Brasil

Produção e consumo de cocaína batem recorde durante pandemia, diz ONU

Foto: Michael Melo

A produção global de cocaína superou o recorde de 1.982 toneladas entre 2020 e o ano passado (crescimento de 11%), período em que a pandemia de Covid-19 alterou o contexto de distribuição e intensificou o combate ao narcotráfico, especialmente, em território brasileiro. É o que aponta o relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo o estudo Cocaine Insights, a imposição do isolamento para frear o avanço da doença permitiu que as forças de segurança brasileiras dedicassem mais recursos ao combate à circulação de entorpecentes como maconha e a cocaína, drogas mais traficadas no país.

Em contrapartida, a venda de maconha aumentou em território brasileiro, impulsionada pelos fluxos vindos do Paraguai. No caso da cocaína, embora a entrada da substância em território brasileiro tenha se elevado, o tráfego de saída para outras nações sofreu queda, por conta do fechamento de fronteiras.

O índice de apreensões internas de cannabis cresceu 107% entre 2020 e 2021, em comparação com o período 2018/2019. Contudo, o confisco de cocaína diminuiu 37% nesse intervalo, influenciado pelas interrupções no transporte internacional.

O levantamento produzido pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), em parceria com o Centro de Excelência para a Redução da Oferta de Drogas Ilícitas no Brasil (CdE), analisou o impacto da pandemia na distribuição e apreensão de drogas no Brasil, e faz uma comparação entre os 12 meses anteriores ao surgimento da Covid, em 2019, e os 12 meses pós-pandemia, em 2021.

Os resultados sugerem que medidas de enfrentamento à crise sanitária afetaram a atuação das forças policiais e comprometeram as atividades de grupos do crime organizado. O contexto também impactou os fluxos de cocaína e cannabis, bem como induziu mudanças nas modalidades de tráfico, entre outros reflexos no mercado de substâncias ilícitas no Brasil.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Eu só queria saber onde eles conseguem esses dados, se a produção, venda e consumo é feito na sudirna?

  2. Proibiram a polícia de fazer operações nos morros e comunidades, com certeza a produção e o consumo aumentaram.

    1. Gado véi remunerado e idiotizado: nos morros e comunidades do RJ se vende drogas MAS não há produção lá pois o grande volume de drogas vem de fora do país … Vc pelo menos se deu ao trabalho de ler a matéria? Assim vc vai perder sua mamata talkei!

    2. Manel jumentin, se o morro não vende, a cozinha da floresta não produz!!!!!!!!

    3. Berg Calígula miliciano remunerado, leia pelo menos a matéria e as postagens antes de escrever tanta asneira para merecer sua mamata…

    1. A droga mais nefasta é o bolsonarismo. A cura definitiva ocorrerá em outubro.

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Economia

Intenção de consumo das famílias natalenses tem 6ª alta seguida em setembro

Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

Levantamento divulgado nesta sexta-feira (23) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que, em setembro, o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou alta pelo sexto mês seguido em Natal.

O índice alcançou 84,8 pontos, com crescimento de 32,1% em relação a setembro do ano passado (64,2 pontos). Este é o sexto mês seguido de variações positivas nesta base de comparação. Em relação a agosto (85,3 pontos), houve queda (-0,6%).

Segundo o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, a trajetória de crescimento da intenção de consumo das famílias tem sido favorecida por diversos fatores.

“O aumento na intenção de consumo das famílias pode ser explicado basicamente por três fatores. A redução do desemprego, mesmo que ainda tímida; a queda na inflação; e, por fim, a proximidade do período de final de ano, que traz além de um incremento de renda, um clima mais propenso ao consumo”, comentou Queiroz.

Na avaliação por faixa de renda, as famílias com ganhos acima de 10 salários mínimos, a intenção de consumo de setembro de 22 (80,8 pontos) cresceu 31,8%, em relação a setembro de 2021 (61,3 pontos), e caiu 1,1% na comparação com agosto de 22 (81,7 pontos).

O ICF nacional alcançou 84,4 pontos em setembro de 2022, superando novamente os resultados do mesmo mês nos dois anos anteriores e mantendo a tendência de alta, iniciada em janeiro deste ano.

Novo Notícias

Opinião dos leitores

  1. É que como cada dia mais brasileiros não podem comprar, ficam só na intenção, por isso esse aumento da intenção. Isso significa mais pessoas sem poder comprar.

  2. Obrigado a toda equipe econômica e ao nosso presidente. TODOS os índices da economia vem melhorando, ao contrário das maiores potencias mundiais. O Brasil sendo exemplo para o mundo.

  3. Quero agradecer com toda a força do meu coração ❤️ a DATAFOLHA por proporcionar essa redução dos preços dos combustíveis. mais uma vez meu muito obrigado.

