O Rio Grande do Norte registrou 8.339 licenças médicas por transtornos mentais em 2025 e aparece na quinta posição no Nordeste, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em todo o país, mais de meio milhão de afastamentos foram concedidos por problemas como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, alcoolismo e dependência de drogas.
O trabalhador que ficar impossibilitado de exercer suas atividades por mais de 15 dias consecutivos pode pedir ao INSS o benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. De acordo com o advogado trabalhista e professor da Estácio Túlio Chaves, é necessário comprovar a incapacidade em perícia, manter a condição de segurado e, normalmente, ter pelo menos 12 contribuições mensais.
Quando o transtorno é provocado ou agravado pelo ambiente profissional, o benefício pode ser enquadrado como acidentário, na categoria B91. Nesse caso, a empresa deve continuar depositando o FGTS, e o trabalhador tem estabilidade de 12 meses após retornar ao emprego.
Para comprovar a relação com o trabalho, podem ser apresentados laudos médicos, registros de metas abusivas ou sobrecarga, mensagens, e-mails, depoimentos de colegas e a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). Se a empresa se recusar a emitir o documento, o trabalhador pode procurar o sindicato ou o próprio médico.
Já o benefício comum, classificado como B31, é concedido quando não existe relação reconhecida entre o adoecimento e a atividade profissional. Nessa modalidade, não há estabilidade depois do retorno, e a empresa não precisa recolher o FGTS durante o afastamento. Caso o INSS faça o enquadramento incorreto, a decisão pode ser contestada.
O secretário de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, denunciou o que classificou como uma “fraude escancarada” no uso do cartão SUS por pacientes que alteram o município de domicílio para conseguir atendimento ou exames na capital potiguar.
Pinho citou dados do IBGE segundo os quais Natal tem população estimada em 788 mil habitantes, mas já contabiliza cerca de 1,5 milhão de cartões SUS vinculados ao município. Segundo ele, o número cresce diariamente devido à facilidade de alteração dos dados pelo aplicativo.
O secretário afirmou que a Secretaria Municipal de Saúde trava uma “luta imensa” junto ao Ministério Público e à Superintendência do Ministério da Saúde no RN para enfrentar o problema, mas, destaca que o município mantém o atendimento de pacientes em situações de urgência e emergência.
O Rio Grande do Norte realizou, nesta semana, o que se consolida como o maior evento do Brasil dedicado à saúde mental e à prevenção do suicídio. A programação, realizada entre os dias 16 e 18 de setembro, reuniu profissionais de diferentes instituições e estados, especialistas, estudantes, professores e representantes das áreas de saúde, segurança pública, educação, assistência social, Justiça, imprensa, entre outros segmentos.
Com uma proposta que alia conhecimento técnico, reflexão e acolhimento, o evento trouxe ao Estado grandes nomes nacionais, como Monja Coen, Neury Botega, Karen Scavacini e Leandro Karnal, além do Coronel Diógenes Munhoz, do Corpo de Bombeiros Militar de São Paulo, referência nacional na abordagem técnica e humanizada a tentativas de suicídio.
A programação também contou com especialistas de destaque no Rio Grande do Norte, entre eles Débora Sampaio, Adriano Araújo e Euglena Lessa, ampliando o debate e promovendo a integração entre diferentes áreas que atuam direta ou indiretamente na promoção da saúde mental e na prevenção do suicídio.
Em Natal, na quarta-feira (16), o Teatro Riachuelo recebeu quase 2 mil participantes para um dia inteiro de palestras, debates e atividades voltadas à valorização da vida.
No dia seguinte, quinta-feira (17), profissionais participaram de uma atualização e nivelamento do Protocolo Nacional de Abordagem Técnica e Humanizada a Tentativas de Suicídio, realizado no auditório da FIERN. A atividade teve como objetivo atualizar conhecimentos e fortalecer a qualificação dos profissionais que atuam em situações de urgência e emergência.
