Economia

‘Inflação da guerra’ vai elevar preços e reduzir produção de frango, além de encarecer passagens aéreas e carros

Foto: Divulgação

O choque inflacionário iminente provocado pela disparada do preço do petróleo e de alimentos no mercado internacional, consequência direta da invasão da Ucrânia pela Rússia, chega ao Brasil.

O país já vinha sofrendo pressões com o aumento da conta de luz em razão da crise hídrica e escassez de matérias-primas, como semicondutores. Parte disso, em especial o último fator, permanece.

O conflito no na Europa adiciona novos elementos: elevou as cotações de grãos, como o milho e o trigo, e tornou a cotação do petróleo ainda mais volátil. O barril do tipo Brent fechou a sexta-feira cotado a US$ 112,42, mas durante a semana encostou em US$ 140, próximo da máxima histórica.

Esse cenário já causa por aqui um efeito cascata que afeta os preços desde itens básicos do dia a dia até os sonhos de consumo típicos da classe média: vai da alta da gasolina, passando pelo reajuste dos preços das carnes de frango e suína, à falta de material para a produção de automóveis.

A carne de aves e suínos ficará mais cara porque os animais são alimentados com milho e farelo de soja. Com frete e grãos mais caros, os alimentos in natura, de modo geral, devem encarecer. O preço do ovo, alternativa de fonte de proteína mais comum em momentos de custo elevado da carne, também deve subir.

Renda não acompanha

A Ucrânia também é uma importante produtora de milho. O país e a Rússia respondem por cerca de 20% das exportações globais do grão.

O conflito deve comprometer o plantio da safra, especialmente no país invadido pelas tropas do governo do presidente russo Vladimir Putin. Por isso, a quebra da produção já é dada como certa. A safra na região é anual, diz Leonardo Alencar, líder de Agro da corretora XP, diferentemente do Brasil, que tem duas safras ao ano.

Passageiro pagará mais pelo bilhete e terá menos opções de voos

Na montanha-russa que virou a economia mundial, o setor aéreo é o primeiro carrinho e sente antes quedas bruscas, diz o presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier.

A alta dos preços de combustíveis já trouxe inevitáveis aumento das passagens aéreas e redução da oferta de voos, uma vez que o querosene de aviação (QAV) é o principal custo das linhas aéreas.

Mesmo com contratos de fornecimento de combustível de longo prazo, as companhias aéreas têm reajustes frequentes de preço que acompanham a cotação internacional, diz Cadier.

Montadoras vão amargar falta de insumos, e frete ficará mais caro

A guerra na Ucrânia já compromete a indústria automotiva mundial e, segundo fontes do setor, logo a falta de peças, os atrasos na entrega e o aumento dos preços de fretes e veículos vão ecoar no Brasil. Além do salto nas cotações das commodities, Rússia e Ucrânia produzem insumos essenciais para autopeças.

A Rússia é a maior produtora de paládio, metal aplicado em catalisadores, parte dos sistemas de escapamento dos veículos. Em 2021, a russa Nornickel respondeu por 40% da produção global. Já a Ucrânia produz gás neônio, usado em semicondutores.

Com informações de O Globo

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Finanças

Declarações do Imposto de Renda na malha fina chegam a 1,03 milhão

Foto: Marcelo Camargo

Pouco mais de 1 milhão de contribuintes caíram na malha fina do Imposto de Renda neste ano, divulgou hoje (22) a Receita Federal. Um total de 1.032.279 declarações do Imposto de Renda foram retidas. O número equivale a 2,7% das 38.188.642 declarações do exercício de 2022 enviadas de março a setembro.

Do total de declarações retidas, 811.782 têm imposto a restituir, representando 78,6% do total incluído na malha fina. Outras 198.541 (19,2%) têm imposto a pagar e 21.956 (2,1%) estão com saldo zero (nem a pagar nem a restituir).

Segundo a Receita, a omissão de rendimentos foi o principal motivo para as declarações serem retidas, o equivalente a 41,9% dos casos. Entre os rendimentos não informados, estão salários, ações judiciais e rendimento de aluguel. Em segundo lugar, com 28,6%, estão problemas de dedução, como gastos médicos, contribuições para a previdência oficial ou previdência privada e pagamento de pensão alimentícia.

Divergências entre os valores de Imposto de Renda retidos na fonte e declarado pela pessoa física, além de outros itens relacionados a declaração, representam 21,9% das retenções. Outros 7,6% são motivados por deduções do imposto devido, recebimento de rendimentos acumulados e divergência de informação sobre pagamento de carnê-leão ou imposto complementar.

Retificação

Em setembro, a Receita está emitindo 444 mil correspondências para contribuintes com declarações na malha fina. O objetivo é avisar que, em caso de erro na declaração apresentada, este é o momento para autorregularizar a situação.

A Receita aconselha os contribuintes incluídos na malha fina a conferir o extrato, para verificar a pendência, e retificar a declaração. O extrato pode ser conferido no Centro de Atendimento Virtual (e-CAC) da Receita Federal. Para ter acesso ao site, o contribuinte deve informar ou o certificado digital (se tiver um), ou o login no Portal Gov.br ou digitar número do CPF/CNPJ, o código de acesso e a senha.

Ao entrar no e-CAC, o contribuinte deve clicar no link “Meu Imposto de Renda”, no lado esquerdo da tela. Em seguida, aparece uma linha do tempo com as últimas declarações entregues. Basta verificar a declaração de 2022 para conferir se o documento caiu na malha fina e o motivo da pendência.

O contribuinte tem então três opções para resolver o problema. Uma delas é fazer a correção por meio de uma declaração retificadora, sem multa ou penalidade. A declaração será processada e voltará para a fila de restituições, sendo paga no lote residual seguinte.

Caso o contribuinte seja intimado ou notificado pela Receita Federal, não será mais possível retificar a declaração. Nesse caso, é possível apresentar, de forma virtual, todos os comprovantes e documentos que atestam os valores declarados e apontados como pendência.

