A Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal), vai intensificar a aplicação da vacina Pentavalente durante o mês de dezembro. Esse é o imunizante elencado para o Vacinando com Natal, destinado a imunizar crianças entre dois e seis meses de vida contra a Difteria, Tétano, Tosse Compulsiva, Hepatite B e Influenza B.
Os imunizantes vão estar disponíveis em todas as salas de vacinação das unidades básicas de saúde (UBS) do município, além de serem enviadas aos pontos extras. No sábado (03) acontece o Dia D, com abertura de algumas UBS da cidade entre 08h e 12h para intensificar a aplicação desse e outros imunobiológicos na população da capital.
“O ‘Vacinando com Natal’ foi criado com objetivo de ampliar a cobertura vacinal, bem como ser um convite à atualização da carteira de vacinação da população. Por isso levamos diferentes vacinas aos pontos extras e também deixamos todos os imunizantes da primeira infância disponíveis nas unidades”, comenta George Antunes, Secretário de Saúde de Natal.
UNIDADES QUE VÃO ABRIR NESTE DIA D DO SÁBADO (03)
NORTE 1
Parque das Dunas
Pompeia
Africa
Alto da torre
José Sarney
Pajuçara
Nova natal
Vista verde
Nordelandia
Norte 2
USF Vale Dourado
USF Potengi
USF Igapó
USF Pedra do Sino
USF Soledade 2
USF Santarém
USF Nova Aliança
Planície das Mangueiras
USF Parque dos Coqueiros
Leste
Ubs São João
Ubs Alecrim
Ubs Lagoa Seca
UM Mae Luiza
Usf Aparecida
Usf Passo da pátria
Usf Brasília teimosa
Usf Rocas
Oeste
Cidade Nova
Felipe Camarão II
Felipe Camarão III
KM6
Nazaré
Monte Líbano
Novo Horizonte
Bairro Nordeste
Esperança
A sensação que se tem quando se procura um posto de saúde é de total abandono. Ontem, procurei um para fazer o teste covid e vacinas também, estava fechado, mandado para outro que estava fechado também e estava fazendo em uma creche. Na creche disseram que era no segundo local que fotos, mas como não tinha segurança, eles fecharam a tarde. Natal abandonado. O prefeito alvirus entregou o comando para o virus que avança sem nenhuma previdência séria.
Nos últimos sete dias, o Rio Grande do Norte registrou 5.224 casos de covid-19. O número é 46,33% maior do que foi contabilizado no mesmo período imediatamente anterior, de acordo com dados atualizados diariamente pela Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap).
O aumento ocorre durante o surgimento de novas variantes do coronavírus no estado e no período de maior sazonalidade da doença, segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima.
“Se a gente for pegar o recorte da pandemia, anualmente, no final de cada ano nós temos um aumento no número de casos e no meio do ano também, o que coincide com período de chuvas e de férias. Ou seja, periodicamente, esses meses tem se manifestado de forma característica com esse aumento no número de casos da covid”, disse a coordenadora.
Vai cancelar o carnatal ? , vai nada , vão esperar passar o carnaval pra depois dizer que a pandemia voltou e fazerem a festa com o dinheiro que será enviado.
O dentista potiguar Adriano Rocha Germano foi eleito presidente do Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial (CBCTBMF). Ele tomará posse no próximo dia 20/12, em solenidade que acontece em São Paulo, sede da entidade.
Dr. Adriano é especialista em cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial e será o primeiro potiguar a assumir o cargo de destaque nacional, em mais de 50 anos. Ele será o presidente do colegiado durante o biênio 2023-2024. O CBCTBMF atualmente apresenta a segunda maior quantidade de membros em todo mundo, atrás apenas da entidade equivalente no Japão.
