uma saúde que possa servir bem a nossa população, poderia ser diferente. Visto que um plano de saúde é muito caro , como sabemos grande parte dos natalenses ganha salário mínimo, e tantos nem isso ganha porque vive desempregado. Quando a população de Natal era menor, na FAIXA de 200 mil habitantes, essa procura nos hospitais e posto de saúde era bem menor. Lembro-me que em 1970, existia o Hospital dos Pescadores, que funcionava no mesmo local de hoje, e também o posto do INAMP que funcionava na ribeira, por trás do Teatro Alberto Maranhão. Realmente em todos os dois locais existiam esperar, mas era um tempo bem menor. Porque se passar 16 horas esperando um atendimento, é dose para Leão.

    1. Bozo deixou como legado 20 Bilhões A MENOS para a saúde.
      Por isso fazer arminha não deu certo 👉👉

    2. Se o MINTOMANÍACO não resolveu em 4 anos que dirá Lulaladrao em 1 ano né!?

    3. Decreto assinado pelo presidente Lula (PT) e publicado no Diário Oficial passa a faca no orçamento da saúde e da educação, com novos bloqueios nos orçamentos das pastas. Os cortes, na ordem de R$ 1,5 bilhão no Orçamento de 2023 atingiram ao todo 10 ministérios, sendo que saúde e educação correspondem a mais da metade dos valores bloqueados. É FATIMA AQUI E LULA LÁ. IMAGINA NO QUE DÁ. É PRA SE LASCAR

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Judiciário

Em nota, Prefeitura de Natal afirma que “compete à Polícia Militar a desobstrução de ruas, desde que seja uma obstrução ilícita”, após intimação do STF

Foto: reprodução/TV Ponta Negra

Após nota divulgada pelo Governo do Estado sobre a responsabilidade em relação à desobstrução de vias municipais onde acontecem manifestações após as eleições de 2022, a Prefeitura de Natal também se manifestou através de nota sobre a situação.

De acordo com a nota da prefeitura, houve uma intimação oficial do STF para que o prefeito Álvaro Dias se pronunciasse sobre o assunto e “esclarece que qualquer ordem judicial a seu encargo será cumprida e se manifestará dentro do prazo legal sobre o assunto.”

A nota diz ainda que os atos que acontecem na av. Hermes da Fonseca são “um movimento espontâneo, sem conduta que possa caracterizar obstrução intencional de vias públicas” e que “compete à Polícia Militar a desobstrução de ruas, desde que seja uma obstrução ilícita”.

Leia a nota completa:

A despeito de diversas informações nas mídias sociais veiculadas ontem, noticiando que o Ministro Alexandre de Moraes teria determinado que o Prefeito de Natal, Álvaro Dias, no prazo de 48H, se manifestasse sobre o suposto descumprimento de suas funções em não dispersar o protesto em frente ao Quartel do Exército, só hoje em 19/11/2022, houve intimação oficial do Supremo Tribunal Federal para que o Prefeito se pronunciasse sobre o assunto.

Diante disso, o Município do Natal vem esclarecer que desde o início do protesto vem ordenando o trânsito por meio da STTU, órgão encarregado de organizar o trânsito da Cidade, como também tem feito fiscalizações sobre poluições sonoras a cargo da SEMURB, existindo, na verdade um movimento espontâneo, sem conduta que possa caracterizar obstrução intencional de vias públicas.

E, na hipótese de restar caracterizado qualquer ato abusivo, cabe à Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, a dispersão de protestos que exorbitem a normalidade, nos termos em que restou decidido na ADPF nº 519. E, para que não paire qualquer dúvida sobre a obrigação da Polícia Militar, segue o conteúdo da decisão (ADPF nº 519), em caso parecido ocorrido no Estado do Acre:

Trata-se de requerimento apresentado nos autos pelo Ministério Público do Estado do Acre (doc. 2.918), a título de pedido incidental referente a alegado descumprimento da decisão cautelar proferida nesta ADPF. Relata a persistência de manifestações no entorno de instalações do Exército Brasileiro na cidade de Rio Branco (Comando de Fronteira Acre, 4º Batalhão de Infantaria de Selva), situadas no cruzamento da Rua Colômbia com a Rua Valério Magalhães, que constituiria, segundo o Requerente, área residencial de densidade demográfica elevada. Aduz que a concentração de pessoas e veículos nessa localidade, a pretexto de se manifestarem contra o resultado das eleições proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral em 30/10/2022, promoveria a obstrução de vias públicas e dificultariam o acesso às referidas instalações militares. (…) Em vista do exposto, DEFIRO o requerimento do Ministério Público do Acre, para CASSAR AS DECISÕES PROFERIDAS nos autos da ACP 0008988-37.2022.8.8.01.00016 e do Agravo de Instrumento 1001908-08.2022.8.01.0000, e DETERMINAR A IMEDIATA DESOBSTRUÇÃO DE TODAS AS VIAS PÚBLICAS QUE, ILICITAMENTE, ESTEJAM COM SEU TRÂNSITO INTERROMPIDO, PELA POLÍCIA MILITAR, nos termos requeridos; bem como reiterar a determinação para que todos os veículos sejam identificados e que seja aplicada a multa horária de R$ 100.000,00 (cem mil reais) prevista na decisão de 31/10/2022 (doc. 2769) aos proprietários dos veículos, bem como às pessoas que incorrem no descumprimento da decisão mediante apoio material (logístico e financeiro) às pessoas e veículos que permanecem em locais públicos; e, desde já, conforme requerido e identificado pelo Ministério Público do Acre, a imposição de multa aos organizadores/financiadores Jorge José de Moura e Henrique Luis Cardoso Neto, devidamente qualificados no pedido. Servirá esta decisão como Mandado Judicial. Publique-se e intime-se, inclusive por meios eletrônicos, o Presidente do Tribunal de Justiça, o Procurador-Geral de Justiça do Acre, o Governador do Estado do Acre e o Comandante da Polícia Militar local, Cel. PM Luciano Dias Fonseca, para cumprimento imediato desta decisão. Ciência à Procuradoria-Geral da República. Brasília, 6 de novembro de 2022.

Como se vê, compete à Polícia Militar a desobstrução de ruas, desde que seja uma obstrução ilícita. Registre-se ainda que não existe qualquer menção na decisão de que a Guarda Municipal deveria intervir em caso parecido.

