Diversos

SEM BIG BANG. Um dos maiores físicos do Brasil acredita que o Universo não teve começo e nem fim; sempre existiu, e pulsa em ciclos

Foto: Reprodução/Super Interessante

No Budismo, o Universo é eterno, sem começo ou fim. Existem apenas ciclos de criação e destruição, chamados mahākalpa. Cada mahākalpa tem quatro subdivisões temporais, os kalpas. No primeiro kalpa, o mundo nasce, e semideuses reluzentes com 80 mil anos de vida cruzam os céus. O segundo kalpa, em que nós vivemos, é imperfeito, com decadência, guerra e miséria. O terceiro estágio é a dissolução do cosmos em fogo. E o quarto é o vazio absoluto – um interlúdio. É então que o vento primordial planta a semente do próximo mahākalpa.

Trata-se de uma cosmologia cíclica, típica das religiões do subcontinente indiano. Ela é bem diferente da criação na concepção judaico-cristã, em que Deus faz o mundo, vê que ele é bom e deixa o reality show rolar – sem data de validade. Todas as etnias têm uma cosmologia, que se apresenta em um desses dois tipos: ou o Universo é eterno e cíclico, ou emergiu em um instante único.

Essa dicotomia básica se mantém viva entre os cosmólogos – físicos que investigam a estrutura e a história do cosmos. A maioria deles advoga que o Universo teve um início definido, num estado denso e quente, e vem se expandindo desde então (o Modelo Cosmológico Padrão, popularmente chamado de Big Bang). Mas um grupo divergente propõe que o Universo infla e esvazia como um balão – e que a fase de expansão atual, em que as galáxias estão se afastando umas das outras, foi precedida por uma fase de contração. Um mahākalpa anterior ao nosso.

Um dos maiores estudiosos de universos cíclicos trabalha em um escritório no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), no bairro carioca da Urca. Mário Novello nasceu no Rio de Janeiro em 1942, filho de imigrantes italianos da província da Calábria. Aos 12 anos, ganhou do pai o livro O Universo e o Sr. Einstein, de Lincoln Barnett. E decidiu que dedicaria a vida à cosmologia – ainda que a palavra sequer existisse na época. “Meu pai riu e falou: bom, compete a você fazer isso. Acabou que aconteceu mesmo.”

Novello cursou física na Faculdade Nacional de Filosofia (hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro, a UFRJ) com alguns professores lendários – como José Leite Lopes, especialista em partículas que se doutorou em Princeton orientado por Wolfgang Pauli. Leite, diga-se, foi um dos fundadores do CBPF, onde Mário começou a estagiar durante a graduação. Era um lugar bem frequentado: às vezes, César Lattes, um dos descobridores da partícula subatômica méson pi, fazia uma visita.

Em 1968, com o decreto do AI-5, Leite Lopes foi cassado pela Ditadura Militar. Preocupado com os rumos da ciência nacional sob a opressão do regime, ele recomendou a seu pupilo que fosse fazer doutorado na Universidade de Genebra, na Suíça, com Josef-Maria Jauch. Foi então que Novello saiu do mundo das partículas subatômicas – área de especialização de seu mentor brasileiro – e começou a se envolver com o estudo do cosmos, seu objetivo desde a adolescência.

Em 1979, já com uma carreira sólida, Novello publica um modelo pioneiro de Universo com boucing, isto é: um Universo como o proposto pelo Budismo – que de tempos em tempos entra em colapso, atinge um tamanho minúsculo e volta a se expandir, reciclando seu conteúdo de matéria e energia. Nessa visão, não há Big Bang: o Universo não precisa ser criado, porque ele sempre existiu. É um debate esotérico, que deve ser explicado com calma. Se o Universo se expande, como pode ele se contrair? O que exatamente é o Big Bang? Houve algo antes dele? Para entender a obra de Novello, é preciso mergulhar na física do século 20. Vamos nessa.

A origem

Imagine que a Terra e todos os astros desapareceram. Só resta você, flutuando no vácuo escuro. Mas ainda é possível ir para cima e para baixo, para frente e para trás. Percorrer as três dimensões. Esse é o espaço em sua forma bruta, e na visão de Newton ele era algo estático: um mero cenário em que a realidade se desenrola. Foi só quando Einstein publicou a Relatividade Geral, em 1915, que isso mudou. As novas equações abriram espaço para uma percepção bizarra: a de que o espaço em si – o tecido do Universo – pode se contrair ou se expandir. Albert, conservador, se negou a acreditar nesse enche-e-esvazia. Por isso, em 1917, ele bolou a constante cosmológica: um número que força as equações a descrever um Universo estático, condizente com o preconceito vigente.

Outros físicos tiveram a mente mais aberta. Em 1922, o russo Alexander Friedmann sacou que a constante cosmológica era um adendo desnecessário, e resolveu as equações de Einstein de maneira a gerar um Universo em expansão. Cinco anos depois, em 1927, o padre belga Georges Lemaître (que, apesar da carreira eclesiástica, tinha doutorado no MIT) refez o trabalho sem saber da obra do colega russo. Einstein odiou. “Seus cálculos estão corretos, mas sua física é abominável”, disse. Ou seja: não é porque uma conta deu certo que ela descreve o mundo como ele é.

