Foto: Pedro França/Agência Senado e Carlos Alves Moura/STF
Responsável pelo caso que envolve a delação premiada de Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, mencionou durante novo depoimento do militar que ele poderia regressar à prisão caso continuasse com as “omissões e contradições”.
O depoimento de Cid em questão, que teve sua gravação liberada por Moraes nesta quinta-feira (20), aconteceu em 2024. Ele fechou um acordo com a Polícia Federal (PF) em setembro de 2023.
Além da possibilidade do tenente-coronel ser preso novamente, o ministro também mencionou que a sua família poderia ser afetada caso permanecesse omisso nos depoimentos.
O acordo firmado envolveu alguns benefícios pelo depoimento do militar.Entre eles, uma ação da PF para protegê-lo e respectivos familiares, e a extensão dos privilégios acordados ao seu pai, sua esposa e sua filha maior.
Isso inclui a restituição de bens e valores apreendidos, além de um perdão judicial ou pena privativa de liberdade não superior a 2 anos.
Alexandre de Moraes: Essa audiência foi prorrogada por mais uma tentativa de permitir ao colaborador [Mauro Cid] que preste as informações verdadeiras. Já há o pedido da Polícia Federal, já há o parecer favorável da Procuradoria-Geral da República por imediata decretação da prisão, do retorno à prisão do colaborador. Então aqui, é importante e, exatamente por isso, possibilitar uma reflexão maior do colaborador com seus advogados para que esclareçam omissões, contradições da sua colaboração, sobre pena não só da decretação de prisão como também da cessação e consequente rescisão da colaboração, eventual rescisão, que englobará, inclusive, a continuidade das investigações de responsabilização do pai do investigado, de sua esposa e de sua filha maior. Eu gostaria de saber se o colaborador está plenamente ciente das consequências da manutenção dessas omissões e contradições.
Sr Sidney, ou o Sr. fala o que eu quero ouvir ou o Sr. será preso, inclusive seu pai, sua esposa e sua filha, reflita bem, converse com seus advogados.
Essa é a democracia do judiciário
O Aeroporto de Heathrow, em Londres, um dos mais movimentados do mundo, anunciou fechamento completo durante esta sexta-feira (21) devido a uma queda de energia gerada por um grande incêndio nas proximidades.
“Devido a um incêndio em uma subestação elétrica que abastece o aeroporto, Heathrow está passando por uma queda de energia significativa”, disse o Aeroporto de Heathrow em um comunicado no X.
“Para manter a segurança de nossos passageiros e colegas, Heathrow ficará fechado até 23h59 em 21 de março”, acrescentou.
A CNN entrou em contato com o aeroporto para obter comentários adicionais.
O Corpo de Bombeiros de Londres disse que um transformador em uma subestação elétrica em Hayes, no oeste de Londres, pegou fogo. Dez carros de bombeiros e cerca de 70 agentes estavam trabalhando para conter o incêndio.
Cerca de 150 pessoas foram retiradas e as autoridades montaram um cordão de 200 metros como precaução, disse o Comissário Assistente, Pat Goulbourne, no comunicado. Os bombeiros levaram 29 pessoas de propriedades vizinhas para um local seguro.
Os bombeiros disseram que foram chamados para o incêndio por volta das 23h23, horário local, na quinta-feira (20), e as equipes estavam no local durante toda a noite. A causa do incêndio ainda não é conhecida, eles disseram.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostraram grandes chamas e fumaça subindo no ar.
“À medida que avançamos pela manhã, espera-se que a interrupção aumente, e pedimos às pessoas que evitem a área sempre que possível”, disse Goulbourne.
A Scottish and Southern Electricity Networks disse estar ciente de um “corte generalizado de energia” nos subúrbios de Londres de Hayes, Hounslow e áreas vizinhas, perto do aeroporto. Segundo o site da empresa, a queda não planejada estava afetando mais de 16 mil casas.
Os passageiros são aconselhados a não viajar para Heathrow e devem entrar em contato com sua companhia aérea para obter mais informações, informou o aeroporto em comunicado.
Vídeos compartilhados nas redes sociais mostraram o Aeroporto de Heathrow em grande parte no escuro, em meio à queda de energia.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cobrou mais “ambição e ousadia” dos líderes mundiais ao discursar neste domingo (22) na Cúpula do Futuro, evento da Organização das Nações Unidas (ONU) em Nova York para debater o futuro da humanidade.
Lula chegou aos Estados Unidos no sábado (21) e passará cinco dias no país. Na próxima terça (24), deve abrir os discursos da Assembleia Geral da ONU.
No discurso de 5 minutos (tempo máximo dado a cada líder), Lula voltou a temas que vem adotando em fóruns internacionais, como o combate à fome e às mudanças climáticas. E criticou o ritmo lento de adoção das metas de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 da ONU.
“Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram o maior empreendimento diplomático dos últimos anos, e caminham para se tornar o nosso maior fracasso coletivo. No ritmo atual de implementação, apenas 17% das metas da Agenda 2030 serão atingidas dentro do prazo”, disse Lula.
Segundo o brasileiro, os chefes de Estado e de governo têm duas “grandes responsabilidades”: não retroceder nas garantias de direitos humanos e “abrir caminhos diante de novos riscos e oportunidades”.
