
JOSIAS DE SOUZA
O Planalto obteve no Supremo Tribunal Federal indicativos de que não será acolhido na sessão plenária desta quarta-feira o pedido da defesa de Michel Temer para que a nova denúncia contra o presidente seja suspensa. Diante disso, Temer intensificou desde o último final de semana os preparativos para enterrar na Câmara a peça em que o ex-procurador-geral Rodrigo Janot o acusa de formação de organização criminosa e obstrução à Justiça
Não há no Planalto nenhuma dúvida de que a denúncia de Janot descerá à cova, para ser exumada pela Justiça apenas depois que Temer deixar a Presidência. Vive-se uma cena repetida —um flashback com direito a balcão fisiológico, chantagens dos deputados e um festival de cargos e verbas.
Na votação que sepultou a primeira denúncia, por corrupção passiva, Temer prevaleceu com 263 votos, muito mais do que os 172 que precisava. A oposição cravou 227 votos, bem menos do que os 342 exigidos para autorizar o Supremo a tocar uma investigação contra o presidente da República.
Temer tenta agora melhorar o seu desempenho. É improvável que consiga. Ficará novamente claro que o governo tem maioria para barrar investigações, mas não dispõe de 308 votos para aprovar reformas constitucionais como a da Previdência. Seja como for, Temer avalia que nem a eventual delação do amigo preso Geddel Vieira Lima, por demorada, teria o condão de transformar em derrota sua perspectiva de vitória.
A denúncia de Janot, protocolada no Supremo há cinco dias, já deveria ter seguido para a Câmara. Mas o relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, achou mais prudente dividir sua decisão com os outros dez ministros da Suprema Corte. Teve receio de ser descortês com os colegas, já que o recurso de Temer pede que a denúncia seja barrada. Os advogados alegam que convém esperar o resultado da investigação sobre o áudio que virou do avesso a colaboração premiada da JBS, estimulando dúvidas sobre a validade das provas fornecidas pelos delatores. .
A perspectiva dos auxiliares de Temer é a de que a maioria dos ministros do Supremo considere que, nesta fase, não cabe ao tribunal sustar a denúncia. Antes, a Câmara precisa decidir se vai ou não autorizar a Suprema Corte a julgar se a denúncia de Janot merece o arquivo ou a abertura de uma ação penal.
Ah! se Dilma tivesse pelo menos 1/8 da capacidade de articulação política de Temer… Querida ainda seria nossa presidentA!
Quantos milhões (ou bilhões) esse presidente vai gastar para comprar os deputadosm e quem sabe os senadores, para se proteger de uma acusação? Quem não deve, não teme. Mas como ele teme muuuuiitooo, está gastando o dinheiro do contribuinte para se manter no cargo. Enquanto isso, sofrem as escolas, os hospitais, a segurança, o eleitor… Assassinos não existem só nos presídios não… Acooordeemmm…
Fica fácil, para o Temer. Basta aumentar, novamente, os impostos sobre os combustíveis, como fez tão discaradamente e ainda disse que a população aceita e encherga melhor o Brasil. Assim, bancará com nosso dinheiro mais uma farra da corrupção.
vai jogar carniça para os urubus.
Pensando e analisando!Os frutos do golpe!
O dinheiro pra comprar os deputados e senadores está guardado com Geddel. E agora como vai ser o toma-lá-dá-cá?
Quando temos Provas em abundância saindo pela culatra, onde estão os Paneleiros de Plantão?
Estamos falando de R$ 587 milhões de propina e grave lesão aos cofres públicos. Estamos falando de uma quadrilha que tomou conta do Palácio do Planalto a partir de um golpe. Contra isso precisamos nos insurgir. Mostrar nossa cara e nossa voz até que 342 deputados e deputadas se convençam de que o interesse coletivo deve prevalecer.
O problema não era a Corrupção?