O Processo Digital para a Malha Fiscal deve ser aberto no site do e-CAC. Basta o contribuinte entrar no espaço “Onde encontro” e consultar o campo “Malha Fiscal – Atendimento”. Caso não queira enviar os documentos com antecedência, o contribuinte pode aguardar comunicado da Receita com o detalhamento dos documentos que precisam ser apresentados e um prazo de entrega.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Bem capaz de mesmo que esteja pagando o meu nome cai nessa malha kkkkkkkk, quem manda nem ser simpatizante do bebim.

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Informe Publicitário

Sicredi disponibiliza mais de R$ 6,8 milhões para o turismo no Nordeste

Foto: Divulgação

Não há dúvidas de que o setor de turismo está aos poucos voltando ao normal após serem retiradas as restrições causadas pela pandemia da Covid-19, principalmente na região Nordeste. Através da oferta de linhas de crédito, instituições financeiras estão auxiliando o setor na retomada da economia. Somente no primeiro semestre deste ano, o Sicredi já disponibilizou mais de R$ 6,8 milhões em crédito para o setor na região Nordeste, contemplando desde empresas de hospedagens, bares e restaurantes até transporte.

Entre os estados, a Paraíba lidera o número de investimentos, com mais de R$ 4,2 milhões investidos; em segundo aparece o Rio Grande do Norte, com R$ 1,1 milhões destinados ao setor. Em terceiro, o Ceará, com R$ 388 mil, seguido por Pernambuco com mais R$ 322 mil. De acordo com o consultor de Negócios da Central Sicredi Norte/Nordeste, Marcos Barbosa, com a retomada da vida normal, pós-pandemia, a expectativa é que o setor volte a crescer e se desenvolver acompanhando todo potencial que a região tem para essa atividade, beneficiando desde o microempreendedor até as grandes empresas do turismo.

“O Turismo é uma das vocações da região Nordeste que já vem sendo trabalhada e hoje representa uma fonte de recursos muito importante, desde a geração de emprego e renda, bem como de cidadania, por meio do acesso a lazer e bem-estar. Nesse contexto, o Sicredi apoia diversos projetos ligados ao setor, concedendo crédito e fazendo o dinheiro girar na própria região”, afirma Marcos Barbosa.

Crescimento do turismo

No primeiro semestre de 2022, em todo o país, o setor cresceu 34% em relação ao mesmo período do ano passado, e o faturamento do segmento chegou a R$ 94 bilhões, segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em parceria com o Ministério do Turismo.

Em relação aos próximos meses, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que até o final do ano o setor ainda deve ter uma alta de 5,1% em relação a 2021. A análise é feita com base no cruzamento de informações da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando o potencial mensal de geração de receitas do setor.

Os números também mostram que, entre as regiões, o Nordeste se destaca no potencial de crescimento estando entre os sete destinos com maior procura pelos turistas e saindo na frente na recuperação do setor.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.200 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.

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Economia

Queda nos preços de alimentos e bebidas alivia a inflação para os mais pobres em agosto

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda referente a agosto manteve a tendência dos últimos meses, com taxas menores para as famílias de renda mais baixa. Os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgados nesta quinta-feira (14) mostram que, enquanto os preços dos bens e serviços consumidos pelo grupo de renda muito baixa avançaram, em média, 0,13% no mês, a variação média registrada no segmento de renda alta foi de 0,24%. A maior taxa de inflação foi observada entre as famílias de renda média-alta (0,32%)

No acumulado do ano até agosto, as famílias de renda muito baixa tiveram a menor taxa de inflação (2,32%), enquanto a maior variação ocorreu nos domicílios de renda alta (3,79%), conforme a tabela abaixo:

Na desagregação por grupos, o principal alívio inflacionário em agosto veio das deflações de “alimentos e bebidas”. A queda expressiva dos preços dos alimentos no domicílio possibilitou uma forte descompressão sobre os índices de inflação, sobretudo para as famílias com renda mais baixa, devido ao peso desses itens em suas cestas de consumo. As principais quedas de preços registradas no mês foram: tubérculos (-7,3%), carnes (-1,9%), aves e ovos (-2,6%) e leites e derivados (-1,4%). 

No grupo “habitação”, por sua vez, o reajuste de 4,6% das tarifas de energia elétrica ocasionou um impacto inflacionário mais forte para os segmentos de menor poder aquisitivo. Em relação ao grupo “transportes”, em que pese a alta de 1,2% da gasolina, que contribuiu especialmente para a inflação das classes de renda média, a queda de 11,7% nos preços das passagens aéreas, gerou alívio inflacionário para as famílias de renda alta. Os aumentos de 0,78% dos planos de saúde e de 0,81% dos artigos de higiene pessoal explicam a pressão exercida pelo grupo “saúde e cuidados pessoais”, em agosto. 

A comparação com agosto de 2022 mostra que, mesmo diante de uma trajetória mais benevolente dos alimentos (com queda de 1,26% neste ano, ante variação de 0,01%, em 2022), houve uma piora no comportamento da inflação para todas as faixas de renda no mês. Esse desempenho menos favorável da inflação corrente, em relação ao ano passado, foi significativamente pior para as faixas de renda mais elevadas, refletindo, em especial, o contraste entre o reajuste de 1,2% da gasolina em agosto de 2023 e a taxa bem menor no ano passado (-11,6%), possibilitada pela desoneração ocorrida no mesmo período de 2022.

Os dados acumulados em doze meses encerrados em agosto revelam que todas as classes de renda registraram aceleração em suas curvas de inflação. Em termos absolutos, as famílias de renda muito baixa são as que apresentam a menor taxa de variação no período (3,7%), enquanto a mais elevada está no segmento de renda alta (5,9%). A maior pressão inflacionária nos últimos doze meses reside no grupo “saúde e cuidados pessoais”, impactado pelos reajustes de 5,9% dos produtos farmacêuticos, de 10,2% dos artigos de higiene e de 13,7% dos planos de saúde.

