Participante da Marcha da Maconha em Natal neste domingo (3), a vereadora de Natal, Brisa Bracci (PT), apresentou um projeto de lei para qualificar a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) para disseminar conhecimento e uso terapêutico da Cannabis Medicional. O PL não tem previsão para ser votado no plenário da Casa.
Segundo o texto que a redação da 96 FM teve acesso, a ideia é “qualificar a rede do SUS e SUAS para desenvolver uma política de disseminação do conhecimento e uso terapêutico da Cannabis Medicinal nas mais diversas patologias, conforme autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e legislação pátria”.
Ainda de acordo com o texto, a ideia do PL é “reduzir os problemas relacionados à saúde mental, como os quadros de depressão, ansiedade e demais sofrimentos mentais, atuando na prevenção, promoção, recuperação e reabilitação da saúde no âmbito dos serviços substitutivos” e “incluir ações educativas nas rotinas dos serviços de saúde voltadas à promoção da saúde em geral”.
Além disso, Brisa Bracci também propôs a criação do “Dia da Cannabis Medicinal no âmbito do Município do Natal”, a ser celebrado, anualmente, no dia 14 de novembro.
Profissionais da área de enfermagem realizam nesta quarta-feira (21) uma paralisação contra a suspensão do piso salarial da categoria. Em Natal, a movimentação vai ocorrer o dia todo, a partir das 9h, na praça 7 de setembro, localizada no bairro Cidade Alta, Zona Leste de Natal. Enquanto que pela manhã, serão realizadas oficinas de cartazes, apresentações culturais e informes jurídicos, à tarde o tempo será dedicado ao ato público.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde Pública do Rio Grande do Norte (SindSaúde/RN), podem participar do ato tanto profissionais de enfermagem da rede pública quanto da privada. Mas, conforme adverte o Sindicato, pelo menos 30% desses profissionais precisam ser mantidos em serviços de alta e média complexidade nos hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em seus postos de atuação.
Ainda, segundo o SindSaúde, 100% das unidades da rede de Atenção Primária em Saúde (APS), poderão atender a paralisação. Estão entre elas, por exemplo, as Unidades Básicas em Saúde (UBS), policlínicas, Unidade de Saúde da Família (USF) e Estratégia Saúde da Família (ESF). De acordo com o Sindicato, é dever dos sindicatos emitirem a emissão de declaração dos profissionais que irão participar da movimentação.
A movimentação na capital potiguar, vale lembrar, integra uma mobilização maior: o Dia Nacional de Paralisação da Enfermagem pela implementação da Lei do Piso Nacional e contra o veto do presidente Bolsonaro. A data da reivindicação, conforme aponta o SindSaúde, foi decidida em Assembleia Unificada e que os trabalhadores e trabalhadoras da enfermagem aprovaram, também, permanecer em estado de greve, ou seja, estarem a postos caso as entidades sindicais e centrais convoquem paralisações e mobilizações nacionais e locais.
Essa gadaiada gosta mesmo de NEGAR a REALIDADE : O MINTO das rachadinhas sancionou o piso salarial da enfermagem com VETO à correção anual pelo INPC! Usem os cascos para pesquisar no Google…
O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou lei que estabelece piso salarial nacional dos enfermeiros, com veto à correção anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A norma (lei 14.434/22) foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira . ESTA REPORTAGEM TÁ TENTANDO INDUZIR O LEITOR, SIM. SEU VERME MENTIROSO!!!
o Dia Nacional de Paralisação da Enfermagem pela implementação da Lei do Piso Nacional e contra o veto do presidente Bolsonaro. Estão sim querendo falar que o presidente vetou. Onde tá escrito INPC AÍ SEU VERME?
Então o gado mor do blog usou os cascos e pesquisou? Muito bem! Faça valer sua mamata de miliciano digital do bandido das rachadinhas… kkk
Mané, vc ta fudido mesmo. Já foi chamado de tudo q é adjetivos, diarreia ambulante, queima rosca, verme, mentiroso…..só elogios hein. Kkkkk
Mané vc tá todo cagado.