Além disso, cabe esclarecer que mesmo não sendo atribuição do Município do Natal, a STTU já provocou o Comando da Polícia Militar para que intervenha na hipótese de ocorrer qualquer obstrução de vias públicas intencional e arbitrária, não sendo papel municipal dirigir as operações da Polícia Militar.

Por fim, o Município de Natal esclarece que qualquer ordem judicial a seu encargo será cumprida e se manifestará dentro do prazo legal sobre o assunto.

Opinião dos leitores

  1. Sim é liberdade de expressão também e direito de todo cidadão, a diferença está em que com certeza vc nunca viu estes grupos serem tratados como criminosos por um ministro do STF, nem lhe aplicando multa de 100.000, ou ameaçando prisão ou bloqueando sua redes sociais.

  2. “Durante os 580 dias em que LULA esteve preso a PTezada ficou acampada em frente à PF fazendo barulho e baderna, trazendo muito incômodo p/os moradores locais, mas, em nenhum momento o STF classificou isso como manifestações antidemocráticas e não multou ninguém. Porque será?”

  3. Armando
    19/11/2022 às 09:16
    Deixa ver se entendi. Apoiar manifestações pedindo a Volta da Ditadura, Intervenção Militar num Estado Democrático de Direito, Golpe e fechamento das instituições que representam os três poderes da União, pode. É Liberdade de Expressão. Mas apoiar manifestações pela liberação da Maconha, do aborto ou da cidadania plena para homossexuais, não pode. Não é Liberdade de Expressão também?

    1. Sim é liberdade de expressão também e direito de todo cidadão, a diferença está em que com certeza vc nunca viu estes grupos serem tratados como criminosos por um ministro do STF, nem lhe aplicando multa de 100.000, ou ameaçando prisão ou bloqueando sua redes sociais.

  4. É só chamar a máfia vermelha, num instante eles sai igual a gavião da fiel fez, é um monte de aposentado e alguns q acho q não trabalham pois passam o dia la. Se trabalhassem não ficava lá direto, mas é bate bom ponta negra ta show, continuem aí na luta briguem por nos, vou descansar enquanto vcs tão aí tá, obg, peçam tbem plano de saúde pra todos bota no pacote

  5. Quero o mesmo tratamento para o pessoal do MST quando fecham avenidas e rodovias. Vamos aguardar!

  6. Está passando da hora de remover esse lixo bolsonarista das ruas .. já chega, boiada burra… já nos divertimos muito rindo das palhaçadas e bizarrices de vcs… tá perdendo a graça, gadolândia sem cérebro…vaza… só daqui a 4 anos….kkkkkkkkkkkkj

    1. E os 50 mil reais iquido segurança, carros e etc que ele já recebe ? O PT tem grana sobrando.

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Política

Podemos mostra força, empossa presidentes das comissões municipais e filia cinco prefeitos e um vereador da capital potiguar

Sob a liderança do senador Styvenson Valentim, e com a coordenação do presidente estadual, Fernando Antônio Bezerra, o Podemos RN (PODE) realizou, na manhã deste sábado (16), no Hotel Holiday Inn Natal, seu Encontro Estadual (edição de março).

O evento também contou com a presença do secretário-geral do Podemos, Luiz França e do deputado federal e pré-candidato a prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil).

O destaque da pauta ficou por conta da chegada de novos filiados ao partido, entre os quais cinco prefeitos e o vereador de Natal, Preto Aquino, importante referência da Zona Oeste da capital. Também houve a posse de membros e presidentes das comissões municipais, cumprindo um rito legal.

Além de Preto Aquino, destacam-se entre os novos filiados ao Podemos os prefeitos de Santana do Seridó, Hudson Brito; de Jardim do Seridó, Amazan; de Marcelino Vieira, Kerles Jácome; do prefeito de Francisco Dantas, José Adolfo e o prefeito de Acari, Fernando Antônio.

“Eu sempre brinco que os prefeitos tinham um certo medo de mim. Mas aos poucos eles foram entendendo que tudo o que eu queria era colocar o mandato que o povo do RN me deu a serviço daqueles que topassem trabalhar com seriedade e em favor única e exclusivamente do povo de suas cidades. Eu mudei, para poder comunicar melhor este meu dogma e, também, me relacionar melhor com eles e os prefeitos, por sua vez, entenderam que estar ao lado de quem, na prática, só iria cobrar deles a aplicação séria e eficiente dos recursos era sinônimo de ter acesso a bons volumes de recursos sem cair nas antigas esparrelas da política. De certa forma, o evento deste sábado é uma espécie de consolidação desta nossa maneira de trabalhar. Da maneira que nós temos disseminado, de fazer política como de fato ela deve ser feita: em favor do povo do nosso estado”, destacou o senador Styvenson Valentim.

“Estamos iniciando uma nova etapa na fase de estruturação do partido Podemos no Rio Grande do Norte, sob a liderança do senador Styvenson Valentim, que tem dado o apoio necessário e fundamental para construirmos essa primeira etapa preparatória as eleições municipais. O partido irá participar do processo de 2024 apresentando alguns candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Especialmente em Natal e região metropolitana, a nossa expectativa é que o Podemos consiga alcançar êxito com um bom número de representatividade”, declarou o prefeito de Acari e presidente estadual do Podemos, Fernando Antonio Bezerra.

“É uma enorme satisfação estar aqui em Natal, em um momento histórico para a construção do Podemos RN, sobretudo, para aqueles que querem fazer política de uma forma séria. O RN é prioridade absoluta e o Podemos não pode abrir mão do mandato do senador Styvenson Valentim em 2026”, destacou o secretário-geral do Podemos, Luiz França.

“O Podemos vem crescendo e crescendo muito no estado principalmente em virtude desta mudança de postura que o senador Styvenson teve com ele próprio e que está disseminando entre todos nós. Uma postura de compromisso com o povo, com a população mais sofrida. Na região do Seridó, de onde eu venho, são vários os frutos desta parceria e desta postura, com destaque para o novo hospital que está sendo construído em Currais Novos para tratamento de câncer. Um equipamento que será administrado pela Liga Norteriograndense de Combate ao Câncer e que representa investimentos da ordem de R$ 30 milhões viabilizados com emendas do senador Styvenson”, afirma o prefeito Hudson Brito, de Santana do Seridó.

