A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, se reuniu nesta quarta-feira (04) com a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, para tratar de importantes obras de infraestrutura em Parnamirim, com foco na ampliação da cobertura de saneamento básico no município. No encontro, elas discutiram sobre o avanço no desenvolvimento de projetos para o Parque das Árvores, Avenida Ayrton Senna, Maria Lacerda e a Olavo Montenegro.
Nilda destacou que o avanço do saneamento é uma das prioridades da gestão: “Estamos trabalhando para garantir que Parnamirim avance de forma estruturada. Saneamento é saúde, é dignidade e é desenvolvimento. Nosso compromisso é com uma cidade mais organizada e preparada para crescer. Esse é um esforço conjunto, que envolve as três esferas de governo, e contamos com o apoio fundamental da governadora para tirar esses projetos do papel e acelerar as obras”, afirmou.
A governadora Fátima Bezerra parabenizou a prefeita pelo empenho e pela condução das pautas estruturantes: “Quero reconhecer o trabalho que Nilda vem realizando em Parnamirim. O Governo do Estado está à disposição para somar esforços. Vamos trabalhar junto com o município e com o Governo Federal para garantir que essas obras avancem e que a população seja beneficiada com mais qualidade de vida”, declarou.
O Ministério da Saúde recebe nesta quinta-feira (9) o primeiro lote de fomepizol, antídoto usado no tratamento de intoxicações por metanol — substância tóxica presente em bebidas alcoólicas adulteradas. Ao todo, chegaram 2,5 mil unidades, adquiridas de forma inédita pelo país por meio do Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).
O medicamento será incorporado ao estoque estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS). A entrega ocorreu em cerimônia com a presença de representantes da pasta, da Anvisa e da Opas. O fomepizol é considerado um dos tratamentos mais eficazes para intoxicações causadas pelo consumo de bebidas falsificadas ou adulteradas.
Além do antídoto, a Anvisa autorizou a produção nacional de álcool etílico injetável (etanol), também usado no tratamento de intoxicação por metanol. A medida deve ampliar a oferta de etanol de grau farmacêutico no país.
Segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado na quarta-feira (8), o Brasil registrou 259 casos suspeitos de intoxicação por metanol. Desses, 24 foram confirmados e 5 resultaram em morte.
O estado de São Paulo concentra a maioria dos registros, com 201 casos — sendo 20 confirmados. Há ainda 11 mortes em investigação em quatro estados: Mato Grosso do Sul, Pernambuco, São Paulo e Paraíba.
O número de óbitos confirmados por intoxicação com metanol em São Paulo subiu para dois, segundo a Secretaria Estadual de Saúde. As vítimas são dois homens de 46 e 54 anos, residentes da cidade de capital.
De acordo com o Ministério da Saúde, o país soma 127 casos notificados de intoxicação, dos quais 11 foram confirmados. Outros 15 já foram descartados em São Paulo. Até sexta-feira (3), eram 113 notificações e 11 confirmações.
Aumento de casos suspeitos
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou durante coletiva em Teresina (PI) que houve aumento de casos suspeitos.
O Ministério afirmou que 4300 ampolas de um estoque estratégico de etanol farmacêutico – que serve como antídoto para a intoxicação por Metanol – chegará na próxima semana e será distribuído por todo o país. Além isso, 609 farmácias brasileiras tem a capacidade de produzir o composto.
Na coletiva, Padilha afirmou ainda que o Ministério da Saúde fez a aquisição de 2500 tratamentos de Fomepizol, vindas do exterior e que também tem previsão de chegada para esta semana. O medicamento é uma outra alternativa de antídoto para os casos de intoxicação.
Com o objetivo de melhor organizar o fluxo de pacientes com doença mental e garantir a assistência, o Hospital Geral Dr. João Machado passou a receber pacientes regulados de outras unidades de saúde e Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), por meio do Sistema de Regulação do Acesso à Assistência em Saúde do Rio Grande do Norte (Regula RN).
“Com a medida é possível dar visibilidade aos leitos do hospital e aos seus indicadores, além de facilitar o registro, a passagem do caso e o acesso do paciente, conforme prioridade assistencial. É possível hoje receber o paciente de qualquer ponto da Rede de Saúde, com a garantia de que terá a vaga para a internação”, explicou a diretora geral do Hospital João Machado, Leidiane Queiroz.
A mudança ocorreu no início deste mês. Antes o paciente vinha diretamente do primeiro atendimento em seu território para o pronto socorro do Hospital João Machado, que atualmente conta com 70 leitos ativos em saúde mental e outros 75 gerais.
“Assim como em qualquer outra especialidade, é necessário seguir avançando na transparência da prestação do serviço para a população, na agilidade da assistência e no acesso do paciente à internação. A regulação centralizada é um importante salto nesses aspectos”, destacou Leidiane Queiroz.
Uma declaração do influenciador e empresário João Palazzo provocou forte repercussão nas redes sociais após ele afirmar que nordestinos que votaram no presidente Lula não deveriam ter o direito de se mudar para Goiânia.