Além de Lula, compareceram à sessão na ONU a primeira-dama, Janja da Silva; o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Marina Silva (Meio Ambiente), e o assessor especial de Lula e ex-chanceler Celso Amorim.
Lula e a reforma da ONU
Ao citar avanços previstos no “Pacto pelo Futuro” – documento que motivou a cúpula e deve ser assinado pelos países neste domingo –, no entanto, Lula criticou a falta de reformas estruturais em organizações como a própria ONU.
“Todos esses avanços serão louváveis e significativos, mas ainda assim, nos falta ambição e ousadia. A crise da governança global requer transformações estruturais. A pandemia, os conflitos na Europa e no Oriente Médio, a corrida armamentista e a mudança do clima escancaram as limitações das instâncias multilaterais.”
“A maioria dos órgãos carece de autoridade e meios de implementação para fazer cumprir suas decisões. A Assembleia Geral perdeu sua vitalidade e o Conselho Econômico e Social foi esvaziado. A legitimidade do Conselho de Segurança encolhe a cada vez que aplica duplos padrões ou se omite diante de atrocidades”, listou Lula.
O presidente brasileiro cobra, desde seu primeiro mandato em 2003, que o Conselho de Segurança da ONU passe a incluir países em desenvolvimento e potências globais que, quando a ONU foi criada no pós-Segunda Guerra, acabaram excluídas por terem perdido o confronto.
Junto com Alemanha, Japão e Índia, o Brasil forma o “G4”, grupo que pressiona pelo aumento das cadeiras permanentes no Conselho de Segurança e pleiteia as novas vagas.
Desde 1945, o conselho tem os mesmos cinco membros permanentes: Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido.
O Conselho de Segurança vem sendo criticado por sua paralisia frente a guerras que envolvem seus próprios membros, como a invasão da Ucrânia pela Rússia e a guerra entre Israel (apoiado pelos EUA) e os grupos extremistas Hamas e Hezbollah no Oriente Médio.
Precisamos de novos representantes para “cometer erros novos” e também acertos novos. Nosso país precisa dar oportunidade para a mudança. Não estou falando especificamente de Tarcísio ou Haddad. Precisa também acabar com esse negócio de reeleição. Em 4 anos dá pra fazer muita coisa. Fez? Fez. Não fez? Levante da cadeira e dê o lugar a outro. E tchau papai.
Um cachaceiro intoxicado e ladrão condenado em três instância e ex-presidiario , representantes de ruminantes canhotas não tem credibilidade nenhuma e muito menos expertise no assunto.
Unha e carne kkkkkkk, fatao do GD e Nathalia boavida, levaram um canto de carroceria dos Alves, as duas vão desaparecer da política do estado, não vão ganhar nem jogo de porrinha para largarem de ser burras.
Com certeza.
Sequer o atual representante da extrema-direita o Marçal consegue tirar o presidente do trono.
Um ex presidiário não me representa!
Deve ter orgulho também dos incêndios que estão devastando o Brasil e seu Luladrão só fazendo pose e nada de ações? Será que também tem orgulho dos tombos que estão fazendo nos cofres públicos? Será que tem orgulho dos aumentos de impostos do TAXAD? E dos rercod das mortes dos Yanomamis? Você tem orgulho de ladrao e tranbiqueiro!
Que orgulho ter esse homem na presidência, é uma alegria imensa ver que tudo está indo de mal a pior, apenas isso que tenho pra falar, que comece a ladainha dos acéfalos petistas, afinal de contas a população tem o “Presidente” que merece.
Pra quem é filho de chocadeira e não herdou nenhum princípio de pai e mãe, foi a melhor escolha. Sem dúvida. A festa nos presídios na eleição desse criminoso confirma isso.
Todos? 🤡🤣🤣
Papel higiênico, folha dupla, serve de remédio para o seu problema, vc sabe o que é isso ou só usa folha de mufumbo? Aqui no NE é o que a maioria usa, o dinheiro do bolsa alguma coisa não cobre esses custos.
Gustavo Mafra é o mesmo Tico de Adauto kkkkk só tem tu de babão, respondendo a você mesmo kkkkkk
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (4) que seu país assumirá o governo da Faixa de Gaza após o fim da guerra entre Israel e o Hamas. “Assumiremos o controle. Será nossa”, disse Trump em entrevista coletiva ao lado do premiê Binyamin Netanyahu.
A fala subverte décadas de relacionamento diplomático entre Washington e Tel Aviv e parece ter pego o israelense de surpresa. Primeiro, ele elogiou o americano, chamando-o de “o maior amigo que Israel jamais teve na Casa Branca”. Depois desconversou e disse que “vê um futuro diferente para Gaza”. “[Trump] tem uma ideia diferente, mas é uma ideia que pode mudar a história, e vale prestar atenção nela”.
O americano disse ter estudado a ideia por muito tempo, embora até aqui não tivesse falado publicamente sobre o tema. Segundo ele, “muitas pessoas gostam da ideia de que os EUA ocupem aquele pedaço de terra e criem empregos” em Gaza, que se tornaria, em suas palavras, a “Riviera do Oriente Médio”.
Não está claro o que exatamente Washington planeja. Trump diz que a ideia inclui pessoas de vários países morando em Gaza, “incluindo palestinos”.
