Morre a médica Gisele Mendes de Souza e Mello, capitão de Mar e Guerra da Marinha que foi atingida por tiro na cabeça dentro no Hospital Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (10), enquanto participava de um evento no auditório da Escola de Saúde da Marinha, no hospital.
Gisele era médica geriatra e superintendente de Saúde do hospital.
Segundo a Polícia Militar, agentes foram atacados por criminosos na comunidade do Gambá durante operação para prender criminosos envolvidos em roubos de veículos na região do Grande Méier.
A Marinha emitiu nota de pesar:
– A Marinha do Brasil, entristecida, lamenta informar o falecimento da Capitão de Mar e Guerra Médica Gisele Mendes de Souza e Mello, na tarde de hoje
(10), vítima de projétil de arma de fogo, durante o exercício de suas atividades profissionais, no complexo do Hospital Naval Marcílio Dias.
Neste momento de luto para a Família Naval, nos solidarizamos com os familiares e amigos desta brava guerreira que escolheu a Marinha para servir à Pátria.
Todo o apoio está sendo prestado à família.
Ah, se fosse o contrário. Se fosse um traficante atingido por uma bala perdida disparada por um militar da Marinha do Brasil. A comunidade tava colocando fogo e tocando terror.
Lamentável. Que Deus conforte a família e amigos.
A Marinha já deveria ter transferido esse hospital para outro local menos perigoso.
Fui algumas vezes e confesso, a área é dominada por facções criminosas.
Uma idosa de 81 anos descobriu que carregava um feto calcificado ao ser encaminhada para o Hospital Regional de Ponta Porã, na região sul de Mato Grosso do Sul, com dores abdominais, de acordo com as informações do secretário de saúde da cidade, Patrick Derzi.
A equipe médica suspeita que a mulher estivesse com o “bebê de pedra” no abdômen havia 56 anos, desde quando teve a última gestação, uma condição considerada raríssima por especialistas. A idosa, que era indígena e morava em um assentamento no município de Areal Moreira, morreu logo após a cirurgia para retirada do feto.
A paciente deu entrada no Hospital Regional de Ponta Porã com um quadro de infecção grave em 14 de março. No mesmo dia, uma tomografia constatou o feto calcificado na região do abdômen dela. (Veja o vídeo mais acima).
Ao descobrir a existência do feto no corpo da idosa, a equipe de obstetrícia da instituição foi acionada e realizou a cirurgia para retirá-lo. Após o procedimento, a paciente foi encaminhada para uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas morreu no dia seguinte.
O motivo da morte foi um quadro grave de infecção generalizada, que ocorreu a partir de uma infecção urinária, segundo o secretário Patrick Dezir.
Transferência para atendimento
De acordo com o secretário de saúde de Ponta Porã, a idosa morava em Aral Moreira, que fica a 84 quilômetros do município. Ela já tratava uma infecção urinária na cidade onde residia. Por causa da piora no quadro clínico, a idosa teve que ser transferida para o HR da cidade vizinha, onde a equipe médica chegou a suspeitar de um câncer.
Após a idosa dar entrada no HR de Ponta Porã, em 14 de março, uma tomografia 3D foi solicitada para precisar o diagnóstico. O exame que identificou o feto calcificado no abdômen da mulher, de acordo com as informações da secretaria de Saúde de Ponta Porã.
Caso raríssimo
O secretário de Saúde de Ponta Porã, Patrick Derzi, explicou que o nome da condição é litopedia. Derzi, que também é médico, comentou que o quadro clínico da idosa é considerado um tipo raro de gravidez, que só ocorre quando o feto de uma gravidez abdominal não reconhecida morre e se calcifica dentro do corpo da mãe.
“A litopedia é um tipo raro de gravidez ectópica [tipo de gravidez quando o óvulo fertilizado se desenvolve fora do útero], e ocorre quando o feto de uma gravidez abdominal não reconhecida morre e se calcifica. O ‘bebê de pedra’ é resultante e pode não ser detectado por décadas, e pode causar complicações futuras”, comentou o secretário.
Pela frase, até parece que a idosa morreu por causa da cirurgia, mas na verdade ela já estava com infecção generalizada, ou seja, o motivo da morte não foi a cirurgia, mas a infecção.
Uma paciente grávida deu entrada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) na noite do último 14 de maio. Gabriela Cezaria dos Santos, 27 anos, e o marido Carlos Nataniel, 24, estavam ansiosos pela chegada do pequeno Carlos Francisco. Porém, após mais de 3 horas de espera na unidade de saúde, foi mandada de volta para casa. Por volta das 3h da manhã, ela sentiu contrações violentas.
“É meu terceiro filho. Era uma contração de parto. Mas eu não estava mais sentindo os movimentos do bebê”, contou. Carlos entrou em sofrimento fetal e morreu, ainda dentro da barriga da mãe. “Passei um dia e meio com ele morto dentro de mim”, desabafa Gabriela, que denuncia negligência médica.
