Política

Bolsonaro fala em discutir teto de gastos após as eleições: “Tivemos um excesso de arrecadação e poderíamos investir mais se não tivéssemos esse impedimento constitucional”

Foto: PR/Isac Nóbrega

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (29) que pode rever as regras do teto de gastos após as eleições. Em entrevista a uma rádio de Mato Grosso, o chefe do Executivo voltou a criticar a norma fiscal.

No ano passado, nós tivemos um excesso de arrecadação, de arrecadação a mais, na casa dos R$ 300 bilhões. Você não pode usar um centavo disso na infraestrutura, dada a emenda constitucional do teto lá atrás”, afirmou o presidente.

“Isso daí muita gente discute que tem que ser alterado alguma coisa, a gente vai deixar para o futuro, depois das eleições, discutir essa questão. Poderíamos investir mais, se não tivéssemos esse impedimento constitucional”, acrescentou Bolsonaro.

Aprovado em 2016 durante a gestão do ex-presidente Michel Temer, o teto de gastos limita o crescimento das despesas à inflação e, na época de sua criação, foi considerado a principal âncora fiscal do País. Com a regra, investidores voltaram a crer na sustentabilidade das contas públicas.

Além de Bolsonaro, os outros dois principais pré-candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Ciro Gomes (PDT) também defendem a alteração da regra.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. 🇧🇷Vamos analisar o seguinte o Bolsonaro, assumiu o governo quase falido, todas as estatais davam prejuízos, a dívida pública estava altíssima, centenas de obras de infraestruturas paralisadas, teve que proceder uma ajuda nacional por volta de 1 trilhão para combater a pandemia, é o único governo que não aumentou nenhum imposto ao contrário diminuiu ou extinguiu, dobrou o bolsa família, deu desconto de 90% nas dividas dos alunos que utilizaram o FIES, é o governo que mais investiu em infraestrutura de portos aeroportos estradas, e ainda sobra 300
    BILHÕES , com parte desse valor liberado certamente seria utilizado para combate a inflação como vem sendo feito baixando o IPI em 35% , está liberando 87 bilhões para diversos investimentos como empréstimos com juros baixos por exemplo para micros, pequenas e médias empresas , fundo garantidor da habitação. Isso mostra que é um governo que trabalha e não é corrupto.
    Já virão os esquerdopatas defensores de ladrão, falar de rachadinha, inflação (está no mundo inteiro), genocida, gasolina alta, são muito pequenos.
    Odeiem o cara mas não se pode negar os benefícios que ele e equipe fazem.🇧🇷

  2. então meu presidenteeee, se arrecadou mais, peguei o meu pis de 2021, pois eu sou trabalhador, eu realmente ralô, pra sustentar vossas senhorias mamadoras e seus puxasacos, pois eu dou o meu suou pra lhes dá o direito de bota no rabo de todos nós os que votaram em voce e os que não votaram.

  3. Presidente, vai trabalhar um pouco , ainda dá tempo. Trabalhar só 4 horas por dia é uma vergonha para qualquer Presidente, ainda mais para o Presidente do Brasil.
    Deixa de perder tempo falando bobagens para os seus acólitos…..

  4. Show demais esse Presidente. Vcs acham que Lula faria isso?! Jamais, esse excesso o Nine Dedos ia roubar tudo mas Bolsonarx vai administrar tudo pata continuar fazendo bem pro pove

  5. Esse fariseu desgraçado tá cagando e andando pro povo. Quer se reeleger pra escapar da cadeia, isso sim. Vagabundo que nunca trabalhou. Mau marido que incentivou a esposa a abortar o Renan. Pilantra de marca maior igual 30% do povo brasileiro.

  6. Teve três anos e meio pra fazer isso, no ano de eleições, depois de ver concorrentes seus defender, claramente, a derrubada do teto de gasto, vem com essa. Típico de enrolão. Não tem nada a apresentar no presente.

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Geral

Coveiros da inovação produzem Nova Bruxaria contra Natal: Conselho Gestor do Parque das Dunas alterou normas, 32 anos depois, para dificultar Parque Linear de Natal

Foto: IA

Das pragas que se insurgem contra o Parque Linear de Natal e que habitam as superfícies da natureza, umas das mais perigosas é o dióxido de enxofre produzido em ofícios que se esperam manter em segredo. Até que algum repórter os descubra. Um mês depois que o prefeito de Natal anunciou a intenção de edificar um Parque Linear de Natal em trecho do Parque das Dunas, a procuradora Marjorie Madruga disparou um ofício para o Idema sobre o qual vou me deter apenas num trecho: no muro de lamentações que lá se seguia havia uma informação valiosa: o plano de manejo do Parque, incólume desde 1989 havia sido modificado.

A matéria é do Blog do Dina. Por que um plano de manejo que funcionou por 32 anos precisou ser “blindado” com precisão geodésica logo após o anúncio de um parque linear de natal? A cronologia não mente. Em 23 de julho a ideia do parque linear de Natal foi anunciada. Em 25 de julho, publicada a portaria comunicando as mudanças no plano de manejo do parque.

Aos desavisados como eu: precisão geodésica é a bruxaria – não chamarei esse expediente político de ciência – pelo qual a partir do momento em que se anunciou um parque linear, deixou de interessar a flexibilidade do ‘mais ou menos aqui’. Era preciso amarrar tudo em pontos exatos, sem espaço para interpretação. O plano, que antes funcionava com margem de ajuste, foi blindado com coordenadas de GPS militar para virar lei de ferro. A cronologia não mente: a mudança só veio quando a disputa pelo espaço ficou grande demais para caber no ‘olhômetro’.

Há momentos na vida pública brasileira em que a coincidência se torna tão improvável que só mesmo a ingenuidade militante ou a má-fé conseguem ignorar o óbvio. O caso do Parque Linear de Natal e a súbita “modernização” do Plano de Manejo do Parque das Dunas é um desses casos. Vamos aos fatos, porque eles são teimosos.

A Cronologia que Incomoda

Em 23 de julho de 2025, o prefeito Paulinho Freire anuncia em primeira mão ao Diário do RN a criação de um parque linear de Natal na Avenida Roberto Freire. Dois dias depois, em 25 de julho, assina com o Exército a concessão de 10 hectares. Até aqui, tudo dentro da normalidade democrática: um prefeito eleito anuncia um projeto urbano em área cedida pelo Exército.

Mas eis que, coincidentemente, em 2025 – após 32 anos de vigência do mesmo plano de manejo de 1989 – os gestores do Parque das Dunas decidem que era urgentíssimo atualizar o documento. Não qualquer atualização: uma revolução técnica que transformou 113 páginas em 876 páginas. Uma ampliação de 675%!

A pergunta que não quer calar: por que um plano que funcionou tranquilamente desde 1989, passando por governos de todos os matizes ideológicos, de repente se tornou “inadequado” justamente no ano em que se anuncia o Parque Linear?