Vá se limpar.
Catinga de merda da gota serena.
Vc pensa que eu não sei!
Quer que eu te leve pra um lava jato??
Rsrsrs…
Se prepare!
Bozo 22 no primeiro turno.
Gado vei, só não soi chamado de lambe botas de político bandido como vc! Muuuuuu
Veto do Presidente? Só podia vim de um jornal manipulado, Tribuna do PT.
Corretíssimo, os Enfermeiros foram os que mais trabalharam e correram riscos durante s pandemia.
Merecem respeito e consideração da sociedade.
Coisa que a governadora que foi sindicalista e é de um partido que se diz dos trabalhadores, deu as costas quando indagado por uma enfermeira.
Matéria distorcida. Tem jeito para esse povo não. Estão desesperados.
Tribuna do Norte, além de ser dos Alves, que hoje estão fazendo parte da quadrilha PT, ainda tem ligações com a Globo lixo. Não poderia sair coisa melhor.
O Centro Clínico Dr. Ezequiel volta a receber pacientes em um novo prédio com uma estrutura renovada e ampliada, promovendo acesso a vários serviços de saúde para a população local. O antigo prédio passará por reformas estruturais.
Localizado no bairro Janduís, o novo centro clínico possui uma ótima instalação física, garantindo um ambiente mais acolhedor e confortável para os pacientes com 18 especialidades e com mais de 30 especialistas atendendo todos os meses.
Ainda contamos com vários exames e procedimentos, incluindo ultrassonografia, pequenas cirurgias, endoscopia, ecocardiograma, teste do olhinho, teste da linguinha e teste do ouvido.
O prefeito Gustavo Soares destaca a importância da reabertura do Centro Clínico em um novo prédio: “Esta iniciativa reforça nosso compromisso em oferecer serviços de saúde de qualidade e acessíveis para todos os nossos cidadãos. Estamos empenhados em garantir que nossas comunidades tenham acesso aos cuidados de saúde de que necessitam, e esta reforma é um passo significativo nessa direção.”
A Prefeitura do Assú reafirma seu compromisso com a promoção da saúde e o bem-estar da população, investindo em infraestrutura e recursos para melhorar os serviços de saúde em todo o município.
Com o objetivo de ampliar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) na 8ª Região de Saúde do RN, o prefeito de Assú, Lula Soares, participou nesta quinta-feira (31) da reunião do Colegiado Intergestor Regional (CIR). O encontro reuniu prefeitos, secretários municipais de saúde e técnicos da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP), incluindo representantes do setor de urgência e emergência.
Participaram da reunião prefeitos dos municípios que compõem a 8ª Região de Saúde, formada por 12 cidades. A pauta central foi a proposta de cooperação entre o Estado e os municípios para financiar a expansão do SAMU na região.
Entre os pontos apresentados, a SESAP destacou a proposta de instalação de duas novas bases descentralizadas de suporte básico: uma em Angicos e outra em Carnaubais. Além disso, outras bases de suporte avançado também farão parte da reestruturação, impactando positivamente o sistema de atendimento. Com essa redistribuição, Assú — que hoje concentra grande parte da demanda regional — será aliviado e poderá fortalecer ainda mais o atendimento, reduzindo o tempo de resposta aos chamados.
A SESAP apresentou um plano inicial de expansão que inclui a chegada de novas ambulâncias ao Rio Grande do Norte e o reforço das equipes, com condutores, enfermeiros e técnicos de enfermagem.
A secretária adjunta de Saúde do Estado, Leidiane Fernandes de Queiroz, e a secretária de Saúde de Assú, Viviane Fonseca, estiveram presentes na reunião e contribuíram com sugestões sobre modelos de atuação, experiências locais e estratégias para fortalecer a rede regional de atendimento pré-hospitalar.
Durante a reunião, também foi discutida uma proposta preliminar de custeio apresentada pela SESAP. O grupo debateu formas de dividir as responsabilidades financeiras e a composição das equipes profissionais, como condutores e profissionais de saúde, respeitando a estrutura de cada município.