Einstein estava certíssimo. O problema é que a conta errada, neste caso, era a dele. A prova cabal veio em 1929, quando Edwin Hubble observou que a maioria das galáxias visíveis estão se afastando de nós. Aquelas que estão duas vezes mais longe se afastam duas vezes mais rápido, as que estão três vezes mais longe se afastam três vezes mais rápido. Isso ocorre porque – adivinhe só – o Universo em si está mesmo se expandindo, o que aumenta a distância de qualquer ponto em relação a qualquer outro ponto. É como colar moedas na superfície de um balão murcho e então enchê-lo. Da perspectiva de qualquer uma das moedas, as demais moedas vão se afastar. Afinal, é a borracha embaixo delas que estica.

Uma consequência peculiar de um Universo em expansão é que, se ele fica cada vez maior no futuro, é porque ele foi menor no passado. E menor significa mais apertado, quente e denso. Usando um número chamado constante de Hubble – a taxa de separação das galáxias –, dá para fazer engenharia reversa com as equações da Relatividade e concluir que houve um momento em que todas as galáxias coexistiam em um “ponto” só. Esse “ponto” é tão pequeno que não possui dimensão alguma. É uma singularidade, que Lemaître chamou de “átomo primordial”.

O astrônomo Fred Hoyle zombou da ideia na TV, chamando-a de “teoria do Big Bang”. O tiro saiu pela culatra, e o nome ficou. Depois, nos anos 1960, teoremas dos britânicos Stephen Hawking e Roger Penrose confirmaram que, dadas certas condições, as singularidades não são uma aberração: elas podem existir no arcabouço de Einstein. Na mesma época, em 1965, Arno Penzias e Robert Wilson descobriram uma interferência misteriosa em uma antena de rádio causada por resquícios de radiação que, depois descobriu-se, eram uma relíquia dessa época primordial, quente e densa. As evidências favoráveis ao Big Bang se acumularam. Mas ele precisava de ajustes.

Os balões aqui atrás são o Universo. Na cosmologia hegemônica do Big Bang, eles nunca vão parar de inflar: o destino do cosmos é se expandir para sempre. (Felipe Del Rio/Superinteressante)

Inflados e quicantes

Olhar para o céu é olhar para o passado. Quando alguém diz que uma estrela está a 500 anos-luz de nós, a ideia é que a luz dessa estrela demora 500 anos para alcançar nossos olhos. A coisa mais antiga que podemos ver no céu foi emitida 300 mil anos após o Big Bang e acaba de ser mencionada no parágrafo anterior: é a tal radiação captada pela antena de Penzias e Wilson, chamada radiação cósmica de fundo. E ela tem uma característica crucial: é extremamente homogênea. Áreas muito distantes entre si, que os cálculos do Big Bang indicavam jamais terem entrado em contato no passado, exibiam propriedades idênticas.

O problema nisso é o seguinte: se você está com a mão fria e pega na mão quente de outra pessoa, logo as duas mãos atingem o equilíbrio térmico. Mas duas áreas do Universo separadas por distâncias descomunais não poderiam estar em equilíbrio. E essa dúvida o Big Bang de Lemaître não responde.

Para resolver este e outros problemas, em 1979, os astrônomos Alexei Starobinsky na URSS e Alan Guth nos EUA tiveram a ideia da inflação. Um pequeno ajuste ao modelo clássico. A hipótese afirma que, originalmente, todas as áreas do Universo primordial estavam próximas o suficiente umas das outras e, por isso, tornaram-se homogêneas. Então, houve um período brevíssimo de expansão acelerada em que diferentes regiões do Universo simplesmente saíram do campo de visão uma da outra. Agora, a expansão desacelerou, e essas áreas estão retomando contato

Na explicação mais aceita, o Universo começou em um estado quente e denso há 13,8 bilhões de anos, e vem se expandindo desde então. Entenda a visão da origem do cosmos predominante na Física:

1. Singularidade?

Só uma teoria quântica da gravidade, que ainda não existe, pode explicar o momento inicial – onde a Relatividade de Einstein “dá defeito” e prevê a existência um ponto de dimensões infinitamente pequenas chamado singularidade. A natureza da singularidade é insondável para a física disponível hoje, e muitos teóricos que trabalham com a hipótese da inflação preferem não abordar essa questão.

2. Inflação

Um período de estiramento acelerado em um passado profundo garante a uniformidade na distribuição de matéria e energia no Universo.

3. Energia Escura

Hoje, uma força misteriosa que se manifesta matematicamente na forma da já mencionada constante cosmológica de Einstein acelera novamente a expansão do cosmos – impedindo que ele volte a se contrair um dia.