O Dr. Adriano Germano, que também é professor da UFRN, com atuação no Departamento de Odontologia e no Hospital Universitário Onofre Lopes, explica que a entidade desempenha importante papel uma vez que tem como missão proporcionar o desenvolvimento da especialidade, mas também estimular seus membros a praticarem a especialidade dentro dos princípios da ética, do respeito, da integração e do comprometimento com a sociedade. Para ele é importante defender os princípios da especialidade e sua área de atuação, de forma coletiva e impessoal, visando o melhor atendimento ao paciente.
Parabéns para esse profissional humano, comprometido e de qualidade técnica ! Sou a prova disso, depois de ter me submetido a diversos procedimentos e encontrei nessa pessoa a luz 💡. Obrigada por tudo.
Grande esperança em que esta especialidade, tão importante para solução de mazelas sociais, passe a ser mais conhecida pela sociedade brasileira. Parabéns dr Adriano.
Desde 2015, o Brasil apresenta quedas frequentes na cobertura vacinal de crianças e adolescentes. Em 2022, a dimensão do problema virou uma preocupação mais evidente, principalmente após a OMS (Organização Mundial de Saúde) colocar o país entre os de maior risco para a volta da poliomielite e a Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz) alertar que o único imunizante com cobertura vacinal ideal por aqui é o BCG, contra a tuberculose.
No entanto, saber do problema não fez com que aumentasse efetivamento o percentual de brasileiros totalmente vacinados.
De acordo com dados do DataSUS (Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde), até o dia 20 de dezembro de 2022, 60,56 % da população haviam completado o esquema vacinal com todos os imunizantes oferecidos pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações).
Em 2019, esse índice foi de 60,89%. A justificativa para chegarmos aos menores índices da história foi a pandemia e o isolamento social.
Todavia, desde março desse ano as regras de isolamento foram relaxadas e, por enquanto, o número segue praticamente no mesmo patamar de 2019.
As famílias que dependem do Sistema Único de Saúde no Brasil não estão satisfeitas com o atendimento dado à saúde infantil na atenção primária. É o que aponta uma pesquisa inédita Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério da Saúde divulgada nesta semana. Um questionário foi aplicado para pais e responsáveis de crianças menores de 13 anos que usam o sistema público de saúde.
O levantamento tem dois recortes, daqueles que foram atendidos pelo menos uma vez em alguns serviço da atenção primária, no postinho, na unidade básica de saúde, e um outro grupo de crianças que tiveram pelo menos duas consultas com o mesmo médico. Na faixa etária considerada, há 38 milhões de crianças no país, sendo que 82,9% delas usaram pelo menos um serviço do SUS no período da análise.
Entre os atributos analisados estavam facilidade de acesso, regularidade, relação humanizada, entre outros. O score geral da atenção primária da saúde infantil foi de 5,7, abaixo do padrão mínimo de qualidade, que é de 6,6.
Para o pediatra epidemiologista e professor da USP João Paulo Lotufo, o resultado da pesquisa não surpreende e o diagnóstico é certeiro: falta de profissionais. “Não tem médico, médico está de férias, o médico foi transferido, estou falando isso mais em relação à pediatria. O SUS tem coisas de primeiro mundo, mas o atendimento primário dele é muito falho, e isso precisa melhorar. Por exemplo, um especialista no atendimento primário, às vezes demora meses para se conseguir”, diz. Para o pediatra, a solução passa por contratar mais profissionais, o que também envolve mais valorização e capacitação.
Com dificuldades na ponta inicial, a sobrecarga do sistema é inevitável. “É que muitas vezes o paciente chega para internar numa situação pior. Se você pega, por exemplo, uma apendicite já de dois dias, aí o prognóstico é outro; uma pneumonia já avançada, o prognóstico é outro. Isso porque o atendimento primário está falhando. Eu acho que tem que olhar com mais critério, facilitar a contratação de médicos. Acho que a prefeitura não consegue contratar o médico por questão salarial, inclusive. Isso tudo tem que ser revisto”. No Brasil a atenção primária é a porta de entrada no Sistema Único de Saúde e é de responsabilidade dos municípios.
