A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que a conta de luz continuará sem cobrança extra em abril.
Agência manteve a bandeira tarifária verde para o próximo mês. Com isso, os consumidores brasileiros não vão pagar custos adicionais nas faturas de energia elétrica.
Volume de chuvas em março garantiu um nível satisfatório nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Esse cenário reflete uma geração favorável de energia no país.
Situação hídrica evita o uso intenso de usinas termelétricas. Essas usinas têm um custo de operação mais alto, o que encareceria a conta para o consumidor final.
Bandeira verde está em vigor desde o início do ano. O regime de chuvas se manteve em um patamar favorável durante todo o primeiro trimestre.
A Aneel reforça o pedido para o consumo responsável por parte da população. A agência afirma que a economia evita desperdícios e ajuda na sustentabilidade do setor elétrico brasileiro.
O Pix já proporcionou R$ 117 bilhões em economia direta para consumidores e empresas desde sua criação. Somente entre janeiro e setembro de 2025, a economia chegou a R$ 38,3 bilhões, ultrapassando o total registrado em todo o ano de 2024 (R$ 33 bilhões).
Segundo levantamento do Movimento Brasil Competitivo (MBC), o avanço é puxado por dois fatores: a forte redução no uso de TEDs e a migração acelerada das transações de pessoas para empresas (P2B) para o Pix, que tem custo bem menor que o débito.
A economia anual vem crescendo de forma consistente:
2021: R$ 11,9 bilhões
2022: R$ 18,2 bilhões
2023: R$ 24,6 bilhões
2025 (até setembro): R$ 38,3 bilhões — já perto do potencial máximo anual, estimado em R$ 40,1 bilhões, previsto originalmente apenas para 2030.
O MBC destaca que o ritmo acelerado mostra a força da adoção do Pix, mas também indica uma possível estabilização dos ganhos provenientes da substituição dos meios tradicionais.
Cada operação via Pix representa, em média, uma economia de R$ 0,60 para o sistema financeiro.
O cálculo compara quanto o país gastaria se TEDs e débitos continuassem predominantes, usando dados do Banco Central e séries acumuladas em 12 meses. O estudo foi liderado pelo economista Rodolpho Tobler, do MBC.
Nos países em que a religião islâmica é a oficial, o consumo de álcool não é liberado em qualquer lugar. Isso também vai valer para a Copa do Mundo do Catar, neste ano. Não será permitido o consumo de bebidas alcoólicas dentro dos estádios, apenas em locais previamente determinados, as fanzones.
Beber em locais públicos no Catar é crime, e ficar bêbado na rua é correr risco de prisão, em flagrante. Mas, para quem é maior de 21 anos, há alternativas para consumir cervejas, vinhos, destilados ou coquetéis alcoólicos em restaurantes ou bares que possuam uma licença oficial.
Por conta da maior quantidade de turistas, há planos de que, no período do Mundial de 2022, outras fanzones abram em alguns lugares turísticos mais centrais, como o Parque Al Bidda e o Souq Waqif, na região comercial mais popular da cidade.
Como o álcool é bastante taxado nesse país (como o cigarro, as bebidas estão incluídas no que eles chamam de “impostos do pecado”), esses locais em Doha cobram cerca de R$ 70 por uma garrafa de cerveja pequena.
Os brasileiros consumiram 14,3 bilhões de litros de cerveja em 2021, registrando um crescimento impressionante de 7,6% durante o ano. O consumo de cerveja não foi afetado pela pandemia, muito pelo contrário, continua a avançar no país.
O consumo de 14,3 bilhões de litros é o novo recorde no Brasil. Antes, a máxima tinha sido em 2014, ano em que o Brasil sediou a Copa do Mundo.
Naquela ocasião, a alta foi puxada pelo retorno do consumo fora de casa, que aumentou 9,2% em comparação com o primeiro ano da pandemia.
Devido à inflação, os brasileiros bebem ainda em pequenas doses ou em frequência abaixo do padrão em 2019.
Um estudo realizado por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo), da Fiocruz e da Universidad de Santiago de Chile, publicado no American Journal of Preventive Medicine, pela primeira vez calculou o número de mortes prematuras (de 30 a 69 anos) associadas ao consumo de ultraprocessados no Brasil: são aproximadamente 57 mil óbitos por ano, com base em dados de 2019.