O Plano Anterior: Simplicidade que Funcionava

O Plano de Manejo de 1989, com suas modestas 113 páginas, estabelecia um zoneamento básico mas eficiente. A área onde seria implantado o Parque Linear de Natal estava classificada como Zona de Recuperação – ou seja, área já degradada que deveria ser restaurada. O próprio plano reconhecia: “área alterada pelo homem, zona provisória, que uma vez restaurada, deverá se incorporar em uma das categorias permanentes”.

Traduzindo: era uma área que precisava de intervenção para ser recuperada. Um parque linear com função de recuperação ambiental seria não apenas possível, mas desejável segundo a lógica do plano anterior.

As normas eram genéricas, os limites aproximados, as coordenadas imprecisas. Havia, como sempre deve haver em documentos técnicos sensatos, margem para interpretação e flexibilidade para adaptação às necessidades urbanas legítimas.

A Blindagem de 2025: Precisão Cirúrgica Contra a Política

Agora vejam a sofisticação do novo plano. Não se trata mais de um documento técnico: é uma fortaleza jurídica construída com precisão de engenharia militar.

741 vértices geodésicos com coordenadas UTM exatas no Sistema SIRGAS-2000. Cada metro quadrado do parque agora tem coordenadas precisas até a segunda casa decimal. Acabaram-se as “zonas cinzentas” de interpretação. Qualquer intervenção agora precisa respeitar coordenadas que foram calculadas com precisão de GPS militar.

Mas não para por aí. O novo plano exige:

  • Estação Meteorológica Automática monitorando 17 parâmetros diferentes, 24 horas por dia
  • Acordos de Cooperação Técnica obrigatórios com Exército, Aeronáutica e Marinha
  • Integração com o Centro de Controle em Brasília, funcionando em quatro turnos
  • Especificações técnicas rígidas para qualquer instalação: área gramada de 14x18m, cercado metálico, mastro de 10 metros com aterramento elétrico

Pergunto: que projeto urbano consegue atender a essas exigências? Que prefeito tem orçamento para instalar estações meteorológicas que transmitem dados em tempo real para Brasília?

A Estratégia: Transformar o Político em Técnico

A genialidade da operação está em transformar uma decisão política em uma impossibilidade técnica. Não se diz “não queremos o parque”. Diz-se: “o parque não atende às especificações técnicas do plano de manejo”.

É a mesma lógica que transforma uma decisão ideológica em “ciência”. Criam-se critérios tão específicos, tão detalhados, tão burocraticamente complexos que qualquer projeto se torna inviável na prática.

O Conselho Gestor não precisou nem se dar ao trabalho de debater o mérito do projeto. Bastou apontar para as 876 páginas e dizer: “não está conforme as especificações técnicas”. Pronto. Democracia neutralizada por tecnocracia.

O Timing Suspeito

Mas o que mais incomoda é o timing. Trinta e dois anos! O plano de 1989 atravessou governos de direita, centro e esquerda. Funcionou durante a redemocratização, o Plano Real, os governos FHC, Lula, Dilma, Temer e Bolsonaro. Nunca ninguém achou que precisava de 741 coordenadas geodésicas para funcionar.

Até que, coincidentemente, no mesmo ano em que um prefeito anuncia um parque linear de Natal, descobre-se que o plano estava “desatualizado” e precisava urgentemente de uma revisão que o tornasse oito vezes maior e infinitamente mais complexo.

Se isso não é engenharia jurídica para barrar um projeto específico, então eu não entendo mais nada de política brasileira.

A Democracia Sequestrada pela Tecnocracia

O que está em jogo aqui não é apenas um parque. É o direito democrático de um prefeito eleito implementar projetos urbanos legítimos. É a soberania popular contra a ditadura dos especialistas.

Não estou defendendo que se faça qualquer coisa em área de preservação. Estou denunciando o uso instrumental da técnica para neutralizar a política. Estou questionando por que critérios que não existiam por três décadas de repente se tornaram “indispensáveis” justamente quando incomodam.

O Bosque dos Namorados funciona há décadas no mesmo parque, com o mesmo plano de 1989. Por que funcionava antes e agora seria impossível? Simples: porque o Bosque dos Namorados estava previsto no plano anterior. O Parque Linear não estava.

A Pergunta que Não Quer Calar

Se o objetivo fosse realmente proteger o meio ambiente, por que não se propôs uma revisão conjunta do projeto do Parque Linear de Natal para adequá-lo aos critérios ambientais? Por que não se buscou um meio-termo entre preservação e uso público?

A resposta é óbvia: porque o objetivo nunca foi proteger. O objetivo sempre foi impedir.

A prova está na cronologia: primeiro veio o anúncio do parque (julho), depois veio a blindagem técnica (2025). Não é coincidência. É estratégia.

A Técnica a Serviço da Política

O caso do Parque Linear de Natal é um manual de como a tecnocracia pode ser usada para neutralizar a democracia. Como transformar 113 páginas em 876 para dizer “não” sem assumir a responsabilidade política de dizer “não”.

É a vitória da burocracia sobre a representação. Do especialista sobre o eleito. Da norma técnica sobre a vontade popular.

E o mais triste: tudo isso feito em nome da “proteção ambiental”, como se a preservação da natureza fosse incompatível com o uso público democrático dos espaços urbanos.

Trinta e dois anos de um plano simples e funcional. Um ano de anúncio de parque linear de Natal. Oitocentas e setenta e seis páginas de blindagem técnica.

A cronologia não mente. E quem tem olhos para ver, que veja.

Blog do Dina

Opinião dos leitores

  1. Se a ideologia cabe nesse caso, sou de Direita. Porém, é humanamente impossível alterar de 100 para 600 páginas em dois dias. Vamos ser racionais né? Um plano de manejo pode e deve ser alterado até pelo fato das necessidades de 89 não serem mais as mesmas de 2025, tudo precisa ser atualizado. Outro ponto é que essa alteração tão robusta precisa de embasamento científico, ja que se trata de um documento técnico. Repito: Não se altera em dois dias. Isso era algo que já vinha sendo feito e foi publicado. Coincidentemente, dois dias depois da publicação do parque. Simples.

  2. O maior inimigo do RN é o próprio RN…Os Cearenses e Paraibanos agradecem e apóiam. Continuem assim irmãos potiguares!!!

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Geral

Comissão de Ética da Presidência muda entendimento e permite Margareth Menezes receber verba pública por shows

Foto: Pedro Kirilos

A Comissão de Ética Pública (CEP) da Presidência da República reformou seu entendimento anterior e permitiu que a ministra da Cultura, Margareth Menezes, fosse paga com recursos públicos pelos shows que fez durante o carnaval deste ano — ela saiu de férias para se dedicar às atividades privadas.

A CEP havia decidido que a ministra só poderia fazer shows pagos com dinheiro privado. A comissão chegou a liberar os shows pagos com verba pública já contratados na época, mas vedou as “apresentações futuras” custeadas desta forma.