“ Por exemplo, um especialista no atendimento primário, às vezes demora meses para se conseguir”. Atendimento especializado NÃO é atenção primária!
Mas o que ele fala é verdade: falta pessoal e meios na atenção básica.
Os rins de Kauan Farias, 20 anos, morto após um acidente de trânsito em 1º de janeiro, deram a mãe dele, Graziele Farias, de 37 anos, uma segunda chance para viver. A mulher estava na fila de transplante, desde 2018, uma vez que os rins dela pararam de funcionar devido a uma crise severa de hipertensão. Por ter recebido o diagnóstico de morte encefálica, na terça-feira (3/1), a família autorizou a doação dos órgãos do rapaz, mesmo antes de saber que eles poderiam ser destinados a Graziele.
Após descobrir que o Hospital das Clínicas de Botucatu havia confirmado a compatibilidade para o transplante entre mãe e filho, Graziele aceitou receber o rim de Kauan. De acordo com a legislação que normatiza os transplantes no país, parentes que estejam na fila de espera têm prioridade em relação aos órgãos de um familiar que se tornou doador após morte encefálica.
“Ela quis ter para sempre dentro dela um pedacinho do filho. Em meio a toda a dor, tivemos essa a boa notícia de que minha irmã estava em condições de fazer a cirurgia”, conta Nayara Furquim do Amaral.
Conforme relatado pela tia do jovem, o sobrinho, antes de morrer, não se conformava em ver o sofrimento da mãe e queria ajudá-la, doando um rim. No entanto, Kauan não tinha a idade exigida por lei — 23 anos.
Nesse meio tempo, o rapaz assumiu a responsabilidade de ajudar a familiar em tarefas do dia a dia e acompanhá-la nas sessões de hemodiálise no hospital, feita três vezes por semana, até que pudesse fazer a doação.
“Ele dizia que quanto completasse a idade exigida, doaria um rim para a mãe. Minha irmã certamente nem lembrou da intenção do Kauan em doar um rim para ela. Mas, mesmo devastada, não pensou duas vezes em autorizar a doação. Ela queria que um pedacinho dele pudesse salvar outras pessoas”, disse Nayara.
Os rins de Kauan foram captados em uma cirurgia múltipla realizada na quarta-feira (4), com apoio de cerca de 40 profissionais. No dia seguinte, Graziele recebeu o órgão do filho em um procedimento inédito este ano, realizado no no Hospital das Clínicas de Botucatu (SP). Agora, a mulher segue internada para recuperação. De acordo com familiares, a cirurgia foi bem-sucedida e não teve intercorrências.
Quem precisou se internar no Hospital Walfredo Gurgel, maior hospital de traumas do Rio Grande do Norte, nas últimas semanas está enfrentando corredores lotados de macas com pacientes à espera de procedimentos.
A paralisação dos anestesistas, que começou no dia 15 de dezembro, agravou a situação dos pacientes e dificultou para quem recorre ao pronto-socorro. Tudo por causa da falta de pagamento da parte do governo do Estado e da Prefeitura do Natal. Ontem (12), o Governo do Estado anunciou o pagamento à categoria para retorno imediato, mas somente nesta sexta-feira (13) haverá uma definição.
A paralisação suspendeu o atendimento de cirurgias e exames eletivos. Nesse período, os profissionais estão mantendo os serviços de urgência e emergência, além das escalas de plantão. Relatos de funcionários do Hospital Walfredo Gurgel indicam que a situação é caótica, sem vagas para acomodar os pacientes.
Na tarde de ontem (12) chamava a atenção a fila de ambulâncias de diversos municípios na frente do hospital, além das unidades do Samu paradas com suas macas presas, já que os pacientes que chegam não encontram leitos disponíveis e precisam permanecer nessas macas.
A Cooperativa dos Anestesiologistas do RN informou em nota que o Governo do RN quitou parte da dívida com os profissionais que se reunirão na sexta-feira (13) para decidir se continuam com a paralisação iniciada há 29 dias ou se retornam às atividades. O governo estadual quitou um dos dois meses que estava atrasado.