O prefeito Lula Soares ressaltou que Assú, como cidade polo da região, já assume com recursos próprios os custos de unidades como a UPA. Ele enfatizou que a pactuação fortalece a capacidade regional de atendimento e reafirmou o compromisso do município com a saúde pública.
“Nosso compromisso é cuidar das pessoas, e a união de esforços com os demais municípios amplia nosso alcance. Estamos prontos para contribuir com mais esse passo”, afirmou Lula Soares.
Ao fim do encontro, os participantes se comprometeram a formalizar uma proposta coletiva à SESAP, consolidando essa primeira etapa do diálogo para garantir a ampliação do SAMU na 8ª Região de Saúde.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta sexta-feira (13) que o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está ferido e “provavelmente desfigurado”. A declaração foi dada em coletiva de imprensa no Pentagon. Segundo ele, o iraniano estaria escondido em bunkers desde o ataque que matou seu pai, Ali Khamenei.
Mojtaba, de 56 anos, assumiu o comando do país no último domingo (8), após a morte do pai em um ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel em território iraniano no dia 28 de fevereiro. Desde que foi escolhido para o cargo, ele não fez nenhuma aparição pública oficial, o que tem alimentado especulações sobre seu estado de saúde.
Na quinta-feira (12), o jornal britânico Daily Mail publicou que o líder iraniano estaria gravemente ferido, sem uma perna e em coma em uma UTI do Hospital Universitário Sina, com uma ala inteira isolada para garantir sua segurança. Já a CNN afirma que ele teria sofrido apenas uma fratura no pé, uma contusão ao redor do olho esquerdo e pequenos cortes no rosto.
Durante a coletiva, Hegseth disse ainda que a liderança iraniana estaria “desesperada” e escondida no subsolo após os ataques. No Irã, o cargo de líder supremo tem o maior poder político e religioso do país, acima do presidente e do Parlamento — modelo estabelecido após a Revolução Islâmica do Irã de 1979. O título de aiatolá, ligado ao posto, é usado para designar altos clérigos do islamismo xiita e significa “sinal de Deus”.
Uma pesquisa lançada na segunda-feira (7) mostrou que mais de 50% dos entrevistados buscam atendimento médico somente quando apresentam algum incômodo ou problema grave de saúde.
De acordo com a pesquisa, os cuidados preventivos com a saúde são ainda piores entre os homens: 60% dos respondentes só buscam atendimento médico quando apresentam sintomas ou quadros de saúde graves. Apenas 43% dos entrevistados realizam consultas periódicas e preventivas.
No entanto, somente 40% estão satisfeitos com o seu acesso à saúde, um dado que chega a 60% entre os mais ricos, demonstrando uma falta de satisfação geral do público em relação ao atendimento médico.
Os dados foram obtidos através de uma metodologia chamada Indicador de Longevidade Pessoal (ILP), lançada pelo grupo também na segunda-feira, que analisa diferentes aspectos da saúde física e mental, além de interações sociais, que contribuem para a longevidade.
Para o levantamento, 1.058 pessoas testaram o ILP, através de um questionário on-line realizado entre os dias 6 e 13 de março de 2024. Os respondentes eram maiores de 18 anos e eram pessoas de diferentes gêneros, idades, regiões e rendas.
Em uma escala de 0 a 100, que avalia parâmetros desde saúde física e mental a interações sociais e educação financeira, a média da população brasileira no ILP foi de 64 pontos.
O levantamento foi realizado pelo Grupo Bradesco Seguros, em parceria com o Instituto de Pesquisa Locomotiva, e tem como foco avaliar aspectos relacionados à longevidade dos brasileiros.
