Polícia

Virada Cultural no centro de SP tem série de arrastões, roubo e homem esfaqueado

Foto: reprodução/Record TV

A volta neste final de semana da Virada Cultural de São Paulo foi manchada pela série de relatos de violência na região central da capital com arrastões, roubos e uma vítima esfaqueada próxima ao local de shows.

Ao menos quatro arrastões foram comunicados às polícias Militar e Civil de São Paulo entre a noite sábado (28) e a madrugada de domingo (29) nos locais de show e nas vias de acesso a eles, como as avenidas São João e Ipiranga e o viaduto do Chá.

O clima de insegurança ficou tão grande em determinados momentos que chegou provocar a interrupção do show do funkeiro Kevinho, que se apresentava no vale do Anhangabaú. Além dos furtos, também pesou na paralisação do espetáculo a série de brigas que pipocavam a todo momento no público.

De acordo com a polícia, dois homens foram presos, e três adolescentes, apreendidos sob a suspeita de participação nos furtos de celulares nos shows na região central. Parte foi flagrada por PMs e parte por equipes da guarda municipal.

As vítimas relataram que estavam filmando os shows quando os suspeitos passaram esbarrando, enquanto um deles dava o tapa para tirar o celular. Outras informaram que não perceberam os aparelhos sendo levados e só se deram conta quando os objetos já estavam em poder dos policiais.

Além desses casos, outro suspeito foi preso em flagrante por roubo após levar os óculos de um homem que deixava a Virada Cultural no centro. Segundo a vítima, o criminoso lhe pediu dinheiro e, com a recusa, o homem pegou o objeto e saiu correndo.

A vítima chegou a localizar o ladrão momentos depois, no cruzamento das avenidas São João e Ipiranga. Ao tentar recuperar o aparelho, porém, ela foi agredida. O suspeito foi detido, então, pelos seguranças do estabelecimento e entregue à polícia.

De acordo com integrantes da cúpula da segurança pública, outros crimes devem ser registrados ao longo do dia ou dos dias —o que deve elevar a quantidade de registros. Isso por que parte das vítimas percebe só o furto depois ou prefere registrar pela internet em casa, com dados em mãos.

O caso mais grave registrado pela Polícia Militar foi de um homem, não identificado, que foi esfaqueado na região do largo do Paissandú. De acordo com a porta-voz da PM, a tenente Beatriz Miscow, os motivos desse crime ainda não estão claros —se foi uma tentativa de roubo ou uma briga.

A Polícia Civil registrou a morte de um homem a facadas durante uma briga no final da noite de sábado, na rua Guaianazes, nos Campos Elíseos. O caso não teve, porém, segundo os policiais, ligação com a Virada Cultural.

De acordo com a PM, não chegou até a manhã deste domingo nenhuma reclamação ao comando da corporação sobre eventuais abusos ou irregularidades no trabalho de policiais militares na virada.

A PM colocou um 1.400 para reforçar a segurança da cidade durante os dois dias de eventos da Virada Cultural. Desse contingente, cerca de 600 deles (43%) para a região central. O centro da cidade vive dias de tensão com as ações policiais e da prefeitura que espalharam os usuários de crack.

O número de PMs neste ano é menor do que em 2019, quando foram colocados 2.300 agentes. Segundo a porta-voz, essa redução ocorre por conta redução de estimativa de público no evento pela prefeitura: de 5 milhões para 2 milhões.

Com informações de FolhaPress

Opinião dos leitores

  1. Esse é só o começo…….como a polícia foi proibida pelo STJ de abordar suspeitos, imagino que logo logo, será muito pior. Obrigado STJ, por esse desserviço.

  2. É cultural?
    Pq a polícia? Pra humilhar, julgar e condenar o policial qdo atuar em favor da sociedade. Segura sua batata quente sociedade

  3. A PTralhada da maconha e baderna correram solto, pois deitaram e rolaram roubando e cometendo furtos além da desordem com brigas. Tem que acabar com esse tipo de evento sem futuro.

    1. Esperava o quê? Um bando de bandidos esquerdopatas juntos, tinha que ter roubos o dia todo.

    1. Se fosse bala, já iriam culpar Bolsonaro, por ser a favor de armas. Acho que deveriam proibir açougueiro usar facas.

  4. Esse tipo de cultura é bem típico da esquerda. Pessoas temente a Deus, Pátria e família, jamais vai a um evento desse tipo.

  5. Parece até as 400 mil pessoas que acompanharam o mito em Manaus. As cartas estão na mesa. Você escolhe o bem ou o mal. Tirem suas conclusões.

    1. Se isso realmente acontecer “será o fim” do bem. O povo do bem está com medo de se declarar contrário ao povo que se diz do “bem”. O povo que se diz do “bem” é muito agressivo e ainda por cima grande parte vive armada em vários aspectos. Mas, tudo bem. Que vença o bem!

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Brasil

Brasil tem 727 pontes em mesma situação crítica de estrutura que caiu entre TO e MA

Reprodução

A tragédia causada pela queda, na tarde de domingo (22), da ponte Juscelino Kubitscheck de Oliveira, na divisa do Tocantins com Maranhão, corre o risco de não ser um fato isolado, se a situação de sua estrutura for comparada à de muitas pontes federais do país.

A Folha fez um levantamento detalhado sobre a situação da infraestrutura de todas as pontes federais que são administradas pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). Os dados, atualizados até maio de 2023, revelam que 727 pontes em todo o país se encontravam nas categorias crítica ou ruim, sendo 130 delas na pior condição possível, e outras 597 na categoria ruim.

Isso significa que 12,5% das pontes brasileiras estão enquadradas em um destes dois cenários.

Ao todo, o órgão responde pela manutenção e fiscalização de 5.827 pontes nos 26 estados e no Distrito Federal. Esse dado se restringe a pontes, sem incluir outras obras como viadutos, túneis ou passarelas. O panorama expõe um cenário preocupante.

Conforme revelou a Folha, a ponte Juscelino Kubitscheck de Oliveira, que desabou, estava na categoria 2, que reúne pontes com estrutura em condição ruim. Na avaliação do Dnit, há cinco categorias de classificação sobre o estado das pontes federais, sendo 1-crítico; 2-ruim; 3-regular; 4-bom; e 5-ótimo.