LEIA TAMBÉM: CARNAVAL: Ministra da Cultura, Margareth Menezes leva R$ 640 mil em verba pública por shows

Margareth Menezes recebeu pelo menos R$ 640 mil das prefeituras de Salvador (BA) e Fortaleza (CE) pelos shows que fez nessas cidades em 2025. A informação é foi publicada pelo Metrópoles e confirmada pelo Estadão. O salário de ministros de Estado, desde 1º de fevereiro, está em R$ 46.366,19.

Antes de ir faturar na folia deste ano, a ministra fez nova consulta à Comissão de Ética pedindo esclarecimentos sobre as decisões do ano passado.

O colegiado, controlado por aliados do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entendeu que só há impedimento no caso de verba federal. Caches pagos por estados e municípios estão liberados.

“A simples participação em eventos que, indiretamente, sejam beneficiados por patrocínios estaduais ou municipais não configura, por si só, conduta antiética, desde que a negociação tenha sido conduzida de maneira autônoma e transparente, sem interferência da autoridade pública”, destacou o presidente do colegiado, Manoel Neto.

A equipe da ministra reiterou que a Comissão de Ética só proibiu o recebimento de verba federal, mas que pagamentos feitos por municípios ou Estados estão autorizados. Disse ainda que, durante o carnaval, a ministra “exerceu sua profissão de cantora fora do horário de trabalho, garantindo que suas apresentações não interferissem nas responsabilidades do seu cargo, seguindo todos os preceitos legais”.

Em nova nota de esclarecimento, encaminhada no dia 16, a CEP afirmou que as decisões tomadas em 2024 e 2025 não entram em contradição com as posições de 2023, tomadas em resposta às primeiras consultas da ministra. “Nas decisões das consultas formuladas pela ministra Margareth Menezes em 2024 e 2025, tratando expressamente da possibilidade de shows remunerados com recursos estaduais ou municipais, a CEP manteve sempre o mesmo entendimento: é possível, desde que não envolva recursos federais”.

No entanto, Margareth Menezes fez duas consultas à Comissão de Ética em 2023. Ambas foram analisadas numa mesma sessão, em 28 de fevereiro daquele ano, e apresentaram uma divergência. O extrato referente ao primeiro processo fala em “vedação ao recebimento de remuneração originado dos entes públicos”.

No segundo caso, a restrição seria apenas “em eventuais contratações futuras”. O relator desse caso destaca que “é vedado à consulente receber remuneração dos entes públicos (federais, estaduais e municipais) por apresentações artísticas/musicais futuras”.

O voto dos conselheiros, nesse caso, permitiu que a ministra recebesse verbas públicas para eventos já contratados. Em ambos as decisões, no entanto, estavam vetados pagamentos em caso de novos contratos – uma postura que foi revista nas decisões recentes que permitiram o pagamento pelos shows de carnaval.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Bem.. se tem “vitima”que denuncia, investiga, denuncia e julga. Agora tem ministro que libera a verba para eventos de interesse do “povo”, e que usa a verba para o interesse do “povo”e que recebe a tal verba para o interesse do “povo”. Por isso que o ovo e o café deve ta barato ainda, porque a culpa é do povo….

  2. Absurdo !!! Corrupção oficializada , eu determino quanto vou receber de verba pública , lei Rouanet sendo usada em benefício próprio , cadê o congresso nacional , MPF, TCU …pra rebater esse saqueamento do erário ? Tudo e todos corrompidos 🤢🤮🤮🤮

  3. Dandalunda, maimbanda, coquê
    Dandalunda, maimbanda, coquê
    Dandalunda, maimbanda, coquê
    Dandalunda, maimbanda, coquê
    Coquê

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Política

Lula insinua que horário de verão vai voltar

Foto: Agência Brasil

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu uma enquete em seu perfil no Twitter para questionar o que as pessoas acham sobre o horário de verão. “Governo que consulta a população. O que vocês acham da volta do horário de verão?”, escreveu o petista.

A mulher de Lula, a socióloga Rosângela da Silva, conhecida como Janja, respondeu positivamente ao post:

Anteriormente, o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), já havia sugerido que o novo governo debaterá o tema ao responder a um apelo do ator Bruno Gagliasso.

FIM DO HORÁRIO DE VERÃO

O presidente Jair Bolsonaro (PL) pôs fim ao horário de verão por meio de um decreto assinado em 25 de abril de 2019. A medida passou a valer a partir da temporada 2019/2020 e está vigente até hoje.

De acordo com o presidente, a decisão foi tomada com base em estudos técnicos, “que apontam para a eliminação dos benefícios por conta de fatores como iluminação mais eficiente, evolução das posses, aumento do consumo de energia e mudança de hábitos da população”, além de ter sido debatida com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Poder360

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Cidades

CEI da energia solar inicia trabalhos e aprova relatório preliminar com indícios de falhas em cobranças

Foto: Verônica Macêdo

A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da energia solar da Câmara Municipal de Natal realizou, hoje (25), sua primeira reunião oficial e aprovou, por unanimidade, o relatório preliminar apresentado pelo presidente da comissão, vereador Kleber Fernandes (Republicanos). O documento reúne as primeiras constatações e estabelece os encaminhamentos iniciais da investigação.

O relatório aponta indícios relevantes de falhas na prestação do serviço por parte da concessionária Neoenergia Cosern, especialmente no que se refere à compensação de créditos de energia de consumidores com sistemas de geração solar. Entre os principais pontos levantados estão a hipótese de dessincronização entre as leituras de consumo e de injeção de energia, possível retenção de créditos, cobranças em desacordo com o saldo gerado pelos consumidores, além de falhas na transparência das informações apresentadas nas faturas.

“Nesse relatório preliminar, constata-se uma dessincronização deliberada do sistema da Neoenergia, inviabilizando a transparência e a clareza nas informações dessas faturas e dessas cobranças para o consumidor final, criando um clima de insegurança jurídica, instabilidade e incerteza acerca da viabilidade econômica do investimento em energia solar”, destacou o presidente da comissão, Kleber Fernandes.

De acordo com o documento, somente no Procon Natal já foram registrados mais de 200 procedimentos relacionados ao tema nos últimos meses, enquanto o Ministério Público do Rio Grande do Norte e a Defensoria Pública também instauraram apurações sobre possíveis irregularidades. O relatório ainda aponta que situações semelhantes vêm sendo observadas em outros estados, envolvendo empresas do mesmo grupo controlador.

Durante a reunião, os membros da CEI deliberaram pela convocação de instituições e entidades para prestar esclarecimentos, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Procon Natal, o Ministério Público, a Defensoria Pública, além de representantes da Neoenergia Cosern. A comissão convocará, também, representantes do grupo Iberdrola, empresa espanhola do setor elétrico e controladora da Neoenergia Cosern, de empresas integradoras e de consumidores afetados.