Nos EUA o cara muitas vezes não vai ao médico mesmo problema grave, pois tem medo de falir. Lá se o sujeito tiver uma dorzinha e for no médico a conta da consulta e exames sai por 5 mil dólares, e se for algo grave o sujeito vende tudo que tem e ainda fica devendo. O SUS, bom ou ruim é uma mãe
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu, nesta quinta-feira (2), uma nota técnica com orientações a hospitais e clínicas do RN sobre suspeitas de intoxicação por metanol. O documento detalha como identificar, tratar e notificar casos suspeitos, seguindo recomendações do Ministério da Saúde.
O metanol é uma substância altamente tóxica, frequentemente associada a bebidas alcoólicas adulteradas. Sua ingestão pode causar sintomas graves, como dor abdominal, visão turva, confusão mental e náusea, que surgem entre 12 e 24 horas após o consumo. A intoxicação pode levar a complicações sérias e até à morte.
Segundo o Ministério da Saúde, já foram registradas 59 notificações de intoxicação por metanol em todo o Brasil, sendo 11 casos confirmados e 48 suspeitos. Até o momento, uma morte foi confirmada em São Paulo e outras sete estão sob investigação: duas em Pernambuco, três em São Paulo e duas em São Bernardo do Campo.
No RN, não há casos confirmados ou suspeitos até o fim da tarde desta quinta-feira. Mesmo assim, a Sesap mantém ativa toda a estrutura de vigilância, incluindo o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) e o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox).
A nota técnica estadual orienta os profissionais sobre a definição de casos suspeitos, condutas médicas, exames necessários e procedimentos de notificação. Pacientes com sintomas devem procurar imediatamente o serviço de emergência mais próximo. O médico, por sua vez, deve contatar o CIATox para que o caso seja investigado e registrado oficialmente.
Diante da gravidade do quadro, o Ministério da Saúde classificou a situação como Evento de Saúde Pública, criando uma Sala de Situação extraordinária para monitorar os casos em todo o país, envolvendo ministérios, Anvisa e secretarias estaduais e municipais de saúde.
Um levantamento realizado junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com base em dados populacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que 80,95% da população do Rio Grande do Norte depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) para assistência médica, o equivalente a 2.673.557 pessoas numa população de 3.302.729 habitantes. A parcela coberta por planos de saúde privados soma 19,05% no RN, com um total de 629.172 beneficiários.
O estado apresenta o menor percentual de dependência exclusiva do SUS na região Nordeste. O Maranhão lidera com 92,27% de sua população. Na Paraíba, chega a 88,25%. Na Bahia, são 87,64%; em Alagoas, 87,58%; no Piauí, 87,54%; e em Pernambuco, 83,97%. Os outros estados da região também apresentam percentuais acima de 80%, como Sergipe (84,76%) e Ceará (83,44%), mas ainda superam o RN. Os dados consideram números compilados até fevereiro deste ano.
Para a presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN), Maria Eliza Garcia, o dado, embora positivo à primeira vista, exige cautela porque pode esconder um problema. “Esse número menor do estado não é porque a nossa população é uma população provida de recursos que possa ter plano de saúde. Pelo contrário. Na minha reflexão, enquanto presidente do Cosems e secretária de Saúde há mais de 20 anos, esse número representa uma responsabilidade e um alerta. É a falta de acesso que faz a gente buscar um plano de saúde e buscar o privado, mesmo sem ter condições”, avalia.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou nesta sexta-feira (22) uma portaria que oficializa o fim do estado de emergência pela covid-19. Nas últimas 24 horas no Brasil, o país voltou a cair para a marca de 100 mortes na média móvel apurada pelo consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte.
A média móvel é considerada por especialistas como a maneira mais confiável para acompanhar o avanço ou o retrocesso da pandemia. O índice é calculado a partir da média de mortes – ou de casos -, dos últimos sete dias.
“Nós não acabamos com a covid, o vírus vai continuar circulando e temos que aprender a conviver com eles. Se houver necessidade de leitos de terapia intensiva, nós teremos”, afirma Queiroga. O Ministério da Saúde diz que a decisão foi tomada considerando a capacidade de resposta do SUS (Sistema Único de Saúde), a melhora no cenário epidemiológico no país e o avanço da campanha de vacinação.