O levantamento aponta 1.538 pontes na categoria regular. A categoria de estruturas em bom estado soma 2.220 pontes, enquanto a categoria mais alta (5), com nível ótimo de qualidade, é a realidade para apenas 67 pontes federais em todo o território nacional. Um volume de 1.275 pontes aparece como situação “não definida”.

Os estados com maior quantidade de estruturas em situação crítica ou ruim são Ceará (77 pontes em estado crítico ou ruim), seguido por Pernambuco (60), Minas Gerais (59) e Pará (56). Se forem considerados os estados que mais concentram pontes em situação crítica, a lista é liderada por Minas Gerais (22), seguido por Bahia (18) e Ceará (16).

A classificação ruim indica que a ponte pode apresentar problemas estruturais ou funcionais que requerem atenção prioritária. Esses problemas podem incluir situações como danos no concreto, fissuras ou exposição de armaduras, falhas em fundações ou pilares ou desgaste em juntas de dilatação ou sistemas de drenagem, entre outros.

A Folha questionou o Dnit sobre eventuais pedidos de interdição de pontes que estejam em análise pelo órgão federal ou se houve pedidos desse tipo realizados ao longo de 2024. Não houve resposta até a publicação deste texto. Cabe às coordenações estaduais do órgão informar a sede sobre a necessidade de obras ou interdições emergenciais.

Ao ser informado sobre os dados de inspeção da ponte, o ministro dos Transportes, Renan Filho, disse que a pasta já tomou as medidas cabíveis para averiguar a situação. “Uma sindicância vai apurar causa e responsabilidade”, afirmou o ministro à Folha.

A reportagem apurou que, provisoriamente, uma balsa fará o transporte de passageiros e de carros que precisem cruzar o rio Tocantins, entre as cidades de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA). Caminhões com cargas terão de se deslocar por outras quatro rotas já informadas pela Polícia Rodoviária Federal.

O governo trabalha para que o serviço seja iniciado ainda nesta semana.

A ponte Juscelino Kubitscheck de Oliveira era uma das principais rotas de ligação entre os dois estados. É por ela que passa a Transamazônica (BR-230), que liga a região Nordeste à Amazônia. Nas proximidades da ponte também estão localizadas a Ponte Ferroviária do Estreito, que compõe os trilhos da Ferrovia Norte-Sul, e a hidrelétrica de Estreito, em operação no rio Tocantins.

Por meio de nota, o Dnit disse que, entre novembro de 2021 e novembro de 2023, manteve vigente um contrato de manutenção desta e de outras pontes do Tocantins, por meio do Programa de Manutenção e Reabilitação de Estruturas (PROARTE), no valor de R$ 3,5 milhões.

“Nesse período, foram realizadas em todas as OAEs (Obras de Arte Especiais, como são chamadas as pontes) do contrato, diversos serviços de reparos nas vigas, laje, passeios e pilares da estrutura”, afirmou.

Segundo a autarquia, outro contrato de manutenção da BR-226/TO ainda está em vigência, até julho de 2026, que prevê a execução de serviços com o objetivo de melhorar a trafegabilidade e dar mais segurança aos usuários da rodovia.

“O Dnit informa, ainda, que em maio de 2024 lançou um edital, no valor de aproximadamente R$ 13 milhões, para a contratação de empresa especializada para elaboração dos estudos preliminares, projeto básico e executivo de engenharia e execução das obras de reabilitação da ponte que sofreu o colapso no último domingo (22). A licitação, no entanto, foi fracassada, sem que nenhuma empresa tenha vencido o certame”, afirmou.

Na noite desta segunda-feira (23), subiu para 16 o número de pessoas desaparecidas na tragédia. Bombeiros dos dois estados confirmam ao menos uma morte, de uma mulher de 25 anos. Um homem de 36 anos foi resgatado com vida por pessoas próximas e deu entrada em um hospital com fratura na perna.

A Polícia Militar do Tocantins registrou o desaparecimento de duas crianças, de 3 anos e 11 anos, duas mulheres, um mototaxista e sua passageira, um motociclista, um motorista de um carro de passeio, três ocupantes de uma caminhonete e quatro motoristas de caminhão. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou o acidente via redes sociais.

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. O país desmoronando, tudo virando um grande queijo suíço cheio de buracos, e o “Barba”, nosso ex-presidiário favorito, só sabe dizer: “É lamentável.” Parece até que tá narrando uma novela dramática!

    É como se a solução para os problemas fosse um concurso de frases melancólicas. Enquanto isso, a inflação sobe, o povo sua, e ele lá, com a mesma ladainha: “Lamentável, companheiros!” Acho que a única coisa que não tá lamentável pra ele é o buffet no Palácio!

  2. isso dá nojo. O país falido e as gastanças desnecessárias continuam, ou o povo para com isso ou esta corja realiza a falência geral do nosso querido Brasil.

  3. Eu espero que a ponte nova esteja passando por manutenção para evitar cair e matar Potiguares,que sem saber das suas reais condições todos os dias trafegam por esse importante equipamento que liga a zona norte a zona sul de Natal..As ortoridades bem que podiam anunciar as reais condições da estrutura. Dia desses um barco bateu numa das pilastras,e hoje ninguém mais fala sobre o assunto. Uma lástima

    1. O país desmoronando, tudo virando um grande queijo suíço cheio de buracos, e o “Barba”, nosso ex-presidiário favorito, só sabe dizer: “É lamentável.” Parece até que tá narrando uma novela dramática!

      É como se a solução para os problemas fosse um concurso de frases melancólicas. Enquanto isso, a inflação sobe, o povo sua, e ele lá, com a mesma ladainha: “Lamentável, companheiros!” Acho que a única coisa que não tá lamentável pra ele é o buffet no Palácio!

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Geral

VÍDEO: ‘Passaram 2 anos falando bobagem’, diz Lula sobre ‘caixa-preta’ do BNDES

Vídeo: Reprodução/Canal GOV

Durante cerimônia realizada nesta terça-feira, 15, nas obras de duplicação da Serra das Araras, trecho da Rodovia Presidente Dutra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as investigações sobre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não encontraram irregularidades.

“Passaram dois anos falando bobagem e depois foram obrigados a pedir desculpa porque não encontraram nada no BNDES”, disse Lula, ao criticar acusações de gestões anteriores sobre supostos desvios na instituição.