“As pessoas que moram lá hoje poderiam viver em paz, porque hoje elas vivem no inferno. E tenho a impressão de que, embora hoje digam que não, [Jordânia e Egito] vão abrir seus corações.”
O presidente se referia às reações dos países citados por ele ao propor, uma “limpeza da coisa toda” —eufemismo do plano de deslocamento forçado dos palestinos que ele defendeu na semana passada. Jordânia e Egito, que na visão de Trump deveriam absorver a população de Gaza, condenaram a proposta, bem como lideranças de outros países e ONGs de defesa de direitos humanos.
O posicionamento, no entanto, parece não ter alterado os planos do presidente americano. Mais cedo nesta terça, ele disse que os palestinos não têm alternativa além de deixar a Faixa de Gaza. A afirmação, se considerada em conjunto com o objetivo anunciado de assumir o controle do território, indica que Trump vê os EUA como os agentes de uma operação concreta na região.
“Não sei como eles poderiam querer ficar. O que eles têm lá? É uma pilha de escombros”, disse. “Isso não é para Israel, é para todos, para os muçulmanos, os árabes. Não pode funcionar de outra maneira. Não dá para continuar cometendo os mesmos erros de novo e novo. Gaza é um buraco hoje, e isso precisa mudar.”
“Se pudéssemos encontrar o local certo, ou os locais certos, e construir alguns lugares realmente agradáveis com bastante dinheiro, com certeza seria melhor. Acho que isso seria muito melhor do que voltar para Gaza”, disse o presidente dos EUA.
Trump também defendeu que a Faixa de Gaza não deveria ser reconstruída e falou ao menos três vezes nesta terça, em ocasiões distintas, sobre a necessidade de construir espaços em outros locais para onde essa população deveria se mudar, indicando pensar nesta como uma solução definitiva —”que possamos fazer algo onde eles não queiram voltar”.
Depois, levantou a hipótese de que nações mais ricas possam arcar com a construção de comunidades alternativas para receber os palestinos.
A reunião de Trump com Netanyahu foi a primeira visita de um líder estrangeiro à Casa Branca desde que tomou posse, em 20 de janeiro. O encontro foi costurado para demonstrar a aliança entre os países.
Esta foi uma das raras viagens do israelense ao exterior desde que virou alvo de um mandado de prisão do TPI (Tribunal Penal Internacional) por sua condução da guerra em Gaza —como os EUA não fazem parte do tratado que regula o órgão jurídico, Netanyahu nada tinha a temer ao visitar o principal aliado militar e diplomático.
Enquanto os líderes se reuniam dento da Casa Branca, do lado de fora, manifestantes protestavam. A chegada de Netanyahu ao local foi acompanhada por ativistas tanto pró-Israel quanto pró-Palestina. No início da noite, os arredores foram tomados por dezenas de pessoas que entoavam gritos com críticas ao primeiro-ministro israelense, inclusive pedindo a ele que desse água ao povo de Gaza.
No encontro, segundo Trump, os dois debateriam a implementação da segunda das três fases do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza entre Hamas e Israel, prevista para março. Discutiriam ainda a fragilidade do trato e meios para evitar que o Irã avance na construção de uma bomba nuclear.
O pacto no Oriente Médio foi costurado durante a gestão do antecessor, o democrata Joe Biden. Assessores do republicano já fizeram críticas aos termos do acordo, apesar de Trump ter tentado tomar o crédito pela assinatura do cessar-fogo.
O acordo foi firmado cinco dias antes da posse de Trump, que atribuiu o sucesso da negociação à sua vitória eleitoral e aos esforços do seu enviado para o Oriente Médio.
Nesta terça, antes da reunião com Netanyahu, Trump assinou dois decretos com impacto na região. Ele manteve a suspensão do financiamento dos EUA para a agência de refugiados palestinos da ONU, UNRWA, e retirou seu país do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas.
A primeira fase do acordo costurado entre Israel e Hamas tinha previsão de durar seis semanas. O Hamas concordou em libertar 33 reféns israelenses, incluindo todas as mulheres, crianças e homens acima de 50 anos. Israel diz que ainda há 98 reféns sendo mantidos em Gaza. Desse total, 94 foram sequestrados no 7 de Outubro e 4 estão na faixa desde 2014.
Em contrapartida, o governo de Israel pode libertar até 1.904 palestinos detidos em suas prisões, sendo que 737 deles foram acusados ou condenados por ameaças à segurança nacional israelense. O número total em qualquer uma das fases vai depender do ritmo de devolução dos reféns —nesta primeira etapa, cada sequestrado será trocado por, em média, 19 prisioneiros.
No sábado (1º), mais três reféns foram libertados pelo Hamas em troca de dezenas de prisioneiros palestinos, na mais recente etapa de um cessar-fogo que tenta encerrar a guerra de 15 meses no Oriente Médio.
Nesta terça, Trump e Netanyahu também discutiriam os Acordos de Abraão, pactos firmados com mediação de Washington no primeiro mandato do republicano, em 2020, que normalizou as relações entre alguns países árabes e Israel.
Na ocasião, Emirados Árabes Unidos e Bahrein assinaram o texto, juntando-se a Egito e Jordânia como nações árabes que reconhecem Israel como Estado. A Arábia Saudita estava em processo de negociação quando o conflito em Gaza estourou.
