O Brasil é o país com maior número de casos e mortes por dengue neste ano, segundo informe da OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgado nesta quinta-feira (30.mai.2024). São 6,2 milhões de casos suspeitos e 3 milhões confirmados –o que corresponde a 88,2% dos casos no mundo no período.
Até 30 de abril, a soma dos casos notificados mundialmente foi de 7,6 milhões. Desses, 3,4 milhões foram confirmados. Ao todo, foram registradas 3.680 mortes –sendo 77% desse total (2.846) no Brasil.
O aumento mais substancial foi observado nas Américas, onde o número de casos já ultrapassou 7 milhões no final de abril de 2024 –a média anual é de 4,6 milhões– em 2023. Na região, a dengue é o arbovírus mais difundido e tem pandemias cíclicas a cada 3 a 5 anos.
Depois do Brasil, os países com mais casos da doença são a Argentina (420.867 casos suspeitos), Paraguai (257.667 casos suspeitos) e Peru (199.659 casos suspeitos). Todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados na região em 2024 e 6 países (Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá) já relataram a circulação simultânea de todos os sorotipos de dengue.
Dados de um estudo publicado na revista científica BMJ Oncology têm preocupado especialistas da saúde. O aumento de 79% do câncer em adultos jovens vai na contramão do desenvolvimento da doença como um todo. Como afirma Jorge Sabbaga, da Oncologia Clínica do Instituto do Câncer, os dados “vêm num contexto em que a incidência mundial de câncer vem de fato baixando”.
Justamente no grupo que não era considerado de risco, pessoas em geral abaixo de 50 anos, crescem os casos da doença. O professor dá alguns indicativos das razões dessa tendência contraintuitiva. Historicamente, o principal grupo de risco eram os tabagistas. Com cada vez menos usuários de tabaco, a diminuição de câncer na terceira idade se explica. Já a aparição de tumores em grupos mais jovens pode ter causas diversas, sendo uma das principais o aumento da obesidade.
Enquanto a taxa de tabagistas cai, sobe a de obesos. O cenário, como afirma Sabbaga, é de “esses dois fatores trabalhando cada um contra o outro” e que “isso provavelmente interfere com o aumento da incidência de câncer em populações mais jovens”.
Além disso, como diz o especialista, “o sedentarismo, mesmo sem obesidade, contribui para o aparecimento de fator de risco para câncer”.
Outras possíveis causas são mais específicas. “Para tumores de cólon, há uma grande influência do uso precoce e difundido de antibióticos já na primeira infância”, diz o médico.
Afirma também que “antibióticos orais acabam levando também a um aumento de risco para tumores de intestino”. A razão disso é que a flora intestinal seria afetada pelos medicamentos, podendo ser desregulada.
Entre a 1ª e a 2ª década deste século, a OMS (Organização Mundial da Saúde) considerou a carne processada como carcinógeno tipo 1. Para vias de comparação, essa classificação é a mesma para o tabagismo. Comer carne, em especial salsicha, salame e processados, é tão danoso para a saúde quanto fumar cigarro a longo prazo.
Sabbaga explica haver “muita relação com o tempo que esse carcinógeno está dentro do tubo gastrointestinal, então comer em excesso e ter um intestino preso aumenta a sua potência de risco”.
Para evitar o risco alto de câncer, o ideal seria “evitar comer essas coisas que são carcinógenas e comer coisas que estimulem o ritmo intestinal”.
A conclusão é evitar o consumo excessivo de carne, em especial as processadas, e comer alimentos com fibras. Dentre estes, vale ressaltar legumes e verduras, os quais, além de vários outros benefícios para a saúde, também melhoram as chances de evitar o câncer precoce.
Natal inicia a Campanha de Vacinação Antirrábica 2024 e inicia a imunização para cães e gatos a partir desta segunda-feira (10), seguindo até 31 de agosto. A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), por meio da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), oferece as vacinas no esquema porta a porta e nos pontos fixos de vacinação distribuídos na cidade. O Dia D da campanha acontece no sábado, 17 de agosto.
O imunizante está disponível para cães e gatos sadios com idade a partir de três meses que não tenham feito nenhum tratamento farmacoterápico nos últimos 30 dias, e para animais que ainda não tenham recebido a vacina antirrábica no ano de 2024. A estimativa é que 103.887 animais possam receber a imunização no município, com a campanha tendo como meta imunizar cerca de 80% desse público.