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Política

STF volta a julgar hoje porte de drogas para consumo próprio

Foto: Ricardo Borges/Folhapress

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma, nesta quarta-feira (6), o julgamento de um recurso que discute se é crime uma pessoa portar drogas para consumo próprio. A decisão da Corte terá impacto em pelo menos 6.345 processos, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O julgamento começou em 2015 e, até o momento, foram apresentados seis votos. Já há, desde agosto de 2023, maioria no sentido de que o tribunal precisa definir um critério que diferencie o usuário do traficante.

O placar está em 5 a 1 quanto à discussão sobre se é crime o porte de maconha para consumo pessoal. São cinco votos para entender que não há delito nesta conduta. Há um voto que diverge desse entendimento.

O caso volta à deliberação no plenário com o voto do ministro André Mendonça, que havia pedido vista do processo — ou seja, mais tempo de análise — em agosto do ano passado. Mais quatro ministros também votam, se não houver novo pedido de vista.

g1

Opinião dos leitores

  1. Libera tudo que não presta , drogas, invasões,roubos, sexo, troca de sexo, aborto…. só proíbe ou dificulta, coisas para o cidadão se defender dessas pragas, arma, religião, net, IA….
    Governo de bandidos e vagabundos.

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Comportamento

Consumo abusivo de álcool pelas mulheres quase dobra em 17 anos no Brasil

Foto: Freepik

O abuso de bebidas alcoólicas entre as mulheres brasileiras subiu de 7,8% para 15,2% entre 2006 e 2023. Isso significa que quase o dobro de entrevistadas declarou ao Vigitel (Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) tomar quatro ou mais doses em uma mesma ocasião. A pesquisa, realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, monitora indicadores sanitários da população brasileira.

De acordo com Lucas Benevides, psiquiatra e professor do curso de medicina do Ceub, muitos fatores contribuem para o aumento. “A crescente participação das mulheres no mercado de trabalho e as pressões associadas a essa mudança têm desempenhado um papel significativo. Além disso, mudanças culturais que normalizam o consumo de álcool entre as mulheres e o marketing direcionado também são influências importantes. Questões como depressão, ansiedade e experiências traumáticas, que podem ser mais prevalentes ou manifestadas de maneira diferente em mulheres”, explica.

Entre os homens, percentual teve variação pequena na séria histórica

Na mesma edição, o Vigitel mostrou que não foi identificada variação significativa no abuso de álcool entre os homens. O índice saiu de 25% no início da série histórica para 27,3% no ano passado. A elevação no consumo excessivo das mulheres ajudou a aumentar a média geral de abuso entre os brasileiros. No final de 17 anos, 20,8% das pessoas ouvidas declaram abusar das bebidas do tipo.

Adultos mais velhos e mais escolarizados abusam mais da bebida

O Vigitel também revelou um aumento maior no consumo abusivo entre os adultos com idades entre 25 e 34 anos, variando de 21,7% em 2006 a 29,8% em 2023. Aqueles que estudaram por 12 anos ou mais também declaram beber em excesso com maior frequência: 18,1% em 2006 a 24,0% em 2023. Mais recentemente, outra faixa etária, de 45 a 54 anos, registrou um grande salto: 14,7% bebiam cinco ou mais doses em uma mesma ocasião em 2018 contra 21,1% em 2023.

A metodologia utilizada pela pesquisa é a amostragem com entrevistas realizadas por telefones fixos ou celulares. São ouvidos entre 1,5 mil e 2 mil indivíduos em cada um dos estados e no Distrito Federal. O estudo tem nível de confiança de 95% e erro máximo de quatro pontos percentuais. O levantamento auxilia o poder público na tomada de decisão para implementação de políticas de saúde.

R7

Opinião dos leitores

  1. Caso pretendam ter filhos, tomar bebida alcoólica é muito ruim para o útero e para a formação do feto.

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Economia

Calorão deve aumentar consumo de energia no Brasil em até 15,6%

Foto: ROBERTO CASIMIRO/Estadão Conteúdo

Os termômetros devem seguir batendo recorde no Brasil nos próximos dias. Em meio ao calorão, a demanda por energia no país aumentará em até 15,6% nesta semana, na comparação com o período de 11 a 17 de novembro de 2022. Essa projeção é do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), por meio do SIN (Sistema Interligado Nacional).

Em novembro, a carga de energia elétrica (o consumo mais as perdas elétricas) de todo o país deverá atingir 79.781 MWmed (megawatts médios), uma variação positiva média de 11% ante o mesmo mês de 2022, quando ficou em 71.000 MWmed.

