O Rio Grande do Norte registrou, nas últimas 24 horas, 421 casos confirmados de covid-19. O número é o maior após a onda da ômicron. Dez dias atrás, o número registrado em 24 horas foi de 96 casos. O aumento é de 338%.
O crescimento nos casos registrados de covid-19 motivaram o Governo do Estado a emitir portaria sugerindo a utilização de máscaras em locais fechados, incluindo escolas, e que a população retome os cuidados com higienização das mãos. Apesar da medida não ser obrigatória, ela foi acompanhada por outros órgãos no Rio Grande do Norte, como o Tribunal de Justiça e a Assembleia Legislativa.
Apesar do aumento nos casos confirmados, não houve aumento no número de hospitalizações ou óbitos. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde Pública, nenhuma morte foi registrada nas últimas 24 horas. Já sobre as internações, o Rio Grande do Norte teve 9 pedidos para leitos em unidades de saúde públicas. Ao todo, o Rio Grande do Norte tem 19 pacientes internados em leitos críticos da rede SUS.
Um dia após a confirmação do primeiro caso de varíola dos macacos no Brasil, conforme mostrou com exclusividade o g1, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quinta-feira (9) um documento técnico com orientações de prevenção e mitigação da doença em hospitais, clínicas e demais serviços de saúde que estão prestando atendimento a casos suspeitos.
Segundo a Nota Técnica, é recomendável que esses serviços de saúde também elaborem e implemente um plano de contingência para determinar ações estratégicas no enfrentamento desses possíveis casos e investiguem a ocorrência de casos suspeitos ou confirmados vindos de dentro do próprio serviço de saúde ou não.
As principais medidas preventivas e de controle da infecção por monkeypox (varíola dos macacos em inglês) destacada pela Anvisa são as seguintes:
Distância mínima de 1 metro entre os leitos dos pacientes;
Isolamento de pacientes infectados até o desaparecimento das “crostas” das lesões;
Se possível, a acomodação do caso suspeito ou confirmado deve ser realizada, preferencialmente, em um quarto privativo com porta fechada e bem ventilado (ar condicionado que garanta a exaustão adequada ou janelas abertas).
Suspensão de visitas e acompanhantes para diminuir o acesso de pessoas ao infectados.
Instalação de barreiras físicas nas áreas de triagem de casos suspeitos
Pacientes que desenvolvam erupção cutânea devem ser isolados ou auto isolados, conforme as orientações do Ministério da Saúde e avaliados como um caso suspeito. A Anvisa também orienta que uma amostra deve ser coletada para análise laboratorial.
Ainda de acordo com a agência sanitária, profissionais de saúde devem sempre usar EPI (equipamento de proteção individual) adequado quando estiverem atendendo pacientes e ao tocar produtos e superfícies que tiveram contato com essas pessoas.
“Sempre que for prestada assistência em distância inferior a 1 metro ou quando se adentrar o quarto do paciente infectado deve-se usar avental, luvas e máscara cirúrgica, além de óculos de proteção ou protetor facial”, orienta a Anvisa.
Como ainda não existem produtos sanitários no mercado específicos para esse tipo de vírus, a Anvisa recomenda também que resíduos hospitalares sejam tratados como de alto risco individual e moderado risco para a comunidade, e que sejam acondicionados em sacos apropriados, da cor vermelha.
O dia 9 de junho é a data oficial no Brasil em prol da imunização. Neste marco, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap) reforça a importância da continuidade do esquema vacinal conte a Covid-19, principalmente a aplicação da terceira e quarta dose.
“O desafio, no momento é avançarmos para o segundo reforço de pessoas acima de 50 anos e trabalhadores da saúde, como também primeiro reforço para os adolescentes a partir de 12 anos. É fundamental convocar a população para a importância do reforço, que é a garantia de uma proteção ampliada”, disse Kelly Lima, coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap.
Desde o início da vacinação contra a Covid-19, o Rio Grande do Norte aplicou 7.391.807 doses de vacina. Foram oito milhões de doses distribuídas, 2.903.980 pessoas com a 1ª dose, 2.630.648 com a 2ª dose e mais de 1 milhão com a primeira dose de reforço.