As decisões oficializadas no documento começam a valer 30 dias depois de sua publicação no Diário Oficial da União. A portaria estabelece o fim da ESPIN (Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional), que estava em vigor desde fevereiro de 2020.
A ESPIN foi um ato normativo que resultou na criação de medidas de prevenção, controle e contenção adotadas para o enfrentamento da pandemia. O ministério diz que nenhuma política pública de saúde será interrompida. “Como falar de emergência em saúde se hoje está acontecendo um carnaval? A portaria ratifica o que já existe”, afirma Queiroga.
“Como falar de emergência em saúde se hoje está acontecendo um carnaval? A portaria ratifica o que já existe”, afirma Queiroga.
Todo vagabundo Petralha CÃOMUNISTA é um criminoso caluniador e difamador barato que pratica o crime de assassinato de reputações os vagabundos PETRALHAS CÃOMUNISTAS usam mortes usam uma pandemia para fazer politicagem suja contra o presidente da república honesto, Cristão e patriota Jair Bolsonaro são verdadeiros canalhas capachos do rato 🐀 LULADRÃO presidiário, cachabeiro e semi analfabeto. São burros e doutrinados vão na onda da ESQUERDALHA e da quadrilha dos Petralhas são MILITONTOS zumbis que só servem como massa de manobra.
Alguns Governadores não vão gostar desse decreto, pois o Governo Federal não será mais obrigado enviar verbas bilionárias para os Estados.
Acabou a mamata.
O Brasil é o quarto país mais estressado do mundo, de acordo com o relatório global “World Mental Health Day 2024“, divulgado pelo Instituto Ipsos na segunda-feira (14). Além disso, cerca de 77% da população brasileira já refletiu sobre a importância de cuidar da saúde mental, um percentual bastante expressivo.
Os brasileiros que participaram da pesquisa indicaram a saúde mental como o principal problema de saúde enfrentado no país e essa preocupação aumentou nos últimos anos. Apenas 18% citavam a saúde mental como o principal problema, em 2018. O salto aconteceu durante a pandemia, quando o tema foi o mais citado por 40% dos entrevistados em 2021, 49% em 2022 e 52% no ano passado, atingindo um novo pico agora em 2024, com 54%.
Para realizar o relatório, a Ipsos entrevistou um total de 23.274 adultos entre 18 e 74 anos em 31 países, incluindo, além do Brasil, a Austrália, Canadá, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Estados Unidos, Nova Zelândia, Colômbia, México, África do Sul, Coreia do Sul, Índia, Argentina e mais. As entrevistas foram feitas por plataforma online entre 21 de julho e sexta-feira, 4 de agosto de 2023.
62% da população mundial se sente estressada
O estresse não é um problema de saúde mental apenas no Brasil. Segundo o relatório, 62% dos entrevistados (três em cada cinco, em média) afirmam ter se sentido tão estressados que o sintoma impactou na vida diária pelo menos uma vez.
A saúde mental também tem se tornado uma preocupação global. De acordo com o estudo, a saúde mental foi o maior problema relatado no Chile, com 69%, seguido da Suécia (68%) e Austrália, com 60%. O Brasil é o nono da lista, com 54% que concordam com essa afirmação. Os países que menos concordam são o México (25%), Índia (26%) e Japão (28%).
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) instaurou um inquérito civil para investigar a adoção de providências por parte da Secretaria Estadual de Saúde (Sesap) e da Secretaria de Saúde de Natal (SMS) sobre a falta de cadernetas da criança do Ministério da Saúde.
O MP solicitou à SMS o envio de cópia das últimas informações remetidas pelo MS sobre a ausência de fornecimento das cadernetas da criança. Além disso, cobrou à Sesap informações de quais providências estão sendo adotadas pela pasta para suprir a falta da entrega.
Há uma requisição do órgão para saber se foi emitida alguma nota orientativa aos Municípios do Estado acerca da necessidade de providenciarem diretamente a confecção de cadernetas da criança enquanto é regularizada a remessa por parte do Ministério da Saúde.