Se esse valor, que está no boletim mais recente do ONS, for confirmado, vai ser a primeira vez no ano que a carga sobe acima de dois dígitos.

Diz o documento: “as previsões são de elevação nas temperaturas médias em grande parte do país, condição que tem impacto na carga.” O clima mais quente leva a um maior uso de refrigeradores e ares-condicionados, o que aumenta a demanda de energia elétrica.

R7

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Geral

VÍDEO: Minuto da Câmara Municipal de Natal – Comissão de Defesa do Consumidor

Minuto da Câmara de Natal no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na última semana, na Casa.

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Economia

Consumo aumenta, mas seca e queimadas podem elevar preços no RN

Foto: Reprodução

O consumo nos lares brasileiros aumentou em 2024, registrando um acréscimo de 2,54% nos primeiros oito meses do ano, conforme o monitoramento mensal da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em agosto, o indicador mostrou alta de 1% em relação a julho, impulsionado pela segunda queda consecutiva nos preços dos alimentos e bebidas para consumo domiciliar. Comparado a agosto de 2023, o aumento foi de 1,16%.

No Rio Grande do Norte, entretanto, a Associação de Supermercados (Assurn) observou que esse crescimento no consumo não foi constatado. Apesar do bom desempenho nacional, as expectativas para os próximos meses são pouco animadoras, devido à estiagem prolongada e às queimadas, que podem elevar os preços dos alimentos.

“O recuo da inflação no grupo de alimentos e bebidas tem favorecido o consumo domiciliar, assim como o crescimento gradual do emprego formal e as transferências de recursos dos programas sociais do governo federal”, analisou o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Interessante esses “fenômenos” naturais acontecendo em larga escala somente nos últimos anos…
    Será que até a natureza agora virou direitopata?
    Ou tem mais coisa que a gente não sabe?
    Ou…ou…ou…

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Geral

Intenção de Consumo das Famílias tem quarta queda consecutiva

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) recuou 0,6% de setembro para outubro, descontados os efeitos sazonais, o quarto resultado negativo consecutivo e o mais intenso no período. A diminuição da intenção pode ser percebida também na análise anual, com queda de 1,2%. O indicador ainda se mantém no nível de satisfação com 103,2 pontos; porém, está no menor patamar desde março deste ano. É o que revela a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Segundo a CNC, todos os componentes apresentaram movimento de queda, com exceção da Perspectiva Profissional, que não apresentou alterações. O Momento para Duráveis teve a maior redução da sua taxa, apresentando uma redução anual igual à sua redução no último mês (-1,8%). Na análise geral, o Emprego Atual é o item com maior pontuação na ICF, o que demonstra a satisfação dos trabalhadores. Em outubro, a Perspectiva Profissional dos consumidores foi o único item que não obteve redução na comparação mensal, mantendo o menor saldo desde junho de 2023. A Renda Atual continuou avançando (+3,7%) como a maior variação anual dentro de todos os componentes.

O economista-chefe da CNC, Felipe Tavares, diz que os consumidores estão mais cautelosos em relação ao consumo. “O principal subindicador do índice foi a queda de intenção de consumo de bens duráveis, caindo 1,8% na variação mensal, e o consumo de perspectiva em curto prazo também caiu, com 1,2% de queda no mês. O grande fator que puxou pra baixo foi a diminuição da perspectiva sobre o emprego. As famílias estão muito cautelosas com a perspectiva futura do emprego.”

No entanto, a Perspectiva Profissional recuou 4,1% no ano, sugerindo maior cautela em relação à empregabilidade futura. Na comparação mensal, o Nível de Consumo Atual – ICF também recuou, assim como o Emprego Atual.

“A recente análise mensal destacou um fator negativo significativo: a queda de 4,2% na Perspectiva de Consumo. Essa diminuição reflete um cenário econômico desafiador, marcado pelo aumento da Selic, a taxa básica de juros do Brasil, que iniciou um novo ciclo de alta dos juros. Esse aumento das taxas de juros é uma medida adotada pelo Banco Central para conter a inflação, mas também traz uma série de implicações. Com a Selic mais alta, o custo do crédito aumenta, o que explica também a queda do Acesso ao Crédito e, além disso, pode desestimular o consumo das famílias”, destaca a CNC.

“As incertezas em relação aos ajustes que serão feitos pelo governo para se enquadrar no arcabouço fiscal também geram um clima de apreensão entre os consumidores, com a possibilidade de ajustes de gastos públicos e arrecadação”, completa.

Esses fatores impactam diretamente a expectativa de consumo. Quando os consumidores estão inseguros quanto à sua situação profissional e financeira futura, tendem a reduzir o Consumo Atual. O consumidor se torna mais seletivo nas suas compras, e as instituições financeiras fica mais seletivas em relação aos critérios de risco de seus tomadores, reduzindo o potencial de consumo.