Opinião dos leitores

  1. Triste denim país que gera deflação por causa da incapacidade da população de se alimentar. É a deflação de demanda. Quando começarem a impressão de papel moeda para financiar os gastos do governo, como fez a Argentina, teremos inflação de demanda, pelo excesso de fluxo monetário. Mas os encantados pelo 9 dedos apenas balançam a cabeça

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Geral

CASO EMILLY: Polícia Civil conclui investigação sobre assassinato de adolescente de 15 anos em Patu

Foto: Reprodução

A Polícia Civil finalizou, nesta segunda-feira (23), as investigações sobre o assassinato da adolescente Emilly Roniclésia Pinto Félix, de 15 anos, ocorrido em 2023, em Patu. O cunhado da vítima, Tallyson Vagner Dantas de Almeida, de 21 anos, foi apontado pela polícia como o principal suspeito de ter cometido o crime. A Polícia Civil investigava a participação de uma segunda pessoa na morte de Emilly, o que foi descartado após a conclusão das investigações.

O desaparecimento de Emilly foi notificado em 15 de julho de 2023. Dias depois, o corpo da adolescente foi encontrado carbonizado. Desde o início, as investigações indicaram que Tallyson teria cometido o crime. Na época, após ser apontado como principal suspeito do desaparecimento da menina, ele fugiu para a cidade de Mossoró e cometeu suicídio.

Segundo a polícia, a possibilidade de envolvimento de uma segunda pessoa no crime motivou a continuidade das investigações. Ao longo de mais de um ano, a autoridade policial responsável procedeu com uma série de diligências para confirmar ou afastar a participação deste segundo suspeito. Segundo o delegado Paulo Cesário, a participação desta segunda pessoa foi totalmente descartada, ficando claro que o crime foi cometido apenas por Tallyson.

Durante o inquérito, foram requisitadas diversas perícias essenciais para elucidação do caso, entre elas exames genéticos, análise de celulares e perícias de pesquisa de sangue humano. Além disso, foi utilizada a técnica de “mantrailing”, que consiste na busca e localização de pessoas específicas por meio do odor, com o auxílio de cães farejadores. A investigação também contou com a análise de imagens de câmeras de segurança, para verificar se houve manipulação dos registros, procedimento que exigiu a perícia de um DVR (Digital Video Recorder).

O tempo de conclusão do inquérito policial foi condicionado à espera pelos laudos periciais solicitados ao longo da investigação, com destaque para o laudo do DVR, que foi recebido recentemente e foi crucial para encerrar o processo investigativo.

Com a finalização do relatório conclusivo, a Polícia Civil remeteu o inquérito ao Poder Judiciário, que fará a análise final do caso.

O caso

De acordo com familiares, Emilly Roniclesia Porto Félix, de 15 anos, estava na casa onde mora, no bairro Fomento, e por volta das 20h saiu dizendo que iria encontrar a mãe na churrascaria.

Emilly não chegou ao local onde a mãe a esperava e não foi mais vista. No domingo (16) pela manhã, os familiares procuraram a delegacia da cidade para informar sobre o desaparecimento. Desde então, os familiares tentam localizar a adolescente e fazem buscas na região. O corpo da adolescente foi encontrado carbonizado no fim da manhã do dia 19 de julho de 2023 em Patu.

A polícia apontou Thallyson Vagner como principal suspeito de ter cometido o crime. Ele chegou a ser levado à delegacia para prestar depoimento, mas foi liberado devido à ausência de flagrante ou provas do envolvimento dele na morte da adolescente. Apesar do depoimento confuso na época, segundo o delegado, o suspeito não confessou ter matado Emilly.

Thallyson foi encontrado morto em uma pousada de Mossoró. Segundo a polícia, ele se matou. Ele teria sido a última pessoa que esteve na companhia da menor.

Fonte: 98Fm

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Brasil

Para delegada, suspeita de envenenar bolo no RS é assassina em série

 

Foto: Reprodução

A delegada responsável pela investigação do caso de envenenamento com arsênio de uma família que celebrava uma confraternização em Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul, quando consumiu o bolo envenenado, afirmou em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (10/11), que “há fortes indícios de que a suspeita tenha cometido outros envenenamentos a pessoas próximas”.

“Não temos dúvida de que era uma pessoa que praticava homicídios em série. Ela não foi descoberta durante muito tempo e apagava as provas que pudessem levar até ela”, afirmou a delegada Sabrina Deffente.

A suspeita é Deise Moura dos Anjos (imagem em destaque), que está presa.
O crime investigado resultou na morte de três familiares e na internação de outras quatro pessoas, incluindo a mulher que preparou o doce com farinha envenenada pela suspeita.
“Deise é tão dissimulada”

A delegada destaca que Deise começou a envenenar familiares, iniciando pelo assassinato do sogro em setembro de 2024. A partir dessa morte, também por envenenamento com arsênio, “ela tenta, de todas as formas, realizar a cremação do corpo do sogro, não conseguindo isso, ela constrói outros relatos para tentar encobrir a morte do sogro. Toda a investigação para nós foi uma surpresa”.

“A senhora Deise é tão dissimulada que, mesmo não tendo uma relação boa com a família do esposo, logo após adquirir o arsênio, ela dizia que estava com saudade da sogra, que queria ver ela, queria ficar com ela, quando ela iria aparecer”, destaca a delegada.

O delegado Marcos Veloso afirmou que a suspeita tem “uma postura fria, uma resposta sempre na boca da língua, muito tranquila, não raras vezes a conversa entre delegado e o investigado foi ouvida. Passou a ser até uma conversa, foram vários momentos que foram muito tranquilos”.

Relembre o caso

  • No dia 23 de dezembro de 2024, uma família celebrava uma confraternização em Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul, quando consumiu um bolo envenenado com arsênio;
  • O incidente resultou na morte de três familiares e na internação de outras quatro pessoas, incluindo a mulher que preparou o doce;
  • As irmãs Neuza Denize Silva dos Anjos, de 65 anos, e Maida Berenice Flores da Silva, de 59, morreram. A filha de Neuza, Tatiana Denize Silva dos Anjos, de 47, também faleceu;
  • Outras três pessoas foram hospitalizadas, inclusive uma criança, que já recebeu alta;
  • A irmã de Neuza e de Maida, Zeli Terezinha Silva do Anjos, de 61, foi quem preparou o bolo e levou para a confraternização em família;
  • As autoridades informaram que uma desavença familiar de mais de 20 anos entre a suspeita, Deise, e sua sogra, Zeli dos Anjos, pode ter motivado o crime;
  • Nos exames de sangue, urina e conteúdo estomacal das vítimas, foi detectada a presença de arsênio, uma substância extremamente tóxica que pode causar a morte;
  • O veneno foi colocado na farinha usada para preparar o bolo, intoxicando as vítimas;
  • O corpo do sogro de Deise, que morreu em setembro de 2024, foi exumado e a perícia descobriu que a causa da morte foi o consumo de arsênio.