Também foi definida a requisição de documentos e informações a diversos órgãos, com o objetivo de aprofundar a análise técnica dos fatos, além da articulação institucional para que medidas sejam adotadas diante das irregularidades apontadas.

A comissão informou ainda que está aberta à participação da sociedade, permitindo que consumidores encaminhem documentos, provas e relatos que possam contribuir com o andamento das investigações. Ao longo dos trabalhos, também serão ouvidos consumidores, testemunhas e representantes de instituições envolvidas, bem como solicitadas cópias de processos em tramitação nos órgãos de defesa do consumidor.

A expectativa é que, com o avanço das oitivas e da coleta de informações, a CEI possa esclarecer os fatos, identificar responsabilidades e propor encaminhamentos que garantam mais transparência, segurança jurídica e respeito aos direitos dos consumidores de energia solar em Natal.

 

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Cidades

Energia recuperada no combate aos “gatos” iluminaria o RN por dois dias, afirma Cosern

Foto: Divulgação

A Neoenergia Cosern fez um balanço das ações da Operação Varredura referentes aos nove primeiros meses deste ano. Entre os dados mais relevantes do relatório, a distribuidora constatou que o volume de energia que estava sendo desviada e foi recuperada nas várias fases da operação seria suficiente para abastecer, por exemplo, todo o estado do Rio Grande do Norte por dois dias.

No trabalho de combate aos ‘gatos’, que contou com apoio das autoridades policiais, a distribuidora recuperou 12,3 milhões de KWh. Para se ter uma ideia, o consumo médio mensal de uma residência potiguar é de 145 KWh.

“É importante ressaltar que uma parte do prejuízo causado por esse tipo de crime é dividido por todos os potiguares no momento da definição do reajuste tarifário feito todos os anos pela Agência Nacional de Energia Elétrica”, lembra Gilmar Mikeias, gerente de Recuperação da Receita da Neoenergia Cosern. “Além disso, o gato de energia é crime, coloca em risco a vida de quem faz e de quem está perto, provoca oscilações no fornecimento de energia e pode provocar queima de equipamentos”, complementa o gerente.

De acordo com o balanço da Neoenergia Cosern, foram identificadas e desativadas de janeiro a setembro deste ano, 4.247 fraudes que incluem a alteração dos medidores. Em outro comparativo, a energia que estava sendo furtada e foi recuperada pela distribuidora seria suficiente para abastecer, juntos, os municípios de Açu, Goianinha e Alto do Rodrigues por 30 dias, por exemplo. Entre janeiro e setembro, três pessoas foram presas pela autoridade policial em todo o Rio Grande do Norte praticando a irregularidade.

Furto x Fraude

A fraude é quando o consumidor já é cliente da Neoenergia Cosern e manipula o medidor de energia com o objetivo de reduzir o consumo faturado. Já o furto consiste em desviar energia diretamente da rede elétrica sem a medição do consumo e o conhecimento da distribuidora.

Opinião dos leitores

  1. Coloquei energia solar, melhor investimento que já fiz. Corram pq depois do fim do ano, o governo vai começar lentamente a taxar os novos consumidores.

  2. Aposto que muitos desses “empresários” estão em frente aos quartéis pedindo a volta da ditadura militar

  3. Aposto que muitos desses “empresários” estão enfrente aos quartéis pedindo a volta da ditadura militar

    1. O problema é que não dá pra fazer a denuncia, pq a cosern quer cobrar a multa da casa que está o gato. E não da casa que está se beneficiando. Então os bandidos fazem em casas vizinhas as suas pq sabem que se der bronca a multa vai pro vizinho.

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Geral

INSS: Pedidos de reembolso por descontos indevidos somam mais de 2,2 milhões em duas semanas

Foto: Henry Milleo/ Agência Bras

A maioria dos aposentados que acessou o sistema do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para consultar descontos feitos por associações e sindicatos em sua folhas de pagamento contestam os débitos.

Segundo os dados dos primeiros 14 dias de funcionamento da plataforma, 97,5% dos beneficiários disseram não ter autorizado as cobranças e pediram reembolso. Ou seja, pelo menos nove a cada dez aposentados dizem não reconhecer os descontos associativos

Ao todo, foram realizadas 2.288.494 de consultas nesses dias, com 2.233.227 (97,5%) dos segurados solicitando o reembolso e 55.267 reconhecendo a adesão. Um total de 41 entidades foram contestadas.

Nesta terça-feira (27), o presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, disse que todos os beneficiários da autarquia que foram lesados com descontos irregulares serão ressarcidos até o fim do ano. Ainda não foi calculado quanto o ressarcimento irá custar aos cofres públicos.

Caso os cofres públicos precisem arcar com o ressarcimento ao beneficiário, o INSS entrará com uma ação regressiva com o objetivo de obter os valores das associações fraudulentas.

O número apresentado pelo INSS sobre as contestações é próximo do percentual obtido no relatório realizado pela CGU (Controladoria-Geral da União). Nele, entrevistas foram feitas com 1.273 segurados em todos os estados do país e 1.242 (97,6%) deles relataram não ter autorizado os descontos.

COMO POSSO PEDIR A DEVOLUÇÃO DE DESCONTOS INDEVIDOS?

  1. Entre no aplicativo Meu INSS;
  2. Informe seu CPF e a senha cadastrada;
  3. Siga para “Do que você precisa?”;
  4. Digite: “Consultar descontos de entidades”;
  5. Caso tenha descontos, marque se foram ou não autorizados;
  6. Informe email e telefone para contato;
  7. Declare se os dados são verdadeiros;
  8. Confirme no botão “Enviar Declarações”.

O INSS não divulga o valor que cada aposentado e pensionista poderá receber de volta, permitindo apenas a contestação do desconto identificado.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Cadê a j7stiça desse país pra fazer esses sindicatos e associações pra fazer esses sindicatos botar o dinheiro pra fora???

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Geral

EUA incluem Brasil em investigação sobre trabalho forçado em comércio internacional

Foto: US Embassy/Reprodução

Os Estados Unidos incluíram o Brasil em uma lista de cerca de 60 países que passarão por investigação sobre possíveis práticas comerciais ligadas ao trabalho forçado. A apuração foi aberta pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.

Segundo o embaixador e representante comercial Jamieson Greer, o objetivo é avaliar se governos estrangeiros têm adotado medidas eficazes para impedir a entrada em seus mercados de produtos fabricados com trabalho forçado. De acordo com ele, a falta de ações firmes pode criar vantagens de custo artificiais para produtores estrangeiros e prejudicar trabalhadores e empresas americanas.

Caso sejam constatadas práticas consideradas desleais, a legislação norte-americana permite a adoção de medidas como a imposição de tarifas adicionais, restrições à importação de produtos e até a suspensão de concessões em acordos comerciais. O mecanismo também prevê a possibilidade de firmar acordos com os países investigados para corrigir as práticas apontadas.