Agência Brasil

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Economia

Argentina congelará preços de 1.500 bens de consumo em meio a inflação galopante

Foto: Mariana Nedelcu/Reuters

O governo argentino anunciou nesta sexta-feira (11) um acordo com supermercados e fornecedores de bens de consumo de massa para congelar ou regular os preços de cerca de 1.500 produtos, na tentativa de conter uma inflação que deve chegar a 100% este ano.

O governo peronista de centro-esquerda está lutando contra uma queda na popularidade e protestos de rua, enquanto os preços em espiral minam o poder de compra dos consumidores, mesmo conforme um déficit acentuado e reservas em moeda estrangeira cada vez menores criam riscos para a economia.

O Ministério da Economia disse em um decreto formal que um novo programa de “Preços Justos”, abrangendo bens de consumo de alimentos e bebidas a produtos de limpeza, ajudará a “estabilizar os preços dos produtos em favor do consumidor”.

Alguns itens terão alta de 4% antes de entrarem no esquema de congelamento de preços por quatro meses, enquanto outros iniciarão o programa nos valores atuais, mas poderão aumentar em até 4% ao mês.

Antes das eleições do próximo ano, a insatisfação tem começado a crescer, com os níveis de pobreza perto de 40%. Milhares protestaram na quinta-feira contra o governo e o FMI (Fundo Monetário Internacional), que emprestou bilhões de dólares ao país latino-americano.

“Temos inflação de três dígitos. O aumento dos preços dos alimentos é bárbaro e estamos diante de um dezembro brutal”, disse a manifestante Monica Sulle.

Opinião dos leitores

  1. Vocês dizem para eles que as prateleiras vão ficar vazias ??? Ou eu digo ??? 🤔

  2. 🇧🇷Este é o projeto de poder dos comunistas, dar migalhas para os pobres para dividir a riqueza do país entre os seus comparsas e quando o povo acorda, principalmente os zumbis, já é tarde, eles já tomaram conta do congresso, judiciário e FFAA, e o povo fica sem qualquer poder de manifestação, como na Venezuela.🇧🇷

  3. Comunismo só próspera na pobreza. Destroem a economia e o povo q vive de auxílio aceita tudo facinho o carniça fará o mesmo aqui.

  4. Em um ano tbm chegaremos nesse estágio da destruição. O comunismo só próspera na pobreza.
    #SOSFORCASARMADAS

  5. LULARAPIODOCENTRÃO vai à Argentina na semana que vem. Vai visitar os seus políticos preferidos, vai fazer standup comédia, vai aparecer nas TVS de lá para dizer ao povo argentino que tudo é tudo culpa do capitalismo, dos EUA, de Bolsonaro e do karaya4. Ou seja, vai ludibriar…agora eu sei porque a PTZADA apelidou os de direita de gado, olharam no espelho, acuse o outro daquilo que vc é. Gado bom é gado burro petista.

  6. Não resolve, congela a indústria para de produzir. Falta produtos. Mais vamos nos preparar que o próximo País é o nosso. O homem do L ja falou.

    1. 8 anos de governo lula, nunca na história desse país o pobre comeu e bebeu tão bem. Só tem mané aqui mesmo.

    1. Pois é Arnor, os argentinos iguais as NORDESTINOS fizeram a opção errada, isso tem preço é o nosso vai chegar. São muitas raposas no mesmo galinheiro, além dos que estão do mesmo lado e torcendo para dar errado logo cedo, o meliante não ajuda.

    2. Quem destruiu a Argentina foi a Cristina Kirchner quando foi presidente….

    3. Anos, mais foi só assumir a esquerdalha que destruíram o país, é isso que vc quer para o nosso Brasil, pois vc terá. Pior, ainda ficam se achando a última pedra do borná por ter votado em LULADRAO. Quando na realidade não passam de um bando de imbecil.

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Brasil

“Quem paga a conta é sempre o consumidor”, diz CNI sobre tributária

Foto: Reprodução/Ilustrativa

A CNI (Confederação Nacional da Indústria) disse em nota nesta terça-feira (7.nov.2023) que defende uma reforma tributária “sem cumulatividade”, ou seja, sem excesso de impostos. Mais cedo, o texto da proposta (PEC 45 de 2019) foi aprovado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. “Quem paga essa conta é sempre o consumidor”, afirmou a entidade.

Segundo a confederação, as exceções incluídas nas últimas negociações do relator na Casa Alta, senador Eduardo Braga (MDB-AM), com os congressistas resultarão em um imposto mais alto para todos. A organização ainda defende que “esse excesso pesará, sobretudo, no bolso do brasileiro de menor renda”.