Em 14 maio, com contrações, sangramento e o tampão rompido, a gestante deu entrada no HRSM às 21h30, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Após triagem, Gabriela foi encaminhada para espera. “Pediram para eu aguardar, e quando sentisse vontade de fazer xixi e cocô, avisasse, para que fosse internada”. O hospital estava lotado, por isso a gestante ficou esperando do lado de fora da unidade de saúde, enquanto sentia as dores do parto iminente.
Foram mais de três horas na fila, quando um funcionário do hospital mandou Gabriela para casa, sob a justificativa de que não haveria médico para atendê-la naquele horário. Após sentir dores de madrugada, na manhã de 15 de maio, Gabriela voltou ao HRSM. Recebeu atendimento às 10h, quando começou o pesadelo.
“As moças da triagem tentaram escutar o coração do bebê, mas ninguém conseguia escutar”, relatou. Logo uma médica solicitou uma ecografia, mas o exame só foi realizado às 15h20, quando o médico constatou o coração parado.
Gabriela passou a noite e parte da madrugada no corredor do hospital. Logo depois, foi acomodada em uma sala. Por volta das 5h40, a mãe expeliu o corpo do filho, já sem vida.
Segundo ela, na hora de retirar o bebê, a criança foi puxada e o hospital não a costurou. “No histórico do hospital mostra que eu fui atendida por um médico, o que não aconteceu”, disse. O casal permaneceu na unidade de saúde. “Proibiram a gente de ficar com telefone. Retiraram o QR Code da ouvidoria. Não queriam me dar alta”, comentou. Após uma longa espera, o casal deixou o local.
Gabriela registrou boletim de ocorrência na 33ª Delegacia de Polícia (Santa Maria). A família também apresentou denúncia na Comissão de Direitos Humanos da Câmara Legislativa (CLDF).
O Conselho de Medicina vai se manifestar contra e cobrar penalidades do médico que causar esse tipo de ABORTO? Ou só se importam com abortos de estupradas?
O Imposto Seletivo (IS), também conhecido como “Imposto do Pecado”, terá incidência sobre itens considerados prejudiciais de à saúde ou ao meio ambiente, para desincentivar consumo.
A sobretaxa afetará itens como cigarro, bebidas alcoólicas e apostas após o plenário da Câmara dos Deputados aprovar nesta terça-feira (17) o projeto da regulamentação da reforma tributária.
O texto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Entre os itens na lista do “Imposto do Pecado” estão:
Veículos, embarcações e aeronaves
A justificativa dessa categoria está no fato de serem emissores de poluentes que causam danos ao meio ambiente e ao homem.
A proposta é que as alíquotas do Imposto Seletivo incidam sobre veículos automotores classificados como automóveis e veículos comerciais leves. O imposto, no entanto, também irá valer para carros elétricos.
Cigarros e produtos fumígenos
Na Lei Complementar que regula a reforma tributária, a justificativa para incidência se daria como uma substituição da combinação de alíquotas adicionais atuais que são incidentes sobre produção de cigarros.
A medida se dá pelo fato de que cigarros prejudicam a saúde.
Bebidas alcoólicas
O Projeto de Lei Complementar também considera que bebidas alcoólicas podem ser nocivas à saúde e, por isso, devem ter incidência de tributação.
O texto sugere que a tributação se dará através de uma alíquota específica (por quantidade de álcool) e uma alíquota adicional.
A proposta prevê a incidência do Imposto Seletivo na primeira comercialização das bebidas pelo fabricante, salvo em situações específicas, como importação.
Refrigerantes e bebidas açucaradas
A justificativa utilizada para a incidência do imposto sobre bebidas não alcoólicas do tipo acontece para ser uma forma de preservar a saúde e diminuir problemas correlatos associados ao consumo em grande quantidade do produto, como obesidade e diabetes.
Na Câmara, o relator retomou a incidência do IS sobre esses itens. A retirada das bebidas açucaradas do imposto havia sido aprovada pelos senadores.
Minério de ferro, petróleo e gás natural
O Projeto propõe a incidência do IS sobre a extração de minério de ferro, petróleo e gás natural.
A Câmara, assim como o Senado, manteve um trecho que impede a cobrança do imposto sobre a exportação de minérios. Logo, somente a extração e operação no mercado nacional estarão sujeitas à tributação.
No entanto, está prevista a redução da alíquota a zero para o gás natural que seja destinado à utilização como insumo em processo industrial.
Apostas
O texto-base alterado pelo Senado prêve que apostas esportivas, bets e produtos pagarão Imposto Seletivo, como forma de desincentivar o hábito dos apostadores.
