Os recentes casos de intoxicação por bebidas adulteradas com metanol, registrados em diferentes estados, já mobilizam também o setor de bares e restaurantes em Natal. A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) reuniu representantes no RN para discutir medidas de prevenção e anunciou um treinamento nacional, com certificação para associados, voltado à identificação de rótulos adulterados e à importância da compra apenas em distribuidores oficiais.
Alguns estabelecimentos da capital já se posicionaram nas redes sociais, garantindo a segurança das bebidas que servem ao público e reforçando a confiança dos clientes.
A situação no país, no entanto, é grave. Segundo o Ministério da Saúde, até esta quinta-feira (2) foram registradas 59 notificações de intoxicação por metanol, sendo 11 casos confirmados e 48 suspeitos. Destes, 53 foram em São Paulo, cinco em Pernambuco e um em Brasília (DF), ainda não incluído oficialmente no balanço.
Até o momento, há uma morte confirmada em São Paulo e outras sete em investigação: duas em Pernambuco; três na capital paulista e duas em São Bernardo do Campo.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, trata-se de um episódio inédito. “Estamos diante de uma situação anormal e diferente de tudo o que consta na nossa série histórica em relação à intoxicação por metanol no Brasil”, declarou.
Casos estão sendo monitorados
Para monitorar os casos, o governo federal criou uma Sala de Situação extraordinária, reunindo ministérios, Anvisa e secretarias de Saúde estaduais e municipais.
O metanol é altamente tóxico: pode causar dor abdominal, falta de ar, visão turva, confusão mental e até cegueira. O Ministério da Saúde alerta que a população deve redobrar a atenção com a procedência das bebidas e denunciar suspeitas às autoridades.
O Grupo Nordestão completa 53 anos em setembro de 2025 e vai comemorar a data de forma inédita. Neste sábado (30), a rede realiza na Praça Pedro Velho, mais conhecida como Praça Cívica, o Festival da Gente, um evento cultural e gastronômico aberto ao público que marcará a abertura oficial do Aniversário Premiado Nordestão (28/08 a 05/10/2025).
A celebração terá como destaque a produção da maior carne de sol do mundo, acompanhada de queijo coalho em igual medida. Serão preparadas 500kg de cada produto, valorizando dois dos maiores símbolos da gastronomia potiguar. Importante ressaltar que fomos a primeira rede de Supermercados no Brasil e ter o Selo SISBI, que atesta a qualidade e garante que é 100% inspecionada.
O evento acontece das 15h às 18h, com entrada gratuita. Além do prato principal, haverá degustações de indústrias parceiras, apresentações culturais e espaços de convivência para toda a família. A expectativa é reunir cerca de 3 mil pessoas, em um encontro que une tradição, cultura e lazer.
“Era para ser só um bolinho, mas a gente se empolgou… e vai presentear o público natalense com um prato tipicamente potiguar. Somos do Rio Grande do Norte e queremos celebrar essa história de 53 anos junto com todos vocês”, destaca o Diretor Presidente do Grupo Nordestão, Leonardo Correa.
O Festival da Gente reafirma o compromisso do Grupo Nordestão em valorizar a cultura local, fortalecer a identidade gastronômica do estado e promover um grande momento de celebração com clientes e toda a população potiguar. Como reforça o tradicional jingle de Rômulo Tavares: “Nordestão é amor pelo nosso Rio Grande do Norte!” Toda a população de Natal está convidada a celebrar com a gente!
Parabéns me lembro bem, Eu só tinha sete anos; mamãe ia e me levava para fazer as compras na unidade 1 na av. 2. Ela comprava aquele café moído na hora e embalado em saco de papel, como também as compras eram colocadas em um saco de papel com o nome NORDESTAO até hoje Eu faço estes comentários marcou minha infância. Sem falar no meu irmão que durante toda vida dele compra no nordestao do alecrim.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou a demissão do diretor-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, após operação da Polícia Federal (PF). A investigação apura cobranças indevidas feitas por entidades em contas de pensionistas e aposentados. O caso foi revelado pelo Metrópoles.
Stefanutto deve sair no cargo ainda nesta quarta. Fontes no Palácio do Planalto afirmaram que a decisão pela saída partiu do próprio Lula.
A demissão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite desta quarta. A saída não foi “a pedido”.
A megaoperação, batizada de Sem Desconto, resultou no afastamento de Stefanutto e outros quatro membros da cúpula do órgão. São eles:
o procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho;
o coordenador-geral de Suporte ao Atendimento ao Cliente do INSS, Giovani Batista Fassarella Spiecker;
o diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão, Vanderlei Barbosa dos Santos; e
o coordenador-geral de Pagamentos e Benefícios do INSS, Jacimar Fonseca da Silva.
Ao todo, foram cumpridos 211 mandados de busca e apreensão e seis de prisão contra alvos no Distrito Federal e em 13 estados. Segundo o diretor-geral da PF, Andrei Passos, a operação também apreendeu motocicletas e carros de luxo utilizados pelos investigados.
“De maneira inicial, é o começo da investigação, conseguimos esse mapeamento. Tanto que hoje, com um único alvo, foram apreendidos vários carros, Ferrari, Rolls-Royce, avaliados em mais de R$ 15 milhões; mais de US$ 220 mil com outro; e US$ 150 mil com outro [investigado]. […] Isso, por si só, aponta a gravidade daquilo que estamos falando e o tiro certo que demos nessa investigação”, ressaltou Andrei.