A programação foi encerrada nesta sexta-feira (18), em Mossoró, no Teatro Dix-Huit Rosado, que ficou lotado para receber mais de 700 participantes. O público foi formado por profissionais, estudantes universitários, professores, gestores e representantes de instituições públicas e privadas.
Além da dimensão técnica e científica, o evento também teve um forte caráter social. O acesso à programação foi gratuito para a população, mediante ações de solidariedade, e foram arrecadados mais de uma tonelada de alimentos. Os recursos obtidos com as inscrições também foram destinados a instituições beneficentes que atuam na área da saúde mental.
Uma iniciativa que nasceu no Rio Grande do Norte
O projeto teve como idealizador e principal articulador de sua organização o Coronel Christiano Couceiro, do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte. A iniciativa vem sendo construída a partir da integração entre instituições e da compreensão de que a prevenção do suicídio exige atuação conjunta, qualificação profissional e, sobretudo, capacidade de dialogar com a sociedade.
A realização do evento também evidencia uma perspectiva de gestão que ultrapassa a execução de uma programação. A proposta foi transformar o debate sobre saúde mental em uma grande mobilização social, reunindo conhecimento, profissionais, instituições, solidariedade e participação popular em torno de uma mesma mensagem.
Ao longo dos três dias, o evento manteve uma característica que se tornou uma de suas marcas: falar sobre temas sensíveis com responsabilidade, mas também com leveza, acolhimento e esperança.
Mais do que discutir a prevenção do suicídio, a programação colocou em evidência a importância de falar sobre a vida, fortalecer redes de cuidado e ampliar o diálogo sobre saúde mental.
Para o Rio Grande do Norte, a realização representa também o reconhecimento da capacidade do Estado de promover uma agenda nacional sobre um dos mais importantes temas de saúde pública da atualidade.
Entre os grande apoiadores estavam: o Sesc, FIERN, Sebrae, Complexo Severino Lopes, Nau, Mangay, Tabua de Carne, Zeh Cozinha, Tche, Tratoria, Clan, Sams, Santa Clara, Hospital Rio Grande, Viver Saúde, Incor e a Associação Médica do RN.
A pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste domingo (20) mostra que Lula (PT) aparece à frente apenas na região Nordeste, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) lidera numericamente nas outras quatro regiões do país. O levantamento ouviu 40,5 mil eleitores nos 26 estados e no DF.
No Nordeste, Lula registra 53,3% dos votos válidos, contra 35,2% de Flávio Bolsonaro. Os demais candidatos somam 11,6%.
No Norte, Flávio aparece com 49,7%, ante 37,3% de Lula e 13% dos demais candidatos.
No Centro-Oeste, o candidato do PL tem 47,6%, enquanto Lula registra 34,8% e os demais, 17,6%.
No Sudeste, Flávio soma 48%, contra 39,6% de Lula e 12,4% dos demais.
Já no Sul está a maior vantagem regional do candidato do PL com 54,6%, contra 32,3% do petista, e 13,1% dos outros concorrentes.
As 27 pesquisas foram realizadas por iniciativa própria do Instituto Veritá, entre 10 e 19 de setembro de 2026, com 40.500 entrevistas, 95% de confiança e margens de erro de 2,0 a 3,5 pontos percentuais. Os resultados nacionais foram obtidos pela ponderação dos percentuais de cada Unidade Federativa pelo respectivo eleitorado, conforme registro no TSE.
Registros TSE: AC BR-02386/2026; AL BR-04383/2026; AP BR-07861/2026; AM BR-07214/2026; BA BR-07197/2026; CE BR-07551/2026; DF BR-01988/2026; ES BR-00729/2026; GO BR-06701/2026; MA BR-07504/2026; MT BR-02939/2026; MS BR-07855/2026; MG BR-03240/2026; PB BR-08734/2026; PR BR-01839/2026; PA BR-01223/2026; PE BR-07802/2026; PI BR-07059/2026; RO BR-07923/2026; RN BR-02399/2026; RS BR-06983/2026; RJ BR-02698/2026; RR BR-07242/2026; SC BR-09322/2026; SP BR-04470/2026; SE BR-01212/2026; TO BR-09946/2026.
Candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL) apresentou, nesta quinta-feira, durante sabatina do Jornal do Dia, da TV Ponta Negra, propostas voltadas à segurança pública e à saúde estadual.
Na área de segurança, Álvaro pretende implementar um programa específico de combate ao crime organizado. Ele avalia que o avanço de facções deixou de ser um problema restrito a Natal e já atinge diversas regiões do estado. Para enfrentar o cenário, defende a integração plena entre as polícias Militar, Civil e Federal, além das Guardas Municipais, com foco na troca ágil de informações e em ações coordenadas.
Já na saúde, o candidato defende a descentralização dos serviços e investimentos nos hospitais regionais. A medida visa reduzir a pressão sobre unidades da capital, em especial o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, que atende pacientes de todo o Rio Grande do Norte, e deve receber ampliação.
O detento Anderson Stallone Flores dos Santos, de 38 anos, foi identificado como o preso que fugiu da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta, na tarde desta terça-feira (8).
Segundo a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), ele estava custodiado na unidade desde dezembro de 2025 e teria utilizado a obra de ampliação do módulo de saúde para escapar.
A suspeita é de que Anderson tenha passado ainda por duas linhas de concertina instaladas sobre a muralha, deixando a unidade por volta das 13h31. Equipes da Polícia Penal e de outras forças de segurança realizam buscas na região para localizar e recapturar o fugitivo.
[VÍDEO] Secretário de Saúde rebate Allyson: “O único hospital do estado que não funciona à noite e nem nos finais de semana é o que ele inaugurou em Mossoró”https://t.co/wfa4zMO7efpic.twitter.com/4jcHSD92A4
O secretário de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, reagiu às críticas feitas pelo candidato ao Governo Allyson Bezerra (União Brasil) à rede estadual de saúde. Em vídeo divulgado nesta terça-feira (8), Motta rebateu as declarações do ex-prefeito de Mossoró e apresentou uma série de números e serviços que, segundo ele, demonstram o funcionamento e a ampliação da estrutura hospitalar do Estado. Com informações do Blog do Barreto.
A gravação começa mostrando um trecho de uma entrevista de Allyson em que o candidato critica a situação dos hospitais regionais e afirma que “a grande maioria não existe”. Em seguida, Alexandre Motta contesta a avaliação.
“Eu tô vendo aqui uma entrevista do candidato Allyson, que diz que a maioria dos hospitais do Estado não funciona. E eu tenho certeza que o único hospital do Estado que não funciona nem de noite, nem sábado, nem domingo foi o hospital que ele inaugurou em Mossoró”, disparou.
A referência é ao Hospital Municipal Francisca Conceição da Silva, inaugurado durante a gestão de Allyson na Prefeitura de Mossoró. A unidade já foi alvo de críticas anteriores de Motta, que questionou sua estrutura e chegou a afirmar que o equipamento possui características de policlínica. Reportagens publicadas nos últimos meses também registraram o embate entre a Secretaria Estadual de Saúde e a gestão mossoroense em torno da classificação e do funcionamento da unidade.
“O Governo do Estado trabalha com base em dados concretos, planejamento e transparência para aprimorar continuamente as políticas públicas. Na rede estadual de saúde, esse compromisso se reflete no funcionamento de excelência dos hospitais, que oferecem atendimento qualificado, estrutura adequada e serviços orientados às necessidades da população”, afirmou.
Mossoró vai ganhar um novo Hospital Tarcísio Maia, com 300 leitos, sendo 60 de UTI, dez centros cirúrgicos e um Centro de Tratamento de Queimados. A proposta foi anunciada nesta quinta-feira (17) por Álvaro Dias e pelo senador Styvenson Valentim e prevê uma estrutura moderna para ampliar a assistência à população de Mossoró e de toda a região Oeste.