“Eu me orgulho bastante de ter conseguido excelentes votações em Natal nas duas eleições em que conquistei vaga na Câmara da capital. Mas sei que cada eleição é um desafio e, também por isso, me orgulho muito de estar chegando a um partido que está em sintonia com tudo o que penso da política. Tenho muita admiração, tanto pelo presidente estadual do partido, o prefeito Fernando, de Acari; como pelo senador Styvenson, que, a meu ver, personifica uma mentalidade totalmente nova para a forma de fazer política. Por isso estou muito feliz e instigado para, com o desembarque no Podemos, partir para mais uma vitória, maiúscula, nas próximas eleições, afirmou o vereador Preto Aquino.

No Rio Grande do Norte, atualmente, o Podemos já passa de 13 mil filiados.

Opinião dos leitores

  1. Até um dia desses, Styvenson não “dava cabimento” a ninguém. Era cheio de queixo, nem se interessava em fazer campanha pra a candidatura em que se inscreveu. Não foi eleito. Mas nem se incomodou, estava dentro do mandato do “surfado na onda” bolsonaro. Agora está se mexendo. Está até a frente do encontro estadual do partido. Percebeu que o mandato não é vitalício e já já fica de fora da política (quer dizer, vai ter de voltar pra as blitzen da lei seca…). Ninguém ouve falar de nada que ele fez desde que foi eleito. Tomara que a COVID não tenha impactado a memória do povo. Vamos ver em breve.

  2. Braços de Popeye passou o mandato não querendo ser político, só querendo ficar deitado no sofá da mãe. Até as raposas velhas daquelas famílias que mandam no RN desde que o mundo é mundo e os comunistas caviar se esforçam mais na atividade política. Triste.

  3. Styvenson, é o melhor nome para governador em 2026, pra moralizar a coisa e botar ordem na casa. E cortar a mamada de muitos “companheiros”.

  4. O Senador Styvenson é um político que presa à correção, quem reclama é quem tá acostumado com a velha política.

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Geral

“Não é afronta ao Supremo”, diz Pacheco sobre PEC que limita decisões da Corte

Foto: Adriano Machado / O Antagonista

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que a discussão na Casa sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões monocráticas de ministros não é uma “afronta ao Supremo Tribunal Federal (STF)”. O senador confirmou que o projeto será analisado ainda nesta terça-feira, 21, pelo plenário da Casa.

“Não há nenhum tipo de afronta e nem tão pouco nenhum tipo de retaliação absolutamente. Eu sempre fui profundo defensor da boa relação entre os Poderes. O que nós estamos buscando fazer no Congresso Nacional é um aprimoramento da legislação e o aprimoramento da Constituição Federal, justamente pra poder garantir que os Poderes funcionem bem”, disse Pacheco.

A PEC propõe medidas como a definição de prazos para pedidos de vista em processos judiciais e a exigência de maioria absoluta de votos dos membros para suspender a eficácia de leis e de atos normativos de amplo alcance, vedando assim decisões unilaterais e monocráticas do STF.

A proposta, que foi aprovada em segundos pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, ganhou celeridade diante da insatisfação de senadores da oposição com a Corte. Se aprovada pelo Senado, o texto ainda vai precisar passar pela Câmara dos Deputados.

“Nós vamos submeter a PEC para apreciação da maioria do Senado pra entender se deve ser aprovado ou não. Repito, é um aprimoramento do sistema de justiça, é um aprimoramento do próprio Supremo Tribunal Federal”, completou Pacheco.

Recentemente, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, criticou a tentativa do Senado em avançar com um pacote de medidas que pode limitar os poderes de ministros do Supremo.

O Congresso está fazendo o debate que é próprio que seja feito no Congresso, mas há muitas coisas para mudar no Brasil antes de mudar o Supremo. O Supremo como está presta bons serviços ao país, portanto eu não colocaria no campo das minhas prioridades mexer no Supremo”, disse Barroso após participar do Congresso Nacional do Ministério Público, em Salvador.

Além da PEC sobre decisões monocráticas, os senadores defendem a discussão de uma proposta que trata sobre a fixação de mandatos para ministros da Corte.  A regra atual permite que os ministros permaneçam no cargo até completar 75 anos de idade.

O Antagonista

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Polícia

Potiguar acusado de operar R$ 1 bilhão do PCC, ‘Colorido’ é transferido para Brasília

Foto: divulgação

O potiguar Valdeci Alves dos Santos, 50, o Colorido, apontado como um dos líderes do PCC (Primeiro Comando da Capital), mal chegou à Penitenciária Federal de Brasília e já foi intimado judicialmente a participar nesta segunda-feira (25) de uma audiência em um processo no qual é acusado pelo crime de associação à organização criminosa.

Segundo o MP-SP (Ministério Público do Estado de São Paulo), Colorido e outros 18 réus são suspeitos de movimentar R$ 1 bilhão da facção criminosa, arrecadados com o tráfico de drogas no período de janeiro de 2018 a julho de 2019.

Colorido estava foragido desde 13 de agosto de 2014, quando deixou o CPP (Centro de Progressão Penitenciária) de Valparaíso (SP) na saidinha temporária do Dia dos Pais. Ele foi capturado no último dia 16 na cidade de Salgueiro, no interior pernambucano.

O criminoso ocupava uma caminhonete Hilux branca quando o veículo foi abordado por policiais rodoviários federais em uma blitz. Colorido apresentou uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) falsa. Os agentes o conduziram até uma delegacia e descobriram a verdadeira identidade dele.

Entre os mais procurados

Dez dias atras, enquanto seu nome constava na lista dos criminosos mais procurados do país, Colorido era apontado pelo MP-SP como o número 2 do PCC nas ruas, ficando abaixo apenas de Marcos Roberto de Almeida, 52, o Tuta, ainda foragido.

Porém, quando cumpriu pena junto com a cúpula do PCC na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau (SP), no final dos anos 2000, Colorido era tido pelas autoridades policiais como integrante do segundo escalão da facção criminosa.

Natural de Jardim de Piranhas, no Rio Grande do Norte, o detento foi transferido no último dia 20 de um presídio de Pernambuco para a Penitenciária Federal de Brasília. Além de responder a processo por associação criminosa, ele é suspeito por lavagem de dinheiro.