A Neoenergia Cosern foi reconhecida na noite desta terça-feira (15) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) como a distribuidora com melhor desempenho de fornecimento em relação a todas as outras de grande porte, ou seja, com mais de 400 mil clientes no Brasil.
A classificação foi feita com base no Desempenho Global de Continuidade (DGC), um índice que mede a performance das distribuidoras em relação ao limites definidos pela própria ANEEL, que vai de 0 a 1 e, quanto menor ele for, melhor é o desempenho da distribuidora. O DGC da Neoenergia Cosern foi de 0,48.
A empresa potiguar foi avaliada e comparada com as outras pela Aneel na apuração de janeiro a dezembro de 2021 nos indicadores que medem a duração (DEC) e pela frequência (FEC) com que os consumidores tiveram o fornecimento interrompido – tendo apresentado a melhor performance geral dentre as empresas de grande porte.
“Esse feito histórico, anunciado no Dia Mundial do Consumidor, é resultado dos investimentos contínuos da empresa no sistema elétrico potiguar e de uma gestão eficiente da nossa operação, que resultaram em superação dos índice de qualidade no fornecimento estabelecidos pela Aneel”, comemorou Márcio Caires Vasconcelos, Diretor Presidente da Neoenergia Cosern.
“No ano em que a empresa comemora 60 anos, não poderia haver presente melhor do que esse reconhecimento tão importante, fruto de um trabalho coletivo com foco em prestar um serviço cada vez melhor aos potiguares”, complementa Márcio Caires.
De forma geral, segundo a Aneel, ao longo de 2021 o serviço fornecimento de eletricidade permaneceu disponível por 99,86% do tempo, na média do Brasil. No Rio Grande do Norte, esse percentual foi ainda melhor e atingiu 99,98% das 8.760 horas totais do ano.
Seria interessante observar a metodologia dessa pesquisa. Onde moro a média de 5,98 interrupções é semanal…às vezes diária. As 11 horas sem energia ao ano é uma piada de extremo mau gosto.
Mas, como a gente gosta de ganhar troféus por tabela…
Parabéns, a todos nós por termos serviços de tanta excelência.
O serviço prestado pela empresa é uma “causo”.
O site não funciona.
O atendimento ao cliente é precário, nada é conclusivo ou seguro.
Quando ocorre leitura errada, não há o que fazer, só aguardar acerto futuro.
A conta de energia sobe, sobe e sobe, por mais que tenhamos chuva, chuva e chuva.
Essa é a utilidade prática das agências, proteger as operadoras e penalizar os usuários
Osvaldo se tem ladrão reconhecendo seu líder político como ladrão, não vá acreditar que ele merece 100 anos de perdão. Lugar de ladrão é na cadeia e recebendo todo repúdio que o povo possa dar. O resto é mimimi daqueles que batem palma a corrupto de carteirinha.
Se não tivesse sido privatizada, tava igual a CAERN, uma merda, porquê cia de água não, é de esgoto a céu aberto.
Os brasileiros com algum dinheiro “esquecido’” nos bancos podem conferir o valor dos recursos e pedir o resgate a partir de segunda-feira (7.mar.2022) no site do Banco Central. A expectativa é devolver R$ 3,9 bilhões a 28 milhões de clientes nas próximas semanas, sendo 26 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de empresas.
O governo orienta quem ainda não fez a consulta inicial a visitar o site valoresareceber.bcb.gov.br antes para conhecer o período durante o qual pode agendar uma data para fazer o resgate.
Eis o passo a passo:
Acessar o site valoresareceber.bcb.gov.br na data e período previamente informados;
Fazer login com sua conta gov.br (nível prata ou ouro) em sistema mantido pelo Ministério da Economia e o Serpro;
Ler e aceitar o Termo de Responsabilidade;
Consultar.
(1) o valor a receber;
(2) a instituição que deve devolver o valor;
(3) a origem (tipo) do valor a receber; e
(4) informações adicionais, quando for o caso.
Clicar na opção que o sistema indicar:
“Solicitar por aqui” –significa que a instituição oferece a devolução do valor via Pix no prazo de até 12 dias úteis; selecionar uma das chaves Pix e informar os dados pessoais; guardar o número de protocolo, se precisar entrar em contato com a instituição.
“Solicitar via instituição” –significa que a instituição não oferece a devolução por Pix no prazo de até 12 dias úteis: entrar em contato pelo telefone ou e-mail informado para combinar com a instituição a forma de devolução do valor.
CONSULTA INICIAL
Para acessar o Sistema Valores a Receber é necessário que o interessado tenha cadastro no site gov.br, nível prata ou ouro. O cadastro pode ser feito gratuitamente pelo aplicativo gov.br ou pela internet.
A Banda Biquini, antiga Biquini Cavadão, vai se apresentar em Natal no dia 02 de maio, às 21 horas, no Teatro Riachuelo. A apresentação faz parte da nova turnê “Vou Te Levar Comigo”.
Os ingressos estão à venda a partir de R$ 95,00 na bilheteria do teatro (de terça a sábado, das 14h às 20h) e no site uhuu.com. O evento é uma realização da Viva Promoções.
São quase quarenta anos ininterruptos e com a formação original. Bruno Gouveia, Miguel Flores da Cunha, Carlos Coelho e Álvaro Birita levarão o Biquini em 2024 para a turnê Vou Te Levar Comigo.
O interessante é que tais participações terão presença nos shows do grupo, cantando em sincronia com a banda no telão. Uma experiência que abre novas percepções sobre cada canção do Biquini.