Exceções
O projeto de regulamentação estabelece, porém, exceções à cobrança da tributação. Entre os itens estão caminhões e veículos de uso operacional das Forças Armadas ou dos órgãos de segurança pública.
E a promessa do ladrão em campanha “o brasileiro vai voltar a tomar cerveja com picanha”? A picanha se sente abóbora e a cerveja mais cara, assim não dá né cumpanhêros? Parabéns aos idiotas úteis envolvidos.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (7), o Projeto de Lei 2336/23, que regulamenta a profissão de condutor de ambulância no Brasil.
A proposta, de autoria do deputado Vermelho (PL-PR), teve parecer favorável da relatora, deputada Soraya Santos (PL-RJ), com apenas um ajuste técnico. O texto foi aprovado em caráter conclusivo e pode seguir diretamente ao Senado, a menos que haja recurso para votação no Plenário da Câmara
Pelo projeto, para exercer a atividade, o condutor de ambulância deverá ter mais de 21 anos, ensino médio completo, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias D ou E e comprovar treinamento e reciclagem em cursos específicos.
A proposta também determina que as ambulâncias deverão ter, no mínimo, duas pessoas a bordo: o condutor e um profissional da equipe de saúde, garantindo a manutenção adequada do paciente durante o transporte.
A profissão passa a ser reconhecida como pertencente à área da saúde, e os condutores terão o prazo de 60 meses para se adequar às exigências de escolaridade e capacitação.
A regulamentação havia sido vetada em 2022 pelo então presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que as exigências poderiam limitar o acesso à profissão. Já a relatora defende que a medida visa proteger a população, garantindo que a função seja exercida por profissionais qualificados.
Segundo Soraya Santos, a regulação se justifica pelo interesse público. “A proposição regula a atividade do condutor de ambulâncias em virtude da preocupação com os riscos oferecidos à saúde da população quando a atividade é desempenhada por pessoas sem conhecimento técnico ou qualificação mínima”, afirmou.
O SIPERN, sindicato que representa os profissionais Técnicos de Enfermagem, Auxiliar de Enfermagem e Parteiras, divulgou uma nota à população do RN sobre a mobilização de quarta-feira (21) em defesa do piso salarial da categoria que foi suspenso pelo STF.
Confira abaixo na íntegra:
Seguindo o Fórum Nacional da Enfermagem, composto pelas entidades representativas da profissão (Aben, Cofen, CNTS, CNTSS, FNE, Anaten e Eneenf), o SIPERN, junto com outras entidades sindicais do Estado, realizou, na última quarta-feira (21/9), mobilização em defesa do Piso Salarial, e em protesto contra a Decisão liminar (precária) do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu a Lei 14.434/2022 (piso nacional de enfermagem).
O movimento uniu os mais diversos profissionais da enfermagem em paralisação durante 24 horas por todo o país, em defesa da aplicação imediata do Piso Salarial.
Os sindicatos envolvidos organizaram escalas para mantém 100% dos atendimentos de urgência e emergência em funcionamento, para que a população não ficasse desassistida pela Enfermagem.
Nosso objetivo é o reconhecimento e valorização da enfermagem no Brasil, e combater as falácias dos empresários de que a aplicação do piso da enfermagem vai quebrar as empresas, sendo que o segmento privado da saúde foram os que mais enriqueceram durante a pandemia, avalia, muitas vezes às custas de saúde e vida de profissionais da enfermagem.
Os profissionais da enfermagem buscam apenas a efetivação de um direito conquistado por anos de luta e debate no Parlamento, e a real valorização de seu trabalho e sacrifício para a saúde de todos os brasileiros. Mais que palmas, queremos valorização.
Infelizmente sempre apoiaram e ainda apoiam aqueles que colocaram os ministros do STF que votaram contra. Reclamem de quem colocou eles lá para dar esses votos contra o presidente
Por meio de publicação nas redes sociais, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, manifestaram-se sobre o anúncio da suspensão do piso da enfermagem anunciado pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), neste domingo (4/9). Pacheco afirmou que tratará de caminhos e soluções para que o piso seja efetivado perante o STF.
O ministro do Supremo definiu prazo de 60 dias para que a categoria esclareça o impacto financeiro da medida avalizada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
Antes de a medida ser consolidada, o magistrado quer avaliar os riscos para empregabilidade no setor e analisar se a medida impacta a qualidade dos serviços prestados.
O ministro defendeu que os esclarecimentos ocorram antes de o piso entrar em vigor. Barroso aponta “risco concreto de piora na prestação do serviço de saúde”, em razão dos riscos apontados pelo governo federal, relacionados à demissão em massa e à redução da oferta de leitos, diante da elevação de despesas com o piso.
A decisão, entretanto, não foi bem vista por Arthur Lira e Rodrigo Pacheco. Em postagem no Twitter, Lira reforçou o apoio à categoria e discordou da suspensão.