Os processos envolvendo os 18 acusados foram desmembrados. Colorido responde à ação junto com Silvio Luiz Ferreira, 44, o Cebola, e Edmilson de Menezes, 48, o Grilo, ambos foragidos. Para a audiência de hoje foram intimadas a depor testemunhas de defesa dos réus.

Outro lado

De acordo com boletim informativo da SAP (Secretaria Estadual da Administração Penitenciária), Colorido é condenado a 23 anos e quatro meses de prisão pelos crimes de homicídio, tráfico de drogas e uso de documento falso.

O MP-SP sustenta que Colorido era, até meados deste mês, o maior fornecedor de drogas do PCC. As autoridades acreditam que antes de viajar para o Nordeste, ele estava escondido na Bolívia junto com outros narcotraficantes da facção criminosa.

Bruno Ferullo, advogado de Colorido, disse que seu cliente não integra o crime organizado nem é traficante de drogas. Segundo o defensor, a inocência de Valdeci Alves dos Santos, será demonstrada ao longo da instrução processual.

O advogado acrescentou que as denúncias feitas pelo MP-SP contra Colorido são infundadas e inverídicas e que o cliente foi absolvido sumariamente da acusação pelo crime de lavagem de capitais. O defensor disse ainda que Valdeci não esteve escondido em outro país.

Josmar Jozino – UOL

Opinião dos leitores

  1. Se tivesse só esse aí era bom, no RN tá cheio, descer para o alto oeste, na cidade de Almino afonso, Rafael godeiro, João dias, entre outras cidades, tem uma galerinha lavando dinheiro para o tráfico, agiotagem, comprando máquinas para alugar, resumindo o tráfico está em todo canto

  2. Daqui a pouco, vai falar que seu cliente é a alma viva mais honesta desse país. Quem sabe o STF mande soltar ele, assim como fez com a quadrilha do PT e com André do rap?!

  3. É só colocar dinheiro na mão do maior poder que será solto!! Estamos no Brasil onde faccoes atuam em vários setores!!

  4. Só isso, teve criminoso que movimentou mais de um trilhão e meio e tá solto com o apoio de todo stf, vcs devem saber de quem falo? 🐀

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Economia

Passagem aérea sobe 88% em um ano: veja como comprar mais barato

Foto: Edu Garcia/R7

O preço das passagens aéreas subiu 18,33% em maio, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Nos últimos 12 meses, o aumento acumulado é de 88,65%. O principal motivo é o aumento do preço do combustível.

Dados da Anac (Agência Nacional de Aviação) mostram que o querosene da aviação registrou alta de 82,7% no primeiro trimestre de 2022, em relação ao mesmo período de 2019. Já a cotação do dólar em relação ao real, que também influencia no preço da passagem, aumentou de 38,7%. Desde então, o preço da passagem aérea variou 21%.

Escolha voos em horários mais baratos

Prefira viajar em horários em que a passagem é mais barata. Baseado em estudos do Kayak, o diretor da empresa no Brasil, Gustavo Vedovato, destaca que em “voos internacionais as partidas entre 5h e 10h horas da manhã podem ficar 22% mais baratas”. “Para os voos nacionais é o oposto: o melhor período do dia é entre 10h e 22h, quando o preço médio fica até 12% mais em conta.”

Compre com antecedência

Segundo Luiz Moura, diretor de marketing e sócio-fundador da Voll, conseguir uma passagem aérea mais barata está diretamente ligado ao comportamento e planejamento do consumidor. “É preciso antecipar a compra das passagens com cerca de três semanas antes da data da viagem. Por exemplo, uma ponte aérea entre Rio de Janeiro e São Paulo, a mesma passagem pode ter aumento de até 216% se, em vez de comprada com 20 dias de antecedência, ela for adquirida apenas três dias antes”, afirma.

Use aeroportos alternativos

Um levantamento da Onfly mostrou que trechos com tráfego de passageiros mais elevado, os reajustes entre 2021 e 2022 foram de três a quatro vezes maiores. Voos de São Paulo (Congonhas) para o Rio de Janeiro (Santos Dumont) subiram 433%. Já o destino São Paulo (Congonhas) para Belo Horizonte ficou 430% mais caro. Passagens de Belo Horizonte para São Paulo (Congonhas) aumentaram 307% e de Guarulhos para Vitória registram alta 291%. Essas são viagens que levam em média 1h20min.

Uma forma de baratear a passagens aérea é escolher pousar em aeroportos com mais oferta de voos, fazendo com que sejam mais baratos. Há cidades em que há dois aeroportos. O passageiro pode ainda usar outro meio de transporte para chegar ao seu destino final.

Não viaje nos dias de maior fluxo

Ainda de acordo com Palácio, outra estratégia para economizar é não viajar nos dias em que os aeroportos costumam ficar mais cheios. Nos feriadões, a demanda aumenta muito e os preços disparam. A dica é comprar a passagem aérea de ida para um dia antes do início de períodos com grande fluxo e a de volta para depois do término de feriados.

Prefira passagens com datas flexíveis

Escolher passagens aéreas que podem ser remarcadas com facilidade permite que o consumidor escape das variações do dólar.

R7

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Polícia

Homem que matou ex-mulher e filho em SP é estudante de medicina, CAC e tem tatuagem do Lula

 

Foto: reprodução

O homem preso em flagrante após matar a ex-mulher e o filho do casal de dois anos a tiros no Jardim Rodolfo Pirani, na zona leste de São Paulo, tem a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tatuada no braço esquerdo.

O autor dos disparos foi identificado pela polícia como Ezequiel Lemos Ramos, de 38 anos. Ele também possui o certificado de registro de CAC (Caçador, Atirador desportivo e Colecionador de armas).

Segundo informações da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo), Ramos atirou contra a ex-mulher, de 37 anos, e o filho, de 2, que morreram no local. O outro filho do casal não ficou ferido.

Um policial que estava na região de folga ouviu barulho de disparos de arma de fogo, e, na sequência, avistou o suspeito com uma carabina em punho. O militar foi em direção a Ramos, que alegou ter perdido a cabeça e resolveu então deitar no chão. O suspeito foi rendido e a PM da Força Tática, acionada. Um carregador com 31 munições intactas também foi encontrado no veículo dele, conforme o boletim de ocorrência ao qual o UOL teve acesso.