Os grandes sucessos não ficarão de fora, com certeza. E muitos lançamentos já estão previstos para servir de esquenta para 2025, quando grupo completará a simbólica marca de 40 anos.
Serviço:
Biquini em Natal
Dia: 02 de maio de 2024
Horário: 21h
Local: Teatro Riachuelo
Classificação indicativa: Livre
*menores de idade precisam estar acompanhados dos pais ou responsável autorizado.
Ingressos LOTE 1 (quantidade limitada)
Meia entrada a partir de R$ 95,00;
Inteira a partir de R$ 190,00;
*consulte todos os valores e assentos disponíveis na página de vendas do evento.
% Descontos:
50% Meia Entrada (idosos a partir dos 60 anos, crianças de 2 a 14 anos, estudantes, ID Jovem, pessoas com deficiência, professores e doadores de sangue);
50% clientes Unimed Natal (1 ingresso);
30% titulares do Cartão Riachuelo (1 ingresso);
*descontos limitados e não cumulativos
Pontos de venda:
– Bilheteria do teatro (de terça a sábado, das 14h às 20h)
– @uhuuoficial
Realização: @vivapromocoes
Ocorreu nessa última terça 07 de maio – no Auditório do Arena das Dunas o evento PROJETA RN para mais de 100 fornecedores do mercado da construção civil – idealizado pela arquiteta Polyana Diógenes com o objetivo de impulsionar o segmento.
Visionária, a arquiteta Polyana Diógenes passou, nas últimas oito semanas, por uma reformulação de metodologia de projetos em seu escritório baseada em estudos e mentorias de diversos escritórios de arquitetura do país, fato que impulsionou a sua busca de elevar o nível de experiência não apenas dos seus clientes com seus projetos, mais de toda uma cadeia produtiva.
O evento contou com palestras que abordavam temas diversos desde as perspectivas locais para o mercado, ao paralelo comparativo de desenvolvimento imobiliário com a nossa vizinha João Pessoa, até a sugestão de diversas soluções para as empresas que facilitassem o fluxo desse ecossistema. Além disso, reforçou a preocupação com a saúde mental de todos os envolvidos, tendo em vista que obras em geral geram por si ansiedades em maior ou menor escala.
Encerrando com chave de ouro, o PROJETA RN não apenas destacou-se como um marco no setor da construção civil do Rio Grande do Norte, mas também solidificou o papel de Polyana Diógenes como uma pioneira em inovação e colaboração na área. A resposta entusiástica dos participantes e a rica troca de ideias evidenciaram um caminho promissor para futuras iniciativas. Com a sinergia criada entre os diversos atores do setor, fica claro que o evento serviu não apenas para discutir os desafios atuais, mas também para construir as bases de um futuro mais integrado e sustentável. Que este seja o primeiro de muitos eventos que continuem a inspirar e transformar a construção civil em nosso estado.
A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN) emitiu uma nota de esclarecimento repudiando “veementemente qualquer ilação que, de forma proposital, venha a desconhecer, por interesses outros, todo o histórico do ISI-ER como base de pesquisa no país, bem como do respeitado pesquisador em questão“.
O pesquisador citado pelo FIERN é Antonio Medeiros, mencionado em reportagem do site O BASTIDOR, a qual afirma que “Jean Paul Prates despejou 1 milhão de reais em emendas parlamentares de julho a novembro de 2022 no ISI-ER (Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis)”, do qual o Antonio Medeiros é coordenador de Pesquisa & Desenvolvimento. Segundo a reportagem, Antônio Medeiros é irmão da esposa de Prates, Muriele Medeiros, e próximo do presidente da Petrobras.
Em relação a informações recentes divulgadas pela mídia com ilações em torno do trabalho realizado pelo Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER), a Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), que engloba o SENAI-RN, informa:
O Instituto SENAI de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) é a principal referência do SENAI no Brasil em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação em energia eólica, solar e sustentabilidade, incluindo novas tecnologias, como o hidrogênio verde.
A instituição faz parte da maior rede de pesquisa aplicada criada no Brasil para impulsionar a competitividade da indústria, composta por 27 Institutos SENAI de Inovação. Está em operação desde 2018, no Rio Grande do Norte. Esta rede já possui mais de um bilhão de reais em projetos de pesquisa e desenvolvimento executados, com produtos ou processos entregues aos seus clientes.
O ISI-ER herdou integralmente atividades de pesquisa aplicada realizadas pelo SENAI-RN, que desde 2002 atua nesse campo e na prestação de serviços para os setores de gás e energia, com diversas empresas privadas e estatais de grande porte, do Brasil e do mundo, e com entidades governamentais. A instituição mantém um sólido histórico de relacionamento com o setor industrial no país, e com instituições internacionais parceiras.
Na sua trajetória, tem construído caminhos que, inquestionavelmente, contribuem para o progresso tecnológico do país e a sustentabilidade, com o avanço das energias renováveis e de inovações necessárias para a transição energética.
Desde a sua origem, os processos relacionados a projetos de pesquisa do SENAI-RN – e do ISI-ER – cumprem todos os regramentos normativos do programa de Compliance do Sistema FIERN e obedecem às regras de compliance estabelecidas pelas empresas contratantes, posicionando-se de maneira a evitar – de forma inegociável – conflitos de interesse pessoal, conflitos de interesse institucional, trocas de favores ou quaisquer outras irregularidades.
Não existem relações de parentesco entre diretores da instituição e dirigentes de empresas que compõem o seu rol de clientes no setor de óleo e gás ou em qualquer área em que atua.