Em vídeo publicado nas redes, Palazzo afirmou que quem “faz o L” no Nordeste deveria “sustentar a própria escolha” e permanecer na região. “Quem faz o L lá no Nordeste não deveria ter o direito de mudar para Goiânia para consertar a vida porque lá está uma merda”, declarou.
Na sequência, o influenciador afirmou que pessoas que votaram em Lula acabam transferindo o título eleitoral ao se mudarem e passam a votar na esquerda em outros estados. “Essas pessoas deveriam ser proibidas de sair de lá e vir para cá. Você quer fazer o L? Seu voto é livre. Mas sustenta as suas escolhas”, disse.
Palazzo afirmou que nordestinos “sérios” seriam bem-vindos na cidade. “Quem vem sério para trabalhar merece reconstruir a vida em um lugar próspero”, declarou, ao afirmar que Goiânia seria “a melhor cidade do Brasil”.
O empresário, que é dono de uma marca de produtos de saúde, já havia feito publicações anteriores criticando eleitores de Lula. Em um dos vídeos, ele afirma ter criado uma suposta “cura” para quem “faz o L”, promovendo um suplemento alimentar em tom de deboche.
Em outras declarações, Palazzo também associou o baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de estados nordestinos ao que chamou de “governos de esquerda”, afirmando que regiões governadas por aliados de Lula apresentam piores indicadores sociais — afirmação que também gerou críticas de internautas.
O cara destrói o estado dele fazendo o L (vide o RN com a professora re-eleita em 1º turno), depois quer migrar pra outro que tá dando certo e teclar o 13 lá tb…Deveria ser proibido mesmo!!!!!
Concordo plenamente! Por que esses canalhas esquerdistas, que vivem mamando da rouanet não vão morar na Venezuela? Vão é para os EUA. Jumento tem que comer é capim mesmo. E quem tá falando aqui é um nordestino, antes que venham falar m.
esse empresário é apenas mais um pobre bozonarista expressando seus parcos conhecimentos. Dá uma enxada e uma pá e deixa no Norte-Nordeste. Quando ele aprender a trabalhar e não ficar de fofocas, quem sabe se torne uma boa pessoa.
O primeiro bloco do Hospital Municipal de Natal – São Padre Pio foi entregue na tarde desta segunda-feira (30) pelo prefeito Álvaro Dias, representando uma das obras mais emblemáticas e necessárias da cidade do Natal. A solenidade que reuniu moradores, autoridades municipais e estaduais consolidou a entrega do maior investimento em saúde pública da história da cidade.
Localizado na Avenida Omar O’Grady, próximo à UPA de Cidade Satélite, o hospital foi projetado para oferecer atendimento amplo e humanizado, com infraestrutura moderna e tecnologia de ponta. Nesta primeira etapa, o bloco logístico inclui 100 leitos, com salas para serviços assistenciais, como centro de diagnóstico por imagem, laboratório de análises clínicas, farmácia central e refeitório. A estrutura também contempla áreas administrativas e de apoio, como vestiários e alojamentos para funcionários.
O prefeito Álvaro Dias destacou o impacto transformador que o novo equipamento traz à rede de saúde pública de Natal. “O Hospital Municipal São Padre Pio é a maior obra da nossa gestão, vai oferecer atendimento qualificado em várias especialidades. É um compromisso da nossa gestão colocar a saúde pública no mais alto nível, garantindo aos natalenses um serviço que não fica atrás de nenhum hospital privado”, disse.
“Hoje a entrega desses 100 leitos que nós estamos fazendo aqui para a próxima gestão dar prosseguimento no atendimento à população é fundamental para a cidade de Natal. Hoje nós temos pacientes internados nas nossas UPAs que precisam de atendimentos de internação hospitalar. E com certeza quando esses leitos já estiverem funcionando, os pacientes irão ser atendidos aqui nessa unidade”, ressaltou o secretário municipal de Saúde, Chilon Batista.
O hospital é construído com um investimento de R$ 140 milhões. Abrange diversas especialidades e serviços. Além do atendimento neonatal, ginecológico e obstétrico, o hospital contará com centro cirúrgico, centro de diagnóstico e atendimento 24h em urgências de alto risco. A estrutura planejada inclui setores de apoio fundamentais, como Central de Abastecimento Farmacêutico (CAF), cozinha, lavanderia e Central de Material e Esterilização.
O presidente regional do Conselho de Medicina, Marcos Jácome, enalteceu a qualidade do projeto e os benefícios que trará à saúde pública: “A saúde é a prioridade que tem que ser percebida, e o que nós estamos fazendo aqui é um exemplo clássico dessa percepção do que se deve fazer para promover saúde em nossa cidade. O Conselho de Medicina frequentemente fiscaliza as nossas UPAs e todas as vezes constatamos superlotação. E agora, com esse hospital, vemos a perspectiva de que esse grave problema vá, aos poucos, ter solução definitiva. Natal com essa obra, ganha um verdadeiro presente de Natal”, definiu o presidente do Cremern.
Com o descerramento da placa e a bênção do padre Edinaldo Virgílio, da Paróquia Santa Clara, o hospital foi oficialmente entregue à cidade. Após a cerimônia, os presentes puderam conhecer as instalações.
