O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h20 deste domingo (29).
Neste período, havia quatro (04) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e um (01) estava aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 26 leitos críticos e outros 42, sendo clínicos.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 22,9%, registrada na tarde deste sábado (28). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 19.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 22,9% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 23,1% e a Região Seridó tem 0%.
Até o momento desta publicação são 26 leitos críticos (UTI) disponíveis e 11 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 45 disponíveis e 8 ocupado.
Outros 11 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 1 leito clínico também está ocupado por paciente ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
E os Respiradores comprado a uma empresa de Maconha já estão disponíveis ou o dinheiro foi devolvido aos cofres públicos?
Guvernadora Fátima do PT o povo quer saber.
A partir deste sábado (28), o público com idade de 12 a 17 anos pode comparecer a um dos pontos de vacinação, acompanhado dos pais ou responsáveis para receber a terceira dose (D3), da vacinação contra Covid-19.
O intervalo para receber a D3, deve ser de quatro meses, entre a D2 e a D3.
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal reforça que o coronavírus e suas variantes continuam circulando e a melhor forma de evitar o contágio é se vacinando.
Na última sexta-feira (20), a Unidade Móvel Odontológica (UMO) encerrou as atividades na comunidade do Golandim. Neste período, foram realizados 713 atendimentos odontológicos e 600 pacientes foram reabilitados com a entrega de 600 próteses dentárias.
Atualmente, a UMO está posicionada no Ruy Pereira. Até o dia 3 de junho, os profissionais estarão avaliando pacientes para reabilitação oral e realizando atendimentos de urgência. Após essa data, os atendimentos clínicos normais serão iniciados.
Entre os serviços ofertados estão:
• Profilaxia + Aplicação Tópica de Flúor;
• Raspagem;
• Prescrição medicamentosa;
• Restaurações de dentes anteriores e posteriores;
• Exodontias (Extrações);
• Retirada de ponto;
• Dentre outros procedimentos que sejam considerados aptos para serem realizados na atenção básica.
Para ter acesso aos serviços disponibilizados na unidade, inclusive os atendimentos de urgência, é necessário comparecer ao local com CPF ou CNS (cartão SUS) em mãos.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 20,4%, registrada no fim da manhã desta quinta-feira (26). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 16.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 19,4% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 23,1% e a Região Seridó tem 0%.
Até o momento desta publicação são 33 leitos críticos (UTI) disponíveis e 11 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 58 disponíveis e 5 ocupados.
Outros 10 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 1 leito clínico também está ocupado por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
E o Desgoverno do Estado, vai reabrir os Hospitais públicos Rui Pereira e O Geral de Canguaretama? Ou o povo não merece atendimentos?.
Responda Guvernadora, o povo quer saber.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h00 desta quinta-feira (26).
Neste período, havia seis (06) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 33 leitos críticos e outros 58, sendo clínicos.
E os Respiradores comprados a uma empresa de Maconha, já estão disponíveis ou o dinheiro foi devolvido aos cofres públicos?
Responda Guvernadora, o povo quer saber.
Em nota divulgada nesta terça-feira (24), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desmentiu a informação de que havia recomendado o isolamento social como forma de prevenção à varíola do macaco.
A informação foi divulgada anteriormente pelo R7, por meio da Agência Estado.
“A Anvisa apenas reforçou a adoção das medidas já vigentes em aeroportos e aeronaves destinadas a proteger o indivíduo e a coletividade não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, diz a nota.
O órgão regulador também destacou que permanece monitorando a evolução do surto de varíola do macaco em constante contato com o Ministério da Saúde.
“Tão logo se justifique, serão propostas as medidas sanitárias, quando cabíveis, em aditamento às regras existentes e vigentes no Brasil”, completa a nota.
No Rio Grande do Norte, a taxa de mortalidade materna registrou um aumento de 103% entre 2020 e 2021, revelam os dados registrados no Painel de Monitoramento de Mortalidade do Ministério da Saúde. No ano de 2020, a razão de mortalidade materna foi de 72,5 por 100 mil nascidos vivos, enquanto em 2021 foi de 147,2 por 100 mil nascidos vivos. A taxa é superior à média nacional, que foi de 107 mortes.