“A vacinação contra a raiva é de extrema importância para manter os animais protegidos contra a doença e evitar casos graves que podem levar inclusive à morte e a transmissão para humanos. Então convidamos os tutores a procurarem um dos pontos para manterem a saúde do seu animal de estimação em dia.”, comenta Chilon Batista, secretário de Saúde de Natal.
Até maio de 2024 foram notificados seis casos de morcegos positivos para o vírus da raiva no município, o que serve de alerta, pois os quirópteros estão cada vez mais domiciliados, convivendo mais próximos do homem e consequentemente com seus animais de estimação, que estão expostos ao risco de contraírem a doença.
A vacinação vai acontecer por duas estratégias: por meio de pontos fixos de vacinação distribuídos pelos cinco Distritos Sanitários da cidade, e pela vacinação na modalidade porta a porta, onde a equipe de Agente de Combate às Endemias (ACE), percorrem bairros selecionados para realizar a imunização da população animal. “Estamos iniciando a vacinação porta a porta por bairros que possuem um maior adensamento animal. A intenção é que essa estratégia seja ampliada durante a campanha para os outros locais da cidade”, reforça Jan Pierre Araújo, chefe da Unidade de Vigilância de Zoonoses da SMS Natal.
A raiva é uma zoonose, doença que pode ser transmitida dos animais para o homem, como do homem para os animais. É uma doença infecciosa viral aguda grave e pode ser transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio de mordida, arranhões ou lambedura desses animais, podendo levar à morte se não descoberta e tratada a tempo. Postos fixos de vacinação (de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h)
Norte I
UBS Pajuçara, localizada na Rua Barão dos Cocais, s/n, no bairro Pajuçara.
Norte II
UBS Panatis, localizada na Rua Milton Servilha Brito, 994, Conjunto Panatis, bairro Potengi.
Sul
UBS Satélite, localizada na Rua das Carnaúbas, 7789, no bairro Pitimbu
Leste
UBS São João, localizada na Av. Romualdo Galvão, 891, no bairro Tirol
Oeste
Policlínica Oeste, localizada na Av. Pernambuco, 251, no bairro Cidade da Esperança. Vacinação Porta a Porta (de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h)
Com inauguração da primeira fase prevista para novembro deste ano, o novo Hospital da Unimed Natal promete redefinir o atendimento assistencial em Saúde no Rio Grande do Norte. O empreendimento, localizado no bairro de Lagoa Nova, em Natal, abrange uma área de 43 mil metros quadrados e terá capacidade para cerca de 180 mil atendimentos ambulatoriais e 40 mil cirurgias por ano, se tornando o maior e mais moderno complexo hospitalar do estado, com três amplos espaços de atendimento.
No primeiro, onde já funciona o Hospital da Unimed há 20 anos, será a base, com serviços hospitalares essenciais. No segundo bloco serão abrigados o Hospital Geral, Prontos-Socorros de Clínica Médica, Ortopedia, Cardiologia, novas Unidades de Terapia Intensiva, áreas de internação cirúrgica e clínica, além das áreas administrativas para apoio técnico e logístico. No terceiro bloco funcionarão a unidade Materno-Infantil, Unidade de Diagnóstico, Emergências Adulto, Infantil e Obstétrica, Centro Cirúrgico e serviços de apoio diagnóstico terapêutico. A previsão é que em novembro sejam inaugurados o segundo e terceiro blocos.
No quesito inovação e tecnologia, o novo hospital da Unimed Natal também se destaca. Algumas das novas salas de cirurgia estão preparadas para receber cirurgias robóticas e, além disso, todo o hospital está sendo planejado para operar de forma 100% digital, com o objetivo de reduzir a impressão de papel.
“Entregar o novo hospital tem sido um dos maiores desafios da Unimed Natal. Somos a maior cooperativa médica do estado e a maior operadora de plano de saúde com mais de 200 mil clientes, portanto, sabemos das necessidades do setor e o quanto esse complexo hospitalar irá impactá-lo, tanto pela ampliação de atendimentos e oferta de serviços de saúde quanto pela criação de novos postos de trabalho”, disse o diretor-presidente da Unimed Natal, dr. Fernando Pinto.
A estimativa da Unimed Natal é que, com a entrega total do Complexo de Saúde, a cooperativa amplie o número de colaboradores, saindo dos atuais 1.700 para cerca de 4 mil funcionários contratados.