Só para se ter uma ideia, isso é mais do que o total de homicídios no país no mesmo período —foram 45,5 mil em 2019, segundo o Atlas da Violência— e do que a soma de mortes ao ano por câncer de pulmão (28,6 mil) e de mama (18 mil), os dois tipos de tumores que mais matam no país, segundo dados do Inca (Instituto Nacional de Câncer).
Os ultraprocessados são formulações industriais feitas com partes de alimentos e que geralmente contêm aditivos sintetizados em laboratório, como corantes, conservantes e aromatizantes: são guloseimas industrializadas, salgadinhos de pacote, refrigerantes, pizzas congeladas, salsichas, nuggets etc.
Existe um conjunto crescente de pesquisas robustas apontando que o consumo desses produtos está relacionado ao aumento de peso e ao risco de várias doenças não transmissíveis, como diabetes, problemas cardiovasculares e câncer. Os autores do artigo partiram desse acúmulo de evidências para construir um modelo que leva em conta os riscos do consumo de ultraprocessados e os associa a mortes em geral.
Embora estudos de modelagem anteriores tenham estimado os impactos na saúde dos chamados “nutrientes críticos” —como sódio, gordura saturada e açúcar—, ainda não havia nenhum que calculasse as mortes prematuras atribuíveis ao consumo de ultraprocessados em geral.
“Isso é importante porque o problema não está apenas nos nutrientes críticos. Há vários mecanismos pelos quais os ultraprocessados podem afetar a saúde: há discussões sobre mudanças na absorção dos nutrientes, além de evidências de que os ultraprocessados têm mecanismos inflamatórios e de que estão relacionados a alterações na microbiota intestinal. E há também o que chamamos de neocontaminantes, já que tanto o processo de fabricação quanto as embalagens dos ultraprocessados podem gerar ou introduzir contaminantes químicos nos alimentos”, aponta Eduardo Nilson, pesquisador do Nupens (Núcleo de Pesquisas em Nutrição e Saúde) da USP e um dos autores do trabalho.
Nilson aponta ainda que, justamente pelo fato de os ultraprocessados afetarem o organismo de tantas formas, ele e seus colegas optaram por estimar as mortes por todas as causas —e não apenas por doenças determinadas. Quando ele diz que o modelo inclui mortes por todas as causas, são todas mesmo, inclusive as não naturais. Isso pode parecer estranho à primeira vista, mas o autor explica: “Essa é uma forma de dimensionar a carga total de determinado fator de risco —nesse caso, o consumo de ultraprocessados— nas mortes totais na população desta faixa etária.”
Segundo o pesquisador, se não existisse nenhum consumo desses produtos, é claro que ainda haveria muitas mortes, já que pessoas continuariam sofrendo acidentes, sendo vítimas de homicídio, tendo doenças infectocontagiosas e até mesmo desenvolvendo doenças crônicas não transmissíveis, pois há muitos outros fatores de risco para elas. “Mas a ideia do estudo foi justamente estimar, entre as mortes prematuras por todas as causas possíveis, quantas são associadas ao consumo de ultraprocessados, pois os riscos relativos utilizados nos cálculos incorporam isso”, afirma ele.
Às vésperas do Dia dos Namorados, muitos natalenses ainda estão se dirigindo aos grandes centros comerciais da capital em busca de opções para presentear e alternativas para comemorar, enquanto os lojistas vivem a expectativa de um aumento no faturamento. De acordo com uma estimativa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Rio Grande do Norte (Fecomércio), a data deve movimentar até R$ 412 milhões. O valor representa um aumento de 15,8%, em relação a 2023, quando foi esperado R$ 355,9 milhões.
Em um shopping localizado no bairro do Tirol, em Natal, os lojistas relatam um aumento de procura nos dias que se aproximam da comemoração. Fabiane Lacerda, 44 anos, é gerente de uma loja de bolsas, calçados e acessórios femininos, e menciona que mesmo sendo uma data fixa, os consumidores optam pelas compras de última hora e esperam um aquecimento das vendas durante a terça (11) e quarta-feira (12). “Nós nos preparamos ainda mais para esses dias, porque muitas pessoas trabalham durante o dia e optam por vir nos últimos momentos, principalmente à noite”, explica. A pesquisa da Fecomércio RN também aponta uma indecisão dos consumidores, onde 25,3% afirma que deve presentar para o Dia dos Namorados, mas ainda não decidiram o que comprar.
