Esporte

Senado aprova pensão especial vitalícia para ginasta Laís Souza: R$ 4.390,24

2014121623849O Senado aprovou na noite desta quarta-feira a concessão de pensão especial vitalícia de R$ 4.390,24 mensais à ginasta e esquiadora Lais Souza, que ficou tetraplégica após grave acidente de esqui, em janeiro, quando treinava em Salt Lake City, EUA, para os Jogos de Inverno em Sochi, na Rússia.

O benefício, que já havia passado pela Câmara dos Deputados, em julho, vai agora à sanção da presidente Dilma Rousseff. O valor da pensão é o máximo previsto pelo Regime Geral de Previdência Social e não pode ser repassado a herdeiros, ou seja, é extinto com a morte do beneficiário.

O projeto foi apresentado pelos deputados Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rubens Bueno (PP-PR). Na justificativa, os parlamentares argumentam que a atleta se acidentou quando treinava para representar o Brasil. Afirmam também que a família de Laís, de origem humilde, de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, não tem recursos para manter seu tratamento.

O relator do projeto no Senado foi Eduardo Suplicy (PT-SP), que defendeu a concessão do benefício a Laís, de 26 anos. A pensão, disse o senador, vai garantir a continuidade da recuperação da atleta. “É necessária e urgente a obtenção de uma fonte permanente de subsistência, suficiente para auxiliar Laís a conviver com sua nova realidade”, defendeu Suplicy em seu relatório.

Na terça-feira Laí foi homenageada na entrega do Prêmio Brasil Olímpico, que premiou os melhores do esporte no país em 2014. Na solenidade, coube a ela anunciar o nome da vencedora da categoria Atleta da Torcida, prêmio entregue à ginasta Flavia Saraiva, de apenas 15 anos. Laís foi aplaudida de pé pela plateia presente ao Theatro Municipal do Rio quando apareceu no palco.

RELEMBRE O CASO

Laís sofreu o acidente em 27 de janeiro de 2014. A ex-ginasta treinava para o Jogos Olímpicos de Inverno, quando chocou-se contra uma árvore e sofreu deslocamento entre a terceira e a quarta vértebras, esmagando a medula. Naquele momento, ela perdeu toda a sensibilidade e a capacidade de se mover do pescoço para baixo. Laís correu risco de morte, e seu drama comoveu o Brasil.

Inicialmente, foi levada ao Hospital de Salt Lake City, onde foi operada para realinhar a coluna e reativar a circulação para a medula. Uma semana depois, foi transferida para Miami, onde concluiu o tratamento.

Laís ficou 11 meses em tratamento em Miami, e retornou ao Brasil no fim de semana passado. Ela está sendo submetida a uma terapia pioneira com injeções de células-tronco. A ginasta já recebeu três, a última delas no dia 4 de dezembro. Os resultados começam a aparecer. Segundo o médico que a acompanha, ficou constatado que a lesão passou de completa para incompleta, o que é sinal de evolução. As chances de recuperação, com isso, aumentam. Laís já recuperou alguma sensibilidade.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. estou indignado com a decisão do congresso e do senado de aprovarem uma pensão vitalícia a ginasta Lais de Souza,visto que ela não é melhor ou pior que outros brasileiros,que precisão de um beneficio do governo….Isto é uma vergonha….

  2. Queria ver a base de cálculo desse benefício! Sinceramente, tomara que ela se recupere, mas não é justo!

  3. Enquanto isso o "nobre" Paulo Wagner ganhará cerca de 30 mil pro resto da vida tb por invalidade (não sei de que?)…..pode isso?

  4. Não que eu seja contra, mas e os outros tantos brasileiros sem condições financeiras, acidentados ou não, incapazes, que não conseguem o mesmo benefício? E ainda mais pelo teto! Boa a celeridade, mas deveria ser extensivo a todos que precisam

  5. Enquanto isso, roseana sarney receberá uma pensão vitalicia de 24mil reias por mes, paga pelo estado do maranhao!

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[VÍDEO] Renan Santos diz que fuga de Flávio Bolsonaro era “caminho natural” após Moraes mandar apreender passaportes

O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou nesta terça-feira (27) que a suposta saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil já era previsível após a derrota do senador na eleição presidencial. Renan disse que era o “caminho natural”.

Renan relacionou a suspeita à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar a entrega dos passaportes de Flávio à Polícia Federal.

“Eu avisei ontem para vocês que o caminho natural do Flávio era fugir. O senhor Alexandre de Moraes capturou ontem o passaporte dele, e aí Flávio Bolsonaro fica entre a cruz e a espada”, afirmou.