Veja a nota na íntegra:
NOTA
A Cooperativa dos Anestesiologistas do RN recebeu a informação, no final da tarde desta quinta-feira (12), de que a Secretaria Estadual de Saúde enviou para o banco o pagamento referente ao mês de agosto, ficando em aberto o mês de julho.
Amanhã, após a reunião marcada com a Secretaria Municipal de Saúde, às 9h, a direção da Coopanest irá se reunir para decidir o fim da paralisação e sobre o retorno imediato das atividades.
Os anestesiologistas acreditam na intenção do Governo do Estado e da Prefeitura de Natal em resolver essa situação insustentável para todos: profissionais e população norte-riograndense.
Luiz Fernando e o irmão Lucas antes do transplante renal — Foto: Lucas Sturaro/Arquivo pessoal
Paciente renal crônico, Luiz Fernando convive com problemas de saúde desde a infância. Com 1 ano e meio de idade, precisou retirar um dos rins e, desde então, toma medicamentos. A situação piorou há cerca de um ano, quando começou a fazer hemodiálise de três a quatro vezes por semana.
“Eu fui fazendo hemodiálise sem muitas esperanças, porque não é fácil encontrar um doador e eu não queria prejudicar ninguém. Fui passando por isso sozinho. E aí, acho que ele viu meu sofrimento e correu atrás pra saber se poderia me doar o rim, mas eu não sabia de nada”.
Ao ver a situação assustadora e sensível do irmão mais velho, Lucas decidiu tentar ajudar. Fez exames de compatibilidade e esperou ansiosamente pelo resultado.
“Quando soube que podia dar essa esperança para ele, não tive dúvidas. Nunca tive. O meu medo era não ser compatível. Eu estava com o queijo e a faca na mão e esperei cerca de 15 dias para saber se podia cortar o queijo”.
O resultado foi surpreendente. Das três opções possíveis (não compatível, compatível e idêntico), os irmãos obtiveram a melhor compatibilidade possível. A chance de encontrar um órgão considerado idêntico é de cerca de 25% a 30%, e a cirurgia deles durou aproximadamente quatro horas.
“As duas cirurgias foram feitas simultaneamente. Eu e meu irmão fomos em salas uma ao lado da outra com duas equipes trabalhando”, explicou Lucas.
O transplante de rim com esse nível de compatibilidade garante mais vida ao órgão e diminui a chance de complicações, já que reduz as dosagens de imunossupressores – remédios que diminuem as defesas imunológicas contra agressões de agentes externos e contra o rim transplantado, que tem uma probabilidade menor de ser rejeitado, segundo a médica dos irmãos Sturaro.
O transplante, realizado em 12 de novembro de 2022 no Centro Médico de Campinas, foi bem sucedido. Lucas, o doador, postou um vídeo no Instagram no dia 7 de dezembro.
A publicação ganhou repercussão e, até este sábado (14), contava com cerca de 1 milhão de visualizações em diversas redes sociais.
A Dra. top das galáxias, Ingrid Lins, que é referência na área do transplante capilar, vem sempre inovando e trazendo o que existe de melhor para os seus pacientes, desde a técnica internacional até a estrutura. Por isso, ela está inaugurando um novo espaço. Os pacientes dela tem uma super estrutura, com todo o conforto e uma experiência de excelência.
Esse é TOPPER.
Confira o novo endereço:
Rua João Paulo I, 2183, Candelaria, Natal RN, 59064-470.
Casa de esquina, onde a entrada é pela rua Paulo Lira.
Muito utilizado entre jovens, os cigarros eletrônicos representam um grande risco à saúde. Segundo um estudo feito pelo Center for Tobacco Research do The Ohio State University Comprehensive Cancer Center e da Southern California Keck School of Medicine, ambos dos Estados Unidos, apenas 30 dias de consumo dos chamados vapes podem gerar problemas respiratórios severos, mesmo em pessoas com boas condições de saúde e pouca idade, público que mais consome esse tipo de produto.