“Respeito as decisões judiciais, mas não concordo com o mérito em relação ao piso salarial dos enfermeiros. São profissionais que têm direito ao piso e podem contar comigo para continuarmos na luta pela manutenção do que foi decidido em plenário”, disse Lira.
Imagem: reprodução/Twitter
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também defendeu o piso salarial nacional dos profissionais da enfermagem e argumentou se tratar de uma medida justa “para um grupo de profissionais que se notabilizaram na pandemia e que têm suas remunerações absurdamente subestimadas no Brasil”.
“Em nome do parlamento, tratarei imediatamente dos caminhos e das soluções para a efetivação do piso perante o STF, já que o tema foi judicializado e houve decisão do eminente ministro Luís Roberto Barroso”, publicou Pacheco.
Ainda, segundo Pacheco, o desejo dos Três Poderes da República é fazer valer a lei federal e, ao mesmo tempo, preservar o equilíbrio financeiro do sistema de saúde e entes federados.
Imagem: reprodução/Twitter
Execução do piso salarial
Barroso também afirmou que Legislativo e Executivo não “cuidaram das providências” que viabilizariam a execução do piso salarial. O ministro pretende levar a decisão cautelar ao plenário virtual nos próximos dias. O magistrado se compromete a reavaliar o caso ao fim do prazo.
Serão intimados a prestar informações no prazo: os 26 estados, o Distrito Federal, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e o Ministério da Economia. Já o Ministério do Trabalho e a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) terão que informar detalhadamente dados referentes ao risco de demissões.
Por fim, o Ministério da Saúde, os conselhos da área da saúde e a Federação Brasileira de Hospitais (FBH) precisarão esclarecer o alegado risco de fechamento de leitos e redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.
Lembro-me de quando o piso da educação foi sancionado pelo presidente e os municípios e estados gritaram do mesmo jeito, então com a enfermagem não vai ser diferente eles vão gritar mas vão ter que implantar.
Bora!!!! Cadê os sindicato e a esquerda que colocou, através de Lula esse ministro, não vi um dar um pio. BOLSONARO fez a parte dele, cabe a categoria se unir e ser justo com o BOLSONARO. O presidente valorizou a categoria, mas tudo isso é política desse ministro indicado por Lula. FORA BARROSO E LULA NUNCA MAIS.
Apenas quatro itens vão consumir 86% do espaço adicional para gastos em 2024, estimado em R$ 129 bilhões. Nessa lista estão a nova fórmula de correção do salário mínimo, que puxa para cima as despesas previdenciárias e os benefícios sociais; o novo piso dos investimentos; a volta dos pisos constitucionais da Educação e da Saúde; e o crescimento das emendas parlamentares impositivas, aquelas que são de execução obrigatória.
O secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento, Gustavo Guimarães, que esteve na linha de frente da elaboração da peça orçamentária de 2024, disse ao Estadão que o governo ficou com pouca margem de manobra. “A ampliação das despesas foi quase toda consumida por esses aumentos. E aí, os outros ministérios ficaram limitados”, afirma.
Segundo Guimarães, o avanço dessas despesas obrigatórias foi um dos motivos que levaram o governo a não prever reajuste para os funcionários públicos em 2024 – decisão que pode ser revista ao longo do próximo ano caso a equipe econômica consiga colocar de pé um plano de corte de gastos.
Com aprovação do novo arcabouço fiscal e o fim do antigo teto de gastos, os pisos constitucionais, que representam a aplicação mínima de recursos nas áreas de saúde e educação, passam a ter uma correção atrelada à receita: 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) para a saúde e 18% da Receita Líquida de Impostos (RLI) para a educação. Durante a vigência do teto, essas despesas eram corrigidas apenas pela inflação.
O secretário alerta que a pressão dos pisos sobre as demais despesas seguirá no médio e longo prazos e diz que esse tema, inevitavelmente, terá de ser rediscutido para que o crescimento desses gastos em velocidade maior do que as demais despesas não comprima o espaço fiscal das demais áreas do governo. É que enquanto os pisos seguem as receitas as outras despesas do orçamento só podem crescer de um ano para outro até 70% da variação da arrecadação, limitado a uma alta real de 2,5%.
“São duas rubricas das mais importantes (saúde e educação). Agora, a regra tem que continuar a mesma? Tem que ser pró-cíclica? Faz sentido as outras políticas perderem espaço? O debate tem de vir”, afirma.