Nesta terça, após a fala de Trump, a monarquia saudita emitiu um comunicado dizendo que não concordará com qualquer normalização diplomática com Israel sem que haja o estabelecimento de um Estado palestino.
Dois genocidas juntos, vai dá merda. Eliminar só três milhões de palestinos de Gaza, e pronto tá resolvido o problema. Genocidas cruéis, fazem hoje a mesma coisa que faziam com os judeus em Auschwitz.
A 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo condenou o humorista Léo Lins a oito anos e três meses de prisão por piadas preconceituosas feitas em um vídeo postado no canal dele no Youtube.
No vídeo em questão, o humorista faz, durante um show, uma série de piadas contra negros, idosos, obesos, soropositivos, homossexuais, povos originários, nordestinos, evangélicos, judeus, além de pessoas com deficiência. Um ano após a postagem, em 2023, quando a Justiça determinou a suspensão do vídeo, o conteúdo já havia sido reproduzido mais de três milhões de vezes.
Segundo o Ministério Pùblico Federal (MPF), o vídeo com comentários que zombavam de diversas minorias chegou a marca de três milhões de visualizações. A decisão foi proferida na última sexta-feira (30).
A Justiça atendeu ao pedido do MPF de condenar o artista ao regime fechado. Além da pena a cumprir, o réu deve pagar uma multa de 1.170 salários mínimos de 2022 — cerca de R$ 1,4 milhão — e uma indenização de R$ 303,6 mil por danos morais coletivos.
Na decisão, a Justiça apontou como agravante o fato de as declarações terem sido feitas em um contexto de descontração, diversão ou recreação. “Ao longo do show, o réu admitiu o caráter preconceituoso de suas anedotas, demonstrou descaso com a possível reação das vítimas e afirmou estar ciente de que poderia enfrentar problemas judiciais devido ao teor das falas”, diz trecho.
O texto da decisão ressalta que o vídeo estimula a propagação da intolerância e violência verbal. Para a Justiça, o humor não é um “passe-livre” para cometer crimes de ódio, preconceito e discriminação.
“O exercício da liberdade de expressão não é absoluto nem ilimitado, devendo se dar em um campo de tolerância e expondo-se às restrições que emergem da própria lei. No caso de confronto entre o preceito fundamental de liberdade de expressão e os princípios da dignidade da pessoa humana e da igualdade jurídica, devem prevalecer os últimos”, diz trecho da decisão.
O réu ainda pode recorrer da decisão. A CNN entrou em contato com a assessoria do comediante, mas ainda não obteve retorno.
Isso abre um precedente muito perigoso sobre liberdade de expressão. Depois que “se ofender” passou a dar poder as pessoas, as coisa ficaram muito chata.
MPF, converte em grana, doe para os ofendidos e siga o baile. Bota esses procuradores para trabalhar em ações mais contundentes, os caras ganham mais de 30k para ficar indo atrás de piadista.
Tempos negros, com essa justiça caolha. Se nossos melhores comediantes , Renato Aragão, Chico anisio, Jô Soares se estivessem atuando ainda hoje, na visão desses malucos da “justiça ” deveriam estar em prisão perpétua ou na forca. Adeus liberdade de expressão. Viva LULADRAO e sua quadrilha de PTralhas.
O secretário de planejamento de Natal, Vagner Araújo, que está vivendo momentos de tensão no Oriente Médio após o conflito entre Israel e Irã, atualizou como está a situação neste sábado (14).
Vagner falou sobre as opções que estão sendo avaliadas para deixar Israel. Ele citou três possibilidades, de carro até as fronteiras com o Egito ou a Jordânia, ou ainda de barco até o Chipe.
Segundo Vagner, a opção mais viável até o momento seria ir de carro até a Jordânia, uma viagem que duraria cerca de 4h30min, e de lá, quando o espaço aéreo do país for reaberto, partiria um voo para o Brasil. Ele citou políticos e autoridades envolvidas neste processo para viabilizar o retorno da delegação brasileira que está em Israel.
Embora exista a opção, não há prazo para que seja colocada em prática para que ele e outros deixem Israel.
“O governo de Israel nos disse que o melhor seja ficar, aguardar uns dias, semanas talvez até a situação se normalizar. Eu e outros mais que estamos querendo ir, entendemos que o problema é essa incerteza, saber quando vai se normalizar. As notícias que temos é que o conflito não tem previsão diplomática de se resolver nos próximos dias”, explicou Vagner.
Foto: Mykhaylo Palinchak/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
Soldados russos dispararam contra dois ônibus que estavam evacuando civis na cidade de Popasna, na parte oriental de Lugansk, acusou o prefeito da cidade, Mykola Khanatov, ao jornal “Kyiv Independent” neste sábado (30). É o segundo ataque do tipo na região.
Conforme o líder municipal, desde a ação, a comunicação com os organizadores do comboio foi perdida e não se sabe se há feridos ou vítimas. Khanatov informou que cada vez mais chegam relatos de ações do tipo em várias áreas de Lugansk, que tem forte atuação de grupos separatistas pró-Rússia e militares de Moscou.
Já o chefe da administração militar regional de Lugansk, Sergii Gaidai, afirmou ao portal “Unian” que um carro de polícia que estava entregando itens médicos a um hospital em Severodonetsk foi atacado por soldados russos. Um outro veículo de voluntários, que estava fazendo o mesmo trabalho, também foi atingido. Não se sabe se há vítimas.