Para a construção de um sistema tributário eficaz, de acordo com a CNI, “é preciso que o imposto seletivo não incida sobre insumos e que seja eliminado o novo tributo sobre bens primários e semielaborados, que vão onerar toda a cadeia produtiva”.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Como sempre não querem cortar na própria carne ! Se alcança as metas e equilíbrio fiscais diminuindo as despesas públicas , enxugando a administração pública , simples assim! Magote de parlamentares descompromissado com o nosso erário ! O dinheiro é nosso e o estado tem que trabalho pra nós , e não o contrário , escravizar o cidadão como vem acontecendo. Acorda povo Brasileiro !

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Judiciário

VÍDEO: André Mendonça é contra porte de maconha para consumo próprio

Foto: Antonio Augusto/SCO/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta quarta-feira (6), o julgamento de um recurso que discute se é crime uma pessoa portar drogas para consumo próprio.

O caso tem repercussão geral, ou seja, a decisão deverá ser aplicada pelas outras instâncias da Justiça.

Em seu voto, o ministro do STF, André Mendonça, disse “o que eu vou trazer à luz do meu voto é justamente que [maconha] causa dano, e danos sérios e maiores que o cigarro”, diz André Mendonça ao votar sobre porte e posse de maconha.

O que está sendo analisado pelos ministros do STF é se é crime uma pessoa portar drogas para seu próprio consumo. Além disso, deve fixar, em relação a uma ou mais substâncias, a quantidade considerada como de uso individual. A discussão desta quarta-feira não envolve o tráfico de drogas, considerado crime com pena de 5 a 20 anos de prisão.

O julgamento começou em 2015 e, até o momento, foram apresentados 7 votos, sendo cinco favoráveis e dois contrários ao porte de maconha.

 

Opinião dos leitores

  1. Um grande erro, um atraso de vida. Se uma das coisas que mais me arrependo na vida foi ter usado essa porcaria na minha adolescência e boa parte da juventude. Normalmente quem usa essa merda usa com bastante regularidade e na maioria das vezes todos os dias e o dia todo. Quem em sã consciência acredita que uma pessoa dessa vai ser produtiva em alguma área da vida, seja nos estudos ou no trabalho. Conheço pouquíssimos dessa patota que foram bem sucedidos na vida, com raras exceções. Afirmo com conhecimento de causa que da minha geração a grande maioria que melhor se saiu na vida foram os tidos como “caretas”, parabéns, vcs estavam certos! Essa lei se aprovada vai ser um grande erro. Isso irá incentivar as pessoas em especial aos jovens a adotarem tal comportamento comprometendo em muito seu futuro. Que Deus nos proteja de tal insanidade!

    1. Essa é a ideia. Deixar o jovem entorpecido pra melhor ser manipulado.

  2. Muito bom o seu posicionamento ministro. Uma coisa é o extrato que é tirado para fazer o canabidiol usado como no tratamento de inúmeras doenças, outra coisa é ficar liberado para um bando de pessoas ficarem fumando essa droga em toda esquina.

    1. Em votação desde de 2015? Uma vergonha! Onze ministros definindo destinos de milhões? Muitas questões deveriam ser tratadas em plebiscito.

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Cidades

Portaria proíbe cobrança por consumo mínimo nas praias de Natal

Foto: Magnus Nascimento

Uma portaria da Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Natal (Semurb) regulariza o uso dos espaços públicos na capital, bem como da orla marítima da cidade, através da celebração, em caráter transitório, de Termos de Compromisso com os comerciantes que comprovadamente estejam nestes locais há mais de 10 anos. Dentre as normas estabelecidas, está a proibição da cobrança de taxa de permanência ou consumação mínima em pontos de locação (barracas) das praias. A medida agradou os usuários, mas gera críticas por parte dos comerciantes que atuam na orla.

O paraibano Júlio César, de 37 anos, veio a Natal curtir as belezas de Ponta Negra com um grupo de amigos na manhã desta quinta-feira (4). O agente de endemias, que vem constantemente a Natal, disse que as medidas são acertadas. “A decisão é boa porque tira do turista a obrigação de consumir. Isso deixa a gente mais à vontade para comprar além daquilo que está pré-estabelecido nas barracas”, pontua.

O aposentado Antônio Casado, de 79 anos, também comemorou a determinação sobre a taxa de consumo mínimo. Ele, que é potiguar, mas mora em Brasília há mais de 50 anos, esteve na cidade para curtir uns dias de descanso com a esposa. “Muitas vezes, a pessoa está com pouco dinheiro e teria que comprar mais para atingir essa taxa de consumo mínimo. Então, acho a medida ajuda bastante o consumidor”, afirmou.

