Paulinha Abelha tem quadro neurológico grave, indica novo boletim médico, divulgado no início da tarde deste domingo (20). A cantora da Calcinha Preta, de 43 anos, segue internada em uma UTI. A equipe médica informou ainda que a artista “mantém estabilidade clínica, sem necessidade de drogas para manutenção de vida e em suporte ventilatório”.
Paulinha está no Hospital Primavera, em Aracaju, para onde foi transferida na quinta-feira. A cantora foi internada no dia 11 de fevereiro no Hospital da Unimed, na mesma cidade, ao retornar de uma turnê em São Paulo. Ela trataria problemas renais mas, três dias depois, o quadro se agravou e foi transferida para a UTI, quando passou a fazer diálise.
Também nesta semana, circulou um boato na internet de que a cantora teria tido morte cerebral. na ocasião, a equipe da banda divulgou uma mensagem negando os rumores e pedindo que “parem de matar” a cantora.
Agora é oficial. O chamado distúrbio de games é considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O que sacramentou a decisão foi a publicação no mês passado de uma versão atualizada da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, chamada CID-11.Nela, o problema é definido como um padrão de comportamento caracterizado pela perda de controle sobre o tempo de jogo, sobre a prioridade dada aos jogos em relação a outras atividades importantes e a decisão de continuar de frente à tela apesar de consequências negativas.
O diagnóstico é dado quando os prejuízos afetam de forma significativa as áreas pessoais, familiares, sociais, educacionais e ocupacionais ao longo de cerca de 12 meses. A descrição lembra você? Ou alguém muito próximo?
— Esse é um problema que já vem ocorrendo há muito tempo, mas que piorou. Hoje, a quantidade de jovens que passam horas e até dias na frente do videogame aumentou muito— relata o psicólogo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependências Tecnológicas do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).
Ele conta o caso de um paciente que chegava a ficar 55 horas seguidas conectado. Não levantava nem para ir ao banheiro, fazendo as necessidades nas calças. Outras pessoas param de tomar banho, se afastam dos amigos, perdem o emprego ou o total interesse pelo estudo.
Nada é de graça
Uma boa parte do problema está no modelo de negócios das desenvolvedoras de games, setor aquecido por recentes aquisições bilionárias por parte das big techs. Dizem que não precisa pagar para começar a jogar.
Mas quanto mais tempo elas mantêm os clientes engajados, mais conseguem vender “vantagens”. Por isso, analisam constantemente o comportamento dos usuários e testam novas maneiras para evitar que desliguem ou façam outra coisa.
— Os jogos de hoje não têm mais game-over nempause. Se a pessoa sai,ela desassiste seu time. Isso pode gerar medo de retaliação e o famoso F.O.M.O. [sigla para a expressão em inglês fear of missing out, ou medo de ficar de fora]. O tempo de vida roubado é terrível— diz Nabuco, da USP.
Muita calma nessa hora
Como sempre acontece quando se descreve casos extremos, é necessário cautela para não cair em graves generalizações. Os games também podem ser benéficos. Representam uma oportunidade de dar uma relaxada depois de um dia de muito trabalho ou estudo. Permitem entrar numa realidade diferente e divertida. Também está comprovado que podem ajudar em casos de ansiedade.
A maioria dos jogadores, obviamente, não leva vidas disfuncionais. Estudo publicado no Jornal de Psiquiatria da Austrália e Nova Zelândia no ano passado estima que cerca de 2% da população mundial sofre do transtorno. Mais pesquisas são necessárias para que se tenha uma ideia melhor.
Mesmo que seja uma percentagem mínima que sofra de distúrbio de games, o problema é que, ainda assim, é muita gente. Se o cálculo australiano estiver certo, há 154 milhões de viciados no mundo.
A Entertainment Software Association, associação comercial da indústria de videogames nos Estados Unidos, estima que haja cerca de 2,6 bilhões de players em todos os continentes. Segundo estimativa da Game Brasil, consultoria especializada no mercado digital, 7 em cada 10 brasileiros afirmam que jogam.
Estado x família
No ano passado, a China, que é o maior mercado de videogames do mundo, introduziu novas regras para a quantidade de tempo que crianças e adolescentes podem jogar. São três horas por semana, limitado a uma hora por dia, das 20h às 21h e apenas às sextas-feiras, fins de semana e feriados.
No Ocidente, não há notícia de medida tão drástica. As tentativas de coibir os exageros se dão dentro de casa. Nabuco recomenda o engajamento parental. Isso inclui, além de regular e limitar o tempo gasto no videogame, deixar o computador ou o console no ambiente comunitário da casa para que haja supervisão. Checar esporadicamente que tipo de jogo a criança está jogando, sentar ao lado dela para entender como o jogo funciona e, principalmente, tentar engajá-las em atividades off-line.
Quem está vulnerável
O perfil de quem sofre de dependência em jogos eletrônicos costuma ser de pessoas do sexo masculino e de classe média. Normalmente, o uso abusivo começa na pré-adolescência ou adolescência.
Pessoas que apresentam doenças mentais prévias, como depressão, têm mais chances de desenvolver o transtorno. O mesmo vale para quem já enfrenta problemas familiares e baixa autoestima, já que, enquanto jogam, elas se sentem parte de alguma coisa que não têm na vida real e ainda se beneficiam do bem-estar provocado pela liberação de dopamina no cérebro.
Ajuda para viciados
O tratamento para o transtorno de jogos eletrônicos é similar ao de outros vícios: psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos. A ideia por trás da designação da OMS não é estigmatizar nem proibir os games. Ela procura justamente contribuir para a ampliação do números de diagnósticos e do maior acesso aos diferentes tipos de ajuda, já que as seguradoras de saúde serão pressionadas a pagar pelo tratamento, pois agora passa a ser reconhecido como uma condição médica.