Outro mistério do Big Bang é a singularidade em si. Quando um infinito (nesse caso, um “ponto infinitamente denso”) aparece em uma conta, em geral é sinal de que a teoria não é capaz de explicar o que ocorre ali, e não de que o infinito existe mesmo. Alguns defensores da inflação cósmica afirmam que ela elimina a necessidade da singularidade, mas o próprio Alan Guth, em 2003, afirmou que o passado de seu modelo é incompleto: mesmo que tenha ocorrido uma inflação, isso não diz nada sobre se houve uma singularidade antes dela, no início de tudo. “No cenário convencional, a inflação não descarta a singularidade, mas a esconde”, diz Novello. Ou seja: é interessante construir modelos que não exigem uma singularidade.

A hipótese cíclica de Novello resolve essas duas questões. Por um lado, explica a uniformidade na temperatura e em outros parâmetros: diz que todas as áreas do Universo já entraram em contato antigamente, na fase de contração que veio antes do Big Bang. Isso elimina a necessidade de incluir um período de inflação. Além disso, Novello elimina a singularidade que existiria entre o colapso do ciclo anterior e o início do novo ciclo. Antes de colapsar completamente, o tecido do espaço volta a se expandir [veja o gráfico abaixo], sem passar pela singularidade. “Nos anos 1970, Novello foi um pioneiro em testar universos eternos sem a singularidade inicial”, explica Juliano Neves, pós-doutorando pela UFABC.

1.Fase de contração

O Universo anterior entra em colapso e se compacta. Suas irregularidades são eliminadas e ele é uniformizado.

2. O Big Bounce

Em vez de um Big Bang, em que o Universo surge do na-da, aqui ele só volta a crescer após a fase de contração.

3. Não há período…

…de inflação. A distribuição uniforme de matéria e energia é explicada pela compactação do cosmos anterior.

4. O novo ciclo

O Universo volta a se contrair, para passar pelo próximo Big Bounce e reiniciar o ciclo.

Antes de abraçar a hipótese cíclica, é importante voltar à frase de Einstein: os cálculos podem até estar certos, mas isso não significa que sejam verdade. “O modelo com inflação de 1979 é o mais simples e elegante”, diz Raul Abramo, professor do Instituto de Física (IF) da USP. “Eu não consigo enxergar essa vantagem nos modelos cíclicos. Há uma dificuldade na implementação prática, eles não concordam com as observações. A física não se dá bem com modelos que exigem modificações em várias constantes para funcionar.”

De fato, é uma época difícil para defender a hipótese de Novello. Desde 1998, sabemos que a expansão do Universo é acelerada por algo de natureza misteriosa apelidado de energia escura. A descoberta rendeu o Nobel de 2011. Nesse ritmo de expansão, é difícil imaginar um cenário convincente em que o espaço volte a se contrair no futuro, para reiniciar um próximo ciclo. Mas há muito debate em torno da interpretação dos dados associados à energia escura (bem como em torno de muitos outros dados), de maneira que é impossível descartar de vez qualquer modelo. A mesma energia que hoje acelera o Universo pode ser responsável por fazê-lo se contrair posteriormente – e por evitar o colapso em uma singularidade.

Porém, seja a hipótese do Universo eterno plausível ou não, ela tem uma virtude inegável: fazer com que mais físicos tenham ideias do zero – e busquem conversar com áreas como a filosofia – em vez de seguir caminhos já trilhados. “Hoje, nós estamos partindo das equações e esquecendo dos princípios”, diz José Helayël-Neto, físico de partículas e colega de Novello no CBPF. “É muito mais fácil partir de um modelo que já existe, que foi feito por um Prêmio Nobel. Você tem acesso imediato a publicar seu trabalho em periódicos científicos respeitados.”

Ao longo da carreira, Novello orientou dezenas de mestres e doutores, escreveu livros de divulgação científica para o público leigo e realizou eventos que promovem o diálogo entre exatas e humanas. Sempre com a intenção de tornar a física uma ciência acessível e pensante – que construa em cima das velhas ideias em vez de apenas repeti-las. Eis uma teoria de sucesso irrefutável.

Super Interessante

 

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Polícia

Mortos no Jacarezinho exibiam ‘feirão das drogas’ na internet, aponta relatório

Foto: Reprodução

“Se é lindo em silêncio, imagina cantando”. A frase seguida da foto de um fuzil foi postada em uma das contas do Twitter identificada como sendo do traficante escreveu Isaac Pinheiro de Oliveira, conhecido como “Perturbado”.

Ele foi um dos 27 mortos na operação Exceptis, realizada pela Polícia Civil na favela do Jacarezinho, na última quinta-feira (6). Logo após ser morto pela polícia, ele recebeu mensagens de uma série de pessoas, como um amigo que disse “nós sabemos da sua revolta e o porquê entrou, hoje vai restar saudade”.

Um mês antes da operação da polícia civil do Rio de Janeiro no Jacarezinho, Maurício Ferreira da Silva, conhecido como “Magneto”, postou um vídeo em sua conta do Twitter.

A imagem mostrava ele e outro rapaz usando lança-perfume durante uma festa na comunidade. “Tbt com meu irmãozao liberdade já pra ti solta juiz” (sic.) era a legenda. Maurício também foi um dos mortos pela polícia durante a ação.