Sobre a Unimed Natal
Fundada em 1977, a Unimed Natal surgiu do sonho de médicos e médicas sob a inspiração no modelo cooperativista e é, atualmente, o único plano de saúde presente em todo o Rio Grande do Norte, com rede cooperada de mais de 1.500 médicos. A Unimed Natal dispõe de uma ampla estrutura de serviços próprios como: Hospital Unimed, Pronto Atendimento Médico Virtual 24 horas, Centros Clínicos, UTI Móvel 24 horas, entre outros.
O Rio Grande do Norte prorrogou até 30 de junho a campanha de vacinação das crianças contra a poliomielite, conhecida como paralisia infantil.
A medida é uma decisão da câmara técnica de imunização, que reúne estado e municípios, e foi confirmada na manhã desta terça-feira (18).
A campanha foi iniciada dia 27 de maio em todo o Brasil, tendo como público-alvo crianças entre um e quatro anos, 11 meses e 29 dias de idade. No RN, o público-alvo é estimado em 167.755 crianças na faixa etária e a meta de cobertura vacinal corresponde a 95% desse grupo.
Até o momento os dados do Ministério da Saúde apontam que 10 municípios potiguares atingiram e/ou superaram a meta de 95% de cobertura vacinal. Os dez municípios foram: Caiçara do Rio do Vento (105,39%), Parazinho (104,12%), Galinhos (101,53%), Pedra Grande (101,21%), Jandaíra (99,2%), Timbaúba dos Batistas (98,7%), Pedra Preta (98,17%), Frutuoso Gomes (98,03%), Umarizal (96,06%) e Martins (95,88%).
Mudança na vacina
A campanha deste ano inicia a fase de transição na substituição da prevenção contra a paralisia infantil das duas doses da VOP para apenas um reforço com a vacina inativada poliomielite (VIP).
A partir do próximo semestre o esquema de proteção e a dose de reforço serão feitos apenas com a VIP, de acordo com o Ministério da Saúde.
Erradicação da pólio
Desde 1989, não se registram casos de poliomielite no país, que tem a certificação de área livre de circulação do poliovírus selvagem há 30 anos.
Porém, em 2023, o país foi classificado como alto risco para a reintrodução do vírus pela Comissão Regional para a Certificação da Erradicação da Poliomielite na Região das Américas (RCC), por conta das coberturas vacinais, dos indicadores de vigilância epidemiológica das paralisias flácidas agudas (PFA) e do status de contenção laboratorial dos poliovírus.
O Ministério da Saúde aumentou de R$ 500 para R$ 755, o equivalente a 51%, o valor do auxílio concedido a pessoas com transtorno mental que ficaram internadas por longo tempo em hospitais psiquiátricos e de custódia.
“A estratégia busca favorecer a ampliação da rede de relações destas pessoas e o seu bem-estar, além de estimular o exercício pleno dos seus direitos civis, políticos e de cidadania, fora da unidade hospitalar”, diz nota do ministério.
O benefício visa estimular a reinserção social e bem-estar de pessoas que ficaram dois ou mais anos internadas de forma ininterrupta. O auxílio faz parte do programa De Volta para Casa, que já atendeu cerca de 8 mil pessoas em 20 anos, segundo dados do ministério em agosto de 2023.
No ano passado, o ministério criou um departamento para tratar sobre a saúde mental, focado em retomar habilitação de novos serviços e recompor Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e dos Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT).
Outra estratégia para ampliar o acesso à saúde mental é a construção de unidades de atendimento. O novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) prevê 150 novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) em todas as regiões do país, o que permitirá atendimento de 13,4 milhões de pessoas.
Só o meu presidente faz essas coisas: cuidar do povo e dos que necessitam.
Por isso será presidente pela 4a vez e estará nos livros de história pelos séculos que virão…
Com índice de 11,8%, Natal é a capital do Nordeste com maior percentual de diabéticos, de acordo com dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2023), do Ministério da Saúde. Com esse percentual, a cidade é a quarta capital do país com maior índice de pessoas acima de 18 anos diagnosticadas com a doença.
A classificação inclui, além das capitais de todos os estados, o Distrito Federal. No Brasil, somente o DF (12,1%), São Paulo (12,1%) e Porto Alegre (12%) têm índices maiores do que Natal.