Mas, de novo: há uma grande diferença entre ser um jogador entusiasmado e ser um viciado. A preocupação exagerada de pais sobre os efeitos dos games nos filhos ainda não foi reconhecida pela OMS como transtorno obsessivo. Ainda não.
Tiago Leifert e a mulher, Daiana Garbin, revelaram que a filha do casal está com um câncer ocular raro e que a pequena Lua, de pouco mais de um ano, já foi submetida a tratamento de quimioterapia. Em um vídeo publicado neste sábado (29), o casal explica que resolveu abrir o drama familiar para o público na intenção de alertar outros pais.
“É muito difícil descobrir esse câncer, e é por isso que a gente está gravando esse vídeo para vocês. Normalmente acontece em crianças muito pequenas, entre os dois e três anos de vida, quando a criança ainda não fala, está muito pequenininha. Então ela não consegue expressar que ela não está enxergando mais, e os pais não também não percebem”, iniciou Daiana.
A jornalista contou para o público que o câncer em Lua foi descoberto em outubro do ano passado. “Trata-se de um retinobloastoma. É um câncer que acontece nas células da retina. Elas acabam tendo um crescimento desordenado, formam tumores que podem ser em um olhinho só, ou como é no caso da nossa filha, bilateral”, detalhou a mulher do ex-apresentador do Big Brother Brasil.
Uma das pacientes que suspeitam ter sido vítimas do anestesista Giovanni Quintella Bezerra quer processar o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, por não ter interrompido o ato.
A mulher de 30 anos foi a primeira a ser sedada pelo médico durante o parto na manhã do último domingo (10). Depois dela, ele participou de mais duas cesáreas, sendo a terceira filmada por profissionais que desconfiaram da atitude de Bezerra.
“Eu entendo a negligência do hospital, porque deixaram mais duas vítimas passarem pelo mesmo abuso só por causa de uma filmagem”, disse o advogado da paciente, Joabs Sobrinho, na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) nesta quinta (14).
“A própria voz da vítima já é válida em casos de estupro, imagina uma equipe médica dizendo que um outro médico está abusando de uma paciente”, argumentou ele, afirmando que eles tinham a responsabilidade de ter chamado seus superiores.
“Eles sabiam que tinha um abuso. É muito forte você querer gravar uma pessoa para pegar um ato libidinoso se você está realmente percebendo que tem um ato libidinoso”, acrescentou.
A Folha procurou o hospital na noite desta quinta para comentar as falas do advogado, mas não obteve resposta. Em nota divulgada à tarde, a Secretaria de Estado de Saúde e a direção do Hospital da Mulher disseram que foram acionadas pela equipe médica e de enfermagem e logo procuraram a polícia.
“Tanto a denúncia como as imagens que comprovam o crime foram feitas por profissionais do próprio hospital, que suspeitaram da conduta do médico […]. Após a equipe ter verificado o conteúdo da filmagem, o anestesista não participou de nenhum outro procedimento”, afirma o comunicado.
A paciente chegou nesta quinta à delegacia da cidade com o rosto coberto por um casaco, seguida de outra mulher com seu bebê de quatro dias no colo. Mais cedo, o marido da segunda mulher que deu à luz no hospital no domingo também depôs e saiu sem falar com a imprensa.
Os investigadores ainda aguardam o relato formal desta segunda mulher e da que aparece na filmagem, de um total de seis mulheres que estão tendo seus casos apurados. As outras três, que deram à luz em outros dias, já prestaram depoimento ao longo da semana.
Segundo o advogado Joabs Sobrinho, além do estupro por meio do sexo oral, sua cliente de 30 anos também suspeita de estupro vaginal. Ela diz se lembrar de seu corpo “se movimentando”, segundo ele, mas estava muito sedada.
A paciente conta que o médico inicialmente se apresentou como “Yago” e entrou com ela na sala de parto por volta das 8h30, mas não permitiu que uma amiga a acompanhasse. Ela então se lembra que o anestesista não deixou que uma enfermeira ou enfermeiro colocasse a sonda em sua genitália.
“Tinha muita coisa de errado, ele colocou a sonda e deu a injeção com ela sentada, e não deitada. Ela estranhou, porque sabia que era deitada. Ela disse: ‘Mas eu estou muito suja, tenho vergonha, doutor’. E ele respondeu: ‘Não, eu te limpo'”, disse Sobrinho.
“Ele aplicou uma dosagem muito forte nela e falou: ‘Você está sentindo as suas pernas?’ Ela: ‘Não’. Depois ficou sozinho com ela. Ela via balançar a parte de baixo, mas não sentia nada. Aí ela apagou. Quando acordou, viu ele atrás da cabeça dela. Perguntou: ‘Já nasceu?’ ‘Já’, e apagou de novo”, completou.
O bebê nasceu por volta das 9h30, mas ela ficou sedada até quase 12h e não conseguiu amamentar por estar muito sonolenta. Por isso, foi dado leite em um copinho para o neném.
O advogado quer ler os depoimentos da equipe médica e de enfermagem para entender o que aconteceu de fato naquele momento. Depois, pretende “tomar as medidas cabíveis, tanto na área criminal quanto na área cível”. Ele diz que a paciente em nenhum momento foi procurada pelo hospital.
No final da noite de segunda (11), a família foi informada dentro da unidade que um médico havia sido preso, mas a paciente só soube da suspeita de estupro por meio da delegada Barbara Lomba, que ligou para ela no dia seguinte.