Antonio Medeiros, engenheiro mecânico, mestre em Ciência e Engenharia de Materiais, pesquisador citado nas referidas publicações, ingressou no SENAI-RN em 2011 por meio de processo seletivo, e tem desenvolvido carreira como um dos mais renomados pesquisadores no setor de energias renováveis. No SENAI-RN, participou e participa de projetos e atividades de pesquisa da instituição nas áreas de gás natural, fertilizantes, energia eólica, energia solar e sustentabilidade. Faz parte do corpo técnico do ISI-ER como pesquisador e coordenador de Pesquisa & Desenvolvimento desde 2019.
Diante de todos os fatos expostos – que são públicos, notórios e irrefutáveis – a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), instituição que preside o Conselho do SENAI no Rio Grande do Norte, repudia veementemente qualquer ilação que, de forma proposital, venha a desconhecer, por interesses outros, todo o histórico do ISI-ER como base de pesquisa no país, bem como do respeitado pesquisador em questão.
Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN)
Terminou às 17h53 desta terça-feira (2) o primeiro dia do julgamento, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), da ação penal sobre o que seria um plano de golpe contra o resultado da eleição de 2022.
O dia iniciou com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes e com a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentando a acusação, pela manhã.
Já à tarde, houve a sustentação oral das defesas de quatro dos oito réus do “núcleo 1”, ou “núcleo crucial” da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O julgamento retoma na manhã desta quarta-feira (3), com a sustentação oral das defesas dos réus restantes – incluindo os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Relatório de Moraes
Antes de ler seu relatório, Moraes declarou que “a história nos ensina que a impunidade não é espaço para pacificação” e que “soberania nacional jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida”.
A fala introdutória de Moraes ocorreu em meio a pressões diversas, seja do grupo político de Bolsonaro ou do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, para que o STF recue no julgamento do que seria o plano golpista.
A oposição articula uma anistia “ampla, geral e irrestrita” via Congresso, enquanto os EUA, sob Trump, vêm impondo sanções contra Moraes e tarifas comerciais sobre produtos brasileiros com justificativas amparadas no processo no STF.
“As tentativas de obstrução não afetarão a imparcialidade e a competência dos juízes dessa corte”, afirmou Moraes, se referindo especialmente a tentativas de “submeter o Judiciário ao crivo de outro Estado”.
Filho de Jair, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) está nos EUA alegando buscar sensibilizar o governo Trump para aplicação de medidas sobre Moraes. Devido à sua atuação no exterior, há um inquérito aberto em curso no Brasil.
Moraes também voltou a negar qualquer “cerceamento” de provas às defesas dos réus e disse que a fase de instrução penal demonstrou “materialidade e indícios de autoria” dos crimes que são agora julgados.
Terminou às 17h53 desta terça-feira (2) o primeiro dia do julgamento, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), da ação penal sobre o que seria um plano de golpe contra o resultado da eleição de 2022.
O dia iniciou com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes e com a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentando a acusação, pela manhã.
Já à tarde, houve a sustentação oral das defesas de quatro dos oito réus do “núcleo 1”, ou “núcleo crucial” da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O julgamento retoma na manhã desta quarta-feira (3), com a sustentação oral das defesas dos réus restantes – incluindo os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Relatório de Moraes
Antes de ler seu relatório, Moraes declarou que “a história nos ensina que a impunidade não é espaço para pacificação” e que “soberania nacional jamais será vilipendiada, negociada ou extorquida”.
A fala introdutória de Moraes ocorreu em meio a pressões diversas, seja do grupo político de Bolsonaro ou do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, para que o STF recue no julgamento do que seria o plano golpista.
A oposição articula uma anistia “ampla, geral e irrestrita” via Congresso, enquanto os EUA, sob Trump, vêm impondo sanções contra Moraes e tarifas comerciais sobre produtos brasileiros com justificativas amparadas no processo no STF.
“As tentativas de obstrução não afetarão a imparcialidade e a competência dos juízes dessa corte”, afirmou Moraes, se referindo especialmente a tentativas de “submeter o Judiciário ao crivo de outro Estado”.
Filho de Jair, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) está nos EUA alegando buscar sensibilizar o governo Trump para aplicação de medidas sobre Moraes. Devido à sua atuação no exterior, há um inquérito aberto em curso no Brasil.
Moraes também voltou a negar qualquer “cerceamento” de provas às defesas dos réus e disse que a fase de instrução penal demonstrou “materialidade e indícios de autoria” dos crimes que são agora julgados.
Acusação de Gonet
O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, sustentou a acusação dizendo que a denúncia do Ministério Público não pode ser encarada com uma “narrativa de fatos isolados”.
Houve, na avaliação de Gonet, uma “sequência significativa de ações voltadas para a finalidade” de se concretizar um golpe de Estado.
“Não é preciso esforço intelectual extraordinário para reconhecer que quando o presidente da República e, depois, o ministro da Defesa convocam a cúpula militar para apresentar documento de formalização de golpe de Estado, o processo criminoso já está em curso”, declarou.
Ainda segundo Gonet, “nem todos os denunciados” atuaram “ativamente em todos os acontecimentos relevantes” no que seria o plano golpista, mas é possível responsabilizar a todos, cada qual com seu grau de envolvimento no caso.
“O grau de atuação de cada qual no conjunto dos episódios da trama é questão de mensuração da culpa e da pena, mas não da responsabilidade em si pelos acontecimentos”, defendeu.
Gonet também reforçou a tese de que os ataques de 8 de Janeiro seriam uma “etapa necessária do desenrolar do golpe”, para que se atraísse a adesão dos comandantes do Exército e da Aeronáutica, que seriam refratários ao plano.