“Tbt” é uma expressão em inglês que significa “throwback thursday”, algo como “quinta-feira nostálgica” em português, utilizada no compartilhamento de fotos e vídeos antigos.

Assim como ele, a maior parte dos suspeitos citados em um relatório da inteligência policial entregue ao Ministério Público usava a rede social como meio de comunicação, para ostentar armas e drogas.

Eles se gabavam de pertencerem ao tráfico de drogas passaram a recebem pelo próprio Twitter homenagens dos parentes, amigos e namoradas que continuam a compartilhar mensagens. Alguns até mudaram a foto de perfil para a imagem de um jacaré, com palavras de luto e homenagens ao que chamam de “família Jacaré”.

Foto: Reprodução

No dia 30 de janeiro, Isaac anunciava um “feirão da droga” na localidade invadida pelos policiais. “Maconha de galo, boca do fundão, é ela, pedação do quilo, quadradão”, exibindo tijolos de maconha prensada a R$ 50.

“Começou o feirão da droga”, fala em vídeo que foi printado pela polícia e incluído no relatório. Quinze dias antes, a oferta era de tijolos menores, “tá forte!”, dizia ele.

Parte das postagens que ostentam drogas, armas e apologia ao crime continuam disponíveis para acesso no Twitter. Pelo menos 12 contas que são citadas ou relacionadas às citadas no relatório foram excluídas ou suspensas. Contas de pessoas que homenagearam os mortos e são citadas no relatório também foram fechadas para impedir visualizações de quem não é seguido pelas páginas após a preparação do relatório.

O Twitter tem usado inteligência artificial para ajudar no controle de postagens abusivas. Em nota enviada à CNN, a empresa diz que “tem regras que determinam os conteúdos e comportamentos permitidos na plataforma” e que as violações a essas regras “estão sujeitas às medidas cabíveis”. “Temos sido cada vez mais proativos em detectar possíveis comportamentos abusivos, mas também contamos com as denúncias das pessoas nesse esforço”, completa a nota.

Questionados se as contas foram apagadas por conta do relatório ou se fizeram uma parceria com a Polícia Civil, eles não responderam. A plataforma também não informou quantas contas apontadas como relacionadas com os suspeitos de tráfico no Jacarezinho foram removidas ou suspensas.

As imagens e propagandas divulgadas pelo Twitter ainda revelam que festas eram realizadas no “pistão do Jacarezinho”, mesmo durante o isolamento social e as restrições impostas pelas autoridades municipal e estadual do Rio de Janeiro. Como uma festa que aconteceu no dia 12 de dezembro, com 11 artistas, queima de fogos e “bebidas à venda no local”.

“É o Jacaré! Se nós não pode ir à praia, nós faz a praia, melhor gestão” (sic.), diz um homem em outro vídeo mostrando drogas e notas de R$200. As fotos e vídeos ainda mostram os traficantes uniformizados com chapéus, coletes, roupas camufladas, camisetas personalizadas, abadás com a imagem do jacaré e cifrão de dinheiro e usando comunicadores e armas.

Algumas imagens que trazem armas escondem os rostos com ‘emoticons’ [desenhos utilizados para ilustrar reações nas redes sociais] para não caracterizar crime, mas fica evidente que se trata dos detentores dos perfis mapeados pela polícia.

Os perfis apontados pela polícia e acessados pela CNN ainda mostram que traficantes de diferentes comunidades se comunicavam. As mensagens de apoio vem de lugares como os complexos do Alemão e da Penha.

Também no Twitter, uma homenagem aos que morreram foi feita em forma de composição musical. “Nós do ‘Jaca’ tá boladão, nossa luta não é em vão, que saudade dos amigos que se foi pela facção” (sic.), diz um trecho da música.

Além dos apelidos, ainda há referências a localidades, como a ‘boca do Fundão’ e a ‘boca da Vasco’ nos perfis mantidos na rede. Alguns suspeitos fazem postagens pornográficas com cenas de sexo explícito e compartilham imagens do cotidiano da comunidade.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Por Deus, não deixe a Mariana ver isso, pois a narrativa dela será atrapalhada. Ela tem tanto dó de bandido…

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Acidente

VÍDEO: Acidente grave envolvendo carro e ônibus é registrado em retorno da BR-101 norte

Um acidente grave foi registrado na manhã desta quarta-feira(12) na entrada de Punaú, no litoral norte potiguar, cerca de 65 km da capital.

Informações preliminares dão conta que um carro foi atingido por um ônibus no retorno da BR-101, sentido Natal-Touros. A colisão atingiu o meio do veículo, que foi parar fora do acostamento.

Imagens que não têm condições de publicação neste post mostram o motorista do carro de cor branca preso às ferragens.

Veja abaixo:

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Saúde

Estudo da UFRN mostra benefícios de aminoácido encontrado na cebola e no alho no tratamento de complicações causadas pela diabetes e ganha destaque internacional

Foto: Ilustrativa

Terceira maior causa de mortes naturais no Brasil, o diabetes atualmente acomete ao menos 13 milhões de pessoas no país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes. Caracterizada pela incapacidade do organismo de produzir ou utilizar adequadamente a insulina, hormônio responsável pelo controle do nível de glicose no sangue, a doença pode levar a graves complicações se não for devidamente tratada.