As investigações são conduzidas por um comitê específico dentro do USTR, responsável por analisar petições, realizar audiências públicas e recomendar medidas ao Comitê de Política Comercial dos Estados Unidos. O processo inclui consultas com os governos dos países envolvidos e, caso não haja solução consensual, pode avançar para mecanismos formais de disputa em instâncias como a Organização Mundial do Comércio.

Lista dos países sob investigação dos EUA sobre trabalho forçado

  1. Argélia;
  2. Angola;
  3. Argentina;
  4. Austrália;
  5. Bahamas;
  6. Bahrein;
  7. Bangladesh;
  8. Brasil;
  9. Camboja;
  10. Canadá;
  11. Chile;
  12. China;
  13. Colômbia;
  14. Costa Rica;
  15. República Dominicana;
  16. Equador;
  17. Egito;
  18. El Salvador;
  19. União Europeia;
  20. Guatemala;
  21. Guiana;
  22. Honduras;
  23. Hong Kong;
  24. Índia;
  25. Indonésia;
  26. Iraque;
  27. Israel;
  28. Japão;
  29. Jordânia;
  30. Cazaquistão;
  31. Kuwait;
  32. Líbia;
  33. Malásia;
  34. México;
  35. Marrocos;
  36. Nova Zelândia;
  37. Nicarágua;
  38. Nigéria;
  39. Noruega;
  40. Omã;
  41. Paquistão;
  42. Peru;
  43. Filipinas;
  44. Catar;
  45. Rússia;
  46. Arábia Saudita;
  47. Singapura;
  48. África do Sul;
  49. Coreia do Sul;
  50. Sri Lanka;
  51. Suíça;
  52. Taiwan;
  53. Tailândia;
  54. Trinidad e Tobago;
  55. Turquia;
  56. Emirados Árabes Unidos;
  57. Reino Unido;
  58. Uruguai;
  59. Venezuela;
  60. Vietnã.

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Opinião

Não podemos mais errar no combate à desinformação (fake news) – Por Herval Sampaio

Foto: Pedro França/Agência Senado

Por Herval Sampaio*

Em 2018 o Brasil conheceu de forma sistêmica o fenômeno que ocorrera dois anos antes, em 2016, no Reino Unido e nos Estados Unidos: a disseminação massiva e coordenada de fake news no processo eleitoral. Nosso país passou, naquele ano, por uma quebra de paradigmas que, nos anos seguintes, mostrou ter encontrado aderência social para se instalar e permanecer, causando tantos males à nossa democracia.

Feita a rápida contextualização do problema, chegamos a 2024, e embora o pleito deste ano tenha encerrado há pouco, algo, infelizmente, não cessou com o fim do Segundo Turno: os erros das pesquisas eleitorais para muito além das margens. Essa constatação, que não é novidade, está ancorada em dezenas de exemplos ocorridos ao longo desta quadra eleitoral por todas as partes do Brasil, e em especial no Rio Grande do Norte, Estado no qual moramos e nos orgulhamos, mas os dados a serem discorridos nos entristece e ao mesmo tempo nos fortalece no combate a esse direcionamento criminoso que alguns têm feito e com a mesma intensidade tem de ser reprimido e expurgado do nosso processo eleitoral.

A partir de um projeto desenvolvido em parceria com alguns pesquisadores, de monitoramento das pesquisas registradas desde 1 de janeiro até 20 de outubro, lastreado pelas bases de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), produzimos um estudo que reúne vasto acervo de informações que corroboram a premissa de que as pesquisas eleitorais tornaram-se um instrumento de desinformação (fake news) em massa, como modus operandi de partidos e políticos para lograr êxito nas disputas municipais, a saber: crescimento vertiginoso e atípico dos gastos com pesquisas, da quantidade delas, do preço médio, do número de institutos e do perfil dos contratantes, por vezes incompatível com o faturamento destes, dados irrefutáveis que merecem uma investigação muito rigorosa e criteriosa.

O primeiro dado que merece atenção diz respeito ao aumento dos gastos registrados no Brasil, comparando-se 2016 com 2024: foram R$ 71 milhões há 8 anos, e agora romperam a casa dos R$ 171 milhões. Ou seja, as 14,8 mil pesquisas registradas nesta eleição custaram R$ 100 milhões a mais. Isso implica dizer que o valor médio de cada levantamento cresceu de R$ 7,9 mil (2016) para R$ 11,5 mil (2024).

No Rio Grande do Norte, há números que chamam mais atenção sobre vários aspectos. O primeiro deles é o volume de recursos gastos com pesquisas registradas: R$ 5,3 milhões em 2024. Isso equivale a 8 vezes o que foi gasto na eleição de 2016 no estado (R$ 679 mil) – apenas em Natal, as cifras passaram de R$ 1,6 milhão agora, contra R$ 239 mil em 2016, com aumento de quase 7 vezes.

Quanto ao volume de levantamentos registrados, foram 744 neste ano, contra apenas 144 em 2016. Aumento de 600 pesquisas ou 416%. Isso fez com que o Estado ocupasse o 8º entre os 26 estados com mais pesquisas divulgadas, e 3 cidades aparecem entre as 30 do Brasil: Natal (4º, com 101), Parnamirim (23º, com 37) e São Gonçalo (30º, com 32). E Natal teve o crescimento mais vertiginoso, passando de apenas 15 em 2016 para 101 em 2024. Importante enfatizar, que no nosso estudo só consideramos as registradas no TSE. As chamadas “pesquisas internas”, realizadas pelas campanhas dos candidatos, é quase impossível no momento, de elaborar qualquer diagnóstico pela dificuldade na captação dos dados devido o seu caráter restrito aos contratantes/pagantes.

No que diz respeito aos institutos que atuaram no Rio Grande do Norte, o número saltou de 11 em 2016 para 31 neste ano, redundando em crescimento de 181% no comparativo. Na capital potiguar, no mesmo período, passaram de 4 para 19, equivalente a quase 5 vezes mais. A explosão numérica aqui mencionada é assombrosa por si só!

Com a elevada quantidade de institutos oferecendo serviços, criou-se um cenário no país inteiro, refletido de forma acentuada em solo potiguar, que nos parece ter desbordado na mercantilização das pesquisas, haja vista que o total de cidades do Estado que realizaram pesquisas subiu de 63 (2016) para 128 (2024), ou seja, mais do que dobraram.

Casos que ilustram o problema

A utilização de pesquisas como instrumento de desinformação tornou-se tão efetivo e presente nas eleições, que houve casos em que candidatos e partidos sentiram-se à vontade para, não apenas realizarem levantamentos, como fazê-los de forma pública, com registro oficial junto ao TSE, e compondo suas prestações de contas, sem qualquer constrangimento, e é nesta nódoa que para nós reside o problema.