Os pesquisadores acompanharam mais de dois mil jovens com idade média de 17,3 anos. Os participantes preencheram uma pesquisa online, em 2014, sobre seus sintomas respiratórios e uso de cigarro eletrônico, cigarro tradicional ou maconha, com cerca de 23% dos participantes relatando histórico de asma.
Os pesquisadores coletaram dados da maioria desses participantes em outras três ocasiões: 2015, 2017 e 2018. Os participantes foram questionados se já haviam usado um dos três produtos, e, em caso positivo, eram perguntados sobre o número de dias em que usaram nos últimos 30 dias. Com isso, foram criados grupos: aqueles que nunca experimentaram um produto, classificados como “nunca usuários”; participantes que usaram um produto em pelo menos um dos últimos 30 dias, classificados como usuários “nos últimos 30 dias”.
Usuários de cigarros eletrônicos há 30 dias tiveram um risco 81% maior de apresentar um sintoma chamado chiado. Para esse grupo, também foi demostrado um risco 78% maior de sentir falta de ar e um risco 50% maior de apresentar sintomas de bronquite.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (19) aponta que um terço dos brasileiros relata ter problemas frequentemente ou sempre com ansiedade, com o sono e com a alimentação. O instituto fez o levantamento para trazer o contraste entre a percepção de saúde dos brasileiros com relatos de sintomas, em especial no campo de saúde mental.
A sondagem foi publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e realizada entre os dias 31 de julho e 7 de agosto, com 2.534 pessoas de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Os resultados mostram que, apesar da presença de sintomas de desânimo e falta de prazer nas tarefas diárias, cerca de 70% dos entrevistados acreditam ter uma saúde mental ótima ou boa. Outros 23% a consideram regular e apenas 7% disseram ser ruim ou péssima.
Na divisão por idade, a faixa de 16 e 24 anos teve o pior resultado, com 13% de ruim ou péssimo. Já a divisão entre sexo mostra que homens também são mais avessos a reconhecer problemas de saúde mental: apenas 5% a consideram ruim ou péssima. Entre as mulheres são 9%.
Veja os principais resultados abaixo.
Avaliação de saúde mental entre homens
77% de ótima ou boa;
19% de regular;
5% de ruim ou péssimo.
Avaliação de saúde mental entre mulheres
64% de ótima ou boa;
27% de regular;
9% de ruim ou péssimo.
Os resultados acima contrastam com sintomas e diagnósticos também pesquisados pelo Datafolha nesta rodada de pesquisa. Segundo instituto, 21% dos brasileiros procuraram algum profissional focado em saúde mental nos últimos 12 meses, como terapeutas, psicólogos e psiquiatras.
Veja abaixo os principais resultados da sondagem de sintomas:
Frequência em que sente pouco interesse ou prazer em fazer as coisas, entre homens
16% disseram que sempre;
7% disseram que frequentemente;
23% disseram que às vezes;
19% disseram que raramente;
35% disseram que nunca;
1% não soube responder.
Frequência em que sente pouco interesse ou prazer em fazer as coisas, entre mulheres
19% disseram que sempre;
7% disseram que frequentemente;
28% disseram que às vezes;
18% disseram que raramente;
28% disseram que nunca;
0% não soube responder.
Frequência em que se sente triste, deprimido ou sem esperança, entre homens
4% disseram que sempre;
3% disseram que frequentemente;
21% disseram que às vezes;
18% disseram que raramente;
54% disseram que nunca;
1% não soube responder.
Frequência em que se sente triste, deprimido ou sem esperança, entre mulheres
8% disseram que sempre;
5% disseram que frequentemente;
32% disseram que às vezes;
19% disseram que raramente;
37% disseram que nunca;
0% não soube responder.