Sobrinho afirmou que agora sua cliente está decidindo se tomará o coquetel de remédios contra HIV que é praxe em casos de abuso sexual. Ela quer amamentar o filho, mas ficará impedida se tomar os remédios.
“Tem uma reparação muito grande, ela está com a imagem dela vinculada no país todo, […] está sofrendo demais, não conseguiu entender por que isso está acontecendo com ela. No primeiro dia de vida do filho dela, ela vai lembrar que foi estuprada”, declarou ele.
Se não fosse a filmagem esse médico já estava solto chamando os outros de mentirosos e processando todo mundo. Equipe de enfermagem é herói da histórica na prisão desse bandido.
Acredito que seja dos apoiadores de roubo, assassinatos, estupros, invasão, corrupção, drogas….tipo LULADRAO, e igual a ele tem muitos por esse brasil veio.
O hospital agiu certo. Como iria acusar sem provas? Tem advogado querendo se dar bem nessa estória!
Continua vomitando besteira, doença sem tratamento e cura, pelo contrário, está na Net, ele tinha era uma estrelinha vermelha no seu perfil, isso é muito comum nos facínoras da esquerda.
Você é doente. Seu caso é patológico.
Todas as facções criminosas do pais apoiam o ladrão dos nove dedos. O que vc acha disso?
E você acha que O nine não é apoiado por esses lixos do PCC? Kkkk
O número de internações de ciclistas causadas por traumas em acidentes triplicou entre 2018 e 2021 no Rio Grande do Norte, de acordo com dados da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet). As estatísticas apontam que foram 95 internações em 2018, 224 no ano seguinte, 272 internações em 2020 e 286 em 2021. O aumento é de 201% no período. No Estado, 27 óbitos foram registrados no ano passado em decorrência de acidentes com bicicletas. Os dados sobre as mortes ainda estão sob revisão. Em todo o Brasil, o total de sinistros graves com ciclistas aumentou 11% em 2021, quando comparado a 2020.
Em números absolutos foram 14.416 casos em 2020 e 16.070 no ano passado, no País. Em relação ao RN, fontes ouvidas pela TRIBUNA DO NORTE avaliam que o aumento do número de carros e bicicletas, que dividem o mesmo espaço, aliado à alta velocidade imprimida pelos veículos, bem como a falta de estrutura das cidades, contribuem para o aumento da quantidade de internações provocadas pelos acidentes.
Na capital potiguar onde, segundo estimativas da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU) são realizadas, por dia, 56 mil viagens de bicicleta, o trânsito mais agressivo, com aumento de velocidade nas vias por parte dos motoristas, é a principal causa dos acidentes que acometem os ciclistas. A análise é do diretor do Departamento de Engenharia de Trânsito da STTU, Carlos Milhor.
“Com a pandemia, o uso da bicicleta aumentou bastante, porque muita gente não queria utilizar ônibus e não tinha condições de usar o carro. Outro fator é que, após a crise sanitária, nós temos um trânsito mais violento, com o aumento de velocidade nas vias. Aliás, essa é a principal causa de acidentes”, avalia Milhor.
Para o presidente da Associação de Ciclistas do RN, Fabiano Silva, a estrutura da cidade é insuficiente para atender às demandas existentes e a falta de fiscalizações nas ciclofaixas contribui para o aumento do número de sinistros. “Nós recebemos relatos diários de acidentes com ciclistas e ficamos muito aflito. A João Medeiros Filho (Estrada da Redinha), a Rota do Sol e a Via Costeira têm sido palco constante de ocorrências e os buracos nesses locais também atrapalham bastante”, afirma.
As vias estaduais dentro da cidade, segundo ele, são as que mais preocupam, porque não contam com radares nem qualquer outro tipo de fiscalização. Silva aponta que locais como a Ponte de Igapó merecem atenção, porque, por lá, passam diariamente, 500 ciclistas, o maior volume da capital.
Para Rubens Ramos, professor do Departamento de Engenharia Civil da UFRN e especialista em Transportes e Trânsito, Natal não é uma cidade segura para o ciclista. “Falta, realmente, uma infraestrutura que garanta segurança às pessoas, com uma logística integrada na cidade”, indica.
Segundo ele, as vias da capital contam com “pedaços mal cuidados” de ciclofaixas e destaca que as ações adotadas hoje na cidade significam “mais do mesmo”, porque não trazem modernidade para o sistema cicloviário. “Agora é preciso ofertar uma qualidade diferenciada para o ciclista”, define Rubens Ramos.
Acho muito engraçado esse povinho que comenta aqui se achando muito pq está na bosta de um automóvel! Talvez por ignorância desconheça o dispositivo do Art. 29 do CNT que atribuiu maior responsabilidade do veículo maior sobre o menor…
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres
Ou talvez não seja só por ignorância que pensam e agem assim, talvez por falta de ser jovial, longevo e esguio pra conseguir pedalar aí a inveja os incomoda…
Vai entender pq tanta raiva desses idiotas com os ciclistas…
Aínda prefiro o meu ônibus ou o meu Fusca, esse negócio de capacete, joelheira, roupa colada, jovialidade, longevo (maneira de negar a velhice) e esguio (empinado é?) Causa inveja é, que coisa.
A diarreia ambulante voltou com todo gás. Falador de merda oficial do blog, mané é um idiota inconteste. Sempre protegendo os errados, os idiotas que andam de bicicleta de forma irresponsáveis.
A gadaiada de sempre pira afinal agora já apoiam claramente um governo de corruptos… A lei não ficou clara pra vcs não?
As vias de Natal abandonadas e as imprudências de alguns ciclistas fazem de Natal a capital dos acidentes.