Defesa de Mauro Cid
A defesa do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, foi a primeira a fazer a sustentação oral diante da Primeira Turma do STF.
O primeiro advogado a se manifestar foi Jair Alves Pereira, que destacou o currículo militar de seu cliente e buscou valorizar o acordo de delação fechado por ele.
“Foi através dele que se descobriu a reunião com os comandantes que hoje é, na verdade, o cerne da ação penal”, acrescentou.
A defesa também aproveitou a sustentação para se dirigir ao ministro Luiz Fux, integrante da Turma, para dizer que Cid ter prestado depoimento por mais de dez vezes à Polícia Federal (PF) não refletiria falhas no acordo de delação.
Para o advogado, “não seria justo” ocorrer uma quebra do acordo de delação, já que o réu teria colaborado com Justiça. “Se fizermos isso, acabou o instituto da delação premiada”, afirmou.
Foi o próprio advogado de Cid quem revelou, ainda na sessão da terça, que Cid, que ainda integra os quadros da ativa do Exército, havia pedido para deixar a força.
Defesa de Alexandre Ramagem
Advogado do deputado federal (PL-RJ) e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem, Paulo Renato Cintra disse que seu cliente não agia sob orientação de Bolsonaro ao defender o voto impresso.
“Era uma defesa de uma pauta que Alexandre Ramagem, certo ou errado, defendeu”, declarou.
A defesa também argumentou que documentos encontrados ao longo das investigações mostrariam, “basicamente”, anotações de Ramagem, que costumava anotar “tudo”.
“Não há elementos nos autos, elementos de informação, elementos de prova que demonstrem que esses documentos tenham sido transmitidos ou entregues ao então presidente da República.
Em relatório, a Polícia Federal (PF) disse que Ramagem teria se utilizado da estrutura da Abin para municiar Bolsonaro com discursos visando “desacreditar o processo eleitoral brasileiro”.
Ao final de sua fala, Paulo Renato foi repreendido pela ministra Cármen Lúcia, sobre a distinção entre “processo eleitoral auditável” e “voto impresso”; o advogado chegou a sinalizar com um “concordo” para a magistrada.
Defesa de Almir Garnier
Único chefe de Força a ser apontado pela PGR como quem colocou tropas à disposição de Bolsonaro, o ex-comandante da Marinha Almir Garnier foi defendido por Demóstenes Torres.
Cerca de 20% do tempo de fala foi utilizado pelo advogado para elogiar os ministros do STF.
Cristiano Zanin, presidente da Turma, foi chamado de “ídolo”. E Moraes, como um “homem que resolve problemas”.
Em sua sustentação, Demóstenes defendeu que o acordo de delação de Mauro Cid seja rescindido.
Para o advogado, os diversos depoimentos de Cid aos investigadores apontam que houve declarações “equivocadas ou omitidas”, e a PGR defender apenas uma “mitigação” da pena do delator é uma “jabuticaba”.
“Hoje, ou se homologa e aceita a delação, ou ela é rescindida. Nós não estamos pedindo a nulidade, estamos pedindo a rescisão da delação”, disse.
Defesa de Anderson Torres
Eumar Novacki, da defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, disse que seu cliente chegou a convocar uma reunião para desmobilizar acampamentos que se formaram em Brasília após a eleição de 2022, em frente a áreas militares.
Segundo o advogado, essa atitude não é compatível com “quem está tramando um golpe de Estado”.
Ainda de acordo com Novacki, Torres participou da transição entre os governos Bolsonaro e Lula (PT), “passando todas as informações e tudo que estava ao seu alcance para a equipe que assumia”.
Novacki pediu a absolvição de seu cliente, frisando, também, que ele teria demonstrado boa-fé com a Justiça ao disponibilizar documentos para as investigações.
“Anderson Torres entregou as senhas do seu telefone, senhas do seu e-mail, para demonstrar boa-fé”, declarou.
A mansão no sul da Bahia onde Luiz Inácio Lula da Silva descansou logo após derrotar Jair Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais é um luxo para poucos — pouquíssimos, na verdade. A propriedade à beira-mar pertence à família Carletto, que tem entre seus integrantes um deputado federal do Centrão — Ronaldo Carletto, do PP baiano –, e não costuma ser alugada ao longo do ano.
Para o próximo réveillon, porém, o clã autorizou corretores da região acostumados a lidar com clientes endinheirados a negociar o aluguel por temporada, e a pedida é de assustar: nada menos que R$ 600 mil por apenas dez dias de hospedagem. Sim, você não leu errado: R$ 600 mil.
A casa fica na paradisíaca Praia do Satu, na região de Caraíva, a pouco mais de 60 quilômetros ao sul da cidade de Porto Seguro, pelo caminho mais curto. O imóvel, encravado no alto de uma encosta, passou por uma boa reforma recentemente, pouco antes de hospedar o presidente eleito e sua esposa, a socióloga Rosângela da Silva, a Janja.
A propriedade conta com dez bangalôs privativos, sauna e ofurô. Como parte da área de lazer, há ainda um deck imenso, com piscina, espaço gourmet e vista privilegiada do mar. Segundo os corretores, é possível regatear o preço. A pedida é de R$ 600 mil, mas eles dizem que com algum esforço dá para convencer os proprietários a fechar a temporada de dez dias no Ano Novo por R$ 550 mil.
Lula viajou para o sul da Bahia na terça-feira seguinte ao segundo turno. Ele retornou para São Paulo no sábado.