Frequência em que tem dificuldade para dormir, manter o sono ou dormir demais, entre homens
15% disseram que sempre;
10% disseram que frequentemente;
26% disseram que às vezes;
15% disseram que raramente;
34% disseram que nunca;
0% não soube responder.
Frequência em que tem dificuldade para dormir, manter o sono ou dormir demais, entre mulheres
24% disseram que sempre;
11% disseram que frequentemente;
27% disseram que às vezes;
14% disseram que raramente;
24% disseram que nunca;
0% não soube responder.
Frequência em que se sente ansioso, entre homens
14% disseram que sempre;
9% disseram que frequentemente;
30% disseram que às vezes;
15% disseram que raramente;
32% disseram que nunca;
Frequência em que se sente ansioso, entre mulheres
Mais de um terço dos adultos (34%) mais velhos e idosos brasileiros apresentam sintomas depressivos, e 16% afirmam sentir solidão. Além disso, a presença desses sentimentos é quatro vezes mais comum entre os idosos que relatam sempre se sentirem solitários, e o risco de desenvolver depressão dobra pelo simples fato de a pessoa morar sozinha.
A constatação é de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que também concluiu que a solidão foi mais associada ao sexo feminino, às sensações de má qualidade do sono e a uma autoavaliação ruim da saúde como um todo. Os resultados foram publicados na revista “Cadernos de Saúde Pública”.
A pesquisa foi fundamentada nas respostas fornecidas por 7.957 pessoas com 50 anos ou mais para a primeira edição do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil).
Os participantes foram questionados sobre a frequência com que se sentiram sozinhos ou solitários, podendo responder “sempre”, “algumas vezes” ou “nunca”. Entre os quase 8.000 entrevistados, 34% relataram a presença de sintomas depressivos, enquanto 16% afirmaram experimentar sentimentos de solidão. Dentre aqueles que relataram sintomas depressivos, 33% mencionaram sentir-se sempre sozinhos.
Os sintomas depressivos dos participantes foram avaliados por meio de um padrão utilizado em estudos científicos para verificar sintomas de depressão em adultos. Trata-se de uma escala composta por oito itens indiretos, sem a palavra depressão, onde os pesquisadores perguntam sobre sintomas comuns. Se a pessoa respondeu ao menos quatro dos oito itens favorecendo à depressão, ela foi considerada como tendo sintomas depressivos.
“Existe uma pequena diferença entre nomear essa variável como depressão ou como sintoma depressivo, já que a depressão é um diagnóstico médico. Para isso, a nossa fonte de dados teria que ser um prontuário médico. Como nossa base de dados foi uma entrevista realizada diretamente com idosos e nós avaliamos os sintomas que eles reportaram, optamos por chamar a variável de sintomas depressivos e não de depressão”, explicou o médico geriatra e doutorando em gerontologia Paulo Afonso Sandy Junior, um dos responsáveis pelo estudo.
Tem sujeito levando “gaia” e colocando a culpa em Bolsonaro. o mi mi mi é grande.
Você devia ter vergonha na cara deixar de falar besteira de onde esse verme truxe felicidade pra ninguem so pra os puxa saco dele
Um cabra com um nome desses e risível, além do mais burro. Raimundo tu pode verificar que o décimo dedo de Lula, esta escondido em um orifício seu.
Ai dento 3vzs
kkkk A ação terrorista foi a privatização de uma área tão importante e estratégica da infraestrutura do Brasil. Só lucos fazem esse tipo de privatização. ELETROBRAS .
Um levantamento com base em dados de um inquérito nacional e de teste da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que 6 milhões de brasileiros, ou 4% da população adulta, consomem bebidas alcoólicas em excesso e correm risco de dependência.
De acordo com a pesquisa, estão mais vulneráveis ao vício homens (6,6% contra 1,7% das mulheres), pessoas entre 45 e 54 anos (6,9%), com 9 a 11 anos de estudo (5%), residentes das regiões Centro-Oeste e Norte (6,8%) e pretos e pardos (4,7%).