Já o piso para investimento foi incluído na regra do novo arcabouço fiscal para garantir que esse tipo de gasto não seja sacrificado num cenário de restrição fiscal. Para a política de valorização do salário mínimo, o governo adotou uma diretriz de garantir ganho real (acima da inflação). Uma determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Dos quatro itens despesas que mais consumiram o espaço fiscal no orçamento de 2024, o que teve mais peso foi a recomposição dos pisos da saúde e educação, com incremento de R$ 58,8 bilhões. O impacto da correção do salário mínimo foi de R$ 39,2 bilhões, conforme dados do Ministério do Planejamento e Orçamento. As emendas impositivas aumentaram R$ 8,7 bilhões e o piso do investimento subiu R$ 3, 9 bilhões no projeto de orçamento enviado ao Congresso no final de agosto.
O senador Flávio Bolsonaro classificou como “absurda” a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou que Jair Bolsonaro cumpra pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses, em regime inicialmente fechado, e está na sede da PF desde sábado (22), após tentar violar a tornozeleira eletrônica.
Flávio defendeu que o pai deveria estar em prisão domiciliar, alegando idade avançada e problemas de saúde. Ele citou risco de refluxo e broncoaspiração, afirmando que Bolsonaro recebe cuidados adequados apenas em casa, conforme informações da CNN. “É um absurdo. No mínimo, ele deveria estar em prisão domiciliar, onde teria cuidados reais. Assim a gente fica menos preocupado com a saúde dele”, disse.
O senador aumentou o tom e acusou o STF de perseguição política. “Parece uma força-tarefa para matar o presidente Bolsonaro, psicologicamente e fisicamente. É desumano. Nunca vi nem traficante ser tratado assim”. Flávio visitou o pai na PF e afirmou que o ex-presidente está “psicologicamente abalado” e “inconformado”.
A defesa do ex-presidente deve insistir na transferência para prisão domiciliar..
Estão chorando pouco. Tem que chorar o que 700 mil famílias choraram. A justiça se faz por outros motivos, mas já ajuda a aliviar a dor dos que perderam parentes por recusa na compra das vacinas e também por pedir proprina: já esqueceram de Dominguetti? Que esse criminoso dure todos os seus dias presos. Que chore e sofra o máximo que puder.
A 6ª Vara da Fazenda Pública de Natal determinou, nesta segunda-feira (8), a suspensão imediata dos efeitos dos editais de convocação pública destinados à terceirização da gestão das quatro UPAs da capital. A decisão, assinada pelo juiz Francisco Seráphico da Nóbrega Coutinho, diz que o município deve abster-se de praticar qualquer ato tendente à continuidade dos referidos procedimentos até pronunciamento posterior.
Na última quinta-feira (4), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) já havia suspendido o cronograma dos editais, por meio de publicação de portaria em edição extra do Diário Oficial do Município (DOM). A decisão, segundo a Prefeitura, se deu pela necessidade de assegurar a adequada condução do procedimento, em busca de solução técnica consensual, nos termos de resolução técnica publicada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), de modo a resguardar a segurança jurídica e a economicidade dos atos administrativos.
A decisão da Justiça atendeu a um pedido de tutela provisória de urgência formulado pelo vereador Daniel Valença e pela deputada federal Natália Bonavides, ambos do PT.
“Os elementos probatórios acostados aos autos indicam deficiências nos estudos que fundamentaram os chamamentos públicos impugnados. A ausência de dados objetivos, memória de cálculo adequada e estudos comparativos compromete a adequada motivação dos atos administrativos, evidenciando a plausibilidade das alegações autorais e o risco concreto de lesão ao patrimônio público, motivo pelo qual a tutela provisória de urgência deve ser deferida”, diz trecho da decisão.
A gestão das UPAs por Organizações Sociais em Saúde, entidades privadas sem fins lucrativos, estava prevista no cronograma dos editais para começar em 15 de setembro. No mês passado, a SMS já havia divulgado o resultado preliminar com as vencedoras.
Resultado preliminar
No dia 13 de agosto, a Secretaria Municipal de Saúde já havia divulgado o resultado preliminar das entidades privadas sem fins lucrativos para gestão das quatro UPAs da capital: UPA Satélite, UPA Esperança, UPA Potengi e UPA Pajuçara.
No certame da UPA Satélite, a vencedora foi a instituição Instituto de Estudos e Pesquisas Humanizada, que apresentou uma proposta de R$ 2.075.000,00 e obteve uma nota de avaliação geral (NA) de 95.7 pontos. Durante o processo, foram desclassificados o Instituto Nacional de Pesquisa e Gestão em Saúde (INSAÚDE) e o Instituto de Apoio ao Desenvolvimento da Vida Humana (IADVH), ambos por não atenderem aos critérios estabelecidos no edital.
A vencedora no edital da UPA Esperança foi a instituição Centro de Pesquisa em Doenças Hepato Renais do Ceará, que teve a nota geral de 96.8 pontos. O valor proposto foi de R$ 2.700.905,39. O Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH), INSAÚDE, e IDAVH foram as instituições desclassificadas.