Natural, se acham os donos da rua. Difícil encontrar um educado, maioria tudo se achando. Pense numa turma abusada. E vai aumentar ainda mais, enquanto eles não se conscientizarem que são menores, menos protegidos, mais vulneráveis, mais irresponsáveis e que quem tá dirigindo um automóvel nem sempre consegue visualizá-los devido a inúmeros fatores.
Muitos andam no meio da rua, não obedecem ao codigo de transito que diz pras bicicletas andarem o mais proximo possivel do meio fio,
Tem uns bonitão que andam no meio da rua pra afronta mesmo, não tou falando dos velho nem dos pedrero não, esses sabem conduzir uma bicicleta, mais falo desses amostrado todo inpiriquitado e calça colada
O MPF (Ministério Público Federal) recomendou que o Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago (HU), que atendeu a menina de 11 anos vítima de estupro em Santa Catarina e que teve o aborto legal negada na Justiça, realize o procedimento na criança caso ela, junto com a sua representante legal, procure a unidade e demonstre interesse em interromper a gestação.
O HU, ligado à UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), negou a realização do aborto, que é permitido no Brasil quando a gravidez é resultado de estupro. Contudo, ao chegar no hospital, a vítima estava com 22 semanas de gestação, e as normas da unidade determinam a realização do procedimento antes da 20ª semana de gravidez. Por esse motivo, foi solicitada uma autorização judicial para realizar a interrupção da gestação, o que não ocorreu.
A recomendação do MPF, assinada nesta quarta-feira (22) pela promotora Daniele Cardoso Escobar, estende a orientação ao HU, considerado referência no Estado no serviço de interrupção legal da gestação para que o hospital acolha outros casos de vítimas de estupros e que o atendimento deve ser realizado “independentemente da idade gestacional e peso fetal, sendo desnecessária qualquer autorização judicial ou comunicação policial”, escreveu a promotora.
Daniele Cardoso Escobar ainda determinou que o HU se manifeste sobre a orientação do MPF até a quinta-feira (23), ao meio-dia. “Excepcionalmente, em razão da urgência que o caso requer, fixo prazo até amanhã, dia 23 de junho, às 12h, para que sejam remetidas a esta Procuradoria da República informações sobre o acatamento desta Recomendação”.
A reportagem do R7 procurou o hospital, que não se manifestou até o fechamento da matéria.
“Se a Justiça Federal vai interceder nesse processo, é bom esclarecer que, uma vez autorizada a intervenção, essa autorização não vai valer só para esse caso em si. Mas vai valer também para outros casos de aborto legal que aparecerem para terem a gestação interrompida”, declarou a advogada da família, Daniela Félix, ao Estadão.
“Isso soma e dá eco a uma exigência histórica que os movimentos de cuidado e luta pelo aborto”, acrescentou.
Na terça-feira, a criança, que estava há mais de um mês em um lar de acolhimento por conta de uma medida protetiva, e mantida longe de casa por decisão da juíza Joana Ribeiro Zimmer, da 1ª Vara Cível de Tijucas, a 50 quilômetros de Florianópolis, foi desacolhida por ordem da desembargadora Cláudia Lambert de Faria.
No final da tarde desta terça-feira, a advogada Daniela Félix impetrou um habeas no Tribunal de Justiça de Santa Catarina para que seja determinado o abortamento legal da criança. Na tarde desta quarta-feira, ela afirmou que o pedido ainda está aguardando uma decisão por parte do juiz.
Imaginem um pouco com deve estar a mente dessa criança como esta abalada, sem preparação algum pra ter um filho, sem ter aproveitado a infância direito. Sei que tem um ponto a se pensar que é o fato de um risco para ela a retirada, até ontem mesmo foi informado que o sus teve 15 abortos em menores de 14 anos.
uma criança de 11 anos foi estuprada. Aí tem gente dizendo que a bíblia diz que é pecado interromper a gravidez. Pecado é nascer burro e acreditar num livro escrito por pastores de cabra há 2000 anos.
Lei do CFM, que rege a medicina no país: aborto é até 21 semanas e 6 dias. Após isso será assassinato. Nenhum médico fará isso pq é contra a lei, é ASSASSINATO. Os juizes e etc podem se explodir. Mude de país e tente, duvido conseguir, ela já está com 29 semanas (7 meses)
Esse povo alienado por essa fábrica de idiotas chamada “religião” só fala merda! Além de tudo são um bando de hipócritas, que pregam uma coisa e na calada fazem outras piores.
Quase todo “evangélico” no fundo é um frustrado na vida que encontra guarida na crença ou já cansou de fazer merda e vai se esconder numa igreja.
Povo imbecil, cego de cangalha, vivem depositando esperanças numa salvação ilusória e acreditando em bizarrices folclóricas, perdendo assim a noção da realidade.
Realmente a salvação é ilusória, pra vc Botelho Pinto, que está nas trevas. Mas, enquanto há vida, há esperança de aceitar Jesus como salvador. Triste de quem só acredita nessa realidade terrena, vou orar por vc…
Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, conversa com Marcelo Castro (MDB-PI), relator da PLOA de 2023 — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Relator-geral do Orçamento de 2023, o senador Marcelo Castro (MDB-PI) vai propor ao presidente do Senado e presidente da República em exercício, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), em reunião nesta terça-feira (20), que o piso da enfermagem fique fora do teto de gastos — regra que limita os gastos da União, impedindo-a de gastar mais mesmo quando arrecada mais. A questão vai ser discutida em reunião às 11horas no Palácio do Planalto.