Lugansk e Donetsk ficam na região do Donbass, área que agora é um dos principais focos da guerra da Rússia juntamente com o sul do país. As duas regiões têm grupos separatistas que se autodeclaram independentes da Ucrânia, mas grande parte dos territórios ainda estavam sob controle de Kiev antes do início do conflito.
Um torcedor norte-americano foi detido no estádio Al Thumama, no Catar, ao usar uma braçadeira com as cores do arco-íris durante a partida entre EUA e Irã, nesta terça-feira (29). O símbolo representa o movimento LGBTQIA+, e a homossexualidade é considerada um crime no país-sede da Copa do Mundo 2022.
Imagens registradas pela Reuters mostram o torcedor sendo retirado da arquibancada do estádio por seguranças. A detenção do homem acontece um dia após outro torcedor protestar durante o jogo entre Portugal e Uruguai, ao invadir o campo do estádio Lusail com uma bandeira nas cores do arco-íris.
Hassan disse ao jornal britânico talkSports que a utilização da braçadeira “OneLove” deixou uma “mensagem divisiva”. No mesmo dia, Stuart Andrew, ministro dos Esportes do Reino Unido, assumidamente homossexual, afirmou que usaria a braçadeira nesta terça-feira.
“Não é uma cultura ou religião catari, estes valores são regionais. É para o mundo islâmico, o mundo árabe, o Oriente Médio”, disse Hassan.
O chefe do comitê ainda disse que, mesmo que concorde com a decisão, ele não participou das discussões que ocasionaram na proibição das braçadeiras pela Fifa e que é importante buscar um lugar comum para a convivência conjunta. “O respeito mútuo é fundamental”, afirmou.
A Operação Raízes de Cedro, que vai repatriar brasileiros que estão no Líbano, será adiada. Inicialmente, a volta de 220 cidadãos começaria nesta sexta-feira (4), mas por falta de segurança para transportar essas pessoas até o aeroporto, a operação não ocorrerá.
“Em consequência da necessidade de medidas adicionais de segurança para os comboios terrestres que se dirigirão ao aeroporto da capital libanesa, a operação do primeiro voo brasileiro de repatriação não ocorrerá no dia de hoje. Novas informações sobre o voo serão prestadas ao longo do dia”, informou nota do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.
Na madrugada de hoje, pelo menos um ataque israelense atingiu as proximidades do perímetro do aeroporto internacional de Beirute, de acordo com uma fonte do Ministério dos Transportes e Obras Públicas do Líbano.
O objetivo do governo brasileiro é repatriar cerca de 500 pessoas por semana, com prioridade de embarque para idosos, mulheres, crianças e pessoas com necessidades médicas.
Ao todo, cerca de 21 mil brasileiros residem no Líbano. Na terça-feira (1°), o governo brasileiro informou que pelo menos 3 mil procuraram a Embaixada em Beirute com pedido de repatriação.
Conflito
que se tornou alvo de ataques israelenses nos últimos dias, com o agravamento dos conflitos no Oriente Médio. Israel alega que combate integrantes do Hezbollah no território libanês.
Associações que negam terem feito descontos ilegais em benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm cobrado o governo a retomar os pagamentos sob pena de interrupção dos serviços que prestam em contrapartida para os segurados do INSS.
Desde que veio à tona o esquema de fraudes em cerca de R$ 6 bilhões, o governo suspendeu todos os Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com entidades e associações, ou seja, todos os pagamentos de aposentadorias e pensões que eram feitos aos beneficiários.
Como os descontos foram suspensos, os segurados não precisam solicitar o cancelamento. Caso queiram prosseguir recebendo o benefício, precisam informar ao governo que estão cientes dos descontos. A expectativa é que o retorno dos pagamentos seja feito em junho.
A CNN apurou que, desde a investigação se tornou pública, o governo tem separado as associações em três grupos:
batizado de “fraude pura”, reúne as empresas que devem ser desligadas por corrupção;
empresas que prestam serviços mas demonstraram inconsistências em alguns contratos e precisam se explicar, a exemplo da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), que é uma das maiores associações;
empresas que prestam serviços a aposentados e pensionistas, mas que também tiveram repasses suspensos por medida de segurança.
As associações que oferecem serviços alegam que a suspensão dos pagamentos coloca em risco a manutenção de seus funcionários. Muitas dessas entidades existem desde a década de 1990, e há aquelas que prestam assistência como plano de saúde e atividades de lazer especialmente para o público idoso.
De acordo com o governo, das 11 entidades alvo das investigações da CGU, somente uma teve acordo assinado em 2023. As demais são de 1994, 2014, 2017 (2), 2021 e 2022 (5).
Até que os pagamentos sejam retomados, o Ministério da Previdência e o INSS esperam ter realizado o recadastramento dos segurados para atestar quem de fato teve a assinatura fraudada e quem se cadastrou conscientemente.
COMPLEMENTAÇÃO: SOU OUVINTE ASSÍDUO DO PROGRAMA DO BG E DESSE BLOG, GOSTARIA Q VCS DISCUTISSEM ESSE ASSUNTO NO PROGRAMA, FIZESSEM UMA MATÉRIA NO BLOG E SE POSSÍVEL REPASSAR PARA ALGUM PARLAMENTAR PARA FAZEM UM PRONUNCIAMENTO NO SENADO E NA CÂMARA FEDERAL.