Adriano Guaraná, 47 anos, tem 18 anos de relacionamento com Roseli. Juntos, são pais de duas meninas, uma de 13 e outra de 10 anos. Mesmo casados, ele diz que não deixa de presentar a esposa e planeja um jantar especial, também com participação das filhas. “O importante é comemorar, independente do tempo e das companhias”, relata. Adriano ressalta que a troca de presentes é uma tradição entre o casal e neste ano pretende gastar em média R$1 mil.
Segundo o levantamento da Fecomércio RN, as intenções de compra registraram um aumento significativo em Natal, com 62,5% dos consumidores planejando adquirir presentes para a data, comparado aos 57,6% do ano anterior. A maioria dos consumidores que planejam ir às compras são homens (68,2%), e a faixa etária predominante é de 25 a 34 anos.
Três dos principais partidos do país, PSDB, Podemos e União Brasil gastaram cerca de R$ 15 milhões com pré-campanhas à Presidência da República que ficaram pelo caminho. Ao menos parte do dinheiro usado para custear atos de pré-campanha, propagandas e até salários dos pré-candidatos saiu do fundo partidário, abastecido com recursos públicos. Os números constam nas prestações de contas enviadas pelas legendas à Justiça Eleitoral.
A mais cara das empreitadas frustradas foi paga pela PSDB. O partido organizou eleições internas, as chamadas prévias, para escolher o nome que representaria a legenda na corrida ao Palácio do Planalto. Estavam na disputa os ex-governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS), além do ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio. Nesse processo foram consumidos R$ 12,2 milhões. O dinheiro foi usado para custear visitas dos pré-candidatos aos estados, debates internos e um evento com 700 filiados, além do sistema usado para garantir votação à distância.
Ao fim do processo que criou cizânias mal curadas até hoje, o vencedor das prévias, Doria, desistiu de disputar a Presidência da República. Ele recuou sob forte pressão de aliados, céticos com as suas chances de vitória. O tucano patinava no patamar dos 3% das intenções de voto nas pesquisas. Ao fim, o PSDB optou por apoiar a candidatura da senadora Simone Tebet, do MDB, ao Planalto.
Cada um dos três postulantes teve direito a R$ 4,2 milhões para pagar os custos de suas pré-campanhas nos estados. Dentre os gastos mais significativos, estão R$ 2,6 milhões desembolsados a empresas que desenvolveram uma ferramenta de votação online. A principal responsável pelo instrumento foi a Fundação de Apoio à Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que recebeu R$ 844 mil. A instituição foi o terceiro ente privado que mais recebeu dinheiro do PSDB em 2021, segundo o relatório entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Já o Podemos apostou no ex-ministro da Justiça Sergio Moro para disputar a Presidência. O partido bancou um endereço em São Paulo para abrigar a campanha, pagou salário fixo de R$ 22 mil por mês ao ex-juiz e manteve um marqueteiro à disposição dele. Só o evento de filiação de Moro custou em torno de R$ 200 mil. Já neste ano, o ex-juiz alegou desentendimentos internos e migrou para o União Brasil, pelo qual deverá concorrer ao Senado pelo Paraná. O prejuízo total da empreitada foi estimado em cerca de R$ 2 milhões.
O próprio União Brasil também deixou para trás uma pré-candidatura ao Executivo federal. O partido gastou cerca de R$ 1 milhão com dois eventos para lançar o nome do deputado Luciano Bivar (PE) ao Planalto — um em Brasília, com buffet à vontade, e outro em São Paulo, no Transamérica Expo Center, que contou com bateria de escola de samba. Só nas redes sociais, foram investidos cerca de R$ 88 mil com vídeos que mostravam a principal promessa de Bivar na pretensa campanha — a criação do imposto único. Bivar, porém, abandonou o projeto para se candidatar à reeleição na Câmara e, na semana passada, a legenda lançou a senadora Soraya Thronicke (MS) para a disputa presidencial.
Procurado, o PSDB informou em nota que as prévias trouxeram uma “série de efeitos positivos” à sigla, como “aproximação com os filiados e militância, ampla cobertura de mídia (que se fosse publicidade custaria dezenas de vezes o valor das prévias) e fortalecimento da democracia interna”.