O Ministério Público Federal do RN foi informado que a estimativa para regularização do fornecimento de cadernetas da criança apresentada pelo Ministério da Saúde, em julho, não se concretizou, persistindo e se agravando a problemática da ausência do item nas maternidades de Natal e de outros municípios do Estado, com grave risco de comprometimento do acompanhamento das crianças em seus primeiros anos de vida.
DESGOVERNO DO RN *Fechamento de Hospitais
*Falta de remédios na Unicat *Corredores do Walfredo abarrotados
*Não fez hospital de campanha
*Compra de respiradores em loja de maconha
*Secretário que atira em crianças
*Pior IDEB do país
*Insegurança total
PARA CONTINUAR NA MERDA, VOTE 13.
Só não falta dinheiro para fazer compras sem licitação, tanto a Guvernadora Fátima do PT e o Prefeito Chibata Álvaro dias.
A Guvernadora gastando pra se reeleger e o Prefeito Chibata Álvaro dias, gastando para eleger o Chibata dias Jr.
Pense numa ruma de merda de gato kkk.
Vamos de MITO 22, Fabio Dantas 77, Rogério Marinho o homem das águas, Major Brilhante e Wendel Lagartixa o terror de Fátima do PT e dos bandidos.
Todos eles aproveitando o dinheiro da campanha pra guardar uma parte ou usar em benefício próprio, e a outra parte usar na campanha. Coincidência grande foi o mineiro, que tem uma casa aqui na rua lago da pedra, começou a campanha e a reforma da casa também, eita bando de ladrões, também com um professor como LULADRAO, queriam mais o que?
Parte de teto de uma das salas do Hospital João Machado, em Natal (RN), desabou na madrugada desta segunda-feira (13) com as chuvas fortes. Não houve feridos. O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (SindSaúde-RN) informou que também houve alagamento dentro de salas no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel.
A equipe de reportagem do Novo Notícias procurou a assessoria da Secretaria Estadual de Saúde e aguarda o retorno.
Os usuários da Unidade Básica de Saúde São João, em Tirol, zona Leste de Natal, não poderão contar com os serviços de saúde do local nesta quarta-feira (22). De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o expediente foi suspenso por conta de um problema no fornecimento de energia.
A pasta assegurou, no entanto, que a unidade volta ao seu funcionamento normal na quinta-feira (23), após normalização da distribuição do serviço de energia.
De acordo com dados do Centers for Disease Control and Prevention (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, uma a cada 36 crianças possui algum nível de transtorno do espectro autista, o que equivale a cerca de 5,6 milhões de brasileiros. Esse foi o tema central do VIII Fórum de Cooperativismo Médico, evento realizado nesta quarta (17), pelo Conselho Federal de Medicina e que teve entre os palestrantes convidados o diretor-presidente da Unimed Natal, Dr. Fernando Pinto.
Com o tema “Impacto das terapias do TEA na saúde suplementar”, a palestra do Dr. Fernando foi marcada pela explanação do panorama geral desse segmento. Ele apresentou dados relacionados ao perfil dos usuários, movimentações no uso do plano e o impacto financeiro e jurídico que esses números tem causado no sistema. Um dos destaques foi o custo que as terapias especiais geram aos planos de saúde no Brasil, superando despesas com oncologia.
“Esclarecer, não somente aos usuários e a classe médica, mas a toda sociedade sobre a complexidade desse assunto tem sido um dos nossos grandes desafios. Sabemos que o aumento dos diagnósticos do TEA é algo relativamente recente no país e que isso torna a discussão mais sensível, mas é urgente que todos entendam os impactos que o uso indiscriminado do plano de saúde nessas terapias causa ao sistema como um todo”, disse o diretor.