Com o início das operações do Hospital São Padre Pio, Natal dará um passo decisivo para melhorar a saúde pública, oferecendo um atendimento amplo, moderno e digno para todos os cidadãos.
O hospital é uma realidade! Terminado ou ainda não… está em processo e Dr. Álvaro tem todo e completo direito de deixá-lo inaugurado! Fiquei feliz e muito surpresa em saber que ele homenageou São Padre Pio! Que este Santo o abençoe com bênçãos especialíssimas, e conceda graças especiais para que o hospital se torne referência em cuidado e acolhimento!
Parabéns ao prefeito. Investimento em saúde merece aplausos, merecendo o reconhecimento da população. Num país como o nosso, onde o atendimento público da saúde é sempre precário, fechar hospitais é um crime contra inconcebível, como aliás fez a governadora na maior cara dura. O povo saberá dar a resposta.
O STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar a partir de sexta-feira (9) se confirma ou não a decisão do ministro Roberto Barroso de suspender a aplicação do piso salarial da enfermagem.
O caso foi pautado para o plenário virtual do Supremo e ficará em julgamento por uma semana, até 16 de setembro. No formato não há debate e os ministros depositam seus votos no sistema eletrônico da Corte.
Barroso suspendeu o piso no domingo (4). O ministro deu 60 dias para que governo federal, Estados, Distrito Federal e entidades do setor prestem informações sobre impacto financeiro, riscos de demissões e possível redução na qualidade do serviço prestado.
Conforme a decisão, Barroso, que é o relator do caso, poderá reavaliar a decisão depois de receber as informações.
A decisão foi dada em ação movida pela CNSaúde (Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços).
A lei do piso salarial da enfermagem estabelece uma remuneração mínima de R$ 4.750 para enfermeiros. Entrou em vigor em 5 de agosto.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que vai ao STF tratar “dos caminhos e das soluções” para efetivar o piso da enfermagem. Declaração foi dada em seu perfil no Twitter no domingo (4.set). O senador disse não ter dúvidas de que o “real desejo” dos Três Poderes é fazer valer a lei federal e simultaneamente “preservar o equilíbrio financeiro do sistema de saúde e entes federados”.
Há uma reunião de Pacheco com Barroso marcada para 3ª feira (6.set).
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse não concordar com a decisão do ministro do STF. A declaração foi dada em seu perfil no Twitter também no domingo (4.set). O presidente da Câmara afirmou que os profissionais têm direito ao piso e “podem contar” com ele para a manutenção do que foi decidido no plenário da Casa.
DECISÃO
Barroso entendeu ser mais adequado que o piso não entre em vigor antes dos esclarecimentos determinados. O magistrado viu risco de piora na prestação do serviço de saúde, principalmente nos hospitais públicos, Santas Casas e hospitais ligados ao SUS (Sistema Único de Saúde).
O ministro determinou os seguintes esclarecimentos sobre impactos do piso e respectivos responsáveis por responder:
a situação financeira de Estados e Municípios: Ministério da Economia; os 26 Estados e o Distrito Federal; e a CNM (Confederação Nacional de Municípios);
empregabilidade, tendo em vista as alegações plausíveis de demissões em massa: Ministério do Trabalho e Previdência e a CNTS (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde);
qualidade dos serviços de saúde, pelo alegado risco de fechamento de leitos e de redução nos quadros de enfermeiros e técnicos: Ministério da Saúde; o CNS (Conselho Nacional de Saúde); o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde); o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde); e a FBH (Federação Brasileira de Hospitais).
Os órgãos e entidades têm 60 dias para enviar as informações.
Na decisão, Barroso disse que não se pode questionar a “relevância dos objetivos” dos congressistas ao aprovar a lei, nem a importância dos profissionais da saúde.
“No entanto, sem prejuízo dos questionamentos acerca de vício de iniciativa, constitucionalização superveniente de lei de iniciativa parlamentar e violação à autonomia federativa, é preciso atentar, neste momento, aos eventuais impactos negativos da adoção dos pisos salariais impugnados”, escreveu. “Pela plausibilidade jurídica das alegações, trata-se de ponto que merece esclarecimento antes que se possa cogitar da aplicação da lei.”
Na ação, a CNSaúde argumentou ser insustentável o aumento estabelecido pela lei, sendo que o texto não especifica de onde virão os recursos para os reajustes salariais.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou em 4 de agosto o piso salarial da enfermagem. A lei estabelece que os enfermeiros contratados pelo setor público e pelo setor privado nas regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) devem ganhar ao menos R$ 4.750.
Técnicos de enfermagem ganharão ao menos 70% do valor definido para piso (R$ 3.325) e auxiliares de enfermagem e parteiras, 50% (R$ 2.375).
A proposta foi aprovada com veto. Segundo o ministro Marcelo Queiroga (Saúde), Bolsonaro vetou o artigo que determinava a atualização do piso com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). A preocupação com a fonte de financiamento da medida pesou para a decisão.