Após o governo privatizar a Eletrobras, nove dos 11 conselheiros da empresa renunciaram ao cargo no sábado (18). O objetivo é deixar que os novos acionistas escolham a composição do Conselho.
Em carta entregue à Eletrobras, os conselheiros afirmaram que a desestatização da companhia “trará novas oportunidades de investimento e de expansão de suas atividades”.
“Cabe agora a este Conselho de Administração, após profundas e efetivas contribuições ao processo, propiciar que a nova composição societária – definida sem a figura de um acionista controlador – venha a formatar um novo colegiado”, informou o documento.
O grupo justificou que estava “imbuído de senso de dever cumprido” e ciente dessa “nova necessidade” da companhia e também do Brasil.
Apesar da renúncia, os nove conselheiros permanecerão nos cargos até a eleições dos substitutos. Não há, contudo, data prevista para a Assembleia Geral Extraordinária.
Privatização da Eletrobras
A estreia na Bolsa, em 13 de junho, das ações da Eletrobras marcou o início da era privatizada para a maior empresa do setor elétrico brasileiro, após uma novela de quase três décadas. O negócio é também a única grande privatização prometida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, a apenas seis meses do fim do atual mandato do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Privatizada, a Eletrobras a promete gerar mais investimentos no setor elétrico e estimular a oferta de energia no país. Mas a lei que viabilizou o processo de privatização da companhia também deve encarecer a conta de luz dos consumidores nos próximos anos, segundo especialistas.
Com a capitalização, a Eletrobras deixa de ser controlada pelo governo e passa a ser uma corporação -empresa que tem vários acionistas sem que nenhum deles possua mais de 50% do controle, com uma diretoria e direção definidas pelo conselho formado pelos acionistas.
O Estado brasileiro vai manter uma golden share, um tipo especial de ação com poderes maiores para intervir em temas considerados estratégicos. No caso da Eletrobras, o governo poderá impedir, se desejar, que uma empresa privada assuma o controle da companhia com mais de 50% das ações.
Já vão tarde, todos acostumados a nanar na teta da eletrobras, só que com a privatização esses mamadores vão ter que trabalhar de verdade, pois só sabiam colocar a bufunfa nos bolsos todos os meses. O governo tem que privatizar tudo, pois governo foi proclamado para tratar de Saúde, Segurança e Educação. A próxima a ser privatizada 100% é a Petrobras, se Deus quiser.
Bolsonaro amplia gasto com cartão corporativo em ano eleitoral
Alta na fatura do cartão faz presidente bater recorde em relação a Dilma e Temer às vésperas de tentar reeleição
Numa semana trágica, o brasileiro teve mais uma confirmação de algo que já sabia: não existe humanidade no presidente da República. “O Brasil entrou numa aventura não recomendada em 2018”, disseram, em nota, grupos de povos nativos. “Esse brasileiro que vocês escolheram é muito malvisto. Podem ter feito uma maldade com o país”, completaram.
Os médicos que fizeram os exames em Bolsonaro encontraram uma pedra de Nióbio no lugar do coração. “A cabeça está mais cheia de ar do que o tanque de combustível do brasileiro”, disse um deles.
Vá se informar, ignóbil.
A CPI é supostamente para a Petrobras.
Esse povo do gado idolatrado não gosta de ler, se informa apenas nos grupos da direita lixo e não consegue discernir sobre nada.
È não.
È que vai começar o “toma la, dá cá” e nem todo mundo compartilha dessa sacanagem pode contra o patrimônio da nação!
O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do Estado do Rio Grande do Norte (SINSP/RN) se posicionou contra a proposta de aumento do ICMS no estado de 18% para 20% em 2023. Segundo a organização, a elevação da alíquota pode desestimular o consumo, elevando os índices de inflação e impactando a situação financeira dos trabalhadores locais. A informação foi publicada por meio de nota nesta quarta-feira (14).
“Reajustar o ICMS dos combustíveis, seria provocar o aumento do preço em toda cadeia produtiva, dificultando o acesso ao consumo principalmente dos itens básicos que são adquiridos pela população mais carente”, diz a nota. Ainda, argumenta o SINSP, a medida proposta, ainda que resolva os problemas de arrecadação a curto prazo, tem potencial para gerar mais pobreza e fome no futuro.
“Há poucas semanas da posse do novo governo federal, acreditamos que o Estado do Rio Grande do Norte deve buscar um diálogo com o presidente Lula e sua equipe econômica, para que o governo federal acelere o repasse das compensações das perdas do ICMS da gasolina sejam enfim repassadas aos cofres do Estado”, defende do SINSP.
Uma outra solução para o Sindicato, conforme aponta a nota, seria ouvir a organização no que se refere a retomada de postos fiscais nas estradas e divisas do Rio Grande do Norte. “O SINSP teve acesso a um estudo do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado. Nele foram apresentados dados que mostram a relevância dos postos fiscais para elevação da arrecadação nos cofres públicos estaduais”, complementa o comunicado.