Os dados fazem parte do Covitel (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia). Ao todo, foram ouvidos 9 mil brasileiros de janeiro a abril de 2023.
Durante a pesquisa, foram analisados episódios de consumo abusivo, frequência semanal de consumo e risco ou de indício de dependência. Neste último item citado, os avaliadores aplicaram um instrumento de avaliação da OMS para identificar distúrbios no consumo do álcool.
Mais um caso que retrata o caos na saúde pública em Natal: a falta de leito em Unidade de Terapia Intensiva.
Um paciente em estado grave, na área vermelha da UPA de Cidade da Esperança, não tem para onde ser transferido. “Meu pai corre risco de morte. Ele está morrendo” clamou a filha, a psicóloga Bianca Nobrega.
O BLOGDOBG recebeu um vídeo da filha do paciente, relatando que nem mesmo a procura de uma intervenção judicial tem resolvido o problema.
Além disso, a situação demonstra o despreparo para o tratamento de pacientes obesos, que enfrentam dificuldades com a acomodação em leitos e macas específicas. O Hospital Onofre Lopes, por exemplo, só dispõe de um leito para esse tipo de paciente e na rede municipal não há nem isso.
Apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) ter declarado, em maio deste ano, o fim da emergência de saúde pública provocada pela covid-19, os efeitos indiretos da pandemia devem continuar sendo monitorados, no que se referem ao aumento de casos de suicídio. Essa é a ideia defendida por pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane da Fundação Oswaldo Cruz no Amazonas (ILMD/Fiocruz Amazônia), neste 10 de setembro, Dia Mundial da Prevenção do Suicídio.
Com base em dados de mortalidade do Ministério da Saúde, o epidemiologista Jesem Orellana, o psiquiatra Maximiliano Ponte, da Fiocruz Ceará, e o pesquisador sênior da Fiocruz Amazônia Bernardo Lessa Horta se propuseram a analisar a ocorrência de casos de suicídios no país durante as fases mais críticas da pandemia.
Eles identificaram um número maior que o esperado – com base em médias históricas – nas faixas de idade a partir dos 30 anos, sobretudo em mulheres das regiões Norte e Nordeste. O estudo Excess Suicides in Brazil during the First Two Years of the Covid-19 Pandemic: Gender, Regional and Age Group Inequalities (Excesso de Suicídios no Brasil nos Dois Primeiros Anos da Pandemia de Covid-19: Desigualdades de Gênero, Regionais e de Faixas Etárias) foi publicado no International Journal of Social Psychiatry, tradicional periódico no campo da psiquiatria social.
Mulheres
Entre março de 2020 – início da pandemia no Brasil – e fevereiro de 2022, os pesquisadores identificaram cerca de 30 mil casos no país. Até então, número dentro do esperado. Porém, no segundo ano do estudo (março de 2021 a fevereiro de 2022), o cenário teve pontos críticos. “Houve 28% de suicídios além do esperado em mulheres com 60 anos ou mais da região Sudeste, bem como 32% e 61% de suicídios além do esperado em mulheres na faixa de 30 a 59 anos das regiões Norte e Nordeste, respectivamente.”
Além disso, a pesquisa aponta que, entre os meses de julho e outubro de 2021, registrou-se o “alarmante excesso de suicídios de 83% em mulheres com 60 anos e mais do Nordeste”.
O estudo reforça que países severamente atingidos pelos efeitos diretos da pandemia, como o Brasil – onde houve mais de 700 mil mortes – foram mais propensos aos efeitos indiretos sobre outras causas de morte, como o suicídio.
Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em julho, revelam que, em 2022, o Brasil teve 16,2 mil casos de suicídios, uma média de 44 por dia. Em 2021, tinham sido 14,4 mil, um crescimento de quase 12%.
“Infelizmente, nosso estudo mostrou um agravamento do problema, sobretudo entre as mulheres”, lamenta Orellana, que é também chefe do Laboratório de Modelagem em Estatística, Geoprocessamento e Epidemiologia da Fiocruz Amazônia.