Por outro lado, é possível conviver com diabetes e levar uma rotina relativamente normal, desde que os tratamentos recomendados sejam seguidos e uma alimentação saudável faça parte do cotidiano. Ainda assim, a busca para melhorar a qualidade de vida das pessoas acometidas pela doença e para evitar que ela seja adquirida movimenta o meio científico a todo o momento.

Assim, um estudo, realizado pelo grupo de pesquisa Plasticidade Morfofuncional dos Sistemas Orgânicos. Microscopia Celular e Tecidual, evidenciou que a substância s-metil cisteína pode amenizar os efeitos danosos da diabetes no intestino. O aminoácido está presente em vegetais do gênero allium, como o alho (Allium sativum) e a cebola (Allium cepa L), e sua atuação no organismo foi descrita em um artigo.

Intitulado Sulfóxido de S-metil cisteína melhora as alterações morfológicas duodenais em ratos diabéticos induzidos por estreptozotocina, o trabalho foi publicado recentemente, recebendo destaque na capa em edição impressa do periódico científico Tissue and Cell. Concluída a fase pré-clínica, os pesquisadores vão investigar outros fatores e preparar o caminho para testes com pacientes diabéticos.

O trabalho foi publicado recentemente, recebendo destaque na capa em edição impressa do periódico científico Tissue and Cell. (Foto: Divulgação)

Entre os benefícios apresentados pela substância estão o seu efeito hipoglicemiante, ou seja, a capacidade de reduzir a glicose no sangue, e sua atuação anti-inflamatória, ao modular a interleucina 10 e o fator nuclear kappa B. Outra característica demonstrada foi a diminuição de alterações no volume da mucosa intestinal causadas pela hiperglicemia. Essas alterações intestinais, em diabéticos, geralmente estão associadas a distúrbios gastrointestinais como diarreia crônica e atraso no esvaziamento gástrico.

“A administração desse aminoácido pode ser uma terapia alternativa promissora para as alterações intestinais causadas pela Diabetes Mellitus. No entanto, mais estudos são necessários para compreender totalmente os mecanismos moleculares subjacentes envolvidos”, Valéria Milena Dantas de Castro, autora principal do artigo, desenvolvido em seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Biologia Estrutural e Funcional do Centro de Biociências (CB/UFRN).

No entendimento da professora do Departamento de Morfologia e coautora do artigo, Naisandra Bezerra da Silva Farias, os resultados do trabalho apresentam indícios interessantes. Para a pesquisadora, ainda é preciso compreender melhor como a substância atua em outras partes do organismo.

“São resultados importantes pois demonstram que uma dieta saudável com a inclusão da cebola pode amenizar danos teciduais relacionados à diabetes. O grupo ainda está desenvolvendo estudos avaliando a ação do aminoácido em outros órgãos, como vasos sanguíneos e rins, uma vez que os sistemas circulatório e urinário são os mais afetados pela doença”, revela Naisandra.

Diante das informações geradas por essa etapa do estudo, o grupo pretende avançar no conhecimento da ação da s-metil cisteína. “Esperamos, em um futuro próximo, que nossos resultados possam contribuir para o desenvolvimento de pesquisas clínicas em humanos”, planeja a professora Naisandra

Também contribuíram com a autoria do artigo os pesquisadores Karina Carla de Paula Medeiros, Fernando Vagner Lobo Ladd, Raimundo Fernandes de Araújo Júnior e Bento João Abreu, do Departamento de Morfologia (DMOR/UFRN), Licyanne Ingrid Carvalho de Lemos e Lucia de Fátima Campos Pedrosa, do Departamento de Nutrição (DNUT/UFRN), e Thaís Gomes de Carvalho, do Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRN).

Todos os autores são integrantes do grupo de pesquisa Plasticidade Morfofuncional dos Sistemas Orgânicos. Microscopia Celular e Tecidual. Com caráter multidisciplinar, o grupo reúne profissionais e pesquisadores de diversas áreas da saúde para buscar alternativas voltadas aos danos causados no organismo pela diabetes. Desde 2010, são desenvolvidas pesquisas investigando a ação da atividade física, de extratos, suplementos e o tratamento com câmera hiperbárica em alterações morfológicas sistêmicas relacionadas à doença.

Com UFRN

 

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Religião

Bispos do RN publicam novas medidas sobre a presença de fiéis nas missas

Com base no decreto do Governo do Estado n° 30.562, de 11 de maio de 2021, autorizamos as celebrações dominicais e nos dias feriados, com a participação presencial de fiéis (30%), podendo chegar a 50% da capacidade se utilizadas as áreas abertas, mediante prévia autorização da vigilância sanitária (Secretaria de Saúde), em todos os horários, respeitando o toque de recolher (22h às 5h).

Esta autorização entra em vigor a partir da data de sua publicação e permanece válida durante todo o período de vigência do decreto estadual ou enquanto não mandarmos o contrário.

Natal (RN), 12 de maio de 2021.