Styvenson confirmou apoio ao projeto por meio da destinação de aproximadamente R$ 100 milhões em emendas parlamentares para a obra e a instalação do novo hospital. O senador garantiu que não faltarão recursos de sua parte para viabilizar o projeto e atender a uma antiga demanda da população do Oeste potiguar.
A proposta é que, no governo de Álvaro, o Tarcísio Maia, que recebe pacientes de Mossoró e de diversos municípios da região, passe a contar com uma nova estrutura hospitalar, ampliando a capacidade de atendimento e incorporando serviços que hoje não estão disponíveis no município.
Um dos destaques será o Centro de Tratamento de Queimados. Atualmente, Mossoró não dispõe de uma unidade especializada para esses casos. O Tarcísio Maia realiza o atendimento inicial, mas pacientes que necessitam de assistência especializada precisam ser transferidos para Natal, onde o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel é a referência estadual.
Durante a passagem por Mossoró, Álvaro e Styvenson também visitaram o Hospital Pediátrico da APAMIM e o Hospital da Liga Mossoroense Contra o Câncer, conhecendo estruturas e experiências de parceria na área da saúde.
O novo Tarcísio Maia integra o plano de descentralização da saúde defendido por Álvaro, que prevê o fortalecimento dos hospitais regionais com infraestrutura, equipamentos, especialistas e maior oferta de exames.
“Vamos investir nos hospitais regionais de todas as regiões, dotando-os de infraestrutura, equipamentos e médicos especialistas para resolver as situações nas próprias regiões e evitar a superlotação da capital”, afirmou Álvaro.
Nesta semana, Álvaro e Styvenson também apresentaram juntos o projeto do “novo Walfredo”, em Natal, com uma estrutura integrada ao atual Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos.
Quando o assunto é melhorar a fertilidade, é fácil se deparar com uma longa lista de vitaminas, antioxidantes, coenzimas e suplementos que prometem preparar o organismo para uma gravidez. Mas o que realmente tem respaldo científico?
Esse foi um dos temas discutidos no CBRA 2026, realizado em Recife, acompanhado pelos médicos e embriologistas da DNA Fértil como parte do programa de atualização continuada da equipe.
Para o Prof. Gustavo Mafaldo, ginecologista com atuação em Reprodução Humana, uma das mensagens mais importantes é simples: “Na fertilidade, não existe atalho em cápsula. Suplementar não substitui cuidar da saúde como um todo.”
As evidências apresentadas reforçam a importância de olhar primeiro para a base. Um padrão alimentar saudável, com destaque para características da Dieta Mediterrânea — vegetais, frutas, fibras, leguminosas, azeite, peixes e alimentos pouco processados — apresenta evidências mais consistentes em saúde reprodutiva do que a utilização indiscriminada de diversos suplementos isolados.
Isso não significa que vitaminas, antioxidantes ou outras substâncias não tenham espaço na reprodução humana. Em situações específicas, a suplementação pode ser indicada para corrigir deficiências nutricionais ou como estratégia complementar individualizada. O problema começa quando suplementos passam a ser prescritos como se fossem capazes, isoladamente, de melhorar a qualidade dos óvulos, dos embriões ou garantir maiores chances de gravidez.
O mesmo cuidado vale para os chamados “imunonutrientes”. A ideia de modular o sistema imunológico para favorecer a implantação embrionária é atraente, mas isso não significa que seu uso rotineiro para todas as mulheres que desejam engravidar esteja respaldado por evidências robustas.
Segundo o Prof. Gustavo Mafaldo, “antes de acrescentarmos cápsulas, precisamos perguntar se os pilares fundamentais estão sendo cuidados.”
Para quem está se preparando para uma gravidez espontânea ou para uma fertilização in vitro, esses pilares continuam sendo conhecidos: alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado, saúde metabólica e correção das deficiências nutricionais quando identificadas.
A suplementação pode ajudar a ajustar detalhes importantes quando existe uma indicação. Mas ela não substitui a base sobre a qual a saúde reprodutiva é construída.