O evento ainda teve debates entre médicos neurologistas, pediatrias, psiquiatras, otorrinos, entre outros, com expertise em TEA, além de gestores de operadora de saúde e cooperativas e representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Ministério Público Federal (MPF) e da Justiça Federal. A palestra ministrada pelo diretor-presidente da Unimed Natal estava inserida na Mesa Redonda – TEA no sistema de saúde brasileiro, que tinha entre outros especialistas, o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Jeancarlo Fernandes Cavalcante e o Diretor de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Alexandre Fioranelli.
O Ministério da Saúde publicou, no início de janeiro deste ano, texto em que comemorava uma suposta queda de óbitos na Terra Indígena Yanomami em 2023, na comparação com 2022. “Ações do Ministério da Saúde reduzem número de óbitos no território yanomami”, dizia a publicação.
O texto foi ao ar antes de o balanço oficial do ano ter sido fechado. O território registrou 363 mortes de indígenas da etnia em 2023, acima dos 343 óbitos computados em 2022, último ano do governo Jair Bolsonaro (PL).
Questionado, o ministério respondeu que a publicação se referia aos números disponíveis em janeiro.
A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, reconheceu que as ações no primeiro ano do governo Lula não foram suficientes para “solucionar todas as questões” dos yanomamis. Em entrevista coletiva nesta quinta (22), Guajajara atribuiu à presença do garimpo as dificuldades de atendimento aos indígenas e afirmou que o governo federal focou em ações emergenciais durante todo o ano passado.
“Agora a gente sai de ações emergenciais para ações permanentes com a instalação da casa de governo em Boa Vista”, disse a ministra.
Questionado sobre as principais causas de morte dos indígenas, que se mantêm ativas no território, o ministério não respondeu.
A Folha mostrou nesta quinta que o governo Lula reconheceu falhas na saúde indígena em plano enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal) no último dia 9.
Sobre o aumento das mortes mesmo após um ano de reforço no atendimento, o Ministério da Saúde afirmou que os dados referentes a 2023 não podem ser analisados em relação ao ano anterior.
Segundo a pasta, houve subnotificação de óbitos de indígenas durante os anos do governo Bolsonaro. A atual gestão afirmou ter encontrado um cenário de polos de atendimento fechados por ação de garimpeiros e diz que retomou a assistência. “Nós passamos a atuar em um território invadido por mais de 30 mil garimpeiros”, disse o secretário de Saúde Indígena, Weibe Tapeba.
O governo federal iniciou um Inquérito de Saúde Indígena em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para analisar os registros de saúde de anos anteriores. A investigação também tentará explicar os cerca de 4.000 indígenas que não apareceram em dados do último Censo, quando 27,1 mil foram registrados no território yanomami. A base de dados do Ministério da Saúde identificou 31 mil indivíduos.
O município de Extremoz alcançou um marco histórico na área da saúde pública. A cidade conquistou o 1º lugar entre os municípios com mais de 50 mil habitantes e o 2º lugar no ranking geral do Rio Grande do Norte pelos melhores indicadores de combate à tuberculose em 2024.
O reconhecimento foi entregue pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), como resultado do trabalho desenvolvido pelas equipes da Atenção Primária e da Vigilância em Saúde do município. Os índices refletem o compromisso da gestão em fortalecer as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose.
“Para muitos, pode parecer uma conquista simples, mas para quem, como nós, encontrou uma saúde abandonada, com indicadores entre os piores do Estado, estar hoje entre os melhores é extremamente gratificante. É fruto de um trabalho incansável de toda a nossa equipe de saúde”, destacou a prefeita Jussara Sales.
A gestora lembra que, logo no início do mandato, em suas primeiras visitas ao Ministério da Saúde, em Brasília, os dados apresentados sobre Extremoz eram preocupantes. “Eram números que mostravam o quanto nossa população estava desassistida. Trabalhamos muito para mudar essa realidade, e hoje temos orgulho em ver nosso município se destacar no cenário estadual”, completou.
A premiação reforça o compromisso da Prefeitura de Extremoz com a promoção da saúde, o fortalecimento das políticas públicas e o cuidado com a população.
Pense num povo pra gostar de orégano.