Acompanhamento de casos
Para o pesquisador, monitorar os casos, identificar as segmentações de idade, gênero e regiões fazem parte de um conjunto de estratégias de enfrentamento do cenário. “Um dos primeiros passos é monitorar adequadamente o problema, pois o desafio da subnotificação, especialmente em regiões menos desenvolvidas, limita o alcance de políticas públicas adequadas à sua prevenção, justamente entre os mais vulneráveis”, disse.
De acordo com o estudo publicado na revista internacional, o fato de o Brasil ter tido um número tão grande de mortes por covid-19 e outros danos materiais e imateriais fazem que efeitos devastadores da pandemia não tenham ficado totalmente para trás.
“É fundamental que trabalhadores de saúde, pesquisadores, população em geral, gestores e tomadores de decisão não apenas sigam monitorando os possíveis efeitos residuais da pandemia sobre os suicídios e se preparando para novas emergências sanitárias, como também promovam o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial”, defende.
Acolhimento
A Rede de Atenção Psicossocial corresponde a um conjunto articulado de diferentes pontos de atenção à saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), com foco em acolhimento e tratamento de pessoas com transtorno mental e/ou dependências químicas.
“Em termos de atenção psicossocial, é crucial a ampliação de estratégias que integrem e envolvam não apenas vítimas em potencial e pessoas do entorno, mas diferentes atores da sociedade civil organizada, tomadores de decisão, trabalhadores de saúde e comunidade”, observa Orellana.
Setembro Amarelo
Estamos em pleno Setembro Amarelo, mês especialmente dedicado à prevenção do suicídio. Um dos objetivos da ação é aumentar a conscientização sobre sinais de que uma pessoa pensa em tirar a própria vida. Veja alguns indícios, segundo a campanha:
– Expressão de ideias ou de intenções suicidas;
– Publicações nas redes sociais com conteúdo negativista ou participação em grupos virtuais que incentivem o suicídio ou outros comportamentos associados;
– Isolamento e distanciamento da família, dos amigos e dos grupos sociais, particularmente importante se a pessoa apresentava uma vida social ativa;
– Atitudes perigosas que não necessariamente podem estar associadas ao desejo de morte (dirigir perigosamente, beber descontroladamente, brigas constantes, agressividade, impulsividade, etc.);
– Ausência ou abandono de planos;
– Forma desinteressada como a pessoa está lidando com algum evento estressor (acidente, desemprego, falência, separação dos pais, morte de alguém querido);
– Despedidas (“acho que no próximo Natal não estarei aqui com vocês”, ligações com conotação de despedida, distribuir os bens pessoais);
– Colocar os assuntos em ordem, fazer um testamento, dar ou devolver os bens;
– Queixas contínuas de sintomas como desconforto, angústia, falta de prazer ou sentido de vida;
– Qualquer doença psiquiátrica não tratada (quadros psicóticos, transtornos alimentares e os transtornos afetivos de humor).
Obter ajuda
Entre os profissionais que tratam de saúde mental e instituições especialistas em prevenção ao suicídio, é unânime a ideia de procurar (ou orientar) ajuda específica sempre que sentir necessidade de acolhimento (ou perceber que alguém precisa). Veja alguns canais de acolhimento:
– Centro de Valorização da Vida (CVV), realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias.
– Pode Falar, um canal lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) de ajuda em saúde mental para adolescentes e jovens de 13 a 24 anos. Funciona de forma anônima e gratuita, indicando materiais de apoio e serviço.
A sensação que se tem quando se procura um posto de saúde é de total abandono. Ontem, procurei um para fazer o teste covid e vacinas também, estava fechado, mandado para outro que estava fechado também e estava fazendo em uma creche. Na creche disseram que era no segundo local que fotos, mas como não tinha segurança, eles fecharam a tarde. Natal abandonado. O prefeito alvirus entregou o comando para o virus que avança sem nenhuma previdência séria.