A Covid-19 e o isolamento contribuíram para o aumento dos óbitos. A mortalidade materna ocorre durante a gestação ou até 42 dias após o término da gravidez. Também se considera nesta categoria, a morte após um ano do parto, se houver causa relacionada com ou agravada pela gravidez, ou por medidas em relação a ela, como mortalidade materna tardia.
“A Covid-19 trouxe um agravamento na saúde materna em diversos sentidos. Primeiro pelo aumento da morbidade e mortalidade nas gestantes e puérperas acometidas pela doença, como também pelo afastamento das mulheres do consultório médico com temor em contrair a doença, e, dessa forma, descuidando de outras enfermidades, como hipertensão e diabetes. Além disto, diversas unidades básicas de saúde reduziram o atendimento devido ao isolamento social e de as unidades de terapia intensiva (UTIs) estarem superlotadas”, elenca os motivos Elvira Mafaldo, secretária executiva da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn).
De acordo com o Ministério da Saúde, 92% dos casos de mortalidade materna são por causas evitáveis; dentre as principais, destacam-se a hipertensão, hemorragia, infecções puerperais e doenças do aparelho circulatório complicadas pela gravidez, pelo parto ou pelo aborto. Nestes últimos anos, mais uma causa foi somada a essa lista, o que gerou forte impacto sobre os casos: a Covid-19. Antes da pandemia, a média era de 50 por 100 mil nascidos vivos. Apesar de menor, a taxa ainda era alta se comparada ao ideal, a Organização Mundial de Saúde preconiza que a taxa deve ser inferior a 20.
Com essa disparada de casos no contexto da pandemia, a especialista analisa, se tornou ainda mais difícil ao Brasil atingir a meta de redução da razão de mortalidade materna (RMM) para 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030, desafio esse assumido para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Infelizmente, o Brasil já não havia conseguido cumprir a meta prevista anteriormente de 35 óbitos por 100 mil nascidos vivos até 2015.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 14h30 desta segunda-feira (23).
Neste período, havia seis (06) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum estava aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 29 leitos críticos e outros 58, sendo clínicos.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 24,1%, registrada na tarde desta segunda-feira (23). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 15.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 22% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 30,8% e a Região Seridó tem 0%.
Até o momento desta publicação são 29 leitos críticos (UTI) disponíveis e 13 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 58 disponíveis e 2 ocupados.
Outros 12 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 5 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
Termina neste domingo (22) a Espin (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional) para a covid-19 no Brasil. Em 2 anos e 3 meses, o Ministério da Saúde confirmou 665.528 mortes pela doença no país desde o início da pandemia.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em 22 de abril de 2022 a portaria sobre o fim da Espin. Na ocasião, foi estabelecido o prazo de 30 dias para a perda do status.
A mudança pode fazer com que normas atreladas à vigência da Espin percam a validade. Isso pode afetar autorizações emergenciais feitas pela Anvisa para vacinas e remédios contra a covid-19, como a CoronaVac, e até compras públicas.
Contudo, o Ministério da Saúde pediu para a agência manter a autorização por mais 1 ano.
Compras públicas
Segundo dados do Painel de Compras Covid-19, as compras públicas voltadas ao combate da covid-19 já somam mais de R$ 21,5 bilhões e quase 80% desse valor foi contratado com base nas leis emergenciais de enfrentamento à pandemia. A possibilidade de fazer licitações mais rápidas, no entanto, acaba neste domingo (22.mai.2022), com o fim da Espin (Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional).
No início da pandemia, o governo permitiu a dispensa geral de licitação, a redução dos prazos dos pregões e o pagamento antecipado dos fornecedores do poder público. O objetivo era dar celeridade às compras públicas e garantir o fornecimento rápido de produtos essenciais no combate da covid, como respiradores e equipamentos de proteção individual.
As leis emergenciais da pandemia foram usadas para a realização de 10.978 contratos com fornecedores até 18 de maio, segundo o Painel de Compras Covid19. O custo dessas compras supera R$ 17 bilhões. Essas regras, contudo, perdem a validade com o fim da Espin, anunciado pelo ministro Marcelo Queiroga (Saúde) há 1 mês –o prazo determinado pelo Ministério da Saúde para que a medida entre em vigor.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 17h30 deste sábado (21).
Neste período, havia sete (07) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum estava aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 30 leitos críticos e outros 59, sendo clínicos.
