Morreu nesta quinta-feira (27), na Colômbia, a segunda testemunha que prestaria depoimento nas investigações do escândalo Odebrecht neste país. Rafael Merchán, 43, foi encontrado sem vida em seu apartamento, em Bogotá.
A empreiteira brasileira teria pago, segundo declarou ao Departamento de Justiça dos EUA, US$ 11 milhões (R$ 42,6 milhões) em subornos e caixa 2 a candidatos. Investigação da procuradoria-geral do país, porém, vem apontando que o valor seria muito mais alto —84 bilhões de pesos (R$ 87,9 milhões).
Depois da morte misteriosa de Jorge Enrique Pizano, cujo corpo foi encontrado sem vida em sua chácara e as investigações ainda não levaram a uma conclusão definitiva, a morte de Merchán, um ex-funcionário do governo Juan Manuel Santos (2010-2018), traz mais interrogações às investigações.
Folhapress

Será q ñ tem a participação da facção petista por dessas mortes? Sim, pq essa facção tem ramificações em vários país, e o modus operandi está bem parecido. A turma q eliminou Celso Daniel!!
Queima de arquivo?
Bem parecido com o caso Celso Daniel.
A tendência é morrer mais envolvidos, muito dinheiro acumulado tem os beneficiados, com certeza esse dinheiro sujo será utilizado para aniquilar o inimigo e os delatores com poder de fogo. Jamais esses assaltantes dos cofres públicos vão querer devolverem o que roubaram dessa nações. Aqui no Brasil temos o luladrão, comandou tudo e tem muito dinheiro intocado, tanto aqui como no exterior, da micharia que tem no Brasil, parte está com seu filho bilionário, e se a receita federal fizer uma devassa fiscal no patrimônio do lulinha ladrão, dificilmente ele não perderá alguns bilhões de reais. Vamos esperar o Moro implementar as medidas de controles dessa bagunça.