Segundo ele, a instituição é composta por técnicos qualificados e não sofre interferência partidária. “O BNDES é um centro de excelência (…) Lá não é governado por partido, é governado por gente competente, técnico bem formado”, alegou.

A fala ocorreu em evento que contou com a presença de ministros, prefeitos, parlamentares e representantes do setor privado. O presidente citou o papel do BNDES na estruturação financeira do projeto da rodovia, que envolve um investimento total de R$ 15 bilhões, com financiamento baseado na emissão de debêntures.

Banco financiou trecho da rodovia Presidente Dutra

O modelo foi descrito pelo presidente do banco, Aloizio Mercadante, como o maior financiamento rodoviário da história do país. Ele afirmou que essa engenharia financeira foi decisiva para viabilizar a obra, sem comprometer o limite de endividamento das empresas envolvidas.

Lula também criticou a paralisação de projetos anteriores e mencionou que, ao reassumir a presidência, encontrou 87 mil unidades habitacionais e mais de 3 mil creches paralisadas, atribuídas a programas iniciados em gestões anteriores. “Essa irresponsabilidade administrativa não vai acontecer mais no país”, prometeu.

O presidente mencionou ainda que considera a retomada dessas obras como parte de uma estratégia para fazer a economia “girar”, ao associar os investimentos públicos a geração de emprego, crescimento econômico e consumo interno. “Dinheiro bom é aquele que gera emprego, que circula na mão do povo”, declarou.

A duplicação da Serra das Araras integra um pacote maior de intervenções na rodovia Presidente Dutra. De acordo com a CCR, responsável pela execução, a obra prevê 24 viadutos, duplicação de pistas, iluminação com LED e cobertura de conectividade 5G. A estimativa é que o projeto melhore o tráfego entre São Paulo e Rio de Janeiro e reduza acidentes e tempo de viagem.

A cerimônia fez parte da agenda de acompanhamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), reformulado na atual gestão. Lula afirmou que, ao assumir o governo, pediu aos governadores que indicassem de três a cinco obras prioritárias, e reforçou que a escolha das intervenções deve partir das demandas locais.

Ao final, o presidente afirmou que pretende acompanhar de perto a execução da obra e que deseja que a estrada se torne um símbolo de desenvolvimento. “Quando a obra estiver pronta, eu quero ter orgulho de que o país será considerado pelo mundo como um país desenvolvido e não um país ainda em fase de desenvolvimento”, concluiu.

A caixa preta do BNDES

A chamada “caixa-preta do BNDES” refere-se ao conjunto de contratos e decisões mantidas sob sigilo pelo banco por anos. Ela envolvia operações financeiras de grande porte com pouca ou nenhuma transparência.

Durante muito tempo, empréstimos bilionários foram concedidos sem fiscalização adequada. As decisões beneficiaram grandes grupos empresariais, sempre sob o argumento de fomentar o desenvolvimento nacional.

Entre os beneficiados, estão empresas como JBS/Friboi, Oi, Bertin, EBX e empreiteiras como Odebrecht e OAS. Também foram favorecidos governos estrangeiros aliados do governo brasileiro, como Cuba, Venezuela e Angola.

Um dos casos mais emblemáticos foi o financiamento do Porto de Mariel, em Cuba, com US$ 682 milhões. Outro exemplo é a construção de linhas do metrô de Caracas, mesmo com alto risco de inadimplência.

O banco também concentrou contratos bilionários em poucas empresas. A Odebrecht, por exemplo, respondeu por 78% dos contratos de exportação de engenharia entre 2007 e 2015, que somam US$ 8,33 bilhões. Foram encontradas graves falhas nos controles internos e, em muitos casos, os documentos estavam desorganizados.

Técnicos relatam que “precisou-se de horas apenas para que os mais diferentes setores pudessem reunir em apenas um local os inúmeros documentos relativos a uma documentação específica”, segundo o livro A caixa-preta do BNDES, de Bernardino Coelho da Silva e Claudio Tognolli.

Houve ainda liberação de recursos sem comprovação da execução dos serviços. Em certos contratos, “não cabia ao BNDES auditar o avanço físico da obra, mas apenas analisar faturas”, denuncia o livro. Isso contrariava normas internas do próprio banco.

Alguns contratos usaram a modalidade Exim Pós-Embarque, que permitia adiantamentos com base em documentos frágeis. As auditorias eram feitas por empresas escolhidas pelas construtoras beneficiadas, o que comprometia a fiscalização.

Também se destacam operações com empresas ligadas a interesses políticos, como a Gamecorp, de propriedade do filho do presidente Lula em sociedade com os filhos do político Jacó Bittar, um dos fundadores do PT. Foram financiamentos descritos como estratégicos, mas com fortes indícios de favorecimento pessoal.

A crítica central é que o BNDES, com dinheiro público, concentrou recursos em poucos beneficiários. “Se o banco recebe recursos públicos para administrar e os transfere a poucos beneficiários, na prática, seus financiamentos têm patrocinado a concentração de renda”, destacam os autores.

Revista Oeste

Opinião dos leitores

  1. Não encontram porque quem mandou investigar e quem investigou “não queria encontrar”, porém, entretanto, que a caixa preta do BNDES é preta e cheia de cambalachos isso é fato.

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Geral

Tráfego na Ponte de Igapó será liberado no fim de abril, diz DNIT

Foto: Pedro Trindade/Inter TV Cabugi

Com cerca de 75% de execução dos serviços, as obras na Ponte de Igapó seguem com prazo de conclusão para maio deste ano, segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT). A expectativa é que o tráfego seja liberado até o final de abril, enquanto as etapas finais da obra continuarão sendo realizadas na parte inferior da estrutura, conforme revelado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea/RN).

O Conselho realizou uma visita, na última quinta-feira (9), ao canteiro de obras para tomar conhecimentos referentes à obra, como as dificuldades e as técnicas de engenharia que estão aplicadas. A visita contou com a presença do presidente do Crea/RN, Roberto Wagner, de conselheiros e membros da diretoria de fiscalização.

“Foi perceptível uma preocupação muito grande, tanto do DNIT como da empresa Jatobeton (Engenharia LTDA) que está a executar a obra, para que conclua todas as etapas embaixo da ponte, que possa liberar o tráfego o mais urgente possível. Eles não quiseram cravar uma data, mas a princípio isso é para meados de final de abril para que eles continuem o trabalho apenas por baixo”, disse Roberto.