O grupo de deputados que analisou a proposta estima gasto anual de R$ 16,3 bilhões, contando Estado e iniciativa privada. O governo calculou a cifra em R$ 22 bilhões, também incluindo poder público e empresas.
Leia a seguir como é composta a estimativa de custos feita pelos deputados:
setor público federal – R$ 24.866.638;
setor público estadual – R$ 1.561.912.133;
setor público municipal – R$ 4.114.483.041;
setor público (outros) – R$ 86.616.758;
empresa estatal – R$ 57.957.454;
empresa privada – R$ 5.404.662.677;
entidades sem fins lucrativos – R$ 4.993.306.438;
outros – R$ 70.037.179.
Os números do Ministério da Saúde, por sua vez, são os seguintes:
🇧🇷para esses militantes do SPTF , o importante é o quanto pior melhor e certamente nos hospitais onde parentes ficam quando doentes os enfermeiros não farão greve, a população que se f…🇧🇷
Interessante é que a Enfermagem do Brasil pode parar parte da sua força de trabalho, o que, em tese, provocaria os mesmos prejuízos. O judiciário por sua vez, aumenta os salários por produção, ganham paletó, casa, comida, carro, passagens de primeira classe, jatinhos, polpudos salários, férias duas vezes por ano e levam anos para prolatar decisões, deixando os viventes ao sabor dos seus desejos, uma maravilha esse Brasil.
As reformas política e tributária, deveriam ter sido primeiro que as reformas previdenciaria e trabalhista. Deu banana para os trabalhadores e enalteceu, nao fazendo as reformas dos privilegiados. Como sempre, quem passa perrengue?
Quase 50% dos pacientes diagnosticados com câncer de próstata no SUS em 2024 demoraram mais de 60 dias para iniciar um tratamento adequado. Os dados são de levantamento exclusivo feito pelo R7 Planalto, através do sistema de dados abertos do Ministério da Saúde e confirmados pela pasta.
Ao todo, no ano passado foram 42 mil homens diagnosticados com neoplasia maligna da próstata, o câncer de próstata. Desses, 24% iniciaram tratamento antes de 60 dias, 27% não tiveram detalhamento do tempo de espera, e 49% demoraram mais de dois meses para iniciar o combate à doença.
Desses 49%, há aqueles que esperaram quase um ano para ter acesso a uma intervenção médica.
Vale lembrar que desde 2012 está em vigor a Lei nº 12.732, que obriga o SUS a iniciar o tratamento de pacientes com câncer — seja cirurgia, radioterapia ou quimioterapia — em no máximo 60 dias após o diagnóstico confirmado por laudo patológico. O objetivo é evitar que esses pacientes fiquem em longas esperas que podem agravar o quadro de saúde.
Ao longo de mais de um mês a reportagem do R7 Planalto enviou demandas via Lei de Acesso à Informação e via imprensa para o Ministério da Saúde para levantar os dados explorados nesta série de reportagens Saúde do Homem. Após sucessivas tentativas, a reportagem extraiu as informações pelo sistema Tabnet e questionou a pasta sobre o tempo de espera.
Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que tem expandido a capacidade de diagnóstico e tratamento da doença. “Nos últimos dois anos (2023-2024), foram realizados mais de 547 mil diagnósticos de câncer – um crescimento de 20% em relação ao período anterior. Desde 2023, já foram adquiridos 53 aceleradores lineares no âmbito do Programa Radioterapia, desde 2023”, disse.
Trabalhei para o SUS, LONGOS 35 ANOS, onde derramei suor, lagrimas, e vi sonhos serem desfeitos pelos gestores, sofri e adoeci vendo as mazelas do sistema, também tive inúmeras alegrias, pelas vitórias de alguns abnegados, porém, verdadeiramente, a situação só se deteriora e esse governos do PT só pioraram as coisas, nada, nada de avanço, um imoralidade.
O município de Parnamirim é destaque nacional na área da saúde. O Ministério da Saúde concedeu o prêmio em reconhecimento ao trabalho que vem sendo desenvolvido na cidade com boas práticas no combate da Transmissão Vertical de HIV e Sífilis. A solenidade de entrega ocorreu nesta sexta-feira (08), em Brasília.
“Estamos felizes com esse reconhecimento. Mostra que estamos no caminho certo! Parabenizo o trabalho de todos os nossos servidores da saúde para alcançarmos a eliminação da transmissão vertical de HIV e sífilis, protegendo principalmente as crianças parnamirinenses, nossa nova geração”, destaca o prefeito Rosano Taveira.
A secretária de saúde Luciana Guimarães, que estava acompanhada pelo coordenador do Serviço Atendimento Especializado – SAE, André Maciel, recebeu a premiação do município, na capital federal.
“Os cuidados que temos com nossas gestantes, desde o atendimento de pré-natal nas nossas unidades e até os cuidados pediátricos com os bebês têm contribuído para os resultados alcançados”, disse a secretária emocionada.
A transmissão vertical do HIV ocorre da mãe para o seu filho e é a principal via de infecção pelo HIV na população infantil do Brasil. No País, essa forma de transmissão tem sido responsável por cerca de 90% dos casos notificados de aids em menores de 13 anos. Parnamirim se destacou por conseguir eliminar esse tipo de transmissão.