Dom Jaime Vieira Rocha
Arcebispo Metropolitano de Natal

Dom Mariano Manzana
Bispo de Mossoró

Dom Antônio Carlos Cruz Santos, MSC
Bispo de Caicó

Com Arquidiocese de Natal

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Polícia

Polícia Civil encontra 52 celulares com investigado por furto de aparelhos que estavam apreendidos em fórum em Parnamirim

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN noticia que a Polícia Civil encontrou e apreendeu 52 celulares nesta quarta-feira(12), na casa de um homem investigado como suposto integrante de uma esquema que desviava celulares apreendidos em operações policiais e que estavam custodiados no Fórum de Parnamirim, na região metropolitana de Natal.

Segundo a reportagem, a suspeita da polícia é que os aparelhos eram furtados por pessoas de dentro do próprio fórum para serem revendidos. Ainda segundo a reportagem, os celulares apreendidos foram encontrados durante cumprimento de um mandado de busca e apreensão ao imóvel que fica no bairro Vale do Sol.

Mais detalhes AQUI em texto na íntegra.

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Finanças

Quina de São João pode pagar R$ 170 milhões

Foto: Barbara Taeger Photography /Getty Images

A Caixa Econômica Federal começou a receber apostas para o concurso 5.590 da Quina de São João nesta segunda-feira (10). O prêmio será anunciado no dia 26 de junho, a partir das 20h, e é estimado em R$ 170 milhões — o maior valor da Quina, segundo a instituição.

Em 2020, o concurso pagou R$ 152,5 milhões para cinco apostas. Vale ressaltar que os valores da Quina de São João não são acumulativos. Por isso, caso ninguém acerte os cinco números sorteados, o prêmio é dividido entre as pessoas que acertaram quatro números e assim por diante.

A Caixa informa ainda que, caso apenas um ganhador leve o prêmio e decide aplicar todo o valor na Poupança da Caixa, o rendimento no primeiro mês chega a R$ 270 mil.

Veja como apostar

É possível fazer a aposta para a Quina de São João em uma casa lotérica ou pelo portal Loterias Online da Caixa.

No jogo, o apostador deve escolher de 5 a 15 números dentre 80 disponíveis. Ganha quem acertar 2, 3, 4 ou 5 deles. Assim como funciona em outros jogos da Caixa, é possível deixar o sistema escolher os números. Uma aposta simples custa R$ 2.

A Caixa disponibiliza também o Bolão Caixa, que dá aos apostadores mais chances de ganhar. O preço mínimo dessa aposta é de R$ 10.

CNN Brasil

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Geral

Moradores denunciam supostas festas clandestinas em localidade de Cotovelo, no litoral sul potiguar, e reclamam de falta de averiguação de autoridades

Moradores da praia de Cotovelo, no litoral sul potiguar, reclamam da falta de providências das autoridades de segurança sobre denúncias sobre supostas festas clandestinas que acontecem semanalmente, em uma localidade por trás do Condomínio Corais de Cotovelo e após um outro empreendimento.

Entre as queixas, som alto, que seria ouvido acima de 10 andares de condomínios como o Corais, além de “bebedeira” durante a noite até o início do dia.

Segundo moradores dos arredores, as reclamações foram comunicadas diversas vezes ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), mas até o momento nenhuma providência para averiguação da ocorrência foi tomada.

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Polêmica

Cena clássica de romantismo de Branca de Neve entra na mira dos canceladores, com pedido até de história reescrita: “beijo não foi consentido”

Foto: Reprodução

Os parques da Disney nos Estados Unidos reabriram após mais de um ano fechados devido à pandemia. O parque da Califórnia, que foi aberto em 1955, reformou alguns dos brinquedos clássicos. O tour “As aventuras assustadoras da Branca de Neve na Disneylândia” ganhou uma nova versão, “O desejo encantado de Branca de Neve”.

Bastou a primeira crítica sobre a nova atração para Branca de Neve ser jogada na esteira do cancelamento. Seguiu o destino de Pepe o Gambá, Ligeirinho e Piggy dos Muppets. O pior é que ela nem fez nada para justificar o cancelamento, fizeram com ela.

Uma crítica da nova atração, escrita na imprensa local da Califórnia, berço do Zen-Fascismo, frisou que o brinquedo novo não eliminou o principal problema do brinquedo de 1955. E qual é o problema? O beijo do príncipe na Branca de Neve. Ocorre que ela está desacordada, então o beijo não foi consentido.

O final da experiência no brinquedo é justamente com a cena do beijo. Para os críticos do SFGate, é um absurdo a Disney ter mantido a história. O melhor seria ter refeito a cena, colocando um final novo para a Branca de Neve. Você não leu errado, é isso que defendem.

“Já não concordamos que o consentimento nos primeiros filmes da Disney é um grande problema? Que ensinar às crianças que beijar, quando não foi estabelecido se ambas as partes estão dispostas a se envolver, não está certo? É difícil entender por que a Disneylândia de 2021 escolheria adicionar uma cena com ideias tão antiquadas do que um homem pode fazer com uma mulher, especialmente dada a ênfase atual da empresa em remover cenas problemáticas de passeios como Jungle Cruise e Splash Mountain . Por que não reinventar um final de acordo com o espírito do filme e a posição de Branca de Neve no cânone da Disney, mas que evite esse problema?”, diz a crítica do SFGate, que virou centro de debate na internet.