Deixa de ser idiota, bolsonarista de quinta categoria. Existe os repasses constitucionais, que são obrigações, em que a União envia mensalmente para os Estados e Municípios, ou seja, o FPE e FPM. O cidadão sem estudo, torna-se uma tabula rasa para qualquer político.
E os 5milhões de reais dos respiradores?
Diga alguma coisa Guvernadora Fátima Bizarra.
Ela manda dizer que só se pronuncia depois que a Milchek esclarecer os 89 mil que recebeu de Queiroz, aquele que paga tudo pra vós.
Seu senso de proporção é comovente.
A GOVERNADORA DO PT, vai dizer que TAXOU o funcionalismo público ESTADUAL, APOSENTADOS E PENSIONISTAS quando a própria GOVERNADORA DO PT combatia, inclusive, irredutível e radical contra. Isto qdo era oposição no SENADO FEDERAL . VIVA O PT!
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste sábado (21). São 504.552 casos totalizados. Novos casos nas últimas 24h são 78.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 8.197. Nenhum óbito registrado nas últimas 24h. Óbitos em investigação são 1.419.
Recuperados são 495.722. Casos suspeitos somam 394 e descartados são 952.597. Estimativa de casos em acompanhamento: 583.
O Governo do Rio Grande do Norte publicou, nesta sexta-feira (20), o decreto de situação de emergência no estado em decorrência da epidemia e aumento significativo nos casos de doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti definindo como epidemia. Entre as medidas determinadas, o Estado criará um comitê para o acompanhamento em tempo real da situação e também foi autorizada a entrada de agentes de endemias em imóveis públicos e particulares abandonados.
O decreto estadual declarou a Situação de Emergência em todo o território do estado em razão da epidemia de arboviroses, provocada “por desastre natural biológico”. A situação é considerada um “Desastre de Média Intensidade”, que é caracterizado por epidemia de doença infecciosa viral que provoca o “aumento brusco, significativo e transitório da ocorrência de doenças infecciosas geradas por vírus”. Assim, o Poder Público está autorizado a adotar todas as medidas administrativas necessárias à imediata resposta do combate às doenças.
Com a instituição de um Comitê de Gestão com representantes de nove secretarias e autarquias, o Estado autorizou a Secretaria de Estado da Saúde Pública a requisitar pessoal e equipamentos das demais secretarias de Estado para, em conjunto, desenvolver ações de eliminação dos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, assim como também determinou que as equipes de agentes de controle de endemias e agentes comunitários de Saúde intensifiquem as medidas de prevenção e controle junto à população.
Para garantir a amplitude do trabalho também em imóveis que corriqueiramente são focos da proliferação de mosquitos, o Governo autorizou os agentes a adentrar em imóveis públicos e particulares, nos casos de situação de abandono, negativa de acesso ou ausência de pessoa que possa permitir o acesso de agente público. A medida está respaldada pela Lei Federal nº 13.301, de 27 de junho de 2016.
No decreto, ficou definido que imóvel em situação de abandono é aquele que demonstre flagrante ausência prolongada de utilização, o que pode ser verificado por suas características físicas, por sinais de inexistência de conservação, pelo relato de moradores da área ou por outros indícios que evidenciem a sua não utilização. Também fica garantido o acesso dos agentes a imóveis em que o proprietário tente impedir as necessárias ações de debelação da infestação pelo mosquito ou que os locais onde os donos não forem encontrados. Sempre que necessário, os agentes podem pedir auxílio da Polícia Militar.
O decreto terá validade de 90 dias e também sugere que os municípios adotem medidas semelhantes para frear a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
invasão de domicílio sem ordem judicial??? Imagine quando o comunista Fábio se eleger até onde as coisas irão. A Venezuela é aqui !!!!
Aos que não tem chifres na cabeça poderão entender:
LEI Nº 13.301, DE 27 DE JUNHO DE 2016.
Art. 1º Na situação de iminente perigo à saúde pública pela presença do mosquito transmissor do vírus da dengue, do vírus chikungunya e do vírus da zika , a autoridade máxima do Sistema Único de Saúde – SUS de âmbito federal, estadual, distrital e municipal fica autorizada a determinar e executar as medidas necessárias ao controle das doenças causadas pelos referidos vírus, nos termos da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990 , e demais normas aplicáveis, enquanto perdurar a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional – ESPIN.