Parabéns! ao Nosso excelentíssimo Prefeito Rosano Taveira, parabenizo a Secretária de saúde: Luciana Guimarães e toda a sua equipe por está desenvolvendo um trabalho muito relevante na área de saúde! Em Parnamirim
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 47ª Promotoria de Justiça de Natal, protocolou nesta terça-feira 26 uma manifestação na Justiça pedindo a designação de audiência urgente com o Estado.
O objetivo é buscar soluções para o desabastecimento de medicamentos e insumos em hospitais da rede da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap).
Na petição, o MPRN cita o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, Hospital Maria Alice Fernandes, Hospital Dr. José Pedro Bezerra (Santa Catarina), Hospital Giselda Trigueiro, Hospital Geral Dr. João Machado e o Hemonorte. Segundo o órgão, em alguns casos a falta de materiais comprometeu a rotina assistencial e elevou índices de infecção hospitalar.
No Walfredo Gurgel, denúncias de agosto de 2025 apontaram a falta de luvas, álcool, lençóis e medicamentos, com familiares de pacientes tendo que comprar itens por conta própria. No Hospital Santa Catarina, em janeiro de 2025, a falta de estoque chegou a 41,33%. Já no Hospital Geral Dr. João Machado, relatório de agosto levou a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar a recomendar bloqueio de leitos caso não houvesse condições mínimas de segurança.
A manifestação tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal e pede a intimação dos secretários estaduais de Saúde e da Fazenda, do diretor da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat), além dos diretores dos principais hospitais e do Hemonorte.
De acordo com o MPRN, o desabastecimento ocorre por dívidas acumuladas, falta de credibilidade financeira junto a fornecedores e excesso de burocracia nos processos de compra. A Promotoria anexou dados orçamentários de 2025 que apontam redução nos gastos com saúde no primeiro semestre em comparação a 2024, com queda de 67,90% nas despesas liquidadas e de 68,14% nas despesas pagas.
O órgão afirma ainda que o contingenciamento de recursos do Tesouro Estadual pela Secretaria de Fazenda provocou déficit de mais de R$ 141 milhões entre janeiro e maio de 2025, considerando os valores previstos na Lei Orçamentária Anual e os efetivamente repassados ao Fundo Estadual de Saúde.
Segundo dados do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), de maio de 2025, o Rio Grande do Norte ocupa a penúltima posição no ranking nacional de gastos próprios com saúde e a última colocação entre os estados do Nordeste.
Era pra ser um consultório odontológico, mas parecia mais uma despensa abandonada. Foi essa a impressão que os fiscais do Conselho Regional de Odontologia tiveram antes de fecharem a UBS de saúde familiar João Inácio, localizada no bairro conjunto João Pereira, em Patu/RN.
Abandono, paredes e tetos mofados, descaso e insalubridade. Um retrato fiel do que se tornou a saúde de Patu nesses 16 anos em que está nas mãos do grupo político de Rivelino Câmara e Dr. Ednardo Moura.
Os fiscais não tiveram escolha e foram obrigados a interditar a UBS, antes que algo pior acontecesse a algum paciente, dentista ou auxiliar.
Mais uma vez a população de Patu é penalizada pela incompetência.
E ainda dizem que têm muitos serviços prestados à saúde de Patu.
Só agora nas campanhas políticas há fiscalização. Faz muitos anos que esses centros em vários interiores são estão nesse estado de calamidade. Os profissionais falam com os secretários, denunciam ao CRO e nada é feito..agora na campanha é todo mundo cuidadoso com o que é do povo. Me poupem.
O prefeito de Natal, Paulinho Freire, publicou no Diário Oficial desta terça-feira (4) a nomeação do médico Luiz Roberto Leite Fonseca para voltar a comandar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu, um golaço.
Roberto dispensa a apresentação, com ampla experiência na gestão da saúde pública, Luiz Roberto já tinha sido coordenador do SAMU Natal de 2004 a 2009 e implementou o serviço com excelência.
Em 2013, ele assumiu a Secretaria de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap/RN). Posteriormente, em 2015, passou para o comando da pasta de saúde de Natal.
A gestão da prefeita Nilda vem promovendo uma verdadeira transformação no atendimento de saúde de Parnamirim, com destaque para a UPA de Nova Esperança. Durante todo o fim de semana e nesta segunda-feira (15), a unidade permaneceu praticamente vazia, resultado direto dos esforços implementados para otimizar o fluxo de pacientes e garantir um atendimento mais rápido e humanizado. A gestão também realizou uma série de melhorias estruturais na UPA, reabasteceu os estoques de insumos e medicamentos e disponibilizou mais uma ambulância para dar suporte ao atendimento emergencial.
Entre as medidas adotadas, está a implantação do sistema Fast Track, protocolo reconhecido pelo Ministério da Saúde e inspirado em modelos de referência, que permite a triagem ágil, o atendimento imediato e o encaminhamento do paciente de forma eficiente, seja para casa ou para a unidade básica de referência. Além disso, houve avanços na regulação de pacientes, com avaliações mais dinâmicas por parte da equipe médica, facilitando transferências, altas e desafogando a unidade.