O caso foi registrado no 49º DP (São Mateus), que realiza diligências para localizar e investiga se houve a participação de uma segunda pessoa no crime.

No vídeo que mostra o momento da detenção é possível observar imagens com o rosto de Lula no braço esquerdo de Ramos.

Repercussão

Após a repercussão do caso, nas redes sociais, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que é preciso proteger as mulheres e atribuiu a violência à política de armas do governo Jair Bolsonaro (PL).

“O incentivo à violência e a liberação, pelo governo federal, da compra, posse e porte de armas estão na raiz de crimes e tragédias como a que ocorreu ontem no Parque São Rafael, em São Paulo. O PT está solidário com os familiares das vítimas”, disse.

“Condenamos toda forma de violência, qualquer que seja a orientação política de quem a comete. Defendemos a apuração rigorosa do crime, para que a Justiça seja feita e tragédias assim não se repitam”, diz a nota.

Já o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), criticou aqueles que “querem jogar na conta do Bolsonaro”. Para o parlamentar, as pessoas “perderam o interesse” no caso após verem a foto do acusado, que aparece mostrando a tatuagem com o rosto de Lula.

Histórico

Ezequiel Lemos Ramos foi preso em flagrante em maio por ameaça de morte a mulher em Ponta Porã (MS), cidade em que morava na época. A Justiça lhe concedeu liberdade sob uso de tornozeleira eletrônica, mas o proibiu de se aproximar de seus familiares.

Para que a autorização da liberdade com tornozeleira eletrônica fosse autorizada, Ezequiel precisou concordar em não falar com sua ex-mulher.

Outrossim, a ofendida mudou-se deste Município para outro Estado da Federação, no dia 27 de maio (f. 221 e 235), o que que demonstra que o monitoramento eletrônico não é mais necessário porque a área de exclusão inicialmente delimitada não mais subsiste, diz Trecho da decisão.

Com informações de UOL

Opinião dos leitores

  1. Essa presidente do PT realmente é uma pilantra de carteirinha, esse aí é mais um contaminado pelo ódio que o PT semeia nesse país , é o partido do ódio do diabo e das trevas seus apoiadores na imensa maioria são violentos e truculentos além da violência esse partido fomenta o ódio entre as pessoas a discórdia e a inimizade , se Deus quiser nessa eleição vamos nos livrar desse mal , dessa imundice desse lixo chamado PT.

    1. Se essa desgraça não tivesse a tatuagem do Ladrão os jumentos dos eleitores do 9 dedos estavam colocando culpa no mito. Kkkk

    2. Calma SYDETY, todo canto tem gente que não vale nada, você é um deles.
      Vamos resolver dia 2 pra não prolongar o sofrimento da boiada imunda, que vc faz parte.

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Geral

VÍDEO: Lula admite que Janja interferiu em conversa sobre Tik Tok na China

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), admitiu, na noite desta terça-feira (13), pelo horário de Brasília, que a primeira-dama Janja da Silva fez uma intervenção em uma conversa entre ele e o Secretário-Geral do Partido Comunista e presidente chinês Xi Jinping. A situação teria gerado constrangimento. Mas, conforme Lula, ele próprio havia feito uma pergunta sobre o envio de alguém da confiança ao Brasil de Jinping para “discutir a questão digital” relacionada ao Tik Tok.

O presidente enfatizou que foi ele quem fez a pergunta e não Janja. “Eu que fiz a pergunta, não foi a Janja”, assegurou. Ainda ao falar sobre a questão, Lula disse que a primeira-dama pediu a palavra para falar de possíveis problemas relacionados a mulheres e crianças na plataforma digital.

“Eu perguntei ao companheiro Xi Jinping se era possível ele enviar para o Brasil uma pessoa da confiança dele para a gente discutir a questão digital e, sobretudo, o Tik Tok. E aí a Janja pediu palavra para explicar o que estava acontecendo no Brasil, sobretudo contra as mulheres e contra as crianças. Foi só isso”, descreveu Lula.

Ainda conforme Lula, estavam na reunião apenas ele, Xi Jinping, Janja e “só meus ministros, (presidente do Senado, Davi) Alcolumbre (União-AP) e (o segundo vice-presidente da Câmara dos Deputados) Elmar (Nascimento) (União-BA).

Lula se mostrou incomodado com o possível vazamento do teor da conversa.

“Alguém teve a pachorra de ligar para alguém e contar uma conversa que teve num jantar em que era uma coisa muito, mas muito confidencial”, reclamou.

Constrangimento

Ao falar do assunto, Lula comentou o suposto incômodo de integrantes da reunião com o fato de Janja pedir a palavra no encontro entre os chefes de Estado. Por fim, Lula defendeu a possibilidade de Janja se manifestar em uma reunião entre chefes de Estado.

“O fato da minha mulher pedir a palavra é porque a minha mulher não é cidadã de segunda classe. Ela entende mais de rede digital do que eu e resolveu falar”, disse ele.

O pedido de Lula a Xi Jinping para “discutir a questão digital” teve como resposta que o país tem o direito de fazer a regulamentação das redes digitais. “Não é possível a gente continuar, sabe com as redes digitais cometendo os absurdos que comete e a gente não tem a capacidade de regulamentação”, frisou Lula.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Aprenda Janja: em nenhum lugar do mundo mulher se mete no trabalho do marido… Mal educada…..

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Brasil

Ministro Fux manda governo adotar medidas para impedir apostas com dinheiro de programas sociais

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (13) que o governo federal adote medidas para impedir que beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, usem o dinheiro que recebem para fazer apostas online.

Beneficiários do Bolsa Família transferiram R$ 3 bilhões às empresas de apostas por meio de pix em agosto, de acordo com relatório do Banco Central. Dos apostadores, 4 milhões (70%) são chefes de família (quem de fato recebe o benefício) e enviaram R$ 2 bilhões (67%) por pix para as bets.

Fux também mandou que sejam aplicadas, de maneira imediata, as regras previstas em uma portaria do Ministério da Fazenda que vedam a publicidade e a propaganda de sites de aposta direcionadas para crianças e adolescentes.

A decisão foi tomada no âmbito de uma ação apresentada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A CNC citou os impactos econômicos, sociais e para a saúde dos apostadores e pediu que o STF declarasse inconstitucional a lei que regulamenta as bets.