No estado, tivemos candidatos a prefeito Coronel Ezequiel e São Bento do Trairí que contrataram, registraram e divulgaram pesquisas eleitorais ao longo da disputa. Houve também o caso de um partido (PSD) que contratou, registrou e deu publicidade a levantamentos onde seus candidatos concorriam, casos de Apodi, São Bento do Trairí e São Miguel do Gostoso.

Em outras cidades, houve candidatos que contrataram institutos de pesquisa com recursos de campanha, do fundo eleitoral, e esses institutos, mesmo diante do claro conflito ético, permaneceram publicando levantamentos na capital, casos da Consult, Exatus e Datavero, que no 1º turno tiveram suas projeções de véspera errando para além das margens de erro, inclusive na indicação de quais seriam os 2 candidatos a passarem ao 2º turno. Tais institutos obtiveram melhor desempenho no 2º turno, quando havia apenas 2 candidatos e a tendência de oscilação dentro das margens de erro é maior.

Também foi possível verificar situações, no mínimo, curiosas, como o fato de que ao menos 125 pesquisas registradas tiveram os institutos se autodeclarando como contratantes/pagantes dos trabalhos que eles próprios realizaram. É dizer que 1 a cada 5 serviços contratados foi ‘doado’. Inclusive apenas 2 institutos concentram a maioria desses 125 levantamentos. E esses dados ganham contornos mais chamativos quando se verifica que eles consumiram cerca de R$ 1,1 milhão. Ou seja, essas empresas vão na contramão a um princípio básico do capitalismo, a relação entre receitas e despesas, como forma de sobrevivência econômico-financeira.

Outro fato que chama atenção é que blogs, sites e portais foram responsáveis por R$ 2,5 milhões ou quase metade (47%) dos recursos que custearam as pesquisas, indicando uma representatividade desproporcional à fatia que ocupam do mercado publicitário potiguar. Tanto assim, que os veículos da mídia tradicional (TV e rádio) foram responsáveis por menos de 20% dos gastos, denotando também desproporcionalidade, neste caso inversa, da representatividade deles no mercado estadual. Tal fato nos faz se perguntar: o mercado dos blogs é tão virtuoso que permite investimento milionário? A pesquisa eleitoral é um “produto” rentável financeiramente capaz de tamanho gasto por seus proprietários?

Erros dos institutos

Para verificar o desempenho dos institutos é preciso utilizar um parâmetro justo e, no caso da eleição de 2024, no Rio Grande do Norte, o trabalho realizado por esses pesquisadores se valeu do comparativo entre os votos totais nas urnas e as intenções de votos estimuladas apontadas em cada levantamento, dentre aqueles realizados nos últimos 4 dias anteriores à eleição, particularmente do pleito das 6 cidades em que houve mais registros de pesquisas: Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Apodi.

Ao final do primeiro turno, apenas 1 (TS2, em Mossoró) entre as 28 pesquisas avaliadas aproximou-se do resultado das urnas, dentro das margens de erro. Significa que apenas 3,5% das pesquisas tiveram desempenho certeiro, e no caso de Natal, apenas 1 instituto (AtlasIntel) acertou quais candidatos iriam ao 2º turno. Contraditoriamente, embora o instituto que mais se aproximou do resultado em Mossoró, foi o que trouxe o maior “erro médio” em Natal. Conforme o quadro abaixo, nenhum instituto conseguiu obter desempenho abaixo dos 3,5% de margem de erro:

Já no 2º turno ocorrido em Natal, embora tenham melhorado na precisão, os institutos realizaram 29 levantamentos entre 07/10 e 26/10, 11 dos quais divulgados nos últimos dias, e ainda assim, verificou-se uma oscilação com discrepâncias acentuadas, variando de maioria pró-Natália Bonavides em 1,5% e pró-Paulinho Freire em 20,5%, quando o resultado das urnas trouxe uma diferença de 10,1% em favor do candidato do União Brasil, como detalhado a seguir:

As estimativas capturadas pelos institutos Seta e Qualittá são simbólicos do problema, na medida em que apresentam cenários diametralmente opostos em vencedor e maioria, para muito além do razoável das margens de erro, merecendo, nosso sentir, uma investigação rigorosa como defendida, pois no mínimo é estranho imaginar que uma pesquisa que é científica, por excelência, apresente um disparate muito além das margens de erro, sem que se aponte nenhum fato excepcional justificador. Com a palavra o Ministério Público!

Sociedade unida é o caminho para resolver o problema

Nos parece que o universo das pesquisas eleitorais, ao seguir uma dinâmica quase que exclusivamente entregue à iniciativa privada, no caso do Brasil, criou ambiente propício à formação de um ciclo vicioso que envolve políticos, institutos e blogs/portais, envidados no propósito dos seus respectivos interesses individuais, a despeito do compromisso único e imaculável de expressar o pensamento coletivo em dado recorte temporal.

Dessa constatação, deriva a necessidade de que, de igual modo, a sociedade se mobilize para, a partir também de uma tríade (universidades, judiciários e mídia tradicional), se possa construir uma alternativa que permita entregar à população, quando dos pleitos bienais, pesquisas isentas, íntegras, permeadas da credibilidade e da expertise técnica da academia, conduzindo, nesse campo, ao protagonismo da ciência e não das fake news.

Isto não significa, em momento algum, sugerir o fim dos institutos privados. Ao contrário. Com isso, as empresas cuidariam de um nicho bem maior e afeto aos interesses de seus contraentes, que é o das pesquisas de consumo interno, que para atingirem seus escopos, nunca vai se permitir que a ciência não seja priorizada, já que os resultados servirão realmente para a campanha e eventual governo.

Para completar, sugere-se que ao final de cada eleição, as universidades publicariam um ranking de desempenho dos institutos, de acordo com o erro médio calculado a partir do comparativo entre intenção de votos estimulada e votos totais nas urnas, a servir como balizador da reputação de todos os que participaram do pleito, como uma espécie de agência de checagens como existe no combate às fake news.

Ao contrário de uma pesquisa cientificamente fundamentada por uma universidade respeitada, uma pesquisa eleitoral sem a devida transparência e quem sabe, manipulada e tendenciosa, pode influenciar no resultado de uma eleição e na democracia.

Ao fim e ao cabo, estamos chamando atenção para o problema e dando uma pequena contribuição ao debate público, tentando unir a academia e o judiciário para oferecer alternativas a contornar a gênese da questão, porque se atores sociais como o – TSE, as universidades públicas e a mídia tradicional, sem olvidar os blogs e demais atores da mídia social que não aceitem participar de farsas – não se unirem para implementar iniciativas concretas como as aqui sugeridas, correremos o risco de repetir em 2026 o processo de corrosão e fragilização da democracia de modo ainda mais agudo, institucionalizando-se via “pesquisas fake news” na nossa cara e sem pudor, violando vários atos normativos de uma vez só, inclusive a nova resolução do TSE de combate à desinformação. Feito o alerta!