Os quiosqueiros, no entanto, reclamam. “Onde eu trabalho, se o cliente consome, a barraca é livre. A gente combina dessa forma e acho que deveria continuar assim”, diz Rivaldo Cardoso. Fátima Martins também discorda da medida. “A gente faz um investimento grande com guarda-sol e cadeira para oferecer o melhor ao cliente. Tem gente que quer passar o dia todo e consumir somente uma água. Desse jeito, como eu vou poder investir no nosso material?”, questiona a quiosqueira, que trabalha na praia há 15 anos.

De acordo com a Portaria nº 031, publicada no Diário Oficial do Município no último dia 20 de junho, caso opte por não consumir, o consumidor será informado sobre a taxa de utilização do conjunto de equipamentos de praia, cujo valor deve estar visível nas mesas. Bares e restaurantes regularizados podem cobrar couvert artístico e reservar mesas durante períodos festivos como Carnaval, Festas Juninas, Natal e Réveillon. O isolamento da área outorgada para eventos de curta duração é permitido mediante autorização ambiental específica.

Na orla, os quiosqueiros e locadores terão que obedecer a alguns padrões de ocupação, os quais dividem-se em padrão A, B, C e D. Aqueles com permissão anterior a 2016 junto à Semurb, podem optar pelo padrão máximo (A), que permite a distribuição de 12 guarda-sóis dispostos em três fileiras. Os locadores cadastrados entre 2016 e 2021 poderão ser regularizados nos padrões B (9 guarda-sóis), C (6 guarda-sóis) ou D (4 guarda-sóis), “assegurando uma distribuição equitativa e justa para todos os operadores comerciais da orla”, segundo a portaria.

Esta medida foi bem recebida pelos trabalhadores ouvidos pela reportagem. “Com mais guarda-sóis, o turista fica perdido na alta temporada, então, reduzir para 12 é melhor”, disse Rivaldo Cardoso. “Eu trabalho com apenas nove guarda-sóis, então, acho que isso é ótimo para garantir mais espaço ao banhista”, comentou Fátima Martins.

A operação será permitida entre 7h e 17h, com guarda-sóis de diâmetro máximo de 3 metros e espaçamento de até 0,65 metros. Cada guarda-sol pode abrigar até 2 mesas e 6 cadeiras. A Semurb irá fazer a reorganização dos espaços e intimar os trabalhadores para informá-los oficialmente das novas regras, visando a celebração do termo de compromisso. “Os prazos para adaptação às normas dependerá de cada caso”, afirma Thiago Mesquita, titular da Semurb.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. Falta só LIMAR as MOTOS do calçadão. Um dia de fiscalização intensa, enche uns dois caminhões de apreensão. Não sou contra o delivery das barracas, mas basta estacionar as motos nas descidas e andarem até o quiosque.

  2. A Semurb deveria aproveitar a oportunidade e delimitar “áreas livres” na praia, onde quem quiser levar seu guarda sol e seu cooler, tenha espaço para ficar. Pois atualmente, a praia encontra-se totalmente loteada entre os quiosqueiros.

  3. É uma excelente (portaria)! Aproveito para alertar que a SEMURB também é complicada, inclusive, há um cartel de analistas que definem o que é prioridade nas analises urbanisticas e ambientais. Esses analistas são vinculados à escritórios, portanto, assobiam e chupam a cana em meio ao canavial. Há uma camuflagem, ou seja, esses escritórios estão em nome de pessoas ligadas aos analistas que longe dos olfotes atuam sorrateiramente. Importante lembrar que o MP já havia desmantelado parcialmente um esquema na SEMURB. Esquema que se fortaleceu e segue firme.

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Geral

Inflação assombra governo, derruba imagem de Lula e consumidor paga a conta

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

As pressões para conter a alta dos alimentos dentro do país e para administrar os efeitos da guerra tarifária implementada por Donald Trump encurralam o governo e podem afetar ainda mais a já impactada popularidade do presidente Lula (PT).

Preço da comida é um dos principais vilões da inflação hoje

Dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) apontam que alimentos e bebidas subiram 5,4% nos últimos cinco meses, alta acumulada que supera a inflação de todo o ano de 2024 (4,83%).

Alta de preços de alimentos é principal desafio do governo

 O Planalto vê a alta dos preços como o principal fator para as sucessivas quedas de popularidade de Lula —pesquisas mostram que 8 a cada 10 brasileiros já sentem esta pressão— e avalia que o quadro só será revertido com diminuição do peso do bolso.

Cena internacional vai agravar cenário interno, avaliam especialistas

A decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de dobrar as taxas aplicadas a produtos da China para 20%, terá impactos no mercado interno brasileiro: os preços tendem a subir dentro do país.