Na UPA Potengi, o Instituto Saúde e Cidadania (ISAC) foi o vencedor do edital com a proposta de R$ 2.111.408,07 e nota máxima de 96.2 pontos. IADVH, INSAÚDE e o INDSH foram desclassificados durante o processo.
O ISAC também venceu o processo de seleção para a gestão da UPA Pajuçara, com a mesma nota e valor proposta na unidade Potengi (R$ 2.111.408,07 e 96.2 pontos). Foram desclassificadas: INSAÚDE, IADVH e INDSH, em descumprimento às exigências do edital.
Ainda restava a divulgação dos resultados finais e homologação, para depois haver a assinatura do contrato e o início das atividades. Os quatro editais de convocação pública foram publicados em 14 de julho.
A Câmara Municipal de Natal e a Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM) formalizaram, nesta semana, um acordo com a Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva, em um movimento voltado à ampliação de parcerias e convênios que fortaleçam a atuação da instituição junto aos poderes legislativos municipais no estado.
O presidente da Câmara de Natal e também da FECAMRN, vereador Eriko Jácome, esteve ao longo do dia em visita técnica às instalações da Casa Durval Paiva, na companhia de representantes da instituição, incluindo o diretor-presidente Rilder Flávio de Paiva Campos. O objetivo da agenda foi conhecer de perto a estrutura e os serviços oferecidos, bem como definir caminhos para cooperação institucional.
A Casa Durval Paiva, com 31 anos de atuação, acolhe crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas crônicas, além de seus familiares, oferecendo assistência integral que vai desde hospedagem e alimentação até suporte multidisciplinar em saúde, educação e assistência social. Segundo dados da própria instituição, mais de 2 mil pacientes já passaram pelo local e atualmente centenas recebem atendimento permanente.
Durante a visita, foram apresentados os principais setores da instituição e debatidas possibilidades de atuação conjunta entre os legislativos municipais e a Casa Durval Paiva. A ideia, segundo representantes da Câmara e da FECAM, é articular mecanismos de apoio e destinação de recursos que deem sustentação às atividades de acolhimento, prevenção e promoção de saúde que a Casa oferece.
Eriko destacou, ao longo do encontro, a importância de fortalecer articulações institucionais voltadas ao combate ao câncer infantojuvenil e ao suporte às famílias de pacientes. A iniciativa, segundo ele, busca não apenas reconhecer o trabalho da Casa, mas também ampliar a participação dos legislativos municipais no apoio a políticas públicas de saúde e assistência social no estado.
Para a direção da Casa Durval Paiva, parcerias com órgãos públicos e entidades representativas são essenciais para a continuidade e expansão dos serviços prestados. A instituição tem atuado, ao longo de sua trajetória, em projetos que abrangem desde diagnóstico precoce até atividades de reinserção social e educacional dos pacientes e seus familiares, com o objetivo de promover qualidade de vida e dignidade.
“A parceria entre a Câmara de Natal, a FECAM e a Casa Durval Paiva marca um passo institucional para consolidar apoio ao trabalho da Casa e integrar esforços para enfrentar os desafios do tratamento oncológico infantil no Rio Grande do Norte, com base em articulação legislativa e fortalecimento de redes de apoio”, afirmou Eriko.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Unicef, cerca de 6 milhões de vidas são salvas anualmente pelo aumento na adesão à amamentação exclusiva até o sexto mês de idade. E é para incentivar o aleitamento materno, que representa o padrão ouro de qualidade nutricional, que foi criado o Agosto Dourado, cuja Semana Mundial de Aleitamento Materno é celebrada a partir do dia primeiro (01/08).
Atenta à importância desse trabalho de conscientização, a Unimed Natal, por meio das equipes do Hospital Unimed Natal e do Espaço Viver Bem, com apoio da Secretaria de Saúde do RN, preparou uma programação especial. A proposta é levar informação, com fontes qualificadas, para ampliar o engajamento das mulheres na amamentação exclusiva.
Já na segunda-feira (1), a partir das 13h, será realizada uma transmissão ao vivo para todos os públicos, pelo instagram @unimednatal, com a médica pediatra Dra. Marizete Gurgel, falando sobre como “Fortalecer a amamentação: educando e apoiando.”
Na terça-feira (2), no Átrio do Hospital Unimed, às 9h30, é a vez do lançamento da campanha para os colaboradores. Na sexta-feira (5), às 15h, e na terça-feira da semana seguinte, dia 9 de agosto, às 9h, o “Aconselhamento da Puérpera e o Manejo da Ordenha” será tema das palestras para enfermeiros, técnicos e colaboradores da cooperativa, no auditório da sede administrativa II (Av. Senador Salgado Filho , 1627, na esquina com a Av. Antônio Basílio).