*José Herval Sampaio Júnior é Juiz de Direito TJ/RN, Doutor em Direito Constitucional pela UFPR e Professor do Curso de Direito da UERN.

Opinião dos leitores

  1. Esse magnifico trabalho do Doutor José Herval Sampaio Júnior, deveria se tornar a bussola para que as autoridades brasileiras e os politico se debrucem, em busca não só do aperfeiçoamento mas da moralização dessa ferramenta desagregadora da nossa DEMOCRACIA, usada como uma verdadeira banca de negócios nas campanhas eleitorais. Vale ressaltar que grande parte do seu efeito negativo, foram os mais de 33.000.000 (21,2%) de abstenção em todo o Brasil e 150.000 (26%) em Natal, no Segundo turno

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Saúde

VÍDEO: Família potiguar realiza campanha para custear tratamento de câncer de menina de 12 anos; Saiba como ajudar

Uma família natural da cidade de São Miguel, no interior do RN, está fazendo uma campanha de financiamento coletivo para o tratamento de um câncer agressivo que foi diagnosticado na caçula de três irmãs Letícia Maria Neves, de 12 anos.

O tratamento em questão é chamado de Cart T Cell e tem o custo total de cerca de R$ 2,5 milhões, sendo feito em parte nos Estados Unidos.

A campanha está sendo feita pela internet, onde qualquer pessoa pode ajudar financeiramente (CLIQUE AQUI para acessar o link e ajudar).

A descoberta do câncer aconteceu no fim do ano passado após Letícia alegar dores. “Em uma consulta de rotina, a médica apalpou a massa no abdômen”, conta a irmã Luana.

O tratamento

Por não ter havido a regressão do tumor, Letícia ainda não pode receber o transplante de medula óssea para o tratamento. Foi daí que surgiu a possibilidade de fazer o tratamento Cart T Cell. A recomendação foi feita pela própria médica.

Basicamente o tratamento consiste na retirada das células doentes de Letícia, que serão levadas para um laboratório nos Estados Unidos e retornarão mais saudáveis, sendo reinjetadas nela, na tentativa de combater o tumor.

Com informações de g1-RN

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Política

PEC que limita decisões individuais no STF pode ser votada na próxima semana, diz Pacheco

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta quinta-feira (16) que vai consultar os líderes e que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões individuais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pode ser votada na próxima semana

O texto define que pedidos de vista (tempo extra para análise) em tribunais devem ser coletivos e limitados a seis meses, podendo ser renovados por mais três. Após o prazo, o processo seria reincluído automaticamente na pauta de votações.

“A PEC 8 a 5ª sessão de discussão é no dia 21 nesta 5ª sessão de discussão ela já está apta para votar. Vou fazer uma consulta aos líderes se querem votar já na terça feira, porque ela já tem condições regimentais de ser votada”, declarou Pacheco a jornalistas nesta quinta.

A PEC também proíbe decisões monocráticas (de um único ministro) que tenham como efeito:

  • a suspensão de leis ou atos normativos que atinjam a coletividade
  • suspensão de atos do presidente da República ou dos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado e do Congresso Nacional

Em uma ofensiva de senadores contra o STF, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o texto em 40 segundos.

g1

Opinião dos leitores

  1. Quero mostrar ais câmeras meu talento sen vergonha e conseguir tráfego grátis com meu irmão trabalho

  2. Quero mais é que se exploda esse cabaré,tou indo imbora mesmo dessa merda,quero assistir de longe esse bordéu apagar as luzes.Faça um L que tudo se resolve.

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Geral

São Gonçalo garante construção de novo CAPS II com investimento de R$ 2,1 milhões

São Gonçalo do Amarante cumpriu todos os requisitos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e garantiu, junto ao Ministério da Saúde, um investimento de R$ 2.118.012,89 para a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) – Porte II, que será erguido ao lado do Complexo Esportivo Dr. Ruy Pereira dos Santos.

A instalação da placa da obra, na tarde desta sexta-feira (6), foi acompanhada pelo superintendente do Ministério da Saúde no Rio Grande do Norte, Jalmir Simões, além das representantes do PAC Bruna Sampaio, arquiteta do programa, e Ana Luísa, analista do PAC.

Ao comentar sobre a habilitação do município para receber os recursos, o prefeito Jaime Calado destacou a importância do novo equipamento para a rede de saúde mental da cidade.“Um CAPS como esse que será implantado vai evitar muito sofrimento de muitas pessoas. Eu, como médico, sei como isso é importante”, declarou.

O secretário municipal de Saúde, Júnior Rêgo, explicou que o projeto passou por um processo de destravamento para garantir a liberação do recurso. “Esse projeto do PAC era um processo que estava literalmente travado. O prefeito, através das suas articulações em Brasília, conseguiu superar outra etapa para a liberação desse recurso. A nossa expectativa é que, até a próxima semana, o valor já esteja creditado na conta do município para que possamos dar a ordem de serviço e iniciar a obra, melhorando o atendimento em saúde mental para a população de São Gonçalo”, afirmou.

O superintendente do Ministério da Saúde no estado, Jalmir Simões, parabenizou o empenho da gestão municipal na viabilização do projeto. “Nós aproveitamos essa oportunidade para parabenizar o empenho do governo municipal, da gestão do prefeito, porque essa parceria é importante. Hoje viemos prestigiar a implantação, a colocação da placa que dá o pontapé inicial para que o CAPS ambulatorial aqui de São Gonçalo do Amarante possa iniciar essa obra tão importante para atender a população”, destacou.

O novo equipamento será voltado ao atendimento especializado em saúde mental, ampliando a rede de cuidados do município e oferecendo suporte a pessoas com transtornos mentais e outras necessidades psicossociais

Opinião dos leitores

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Judiciário

Homem que se apresentava como terapeuta e coach é condenado por violação sexual em Natal

Foto: Reprodução

A 10ª Vara Criminal da Comarca de Natal condenou um homem que se apresentava como “practitioner em Programação Neurolinguística (PNL)” e coach por violação sexual mediante fraude. A ação foi movida pelo Ministério Público após denúncia de que ele teria praticado atos libidinosos contra uma mulher durante uma suposta sessão terapêutica na capital potiguar.

De acordo com os autos, a vítima procurou o acusado para tratar sintomas de enxaqueca e ansiedade, após indicação de uma amiga. No dia 2 de dezembro de 2017, ela foi até um imóvel comercial em Natal para atendimento. Durante a consulta, segundo relato, o homem teria iniciado uma sessão de hipnose e passado a apalpar a barriga, os seios e a região genital da paciente, além de forçar contato físico no rosto e na boca.

Ainda conforme o processo, o réu teria orientado que a mulher comparecesse usando roupas leves. Durante o atendimento, pediu que ela indicasse partes do corpo onde sentia dor. Ao apontar a cabeça, por causa da enxaqueca, ele insistiu para que mostrasse outras regiões. Quando a vítima indicou o estômago, o homem levantou a blusa dela e passou a acariciar a barriga, tocando também a região genital por cima da roupa, aproveitando-se, segundo a denúncia, do estado de vulnerabilidade causado pela hipnose.