A médica endocrinologista Camila Pereira, da Promater, esclarece que há variações da doença, mas as principais no Brasil são as tipagens 1 e 2. “O tipo 1 acontece quando nosso sistema limnológico ataca as células beta, no pâncreas. Elas são as responsáveis por produzir insulina, hormônio regulador da glicose”, esclarece.
Uma ação judicial aberta pelo Conselho Regional de Medicina (Cremern) há 12 anos cobra a abertura de mais leitos de UTI neonatal e pediátricos na rede pública do Rio Grande do Norte, de acordo com o crescimento da população. Segundo a entidade, a oferta do serviço no estado segue abaixo da demanda.
O estado conta atualmente com 43 leitos de terapia intensiva para crianças e 126 para recém-nascidos.
Outra ação mais recente, aberta pelo Ministério Público, quer que o Hospital Maria Alice Fernandes, em Natal, abra 10 novas UTIs em até 60 dias. Apesar disso, a unidade da rede estadual de saúde enfrenta risco de fechamento de leitos em julho por falta de profissionais para a escala.
A Secretaria de Saúde Pública do RN diz que não tem previsão de abertura de novos leitos infantis, atualmente.
No processo aberto na Justiça Federal, o Cremern pede a estruturação da assistência para bebês e crianças, em leitos críticos de terapia intensiva. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, no caso de UTIs neonatais, são necessários 4 leitos para cada mil crianças nascidas vivas. Em 2022, o estado teve pouco mais de 40 mil nascidos vivos, segundo o Datasus, do Ministério da Saúde.
“Essa ação civil pública que o Cremern tem contra o estado, com relação a leito de UTI, já tem 12 anos. As UTIs neonatal e pediátricas continuam deficitárias em relação às necessidades”, diz o presidente do conselho, o médico Marcos Jácome.
O presidente comentou sobre a dificuldade de os profissionais terem que recorrer a improvisos, como na semana passada, em que uma médica criou um respirador com embalagem de bolo em um bebê em Santa Cruz, enquanto o paciente esperava um leito de UTI.
“A obrigação de dar suporte de saúde à população é federal, estadual e municipal e é uma obrigação, não uma opção. É muito importante que sejam alocados recursos, que seja solucionado isso, que é muito grave”, disse.
Na ação do Ministério Público, a promotora de Justiça Iara Pinheiro destaca a situação do Hospital Maria Alice Fernandes. De acordo com a ação, o hospital tem espaço físico adequado e também equipamentos para abrir mais 10 leitos críticos.
Em um trecho do documento, a promotora destaca que o hospital realiza em média 25 internamentos por mês, chegando a um fluxo de mais de 40 internações em meses de pico. O setor de terapia intensiva da unidade assegurou assistência a 307 crianças em 2023.
O MP também pede que o governo do estado e a Secretaria de Saúde adotem medidas para até o final do mês de junho manter assegurado o funcionamento da escala.
“Hoje na nossa rede não há nenhum espaço aberto próprio que possa expandir leitos de UTI pediátrico. Não há nenhuma UTI construída esperando funcionar. Então é um cenário que a gente precisa mensurar as ações que podem ser realizadas, porque também há uma saturação da rede particular”, afirma Leidiane Queiroz, secretária adjunta de Saúde.
Médicos brasileiros formados em Venezuela, Bolívia, Cuba e Paraguai têm o maior percentual de reprovação na primeira fase do Revalida, prova que reconhece a formação estrangeira para atuação de médicos no Brasil.
O levantamento foi feito pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e pela AMB (Associação Médica Brasileira), em complemento ao estudo Demografia Médica no Brasil — que teve sua última edição divulgada em fevereiro.
O que diz o estudo
A pesquisa separou por faculdades a quantidade de médicos (brasileiros e estrangeiros) que fizeram a prova do Revalida em 2023. Na contagem média, foram consideradas apenas as escolas com pelo menos 40 egressos de cursos.
Origem das informações: os dados foram coletados no portal do Revalida do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação). O autor do estudo é o professor e pesquisador Mário Sheffer, da Faculdade de Medicina da USP.
“É preciso olhar não só para o desempenho dos indivíduos, mas para a origem do diploma e a qualidade do curso de graduação estrangeiro.”