Para coroar o Agosto Dourado, no Parque das Dunas, sábado (13), a partir das 9h, será realizado o “Amamentaço”, que tem como objetivo chamar atenção para a importância do ato na saúde dos pequenos. Na ocasião, a equipe do Hospital da Unimed promoverá oficinas de culinária criativa, exercícios para gestantes e muito mais.
Um advogado de Goiânia (GO) solicitou adiamento de uma audiência sob a justificativa de que teria um encontro com uma profissional do sexo.
Manoel Bezerra Rocha responde a um processo por ter chamado uma desembargadora de “jumento”, após ela negar um pedido de habeas corpus a um cliente dele.
Ele teria que comparecer a uma audiência sobre o caso que estava marcada para esta quinta-feira (23), mas pediu, no mesmo dia, adiamento para ir ao encontro sexual. O pedido foi prontamente negado.
Em sua defesa, o advogado alega que é um sobrevivente da Covid-19. “Em razão do diagnóstico descrito, é unânime que a classe médica do mundo inteiro e cientistas de outras áreas do conhecimento humano recomendam a prática do prazer sexual com fator preponderante que contribui para com a saúde física e mental do ser humano.”
O advogado acrescenta: “Visando contribuir para com esse caso essencial de saúde pública e, nesse particular, deste querelado [réu], aterrissa hoje (23/11/2023) a maior autoridade em termos de sexo satisfatório do mundo. Ou seja, a extraordinária Paloma”.
Paloma é a mulher com quem o advogado se encontrou em vez de comparecer à audiência.
No pedido de adiamento, Manoel acrescenta ainda que “a parte Querelada, justificadamente, necessita de todo o dia de hoje (e se Deus ajudar para que ele não falhe, toda a noite) a fim de se dedicar à prática do coito, ou seja, o sexo — vulgarmente também conhecido como “trepada” — para que seja possível dar a continuidade de seu tratamento terapêutico (físico e psíquico) que a sua atual condição de saúde (física e mental) exige”.
A reportagem procurou o advogado, mas até o momento não obteve retorno.
Em nota, a Seção Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil informou que os fatos serão analisados por meio do Tribunal de Ética e Disciplina (TED), “que observa com rigor o sigilo legal dos seus procedimentos”.
A Prefeitura do Assú iniciou nesta terça-feira (14) o Programa Escola Segura, uma iniciativa pioneira desenvolvida pela Secretaria de Educação, junto às Secretarias de Saúde e Assistência Social, que tem como embaixadora a primeira-dama Mariana Soares. A iniciativa visa assegurar um ambiente escolar seguro, acolhedor e propício ao desenvolvimento integral de crianças e jovens, com cursos e capacitações, como por exemplo, curso de primeiro socorros para a comunidade escolar.
O Programa Escola Segura se baseia em cinco eixos temáticos essenciais: primeiros socorros, prevenção da violência, combate ao bullying, cuidados com a saúde mental e integração comunitária.
“Estamos comprometidos em proporcionar um ambiente educacional onde cada aluno se sinta seguro, valorizado e capaz de alcançar seu pleno potencial”, afirmou o prefeito Gustavo Soares. “O Programa Escola Segura é um passo importante nessa direção, demonstrando nosso compromisso com a segurança física e emocional de nossos alunos e servidores.”
A Secretária de Educação, Amanda Borges, destacou a importância da capacitação dos profissionais da educação: “Nossa iniciativa está alinhada com a Lei Lucas, que torna obrigatória a capacitação em primeiros socorros para profissionais da educação. Ao garantir que nossos educadores estejam devidamente preparados para agir rapidamente em situações de emergência, estamos protegendo a vida e a saúde de nossos alunos.”
Neste primeiro momento, aproximadamente 120 professores e auxiliares dos anos iniciais serão beneficiados com atividades de capacitação. A Prefeitura está empenhada em expandir gradualmente o programa, garantindo que cada escola do Assú ofereça um ambiente seguro e acolhedor para seus alunos e funcionários.
A embaixadora do projeto destacou: “temos o compromisso com a educação de qualidade e com a construção de uma comunidade escolar mais segura, saudável e inclusiva. Juntos, podemos transformar nossas escolas em espaços onde cada criança e jovem se sinta verdadeiramente protegido e capaz de alcançar todo o seu potencial”, disse Mariana Soares.
A fila de espera por cirurgias no SUS cresceu 26% em 2024. Uma fila que não é pequena. Mais de 1,3 milhão de brasileiros aguardam por cirurgias eletivas no SUS, segundo dados oficiais obtidos pelo Jornal Nacional por meio da Lei de Acesso à Informação.
Cirurgias eletivas são as que não são consideradas urgentes. É como se toda a população de Porto Alegre estivesse à espera de atendimento. A maior procura é pela cirurgia de catarata.