China pode aumentar procura por produtos brasileiros para substituir importação mais cara dos EUA

Empresas no Brasil passariam a produzir para atender a demanda por mais exportações para a China e, com isso, podem faltar produtos para atender o mercado interno, o que pressionaria mais os preços.

Redução na alíquota de alimentos para importação anunciada pelo governo não terá efeito imediato na popularidade de Lula

Especialistas ouvidos pelo UOL afirmam que a medida, anunciada na última quinta, não chegará ao consumidor final tão rapidamente. “É difícil ter um efeito tão rápido na queda de popularidade do presidente Lula neste momento”, afirma Guilherme Russo, diretor de inteligência da Quaest.

Alívios não vêm na mesma proporção para a população

Segundo Roberto BocaccioPiscitelli, professor de finanças públicas da UnB (Universidade de Brasília), uma parte dessa redução é absorvida e transferida para os lucros das empresas.

Não há resultados significativos no curto prazo

“O desafio seria o crescimento econômico sem a inflação alta de forma contínua e uma estabilidade nos preços”, diz Russo, que projeta uma melhora na percepção desse eleitores nos próximos 7 a 12 meses.

Inflação de alimentos não é único adversário da popularidade do presidente

“Não é só a inflação que machucou a popularidade presidencial, houve uma decepção com o terceiro mandato do presidente, com um governo que se dizia preocupado com os mais vulneráveis. É a maneira como Lula deixa de atender algumas expectativas”, dizRafael Cortez, cientista político da Tendências Consultoria.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Quem diria que gastar mais do que arrecada gera inflação e desorganiza a econômica. Neh?! Pensei que os livros de economia estavam errados. Eram escritos por ricos capitalistas que não entendiam as necessidades dos pobres. E que papai Lula iria mostrar como se faz. Que coisa, não?!

  2. Esse ultrapassado só fala em fome.
    Kkkkkk.
    Aumenta e taxa todo mundo, depois fica chorando lágrimas de cocrodilho.
    Safado.
    Todo mundo sabia que ia estourar os preços, vai dizer que esse traste não sabia??
    Tudo de caso pensado, ele não pode acabar com a pobreza, ele viver dela a anos.
    Sanguessuga se aproveitando da ignorância do eleitor.

  3. Quando se falava que ele só tinha sucesso por causa do boom das commodities ele fazia piada.
    Vai agora ! Administra com seu modelo inovador de gestão.

  4. Lula é um grande homem mesmo. Além de crime contra a democracia, crimes cometidos por bolsonaro, seus familiares e apoiadores agora são contra a soberania nacional! Também sofre ataques da imprensa e seus especialistas que não acertaram um previsão de PIB e Inflação sempre frustrados pelo desempenho do governo. ACREDITEM, NÃO SUBESTIMEM A JUSTIÇA DIVINA ELA EXISTE.

    1. QUAIS SÃO OS CRIMES, CAVALO BATIZADO? IR AOS ESTADOS UNIDOS TENTAR SE DEFENDER É CRIME CONTRA A SOBERANIA NACIONAL? O QUE VOCÊ ME DIZ
      DIZ SOBRE ISSO? SE VOCÊ FOSSE INFORMADO, NÃO SERIA ESQUERDISTA. A MENOS QUE FOSSE MAU CARÁTER. 👺👺Eliziane citou reuniões na Organização dos 👉Estados Americanos (OEA) e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

      💩💩💩Integraram a delegação (da esquerda para a direita, na foto): o deputado Rafael Brito (PT), a deputada Jandira Feghali (PCdoB), Eliziane Gama, o senador Humberto Costa (PT), o deputado Rogério Correia (PT) e o deputado Rafael Brito e o deputado Henrique Vieira (Psol).

      👺Jandira disse, também no X, que o objetivo da comitiva é falar “sobre atos antidemocráticos que acontecem não só no Brasil, mas em todo o mundo, ampliando forças e ações coordenadas contra a atuação da extrema-direita que insiste em violar e fragilizar a democracia em vários países”.
      💩Um vídeo gravado pela senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), à TV Al Jazeera, do Catar, em festa do Lula, causou polêmica nas redes sociais e no Congresso.
      💩💩💩 A CANHOTA PODE, JUMENTINHO? NÃO É CRIME CONTRA SOBERANIA?

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Geral

ICMS de 20% entra em vigor dia 20 de março e deve impactar bolso do consumidor no RN

Imagem: reprodução

A partir da próxima quinta-feira (20) a alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) subirá dos atuais 18% para 20%, conforme mudança estabelecida pelo Decreto nº 34.284, de dezembro de 2024. O reajuste trará impactos para o bolso dos consumidores e afetará, principalmente, setores como o de energia elétrica e combustíveis. Entidades produtivas do RN seguem demonstrando preocupação com os reflexos do reajuste, que pode desencadear redução de consumo, além de perda de competitividade e de investimentos.