O partido Solidariedade e a Procuradoria-Geral da República também apresentaram ações questionando e pedindo a derrubada da lei. Diante da complexidade do tema, o ministro marcou duas audiências públicas, que aconteceram nesta semana, para discutir os efeitos das bets.

Associação de loterias apoia decisão de Fux

Após a decisão do ministro, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) divulgou uma nota em que afirmou que a liminar “vai ao encontro do jogo responsável defendido pelo mercado de apostas”, e que a considera “positiva e necessária”. A associação disse, ainda, que as medidas “já vinham sendo defendidas pelas casas de apostas”.

“Ao contrário das empresas que pretendem continuar à margem da lei a partir de 2025, as bets comprometidas com o jogo íntegro e responsável, entre elas as associadas da ANJL, não compactuam com divulgação de apostas para menores de idade e nem com o uso de recursos que tenham o potencial de prejudicar financeiramente as famílias brasileiras mais vulneráveis”, diz o comunicado.

“Por fim, a associação reitera que é de interesse do mercado e das associadas a regulamentação do setor e a medida do ministro Fux é um importante avanço. A ANJL sempre estará aberta ao diálogo para contribuir para um mercado sólido e responsável.”

Fonte: Portal 98Fm

Opinião dos leitores

  1. Não é a toa que o STF gasta mais que a família imperial britânica. São onze reis governando o país.

  2. Sou contra esse tipo de bolsa esmola brasileira, assim como sou contra o governo decidir como você tem que gastar a sua grana, se está na sua conta não importa como você vai gastar.

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Geral

73% dos brasileiros apoiam idade mínima de 55 anos para aposentadoria militar

Pedro Ladeira/Folhapress

A fixação da idade mínima de 55 anos para o militar sair de campo e passar à reserva —o que os civis entendem como aposentadoria— conta com apoio da maioria dos brasileiros, segundo o Datafolha. A pesquisa identificou que 73% são a favor, 23% são contra, 1% se declara indiferente e 3% não sabem.

Atualmente, o militar considera a contagem por tempo de serviço. A fixação do limite de 55 anos foi proposta pelo governo federal para aliviar os crescentes custos previdenciários nesse segmento.

A pesquisa foi realizada nos dias 12 e 13 de dezembro e contou com 2.002 entrevistas, em 113 municípios distribuídos pelo Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os militares na reserva têm direito de receber o salário integral e continuam pagando em folha os percentuais relativos às pensões e ao fundo de saúde. No entanto, a diferença entre o que é desembolsado para cobrir os benefícios e o que é efetivamente gasto para pagar reservistas e pensionistas não é suficiente, gerando um desequilíbrio crescente.

Levantamento publicado pela Folha em 2023 mostrou, por exemplo, que a receita anual para a Previdência dos militares da União cobria apenas 15,5% do total das despesas com benefícios. A diferença é bancada pelo Tesouro Nacional com recursos dos impostos de todos os brasileiros.

As mudanças mais recentes na regras previdenciárias dos militares foram feitas em 2019, em paralelo à reforma dos civis, mas por meio de projeto de lei, pois o tema não é matéria constitucional. Foi estabelecido um mesmo regramento para Forças Armadas em nível federal, policiais militares e bombeiros no estados.

O tempo mínimo de serviço para ter direito a entrar na reserva remunerada passou de 30 para 35 anos, inclusive para mulheres, que em muitos estados podiam se aposentar com 25 anos de serviço.

A legislação, porém, define que os militares que servem em “guarnições especiais” —como batalhões em selva, de difícil acesso e permanência— têm como benefício o acréscimo de um terço no tempo de serviço. Se um militar serve por dez anos na selva amazônica, por exemplo, ele poderá se aposentar três anos antes.

Como detalhou a Folha, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu que a regra de transição para a idade mínima de 55 anos para a reserva dos militares das Forças Armadas vai se estender até 2032.

O prazo foi estipulado após o ministro José Mucio Monteiro (Defesa) e os comandantes das Forças recomendarem que a regra de transição pudesse reduzir os impactos no fluxo de carreira dos militares.

Pelo acordo, os militares próximos de aposentar terão um pedágio de 9% para pagar antes de ir à reserva a partir de 2025. Na prática, oficiais e praças serão obrigados a trabalhar por mais tempo que pelas regras atuais.

O governo incluiu ainda três mudanças nas regras das Forças Armadas para reduzir o déficit das contas com pessoal. O corte envolveu o fim do pagamento da pensão para os “mortos fictícios”, os militares expulsos por crimes ou infrações graves que são considerados mortos para que seus familiares recebam pensão.

A Folha revelou que, só no Exército, o pagamento dos mortos fictícios ultrapassa R$ 20 milhões por ano.

Outra medida voltada aos militares é limitar a transferência de pensão já concedida. Após o benefício começar a ser usufruído por parentes de primeira ordem (por companheiros e filhos, por exemplo), não seria autorizada a mudança da pessoa beneficiária para alguém da segunda ordem. A última iniciativa é o estabelecimento de 3,5% da remuneração do militar para o fundo de saúde militar.

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Pesquisa fake! A maioria da população brasileira apoia a idade mínima de 65 anos para aposentadoria dos parasitas das “frouxas armadas”, igual aos legítimos e verdadeiros trabalhadores.

  2. E o Corte no Judiciário, Executivo e Legislativo?
    Eu acredito que são os grandes Vilões dos recursos do nosso Brasil.

  3. Braço fraco …
    Sucatei seu exército, tire deles o suprimento, o treinamento, mine sua moral colocando a frente comandantes medíocres. Faça isso sistematicamente e verá o que acontece. Tropa fraca, desmoralizada, sem comando. E por mais que eles façam, você não acreditará mais em nada.

    1. Nem para ser Sargento vc presta, provavelmente é um frustrado, por não ter conseguido ser militar.

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Saúde

Governo Lula descumpre portaria e gasta R$ 457 milhões com medicamento para Atrofia Muscular Espinhal

Hugo Barreto/Metropóles

O Ministério da Saúde gastou R$ 457 milhões com o fornecimento do Zolgensma – usado contra Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo I – em 2023 e 2024. Essa terapia gênica da Novartis deveria estar disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 4 de junho do ano passado, mas ainda não é ofertada aos pacientes. Uma das saídas encontradas para que não fiquem sem tratamento passa pela judicialização.