Há décadas o SUS convive com filas e o problema se agravou por causa da pandemia de Covid, quando mais de um milhão de cirurgias tiveram que ser canceladas ou adiadas.
Em fevereiro de 2023, o Ministério da Saúde lançou o Programa Nacional de Redução das Filas, com incentivo financeiro para estados e municípios que conseguissem agilizar o atendimento. Mas, em vez de diminuir, a fila para cirurgias eletivas cresceu 26% em 2024, na comparação com 2023.
As maiores filas estão nos estados mais populosos do país. São Paulo e Minas Gerais têm, juntos, mais de 600 mil pacientes à espera de um procedimento cirúrgico. É praticamente metade do total.
A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirma que o SUS realizou quase 14 milhões de cirurgias eletivas em 2024 — um número recorde. Ainda segundo a ministra, o objetivo daqui para frente é reduzir o tempo de espera, que hoje, em média, é de dois anos e quatro meses.
“Sempre nós teremos uma fila o que é importante é trabalharmos para aumentar a produção de consultas, de exames e de cirurgias e reduzir o tempo de espera. Definimos aquelas especialidades onde havia uma maior espera, situações mais críticas, tratamentos dos cânceres, o período de 30 dias para fechar um diagnóstico e daí o encaminhamento para o procedimento que for necessário e, no caso de outras especialidades, 60 dias”, diz a ministra da saúde, Nísia Trindade.
Vamos bem, sugiro que membros de todos os poderes, tenham a obrigacao por lei, de precisando, trem de se tratar na rede de assistencia do SUS, NADA DE CORRER DE AVIÃO PARA OS HOSPITAIS DE ELITE PRIVADOS, BOLSONARO AO SEU AGREDIDO POR ARMA BRANCA FEZ ISSO.
Rei Luis IX ,quando caiu cortando a unha 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣( um vei de 80 anos cortando a unha logo no banheiro, só muita piada) foi correndo pra onde? Melhor e mais caro hospital do país.
O Hospital da Unimed Natal foi reconhecido como um dos melhores hospitais do Brasil no ranking The World’s Best Hospitals 2025, divulgado pela revista Newsweek em parceria com a plataforma Statista. A lista avalia unidades de saúde de 30 países com base em critérios como qualidade assistencial, segurança do paciente e melhores práticas de cuidado.
A Unimed teve 20 hospitais próprios entre os 115 melhores do Brasil, distribuídos por 10 estados das regiões Nordeste, Sudeste e Sul. A operadora aumentou em 17,6% a sua participação no ranking, em relação ao levantamento do ano passado, que tinha 17 hospitais da marca. Entre os classificados, 14 (70%) estão localizados em cidades do interior e 6 nas capitais Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Natal, Recife e Vitória.
Para o presidente da Unimed do Brasil, Omar Abujamra Junior, o aumento da presença dos hospitais Unimed no ranking reflete os investimentos constantes em tecnologia e atendimento de alta qualidade. “Esse reconhecimento internacional é um indicativo do nosso compromisso em oferecer serviços de saúde com padrões de excelência em todo o país, beneficiando pacientes tanto nas capitais quanto no interior”, destaca.
O diretor de Recursos Próprios da Unimed Natal, Dr. Emerson Oliveira, também celebrou a conquista e destacou a dedicação das equipes envolvidas. “Esse reconhecimento é resultado do trabalho incansável de nossos profissionais, que diariamente se empenham para oferecer um atendimento humanizado, seguro e inovador. Seguimos investindo em estrutura, tecnologia e capacitação para garantir que a população potiguar tenha acesso ao que há de melhor em saúde“, afirmou.
O ranking é elaborado anualmente com base na opinião de especialistas do setor, incluindo médicos e gestores hospitalares, além de indicadores de qualidade e feedback dos pacientes. Em 2025, cerca de 2.400 hospitais de 30 países foram avaliados, consolidando a lista dos mais bem conceituados mundialmente.
Chapa 2 queimou a largada, começou cedo demais, desidratou e se desgastou, o candidato a presidente ataca a gestão da qual foi fiscal, promete férias remuneradas com todo o capital do complexo hospitalar para pagar e todo dia surge um ponto ou ação negativa envolvendo o mesmo, enquanto isso, Dr Ricardo Queiroz segue sem ao menos ser citado em litígios. Aquele que para pra pensar, nunca, jamais, irá votar na chapa 2. Esse voto aí na chapa 1 está fácil, é técnico.
Ah, se fosse o contrário. Se fosse um traficante atingido por uma bala perdida disparada por um militar da Marinha do Brasil. A comunidade tava colocando fogo e tocando terror.
Lamentável. Que Deus conforte a família e amigos.
A Marinha já deveria ter transferido esse hospital para outro local menos perigoso.
Fui algumas vezes e confesso, a área é dominada por facções criminosas.