A mensagem trazida do CBRA é, portanto, menos complicada do que muitas prateleiras de suplementos fazem parecer: na reprodução humana, mais cápsulas não significam necessariamente mais fertilidade.
Como resume o Prof. Gustavo Mafaldo: “A suplementação pode complementar. A saúde, porém, é construída todos os dias.”
Médico, Álvaro Dias afirmou que o Hospital Walfredo Gurgel é “o maior exemplo da incompetência” do governo Fátima Bezerra na saúde. A declaração foi dada durante entrevista ao Inter1, da Inter TV Cabugi, quando o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte abordou os problemas enfrentados pela saúde pública estadual.
Para Álvaro, a situação do maior hospital público do Estado revela a falta de uma solução estrutural para uma unidade que, ao longo dos anos, cresceu em demanda e importância para a população potiguar. O candidato afirmou que a presença de pacientes em macas e a falta de estrutura são problemas recorrentes. Ele defendeu investimentos na rede hospitalar e a melhoria da assistência também no interior, como forma de reduzir a pressão sobre as unidades da capital.
Álvaro também destacou sua experiência na área da saúde. Durante a pandemia, sua gestão implantou o Hospital de Campanha de Natal, que, segundo ele, tornou-se referência no enfrentamento à Covid-19. Já no final de sua administração, entregou a estrutura física do Hospital Municipal de Natal. A gestão do prefeito Paulinho Freire decidiu ampliar o projeto, incluindo leitos de UTI e novos serviços, e a unidade deverá, em breve, começar a atender a população.
Na entrevista ao RNTV, Álvaro também falou sobre outros temas relacionados à sua gestão em Natal e às propostas para o Governo do Estado. Entre eles, destacou a engorda da praia de Ponta Negra, uma das principais obras realizadas durante sua administração na capital.
No programa eleitoral desta quarta-feira (16), Álvaro Dias e o senador Styvenson Valentim vão anunciar o projeto do “novo Walfredo”, uma grande ampliação do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel para enfrentar um dos problemas mais antigos da saúde pública do Rio Grande do Norte: a superlotação e a presença recorrente de pacientes em macas nos corredores.
A proposta prevê uma nova estrutura verticalizada, interligada ao atual hospital, com 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos. Para viabilizar o projeto, Styvenson garantiu a destinação de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões em emendas parlamentares. A construção deverá ocupar parte de uma área atualmente não utilizada pela Caern, vizinha ao Walfredo.
A parceria reúne a experiência de Álvaro, que é médico e construiu, quando prefeito, o Hospital Municipal de Natal — maior investimento em saúde pública da história da capital — com a atuação de Styvenson, que tem a saúde como uma das prioridades de seu mandato e já destinou recursos para estruturas hospitalares em diferentes regiões do Estado.
Mais do que ampliar fisicamente o Walfredo Gurgel, o projeto tem como objetivo mudar uma realidade enfrentada há anos por pacientes e familiares que dependem da principal unidade de urgência e emergência do Estado. Os novos leitos e centros cirúrgicos deverão ampliar a capacidade de internação e de realização de procedimentos e contribuir para reduzir a superlotação.
Deve melhorar por um curto espaço de tempo, quem sabe uma semana, 200 leitos darão vagas aos que hoje estão nos corredores, 09 salas para desafogar os 1.500 que aguardam cirurgia em casa, depois tudo do mesmo jeito, porém já e um avanço. Aprendam, quanto mais vc melhora o Walfredo, se piora mais a sobrecarga, o correto é se desfazer a municipalização, descentralizado a assistência, hoje praticamente centralizada na capital.
Circula nas redes sociais um vídeo que mostra a distribuição de materiais de higiene íntima voltados ao público LGBT+ pelo governo Lula, por meio do SUS.
No vídeo, uma mulher afirma que o uso é “autoexplicativo” e demonstra como utilizar o kit. Nas imagens, são apresentados itens entregues em um ambulatório especializado, entre eles um higienizador íntimo indicado para a realização da chamada “chuca”.