Qual é o problema sobre o valor das diárias meu Deus o homem é rico milionário vai quem pode quem não pode se sacode.
Certíssimo ou você queria que ele viesse para a praia do meio passar o dia de descanso
Pão e circo para o povo!! Acho que já li isso e algum livro de história! O povo merece, ta pouco. Parabéns presidente lula, exemplo de humildade, aliás, todos do PT.
Precisa não, o rabinho tá cheio desde os tempos de Petrobrás, BNDES, Correios, BNB, CEF e …..
Ele fez um crédito igual a oas, Jbs, Andrade gutierre, odebresh, e outras empreiteiras fizeram na gestão passada do lula, quando fizeram reformas milionárias no sítio, triplex, instituto lula, e presentes de convênio de bilhões com lulinha, pra ele limpar merda de elefante, além de bancar fraude de eleições e reeleições do membros da quadrilha. É só por isso que a miséria cresce nesse país de idiotas
Por 10 dias?
Tá caro, mas Broxonaro gastou bem mais que isso nas fracassadas motociatas, lachaciatas, cornociatas…etc…
Esse home ainda estar de luto, chora não BB, mais se chorar a mamadeira estar cheia aqui. Chegue cair de boca! Kkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkk
Com certeza ele não pagou um centavo. Todos os amigos doam sítios, terrenos, apartamentos, dinheiro, mas nenhum conquista a amizade do Ex-tudo. Na primeira encrenca ela abandona os amigos e deixa que se afoguem. Onde estão Bumlai, Zé Dirceu, Paulo Roberto, Cerveró, Delúbio, Rose Noronha, Palocci, Celso Daniel….etc?????? Agora é outra trouxe. Tomara que ele confie bastante no Alckimin. 🤣🤣🤣🤣🤣
A noite desta quarta-feira (19) foi marcada pelo entusiasmo e pela união dos apoiadores da Chapa 1 – Para Seguir Avançando com Você, liderada pelo cardiologista Ricardo Queiroz, candidato à presidência da Unimed Natal. O lançamento oficial da chapa, realizado no Versailles, em Capim Macio, reuniu mais de 300 médicos, que tiveram a oportunidade de conhecer de perto as principais propostas do grupo.
Compõem a Chapa 1 os médicos: Emerson Oliveira (neurocirurgião), candidato a vice-presidente; Flávio Cunha Medeiros (radiologista); Perpétuo Nogueira (ginecologista); Fábio Freire (ortopedista); Sulene Cunha (oncologista); Gustavo Mafaldo (ginecologista); Hylas Costa (cirurgião torácico); e o atual presidente da cooperativa médica, Fernando Pinto.
Em seu discurso de apoio à Chapa 1, Dr. Fernando Pinto reforçou o espírito de parceria do grupo e convocou todos os cooperados a caminharem juntos rumo à vitória: “Contamos com cada um de vocês, médicos cooperados, para que possamos seguir fortalecendo a nossa Unimed Natal, mantendo-a firme, inovadora e em constante avanço.”
Candidato à presidência da cooperativa, Ricardo Queiroz afirmou em seu discurso: “A eleição não é apenas sobre escolher um presidente, é sobre escolher o futuro da nossa cooperativa. Queremos avançar na direção única de uma cooperativa ainda mais forte, mais ativa e mais preparada para os desafios do futuro. Unidos, venceremos essa eleição.”
O candidato a vice-presidente, Dr. Emerson Oliveira, finalizou os discursos da noite com uma mensagem para os cooperados e clientes: “Que a Unimed cresça e entregue ao beneficiário uma rede de qualidade e ampla, e ao cooperado, uma empresa sólida.”
A eleição para a escolha da nova diretoria da Unimed Natal está marcada para o dia 31 de março.
A Advocacia-Geral da União (AGU) vai atuar na defesa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, contra as sanções aplicadas pelo governo de Donald Trump por meio da Lei Magnitsky.
A estratégia jurídica ainda vai ser definida, mas, neste momento, são dois caminhos principais em avaliação pela AGU, Palácio do Planalto e pelos ministros do STF: acionar a Justiça americana e/ou recorrer a organismos internacionais para questionar a legalidade da aplicação da sanção a Moraes.
Na prática, Moraes virou “cliente” do governo federal, uma situação inédita provocada pela decisão sui generis da Casa Branca de aplicar a Magnitsky com motivações políticas.
As estratégias já estão sendo discutidas pela AGU com Lula e seus auxiliares e também com os ministros da Suprema Corte, mas a definição só ocorrerá após conversa entre Moraes e o advogado-geral da União, Jorge Messias.
Segundo reportagem da “Folha de S. Paulo”, a AGU estuda contratar um escritório de advocacia nos Estados Unidos. O blog confirmou com auxiliares de Lula e com o Itamaraty que esse é um caminho provável.
A AGU e o Itamaraty já tinham levantado a possibilidade de contratar um escritório de advocacia nos EUA no início do ano, quando Moraes foi processado na Justiça da Flórida pelo grupo de mídia de Trump, a Trump Media & Technology, junto com a plataforma Rumble. Moraes havia determinado o bloqueio da plataforma, por se recusar a cumprir decisões judiciais no Brasil.
A avaliação do governo é que a aplicação da Magnitsky contra Moraes não se trata de uma medida contra alguém individualmente, e sim de um ataque à soberania do país. Nesse sentido, cabe à AGU atuar na defesa do magistrado no exterior.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (7), um informe de segurança alertando sobre os riscos à saúde e aos cabelos relacionados ao uso de alisantes capilares, especialmente os que contêm substâncias proibidas, como o formol, ou formaldeído, e o ácido glioxílico. Os produtos irregulares podem causar desde irritações na pele até problemas respiratórios e danos irreversíveis à estrutura capilar.