A sugestão foi comentada pelo relator nesta segunda-feira (19). Ele falava sobre a ideia de aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir o pagamento dos R$ 200 a mais do Auxílio Brasil fora do teto de gastos. O referido benefício é composto por parcelas de R$ 400. Em julho, no entanto, após articulação do governo, o Congresso aprovou o aumento do benefício para R$ 600, mas apenas até o fim deste ano.
Tanto o presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto o candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm prometido manter o benefício a R$ 600 caso vençam a eleição. O governo federal, no entanto, enviou o projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023 prevendo o auxílio de R$ 400. Na época, Castro inclusive afirmou que recebeu “com surpresa” o projeto sem a previsão do Auxílio Brasil a R$ 600.
“Não há outra maneira de cumprir essa promessa a não ser excepcionalizando o teto de gastos. Para fazer essa excepcionalização, precisamos apresentar uma emenda constitucional. Se já vamos apresentar uma emenda para o Auxílio Brasil, nós então levaríamos em conta esses recursos para enfermagem”, disse.
Lideranças do Senado se reuniram nesta segunda-feira (19) com Pacheco, ocasião em que discutiram alternativas para financiar o piso da enfermagem, cujo pagamento está suspenso por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O senador Marcelo Castro comentou que, ainda que sejam encontradas saída, os recursos arrecadados vão ser “comprimidos pelo teto de gastos”, e por isso é necessário discutir uma alternativa a ele.
As propostas do Senado
Na reunião desta segunda-feira, Pacheco propôs aos senadores os seguintes projetos para financiar o piso da enfermagem:
• O projeto de lei complementar (PLP) 44, deste ano, que permite que os estados, o Distrito Federal e os municípios reconduzam recursos recebidos para o combate à Covid-19 a outros programas da área da saúde;
• O projeto e lei (PL) 798, de 2021, que reabre por 120 dias o prazo para adesão ao Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT), a fim de incentivar a regularização de recursos, bens e valores, de origem lícita, que não tenham sido declarados aos órgãos públicos brasileiros;
• O PL 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização Patrimonial (Reap) com o objetivo de permitir a atualização de valores e a correção de dados de bens móveis e imóveis de propriedade de pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no Brasil, com a aplicação de alíquota especial do Imposto de Renda sobre o acréscimo patrimonial e a exclusão de penalidades decorrentes da omissão objeto de correção; e
• O PL 1.417, de 2021, que prevê o pagamento por parte da União de até R$ 3,3 bilhões para as santas casas e os hospitais filantrópicos.
Emenda de relator
No encontro, líderes partidários do Senado apresentaram uma proposta de usar os recursos que o Ministério da Saúde recebe das emendas de relator, o chamado “orçamento secreto”, para financiar o piso da enfermagem.
Para 2023, o governo federal prevê o pagamento de R$ 10,4 bilhões em emendas de relator ao Ministério da Saúde. A destinação desses recursos para o piso da enfermagem foi sugerida pelo senador Jean Paul Prates (PT-RN), que disse ter tido o apoio de mais colegas, inclusive do líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ).
Mais propostas
Cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado, mostram que o piso da enfermagem pode gerar um custo anual de R$ 17,4 bilhões. Já o grupo de trabalho da Câmara, que analisou o projeto de lei, diz que o impacto será de R$ 16,3 bilhões por ano.
Na reunião, os senadores levantaram mais propostas que podem ser aprovadas para complementar o valor necessário para garantir o piso em conjunto com as emendas de relator.
Os senadores também falaram do projeto (442/1991) que legaliza e regulamenta a exploração de jogos de azar e apostas, propondo usar parte da arrecadação tributária decorrente da matéria para financiar o piso. Eles também citaram o projeto de lei 4.188, de 2021, que cria o Marco Legal das Garantias e a desoneração na folha de pagamento para atender aos hospitais particulares.
Também foi citada na reunião uma proposta para alterar a lei que concede o direito de preferência para a Petrobras nas licitações dos contratos de partilha de produção para prever, pelo menos até 2026, a descentralização do excedente em óleo da União (pré-sal) para entes subnacionais, com valores proporcionais ao impacto do piso da enfermagem.
🇧🇷2️⃣2️⃣os dois da foto Pacheco e Marcelo tem processos no SPTF por corrupção, alguém acha que o senado vai fazer algo para manter o aumento ? Tem que ser muito idiota para acreditar.2️⃣2️⃣🇧🇷
As situações vão se desenhando e sendo esclarecidas, de fato o STF quando proferiu a suspensão do piso da enfermagem nada fez do que manter a ordem e fazer com que o legislativo que aprovou a referida lei informa-se de onde vai retirar os recursos para sua devida quitação já que no orçamento sancionado pelo executivo nacional não consta recursos nessa ordem.
Outrossim fica muito claro de onde partiu tamanha “discabência”.
As grandes economias do G20 anunciaram neste domingo (13), antes de sua cúpula na Indonésia, a criação de um fundo de R$ 7,4 bilhões (US$ 1,4 bilhão) para se prepararem para futuras pandemias, um valor considerado insuficiente pelo país anfitrião da reunião.
Durante coletiva de imprensa, o presidente indonésio, Joko Wikodo, explicou que o fundo, do qual participam 24 países, tem como objetivo “evitar uma pandemia e se preparar para ela”. “Mas isso não é suficiente” declarou Widodo, ao estimar que são necessários R$ 165 bilhões (US$ 31 bilhões).
“Devemos garantir que a comunidade possa resistir a uma pandemia. Uma pandemia não pode ceifar vidas e romper as articulações da economia mundial”, acrescentou.