Ao todo, o governo federal desembolsou R$ 305 milhões em 2023, com 64 ações judiciais em 12 estados e no Distrito Federal. Mais R$ 152 milhões saíram dos cofres em 2024, com 41 processos em nove estados e na capital federal – recordista em casos judicializados.

O Instituto Nacional da Atrofia Muscular Espinhal (Iname) estima que haja 1.795 pacientes com AME no Brasil. Do total, 75 têm até 2 anos, idade limite para o uso do medicamento, de acordo com o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Das oito terapias gênicas aprovadas pela Anvisa, o maior gasto durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se dá, disparadamente, com o Zolgensma (onasemnogeno abeparvoque). O valor acumulado dele é 44 vezes maior que o do segundo lugar: o Kymriah (tisagenlecleucel), para tratar alguns tipos de câncer de sangue, custou R$ 10,3 milhões ao governo – foram quatro processos neste ano.

Já o Luxturna (voretigeno neparvoveque), contra perda de visão causada por distrofia hereditária da retina, ocupa a terceira posição: foram R$ 4,6 milhões em um processo de 2023. Não houve judicialização dos outros cinco medicamentos no período.

O principal entrave para a disponibilização no SUS, apurou a coluna, é o preço que o governo arcará pelo Zolgensma, que ainda não está definido. Segundo interlocutores ligados ao tema, a pasta e a Novartis se reúnem nesta segunda-feira (2/12) para discutir ajustes no acordo de compartilhamento de risco (ACR). O último encontro foi em 22 de novembro.

“O maior desafio das pessoas com AME hoje é a equidade, ou seja, o acesso aos tratamentos para todos. Temos um medicamento que está incorporado, mas ainda não está disponível para as famílias: o Zolgensma. Temos, ainda, os pacientes do tipo III, que continuam sem acesso a tratamento. Essas duas questões precisam de solução urgente, pois quem tem uma doença degenerativa não pode esperar”, afirmou a diretora nacional do Iname, Diovana Loriato.

O que existe até o momento é um protocolo de intenções, assinado pelo ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga e pela Novartis em dezembro de 2022, às vésperas do fim do mandato. As diretrizes do SUS, de acordo com o anúncio oficial da época, definem que bebês com AME tipos I de até 6 meses e fora da ventilação invasiva por mais de 16 horas diárias podem ser contemplados.

À época, a justificativa dele para restringir a idade foi a maior eficácia do tratamento nessa faixa etária. Há famílias, porém, que judicializam o pedido da terapia gênica fora dos critérios estabelecidos pela pasta.

“Para que o medicamento seja disponibilizado à população, é necessária a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) e a formalização de um Acordo de Compartilhamento de Risco (ACR), atualmente em fase de pactuação. Assim, o Ministério da Saúde oferece o medicamento Zolgensma apenas mediante ordem judicial, com a devida instrução da Advocacia-Geral da União”, informou a pasta em nota.

Leia mais

Metrópoles

Opinião dos leitores

    1. Farra com dinheiro público. Brasil batendo recorde em rombo financeiro nas estatais.

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Política

PEC apresentada por Flávio Dino impediria Ricardo Lewandowski de virar ministro de Lula; entenda

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, foi autor de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que impediria Ricardo Lewandowski, sucessor dele na pasta, de assumir o ministério, caso tivesse sido aprovada. Enquanto deputado federal, Dino propôs que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), após a aposentadoria, cumprissem um período de três anos de “quarentena” em que não poderiam exercer “cargos em comissão ou de mandatos eletivos em quaisquer dos Poderes e entes da federação”.

É exatamente o que ocorre com Lewandowski, que se aposentou da Corte em abril de 2023. Na quinta-feira, 11, nove meses após sair do Supremo, ele foi nomeado pelo presidenteLuiz Inácio Lula da Silva (PT) para um cargo no Executivo, como Ministério da Justiça e Segurança Pública. Se a PEC de Dino tivesse ido adiante no Congresso, Lewandowski ainda estaria na “quarentena” e o movimento não seria possível.

Além da quarentena de três anos, a PEC 342/2009 propunha um mandato de 11 anos para os ministros do STF. Pela legislação atual, não há um período fixo para que os ministros permaneçam na Corte, apenas uma idade limite para a aposentadoria compulsória. Essa idade, hoje, é de 75 anos, e foi fixada por uma lei de 2015. Até então, o limite era de 70 anos.

A proposta de Dino foi apensada à PEC 484/2005. No processo legislativo, a apensação é um instrumento que permite a tramitação conjunta de proposições que tratam de assuntos iguais ou semelhantes. A PEC que incorporou a proposta de Dino, no entanto, segue em fase iniciação de tramitação, sem nem sequer ter sido apreciada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Dino criticou indicações em dissertação

A PEC de Flávio Dino reflete uma preocupação de longa data do atual ministro da Justiça. Em 2001, oito anos antes de apresentar a proposta, ele já havia criticado, em sua dissertação de mestrado, as regras para a indicação de juízes em tribunais superiores.

Segundo a dissertação “Autogoverno e controle do Judiciário no Brasil”, apresentada por Dino ao programa de pós-graduação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), esse modelo de indicação, no qual um político se envolve diretamente com um cargo para o Judiciário, envolve “muitas mediações” que não podem ser esquecidas, tais como “compensação a parlamentares não reeleitos, necessidade de selar alianças partidárias e simpatias pessoais”. Esses fatores, diz o autor, colocariam “em segundo plano o valor da independência judicial”.

A Constituição Federal estabelece que o presidente da República é o responsável por indicar os juízes dos Tribunais Superiores, tais como o STF e o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além disso, o presidente indica também os juízes dos Tribunais Regionais. O método é análogo ao que vigora nas Cortes estaduais. Os Tribunais de Justiça (TJ) de cada Estado também tem magistrados escolhidos pelo Executivo – no caso, os governadores de cada localidade.

“Há quem veja maior compatibilidade com o regime democrático no sistema de livre nomeação dos juízes dos Tribunais pelos chefes do Poder Executivo, em virtude de estes serem eleitos diretamente, de modo que as escolhas feitas refletiriam, em última análise, a vontade popular. Esta é, contudo, uma visão puramente formal, pois despreza as inúmeras distorções que o nosso sistema político-eleitoral possui”, analisou Flávio Dino na dissertação.