Sem obstáculo legal
O Podemos declarou que a pré-candidatura de Moro já é “página virada” na sigla e que todos os gastos foram “devidamente comunicados” à Justiça Eleitoral.
O União Brasil, por sua vez, afirmou que os contratos firmados contemplam “todos os seus pré-candidatos e fazem parte da estratégia de torná-los mais conhecidos”. A sigla ainda disse que todos os serviços de publicidade, edição de vídeos e pesquisas contribuíram para “aumentar o nível de conhecimento sobre o União Brasil e seus pré-candidatos”.
Apesar dos custos elevados com pré-candidaturas que naufragaram, não há nenhum impedimento legal em um partido investir milhões em um projeto eleitoral que não prospera. Segundo a legislação eleitoral, a fiscalização sobre os gastos devem levar em conta se eles realmente foram feitos e relatados à Justiça.
MORO, futuro presidente do Brasil. Esses criminosos que roubam as riquezas do país, provocando aumento da miséria dos cidadãos, serão extirpados de vez, e as riquezas do país estará entregue na íntegra, sem roubo, aos brasileiros, os verdadeiros donos das riquezas da nação.
Os comerciantes da capital potiguar comemoraram a redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para 18% no Rio Grande do Norte a partir de 2024. Na última terça-feira (12), o projeto de lei do Governo do Estado que previa a manutenção da alíquota atual, de 20%, recebeu 14 votos contrários na Assembleia Legislativa e foi rejeitado na casa. Para as fontes ouvidas pela Tribuna do Norte, a redução vai estimular o consumo e permitir investimentos no comércio.
“Para nós que somos comerciantes, foi uma medida muito positiva porque, toda vez que um imposto aumenta, o poder de compra diminui. Temos uma carga tributária muito pesada, então, a população vai ganhar e o comércio também, uma vez que o Rio Grande do Norte vai conseguir atrair empresários de outros estados. E as empresas que estavam fugindo daqui, agora podem começar a retornar”, pontua Gustavo Freire, dono de uma loja de itens para cozinha, no Alecrim.
Para Elizânia Carvalho, gerente de uma loja de roupas infantis do bairro, a alíquota menor vai melhorar o preço das mercadorias, principal gargalo de 2023 para a franquia na qual ela atua. “Agora, a gente vai ter uma situação mais confortável, porque a compra de mercadorias passa a ser feita com melhores preços. Isso é bom para o empresário conseguir investir. Aqui na loja, o aumento da alíquota para 20% em 2023 pesou bastante, o que impactou na hora de comprar mercadoria. Então, de um modo geral, nossa expectativa é que a situação melhore”, detalha.
É óbvio Bruno!
Basta vê o faturamento da shoppee em outubro e depois que o sem vergonha do Lula e Addad taxaram as compras.
Caiu drasticamente, com isso o governo com certeza perdeu arrecadação.
As esse povo é burro, só consegue vê dinheiro com impostos nas alturas, não exergam e nem estimulam a produção.
Ou são muitos burros ou muitos perversos, ou ainda os dois.
O tal do cadu, virou a biruta, desaprendeu usando a cartilha do PT de Fátima Bezerra.
Virou ignorante.
Estou no supermercado esperando os empresários bonzinhos baixarem os preços dos produtos, tudo mentira essa campanha de redução do ICMS foi orquestrada para queimar mais ainda a Governadora, só isso.
empresário não tem pena de ninguém, veja os preços dos combustíveis que eles aumentaram sem motivo.
Graças à oposição a arrecadação do estado agora vai crescer bastante e assim terá condições de investir em várias áreas e melhorar a qualidade de vida do povo potiguar.
Maior balela será acreditar que os comerciantes/empresários vão baixar preços por causa da “baixa” do ICMS. É tipo acreditar em Papai Noel ou na existência de Curupira. O que vai acontecer e aumento de custo ao trabalhador. querem apostar? Vale um dindin de mangaba?
As famílias potiguares devem movimentar aproximadamente R$ 91,4 bilhões em bens de consumo em 2024, o que representa um crescimento de 6% no comércio do Rio Grande do Norte em comparação com o ano passado (R$ 86,2 bilhões). Os setores automotivo, de alimentação, de habitação, higiene e cuidados pessoais são os que possuem os maiores potenciais de consumo.