Proposta do ICMS
Com a justificativa de equilibrar as finanças após a queda na arrecadação do ICMS provocada pela Lei Complementar 194, de junho de 2022, que limita em 18% a cobrança do tributo nos combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo, o Governo propõe, a título de recomposição, ampliar a alíquota de 18% para 20%, em 2023. Em 2024, essa redução seria para 19%, retornando para os atuais 18%, em 2025. Em contrapartida, prevê a redução no percentual do imposto sobre os itens que compõem a cesta básica, dos atuais 18% para 7%.
Confira nota na íntegra:
Diante do envio à Assembleia Legislativa de um Projeto de Lei que aumenta a alíquota do ICMS dos Combustíveis dos atuais 18% para 20%, o SINSP torna público sua posição contrária a medida por entender que ela é prejudicial à sociedade potiguar como um todo.
De uma forma geral, o aumento da alíquota do ICMS sobre os combustíveis pode desestimular o consumo pelo motivo que vai gerar aumento de preços de imediato nos combustíveis e como consequência a elevação dos demais preços, fazendo com que se eleve os índices de inflação do Estado Potiguar, piorando a situação financeira dos trabalhadores e trabalhadoras do Rio Grande do Norte. Reajustar o ICMS dos combustíveis, seria provocar o aumento do preço em toda cadeia de produtiva, dificultando o acesso ao consumo principalmente dos itens básicos que são adquiridos pela população mais carente.
Nós progressistas, entendemos que política tributária deve ser instrumento para redução das desigualdades sociais. Portanto, qualquer alteração nas políticas públicas, deve ser acompanhado de estudos sociopolíticos. Mediadas como estas, que resolvem problemas de caixa do Estado no curto prazo, e são fáceis de serem implantadas, podem gerar ainda mais pobreza e fome num futuro breve.
SINSP defende alternativas ao reajuste do ICMS
Há poucas semanas da posse do novo governo federal, acreditamos que o Estado do Rio Grande do Norte deve buscar um diálogo com o presidente Lula e sua equipe econômica, para que o governo federal acelere o repasse das compensações das perdas do ICMS da gasolina sejam enfim repassadas aos cofres do Estado.
Existem ações sobre a cobrança de ICMS em tramitação no Supremo Tribunal Federal, por meio das quais os estados também buscam uma compensação pela perda de arrecadação provocada pelo teto do ICMS sobre combustíveis iniciado em 2022. A presidenta do STF, Rosa Weber, afirmou aos governadores, nesta segunda-feira (12), que daria prioridade ao tema.
A proximidade político-ideológica da governadora Fátima Bezerra junto ao futuro presidente Lula, poderia destravar as compensações. Então, seria só uma questão de tempo para o Estado ter mais recursos.
Outra medida seria ouvir o SINSP em uma de suas grandes cobranças: a volta dos postos fiscais nas estradas e divisas do Rio Grande do Norte. O governo Fátima Bezerra vai concluir seu primeiro mandato sem ter construído sequer um local de fiscalização nas fronteiras estaduais capaz de impedir a sonegação de impostos.
O SINSP teve acesso a um estudo do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado. Nele foram apresentados dados que mostram a relevância dos postos fiscais para elevação da arrecadação nos cofres públicos estaduais.
A análise técnica mostrou que a inadimplência no RN gira em torno dos 12%, enquanto antes, quando todos postos funcionavam, a sonegação era de apenas 5%. Sem os postos, incluindo os de divisa, a sonegação poderia cair para em torno de 7% a 8%.
Então, o governo não precisa criar mais um subterfúgio de contas para a sociedade mais carente pagar. Essa população que já paga tanto imposto. Alternativas existem, mas falta vontade política de as colocar em prática.
Sindicato ama R$. Neste caso Fátima Bezerra não está em segundo plano já que esses grupos de esquerda são feras na cultura, portanto, sabem como ninguém fazer teatro.
A Câmara Municipal de Natal (CNM) aprovou o recebimento do pedido de cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT). O placar foi de 23 votos pela abertura contra três pelo arquivamento da denúncia, com uma ausência, do vereador Eribaldo Medeiros (Rede), em sessão ordinária nesta terça-feira (19). Conforme regimento da Casa, o denunciante vereador Matheus Faustino e a denunciada Brisa Bracchi não podem votar.
Brisa é acusada de usar R$ 18 mil de emenda impositiva para bancar evento de cunho político “Rolé Vermelho, Bolsonaro na Cadeia”, que aconteceu no dia 9 de agosto, em Natal, e comemorou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Carentes de atendimento público desde o surgimento da região, no final da década de 1990, os moradores dos bairros de Bela Parnamirim (no lado de Parnamirim) e Bela Vista (Macaíba) podem comemorar a pavimentação de 5 ruas na divisa entre os municípios.
Acontece que Gabriel César (PL), que é vereador em Parnamirim, percebeu a necessidade de intervenção ao visitar os bairros, acompanhado do deputado federal General Girão (PL), em junho de 2021 a procura de locais para destinação de emendas federais, ainda no Governo Bolsonaro. “Quando chegamos a localidade, percebemos que a maior angústia dos moradores era ter que conviver com as ruas de barro, principalmente naquelas ruas onde parte delas ficava em Parnamirim e a outra parte em Macaíba, nem um município nem outro fazia a pavimentação. O que fizemos? Dividimos o recurso e destinamos metade para Parnamirim e a outra metade para Macaíba, para que a pavimentação fosse completada, foi o que fizemos na rua Pedro Barbosa, em que os dois municípios vão calçar” explicou o vereador Gabriel.