O documento destaca que, atualmente, o formol é permitido em produtos cosméticos no Brasil apenas como conservante, em concentrações de até 0,2%, e como endurecedor de unhas, até 5%. Seu uso como agente alisante é proibido e representa sérios riscos à saúde.
A Anvisa chama a atenção que “o ácido glioxílico, também proibido para essa finalidade, pode causar severos danos quando aquecido, sendo especialmente perigoso quando combinado com outros procedimentos, como a descoloração dos fios capilares”.
O informe traz orientações detalhadas para consumidores e profissionais de salões de beleza:
consumidores devem verificar se o produto é regularizado junto à Anvisa;
evitar produtos sem rótulo ou com promessas enganosas;
seguir corretamente as instruções de uso;
ficar atento a sinais como coceira, ardência ou dificuldades respiratórias.
Os profissionais devem utilizar apenas produtos regularizados e devem recusar o uso de substâncias proibidas, mesmo que a pedido do cliente. A Anvisa alerta ainda que os profissionais adotem medidas de proteção individual e mantenham os ambientes ventilados.
A Anvisa esclarece também que “a adição de formol a cosméticos é considerada infração sanitária grave e pode configurar crime hediondo, conforme o artigo 273 do Código Penal”.
A agência reforça a importância do monitoramento e da avaliação de produtos cosméticos após a sua comercialização para prevenir riscos e proteger a saúde pública.
A Justiça americana divulgou, nesta segunda-feira, 15, estar à procura da brasileira Patrícia Lelis, acusada de se passar falsamente por advogada de imigração e aplicar golpes no montante de US$ 700 mil – o equivalente a mais de R$ 3,4 milhões. A divulgação da investigação foi procedida por um pedido para que quem saiba o paradeiro da brasileira que entre em contato com o FBI.
Segundo a acusação, Patrícia, que era moradora de Arlington, no Texas, se passava por uma advogada de imigração capaz de ajudar clientes estrangeiros a obter vistos E-2 e EB-5 para os Estados Unidos. O programa EB-5 costuma ser chamado de programa de visto para investidores, porque proporciona residência permanente legal e possível cidadania, se um cidadão estrangeiro investir fundos substanciais – normalmente, um mínimo de 1 milhão de dólares – em grandes empresas que gerem emprego nos EUA.
De acordo com a acusação, em 22 de setembro de 2021, Patrícia Lelis enviou um contrato a uma vítima que buscava ajuda na obtenção de vistos EB-5 para seus pais. A vítima fez dois pagamentos iniciais, totalizando mais de US$ 135.000, com base na declaração de Lelis de que o dinheiro estava indo para um projeto de desenvolvimento imobiliário no Texas que se qualificava para o programa de vistos para investidores.
Porém, em vez disso, o dinheiro da vítima teria ido para a conta bancária pessoal de Lelis. Ainda segundo a acusação, em vez de investir o dinheiro conforme prometido, Patrícia Lelis supostamente o usou para pagar a entrada de sua casa em Arlington, reformas de banheiros e outras despesas pessoais, como dívidas de cartão de crédito.
A grife australiana de moda íntima Bonds, marca do Pacific Brands Underwear Group, inovou ao usar dois modelos não binários para anunciar um novo conjunto de calcinha e sutiã.
A iniciativa, porém, provocou muitos protestos, incluindo de clientes frequentes da Bonds, que prometeram boicotar a grife. O caso se soma a um episódio envolvendo a Moana Bikini, de propriedade da influenciadora australiana de positividade corporal Karina Irby, que usou um modelo masculino para promover um maiô bem cavado da sua coleção.
O conjunto Retro Rib Seamless Tonal Hi Bikini faz parte da linha Pride 2024. A coleção está alinhada com uma campanha do Orgulho que apresenta modelos transgêneros, drag queens, bem como pessoas que se identificam como gays, bissexuais e pansexuais.
Porém, para muitas pessoas, a Bonds “exagerou” ao usar Mikey, um modelo de 1,99 m de altura e barba para promover uma calcinha e um sutiã. Internautas se disseram incomodados com o “volume” na peça de baixo.
“Mais uma empresa da qual nunca mais comprarei”, escreveu um usuário do X (antigo Twitter).
“Que vá à falência!”, protestou outro.
“Eu costumava comprar peças, mas não farei mais isso. Ver um homem vestindo roupas femininas é seriamente desanimador”, postou uma crítica.
Porém, para muitas pessoas, a Bonds “exagerou” ao usar Mikey, um modelo de 1,99 m de altura e barba para promover uma calcinha e um sutiã. Internautas se disseram incomodados com o “volume” na peça de baixo.
“Mais uma empresa da qual nunca mais comprarei”, escreveu um usuário do X (antigo Twitter).
“Que vá à falência!”, protestou outro.
“Eu costumava comprar peças, mas não farei mais isso. Ver um homem vestindo roupas femininas é seriamente desanimador”, postou uma crítica.
Promotores do Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo têm em mãos mensagens, contratos e o depoimento do empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, de 38 anos, que acusa dirigentes ligados a empresas que cuidam da carreira de jogadores de futebol de lavar dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Os crimes investigados por enquanto não têm relação com atletas, cartolas e clubes, mas o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apura se a origem dos recursos para a negociação de atletas foi o tráfico de drogas.