A conclusão é da Pesquisa Índice de Potencial de Consumo (IPC Maps), que se baseia na previsão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2%. Em todo o País, os consumidores deverão desembolsar R$ 7,3 trilhões, uma alta de 2,5%.
Em relação aos hábitos de consumo, a pesquisa verificou que as maiores despesas do potiguar serão com habitação (R$ 15,17 bilhões); alimentação no domicílio (R$ 10,60 bi); veículo próprio (R$ 9,47 bi) alimentação fora de casa (R$ 6,04 bi); higiene e cuidados pessoais (R$ 3,80 bi); plano de saúde e odontológico (R$ 3,06 bi); educação (R$ 2,38 bi); medicamentos (R$ 2,37 bi); vestuário confeccionado (R$ 2,35 bi); recreação e cultura (R$ 1,89 bi); e outras despesas (R$ 13,24 bi).
Segundo o Presidente Donald Trump, países estrangeiros e empresas internacionais estão absorvendo os custos da política tarifária dos Estados Unidos. Mas as evidências mostram que consumidores e as companhias americanas estão pagando caro pelas tarifas que a Casa Branca implementou como sua principal ferramenta política.
“Está provado que, mesmo neste estágio avançado, as tarifas não causaram inflação ou quaisquer outros problemas para a América, além de quantias massivas de dinheiro entrando nos cofres do nosso Tesouro”, publicou Trump em sua rede social, Truth Social, no início deste mês.
“Além disso, foi demonstrado que, na maior parte, os consumidores nem estão pagando essas tarifas. Os custos são principalmente de empresas e governos, muitos deles estrangeiros, que estão arcando com as contas”, completou.
Há um crescente conjunto de evidências que apontam o contrário: dados econômicos, pesquisas acadêmicas, despesas empresariais e experiências em primeira mão estão mostrando que, na verdade, são as empresas e os consumidores americanos que estão enfrentando custos cada vez mais altos devido às tarifas.
Espera-se que esse fardo se torne ainda mais pesado nos próximos meses — e, potencialmente, anos — conforme mais tarifas entram em vigor e outras se estabelecem profundamente nas cadeias de suprimentos.
Se os exportadores estrangeiros estivessem absorvendo os custos das tarifas, uma possível maneira de ver isso nos dados econômicos dos EUA seria através da redução dos preços de exportação pré-tarifa.
No entanto, dados dos últimos meses mostraram que os preços de importação (que excluem os custos de tarifas, seguros e transporte) permaneceram praticamente estáveis. Eles aumentaram 0,5% desde a eleição de novembro e 0,2% desde março.
“Um argumento que parecia plausível até recentemente era que os preços de importação haviam sido sustentados pelo estoque pré-tarifa na [última parte de 2024 e nos primeiros três meses de 2025], que viu as importações de mercadorias atingirem níveis recordes”, escreveram os economistas da Pantheon Samuel Tombs e Oliver Allen, em uma nota de 19 de agosto.
“Isso deixou os exportadores estrangeiros com muitos pedidos, fornecendo pouco incentivo para cortar preços. Mas os preços de importação permaneceram resilientes apesar das importações de mercadorias terem caído acentuadamente [no segundo trimestre], sugerindo que uma queda acentuada nos preços à frente é improvável.”
As festas de Carnaval prometem aquecer a economia brasileira em 2024, movimentando cerca de R$ 9 bilhões. Um dos principais contribuintes para o resultado será o mercado de bebidas, que irá aumentar as vendas no período. A estimativa, segundo a empresa Comtax, é que o consumo cresça 5% em relação a 2023, com faturamento de R$ 1 bilhão.
Marcelo Simões, Diretor de Operações e Cofundador da Comtax, explica que a projeção positiva acontece em meio ao maior consumo das famílias. Outro ponto importante é o aumento nas vendas no comércio varejista, uma vez que, para o período de Carnaval, grande parte das bebidas devem ser adquiridas em super e hiper mercados.
“Com a visualização do aumento do consumo familiar, o setor de bebidas terá um aumento significativo no recolhimento aos cofres públicos estaduais. Em relação aos tributos federais o aumento será proporcional ao aumento do faturamento”, diz Simões.