Fonte: Metrópoles

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Diversos

Mulher ganha até R$ 47 mil para escolher nome de bebês para pais indecisos

Foto: reprodução/TikTok

Uma consultora profissional de nomes de bebês ganhou notoriedade ao revelar que recebe até US$ 10 mil (cerca de R$ 47,3 mil) para ajudar pais indecisos a encontrar o nome perfeito para seus filhos.

Segundo o jornal britânico “The Mirror”, Taylor Humphrey, 33, tornou-se bem sucedida em seu trabalho de atendimento às demandas de pais e mães, em sua maioria de primeira viagem, por meio de seu site What’s in a Baby Name (O que há em um nome de bebê), onde ela oferece “serviços de nomes sob medida” e “apoio perinatal”.

A assistência consiste em conversas individuais com os pais para ajudá-los a decidir sabiamente o nome certo da criança, além da realização de pesquisas genealógicas, caso sejam necessárias.

Atualmente, Taylor vive na Califórnia e em Nova York, nos Estados Unidos, se deslocando entre os dois locais para atender seus clientes. Em uma publicação na plataforma de vídeos TikTok, ela declarou que recebe entre US$ 1,5 mil e US$ 10 mil (equivalente a R$ 7,1 mil e R$ 47,3 mil) por trabalho.

Metodologia

Em seu site, a empreendedora explicou que a definição do nome de uma criança é uma tarefa mais complicada do que parece, especialmente porque, segundo ela, seu trabalho está amparado em conhecimentos da astrologia.

“Nossas escolhas – até mesmo os nomes que escolhemos para nossos bebês – têm significado cósmico”, defende Taylor. “As pequenas pessoas que trazemos ao mundo, a maneira como as criamos e moldamos, tudo isso é o presente que damos ao futuro. O que você escolhe trazer à luz? Que legado você está oferecendo aos nossos descendentes?”.

Para impulsionar seu negócio, Taylor investe nas intensamente na divulgação de seus supostos conhecimentos e de vários casos de antigos clientes nas redes sociais, principalmente o TikTok, onde conta com mais de 260 mil seguidores.

Graças a essa estratégia, sua consultoria se tornou mais acessível e muitas pessoas a procuram para pedir conselhos sobre nomes de bebês.

Em um vídeo, um seguidor perguntou se Emory Mackenzie seria um bom nome para seu filho, e Taylor analisou: “Eu amo essa combinação. Já estamos vendo um alerta de tendência de grandes nomes. Emory é o nome de uma escola de artes liberais realmente renomada, e estou descobrindo que muitos pais estão escolhendo esses grandes nomes de universidades particulares para seus bebês. Então fique atento a isso como uma tendência”.

A especialista também apresentou algumas sugestões de nomes ao filho do internauta, como Adler, Bryony, Carys, Fiona, Pippa, Aniston, Eliette e Carling.

Apesar do sucesso que vem fazendo com muitas famílias indecisas, vários internautas questionam o trabalho de Taylor e o custo-benefício de procurar sua assistência para resolver uma questão que, para eles, está longe de ser um bicho de sete cabeças.

“Eu perdi totalmente minha conexão com esse tipo de conteúdo”, comentou um usuário no Twitter. Outro brincou: “Isso deve ser uma daquelas coisas que gente muito rica faz quando não sabe mais em que gastar seu dinheiro”.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Só o que tem é milhões de nomes de bandido
    miserável de ruim e cruel nos presídios com nomes de Matheus, Felipe, Thiago, Pedro, Rafael, Gabriel, Igor, Jorge, Paulo, Marcelo, Anderson, Augusto, Bruno, Henrique, Heitor….etc, etc, nomes considerados bonitos e iluminados.

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Cidades

Anac e Zurich Airport firmam novo contrato de concessão para o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante

Foto: Rayane Mainara.

O novo contrato de concessão do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante foi assinado nessa terça-feira (12) entre a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Zurich Airport Internacional. A aprovação do edital de relicitação, inédita no país, ocorreu em fevereiro deste ano e a concessão tem duração de 30 anos. Todo o processo é fruto do esforço do Governo do Estado para fomentar o turismo e a economia do Rio Grande do Norte.

O leilão ocorreu em maio deste ano. A Zurich Airport Internacional arrematou a gestão do aeroporto pelo equivalente a R$ 320 milhões. Durante o processo, a governadora ressaltou as potencialidades do Estado no campo do Turismo, do avanço das energias renováveis; fruticultura; petróleo e gás; sal marinho; investimentos na infraestrutura rodoviária; na educação profissional e obras no novo Programa de Aceleração do Crescimento, com investimentos federais na duplicação BR-304, conclusão transposição de águas do Rio São Francisco, Porto Indústria Verde, entre outros. O aeroporto tem capacidade para receber seis milhões de passageiros por ano.

Um dos destaques é o novo centro de distribuição internacional dos Correios. O “Hub” será instalado no Aeroporto Internacional em São Gonçalo do Amarante e deverá ser a porta de entrada de pouco mais de 20% das encomendas importadas que chegam pela região Nordeste do Brasil.

“São muitos avanços para o nosso Rio Grande do Norte. E a assinatura é fruto de um diálogo constante para avançarmos cada vez mais. Todas essas transformações trazem empregos, desenvolvimento econômico e insere nosso estado no patamar internacional. O aeroporto é porta de entrada para a economia e este novo momento dialoga com todos os processos de desenvolvimento que estamos trabalhando dia após dia”, ressaltou a governadora Fátima Bezerra.

A Zurich Airport está presente em quatro outros aeroportos no Brasil. Tem participação no Aeroporto de Confins (MG) e opera os aeroportos de Macaé (RJ), Vitória (ES) e Florianópolis (SC).