“O alto índice de reprovação não pode ser atribuído apenas ao grau de dificuldade da prova, pois reiteradamente nas últimas edições do Revalida algumas escolas se saem piores do que outras. “
Média de reprovação por país de origem do curso:
Venezuela: 94,6% (92 médicos fizeram a prova, e 87 foram reprovados)
Bolívia: 93,5% (3.099 médicos fizeram a prova, e 2.898 foram reprovados)
Cuba: 90,7% (300 médicos fizeram a prova, e 272 foram reprovados)
Paraguai: 85,6% (2.707 médicos fizeram a prova, e 2.318 foram reprovados)
Rússia: 83,9% (62 médicos fizeram a prova, e 52 foram reprovados)
Argentina: 64,4% (592 médicos fizeram a prova, e 381 foram reprovados)
Se alguns formados na UFRN já capengam na atuação profissional, quanto mais os formados na Bolívia. É simples! Se foi estudar nesses países, foi em razão da falta de capacidade em concorrer a uma das vagas no Brasil.
Alguém avisa ao Lula isso, aproveite e diga que a região nordeste, governada a anos pelos cumpanheiros, apresentam os piores índices de desenvolvimento no brasil.
Era pra viver brilhando nera nâo??
Pingunço passou a semana toda conversando bosta aqui pelo nordeste.
Seria bom como forma de experimento e também para avaliar os estudantes brasileiros a se submeterem às mesmas provas como forma de experimento e avaliação, temos muitos médicos despreparados exercendo livremente a medicina no Brasil.
A partir de agosto os pacientes de Natal acometidos por diabetes mellitus tipo 2 ficarão sem acesso às chamadas insulinas análogas na rede pública de saúde. Em razão disso, o tratamento da doença passará a ser feito com medicamentos como metformina, glimbenclamida, gliclazida e dapagliflozina, além de insulina NPH ou insulina regular.
A mudança preocupa o presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologista (SBEM/RN), Pedro Henrique Dantas, porque as insulinas análogas, segundo ele, garantem melhor controle do diabetes tipo 2. Além disso, ele alerta que os medicamentos gliclazida e dapagliflozina estão em falta na rede pública.
A mudança na oferta de medicação irá ocorrer porque a Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal) seguirá os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde (MS), que deixam de fora o uso das insulinas análogas para o controle do diabetes tipo 2. Deste modo, a pasta continuará com a distribuição da insulina Regular e insulina NPH nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), para as duas tipologias da doença.
Pedro Henrique Dantas, da SBEM/RN, diz que o cenário é preocupante porque a eficácia das insulinas regulares não é a mesma das análogas.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) abriu nesta semana 16 novos leitos de ortopedia no Hospital Regional Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim. Os novos leitos começaram a receber pacientes na última terça-feira (2).
Segundo a Sesap, a ampliação viabiliza o andamento das obras de reforma e ampliação do Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, que contam com um investimento superior a R$ 9 milhões. Durante a obra, parte dos pacientes do Walfredo serão recebidos no Deoclécio Marques, que chegará até o início de agosto com 40 novos leitos. Outra parte já está sendo recebida no Hospital João Machado.
Todo o processo de mudança envolvendo os pacientes está sendo feito a partir do sistema de regulação da Sesap.
A Sesap afirma que, após a conclusão das obras no Walfredo, todos os leitos novos permanecerão em funcionamento na rede de saúde do Estado. Tanto o Deoclécio Marques, quanto o João Machado passaram por reformas e melhorias e a aquisição dos leitos completa todo o processo de ampliação das unidades.
Para viabilizar a expansão do atendimento dos hospitais, vêm sendo convocados profissionais da saúde, entre enfermeiros, fisioterapeutas, farmacêuticos, assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, técnicos de radiologia, enfermagem, de laboratório e farmácia, além do acréscimo de capacidade no contrato para realização de cirurgias ortopédicas, no caso do Deoclécio Marques.
Quanto ao João Machado, os novos profissionais compõem a equipe multidisciplinar do hospital, que já possui profissionais da área neurológica.
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores de Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN), João Antonio Assunção, afirma que o principal impasse para a finalização do pagamento retroativo do complemento do Piso da Enfermagem no Estado se deve a falta de um ‘trabalho político’ da Secretaria de Saúde Pública do Estado (Sesap/RN) junto ao Ministério da Saúde (MS) para pressionar a liberação dos recurso. Nesta quinta-feira (25), os trabalhadores da enfermagem se reúnem em frente à Sesap/RN para alcançar uma resposta.