Até o momento, o Governo do Estado promoveu sete mobilizações especiais, em parceria com os municípios, para a abertura dos pontos de vacinação com horários estendidos, além de projetos de incentivo à vacinação, como o Minha Escola Nota 10.
A vacinação das crianças de 5 a 11 anos está em 62% com a primeira dose, o que corresponde a 201.066 doses, e 36% com a segunda dose, totalizando 123.679 crianças. “E para essa comemoração do dia Nacional da Imunização para ser completa só falta ver todos e todas potiguares com a vacinação contra a Covid-19 em dia, desse modo iremos conseguir proteger a população Potiguar”, finaliza Kelly Lima.
Cai mesmo não. É tudo conspiração dos globalistas. Não tome vacina e nem remédios. Vá lá guerreiro, os patriotas precisam de você embaixo de 7 palmos.
PUTZ ONDE TU ARRANJA TANTA IDEIA BOSTA PRA DESPEJAR AQUI, SIMPLESMENTE VC É UM SUJEITO DOENTE, DESPREZÍVEL E SOBRETUDO MAL AMADO. DESOCONJURO. VÁ DE RETRO SATANÁS.
Caramba cara você é show.
Os petralhas comedores de mortadela estraga piram com você kkkk
Calma Faustão, sou bem amado, tenho 2 amante e 1 esposa
O pesquisador Ricardo Valentim, diretor do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (Lais), afirmou nesta terça-feira (7) que a epidemia de dengue registrada no Rio Grande do Norte deveria preocupar as autoridades mais que a pandemia de Covid-19.
Em entrevista à Jovem Pan Natal (89,9 FM), o professor disse que a doença está “descontrolada” no Estado e que é preciso investir em ações de prevenção. “No caso do Rio Grande do Norte, nós temos um descontrole com relação à dengue. Existe uma sazonalidade com relação a ela, mas a prevenção pode ocorrer. Hoje o problema que nós temos no Estado é dengue”, afirmou Ricardo Valentim.
Segundo o diretor do Lais/UFRN, hoje o Rio Grande do Norte tem mais pacientes internados com dengue do que com Covid-19. “Todas as ações deveriam ser para isso (prevenção da dengue), que é muito mais fácil. É um manejo fácil. Essas questões da educação em saúde devem ser permanentes, constantes e iniciar nas escolas”, destacou.
A principal medida de prevenção da dengue é impedir o acúmulo de água parada, que facilita a proliferação do mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue e outras arboviroses, como chikungunya e zika.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 16h20 desta segunda-feira (6).
Neste período, havia sete (07) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 16 leitos críticos e outros 35, sendo clínicos.
E a Guvernadora Fátima Cadeado, já falou quando vai abrir o Hospital regional de Canguaretama? Esse final de semana , fui descansar na minha Barra de Cunhaú, comer meu robalo e camarão, passei em frente ao Hospital.
Sem falar na rodovia estadual que tá uma merda, igual a administração.
Foram divulgados os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste domingo (5), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass):
– O país 8* óbitos nas últimas 24h, totalizando 667.005 mortes;
– Foram 6.266* novos casos de coronavírus registrados, no total 31.159.335;
*Sem dados de: AC, AP, BA, PB, PI e SP (6 estados) *Sem dados de óbitos de: AL, AM, CE, ES, MS, RO, RS e SE (8 estados)
*-2 óbitos de GO
A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 79. A a média móvel de novos casos é de 29.394.
O ministério da Saúde calcula que mais de 30 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (5). São 507.566 casos totalizados. Novos casos nas últimas 24h são 48.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 8.211. Óbitos em investigação são 1.357.
Recuperados são 497.881. Casos suspeitos somam 689 e descartados são 961.490. Estimativa de casos em acompanhamento: 1.474.
Até a manhã deste domingo (05), o Hospital dos Pescadores (3 leitos de enfermaria), o Giselda Trigueiro (8 leitos de UTI) e o Hospital Maria Alice Fernandes (2 leitos de UTI), todos em Natal, voltaram a apresentar 100% de ocupação de seus leitos críticos (semi-intensivos e UTI’s) e clínicos para pacientes com covid-19. Além dessas unidades, o Hospital de Rafael Fernandes (1 leito crítico) também está sem vagas para novos pacientes em estado grave com covid, segundo a plataforma Regula RN.