A previsão do Governo Federal é de que a Zurich assuma a operação ainda em dezembro deste ano ou janeiro de 2024. Até lá a Anac e o Ministério dos Portos e Aeroportos trabalham nos trâmites burocráticos para efetivar a substituição. Na segunda quinzena deste mês, a governadora Fátima Bezerra e dirigentes da empresa estarão tratando deste assunto no Ministério dos Portos e Aeroportos, em Brasília/DF.

Entenda o processo de relicitação

O Aeroporto Aluízio Alves foi o primeiro a ser concedido à iniciativa privada, para o Consórcio Inframérica, formado pelo grupo Engevix e pelo argentino Corporación America, em 2011, dentro do programa federal de concessões aeroportuárias.

A adesão ao processo de relicitação é um ato voluntário e consiste na devolução amigável do ativo, seguida pela realização de leilão e a assinatura de contrato de concessão com a concessionária vencedora. O processo traz segurança jurídica aos contratos e permite a continuidade da prestação dos serviços.

A Zurich Airport arrematou, por 320 milhões, a concessão para administrar o aeroporto no leilão realizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em 19 de maio deste ano, com a presença do alto escalão do Governo do Rio Grande do Norte.

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Televisão

Investimento em meios digitais expõe crise de audiência da TV aberta

Foto: DuKai photographer/Getty Images

O primeiro trimestre de 2024 comprova uma tendência que vem sendo observada por especialistas do setor. Os meios digitais se tornaram os mais consumidos pelos brasileiros, aumentando a crise de audiência da TV aberta. Não à toa, os investimentos publicitários no Brasil acompanham a tendência e os investimentos na internet superam os feitos na televisão.

O movimento do mercado publicitário é reflexo da queda de popularidade das TVs e do aumento da penetração dos meios digitais. Dados do Ibope, de março de 2024, revelam que os meios digitais já representam cerca de 1/3 do consumo dos brasileiros. Para se ter ideia, o valor é um pouco superior aos 32% de share de audiência da TV Globo.

O YouTube lidera o ranking dos meios digitais com 18% da audiência. Em seguida, aparecem Netflix (4,7%) e TikTok (4,1%). Prime Video tem 0,9% e a PlutoTV, 0,3%.

De acordo com dados do Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário, em 2023, o volume de investimentos em digital aumentou 18%, chegando a R$ 35 bilhões. No mesmo período, a TV aberta registrou apenas 4,7%. Para especialistas, os números mostram que a internet já é hoje o meio mais atrativo para os investimentos em publicidade.

Crescimento do digital e crise no Ibope

Os números que comprovam o crescimento do digital entre os brasileiros foram estopim, inclusive, para a saída de Melissa Voguel do cargo de CEO do Kantar Ibope. A demissão foi motivada pela revolta das principais emissoras do Brasil contra a atualização da metodologia de medição da audiência, que incluiria os meios digitais.

Globo, Record, SBT e outros canais não concordaram com a nova política do Kantar Ibope Media, que levaria em conta a audiência meios digitais, como YouTube e Netflix. Esses players, que estão em expansão no Brasil, passariam a ter pontos de audiência exibidos nos relatérios da plataforma.

Como foi revelado pelo site Notícias da TV, a proposta encabeçada por Melissa era que o Kantar Ibope Media adotasse um modelo de parametrização da audiência que tratava de maneira semelhante TV aberta, TV fechada e streaming.

Emissoras defendem modelo defasado

As emissoras de TV, que enfrentam quedas constantes de audiência, passaram a atacar a nova metodologia do Kantar Ibope Media.

Os canais de televisão defendem que se mantenha o modelo atual. O sistema é considerado defasado, falho e superado por especialistas do setor.

A medição de audiência no Brasil, atualmente, leva em conta alguns parâmetros para estabelecer o quanto um canal é assistido. Considera-se, por exemplo, que cada aparelho de televisão é visto por 3 espectadores.

A métrica é tida como falha por quem acompanha as mudanças tecnológicas do setor. Afinal, a prática de se reunir em frente à TV é o retrato do período anterior aos streamings e aos celulares, que funcionam como telas individuais. É uma ilusão acreditar que, atualmente, em uma família composta, em média, por três pessoas todos assistam assistam o tempo todo ao mesmo programa.

Metrópoles

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Brasil

Anvisa proíbe venda de álcool líquido 70% a partir de 30 de abril

Foto: Marlon Tavoni/EPTV

O álcool líquido 70% não vai mais ser comercializado em supermercados e outros estabelecimentos no país a partir do dia 30 de abril.

A proibição é reflexo de uma determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que NÃO afeta a venda do álcool 70% em gel.

A comercialização do álcool líquido 70% era proibida há mais de 20 anos, por causa da sua alta inflamabilidade, mas foi flexibilizada pela agência com a pandemia da Covid-19.

Ao g1, a Anvisa informou em nota que essa liberação temporária permitiu a venda direta ao consumidor do álcool 70%, na forma líquida, até 31 de dezembro de 2023, mas que os estoques nas prateleiras podem acabar até o próximo dia 29 de abril.

“Reforça-se que há disponível no mercado álcool etílico 70% em outras formas físicas, como gel, lenço impregnado, aerossol. E, na forma líquida, há disponível álcool etílico em concentração inferior a 54º GL (cinquenta e quatro graus Gay Lussac)”, disse a agência.

A Anvisa reforçou ainda que além do álcool líquido 70%, os consumidores ainda têm diversas outras opções para limpeza disponíveis no mercado, como produtos desinfetantes que não contêm álcool, mas ainda são eficazes contra germes, incluindo o vírus da Covid-19.

Veja a nota da Anvisa, na íntegra:

A vedação da venda livre do álcool líquido com a concentração 70% foi determinada em 2002, pela Resolução – RDC nº 46/2002. Porém, em razão da pandemia de Covid-19 e da necessidade da maior oferta de produtos desinfetantes, a venda livre do álcool etílico 70% líquido foi permitida de forma excepcional.