Além dos supermercados, o consumo de bebidas deve aumentar os lucros de bares e restaurantes. Uma projeção da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), por exemplo, mostra que os estabelecimentos devem faturar até 15% a mais do que no ano passado, com destaque para Salvador, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro.
Embora as bebidas alcoólicas estejam entre os itens mais consumidos, a associação chama a atenção para a procura de água e gelo durante os festejos, uma vez que a previsão para o Carnaval é de cerca de 30ºC. A orientação é que os estabelecimentos estejam bem abastecidos para receber a maior demanda de público no período.
Preocupado em alinhar valores sustentáveis, de acessibilidade e inclusão às demandas comerciais de suas marcas, o Grupo Morada lançou um aplicativo para celular que garante aos clientes experiências mais fáceis e rápidas no acesso aos produtos e serviços oferecidos pelo Morada da Paz, Morada da Paz Essencial e Morada da Paz Pet.
Lançado em outubro de 2023, o aplicativo está disponível para aparelhos que possuam configuração Android ou iOS e chegou aos consumidores como um agente facilitador: estão disponíveis boletos para pagamento de fatura, espaço para atualização de dados pessoais, canais diretos de comunicação, links para os serviços de apoio ao luto e muito mais.
Com apenas um clique, na seção “Perdi Alguém” o cliente terá acesso aos canais diretos de comunicação com a empresa para receber as orientações de como proceder. Enquanto na seção “Apoio ao Luto” encontrará conteúdos de apoio psicológico voltados para a vivência do luto, como a plataforma Morada do Cuidado e o grupo de escuta Chá da Saudade.
O aplicativo ainda permite homenagear pessoas queridas que faleceram, na seção “Quero Homenagear”, através da Floricultura Morada da Paz. “Nosso objetivo foi facilitar a vida dos nossos clientes, uma vez que as situações que envolvem o luto já exigem muito deles”, afirma o especialista em desenvolvimento do GrupoMorada, Manoel Lucas. “Acredito que a tecnologia pode ser uma aliada importante para a resolução das situações inerentes a este momento delicado”, complementa Manoel.
*Facilidade na emissão de 2a via de boletos*
O acesso aos boletos para pagamentos dos serviços utilizados também está garantido no aplicativo. Antes, a emissão de segunda via de boletos poderia ser realizada nos sites de cada marca do grupo, mas agora estão concentrados e são disponibilizados apenas pelo aplicativo, o que facilita o controle dos pagamentos e permite emissão de segunda via de forma mais fácil.
Quem tem celular Android, pode baixar o aplicativo na Play Store, acessando pelo próprio aparelho, ou clicando diretamente no link https://bit.ly/AppMoradaAndroid . Já quem possui iOS, pode acessar a Apple Store para baixar no celular ou no link https://apple.co/3uEdQk6 . O site ww.moradadapaz.com.br e o telefone 0800 123 4848 também permanecem disponíveis para atendimento e informações.
A inadimplência atingiu 68,1 milhões de consumidores em outubro, o que representa 41,2% dos brasileiros adultos, segundo a CNDL/SPC Brasil.
A faixa etária com o maior percentual de devedores é a de 30 a 39 anos (23,7%). De acordo com a estimativa, são 16,84 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores nesta faixa, ou seja, metade (49,6%) dos brasileiros desse grupo etário estão negativados.
A participação dos devedores por sexo é bem distribuída, sendo 51,21% mulheres e 48,79% homens.
Cada consumidor inadimplente devia em outubro, em média, R$ 4.425,73 a, em média, duas empresas.
Os dados mostram também que 30,9% tinham dívidas no valor de até R$ 500. Eram 15,6% com débitos acima de R$ 7.500.
Em relação ao setor credor, o que concentra a maior parte das dívidas é o de bancos, com 64,9% do total. Na sequência, aparece o comércio (10,5%) e água e luz com 10,4%.
Em termos regionais, o maior percentual de inadimplentes está no Centro‐Oeste, onde 44,5% da população adulta está incluída em cadastros de devedores. Por outro lado, a que tem o menor é a região Sul, onde 36,7% da população adulta está negativada.
Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que o consumo de cannabis entre meninas a partir de 14 anos e mulheres mais do que triplicou no Brasil. Entre adolescentes, a proporção passou de 2,1% para 7,9%, e entre mulheres adultas, de 3% para 10,6%, entre 2012 e 2023.