O fundo foi lançado pelos ministros da saúde e da área de finanças dos países do G20, na presença do diretor-geral da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, e do presidente do Banco Mundial, David Malpass.
É considerado um dos raros progressos esperados no contexto da cúpula do G20, que começa na terça-feira na ilha paradisíaca de Bali, e que está marcada por profundas divisões sobre a guerra na Ucrânia.
Dois em cada três estudantes universitários brasileiros (65%) afirmam sentir ansiedade diariamente, segundo uma pesquisa global realizada pela Chegg.org, o braço sem fins lucrativos da empresa de tecnologia educacional Chegg.
Foram ouvidos mais de 11 mil estudantes universitários de 18 a 21 anos em 15 países, incluindo 1.010 estudantes no Brasil.
A porcentagem de estudantes que sofre com ansiedade diariamente no Brasil é a segunda maior dentre os países participantes, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (68%).
A maioria dos estudantes brasileiros (59%) também afirmou não dormir o suficiente. E quase metade (47%) disseram não estar sendo capazes de manter hábitos saudáveis, mesmo que apenas 10% considerem estar mantendo hábitos que não sejam saudáveis.
Dentre os ouvidos, 34% dos estudantes brasileiros também disse ter problemas em conhecer novas pessoas e fazer novos amigos.
No entanto, dentre todos os países, os estudantes brasileiros foram os que menos declararam ter sofrido burnout acadêmico, com apenas 15%. Na Coreia do Sul, esta porcentagem chega a 70%.
A pesquisa também questionou aos estudantes se eles consideravam seu país um bom lugar para se viver, 66% dos brasileiros disseram que sim, 17% foram indiferentes e 17% respondeu que não.
o alexandre vai tomar no centro do seu cú quem tem que se tratar e voçe o quwe a janaina ta falando e a pura verdade vai encher o seu cú de linguiça seu fdp!!!!!!!!!
Se for de Universidade federal na área humanas aí é que sofre….um bando de professor maluco que induz para mal….rompendo os paradigmas e padrões sociais. Drogas.,sexo …
Desde o mês de agosto, os voluntários com tatuagem podem se candidatar à doação de sangue no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce) após seis meses da realização do procedimento. Antes, as pessoas tatuadas tinham que aguardar 12 meses para realizar o gesto de solidariedade nas unidades do equipamento vinculado à Secretaria da Saúde do Ceará. Médicos consultados pelo BLOGODOBG, afirmam que tendência é que o Rio Grande do Norte siga o mesmo padrão.
Os novos critérios se aplicam também às técnicas de micropigmentação e maquiagem definitiva. Outra mudança que entra em vigor está relacionada a procedimentos estéticos. Quem realizou botox, preenchimento ou fez uso de enzimas pode doar após 15 dias.
“A adoção dos novos critérios segue a portaria de consolidação do Ministério da Saúde que orienta todo o processo da doação e transfusão de sangue no Brasil. Após discussões e estudos, realizamos uma consulta junto ao MS sobre as possibilidades de alguns procedimentos que acontecem na nossa população, e de acordo com a orientação decidimos adotar os seis meses para tatuagem e 15 dias para botox. O nosso entendimento é que atualmente esses procedimentos são feitos de uma maneira mais segura. A alteração não modifica a segurança dos candidatos à doação e receptores de transfusão”, explica Franklin Cândido, diretor de hemoterapia do Hemoce.
Com o objetivo de unir esforços e conscientizar a comunidade sobre a importância da prevenção e combate à dengue, o projeto itinerante “Juntos no Combate à Dengue em Natal” será lançado na próxima sexta-feira (26). Sua primeira ação será realizada no CMEI Dr. Vulpiano Cavalcanti de Araújo, em Igapó, zona Norte, a partir das 8h30.
Desenvolvido pelo Setor de Educação Ambiental e Biblioteconomia (SEAB) da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), o projeto busca ajudar no enfrentamento de um dos principais desafios de saúde pública na cidade, com a crescente expansão dos casos de arboviroses com ênfase na Dengue, Chikungunya e Zika Vírus.
Serão apresentadas diversas ações educativas, incluindo a amostra do ciclo do mosquito, a confecção de armadilhas para o combate ao Aedes aegypti, além de slides, jogos e dinâmicas relacionadas ao tema. Também haverá uma intensificação no monitoramento de possíveis criadouros do mosquito, visando eliminar os focos de proliferação.
O objetivo é a disseminação das informações de combate as doenças causadas pelo mosquito com um trabalho de sensibilização, colocando assim em prática ações coletivas. O trabalho foi iniciado com o mapeamento das escolas municipais nos bairros mais afetados há alguns dias.
“Nós iniciamos o projeto com as visitas nas Escolas Municipais focando primeiramente nos bairros com maior incidência de casos registrados segundo fontes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS)”, conta a especialista em Educação Ambiental da Semurb, Janaina Rocha.
Ela explica que em seguida é feito o contato com a instituição de ensino para agendamento do treinamento a formação da equipe pedagógica com com oficina para confecção de mosquitérica (armadilha para detectar possível foco do mosquito), e por fim palestra com os estudantes e comunidade.
Arboviroses
Dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) revelam que Natal registrou cerca de 700 casos de arboviroses somente entre os meses de janeiro e fevereiro, dos quais 90% são ocorrências de dengue. Entre os bairros com maior concentração de arboviroses estão os bairros: Pajuçara, Lagoa Azul, Redinha, Nossa Senhora da Apresentação, Igapó, Felipe Camarão, Nazaré;
Cidade da Esperança, Rocas, Tirol e Planalto.