Também até o final da manhã de hoje, tinham sido registradas dez solicitações de leitos críticos em todo o Rio Grande do Norte, sendo 8 delas realizadas pela região metropolitana de Natal. Apesar de algumas unidades de saúde estarem com a lotação esgotada, a média de ocupação em todo o RN dos leitos críticos reservados a pacientes com covid-19 é de 39,5%, baixa na região metropolitana da capital para 38,2% e sobe para 50% na região Oeste.
No momento, há 11 pacientes graves aguardando internação e 18 leitos disponíveis em todo o RN. São 11 solicitações na região metropolitana de Natal, onde há 16 leitos disponíveis. No interior há dois leitos disponíveis, mas nenhuma solicitação neste domingo. Com o avanço da vacinação e a baixa por leitos covid, várias unidades que antes estavam reservadas para pacientes da doença foram convertidas em leitos comuns de UTI.
Foram divulgados os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil neste sábado (28), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass):
– O país 72 óbitos nas últimas 24h, totalizando 666.391 mortes;
– Foram 24.239 novos casos de coronavírus registrados, no total 30.945.384;
A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 123. A a média móvel de novos casos é de 23.825.
O ministério da Saúde calcula que mais de 29,9 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
Quase 30 milhoes de recuperados. Significa que a vida, a saude venceram a morte q uns desejavam qdo mandava ficar em casa e só ir ao hospital qdo tivesse com falta de ar, morrendo.
Sucesso do uso da Ivermectina, tratamento precoce e dos abnegados profissionais da saúde.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 13h35 deste sábado (28).
Neste período, havia dois (02) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum estava aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 26 leitos críticos e outros 45, sendo clínicos.
A taxa de mortalidade materna no Rio Grande do Norte está 64,11% acima da média nacional do país. Em 2021, foram registrados 74 óbitos do tipo no estado e a razão de mortalidade materna potiguar, cálculo que relaciona o número de óbitos e a quantidade de nascidos durante o ano, corresponde a 175,6 por 100 mil nascidos vivos. Os dados são da Secretaria do Estado de Saúde Pública (Sesap). Conforme o Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna do Ministério da Saúde, esse índice supera a média nacional que foi de 107 mortes por 100 mil nascidos vivos. Ainda segundo o Ministério, 92% dos casos de mortalidade materna são evitáveis.
Os números consideram mortes de mulheres grávidas ou até 42 dias após o parto. Conforme com o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), o Rio Grande do Norte registrou 74 casos de óbitos maternos declarados no ano passado, um aumento de 27,58%% nas ocorrências quando comparado ao índice de 2020 (58 casos). São praticamente seis mortes por mês em 2021. Os anos de 2019 e 2018 registraram, respectivamente, 31 e 25 óbitos maternos. Os principais motivos desse cenário se dividem entre causas obstétricas diretas e indiretas.
Na primeira, as mortes ocorrem por complicações obstétricas durante a gravidez, parto ou puerpério devido a intervenções, omissões, tratamento incorreto ou a uma cadeia de eventos resultantes. No RN, quadros de hipertensão, também agravados pela obesidade, a ocorrência de infecções e hemorragias correspondem a maioria dos óbitos. As indiretas estão relacionadas a doenças pré-existentes à gestação ou que se desenvolveram durante a gestação, agravadas pelos efeitos fisiológicos da gravidez, como doenças do aparelho circulatório, respiratório, sífilis, doenças infecciosas e parasitárias.
Segundo a gestora de atenção à saúde da Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), Maria da Guia de Medeiros, os últimos dois anos tiveram um considerável agravante: a covid-19. “No ano de 2021, tivemos 45 óbitos maternos em decorrência da covid no Rio Grande do Norte. Muito provavelmente elas tinham asma, eram hipertensas ou obesas, porque sabemos que a covid, em geral, teve um desfecho pior em pessoas que tinham essas comorbidades”.