Para a prefeita Nilda, os resultados refletem o compromisso da administração municipal com a saúde pública: “Nosso objetivo é melhorar cada vez mais o atendimento à população. Com planejamento, investimento e o empenho da nossa equipe, conseguimos reduzir a superlotação e oferecer um serviço mais eficiente, humano e digno para os parnamirinenses. Esse é o compromisso da nossa gestão com a saúde de todos”, afirmou a prefeita.
Já estamos em setembro e o município de Parnamirim ainda não consegue enxergar a administração Nilda/Kelps Lima, aguardemos completar um ano de mandato pra fazer uma avaliação completa.
Samir Xaud é o novo presidente da CBF. O dirigente de Roraima foi confirmado no comando da confederação na manhã deste domingo (25), após eleição realizada na sede da entidade. Ele assume imediatamente o cargo e tem mandato até 2029.
Oito vice-presidentes também foram eleitos, entre eles o presidente da Federação Norte-rio-grandense de Futebol, José Vanildo. A entidade também elegeu outros vices: Ednailson Leite Rozenha, Fernando José Macieira Sarney, Flávio Diz Zveiter, Gustavo Dias Henrique, José Vanildo da Silva, Michelle Ramalho Cardoso, Ricardo Augusto Lobo Gluck Paul e Rubens Renato Angelotti.
Apesar de ser candidato único, Xaud não conseguiu unanimidade de votos – como ocorreu na eleição anterior, que reelegeu Ednaldo Rodrigues. Foram 103 pontos de um total de 141 possíveis. Ao todo, estiveram presentes 26 federações e 20 clubes. O que daria 108 pontos possíveis, portanto, pois voto de federação tem peso três, de clube da Série A, dois, e da Série B, um.
A projeção de gastos feita pela equipe econômica para os próximos anos mostra que o aumento de despesas obrigatórias, entre elas os benefícios previdenciários, os pisos constitucionais de saúde e educação, vão pressionar cada vez mais o arcabouço fiscal, aprovado no ano passado.
De acordo com economistas consultados pelo Estadão, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá de escolher entre o arcabouço e a manutenção dos gastos mínimos com saúde e educação – que entraram na mira da equipe econômica, mas que são defendidos por outros setores do governo.
Essas despesas têm regras que as fazem crescer num ritmo mais acelerado do que o limite do próprio arcabouço. A nova âncora determina que os gastos podem crescer 70% do aumento da arrecadação, num intervalo entre 0,6% e 2,5% ao ano acima da inflação. Isso significa que, mesmo que a arrecadação dispare, o aumento total de despesas não pode ultrapassar o teto de 2,5%.
Como os gastos obrigatórios estão crescendo num ritmo superior a esse teto, na prática, vão consumir uma fatia maior do bolo, “espremendo” as outras despesas. No limite, avaliam especialistas, haverá o rompimento do teto de crescimento de gastos permitido pelo arcabouço.
As despesas com saúde e educação terão um crescimento real (acima da inflação) de até 4% ao ano até 2028 – acima, portanto, dos 2,5% da âncora geral, segundo estimativas feitas pelo economista Fábio Serrano, do BTG Pactual, e informações do Projeto Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025. Para a Previdência, os dados divulgados pela equipe econômica também indicam alta real acima do teto.
Só com a saúde, os gastos mínimos devem consumir todo o espaço das despesas discricionárias (não obrigatórias) no Orçamento até 2028, mantidas as regras e os parâmetros atuais – não sobrando mais nada para investimentos em outras áreas, incluindo o Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o funcionamento de universidades federais, o programa de escolas em tempo integral, o Auxílio Gás e até despesas para manter os ministérios funcionando no dia a dia.
“Em algum momento, o crescimento das despesas irá inviabilizar o limite de gastos previsto no novo arcabouço fiscal”, diz Fábio Serrano. “A discussão do Orçamento de 2026, a partir de abril de 2025, poderá trazer esse debate. Mas vejo uma preocupação crescente do mercado de que esse debate seja antecipado para 2024.”
Pisos da saúde e educação
A Constituição determina um gasto mínimo com saúde e educação atrelado à receita. A saúde tem 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) e a educação tem garantia de 18% da Receita Livre de Impostos (RLA). Os mínimos ficaram congelados durante a vigência do antigo teto de gastos, mas voltaram a valer com a aprovação do arcabouço fiscal. A Previdência, por sua vez, tem uma parcela do seu gasto vinculada ao salário mínimo, que cresce pela regra da inflação do ano anterior, mais o PIB de dois anos antes.
Em 2024, os pisos representam R$ 218,6 bilhões em gastos com saúde e R$ 108 bilhões em educação, que se traduzem em manutenção de hospitais, postos de saúde, cirurgias, exames, funcionamento de universidades, remuneração de profissionais e apoio a Estados e municípios nessas duas áreas.
No Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2025, pela primeira vez, o governo incluiu uma projeção de gastos obrigatórios com saúde. Mas o valor está corrigido apenas pela inflação, e não de acordo com a receita, como determina o piso. Em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), o gasto cairá de 1,28% em 2025 para 1,15% em 2028. Isso significa que mais despesas terão que ser adicionadas para cumprir o piso.
O aumento para a saúde terá de vir de outra parte do Orçamento: a discricionária (não obrigatória), que inclui custeio e investimentos. O orçamento discricionário, porém, está em queda e já muito pressionado: deve cair de 1,40% do PIB no ano que vem para 0,68% em 2028, em função dos limites do arcabouço e das metas de arrecadação e despesa.
Na prática, as despesas de saúde vão crescer competindo em um espaço cada vez menor com outros gastos – entre eles as emendas parlamentares, os investimentos em outras áreas e o custeio da máquina.
O risco, se nada for feito, é que os ministérios sofram um “apagão orçamentário”. Para os investimentos, o arcabouço garante um patamar mínimo, mas o restante – ou seja, o custeio da máquina – ficaria sob risco. A parte do Orçamento que ficaria sem dinheiro inclui o funcionamento de universidades federais, o programa de escolas em tempo integral, o Auxílio Gás e até despesas para manter os ministérios funcionando no dia a dia.
“Tem despesas que estão sendo congeladas ou reduzidas e outras que estão crescendo muito forte. É como se você tivesse um caminhão correndo a 70 quilômetros por hora em uma estrada e atrás vêm dois carros a 100 quilômetros por hora. Eles vão bater”, afirma David Deccache, doutor em Economia pela Universidade de Brasília (UnB) e assessor econômico do PSOL na Câmara.
Arcabouço em xeque
Economistas favoráveis e contrários à manutenção dos pisos ouvidos pelo Estadão concluem que o governo terá de escolher entre o arcabouço e os gastos mínimos com saúde e educação. “É um equívoco completo corrigir saúde e educação pela receita. Isso significa que esses gastos vão estar sempre crescendo em termos reais mais do que a receita. É impossível gerar equilíbrio fiscal com esse arcabouço”, afirma o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo.
“O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias foi construído a partir de um balanço entre receitas e despesas primárias muito difícil de ser alcançado sem a revisão dos pisos em saúde e educação. Trata-se de uma iminente incompatibilidade matemática”, diz Elida Graziane, defensora do piso, e procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo e professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Considerando as estimativas, as despesas com saúde iriam consumir paulatinamente todos os demais gastos discricionários para cumprir o gasto mínimo. Em 2025, 44%, saltando para 82% em 2027, e chegando a 110% em 2028. Ou seja, faltariam recursos – um cenário, na prática, inviável. Uma alternativa seria fazer um corte maior nas despesas obrigatórias, incluindo benefícios previdenciários, ou abrir mão do arcabouço, o que não está no radar da equipe econômica.
Os petralhas não tem interesse nem capacidade técnica para que o país se estabilize financeiramente, o ministro da economia tachad já disse ter feito 2 meses de economia e ainda colou nas provas, ministra do planejamento é formada em direito , o presidente do nosso pais tem o ensino fundamental como uma economia de um país vai ficar estável, e outras passou de 23 ministérios para 38, ano passado este desgoverno gostou 1 trilhão com viagens luxuosas, este ano já está na casa de 200 milhões, tem programado 16 bilhões para a lei Rouanet, e são tão medíocres que dizem que vai melhorar em 2028, só que este desgoverno termina em 2026, percebem o descaso com e a insanidade destes vermes.
O acabou-se fiscal só serviu para aumentar a gastança desse desgoverno e cobrar mais imposto dos pagadores de impostos, e vai deixar o abacaxi para os próximos governos, parabéns aos envolvidos.
Através de um modelo de franquias digitais, Luz permite que mais pessoas tenham acesso às consultas médicas via telemedicina por um valor fixo mensal. Com isso, ele não apenas democratiza o atendimento médico, mas também realiza o sonho de muitos empreendedores de conquistarem uma renda adicional.
A combinação de tecnologia e um forte propósito social torna Médico Agora uma resposta eficaz aos desafios enfrentados pelo sistema de saúde no Brasil. Continue lendo e saiba mais sobre Phablo Luz, CEO da inovadora plataforma Médico Agora!
Startup Médico Agora de Phablo Luz permite acesso à saúde básica
A startup Médico Agora, fundada por Phablo Luz, usa tecnologia de telemedicina para oferecer acesso rápido a serviços de saúde. É uma plataforma inovadora, que visa atender a milhões de brasileiros que carecem de assistência médica adequada.
Médico Agora é um sonho do empreendedor Phablo Luz, que surgiu da necessidade de 150 milhões de pessoas no Brasil que não têm planos de saúde. É tudo muito simples: por meio de um smartphone, os usuários podem falar com médicos a qualquer hora do dia, sem a necessidade de agendamentos.
Dentre os benefícios oferecidos, destacam-se:
– Consultas 24 horas: acesso a médicos a qualquer momento.
– Facilidade de uso: qualquer pessoa com um smartphone pode se integrar.