A mãe da vítima estava no local e também participou de uma consulta, sem registro de irregularidades. Após perceber o nervosismo da filha, foi informada sobre os abusos. No dia seguinte, a vítima, acompanhada da mãe e da amiga que indicou o serviço, retornou ao escritório para questionar o ocorrido. O acusado negou as acusações.

Em juízo, o réu alegou que a vítima teria apresentado sintomas de alucinação e afirmou que ela mencionou ter sido vítima de estupro no passado. No entanto, tanto a mãe quanto a amiga negaram que a mulher tenha feito qualquer declaração nesse sentido.

Opinião dos leitores

  1. Tem um cidadão q já andou muito pelo Natal shopping q agora anda pelo Midway se diz “médico”. Já enganou uma porção de gente. Cuidado!!

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Mundo

VÍDEO: Irã responde à ataque conjunto e ataca base da Marinha dos EUA

Vídeo: Reprodução/X

O Irã lançou mísseis contra a base da Quinta Frota da Marinha dos Estados Unidos, no Bahrein, em resposta ao ataque coordenado de Washington e Israel realizado nas primeiras horas deste sábado. A informação foi confirmada por um oficial americano, que classificou a situação como “ativa”. Imagens divulgadas nas redes e analisadas por veículos internacionais mostram uma coluna de fumaça nas proximidades da instalação militar.

Segundo a agência estatal iraniana Fars, a ofensiva foi conduzida pela Guarda Revolucionária Islâmica, que teria atingido também outras três bases americanas no Oriente Médio: Al Udeid, no Catar; Al Salem, no Kuwait; e Al Dhafra, nos Emirados Árabes Unidos. As instalações são estratégicas para a presença militar dos EUA na região e dão suporte a operações aéreas e navais.

A retaliação ocorre após os Estados Unidos e Israel confirmarem uma ofensiva conjunta contra alvos iranianos, descrita por autoridades israelenses como fruto de “meses de planejamento”. O presidente americano Donald Trump classificou a campanha como “massiva e contínua” e afirmou que novas ações podem ocorrer nos próximos dias. Ele também voltou a defender uma mudança de regime em Teerã.

Em comunicado, a Guarda Revolucionária declarou ter iniciado a “primeira onda” de ataques com mísseis e drones contra alvos israelenses, ampliando o alcance da resposta. Relatos apontam explosões não apenas no Bahrein, mas também no Catar e nos Emirados Árabes Unidos, países que abrigam bases militares americanas.

A escalada marca um dos momentos mais tensos na região nos últimos anos e eleva o risco de confronto prolongado. Com forças mobilizadas em diversos pontos do Oriente Médio, o temor agora é de que a troca de ataques se transforme em um conflito de proporções ainda maiores.

Opinião dos leitores

    1. Só se for pra servirem de bucha de canhão, pois do contrário, jamais irão sair da vida boa aqui no Brazi de mãe preta e pai jão.🤣😂🤣😂🤧🤮

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Brasil

Hoje é o último dia para tirar versão impressa do título eleitoral

Foto: Marcello Casal Jr.

Termina nesta quinta-feira (22) o prazo para a solicitação da segunda via impressa do título de eleitor. Para obter o documento, o eleitor precisa estar em situação regular com a Justiça Eleitoral e comparecer ao cartório eleitoral com um documento oficial de identificação, além do comprovante de residência dos três últimos meses. O documento é impresso na hora. No caso de pessoas do sexo masculino, também é necessário comprovar a quitação com o Serviço Militar Obrigatório.

Quem perder o prazo não precisa se preocupar, já que também pode acessar a versão digital do título pelo aplicativo e-título. O app pode ser baixado para smartphone ou tablet , nas plataformas iOS ou Android. Após baixá-lo, basta inserir os dados pessoais. Para o eleitor que ainda não fez o cadastro biométrico, é necessário apresentar documento oficial com foto sempre que for utilizar o título digital.

Caso o eleitor não saiba o número do título, pode consultar o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do nome, CPF e data de nascimento. Entre as vantagens do e-título, está o acesso às informações na Justiça Eleitoral, como situação eleitoral, local de votação, consulta de débitos, emissão de guias para pagamentos e cadastro como mesário voluntário. Diferentemente da via tradicional, a versão eletrônica tem a foto do eleitor, além de dados sobre o cadastramento biométrico e um QR Code para validação na zona eleitoral.

Agência Brasil

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Geral

Ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, também foi morto em ataque conjunto dos EUA e Israel

Foto: Fatemeh Bahrami/Agência Anadolu

Mahmoud Ahmadinejad, que presidiu o Irã entre 2005 e 2013, morreu em um ataque aéreo atribuído a Israel e aos Estados Unidos, segundo informou neste domingo a Iranian Labor News Agency, ligada ao regime iraniano. A informação também foi confirmada pela DW (Deutsche Welle), mídia alemã.

De acordo com a agência, o bombardeio atingiu a residência do ex-presidente no bairro de Narnak, no nordeste de Teerã, e também matou seguranças que estavam no local. A imprensa iraniana afirmou que o ataque foi realizado com mísseis.

O jornal israelense Maariv relatou que Ahmadinejad estaria em prisão domiciliar no momento da ofensiva e que a ação teve como alvo direto sua casa.

Figura central do programa nuclear iraniano e conhecido pela retórica de confronto com o Ocidente, Ahmadinejad ganhou projeção internacional por declarações antissemitas e pela negação do Holocausto, sendo considerado um dos principais adversários de Israel durante seus dois mandatos.

Ao longo de seu mandato como presidente do Irã, manteve boas relações com o presidente Lula. Ahmadinejad foi recebido por Lula em 2009 no Brasil sob protestos de entidades judaicas e de defesa dos direitos humanos por declarações negando o Holocausto. Na mesma época, Lula também defendeu o direito do Irã de manter um programa nuclear em visita ao país do Oriente Médio.

Foto: Reuters

Opinião dos leitores

  1. Passa para frente, de tanto fazer maldades, se achando dono do mundo, o senhor chamou para conversar, tem gente que acha que nunca vai prestar contas, poderia até ter ido passar uns dias na Disney com Maduro.

  2. Um Chefe de Estado que é aliado do Irã ,que prega o socialismo e tem o descalabro de falar que vivemos em democracia. É subjugar a inteligência das pessoas.

    1. Irã é só um país onde as pessoas querem viver suas vidas sem abaixar a cabeça para o EUA. Se você apoia o ataque ao Irã, talvez acorde quando o EUA quiser transformar um Rio Grande do Norte numa colônia americana (com a desculpa da terceira guerra), e se veja na situação de indignidade de não poder nem negociar sem pedir aos americanos que vão pensar primeiro neles, sempre.

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