O nível de criticidade em que estava a Ponte de Igapó foi algo que chamou a atenção do Crea, classificado como grau 2, um estágio grave de deterioração estrutural, ficando próximo a um nível de pré-colapso total, de acordo com estudos e levantamentos feitos pelo DNIT anteriormente. A gravidade da situação foi comparada à da ponte na divisa entre Maranhão e Tocantins, que colapsou recentemente após enfrentar o mesmo grau de comprometimento. Diante desse cenário, as obras exigiram intervenções urgentes e mais complexas que o previsto.

“Isso foi um fator que atrapalhou bastante a execução da obra. Porque uma obra dessa, eles citaram o exemplo que a obra sobre o ponto Piranhas a Sul, com o mesmo vão em torno de 600 metros, levou quatro anos, mas devido ao grau de criticidade como a ponte se encontrava, tiveram que fazer uma intervenção com maior brevidade”, explicou o presidente.

Outros fatores que chamaram atenção na obra foram a influência da maré e a complexidade das intervenções estruturais. A restauração dos pilares exigiu a remoção do concreto deteriorado, tratamento da estrutura metálica e aplicação de nova camada de concreto, um processo que demanda tempo extra, especialmente devido à umidade.

Além disso, a substituição das borrachas de neoprene nos vãos intermediários exigiu elevação da ponte com macacos hidráulicos, um trabalho minucioso feito por baixo da estrutura. A variação da maré também impactou o andamento da obra, muitas vezes forçando a interrupção dos serviços até que fosse possível retomar os trabalhos.

“Muitas vezes o serviço iniciava na maré, tinha que esperar a maré subir e descer para haver uma conclusão. Então, de fato, a obra me surpreendeu pelo maior nível de complexidade, que ora então era imaginado por mim e por meus colegas”, detalhou Wagner.

Com investimento de aproximadamente R$ 30 milhões, as obras de reestruturação da Ponte Presidente Costa e Silva, conhecida como Ponte de Igapó ou Ponte Velha, tiveram início em setembro de 2023. Inicialmente as intervenções aconteceram no sentido zona Norte/Centro. Atualmente os serviços estão sendo realizados no sentido Centro/zona Norte, que resultaram na interdição parcial da via nesse trecho, com o tráfego sendo desviado para o lado oposto da pista, operando em mão dupla.

Crea/RN alerta para falta de prevenção

O presidente do Crea alertou para a importância da manutenção preventiva em infraestruturas públicas, como pontes, viadutos e passarelas, para evitar intervenções emergenciais que muitas vezes ocorrem próximas ao colapso. Em janeiro deste ano, Roberto Wagner revelou que foram emitidos ofícios ao DNIT, DER/RN (Departamento de Estradas e Rodagens do RN) e as prefeituras de Natal e Mossoró cobrando os planos de manutenção preventiva, com intuito de evitar situações críticas como a que ocorreu na ponte entre Maranhão e Tocantins, que desabou por falta de planejamento e verba.

“É isso que nós temos que evitar, tanto o custo para a sociedade, como o custo de vidas. Isso aí é inadmissível, haja vista que a técnica é dominada, o conhecimento de avaliação também é dominado, o que a gente precisa é alinhar o planejamento com a execução e termos a cultura da manutenção preventiva recorrente”, pontuou.

População sofre diariamente com os transtornos

Diante do cenário de caos vivenciado há quase um ano e oito meses, período desde o início das obras na Ponte de Igapó, usuários evitam o deslocamento pelo trecho. Esse é o caso do motorista de aplicativo Adailton, que opta por não aceitar viagens para a Zona Norte devido à demora no deslocamento.

“Atrapalha no horário de trabalho. Uma viagem que era para durar 10, 15 minutos, agora dura uma hora. Eu evito bastante para não passar por esse transtorno. Priorizo mais o outro lado da cidade do que a Zona Norte”, detalhou o motorista.

Residente em São Gonçalo do Amarante, Sidney Conservador é mais um usuário da ponte que sofre diariamente com a situação. Deficiente visual, ele relata que precisa se deslocar esporadicamente até o Instituto de Cegos (IERC) para realizar seu tratamento, mas, devido aos transtornos no trânsito, não consegue chegar no horário marcado para as consultas.

“O transtorno que a gente tem, a gente sabe que é triste. Passamos mais de 30 minutos de vez em quando para vir de São Gonçalo para Natal e de Natal para São Gonçalo”, ressaltou Sidney.

Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. DIA 1° DE ABRIL EM HOMENAGEM AO MAIOR BANDIDO LADRÃO MENTIROSO QUE O BRASIL JÁ TEVE , O LULARÁPIO DE 9 DEDOS.

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Geral

VÍDEO: Líder comunitária que preparou visita de Lula extorquia moradores

A líder comunitária Alessandra Moja Cunha, da Associação da Comunidade do Moinho, integrava a organização criminosa comandada por seu irmão, Leonardo Moja, o “Léo do Moinho”, e também comandava a extorsão de moradores que desejavam deixar a favela do Moinho, no Centro de São Paulo. Léo é apontado como o principal líder do PCC na região central da capital.

Foi com essa associação que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, se reuniu para preparar a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à favela no fim de junho. Dois dias depois, Lula esteve no local e dividiu o palco com Alessandra.

As informações constam de representação do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), que embasou a Operação Sharpe, deflagrada na manhã desta segunda-feira (8/9).

Alessandra foi presa na operação. Segundo registros da Receita Federal, ela é presidente da Associação da Comunidade do Moinho.

De acordo com o MPSP, Alessandra “exerce importante papel na mobilização e organização das manifestações públicas que blindam a comunidade das intervenções policiais, além de auxiliar o irmão em suas empreitadas criminosas”.

Ainda conforme o órgão, ela era responsável por extorquir moradores interessados em aceitar o acordo proposto pelo governo estadual para deixar a favela. Como mostrou o Metrópoles, a facção cobrava uma “multa” de até R$ 100 mil de quem desejasse sair.

Pelo acordo, os moradores recebem ajuda de custo até serem alocados em imóveis da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo (CDHU).

O MPSP aponta ainda que Alessandra “também é responsável pelo grupo que cobra propina das famílias beneficiadas pelo acordo com o CDHU, somente autorizando o cadastro e a assinatura mediante o pagamento de valores à família Moja”.