Em 2022, a norma foi consolidada, sem alteração de mérito, em norma atual que dispõe sobre a industrialização, exposição à venda ou entrega ao consumo, em todas as suas fases, do álcool etílico hidratado em todas as graduações e do álcool etílico anidro, como produto destinado a limpeza de superfície, desinfecção e antissepsia da pele ou substância.

Após, com o objetivo de manter o produto disponível para o combate de novos casos de infecção pelo vírus COVID-19 (à época da sua edição) e, também, como possível agente de mitigação da transmissibilidade da MonkeyPox, a Resolução – RDC nº 766/2022 estabeleceu uma excepcionalidade temporária à regra vigente, permitindo a venda direta ao consumidor do álcool 70%, na forma física líquida, até 31/12/2023, com possibilidade de esgotamento dos estoques até 29/04/2024.

Reforça-se que há disponível no mercado álcool etílico 70% em outras formas físicas, como gel, lenço impregnado, aerossol. E, na forma líquida, há disponível álcool etílico em concentração inferior a 54º GL (cinquenta e quatro graus Gay Lussac).

Os consumidores podem lançar mão de produtos saneantes destinados à limpeza contendo tensoativos e outras substâncias capazes de remover sujidades. Também estão à disposição os saneantes com ação antimicrobiana, à base de outros componentes que não o álcool, da categoria Desinfetante para Uso Geral, que também inativam microrganismos prejudiciais à saúde como o SARS-CoV2 (causador da Covid-19).

G1

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Política

Descriminalização da maconha não pode ser feita por decisão judicial, diz Pacheco; STF analisa julgamento sobre o tema

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta terça-feira (23) que a descriminalização de determinadas drogas, como a maconha, não pode ser estabelecida por meio de decisão judicial. O debate, segundo ele, deve ser feito no “âmbito da política”.

Opinião dos leitores

  1. É óbvio que os deuses do Apocalipse irão atropelar a decisão do congresso descriminalizando o porte de drogas e o frouxo do Pacheco vai aceitar e ainda inventar uma desculpa.

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Geral

A Proel Engenharia e Housi Smart Living, parceria que irá Reinventar a Vida Urbana em Mossoró com Pioneirismo no Mercado Imobiliário

Foto: Divulgação

A cidade de Mossoró está no limiar de uma transformação habitacional graças à visão de futuro da Proel Engenharia e da Housi. Em uma união estratégica, as duas empresas estão trazendo para o coração do Rio Grande do Norte um novo conceito de moradia que promete redefinir a experiência de viver e interagir com o ambiente urbano.

Durante uma visita recente à São Paulo, Christiano Tito, fundador da PROEL Engenharia, teve um encontro com Alexandre Frenkel, o visionário por trás da Housi e especialista em tecnologias para habitação inteligente e serviços integrados. Juntos, eles estão lançando as bases para a introdução de um estilo de vida em Mossoró que, até então, era exclusivo dos grandes centros urbanos.

O objetivo da parceria é desenvolver um ambiente residencial que combine sofisticação e acessibilidade, atendendo às necessidades de uma sociedade cada vez mais interconectada.

Sarah Castreguini, gerente comercial expressou entusiasmo e confiança na colaboração com a Proel Engenharia: “Nos sentimos honrados em ter a PROEL como parceiro. Temos plena confiança na integridade da construtora para representar a nossa marca e tornar a parceria um sucesso”. Sua fala reforça a importância deste momento para ambas as empresas e para os futuros clientes HOUSI Mossoró.

A Economia Compartilhada Chega ao Setor Imobiliário

A economia compartilhada é um dos pilares dessa revolução habitacional. Em vez de cada morador ter que investir em bens de alto custo, o novo empreendimento oferece acesso a uma variedade de recursos compartilhados, carregador de carro elétrico, academias de última geração, espaços de coworking sofisticados e mini mercados inteligentes são apenas algumas das comodidades que estarão à disposição dos
residentes.

O compartilhamento não só facilita a vida dos moradores como também se alinha às práticas sustentáveis, reduzindo o consumo desnecessário e promovendo a utilização consciente dos recursos.

Um Marco para Mossoró
A parceria entre a Proel Engenharia e a Housi é mais do que uma promessa de inovação; é a concretização de uma visão de futuro que coloca Mossoró no mapa das cidades inteligentes do Brasil. A iniciativa é um convite para que os moradores da região experimentem uma nova maneira de viver, onde a conveniência, a segurança e a sustentabilidade são os alicerces de um lar verdadeiramente moderno.

Sobre a Proel Engenharia
Com mais de 25 anos, a Proel Engenharia é uma construtora reconhecida por seus projetos inovadores e compromisso com a qualidade. Sob a liderança de Cristiano Tito, a empresa tem se destacado por sua abordagem progressista no mercado imobiliário e da construção civil.
Para conhecer mais desse projeto clique no link e assista uma entrevista com os responsáveis pelo empreendedorismo.

Sobre a Housi
Lançada em 2019, a Housi é uma proptech que vem transformando a experiência de moradia por meio do conceito Smart living. Com o uso de tecnologia de ponta para criar residências inteligentes e conectadas a serviços e comodidades, a Housi tem como objetivo otimizar e desburocratizar a vida dos moradores por meio da integração de soluções digitais e automatizadas, oferecendo liberdade e economia de tempo. Para conhecer mais desse projeto clique no link https://youtu.be/oAOSw8JUdBg

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Geral

Rio Grande do Norte não registra casos de sarampo desde 2020

Foto: Reprodução

O Rio Grande do Norte está desde 2020 sem registrar nenhum caso de sarampo. A falta de ocorrências da doença tem sido fundamental para o sucesso das medidas de controle e redução do sarampo em todo o território nacional. Na última semana, o Brasil completou dois anos sem casos autóctones da doença, aproximando-se assim da retomada da certificação de ‘país livre de sarampo’, após ter deixado de ser considerado uma região endêmica no ano passado.

O Brasil já havia recebido o título de país livre da doença em 2016. No entanto, em 2018, o intenso fluxo migratório de países vizinhos, associado às baixas coberturas vacinais em vários municípios, permitiu a reintrodução do vírus em território nacional. Desde 2019, o número de casos de sarampo tem diminuído, caindo de 20.901 registros naquele ano para 41 casos em 2022. O último caso foi confirmado em 5 de junho de 2022, no Amapá.