A dengue representa um sério problema em Natal, com surtos recorrentes e impactos significativos na qualidade de vida da população. “Nos últimos anos, o aumento no número de casos tem sido preocupante, colocando em risco a segurança e o bem-estar dos cidadãos. Nesse contexto, o projeto se torna uma iniciativa urgente e necessária, exigindo a participação ativa de todos os setores da sociedade para o sucesso do projeto. É importante que todos se envolvam, disseminando informações e ficando atentos aos focos do mosquito em suas próprias residências”, finaliza Janaina.
A Prefeitura de Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal, oferece, de forma itinerante, exames de mamografia gratuitos em diversas Unidades de Saúde do município durante todo o ano. Os exames são realizados pelo prestador Grupo Reviver e têm como intenção a descoberta precoce do câncer de mama nas moradoras do município. Nesta semana, de 6 a 10 de maio, os serviços de mamografia estão sendo ofertados na Unidade de Saúde Nazaré, localizada na Rua Rubens Mariz, 744, no bairro Nossa Senhora de Nazaré.
O atendimento acontece das 7h30 às 16h30. Mulheres com idade a partir de 40 anos podem procurar o local apresentando RG, CPF, Cartão do SUS e comprovante de residência. Não precisa de solicitação de exame para receber o atendimento.
O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente nas mulheres (depois do de pele não melanoma), com a previsão de 74 mil novos casos por ano até 2025 no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). O Sistema Único de Saúde (SUS) recomenda a mamografia de rastreamento a cada dois anos para mulheres com idade entre 50 e 69 anos, mesmo sem a presença de sintomas. A doença tem cura se detectada a tempo, por isso o diagnóstico precoce é importante para o êxito no tratamento.
A informação é da jornalista Sarah Knapton, editora de Ciência do jornal britânico The Daily Telegraph.
Informa que pesquisadores da Holanda “analisaram dados de 47 países ocidentais e descobriram que houve mais de três milhões de mortes em excesso desde 2020, com a tendência continuando apesar do lançamento de vacinas e medidas de contenção”.
Os pesquisadores “alertaram que os efeitos colaterais ligados à vacina contra a Covid incluíram acidente vascular cerebral isquêmico, síndrome coronariana aguda e hemorragia cerebral, doenças cardiovasculares, coagulação, hemorragias, eventos gastrointestinais e coagulação sanguínea”.
Informa também sobre o alerta de Gordon Wishart, diretor médico da Check4Cancer e professor visitante de cirurgia oncológica da Universidade Anglia Ruskin, que disse repetidamente que o atraso no diagnóstico do câncer levaria a mortes.
No estudo dos holandeses, os cientistas destacam que os números “sem precedentes” “levantaram sérias preocupações” e pediram aos governos que investigassem completamente as causas subjacentes, incluindo possíveis danos às vacinas.
No estudo, publicado no BMJ Public Health, os autores da Vrije Universiteit, em Amsterdã, disseram: “Embora as vacinas contra a Covid-19 tenham sido fornecidas para proteger os civis de sofrerem morbidade e mortalidade pelo vírus da Covid-19, suspeitas de eventos adversos também foram documentadas”.
Acrescentaram: “Tanto profissionais médicos quanto cidadãos relataram lesões graves e mortes após a vacinação em vários bancos de dados oficiais no mundo ocidental”.
Mais: “Durante a pandemia, os políticos e a mídia enfatizaram diariamente que cada morte por Covid-19 era importante e que cada vida merecia proteção por meio de medidas de contenção e vacinas contra a Covid-19. No rescaldo da pandemia, o mesmo moral deve ser aplicado”.
De acordo com a editora, o estudo constatou que, na Europa, nos EUA e na Austrália, houve mais de um milhão de mortes em excesso em 2020, no auge da pandemia, mas também 1,2 milhão em 2021 e 800.000 em 2022, após a implementação das medidas.
A jornalista também descrever sobre pesquisa de cientistas alemães que indica que “o começo do excesso de mortalidade no início de 2021 no país coincidiu com o lançamento das vacinas, o que, segundo a equipe, “justificou uma investigação mais aprofundada””.
Atenta que “no entanto, dados mais recentes sobre os efeitos colaterais não foram disponibilizados ao público, com os países mantendo seus próprios bancos de dados individuais de danos, que dependem da autorrelatação do público e dos médicos, alertaram os especialista.
Detalha:
– Os pesquisadores disseram que era “provável” que o impacto das medidas de contenção, a restrição do atendimento à saúde e a agitação socioeconômica durante a pandemia tivessem contribuído para as mortes, embora tenham aceitado que isso era difícil de provar.
Gordon Wishart, diretor médico da Check4Cancer e professor visitante de cirurgia oncológica da Universidade Anglia Ruskin, alertou repetidamente que o atraso no diagnóstico do câncer levaria a mortes.
“Previa-se, no início do período de confinamento, que o acesso limitado à assistência médica para doenças não relacionadas à Covid-19 levaria a atrasos no diagnóstico e no tratamento de doenças cruciais, como câncer, doenças cardíacas, diabetes e demência, e que isso levaria a um excesso de mortes por essas doenças”, disse ele.
Os dados do NHS England mostram que, por 100.000 pessoas, a incidência de câncer foi de 521 no ano anterior ao confinamento, depois caiu para 456 em 2020/2021, sugerindo que cerca de 45.000 cânceres não foram detectados no primeiro ano da pandemia.
A taxa de incidência aumentou para 540 por 100.000 no ano seguinte, sugerindo que muitos cânceres foram diagnosticados tardiamente, quando o tratamento seria menos eficaz.