“Tanto os valores arrecadados neste contexto quanto os recursos derivados das demais atividades ilegais controladas por ‘Léo do Moinho’ são recolhidos por Alessandra com o intuito de branqueamento (lavagem)”, afirma a representação.

Na operação desta segunda, a Polícia Militar e a Polícia Civil também prenderam a filha de Alessandra, Yasmin Moja Cunha. O nome dela aparece em reuniões com o governo federal durante as negociações para a desocupação da área.

O governo estadual pretende construir um parque no local, mas a área pertence à União. Ficou acertado que o terreno será repassado ao estado após a saída das famílias.

“Quando estiver tudo pronto, estiver certa a casa que vocês vão comprar, aí faremos a cessão definitiva para o governo do estado. Por mais bonito que seja um parque, ele não pode ser feito às custas do ser humano”, disse Lula na visita à comunidade.

Alessandra já foi condenada por homicídio

Antes da operação, Alessandra costumava dar entrevistas como representante da favela, geralmente criticando a atuação da Polícia Militar. Aos 40 anos, afirma morar no Moinho há mais de 30. É mãe de quatro filhos e dona de cerca de dez cachorros.

Em 2015, foi presa e condenada a oito anos de reclusão em regime inicial semiaberto por participar de um assassinato ocorrido em 2005, na favela. Na ocasião, ela e a irmã, Renata Moja Cunha, mataram a facadas uma mulher que dormia na casa do ex-namorado de Renata, também agredido.

“Alessandra Moja Cunha, no dia, hora e local descritos nos autos, agindo com intenção de matar, impelida por motivo fútil, com emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, matou Claudice Terra Rufino mediante golpes de faca, provocando-lhe os ferimentos descritos no laudo necroscópico, que foram a causa direta de sua morte”, diz trecho da denúncia.

“Consta, ainda, que, nas mesmas circunstâncias, tentou matar Everton da Silva, provocando-lhe os ferimentos descritos no laudo de lesão corporal”, prossegue o documento.

Por esse crime, Alessandra ficou presa no Centro de Progressão Penitenciária do Butantã entre agosto de 2018 e novembro de 2019.

Defensoria: ONG não é ligado ao PCC e não guardava drogas

A Associação da Comunidade do Moinho foi procurada por e-mail e mensagem no Instagram, mas ainda não respondeu. O espaço segue aberto.

Na última sexta-feira, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo enviou um ofício à coluna pedido o direito de resposta à primeira reportagem sobre o assunto, em julho. No ofício, a defensoria argumenta que a sede da ONG não era usada para guardar drogas, e que a menção ao endereço se deve ao fato de se tratar de um “endereço unificado”.

“Toda e qualquer correspondência das pessoas residentes na comunidade ou registro de endereço junto à órgãos públicos, inclusive Boletins de Ocorrência lavrados pela Polícia Civil, é feita no
endereço da Rua Doutor Elias Chaves, n. 20 ou s/n; embaixo do viaduto, por se tratar de
uma comunidade que não passou por um processo de regularização fundiária”, diz um trecho.

A defensoria também argumenta que a ONG e os moradores “não possuem qualquer vínculo com organizações criminosas e se dedicam a lutar pelo direito à moradia, à integridade pessoal e à segurança pública de todas as famílias residentes da favela durante e após o processo de cessão do terreno”.

Macêdo: reunião tratou apenas de habitação

À época da primeira reportagem da coluna sobre o assunto, em junho, o ministro Márcio Macêdo afirmou que o encontro com a associação teve como única pauta a solução habitacional para as famílias do Moinho.

“O diálogo ocorreu com moradores da comunidade, inicialmente para construir o acordo que previa a saída pacífica da área e a destinação adequada das famílias, e posteriormente, na véspera do ato com o presidente Lula, para preparar a visita”, disse por meio da assessoria.

Segundo ele, “o diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania”.

A Secretaria de Comunicação (Secom) e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) também foram questionados sobre riscos à segurança de Lula e da comitiva.

A Secom afirmou que a segurança foi conduzida “de forma rigorosa pelos órgãos competentes, conforme o protocolo adotado em qualquer agenda presidencial, não tendo sido identificado risco à integridade das autoridades”.

A pasta acrescentou que “a interlocução com representantes comunitários é prática essencial de qualquer governo que atue com políticas públicas voltadas à inclusão, moradia e promoção da dignidade. Associações locais são formadas e escolhidas pelos próprios moradores e constituem pontos naturais de contato com o poder público”.

“No caso da visita, a interlocução com o presidente se deu por meio de Flavia Maria da Silva, liderança designada pela comunidade como porta-voz, com trajetória reconhecida e idônea”, concluiu.

Leia abaixo a íntegra da manifestação de Márcio Macêdo:

“A agenda na Favela do Moinho teve como única pauta a apresentação da solução habitacional para as 900 famílias que residem naquela localidade.

O acordo de solução habitacional para a Favela do Moinho foi construído entre o governo federal e o governo do Estado de São Paulo.

O diálogo se deu com moradores da comunidade, primeiro para a construção do acordo que tinha como objetivo a saída pacífica da favela e a destinação adequada das famílias, e depois, na véspera do ato com o presidente Lula, para a preparação da visita em si.

O diálogo com lideranças comunitárias é parte fundamental da atuação de qualquer governo comprometido com políticas de inclusão social, habitação e valorização da cidadania.

A visita à Favela ocorreu de maneira tranquila, sem incidentes, de forma transparente, inclusive com o acompanhamento da imprensa.

O acordo, além da solução habitacional, também incluiu a autorização para a continuidade da cessão do terreno pertencente à União, para o governo do Estado fazer um parque. Para isso, foram estabelecidas condicionantes vinculadas à solução habitacional, evitando situações de conflito e violência”.

Leia abaixo a íntegra da nota da Secom

“A agenda do Presidente da República na Favela do Moinho, em São Paulo, teve caráter institucional e público, voltado à escuta da comunidade e ao anúncio de políticas públicas em uma das regiões mais vulneráveis da cidade.

A interlocução com representantes comunitários é uma prática essencial de qualquer governo que atue com políticas públicas voltadas à inclusão, à moradia e à promoção da dignidade. Associações locais são formadas e escolhidas pelos próprios moradores e constituem pontos naturais de contato com o poder público.