16,6% dos brasileiros já usaram cannabis ou derivados
A maconha segue como a droga ilícita mais consumida no país. 16,6% dos brasileiros já usaram cannabis ou derivados ao menos uma vez na vida — cerca de 28 milhões de pessoas. O uso recente também cresceu: de 2,8% para 6% no último ano analisado.
O fumo é a principal forma de consumo (90%), principalmente da maconha prensada. Cerca de 10% usam comestíveis, 4% vaporizadores e 17% misturam a droga com tabaco. Substâncias canabinoides sintéticas foram relatadas por 5,4% dos usuários, índice que sobe para 11,6% entre menores de 17 anos.
Consumo é maior entre meninas
O levantamento também aponta uma inversão no padrão por sexo. Antes mais comum entre meninos, o consumo passou a ser maior entre meninas, enquanto o uso entre adolescentes do sexo masculino caiu quase 60% no período.
Entre jovens de 14 a 17 anos, cerca de 1 milhão já usou cannabis alguma vez, e 500 mil relataram consumo recente. O estudo indica maior vulnerabilidade nessa faixa: 7,4% buscaram atendimento de emergência por uso da droga, contra 2,7% entre adultos. Além disso, 68% dos adolescentes dizem querer parar de usar, mas 43% afirmam não conseguir.
Os dados fazem parte do 3º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), com 16.608 entrevistados em todo o país, realizado em 2022 e 2023, em parceria com o Ministério da Justiça e a Ipsos.
O ministro Dias Toffoli, do STF, decidiu suspender em todo o Brasil todas as ações que pedem indenização por atraso ou cancelamento de voos quando as empresas alegam “força maior”, como mau tempo. Na prática, quem está com processo aberto contra companhias aéreas vai ter de esperar — e sem previsão de quando a Corte vai bater o martelo.
A decisão nasceu de um caso da Azul, condenada no Rio de Janeiro por danos morais e materiais após atrasar e alterar o voo de um passageiro. Toffoli alegou que o setor enfrenta uma enxurrada de ações e decisões conflitantes, o que, segundo ele, gera “insegurança jurídica”. Por isso, mandou paralisar tudo até que o STF decida se as companhias podem ou não ser responsabilizadas nesses casos.
O problema é que a decisão favorece diretamente as empresas, que seguem operando normalmente, enquanto os consumidores continuam no prejuízo — e sem saber quando (ou se) verão alguma indenização. A Corte não informou prazo para julgar o tema, o que significa que a novela deve se arrastar por meses.
Para quem vive na vida real, principalmente no Nordeste, onde atrasos e cancelamentos são rotina em períodos de chuva, a decisão cai como mais um presente do Judiciário para as grandes empresas — e mais um atraso para o passageiro brasileiro.
As empresas não entregam aquilo que prometem, com esse travamento os consumidores são prejudicados…. Direito do consumidor… Será que teve alguma venda de sentença?
O presidente Lula protagonizou declarações fortes nesta quinta-feira (26), durante evento da Caravana Federativa em Niterói. Ao comentar críticas sobre sua condição física, o petista disparou: “Treine, seu puto”, ao responder internautas que duvidaram de sua capacidade após um vídeo fazendo exercícios.
Lula também ironizou teorias conspiratórias que circulam nas redes sociais, segundo as quais ele teria “clones”. O presidente mencionou que já foi chamado até de “quarto clone” e criticou quem questiona sua disposição física aos 80 anos, destacando a importância de hábitos saudáveis.
Ainda no discurso, o chefe do Executivo adotou tom direto ao falar sobre saúde masculina. Ele incentivou a realização de exames de próstata e afirmou que a prevenção pode evitar problemas mais graves, defendendo que homens deixem o preconceito de lado.
O presidente também disse que pretende acompanhar a primeira-dama Janja Lula da Silva em exames de rotina, como forma de incentivar a população a cuidar da saúde. A fala ocorreu ao defender ações do governo voltadas à ampliação do acesso a consultas, exames e cirurgias no país.
No mesmo evento, Lula respondeu a uma provocação do senador Flávio Bolsonaro, que o comparou a um “Opala velho”. O presidente rebateu citando o ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando que ele estaria “no desmanche”, em mais um capítulo da troca de farpas no cenário político.
Lula né
Obrigado Lula.