– Atendimento de qualidade: profissionais preparados para atender diversas demandas.
Phablo Luz largou vida nos tribunais para criar plataforma Médico Agora
Phablo Luz é formado em Direito pela Estácio de Sá, mas decidiu mudar radicalmente sua trajetória profissional e hoje já se dedica há 14 anos a área de tecnologia.
Nascido em Natal, de origem humilde, Phablo viveu as dificuldades que muitos brasileiros enfrentam para acessar serviços de saúde. E foi essa vivência o motivou a buscar uma solução.
A plataforma Médico Agora foi criada com o propósito de democratizar o acesso à saúde. Com empatia e visão, Phablo quis oferecer atendimento médico de qualidade a todos, especialmente àqueles que não podem arcar com os altos custos dos planos de saúde.
Qualidade é preocupação de Phablo Luz: consultas online são iguais as presenciais
Phablo Luz se preocupa em oferecer um atendimento de qualidade por meio da plataforma Médico Agora. Para isso, ele garante que as consultas online são equivalentes às consultas presenciais. Com preços a partir de R$ 22,50, qualquer pessoa tem acesso a médicos disponíveis 24 horas.
Os médicos podem prescrever medicamentos, solicitar exames e emitir atestados durante as consultas online, da mesma forma que em uma consulta presencial. A única diferença real é a conveniência, o atendimento pode ser feito de onde o paciente estiver.
Isso elimina a necessidade de se deslocar a um consultório ou posto de saúde, e passar horas em filas, até mesmo de madrugada, esperando uma ficha de atendimento. Quem já viveu isso sabe que, muitas vezes, as fichas acabam antes que muitas pessoas que esperavam há horas possam ser atendidas.
Mas, a telemedicina do Médico Agora, isso deixa ser um problema.
Serviço inclui descontos e até acesso a séries e filmes
Os usuários do Médico Agora desfrutam de um atendimento médico 24 horas via telemedicina. Mas, além disso, a plataforma se destaca por proporcionar várias vantagens financeiras.
Os associados têm acesso a descontos em farmácias e em mais de 300 empresas parceiras no Brasil. Outro ponto de destaque é que as consultas não são limitadas, basta acessar a plataforma sempre que precisar de atendimento, sem pagar a mais por isso.
Além dos descontos, os assinantes podem ter acesso a filmes e séries, oferecendo uma maneira de se entreter enquanto cuidam de sua saúde.
Modelo de franquias gera renda extra para brasileiros
A plataforma Médico Agora, de Phablo Luz, também introduziu um modelo de franquias digitais para ampliar sua plataforma, que oferece uma oportunidade de renda extra acessível. Com um investimento promocional de apenas R$ 399,00, qualquer pessoa pode se tornar um franqueado e lucrar continuamente.
Os franqueados recebem um site de vendas para facilitar o processo. Então, eles só precisam promover o site para amigos, familiares e nas redes sociais, com anúncios e quaisquer outras estratégias de marketing.
E, a cada mensalidade paga por um cliente, o franqueado gera lucro de forma recorrente. Esse modelo simples e acessível tem atraído muitas pessoas que buscam uma maneira de complementar sua renda.
Phablo Luz enfrenta dificuldades para manter Médico Agora, mas não desiste
Phablo Luz, um brasileiro de origem humilde, conhece bem os desafios da saúde no Brasil. Afinal, desde o início, ele também sentiu na pele as dificuldades enfrentadas para expandir a plataforma.
O modelo de negócio adotado pela Médico Agora é acessível, com preços simbólicos. No entanto, essa estratégia traz limitações significativas para Phablo. Sem recursos para divulgação em grandes mídias e portais de comunicação, por exemplo, a empresa depende muito do boca a boca.
Para contornar o problema, Phablo utiliza sua experiência pessoal e empatia para conectar-se com os usuários e divulga seu trabalho nas redes sociais. Ele acredita firmemente na importância de oferecer uma solução acessível para os brasileiros que necessitam de assistência médica. A paixão por ajudar os outros motiva sua persistência mesmo diante das dificuldades.
Phablo Luz, um brasileiro como todos nós, criou a startup Médico Agora com a missão de levar saúde a brasileiros que não têm plano de saúde. Sua visão é proporcionar dignidade e acesso a consultas equivalentes às presenciais, sem filas e sem espera.
O modelo de negócio é acessível, com preços quase simbólicos, permitindo que mais pessoas se beneficiem dos serviços. Sua startup tem crescido principalmente pelo boca a boca, impulsionada por aqueles que já utilizam a plataforma.
A telemedicina se revela como uma solução eficaz, facilitando o acesso à saúde. E, com a Médico Agora, os usuários podem realizar consultas de forma prática e rápida, respeitando a necessidade de atendimento ágil.
Phablo Luz acredita que ao democratizar os serviços de saúde, é possível transformar a vida de muitas pessoas no Brasil, tornando o atendimento mais humano e acessível. Sua iniciativa com a Médico Agora reflete um compromisso em atender aqueles que mais necessitam.
Sai daí Nilda…..
Juntando o diabo com o satanás