Neste caso em específico, a interlocução com o presidente se deu por meio de Flavia Maria da Silva, liderança designada pela comunidade como porta-voz, com trajetória reconhecida e idônea.

A agenda do presidente consistiu em um ato na quadra poliesportiva da comunidade, uma visita à escola local, onde foi recebido por um coral de crianças, e a uma visita de cortesia à residência de Flavia da Silva.

A segurança do presidente, da primeira-dama e de toda a comitiva foi conduzida de forma rigorosa pelos órgãos competentes, conforme o protocolo adotado em qualquer agenda presidencial, não tendo sido identificado qualquer risco à integridade das autoridades presentes.

O governo federal reforça que atua com responsabilidade institucional, respeito às normas de segurança e compromisso com a promoção de políticas públicas voltadas à inclusão social e à melhoria das condições de vida da população.”

Metrópoles 

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Geral

Lula reclama de tradutor durante entrevista e faz brincadeira envolvendo Janja

Foto: Julie BOURDIN / AFP

Durante uma entrevista com a imprensa neste domingo (23), em Joanesburgo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou um momento de desconforto com o tradutor responsável pela interpretação simultânea. O petista, que estava na África do Sul para participar da cúpula do G20, interrompeu a pergunta de uma jornalista estrangeira ao perceber que não conseguia ouvir a tradução pelo fone.

Lula retirou o equipamento, reclamou da baixa intensidade da voz do intérprete e pediu que ele se aproximasse da repórter para captar melhor a pergunta. Visivelmente incomodado, afirmou que o tradutor estava “falando só para ele mesmo”, já que o presidente não conseguia compreender o conteúdo traduzido.

Ao repreender o intérprete, Lula ainda fez uma brincadeira envolvendo a primeira-dama. “Ficar sussurrando no meu ouvido só a Janja”, disse, em tom bem-humorado, ao pedir que a tradução fosse feita em voz alta para que pudesse acompanhar a entrevista.

O episódio ocorreu enquanto o presidente respondia questionamentos da imprensa internacional durante sua agenda oficial na cúpula. Após a correção da postura do tradutor, a entrevista prosseguiu normalmente.

Com informações do Pleno News

Opinião dos leitores

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Geral

Rodoviários realizam paralização após morte de motorista do transporte público

 

Motoristas de ônibus de Natal estão fazendo uma paralisação e fechando o Viadulto do Baldo, em Natal.

 

A paralisação acontece logo após um dos operadores que fazia a linha O-38 (Planalto/Praia do Meio – Via Alecrim), ter sido alvo se Latrocínio no Planalto.

 

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Religião

Missa e procissão abrem festa da padroeira de Natal, Nossa Senhora da Apresentação; Veja programação completa

Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

Duas missas e uma procissão marcaram a abertura das comemorações à Nossa Senhora da Apresentação, padroeira de Natal, na noite de sexta-feira (11).

A programação religiosa deverá durar 10 dias e se encerrar na data oficial da celebração, em 21 de novembro, feriado municipal. Os festejos têm tradição de 269 anos.

As celebrações foram iniciadas com uma missa celebrada no fim da tarde desta sexta (11) na antiga Catedral, na Cidade Alta.

No início da noite, os fiéis saíram em procissão da antiga Catedral para a Catedral Metropolitana, onde houve outra missa celebrada pelo vigário geral da Arquidiocese, Padre Paulo Henrique da Silva.

Programação

Segundo a programação da Arquidiocese, entre os dias 12 e 20 de setembro, às 6h, haverá o “terço caminhante”, saindo da Igreja do Rosário para a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Apresentação (antiga Catedral), concluindo com a missa dos peregrinos. Às 16h, também na antiga Catedral acontecerá recitação do Ofício de Nossa Senhora, e, às 16h30, missa.

Na Catedral Metropolitana, às 19h, haverá celebração de novena e funcionamento de quermesse. De segunda a sexta-feira, também serão celebradas missas às 11h e às 16h30, e, aos domingos, às 7h, às 11h e às 19 horas.

No dia 21, a programação de encerramento será intensa, iniciando na madrugada, com a procissão fluvial e missa, na Pedra do Rosário, se estendendo até o final da tarde, quando haverá a procissão com a imagem da padroeira, pelas ruas do centro da capital.

Novidades

Neste ano, a festa da padroeira da Arquidiocese e da cidade do Natal traz duas novidades. Uma delas será o Angelus Potengi, que é um passeio de barco pelas águas do rio Potengi, nas tardes dos dias 18, 19 e 20 de novembro, saindo às 15 horas, no Iate Clube Natal, passando pela Pedra do Rosário e retornando ao Iate. O objetivo é levar os fiéis a reviverem o trajeto percorrido pela imagem de Nossa Senhora da Apresentação, em 1753. Em cada dia, o grupo será acompanhado de um sacerdote, que conduzirá momentos de oração e reflexão, ao som de um saxofone. Os ingressos estão à venda na antiga Catedral. Mais informações no telefone 3615-2808.

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Política

Adutora do Agreste avança e atenderá 38 municípios

Foto: Andressa Anholete

A segurança hídrica de milhares de potiguares dá um passo decisivo com a conclusão da licitação pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) para obra da Adutora do Agreste, no valor de R$ 448 milhões.

O empreendimento deve ter suas obras iniciadas ainda neste semestre, e beneficiará diretamente 38 municípios do Rio Grande do Norte e mais de 510 mil habitantes até 2050. É um marco na luta contra a escassez de água no Estado.

A Codevasf licitou os projetos executivos e para construção da adutora. Venceu o consórcio Agreste Potiguar composto por três empresas.
Além de garantir o abastecimento regular de água para milhares de famílias, o projeto também impulsionará a economia local, com a geração de, aproximadamente, 12 mil empregos e a ampliação das oportunidades para a população.

A expectativa é que, com o andamento dos trâmites licitatórios e a continuidade dos investimentos, a Adutora do Agreste se torne uma realidade para os potiguares, garantindo um futuro mais seguro e próspero para a região.

O projeto só se tornou viável graças à atuação do senador Rogério Marinho (PL), ainda à época em que era ministro do Desenvolvimento Regional, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), quando assinou a ordem de serviço autorizando o início da elaboração do projeto da adutora pelo Governo Federal, em maio de 2021.