No início de maio, o país recebeu a visita da Comissão Regional de Monitoramento e Reverificação da Eliminação do Sarampo, Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita na Região das Américas e do Secretariado da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) visando dar continuidade ao processo de recertificação do Brasil como livre da circulação de sarampo e com sustentabilidade da eliminação da rubéola e da síndrome da rubéola congênita (SRC).

Ainda neste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o aumento de casos da doença na Europa como “alarmante”. Foram mais de 58 mil infecções pelo vírus em 41 países ao longo de 2023, um aumento em relação aos últimos três anos.

“Para que o Brasil possa continuar sem casos, é fundamental alcançar coberturas vacinais de, no mínimo, 95% de forma homogênea, visando a proteção da nossa população diante da possibilidade de ocorrência de casos importados do vírus e reduzindo assim o risco de introdução da doença. Além do que, garante a segurança até mesmo das pessoas que não podem se vacinar”, explica o diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti.

Ele destaca, ainda, a importância da continuidade da estratégia de microplanejamento que, em 2023, repassou R$ 151 milhões para estados e municípios. O método, recomendado pela OMS, consiste em diversas atividades com foco na realidade local e em fortalecer e ampliar o acesso da população à vacinação, durante todo o ano.

Tríplice viral

A tríplice viral é uma das vacinas ofertadas no Calendário Nacional de Vacinação, cujo esquema vacinal corresponde a duas doses para pessoas de 12 meses até 29 anos, e uma dose para adultos de 30 a 59 anos. Esse imunizante protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola – três doenças altamente infecciosas que podem causar sequelas graves e foram responsáveis por epidemias no passado. A cobertura da primeira dose dessa vacina aumentou de 80,7% em 2022 para 87% em 2023. Os dados de 2023 ainda são preliminares e podem subir, já que alguns estados têm bases próprias e as atualizações podem demorar a chegar à rede nacional.

Fonte: Novo Notícias

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Geral

Haddad apresenta 25 prioridades do governo ao presidente da Câmara; veja lista

Foto: Wilton Júnior

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou um documento com as 25 prioridades da pasta para o biênio de 2025 e 2026 ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Os dois se reúnem nesta quarta-feira, 5, na presidência da Câmara.

A Fazenda divulgou o documento levado por Haddad a Motta. Antes de elencar as iniciativas prioritárias, o ministério destaca a parceria com o Congresso para a aprovação de propostas que permitiram a recomposição das bases de arrecadação tributária e as medidas que fortaleceram o arcabouço fiscal.

O documento também destaca o resultado primário obtido pelo governo e mostra peso das desonerações com folha de pagamento e o Programa Emergencial para Retomada do Setor de Eventos (Perse), que o governo pretende encerrar.

Também foi destacado que, com responsabilidade fiscal, é possível cuidar das camadas mais necessitadas da sociedade e obter bons resultados econômicos. Foram ressaltados os indicadores de famílias abaixo da linha da pobreza, que caiu para 27,4% em 2023 de 31,6% em 2022 e o mínimo histórico da população em situação de extrema pobreza, que foi de 4,4% em 2023. Haddad ainda destacou a expansão da renda do trabalho.

A lista de prioridades repete as propostas que já haviam sido apresentadas na reunião ministerial de janeiro e é dividida em três eixos: “estabilidade macroeconômica: política fiscal e justiça tributária”, “melhoria do ambiente de negócios” e “Novo Brasil: Plano de Transformação Ecológica”.

Confira a lista:

  1. Fortalecer o arcabouço fiscal, para assegurar a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), diminuir o desemprego e manter a inflação baixa e estabilizar a dívida pública;
  2. Iniciar a implantação da reforma tributária sobre o consumo;
  3. Regulamentar a reforma tributária: lei de gestão e administração do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), fundos e imposto seletivo;
  4. Reforma sobre a renda com isenção para quem ganha até R$ 5 mil e tributação sobre milionários;
  5. Limitação dos supersalários;
  6. Reforma da previdência dos militares;
  7. Projeto de lei da conformidade tributária e aduaneira, com valorização do bom contribuinte e responsabilização do devedor contumaz;
  8. Nova Lei de Falências;
  9. Fortalecimento da proteção a investidores no mercado de capitais;
  10. Consolidação legal das infraestruturas do mercado financeiro;
  11. Resolução bancária;
  12. Mercado de crédito: execução extrajudicial, consignado do E-social, uso de pagamentos eletrônicos como garantia para empresas e ampliação de garantias em operações de crédito (open asset)
  13. Regulamentação econômica das big techs;
  14. Modernização do marco legal de preços de medicamentos;
  15. Pé-de-Meia: permissão ao aluno investir em poupança ou títulos do Tesouro;
  16. Modernização do regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos e das parcerias público-privadas;
  17. Nova emissão de títulos sustentáveis para trazer recursos do fundo clima;
  18. Avanço na implementação do mercado de carbono, com governança e decreto regulamentador;
  19. Novos leilões do Ecoinvest;
  20. Compra pública com conteúdo nacional programa de desafios tecnológicos para a transformação ecológica;
  21. Estruturação do Fundo Internacional de Florestas;
  22. Conclusão da taxonomia sustentável brasileira;
  23. Política de atração de datacenter e marco legal da inteligência artificial;
  24. Plano Safra e Renovagro: aprimoramento dos critérios de sustentabilidade;
  25. Concluir o mapa e investimentos sustentáveis na BIP (Plataforma de Investimentos para a transformação Ecológica no Brasil).

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Ninguém fala em privatizar:
    Caixa,Banco do Brasil,Petrobras,Correios.
    Limitar salários e gastos dos 3 poderes,principalmente do Judiciário.

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Mundo

Confronto de Trump com a China se aprofunda, com holofotes na economia

Foto: REUTERS/Kevin Lamarque

Donald Trump está entrando em mais uma semana instável de guerras comerciais, enfrentando a necessidade de amenizar o conflito que iniciou com a China antes que cause danos profundos à economia americana.