Eu não sei se a Branca de Neve que eu vi é a mesma. Que eu me lembre, ela não podia consentir porque estava morta. Comeu a maçã envenenada e morreu. Pode beijar o cadáver de uma mulher que você amava? Essa problematização começou a ficar bem mais interessante na minha mão. E também mais adequada à infância.

Se é para problematizar, vamos problematizar direito. Branca de Neve tem a madrasta interesseira, o pai que abandona filha por causa de mulher, a obsessão por beleza, o desejo de eterna juventude, o estigma da inveja entre mulheres, o homem como único objetivo de vida e salvação da mulher, estigmatização da velhice e não vou nem começar a analisar os anões senão não acabo o texto esta semana.

Pepe o Gambá e Ligeirinho foram acusados de racismo pelos sotaques. No final, acabaram absolvidos no Supremo Tribunal da Internet. Mas ainda viria a pancada final, o abuso. Pepe o Gambá tenta beijar suas pretendentes à força. Acabou sendo o primeiro cartoon demitido da história.

Depois a Miss Piggy, tão usada nos xingamentos políticos brasileiros, acabou cancelada também. Quem viu os Muppets sabia o quanto ela era cruel e abusiva com todos, sobretudo com Caco, o sapo. A internet deu-se conta disso um belo dia e tentou colar Miss Piggy na rabeira do cancelamento de Pepe o Gambá.

A discussão toda sobre cartoons abusivos com outros cartoons seria apenas ridícula não fosse uma ideia muito perigosa que começa a surgir, a de reescrever a história. Todo autoritarismo se estabelece apagando a história e reescrevendo à sua própria maneira. Vamos reescrever todas as referências culturais até que não tenhamos mais nenhuma, é isso?

Aparentemente, há uma boa intenção, a de ensinar a crianças que um beijo de amor deve ser consentido. O método escolhido é sair fuçando todas as histórias de ficção com beijos não consentidos e pedir que esse trecho seja mudado. Quem disse que o método funciona? Alguém comprovou? Não. Ocorre que ele funciona para outra coisa.

Vivemos uma enorme confusão entre militância e autoajuda. Qualquer militância é chatíssima porque precisamos aprender com os divergentes e convencer os que têm opinião diferente. Cancelar personagem de desenho animado não muda nada na prática nem convence ninguém. Aliás, tem o risco contrário.

Ocorre que ninguém está militando por crianças, consentimento ou um futuro melhor, está apenas buscando aprovação dentro do próprio grupo. As pessoas querem fazer parte de algo importante, mostrar ao seu grupo social que se preocupam. Para isso, funciona. Fulana disse que o príncipe deveria ter pedido consentimento da Branca de Neve, olha como ela se preocupa com as mulheres.

Nas redes sociais, acaba virando uma espécie de competição. Quem consegue atrair mais atenção para si? Tem lá a sugestão de apagar o final da Branca de Neve. Daí virá outro malhando outro personagem e assim sucessivamente. Não querem construir nada diferente, querem atenção atacando algo que os outros gostam. Dentro do grupo para quem a causa é importante, serão vistos como ousados, valentes.

A cultura muda quando criamos novas referências tão apaixonantes quanto as anteriores. E elas não cativam o público, sobretudo as crianças, porque são perfeitas. Referências culturais cativam quando são autênticas, por isso não podem ser refeitas.

O mais curioso é que refazer obra alheia, escondendo a impureza, seja visto agora como progressista. Após Concílio de Trento, que acabou em 1563, a Igreja Católica decidiu que tinha muito santo pelado no afresco O Juízo Final, de Michelangelo, na Capela Sistina. Ele morreu em 1564 e vários pintores foram chamados para fazer coberturas nos personagens retratados.

Naquela época, os religiosos acreditavam que a exposição da nudez em pinturas sacras era um incentivo à luxúria e à lascívia. Se suprimida, ajudaria muito. Em 1990 foi feita uma restauração na Capela Sistina e 15 das coberturas de nudez foram removidas. Não consta que tenha havido qualquer mudança significativa na luxúria humana antes e depois das coberturas de nudez do afresco.

Por – Madeleine Lacsko – Gazeta do Povo

 

Opinião dos leitores

  1. Mentes doentias, cheias de raiva e ressentimentos. Querem reescrever a história para adequá-la às suas versões de mundo. Esquerdistas bizarros, frutos de lavagem cerebral institucionalizada em escolas e universidades.
    Estão tornando o mundo um lugar pior, chato e conflituoso, achando que estão fazendo o bem.

  2. Se estivessem trabalhando com a mente ocupada não haveria tempo para essas baboseiras. Falta do que fazer mesmo.

  3. Se fosse criança tocando homem nú, duas pessoas do mesmo sexo se acariciando ou beijando, não haveria todo esse mimimi, era arte?. Uma cena clássica de amor, em nome da vida e os revoltados imorais ficam criando caso. Não tem mais o que fazer?