Já em dezembro de 2023, o protagonismo de Rogério Marinho foi crucial para assegurar que a iniciativa não fosse paralisada, mesmo com a troca de governo. Sua atuação no Senado garantiu a continuidade dos investimentos, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento regional e a melhoria da qualidade de vida dos potiguares.
O parlamentar capitaneou a destinação de R$ 45 milhões em emenda de bancada para garantir o início das obras, demonstrando sua dedicação à melhoria das condições de vida da população do interior do estado. Sem esses recursos, a obra permaneceria travada, já que ela foi incluída no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sem a previsão orçamentária.

O projeto foi concluído em maio do ano passado e a contratação das obras foi finalizada agora, quando finalmente deverá ter início. “Viabilizamos os estudos e recursos para o projeto da Adutora do Agreste enquanto ministro do governo do presidente Bolsonaro e, agora, no Senado. É um momento histórico para o Rio Grande do Norte”, celebrou Rogério Marinho.

Avanço hídrico e desenvolvimento

A adutora terá uma extensão de 170,9 km divididos em oito trechos. A cidade de Nova Cruz, que há anos enfrenta problemas de abastecimento, será uma das principais beneficiadas, especialmente em áreas onde a adutora Monsenhor Expedito não alcançou. Uma das vantagens ambientais do projeto é a redução do bombeamento na Lagoa do Bonfim, promovendo um uso mais sustentável dos recursos hídricos da região.

A primeira etapa da obra terá captação no Rio Guaju, em Pedro Velho, e atenderá diretamente os municípios de Montanhas, Nova Cruz, Santo Antônio, Serrinha, Canguaretama e Pedro Velho. Posteriormente, serão beneficiadas as cidades de Boa Saúde, Lagoa D’Anta, Gameleiras, Passa e Fica, Santa Cruz, São José de Campestre e Serra de São Bento.

Indiretamente, a Adutora do Agreste também melhorará o abastecimento em Barcelona, Bom Jesus, Campo Redondo, Coronel Ezequiel, Espírito Santo, Ielmo Marinho, Jaçanã, Japi, Lajes Pintada, Lagoa de Pedras, Lagoa dos Velhos, Lagoa Salgada, Monte Alegre, Passagem, Rui Barbosa, Santa Maria, São Bento do Trairi, São Paulo do Potengi, São Pedro, São Tomé, Elói de Souza, Serra Caiada, Sítio Novo, Tangará e Várzea. Esses municípios terão maior oferta hídrica em função da redistribuição da água oriunda das adutoras Monsenhor Expedito e Espírito Santo.

Após a obra, a operação da adutora ficará a cargo da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).

Tribuna do Norte

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Acidente

Acidente em adutora: Trabalhador cai de 6 metros em Currais Novos

Foto: Reprodução

Um trabalhador de 30 anos ficou ferido após cair de aproximadamente 6 metros de altura dentro de uma caixa elevatória de uma adutora. O acidente ocorreu nas margens da rodovia que liga Currais Novos a São Vicente, no Seridó Potiguar.

Devido ao espaço confinado e à dificuldade de acesso, o Corpo de Bombeiros precisou montar um sistema multiplicador de força para resgatar a vítima. O homem apresentava fortes dores nas pernas e suspeita de fraturas nos membros inferiores.

Após o resgate e os primeiros socorros, ele foi encaminhado ao Hospital Regional Mariano Coelho, em Currais Novos, onde permanece sob cuidados médicos.

96 FM

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Geral

Rogério Marinho inaugura adutora em Upanema

O senador Rogério Marinho (PL) cumpriu agenda neste final de semana na região Oeste potiguar. Após o ato de filiação na sexta-feira (10) de Jorge do Rosário ao partido, assumindo a presidência da legenda em Mossoró, o parlamentar seguiu para Upanema, onde na manhã deste sábado (11) participou da inauguração da adutora Manoel Fausto, na comunidade Palheiros III.

Em Upanema, evento contou com as presenças do prefeito de da cidade, Renan Mendonça, e de Bibi de Nenca, prefeito de Campo Grande. A adutora foi viabilizada por Rogério Marinho, ainda quando ministro do Desenvolvimento Regional, e depois recebeu emendas do próprio parlamentar.

A inauguração marcou um avanço significativo para a população da zona rural de Upanema, que agora passa a contar com acesso regular a água de qualidade. Durante o evento, Rogério Marinho destacou o impacto social e econômico da obra.

“A chegada da água muda a realidade de uma comunidade. Significa saúde, dignidade e oportunidade para quem vive no interior. É motivo de alegria ver o resultado de um trabalho que agora transforma a vida dos potiguares”, afirmou o senador.

Opinião dos leitores

  1. Show primo Rogério 👏verba do Governo anterior… progresso no nosso RN de fato e verdadeiro 🇧🇷🤝Juntos .

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Cidades

Vazamento em adutora deixa quatro municípios do RN sem abastecimento de água

Foto: Ilustrativa

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informou que as cidades de Parazinho, Pedra Grande, Caiçara do Norte, São Bento do Norte e suas comunidades estão com o abastecimento de água suspenso. O motivo foi um vazamento ocorrido na adutora do Boqueirão.

De acordo com a Caern, já há uma equipe trabalhando no conserto e a previsão é que o trabalho seja concluído no início da tarde desta quinta-feira (3), quando o sistema será religado.

Ainda segundo a companhia, são necessárias 48 horas para normalização do abastecimento em toda a cidade, após a conclusão do serviço.

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Cidades

30 municípios do RN estão com abastecimento de água comprometido após problemas em adutora

Foto: Ilustrativa

A Caern está trabalhando para regularizar o funcionamento das estações de bombeamento 1 (em Nísia Floresta) e 2 (em Monte Alegre) da Adutora Monsenhor Expedito, e assim normalizar o abastecimento de água nos 30 municípios atendidos pelo sistema.

No último sábado (20), um dos dois motores da EB1 queimou por causa de problemas elétricos internos. A previsão é que, após o reparo, o motor fosse reinstalado ainda nessa quarta-feira (24). Na segunda-feira passada (22), um animal entrou na área onde fica o transformador da EB2 e danificou o equipamento, que teve que ser retirado para passar por manutenção, ainda a ser concluída.