Roberto Serquiz, presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern), chama atenção para a elevação de custos nas empresas. “Paralelo a isso, há um impacto na renda popular. A dimensão vai depender não somente da nossa realidade, como também de um cenário nacional, como o câmbio, a taxa Selic e a inflação. Mas, historicamente, nós sabemos que aumento de imposto penaliza o investimento, fere a capacidade de compra das pessoas, ou seja, gera todo um desequilíbrio na economia”, fala Serquiz. Os efeitos na competitividade do RN também são uma preocupação da Federação.

“O aumento nos traz preocupação porque o RN já é o último estado do Nordeste em competitividade e o 24º do Brasil, de acordo com o ranking anual do Centro de Liderança Público. Isso ocorre por conta da falta de solidez fiscal e baixa capacidade de investimentos do Estado, problema para o qual o aumento de impostos não pode se vislumbrar como única solução”, aponta Serquiz.

Combustíveis e energia serão os mais afetados

Energia elétrica e combustíveis – os maiores responsáveis pela arrecadação estadual – serão os mais afetados com a alta da alíquota do ICMS para 20%, uma vez que não existem incentivos fiscais para ambos, segundo o economista Thales Penha. No caso dos combustíveis, além do reajuste do imposto, também deve ser considerada a regulação de preços por parte da Petrobras.

Para os demais setores, é mais difícil de medir os reflexos. Isso porque, de acordo com o especialista, o RN é um estado altamente importador, e os impactos, nesse aspecto, dependem muito mais do ICMS de outras unidades federativas. Os incentivos fiscais também interferem nos preços que chegam ao consumidor final. “Os atacadistas do Rio Grande do Norte não pagam tarifa cheia – para o segmento, a alíquota de ICMS é de 7%, e não será alterada com o reajuste. O Proedi [Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN] continuará com os mesmos benefícios fiscais para a indústria. O varejo, que não tem os incentivos do atacado, também vai sentir a alta”, analisa Penha.

Reportagem completa na Tribuna do Norte

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Geral

Como um dia de consumo excessivo de álcool já desencadeia rapidamente danos ao intestino e inflamação pelo corpo

Foto: Freepik

Pesquisadores do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, identificaram como episódios de consumo excessivo de álcool, caracterizados pela ingestão de quatro ou mais doses por mulheres e cinco ou mais por homens numa única ocasião, afetam rapidamente o intestino e provocam inflamação no corpo.

A pesquisa, publicada na revista Alcohol: Clinical and Experimental Research, explica como o álcool enfraquece a barreira intestinal, fenômeno conhecido como “intestino permeável”, permitindo que bactérias e toxinas passem para a corrente sanguínea e mantenham um processo inflamatório mesmo após o fim da ingestão.

Os cientistas observaram que o excesso de álcool causa lesões no intestino delgado e ativa células do sistema imunológico, como os neutrófilos, que liberam estruturas chamadas NETs. Essas estruturas danificam o revestimento intestinal e facilitam o vazamento de toxinas bacterianas.

Quando os pesquisadores bloquearam as NETs, houve redução da inflamação e do vazamento bacteriano, confirmando o papel dessas células no dano intestinal.

Segundo os autores, o estudo mostra que mesmo episódios curtos de bebedeira podem iniciar processos inflamatórios associados a lesões intestinais e hepáticas, reforçando os riscos do consumo excessivo de álcool.

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Geral

DISPARADA DO PREÇO DO CAFÉ: 24% diminuíram o consumo e 39% dizem escolher marca mais barata, mostra pesquisa

Foto: amenic181/ Adobe Stock

Os brasileiros reduziram o consumo de café e passaram a escolher as marcas mais baratas da prateleira para enfrentar a disparada dos preços nos últimos meses, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (29).

O levantamento, que ouviu 4.200 pessoas em setembro de 2025, indicou que 96% dos brasileiros tomam café todos os dias. Muitos, no entanto, mudaram seus hábitos devido ao aumento dos preços:

24% diminuíram o consumo da bebida neste ano;

39% dizem escolher a marca mais barata que está na prateleira. Em 2019, eram 7%.

A pesquisa foi feita pelo Instituto Axxus a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e indica, a cada dois anos, os hábitos e preferências dos consumidores. Ela é realizada desde 2019.

Opinião dos leitores

  1. Vamos copiar os ingleses, chá de capim santo, boldo, etc, café faz mal ao bolso, coisa de rico, e olhe que tomamos o pior café do mundo.

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