Além disso, o problema é multifatorial. Questões como acesso ao serviço de saúde, exames realizados no tempo oportuno, cultura profissional das equipes e o alto índice de parto cesárea também são pontos que podem levar a um quadro de mortalidade materna. Para Maria do Carmo Lopes, presidente da Comissão de Luta pela Redução da Mortalidade Materna da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (Sogorn), a morte materna representa um dano muito grande à sociedade.
Além da mulher que perde a sua vida em pleno tempo produtivo e reprodutivo, há também a questão da orfandade. “Ninguém fala sobre esse vazio, é um problema social muito grave para qual, às vezes, os nossos gestores de políticas públicas de saúde não estão atentos”. A médica também comenta que o cenário de pandemia dificultou o atendimento de pacientes gestantes acometidas pela covid-19 no país inteiro.
Recentemente saiu na tribuna a relação dos feitos “positivos” do governo de Fatão, são de provas cara risafas, nunca vi tanta mentira junta, começa logo dizendo que implantou 200 leitos de UTI, ONDE MEU DEUS? Depois contou 8000 mil cirurgias, de fato, se vc pegar a estatística total de atos cirúrgicos talvez dê isso, o que sempre ocorreu, quero ver falar é nas eletivas e na fila da ortopedia, muitos mutilados e com lesões ortopédicas irreversíveis, uma completa tristeza, o prejuízo e grande, sim, nos hospitais o caos continua, hoje só quem ganha dinheiro são cooperativas e empresas terceirizadas de mão de obra profissional.
Despois que a Desguvernadora Fátima do PT, assumiu o caos se instale no Estado, tudo que não presta vem pra cá e tudo de ruim o RN tá no ranking.
Pobre RN governado pela maldição.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) aumentou a frota de carros fumacê disponíveis aos municípios. O RN conta agora com sete carros para operações de Ultra Baixo Volume (UBV) em combate às arboviroses nas regiões do estado, com expectativa de incluir mais um carro nos próximos dias, totalizando oito veículos, o dobro do quantitativo anterior.
Algumas cidades já foram atendidas e a Sesap está avaliando as próximas operações de acordo com as solicitações e com a situação epidemiológica de cada município. As operações já foram realizadas em Parelhas, Santo Antônio, Várzea, Passa e Fica, Guamaré, Jardim do Seridó, Montanhas, Serrinha, Brejinho, Lagoa D’anta, alguns bairros de Macaíba, Poço Branco, Ielmo Marinho, Lajes Pintadas, Florânia, Sítio Novo, Boa Saúde, Serra de São Bento, Riachuelo e Caraúbas. Está em andamento a operação em João Câmara, Natal (no bairro das Quintas e Alecrim) e Parnamirim (na Maria Lacerda).
A responsável técnica pelo Programa Estadual de Controle da Dengue, Silvia Dinara, ressalta que a operação de UBV é importante para interromper a transmissão, pois elimina o mosquito adulto, mas deve ser adotada como última medida. “As ações de combate e controle de criadouros devem permanecer concomitantemente e precisam se intensificar nesse momento para que não haja nova proliferação”, explica.
A Sesap reforça os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor das arboviroses, como manter os quintais livres de possíveis criadouros do mosquito; esfregar com bucha as vasilhas ou reservatórios de água de seus animais; não colocar lixo em terrenos baldios; manter caixas d´água sempre tampadas e cuidar de qualquer local que possa acumular água parada.
8 carros para o estado do RN. É uma verdadeira piada esse tipo de noticia como sendo algo bom. É como tapar o sol com a peneira. Já ha 15 anos mora fora de Natal e a cada vez que volto nossa cidade esta pior em infraestrutura. Coisas basicas sao inexistentes. Calçamento, pavimentaçao, arborização, enfim. A lista não tem fim!!
Será que foram comprados às pressas sob à égide da dispensa de licitação por emergência? Gente, o$ político$ precisam di$$o , ainda mai$ num ano de eleição né!?
Foram divulgados os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (26), de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass):
– O país 143 óbitos nas últimas 24h, totalizando 666.180 mortes;
– Foram 33.910 novos casos de coronavírus registrados, no total 30.880.512;
A média móvel de óbitos nos últimos sete dias é de 107. A a média móvel de novos casos é de 18.327.
O ministério da Saúde calcula que mais de 29,9 milhões de pessoas já se recuperaram da Covid.