O material também inclui preservativos e outros itens de prevenção e saúde sexual.
A distribuição do material pelo SUS tem gerado críticas de internautas nas redes sociais, que argumentam que a iniciativa ocorre enquanto a saúde pública enfrenta filas, falta de medicamentos e demora para consultas e exames em várias partes do país.
O Município do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, iniciou as atividades no Hospital Municipal de Natal São Padre Pio. Os primeiros pacientes estão internados nos leitos pediátricos da unidade.
Os acolhimentos no novo equipamentos acontecem de forma escalonada. Inicialmente, o hospital começa as operações com a abertura da enfermaria de pediatria. O setor conta com 18 leitos, sendo doze leitos de enfermaria clínica e seis de pediatria psicossocial infantojuvenil, destinados ao acolhimento de crianças e adolescentes que necessitarem de internamento, cuidado clínico ou cirúrgico.
Para o prefeito Paulinho Freire, o início das atividades do hospital marca uma importante fase para o município. “É um compromisso da nossa gestão priorizar a saúde da população da capital. E agora estamos iniciando as atividades no Hospital São Padre Pio, um serviço com equipamentos modernos que vai contribuir para desafogar as UPAs e trazer um atendimento mais digno para todos os cidadãos”, disse.
O secretário Municipal de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, acompanhou as primeiras transferências e ressaltou a importância do momento. “Esse é um dia de grande alegria, de um sonho realizado para o município. Iniciamos pela enfermaria de pediatria, que era um grande gargalo da nossa rede. Uma das crianças admitidas passou cinco dias em uma das UPAs da rede municipal e chega aqui nesse equipamento novo, moderno e pronto para fornecer o melhor acolhimento para elas e para todos os natalenses”, comentou.
Nesta sexta-feira (18), será iniciada a operação do centro de diagnóstico por imagem, que irá disponibilizar exames de ecocardiograma, raio-X e ultrassonografia para os munícipes já regulados e aguardando na fila de espera para a realização dos procedimentos. “É importante que as pessoas compreendam que, neste primeiro momento, os acolhimentos não são porta aberta; os exames e a admissão nos leitos serão via sistema de regulação”, reforçou Geraldo.
A partir da próxima semana, os demais serviços que compõem o primeiro bloco do novo hospital vão iniciar gradualmente as suas atividades, começando com a abertura de 10 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), seguindo pela abertura dos leitos de enfermaria clínica médica adulta, dos quais 6 de saúde mental; e posteriormente as atividades do centro cirúrgico.
Localizado na Avenida Omar O’Grady, próximo à UPA de Cidade Satélite, o Hospital Municipal de Natal – São Padre Pio foi projetado para oferecer atendimento com infraestrutura moderna e tecnologia de ponta. A estrutura também contempla farmácia central, refeitório, áreas administrativas e de apoio, como vestiários e alojamentos para os funcionários que atuam no serviço.
O Hospital de Natal contará com diversas especialidades, como atendimento neonatal, ginecológico e obstétrico. A unidade possui centro cirúrgico, centro de diagnóstico e atendimento 24h em urgências de alto risco.
Um dia depois de se apresentar no Jornal Nacional como candidato à Presidência comprometido com os mais pobres, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, sem vetos, a Lei Complementar 235. A medida, publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (28), altera regras fiscais e abre espaço no Orçamento, com impacto direto sobre os recursos destinados à saúde e à educação.
Segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado, a mudança pode reduzir em R$ 4,7 bilhões o piso constitucional da saúde em 2027. Além disso, até R$ 3 bilhões de recursos que deveriam ser destinados adicionalmente à saúde e à educação em 2027 foram antecipados para 2026.
Estimativas de economistas apontam que o impacto conjunto nas duas áreas pode chegar a R$ 16,6 bilhões no próximo ano.