No acordo de delação, Gritzbach trata da atuação do empresário de futebol Danilo Lima de Oliveira, o Tripa, da Lion Soccer Sports. Ele ainda teria participação na UJ Football Talent. Outro empresário apontado pelo delator como relacionado à lavagem de dinheiro do PCC é Rafael Maeda Pires, o Japa do PCC, que teria participado do cotidiano das decisões da FFP Agency Ltda, do empresário Felipe D’Emílio Paiva, até ser assassinado no ano passado. Procuradas, a FFP disse não ter conhecimento da delação e a Lion não foi localizada.
As três empresas investigadas são nomes de porte nesse segmento que agenciam ou já agenciaram jogadores como Emerson Royal (atualmente no Milan), Eder Militão, (Real Madrid), Du Queiroz (ex-Corinthians e agora no Grêmio) e Igor Formiga (também ex-Corinthians e agora defendendo o Novorizontino). São citados ainda na investigação do MPE Gustavo Scarpa (Atlético-MG), Felipe Negrucci e Caio Matheus (ambos da base do São Paulo), Marcio Bambu (aposentado), Guilherme Biro (Corinthians) e Murillo (ex-zagueiro do time do Parque São Jorge e hoje no Nottingham Forest, da Inglaterra). Todos eles aparecem nas páginas oficiais das duas empresas investigadas como sendo clientes ou ex-clientes.
Gritzbach, o empresário delator, está no centro de uma das maiores investigações feitas até hoje sobre a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas em São Paulo, envolvendo os negócios da facção paulista na região do Tatuapé, bairro da zona leste paulistana. Acusado pelo PCC de ter dado um desfalque de R$ 100 milhões em bitcoins nas finanças da facção, Gritzbach resolveu apresentar sua versão sobre os negócios do crime organizado no futebol ao assinar um acordo de delação premiada com o Gaeco. Um de seus anexos é o chamado PCC Futebol Clube. A delação foi proposta pela defesa em setembro de 2023. O Gaeco concordou com a delação e o acordo homologado pela Justiça em abril de 2024.
Já a FFP Agency Ltda., a outra empresa apontada pelo delator como relacionada aos acusados de lavar de dinheiro do PCC, agencia, segundo os dados do acordo de delação com o Ministério Público, os jogadores Caio Matheus, Felipe Negrucci, Du Queiroz e Igor Formiga. Como prova da ligação da empresa com integrantes do PCC, o delator entregou cópias de conversas de WhatsApp do empresário Felipe D’Emílio Paiva com Rafael Maeda Pires, o Japa do PCC, um dos homens fortes da facção, encontrado morto na garagem de um prédio no Tatuapé em 2023. Gritzbach afirmou que conheceu Maeda como piloto de fórmula HB20 e vendedor de carros.
Ao Estadão, A FFP disse que “não tem conhecimento da alegada delação” e que “todas as transações realizadas são pautadas na transparência e na legalidade”.
Nas conversas, Maeda e Felipe tratam da contratação de jogadores e da assinatura de contratos, além de pagamentos em real e euro. Filipe Tancredi, outro sócio da FFP, menciona o desejo de ter como cliente o zagueiro Bremer, na época no Torino e hoje na Juventus. O atleta, porém, não assinou contrato com a agência. Ele é agenciado por outra empresa.
Há fotos de jogadores e de montes de dinheiro. Existem ainda menções sobre negociações de atletas com o ex-presidente do Corinthians Duílio Monteiro Alves e com o ex-técnico do sub-20 do time, o ex-jogador Danilo, a quem pediriam referência sobre atletas.
Ao Estadão, por meio de sua assessoria, Duílio afirmou que “nunca manteve relação pessoal nem comercial com Japa”. Também disse não ter trocado mensagens com Japa. O dirigente alegou que, por ter sido presidente do Corinthians, um dos maiores clubes do País, era normal que seu nome fosse citado muitas vezes em negociações de atletas.
O Corinthians disse que recebeu “com enorme surpresa a notícia da possibilidade de atletas supostamente agenciados por integrantes do crime organizado terem formalizado contratos com o clube” e ressaltou que tais contratos teriam sido celebrados anteriormente à gestão atual. O clube também afirmou que está “à disposição para fornecer quaisquer documentos que as autoridades reputem importantes e, também, prestar qualquer esclarecimento necessário à completa apuração dos fatos”.
O Estadão tentou contato com Danilo, ex-camisa 10 do Corinthians e então técnico do sub-20 do clube, mas até a manhã desta terça-feira não obteve retorno. Caso isso venha a ocorrer, a matéria será imediatamente atualizada.
O Estadão procurou São Paulo, Grêmio, Novorizontino e Atlético-MG. Os tricolores paulista e gaúcho afirmaram que não vão se posicionar, enquanto os outros dois clubes até as 21h15 não haviam dado retorno. Também entrou em contato com Real Madrid, Milan, Juventus e Nottingham Forest, mas devido ao fuso horário na Europa o expediente já tinha sido encerrado. Caso os clubes se manifestem sobre a delação envolvendo empresas que agenciam ou agenciaram seus atletas, as informações serão imediatamente acrescentadas à reportagem.
Por fim, Gritzbach entregou aos investigadores comprovantes de pagamentos feitos pela FFP para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para mostrar que Maeda tinha conhecimento do cotidiano da empresa. Para ter licença da Fifa e poder operar no Brasil, um agente de jogador ou dono de empresa que agencia atletas tem de pagar R$ 8 mil – uma única vez – e R$ 250 a cada atleta registrado.
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