No lado de Parnamirim, as obras iniciaram no último dia 04 de setembro e vai executar a pavimentação de quatro ruas no lado de Parnamirim: a Rua da Paz, Santa Luzia, Celso Freire, e parte da Pedro Barbosa. No lado de Macaíba, serão duas ruas, a Manoel Batista e o restante da Pedro Barbosa.
No sexto dia seguido de conflito no Oriente Médio, o ministro de Energia de Israel, Israel Katz, afirmou que não haverá retorno da eletricidade ou de água até a recuperação dos reféns. “Ajuda humanitária em Gaza? Nenhuma energia será religada, nenhum hidrante de água será aberto, e não entrará combustível nenhum até que os reféns israelenses sejam entregues em casa”, assegurou.
Katz ainda se exaltou nas redes sociais, dando a entender que a troca é justa e humana, mas ressaltou que outras populações não podem moralizar a situação: “Humanidade por humanidade. E ninguém nos pregará moralidade nenhuma”, ainda criticou Katz.
Estima-se que entre 100 a 150 reféns estejam sob poderio do grupo Hamas, de acordo com o embaixador de Israel nas Nações Unidas, Gilad Erdan. As autoridades israelenses já começaram a notificar as famílias dos cativos e há, ainda, a hipótese de reféns brasileiros em meio ao grupo.
O grupo Hamas havia dito que mataria um refém a cada contraofensiva de Israel. Até a última segunda-feira (9/10), quatro reféns já haviam sido mortos, por conta dos ataques aéreos de Israel.
“Qualquer ataque a civis inocentes, sem aviso prévio, será enfrentado com pesar pela execução de um dos cativos sob nossa custódia, e seremos forçados a transmitir esta execução”, afirmou o grupo na última terça-feira (10/10).
O oprimido quando se torna opressor, só sabe replicar as mesmas atitudes. O que sofreram nas mãos dos nazistas, as novas gerações estão aplicando com os vizinhos.
Absurdo o quê Israel está fazendo, pois a maioria da população da faixa de gaza não são terroristas.
Não se pode penalizar inocentes.
O que percebo é a história se repetindo em um novo holocausto, crimes bárbaros hediondos e privação das necessidades básicas humanas.
Então Israel vai ficar de braços cruzados esperando o hamas, que parece ser apoiado por você, mantar toda sua população. É isso que você quer, hipócrita?
O terrorismo é covarde. Eles se escondem no meio da população, o que só prova que eles não estão nem aí para o próprio povo. Você sugere que Israel faça o quê?
Foi bem Israel que saiu de casa matando os palestinos.
Está facílimo, manda teu presidente conversar com o hamas e pedir por todos, ou, quem sabe, mande uma cartinha ou dê um grito, para a população não terrorista entregar os meninos terroristas, ou ainda, eliminar os bonitinhos, quem sabe aí, vc perceba que não se brinca com a vida de ninguém.
Vc é um doente! Então os judeus terão q ser extintos pela causa do Hamas?
Senta na minha aqui bicho de chifre e raciocine, se o Hamas, que é um grupo terrorista, cometeu essa atrocidade , justifica o governo de Israel fazer a mesma coisa com a população civil. Será que já não basta ter um campo de concentração pra chamar de seu? Qual a diferença entre o extermínio provocado pelos nazistas contra os judeus, para o extermínio dos palestinos em Gaza pelos judeus????
A diferença é que agora tem respaldo internacional para cometer tamanha barbaridade.
A reunião do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), convocada pelo Brasil, que atualmente é o presidente, terminou sem acordo sobre um texto final para as questões envolvendo a guerra no Oriente Médio, que acontece desde o dia 7 de outubro.
O objetivo da reunião, que foi antecipada para esta sexta a pedido do Brasil, era discutir as questões humanitárias na Faixa de Gaza e debater resoluções para o conflito na região. O encontro foi comandado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que se estima que fale com a imprensa ainda hoje.
A Rússia, que há quase dois anos está em guerra com a Ucrânia, sugeriu que o Conselho pedisse um cessar-fogo imediato, dizendo que só é possível assegurar uma solução a longo prazo para o conflito entre Israel e Hamas através de meios pacíficos. Do lado do Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem mobilizado esforços para tentar abrir um corredor humanitário na região entre Gaza e o Egito.
O enclave enfrenta uma crise humanitária desde que Israel impôs um certo total à região e impediu a entrada de comida, água, eletricidade, medicamento e demais itens básicos. O conflito entre Israel e Hamas, que começou no dia 7 de outubro, já deixou mais de 3.200 mortos.
O Laaràpio deveria ir para uma mesa de bar em Gaza ou em Israel para resolver a guerra. Um sem moral desse tipo não resolve conflitos nem no desgoverno dele.
O governo desastroso do PT não tem moral para comandar uma reunião do Conselho de segurança da ONU . Mais uma vergonha para a conta . Faz o L jumentos !!!!
Sr Sidney, ou o Sr. fala o que eu quero ouvir ou o Sr. será preso, inclusive seu pai, sua esposa e sua filha, reflita bem, converse com seus advogados.
Essa é a democracia do judiciário