A previsão é que sexta-feira (26), as duas estações de bombeamento voltem a funcionar plenamente, permitindo que a adutora atinja o volume de água habitual para o abastecimento de todas as cidades que atende. Enquanto isso, a Caern vem realizando ações para minimizar o impacto da ocorrência. O volume de água distribuído está com uma defasagem de 300 metros cúbicos por hora.

Após a retomada do funcionamento normal da adutora, será necessário aguardar um prazo de até 48 horas para completa regularização do abastecimento.

As cidades atendidas pela Adutora Monsenhor Expedito são Rui Barbosa, São Pedro, São Tomé, São Paulo do Potengi, Japi, Coronel Ezequiel, Jaçanã, São Bento do Trairi, Lajes Pintadas, São José de Campestre, Serrinha, Sítio Novo, Boa Saúde, Serra Caiada, Lagoa de Velhos, Barcelona, Bom Jesus, Lagoa Salgada, Lagoa de Pedras, Tangará, Santa Cruz, Monte das Gameleiras, Serra de São Bento, Passa e Fica, Lagoa D`anta, Monte Alegre, Ielmo Marinho, Santa Maria, Senador Eloi de Souza e Campo Redondo.

Opinião dos leitores

  1. Essa adutora está velha, sucateadas e obsoleto, falta manutenção preventiva por parte da CAERN. Este governo do Estado não prioriza o fornecimento de água aos interiores.
    #PRIVATIZAÇÃO DA CAERN JÁ

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RN

VÍDEO: Vazamento em adutora causa suspensão do abastecimento de água em 30 cidades do RN

Um vazamento de grandes proporções registrado nesta terça-feira (26) na adutora Monsenhor Expedito causou a suspensão do abastecimento de água para 30 cidades potiguares.

O vazamento foi registrado às margens da rodovia estadual RN-002, em uma ponte perto da Comunidade do Fontes, em Monte Alegre.

Segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), ao tomar conhecimento do problema, a empresa desligou o sistema de abastecimento para conter o vazamento e tomar as medidas cabíveis.

A empresa não informou prazo para conserto do vazamento e religamento do sistema.

As cidades com abastecimento suspenso são:

  • Barcelona,
  • Boa Saúde,
  • Bom Jesus,
  • Campo Redondo,
  • Coronel Ezequiel,
  • Ielmo Marinho,
  • Jaçanã,
  • Japi,
  • Lagoa D`anta,
  • Lagoa de Pedras,
  • Lagoa de Velhos,
  • Lagoa Salgada,
  • Lajes Pintadas,
  • Monte Alegre,
  • Monte das Gameleiras,
  • Passa e Fica,
  • Rui Barbosa,
  • Santa Cruz,
  • Santa Maria,
  • São Bento do Trairi,
  • São José de Campestre,
  • São Paulo do Potengi,
  • São Pedro,
  • São Tomé,
  • Senador Elói de Souza,
  • Serra Caiada,
  • Serra de São Bento,
  • Serrinha,
  • Sítio Novo,
  • Tangará.

 

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Geral

Áudio de moradora de Copacabana sobre fãs de Lady Gaga viraliza: “Tsunami de viado

Os dias que antecedem o show de Lady Gaga no Rio de Janeiro têm sido de muita expectativa para os fãs da artista, mas de uma certa apreensão para os moradores de Copacabana. Assim como Madonna, no ano passado, a “Mother Monster” se apresenta de graça num palco montado na praia e tem reunido pessoas de todo o Brasil.

Um áudio de uma moradora de Copacabana viralizou nas redes sociais após a carioca afirmar que o Rio de Janeiro está “sitiado” pelos fãs da artista norte-americana. Na gravação, ela ainda explica a diferença entre os seguidores de Lady Gaga e de Madonna.

‘Cidade sitiada’, ‘Tsunami de viado

“Copacabana tá uma loucura. Tem viado em qualquer esquina. Avenida Atlântica, viado. Nossa Senhora de Copacabana, viado. Não tem por onde andar, tá sitiada. É muito. Dessa vez não tá nem chovendo, tá caindo granizo, tá caindo temporal de viado, tá demais”, diz a moradora na gravação.

“Agora, não é igual a bicha da Madonna, é diferente. Elas não são iguais, são diferentes, eu percebi isso. Os viados da Madonna tem um estilo mais clássico, são as bichas mais velhas, e a da Lady Gaga são as bicha mais violentas. Tem outro estilo, elas são mais jovens. Tanto as bichas quanto as lésbicas”, observa.

A moradora encerra o áudio aos risos, afirmando que o Rio de Janeiro foi atingido por um “tsunami” de fãs de Lady Gaga. “Tsunami de viado, já chegou lá no espaço de tanto viado que tá aqui em Copacabana”, encerra.

Com informações da Coluna de Fábia Oliveira – Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Grande parte dessa geração está desnorteada, parece estar perdida, não sei o que eles esperam para o futuro, será que tem algum futuro?

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Geral

Vazamento de adutora deixa cinco cidades potiguares sem água

Foto: Agência Brasil

Um vazamento da adutora entre Senador Elói de Souza e Lagoa de Velhos deixou cinco cidades potiguares com abastecimento de água suspenso. Segundo a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), a previsão é finalizar o serviço na tarde desta segunda-feira 25.

Quando o serviço for concluído, será retomada a distribuição de água para as cidades de Lagoa de Velhos, Sítio Novo, Barcelona, Rui Barbosa e São Tomé. O prazo de normalização é de até 72h após o serviço.

Carnaúba dos Dantas

Carnaúba dos Dantas teve abastecimento suspenso às 11h30 deste domingo 24, após vazamento em rede de água que abastece à cidade. A previsão é concluir o novo serviço no sistema local até 18h de segunda-feira 25. A normalização do abastecimento está previsto para ocorrer em até 48 horas após o envio de água ser retomado.

Jardim do Seridó

A cidade de Jardim do Seridó teve uma interrupção temporária de envio de água na manhã de domingo 24. O envio de água foi retomado por volta das 14h30. Na manhã desta segunda-feira 25, por volta das 6h da manhã, o abastecimento para Jardim será interrompido para a Caern executar o serviço de reparo em adutora, que também abastece Carnaúba dos Dantas. O sistema será religado para Jardim no início da noite de segunda 25. A normalização ocorre em até 72 horas, após religar.

Agora RN

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