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Diversos

Confira o novo decreto estadual, com fim do toque de recolher integral aos domingos e feriados, além de flexibilizações no comércio, aulas presenciais, igrejas e mais

Foto: Reprodução/DOE

Um novo decreto que flexibiliza as medidas restritivas de combate à Covid-19 do Rio Grande do Norte foi publicado nesta quarta (12), com validade até 27 de maio. Entre as principais flexibilizações, foi oficializado que o toque de recolher passa a ser das 22h às 5h todos os dias da semana, enquanto o toque de recolher em tempo integral aos domingos e feriados foi extinto.

No quesito ESCOLAS, fica autorizada a retomada do ensino híbrido (presencial e online) em escolas públicas e privadas. As instituições de ensino poderão ampliar o funcionamento de forma gradual:

– a partir de 17 de maio, o 6º e o 7º ano do ensino fundamental e a 2ª série do ensino médio;

– a partir de 31 de maio, o 8º e o 9º ano do ensino fundamental e a 1ª série do ensino médio;

– a partir de 17 de maio, o ensino técnico profissionalizante.

Já estava permitido o sistema híbrido até o 5º ano do Fundamental I e para a 3ª série do Ensino Médio

Sobre bares, Restaurantes, Food parks e similares, ao contrário dos decretos anteriores, o atual não proíbe venda e consumo de bebidas alcoólicas. Podem funcionar todos os dias da semana, das 11h às 22h, com tolerância de 60 minutos, exclusivamente para o encerramento das atividades presenciais.

Restaurantes localizados no interior de hotéis e pousadas seguem os mesmos protocolos sanitários, permitido, ainda, o funcionamento 24 horas para atendimento aos hóspedes.

Veja ainda mudanças no comércio, igrejas e tempos, parques públicos e esportes coletivos AQUI , em decreto na íntegra do Diário Oficial do Estado.

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Saúde

Nota de pesar: Covid-19 mata mais um policial penal no RN

O Sindppen-RN informa, com profundo pesar, que mais um policial penal morreu em decorrência da Covid-19. Robson Bezerra Verde, de 53 anos, faleceu no final da noite desta terça-feira, 11, em Mossoró.

O policial penal trabalhava na Cadeia Pública de Mossoró. Inclusive, ele se sentiu mal durante o plantão de trabalho e, ao ser levado ao hospital, ficou internado por complicações na saúde decorrentes da Covid-19.

Nessa terça-feira, Robson chegou a ser intubado, mas, no final da noite, não resistiu e morreu. Ele é o terceiro policial penal morto por causa da Covid-19 no Rio Grande do Norte em menos de um mês. O sepultamento de Robson Verde será na cidade de Angicos, na manhã desta quarta-feira, 12.

“Infelizmente, perdemos mais um para este vírus maldito. Primeiro, perdemos nosso colega Tenisvaldo, depois, a guerreira Flávia Roberta, que deixou um bebê recém-nascido, e, agora, Robson Verde. Quantos mais precisarão morrer para que os profissionais da Segurança sejam todos vacinados?”, questiona Vilma Batista.

A presidente do Sindppen-RN, em nome de toda categoria, externa pesar pela morte do policial penal Robson Verde. “Aos familiares, amigos e colegas de trabalho, deixamos aqui nossa solidariedade e nosso sentimento de luto. Estamos em oração para que Deus dê o conforto a cada um que amava nosso colega”.

Vilma Batista também ressalta a necessidade urgente de vacinação dos policiais penais. “Está claro que esses profissionais estão expostos ao alto risco de contágio da Covid-19. O Rio Grande do Norte, infelizmente, está criando uma imagem negativa no país como um estado que não cuida dos seus profissionais da Segurança. A morte de policiais por falta de vacina é mais uma demonstração de desrespeito e negligência”, completa.

 

Opinião dos leitores

  1. “Funcionários do Sistema de Privação de Liberdade” já estão na relação de grupos prioritários do PNI à frente, inclusive, das “Forças de Segurança e Salvamento”.

  2. Muita politicagem em tudo nesse país! Existe o famoso PNI, é feito por quem??? Ministério da Saúde! Se formos colocar toda categoria como prioritária vamos para aonde?? Professores exigem! Militares, exigem! Caminhoneiros, exigem! E ai? Aonde vamos parar?? Todos queremos a vacina, todos precisamos estar imunizados! Demagogia e cara de pau, aqui temos de montão!

    1. Brasil. Vai aprender a escrever corretamente e depois vc comenta.

  3. Porque os policiais não fazem pressão para o Governo Federal incluir no PNI os profissionais de seguranca?

    1. Leia mais um pouco amigo, já fizeram e até o STF já falou que eles não são prioridade.

    2. O PNI é de responsabilidade do Ministério da Saúde. Nele há as prioridades e cabe ao próprio ministério modifica-las. Já disse aqui: profissionais da saúde, educação e segurança eram p estar no topo da lista. Os governos estaduais tem que seguir o que está no PNI.

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