O presidente chinês, Xi Jinping, rejeitou a pressão dos EUA para ligar Trump e buscar um “acordo”, após os Estados Unidos terem imposto tarifas de 145% sobre a superpotência, desencadeando um confronto direto há muito temido.

Apesar da incerteza, Trump está dando um show de satisfação com os conflitos que iniciou, e foi aplaudido de pé ao durante um evento do UFC na Flórida, na noite de sábado (12).

O presidente americano, que se autodenomina um lutador político por excelência, disse a repórteres que sua recepção foi “um tanto lendária” e mostrou que “estamos fazendo um bom trabalho”.

Mas o conflito do presidente com a China é um confronto real com riscos muito maiores. O impasse é tão sério que as economias dos EUA e da China estão intrinsecamente interligadas.

Os EUA dependem da China para eletrônicos de consumo; minerais de terras raras usados ​​na fabricação de veículos elétricos e para aplicações militares e robótica; produtos farmacêuticos usados ​​em medicamentos que salvam vidas; e itens básicos da vida diária, incluindo roupas e calçados.

As exportações americanas de produtos como soja e sorgo para a China são vitais para a os agricultores americanos, mas as tarifas impostas por ambos os lados são tão proibitivas que o comércio pode efetivamente parar.

Ambos os lados podem sofrer terrivelmente em uma guerra comercial generalizada, e os consumidores americanos podem ser afetados pela escassez e pela alta dos preços.

Alguns especialistas acreditam que a China, devido ao seu sistema autoritário de governo, estaria disposta a impor mais sofrimento à sua população para evitar perder o que poderia ser uma batalha decisiva com os EUA.

A capacidade de Trump de jogar a longo prazo foi questionada quando ele suspendeu as tarifas recíprocas sobre dezenas de países na semana passada por 90 dias, após as liquidações do mercado de títulos começarem a sugerir uma crise financeira em desenvolvimento.

Essa redução deve ter sido observada atentamente em Pequim. E, ao tentar aliviar uma situação delicada, Trump exacerbou outra — atacando a China com suas tarifas de 145%, em um aparente esforço para salvar a reputação.

À medida que o caos se agrava, a Casa Branca adicionou mais confusão na noite de sexta-feira (11), isentando as importações de smartphones e computadores fabricados na China da alíquota máxima, em um reconhecimento de que impostos altíssimos sobre esses itens poderiam prejudicar a indústria de tecnologia e os consumidores americanos.

No domingo (13), o governo insistiu que tais produtos ainda estariam sujeitos a novas tarifas em um nível mais baixo nas próximas semanas, levantando novas questões sobre suas posturas aparentemente não planejadas e precipitadas, que têm assustado repetidamente os mercados.

“NINGUÉM vai se livrar das balanças comerciais injustas e das barreiras tarifárias não monetárias que outros países usaram contra nós, especialmente a China, que, de longe, nos trata pior!”, comentou Donald Trump, em postagem no Truth Social.

“Não houve nenhuma ‘exceção’ tarifária anunciada na sexta-feira. Esses produtos estão sujeitos às tarifas de 20% para o fentanil existentes e estão apenas migrando para um ‘grupo’ tarifário diferente. As notícias falsas sabem disso, mas se recusam a noticiar”, acrescentou.

CNN

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Polícia

Operação Lei Seca registra aumento de 211% em prisões de motoristas por embriaguez ao volante em 2022

Foto: divulgação

A Operação Lei Seca prendeu de janeiro a setembro deste ano 211% motoristas a mais por embriaguez ao volante do que no mesmo período do ano passado no Rio Grande do Norte. Os dados são do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) e a maior parte desses casos aconteceu na capital Natal.

Ao todo, 106 motoristas foram presos pelo crime – em 2021 foram 34 neste mesmo período. O número dos primeiros nove meses de 2021 é menor do que apenas o do mês de setembro deste ano, em que a operação prendeu 36 pessoas por embriaguez ao volante.

“Uma série de fatores [explica o aumento], dentre os quais podemos destacar o incremento no número de operações, que tem sido feitos realmente em horários alternados e dias também em que as pessoas não esperam uma fiscalização, como segundas, terças e quartas”, explicou o major César Fagundes, comandante da Lei Seca no RN.

A operação mais recente aconteceu na madrugada de quinta-feira (29) e prendeu quatro motoristas durante uma blitz montada em frente ao cemitério do Alecrim, na Zona Leste de Natal.

“E se deve também ao fato de estarmos sendo mais criteriosos com aqueles que se recusam a realizar o teste de alcoolemia, posto que, no momento em que você se recusa, se tiver um conjunto de sinais que denotem uma alteração da capacidade psicomotora você também é passível de de ir pra delegacia”, explicou o comandante da Lei Seca no estado.

“Então, essa ideia de se recusar ao teste e ser sinônimo de multa tão somente já não é mais compatível. São inúmeros os casos em que os condutores se recusam a realizar o teste e nós estamos sim levando à delegacia para ser preso em flagrante”.

Autuações e penas

Os presos são autuados no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que trata de conduzir veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência.

A pena é de detenção de seis meses a três anos, sendo passível de fiança, além de multa e suspensão ou proibição de se obter habilitação para dirigir.

Além disso, a Operação Lei Seca também realizou 239 autuações administrativas a condutores por dirigirem sob efeito de álcool em setembro (entenda mais abaixo a diferença).

Outros casos registrados neste mês de setembro foram cinco procedimentos por porte de entorpecentes, recuperação de um veículo roubado, flagrante de cinco menores de idade ao volante e apreensão de uma arma de fogo ilegal.

Diferença: autuação administrativa x prisão

O que diferencia os casos de prisão e de autuação administrativa pelo consumo de bebida alcoólica associado à direção é a concentração de álcool no organismo do condutor, verificada pelo bafômetro.

Segundo a Resolução 432 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a infração administrativa é prevista para os motoristas flagrados com quantidade de 0,05 mg/l a 0,33 mg/l. A prisão por crime de embriaguez ao volante é para quem tiver concentração igual ou superior a 0,34 mg/l.

Mesmo que o condutor negue realizar o exame, os policiais também podem levá-lo à delegacia se constatarem visivelmente o estado de embriaguez.

g1-RN

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