§ 1º Entre as medidas que podem ser determinadas e executadas para a contenção das doenças causadas pelos vírus de que trata o caput , destacam-se:
(…)
IV – ingresso forçado em imóveis públicos e particulares, no caso de situação de abandono, ausência ou recusa de pessoa que possa permitir o acesso de agente público, regularmente designado e identificado, quando se mostre essencial para a contenção das doenças.
No mais, pede pro MINTO das rachadinhas entrar com um projeto de Lei para revogar o dispositivo…
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertou, nesta quinta-feira (19), que ocorre, no momento, um movimento de estagnação na vacinação contra Covid-19 no país.
O alerta partiu dos pesquisadores da instituição ao divulgar a mais recente edição do “Boletim Observatório Covid-19”, documento veiculado sistematicamente desde o começo da pandemia em 2020, como forma de acompanhar a evolução da doença no Brasil.
No boletim, cuja coleta de dados abrange período até 14 de maio e disponibilizado pela Fiocruz em seu portal na internet, os técnicos da fundação informam que, atualmente, na população acima de 25 anos, a cobertura no território nacional para o esquema vacinal completo é de 80%.
No entanto, em relação às faixas etárias, os dados mostram que a terceira dose nos grupos mais jovens segue abaixo da média considerada satisfatória pelos pesquisadores da fundação.
No cenário nacional, a Fiocruz aponta que 14 unidades da Federação apresentam mais de 80% da população vacinada com a primeira dose e 18 apresentam mais de 70% com a segunda dose. Entretanto, esses percentuais não são homogêneos por faixa etária, e mudam conforme a idade do brasileiro, notaram os pesquisadores.
Na análise do boletim realizada pela instituição, os especialistas da Fiocruz detalham que, hoje, há cobertura vacinal contra covid-19 de 63,9% na faixa etária de 55 a 59 anos, 57,9% na de 50 a 54 anos, 52,8% de 45 a 49 anos.
Ainda de acordo com os pesquisadores, conforme a idade vai diminuindo, o nível de vacinação também diminui. De 40 a 44 anos, o percentual é de 49,8% e vai para 44,7% de 35 a 39 anos, 40,3% de 30 a 34 anos, 35,5% de 25 a 29 anos, 30,4% de 20 a 24 anos, e 25,2% de 18 a 19 anos.
Em relação à terceira dose, nas faixas etárias acima de 65 anos, a cobertura está acima de 80%. Mas a quarta dose dos imunizantes foi aplicada em 17% da população com mais de 80 anos. Nas crianças entre 5 e 11 anos, 60% tomaram a primeira dose e 32% estão com esquema vacinal completo, informaram os pesquisadores.
Na prática, os técnicos da Fiocruz destacam, no boletim, que mesmo após mais de um ano de vacinação, a cobertura vacinal em todos os Estados continua bastante heterogênea.
“É importante reconhecer que a ampliação da vacinação, priorizando especialmente regiões com baixa cobertura e doses de reforço em grupos populacionais mais vulneráveis, pode reduzir ainda mais os impactos da pandemia sobre a mortalidade e as internações”, afirmam os técnicos, no boletim.
Para os especialistas, “o cenário atual ainda é motivo de preocupação”, apontam no boletim. “A ocorrência de internações tem sido consistentemente maior entre idosos, quando comparados aos adultos. Além disso, o surgimento de novas variantes, que podem escapar da imunidade produzida pelas vacinas existentes, constitui uma preocupação permanente”, explicam.
Além disso, os pesquisadores alertam que, no momento, ocorre falta de incentivo do uso de máscaras como medida de proteção coletiva; e não obrigatoriedade do uso do passaporte vacinal.
Assim, na prática, a vacinação é o único recurso de proteção efetivo contra a covid-19 no país atualmente.
Em contrapartida, não ocorre, no momento, uma explosão de número de óbitos pela doença — o que só comprova eficácia dos imunizantes.
Os pesquisadores informaram que, nas últimas três semanas, de 24 de abril a 14 de maio, foram registrados cerca de 16 mil casos e 100 óbitos diários, o que corresponde a uma taxa de letalidade de 0,7%, os menores valores estáveis desde o início da pandemia, no começo de 2020.
Messias Vassiânico cumpre suas funções celestes, mas se os prefeitos e governadores não cooperarem, fica difícil. Entretanto, para o Messias Planaltino, nada é impossível.
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