Falando sobre o potencial de dano da vacina, Wishart acrescentou: “Os autores estão corretos ao apontar que muitos eventos adversos graves relacionados à vacina podem não ter sido relatados e apontam para o fato de que o início simultâneo do excesso de mortalidade e da vacinação contra a Covid na Alemanha é digno de uma investigação mais aprofundada por si só.
“O artigo fornece mais perguntas do que respostas, mas é difícil discordar da conclusão de que é necessária uma análise mais aprofundada para entender as causas subjacentes do excesso de mortalidade, a fim de se preparar melhor para o futuro gerenciamento de crises pandêmicas.”
Sério ? A esta altura com tantas evidências que depõem contra este experimento, vc AIDNA questiona ?? Deveria ser grato pela informação e tomar as providências para o Detox que é o que muitos estão fazendo
Mesmo apresentando do A a Z provas etc. , povo continue ignorante… nada muda infelizmente.
Pessoas perderam o emprego e foram perseguidas pelos “iluminados” e “virtuosos” da esquerda energizados pelo consórcio de imprensa. Acho que essa verdade vai mudar a atitude dos zumbis ideológicos? De jeito nenhum, depois de determinado ponto de doutrinação não tem mais volta. Espero que os moderados e “isentões” que entregaram esse país para marginais acordem, seria o suficiente.
O palhaço. Aquele que quase afundou o país com sua equipe econômica chula, aquele que durante as tragédias passeava de jet-sky, aquele que iludiu alguns acéfalos e no final foi embora para os EUA.
O Brasil bateu mais um recorde de mortes por dengue. Apenas no 1º semestre deste ano, superou a soma de casos fatais dos últimos 7 anos. Até 30 de junho de 2024, foram 4.367 mortes ante 4.331 de 2017 a 2023.
Apesar de uma queda em junho (790) em relação a maio, que registrou 1.344, o cenário ainda é alarmante e os casos prováveis também ultrapassam os registros dos últimos anos. Outras 2.659 mortes estão sob investigação, segundo dados do painel de monitoramento do Ministério da Saúde (MS).
Este ano marca o mais alto índice da série histórica, ultrapassando o recorde anterior de 2023, que teve 1.179 óbitos. A situação é ainda mais grave quando se observa o número de casos prováveis, que atingiu a marca de 6,237 milhões até a 4ª feira (3.jul.2024), representando o maior registro até o momento.
Os números revelam uma escalada preocupante da doença no país, com São Paulo liderando o ranking, seguido por Minas Gerais, Paraná, Distrito Federal e Goiás. Estes Estados, somados ao DF, concentram 77% do total de óbitos registrados em 2024.
A distribuição dos casos ao longo dos meses mostra uma tendência de crescimento, com março apresentando o ápice de 1,6 milhão de casos. Apesar de uma diminuição nos registros em junho, com 516.980 casos, a situação ainda demanda atenção e medidas eficazes de combate à proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença.
O Distrito Federal destaca-se também pela alta taxa de incidência de casos prováveis, com 9.639,7 por 100 mil habitantes, seguido por Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Estes dados apontam para uma distribuição geográfica ampla da doença, afetando diversas regiões do país.
A faixa etária mais afetada é a de 20 a 29 anos, representando quase um em cada cinco casos. Além disso, as mulheres são a maioria entre os infectados, com 54,8% dos casos. Essas informações podem direcionar as estratégias de prevenção e controle da dengue, como a proteção dos grupos mais vulneráveis.
Os dois últimos passageiros que estavam internados em um hospital privado de Natal por conta da turbulência severa ocorrida no voo da Air Europa receberam alta neste fim de semana. A informação foi confirmada pela assessoria do Hospital do Coração.
Os passageiros haviam dado entrada na UTI da unidade no dia 2 de julho, um dia após o incidente com o voo – que seguia de Madri (Espanha) para Montevidéu (Uruguai) e precisou fazer um pouso de emergência no Aeroporto de Natal após a turbulência. Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas.
O Hospital do Coração informou que os dois pacientes haviam passado por procedimentos cirúrgicos e estavam em cuidados pós-operatório. A unidade não informou, no entanto, quem eram os pacientes ou a nacionalidade deles.
A Justiça do Rio Grande do Norte determinou o bloqueio de R$ 4,7 milhões das contas do estado a fim de garantir compra de medicamentos em falta na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat).
A decisão da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal atendeu ao pedido do Ministério Público Estadual.
Segundo a 47ª Promotoria de Justiça de Natal, a falta dos itens prejudica mais de 30 mil usuários, que dependem do programa de medicamentos especiais.
O valor total bloqueado foi de R$ 4.712.932,64, o que seria suficiente para a compra dos remédios indisponíveis, prevista em um acordo judicial anterior.
O Ministério Público alegou que o governo não cumpriu as cláusulas do acordo, “ao mesmo tempo em que muitos itens que, a época do acordo, estavam disponíveis, hoje estão em falta.”
Na decisão, a Justiça considerou que o estado, além de não ter realizado as compras necessárias para abastecer a Unicat, não justificou a impossibilidade de cumprir a obrigação.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde Pública e a Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) informaram que receberam a notificação da decisão judicial, e que a decisão condiciona o bloqueio à resposta da situação dos medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf).
“Sobre este quadro, a Unicat destaca que parte dos medicamentos listados chegou a ter o processo de aquisição finalizado, porém ainda aguarda-se a entrega dos insumos por parte das empresas, enquanto outra parte não teve a apresentação de propostas por parte das empresas ou propostas acima do valor tabelado e autorizado para a compra”, diz a nota.
Ainda segundo a Sesap, as equipes seguem trabalhando para melhorar o estoque do Ceaf, “agilizando processos e direcionando mais recursos para as aquisições”.
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