O valor reivindicado corresponde ao retroativo de maio a agosto de 2023 do piso da enfermagem. Em setembro do mesmo ano, o Governo do Estado anunciou o repasse gradual do valor. Inicialmente, foram contemplados 4,8 mil dos 9.168 profissionais com direito ao reajuste. O total de recursos somou R$ 15, 6 milhões e foram transferidos pela União ao Governo do Estado.
Segundo João Antônio Assunção, em março deste ano o Rio Grande do Norte recebeu representantes do Ministério da Saúde e foi anunciado que ainda em abril a pasta publicaria uma portaria aprovando o pagamento para o restante dos profissionais que ainda não receberam o retroativo. Embora um documento tenha sido publicado em relação ao assunto, o Estado não apareceu entre os contemplados.
Já por volta do final de junho, um dos integrantes da comissão do Piso da Enfermagem da Sesap/RN esteve em Brasília para discutir a resolução do problema, oportunidade na qual o Ministério da Saúde informou que resolveria o impasse. Apesar disso, critica o diretor do SindSaúde/RN, nada foi feito.
Questionada pela TRIBUNA DO NORTE, a Sesap reforçou que o pagamento retroativo é condicionado à liberação por parte do Ministério da Saúde e está formalizando pedidos à pasta desde o ano passado. “Desde o ano passado que a Sesap realiza reuniões e formaliza pedidos ao ministério a respeito dessa situação, como é de conhecimento do próprio sindicato, que participa da comissão do piso da enfermagem. A Sesap aguarda um novo posicionamento por parte do ministério dentro dos próximos dias”, complementa.
A Secretaria de Saúde do Estado, contudo, não respondeu à reportagem sobre o número de profissionais que ainda não receberam o retorno do pagamento. De acordo com João Antônio Assunção, caso não recebam um retorno à mobilização desta quinta-feira, o Sindsaúde vai decidir por meio de assembleia a realização de uma paralisação. “Não está sendo feito o trabalho político e nós estamos na luta”, ressalta.
Além do retroativo do piso da enfermagem, os profissionais pressionam pela transição da PEC 19/2024. O objetivo da proposta é determinar que o piso salarial dos enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e das parteiras refere-se a uma jornada máxima de trabalho de trinta horas semanais.
Esse pessoal da Saúde, merece mais respeito não era para ficar pedindo pagamentos retroativos, isso era para ser pago de imediato, essa classe são uns verdadeiros trabalhadores chegando a serem Heróis ariscando a própria vida como vimos na pandemia
O Brasil se aproxima da marca de 5.000 mortes provocadas pela dengue em 2024. De acordo com a última atualização do Painel de Monitoramento de Arboviroses, o país contabiliza 4.961 mortes confirmadas pela doença. Há ainda 2.161 mortes em investigação.
Ao longo do ano, notificaram-se 6.437.241 casos prováveis de dengue em todo o país, levando a uma taxa de letalidade de 0,08. Atualmente, o coeficiente da doença no Brasil é de 3.170,1 casos para cada 100 mil habitantes.
A maioria dos casos se deu na faixa etária dos 20 aos 29 anos. Em seguida, vieram as faixas de 30 a 39 anos, de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos. Os grupos menos afetados foram os menores de 1 ano, os com 80 anos ou mais e as crianças de 1 a 4 anos.
Entre os Estados, São Paulo é o que tem mais casos de dengue em números absolutos, com um total de 2.062.418 casos em 2024. Em seguida, estão Minas Gerais (1.696.518 casos), Paraná (643.700 casos) e Santa Catarina (363.117).
Quando se leva em consideração o coeficiente de incidência da doença, o Distrito Federal aparece em 1º lugar, com 9.739,1 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais (8.260,1 casos por 100 mil habitantes), Paraná (5.625,2 casos por 100 mil habitantes) e Santa Catarina (4.771,8 casos por 100 mil habitantes).
Maldade do governo Bolsonaro. Não investiu nada em saúde, não se via um carro fumace nas ruas do Brasil, não se via agentes nas casa das pessoas, não se via nada. Aí o impacto está vindo agora. Que atraso de vida foi os anos 2019 a 2022.
Arretado kkkkkkkkkkk, o MITO é o cara desse governo de cornos e ladrões, ei, vão deixar se estragar milhões de vacinas contra o covid.
No caso da Dengue, foi ou não foi genocídio????
Desculpem se estou errado, mas não é tão difícil de se combater este mosquito da dengue, mas um vírus letal como o da covid foi difícil sim.Se fosse no governo Bolsonaro a Globosta já estava divulgando e esquerdistas cobrando, mas como é do…… que se lasque a população.