Kkkkkk estou com covidkkkkkll o galego zombando de quem estava com covid. Antes que Mayra se manifeste vou te falar que não posso esquecer esse momento triste….Logo no início da pandemia , perdi meu tio, homem novo trabalhador, tinha uma bandeira do Brasil no seu birô, morreu de covid e logo no sexto dia por aí, surgiu esse homi ruim, rindo no cercadinho kkkkk estou com covidkkkk viu pq não vou esquecer? Nem o resto da família.Cabra ruim, cabra ruim ruim ruim
Maria, não me presto a determinadas situações, não acredito no ódio do bem, a Covid matou muitos entes queridos de todos nós, infelizmente, até por desconhecimento da própria patologia. Vc fala com ódio que não cabe em meu comportamento, triste, na democracia se defende e vota por interesse ou por acreditar no outro, destile seu voto em quem vc quiser, só não esqueça que disse a frase que “ainda bem que a natureza criou esse monstro……”, tenho mais coisas a me preocupar, não fui educada para esse ambiente de ódio, ADEUS.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 11h40 desta quarta-feira (25).
Neste período, havia seis (06) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e um aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 33 leitos críticos e outros 58, sendo clínicos.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou, nesta terça-feira, 24, o Boletim Epidemiológico das Arboviroses, onde constam os dados atualizados da dengue, chikungunya e zika no Rio Grande do Norte. Até o dia 14 de maio, o estado registrou 14.860 casos prováveis de dengue, 4.563 casos prováveis de chikungunya e 1.008 casos prováveis de infecção pelo zika vírus.
A comparação com o ano anterior demonstra o crescimento do número de casos. Em 2021, considerando o mesmo período, o estado registrou pouco mais de 900 casos de dengue, 1.738 casos prováveis de chikungunya e menos de 100 casos de zika.
Com objetivo de facilitar ações conjuntas de prevenção e o acesso a insumos, o Governo do Estado emitiu um decreto, no último dia 20, no qual oficializa a situação de emergência em razão da epidemia de dengue. A medida foi discutida com gestores municipais e representantes do Ministério Público como uma forma de viabilizar importantes medidas de combate à doença no estado. Uma delas será a criação de um comitê para orientação aos municípios sobre a adoção do plano de contingenciamento elaborado pela Sesap.
A Sesap reforça a necessidade de ampliação dos cuidados com a proliferação do Aedes aegypti, como manter os quintais livres de possíveis criadouros do mosquito, limpar vasilhas e reservatórios de água de seus animais, não colocar lixo em terrenos baldios, manter caixas d’água sempre tampadas e cuidar de qualquer local que possa acumular água parada. Além dos cuidados, é importante receber a visita do agente de endemias e esclarecer possíveis dúvidas.
Essas doenças não extavam extintas? Ninguém teve dengue, zika ou chikungunya em 2020, 2021 e só agora, depois que a covid diminuiu, elas voltaram? Quanta manipulação.
Acorda povo besta, é o estado fazendo você de massa de manobra
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) registrou, entre o dia 01 até o dia 23 de maio, 145 pedidos para internação em leitos clínicos e de UTI em decorrência da dengue. Os pedidos englobam tanto a dengue clássica (109) quanto a febre hemorrágica causada pelo vírus da dengue (36). A dengue foi a segunda doença que mais gerou solicitações de leitos no Estado.
A Sesap diz que os dados acendem um alerta, já que significam que a procura por consultas em Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) é ainda maior. Como outras pessoas dão entrada em uma UPA com dengue leve, fazem o tratamento ambulatorial apenas em casa. Ou seja, as quase 150 internações são apenas daqueles que procuraram atendimento e foram internados.
No último Boletim Epidemiológico das Arboviroses, que calcula os dados até 14 de maio, o Rio Grande do Norte registrou um aumento de 1.538% nos casos suspeitos da doença. Foram 14.860 em 2022, enquanto no ano passado foram apenas 907 suspeitas.
Apesar disso, o RN registra uma leve queda nas últimas três semanas. Na semana 17 a Sesap registrou 2.522 pessoas em início de sintomas, número que passou para 2.245 na semana 18. Agora, na semana 19 (entre 7 e 14 de maio), está em 1.874.
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