A principal alteração retira da base de cálculo do piso da saúde receitas obtidas com petróleo, estimadas em R$ 31 bilhões para 2027. Na prática, os 15% previstos na Constituição continuam valendo, mas passam a incidir sobre uma base menor, reduzindo o volume de recursos destinados à área.
A inclusão dessas medidas ocorreu durante a tramitação do projeto que tratava da redução de impostos sobre combustíveis. As mudanças foram negociadas com a equipe econômica do governo e aprovadas rapidamente pela Câmara e pelo Senado em 12 de agosto. No Senado, um destaque apresentado pelo PL para retirar o dispositivo foi derrotado por 43 votos a 20. Os nove senadores do PT votaram pela manutenção da medida.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reconheceu que houve a exclusão de receitas do petróleo da base de cálculo da saúde e classificou as alterações como “ajustes e reformas por dentro dos pisos”. Segundo ele, a medida ajudará a conter despesas obrigatórias e “abrir espaço para o ano que vem”. O governo também prevê economia de cerca de R$ 10 bilhões em 2027 com as mudanças.
O médico Cláudio Lottenberg afirmou estar pronto para assumir o Ministério da Saúde caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente da República. O nome foi anunciado pelo senador durante sabatina no Jornal Nacional, da TV Globo, na sexta-feira (28).
“Recebo este convite feito pelo senador Flávio Bolsonaro com gratidão e espírito de serviço”, afirmou Lottenberg. Segundo ele, a experiência de mais de 35 anos na área da saúde o preparou para a função.
Flávio agradeceu publicamente ao médico por aceitar o convite. “Quero agradecer ao doutor Cláudio Lottenberg por aceitar esse convite para ser meu ministro da Saúde. É uma pasta importante que a população leva em consideração”, declarou.
Lottenberg disse que pretende conduzir a pasta sem transformar a saúde em disputa política e afirmou que o foco será a população que depende do Sistema Único de Saúde (SUS). “Assumo esta missão sem espírito de disputa, com a convicção de que a saúde de um povo não pertence a um governo nem a um campo político, e sim às pessoas”, disse.
O médico é oftalmologista e já presidiu o Hospital Israelita Albert Einstein. Em 2005, foi secretário municipal de Saúde de São Paulo durante a gestão de José Serra. É formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde também fez mestrado e doutorado em Oftalmologia.
O Governo do Rio Grande do Norte assinou a ordem de serviço para retomar, na última segunda-feira (14), a reforma e modernização do Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal. O investimento totaliza R$ 2.053.359,30, com recursos garantidos no orçamento do Fundo de Saúde estadual por meio de convênio e verbas ordinárias.
A execução dos serviços ficou a cargo da HB Engenharia Ltda., selecionada por dispensa emergencial de licitação após impasses contratuais com gestões anteriores. O contrato tem vigência de 210 dias, enquanto o prazo estipulado para a conclusão da obra é de 150 dias corridos a partir da emissão da ordem de serviço.
Inaugurado em 2006, o CTQ é a única referência especializada no atendimento a pacientes com queimaduras em todo o estado, atendendo tanto a rede pública quanto a privada. A requalificação havia tido início em agosto de 2024, com previsão inicial de entrega em seis meses, mas sofreu paralisações devido a problemas com empresas anteriores.
Só pq faltam menos de 30 dias para as eleições, isso não vai mudar nada não governadora, isso é o chamado migue, tá pensando q o povo é mudo, surdo ? Isso é para ser feito anos atrás mas vcs incompetentes vem querer mostrar serviço agora, política sebosa, nojenta, lástima, inconsequente, deplorável, soberba, fajuta, cheia de enrolação nos pagtos, empurra empurra, triste e ainda tem quem defenda uma imoralidade dessas, são farinha do mesmo saco. Lamentável. Sai do mapa PT, PERDA TOTAL.
Os prejuízos deixado por esse governo tem levado prejuízo a todos os brasileiros. Acaba pelo amor Deus!! A gente não aguenta mais!!