Dino, em 2001, reconheceu e criticou o modelo de indicações por meio do qual o interesse político pode se sobrepor à independência do Judiciário. Anos depois, em 2023, foi beneficiado pelo sistema em questão ao ser indicado para o STF por Lula.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Esse governo de corruptos e ladrões continua fazendo exatamente o que sabe, mentir, roubar, corromper, enganar….e que se junta a ele é igual ou pior. Vale salientar, em todas as instâncias.

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Brasil

Bolsonaro indicará ministro José Múcio como testemunha de defesa

Foto: reprodução

Jair Bolsonaro (PL) já decidiu citar o atual ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, como testemunha de que não havia tentativa de golpe em 2022. O ex-presidente vai mencionar um encontro que manteve com Múcio no final de 2022 para ajudar no contato com os então comandantes das Forças Armadas, que estavam se recusando a receber integrantes da equipe de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que havia sido eleito para sucedê-lo.

Múcio havia sido indicado por Lula para ser ministro da Defesa e enfrentava resistência dos chefes militares para fazer uma transição na área militar. Decidiu visitar Bolsonaro, que à época estava recluso no Palácio da Alvorada. Ao programa de entrevistas “Roda Viva”, da TV Cultura (emissora pública do governo do Estado de São Paulo), Múcio disse o seguinte em 10 de fevereiro de 2025: “Foi quando [final de 2022] eu recorri ao presidente Bolsonaro, que estava em Brasília. Foi meu colega de muitos anos, sempre tivemos uma relação muito boa e eu fui falar com ele. Disse ‘eu sou o novo ministro da Defesa, queria que você me ajudasse a fazer uma transição tranquila. Vai ser bom para o novo governo, vai ser bom para o seu governo, que está terminando. Você me conhece, eu não sou de conflito, de criar problema’. [Aí] ele telefonou para os 3 comandantes”.

No entender de Bolsonaro e de seus advogados de defesa –entre eles, Celso Vilardi–, essa declaração seria uma prova material de que o ex-presidente não estava planejando um golpe de Estado para impedir a posse de Lula. Para os defensores do ex-chefe do Executivo, a atitude demonstrou boa vontade de Bolsonaro e uma abordagem colaborativa com o novo comando lulista no Ministério da Defesa.

Múcio é visto com desconfiança em vários setores do PT, das esquerdas e do governo Lula. Esses grupos acham que o ministro da Defesa não teve uma posição firme para enquadrar militares ao ser nomeado para o posto no atual governo.

O presidente Lula, entretanto, é amigo pessoal de Múcio e tem o ministro em alta conta. Tanto que fez um apelo a ele para que não deixasse o Ministério da Defesa em janeiro de 2025, um desejo pessoal de Múcio, para se dedicar mais à família e a outros projetos pessoais.

Na transição do governo Bolsonaro para o governo Lula, houve muitas críticas nos bastidores a Múcio por parte do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). É que o magistrado achava que o ministro da Defesa nomeado por Lula tinha uma avaliação errada sobre permitir acampamentos em frente a quartéis em várias cidades do Brasil.

Hoje, a relação entre Múcio e Moraes está pacificada. Os 2 se falam com normalidade, como se deu na 3ª feira (18.fev.2025), quando o ministro da Defesa fez uma visita ao magistrado e conversaram sobre a conjuntura que estava se formando com a denúncia que estava para ser feita contra vários integrantes das Forças Armadas.

PODER 360

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Geral

Congresso derruba veto à desoneração em nova derrota de Lula e Haddad

Foto: Pedro Ladeira

O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (14), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto da desoneração da folha de pagamento.

O veto integral à proposta, revelado pelo Painel SA no final de novembro, causou revolta entre parlamentares —a proposta foi aprovada por mais de 400 deputados na Câmara e simbolicamente, no Senado.

Após a decisão, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou a prometer que o governo enviaria uma proposta alternativa à desoneração.

Até esta quarta-feira (13), membros da base do governo no Congresso ainda prometiam que uma nova medida seria apresentada, para tentar ao menos adiar a derrubada do veto para a próxima semana.

No fim, a medida sequer foi apresentada, até o início da sessão do Congresso nesta quinta e o veto, de fato, acabou derrubado.

A desoneração da folha de pagamento vale para 17 setores da economia. Entre eles está o de comunicação, no qual se insere o Grupo Folha, empresa que edita a Folha. Também são contemplados os segmentos de calçados, call center, confecção e vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, entre outros.

Na quarta-feira (13), o autor da proposta da desoneração, o senador Efraim Filho (União Brasil-PB), teceu críticas ao governo pela forma como lidou com a proposta.

“O governo perdeu a condição de poder impor condições para que se possa derrubar o veto. O governo foi omisso durante dez meses de tramitação do projeto”, afirmou. “A proposta do governo é bem-vinda para que a gente possa avaliar, mas depois de derrubado o veto”, disse.

Como mostrou a Folha em outubro, o Ministério da Fazenda já havia avisado o Palácio do Planalto que iria defender o veto total ao projeto. O argumento era que, desde a reforma da Previdência, ficou vedado adotar medidas que possam reduzir a arrecadação de recursos do fundo que banca as aposentadorias. Por isso, a prorrogação da desoneração seria inconstitucional.

A desoneração da folha começou no governo Dilma Rousseff (PT), em 2011, e teve sucessivas prorrogações. A medida permite que os setores desonerados paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários para a Previdência Social e outras contribuições.

Para compensar a prorrogação da desoneração, o projeto também estende, pelo mesmo período, o aumento de 1% na alíquota da Cofins-Importação —pela lei atual o prazo termina em dezembro.

O Congresso também reestabeleceu o trecho que prevê benefícios para municípios brasileiros. O veto de Lula eliminava a redução de 20% para 8% da contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) concedida às prefeituras que não têm regimes próprios de Previdência. A regra vale para cidades com até 142,6 mil habitantes.

A prorrogação da desoneração da folha para os 17 setores econômicos representa uma redução de R$ 9,4 bilhões no pagamento de tributos dessas empresas.

Os setores beneficiados defendiam em manifesto que a manutenção da desoneração não somente aumentou o emprego formal como também resultou em incremento da competitividade desses setores na economia brasileira.

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. Isso foi a maior prova q existe tema para votação. Senadores de rabo preso só votam pela sociedade quando não comprometem seu rabo

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