A equipe médica do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, realizou a primeira cirurgia nesta terça-feira (13), após a abertura da ala pediátrica no sábado (10). O primeiro procedimento foi realizado em uma criança que está sendo atendida na unidade.
O processo de expansão do Hospital da Mulher segue nesta quarta-feira (14), com a abertura dos prontos-socorros pediátrico e ginecológico e as enfermarias ginecológica e obstétrica, totalizando 38 novos leitos disponíveis à população.
Com a nova ala pediátrica, o número de leitos clínicos da rede pública, que eram 22 no Tarcísio Maia, passam a ser 30 somando as duas unidades. A abertura dos novos leitos também proporciona que as obras do Hospital Regional Tarcísio de Vasconcelos Maia avancem.
Os prontos-socorros do Hospital da Mulher que serão abertos nesta quarta-feira terão 13 leitos, divididos entre setores de observação e estabilização para os públicos adulto (6) e pediátrico (7). As enfermeiras clínicas de obstetrícia e ginecologia terão oito leitos, quatro para cada área.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta quarta-feira, 14, o retorno da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (PHEIC, na sigla em inglês) para a mpox, zoonose viral que ficou conhecida como varíola dos macacos e monkeypox. O mais alto status dado pela entidade para uma doença em circulação no mundo voltou a operar por causa do aumento de casos da infecção que tem sido rapidamente disseminada na República Democrática do Congo e outros quatro países africanos após o surgimento de uma nova variante.
A emergência global pela doença, que causa erupções na pele e pode matar, foi declarada pela primeira vez em 2022 e encerrada em maio do ano passado, quando o surto foi contido e o vírus demonstrou que não estava levando a mudanças nos sintomas nem na gravidade dos casos.
A sugestão de encerrar a emergência foi apresentada pelo Comitê de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) ao diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante uma reunião onde dados sobre a doença e informações sobre a nova cepa foram apresentados.
“Não quero criar falsas esperanças, mas a minha dor diminuiu muito”, contou Carolina Arruda, que tem neuralgia do trigêmeo, e que, no último sábado (17), implantou uma bomba de analgésicos para aliviar a “pior dor do mundo”.
O procedimento, feito na Santa Casa de Alfenas, tem o objetivo de complementar os efeitos dos neuroestimuladores já implantados em outra cirurgia, feita no final de julho.
“Eu não se ela vai ficar assim, mas eu estou com uma dor basal nível 4. Você tem noção disso? Eu estou ficando com uma dor menor. Faz anos, anos que a minha dor não diminui assim”, celebrou Carolina Arruda.
“Eu não sei se essa melhora é momentânea ou se vai manter assim. Eu não queria que divulgassem como se fosse um milagre, pois eu não sei se vai manter assim. Tanto é que esperei duas horas para ter certeza que ficaria estável por um tempo bom. Enfim, tenham em mente que isso pode ser temporário, pode diminuir mais ou pode voltar a aumentar. Por favor, entendam isso”, ressaltou.
Bomba de analgésicos
Segundo o médico responsável pelo tratamento, Carlos Marcelo de Barros, o dispositivo administra analgésicos especificamente no espaço intratecal, ao redor da medula espinhal, permitindo que uma menor quantidade de medicamento alcance diretamente os receptores de dor na coluna vertebral, sem passar pelo sistema circulatório.
“Uma vez que a bomba libera os medicamentos nos receptores da dor diretamente próximos da coluna vertebral, ao invés de viajar através do sistema circulatório, podem aliviar a dor com uma pequena fração em comparação com doses de medicamentos orais”, explicou.
Inicialmente, os medicamentos escolhidos para a bomba são a morfina e a bupivacaína, um potente anestésico local, que poderão ser ajustados ao longo do tratamento conforme a necessidade.
“Para alguns medicamentos, o uso da bomba aumenta a potência dele em 300 vezes e reduz efeitos colaterais, reduz efeitos adversos, então uma terapia analgésica muito potente, porque ela entrega o remédio diretamente no sistema nervoso central, onde ele precisa agir”.
Já pode chamar de descaso? Ou genocida, quem comanda o ministério da saúde?
É a picada do mosquito do amor! imaginem se na pandemia fosse esse governo, metade da população brasileira teria sido dizimada…
E o Genocida é Bolsonaro 🤮😡!