O dirigente afirmou que uma eventual fuga poderia agravar a crise política e citou apurações envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro em um caso relacionado ao advogado Willer Tomaz e possíveis irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

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METRÓPOLES: Flávio Bolsonaro fugiu para os Estados Unidos; avião está em voo

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi embora para os Estados Unidos. O avião está em voo. A informação foi confirmada por pessoas próximas à família ao site Metrópoles.

Flávio estava sumido desde a manhã desta terça-feira (27/10). A última mensagem foi enviada às 8h, para Rogério Marinho, que foi coordenador da campanha.

O senador disse que estava “esfriando a cabeça”, mas não respondeu se havia deixado o Brasil.

Flávio perdeu as eleições para Lula, no segundo turno realizado no domingo (25/10). No dia seguinte, o ministro Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar.

Flávio deveria ter entregue os documentos nesta terça, mas não o fez.

Metrópoles

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Ministros do governo Lula responsabilizam Moraes por possível fuga de Flávio Bolsonaro

Foto: Alejandro Zambrana/STF

Integrantes do governo Lula avaliam que a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro (PL) pode acabar fortalecendo o discurso de perseguição política do senador, derrotado na eleição presidencial.

Ministros do governo Lula ouvidos pela coluna da jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles consideram que uma eventual saída de Flávio do Brasil seria prejudicial também ao presidente Lula (PT), pois poderia mudar a percepção pública sobre o senador. “Passa de criminoso para perseguido”, afirmou um ministro, sob reserva.

Senadores aliados do petista também criticaram a medida de Moraes, classificada em conversas reservadas como “inadequada” e “precipitada”. Para esses parlamentares, a decisão pode ampliar a tensão política e favorecer a narrativa de Flávio de que estaria sendo perseguido.

A Polícia Federal entrou em contato com autoridades argentinas para verificar se o senador deixou o Brasil pela fronteira com o país vizinho. A apuração começou após o site argentino Infobae noticiar que Flávio teria viajado até a Argentina para embarcar em um jatinho com destino aos Estados Unidos.

Fontes da cúpula da PF afirmaram que não há registro de passagem do senador por postos regulares de migração brasileiros nas últimas horas, mas admitiram a possibilidade de cruzamento da fronteira sem fiscalização.

Com informações da coluna da jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles

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MÔNICA BERGAMO: Aliados de Flávio Bolsonaro são avisados de que ele fugiu do Brasil

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Aliados do núcleo mais próximo da família Bolsonaro receberam a informação nesta terça (27) de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) fugiu mesmo do Brasil rumo à Argentina e, de lá, pretendia rumar para os EUA. A informação é da jornalista e coluninsta da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo.

A PF (Polícia Federal) está fazendo um rastreamento nos pontos de fronteira do Brasil para verificar se a informação é verdadeira.

Pela checagem já feita, o parlamentar não passou oficialmente pela fronteira regular do Brasil com a Argentina. Os agentes fazem também uma checagem de voos entre os dois países.

O governo argentino afirma igualmente que não há registro da entrada oficial dele no país. Se ocorreu, portanto, ela foi clandestina.

O paradeiro do senador e de sua família é desconhecido até o momento. Assessores, amigos e políticos tentam falar com ele toda a manhã, sem sucesso.

Nesta madrugada, o site argentino Infobae, o maior de notícias da Argentina, publicou que o senador teria cruzado a fronteira com seu documento nacional de identidade. Desde Porto Iguaçu, ele pegaria um avião Gulfstream rumo aos EUA.

O avião indicado pelo site de fato decolou de Buenos Aires às 22h14 na noite de segunda (26) e pousou em Puerto Iguazu às 23h45. Sites de rastreamento da aeronave mostram que ele segue no aeroporto da cidade.

O noticiário da Argentina aponta que Flávio Bolsonaro teria ingressado a pé em território argentino para alcançar o Aeroporto Internacional de Puerto Iguazú, mas teria desistido de embarcar na aeronave fretada com destino aos Estados Unidos.

O jornal El Clarín, o mais tradicional do país, afirma que o voo privado, da empresa Baires Fly, tinha decolagem prevista para Miami, às 2h30, mas ela foi cancelada antes da saída.

De acordo ainda com o jornal, ele partiria com quatro passageiros e três tripulantes, mas não apresentou a lista de passageiros às autoridades de migração.

Segundo uma fonte da publicação, surgiram “suspeitas não confirmadas de que o voo poderia estar destinado a Flávio Bolsonaro e sua família”.

Na segunda (26), o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), cancelou todos os passaportes emitidos em nome de Flávio, proibindo-o de deixar o país. A decisão veio à tona na segunda-feira (26), um dia depois de o senador perder a eleição presidencial para Lula (PT).

Alvo de investigação no Supremo, Flávio foi intimado pela Polícia Federal na manhã de segunda a entregar os passaportes comum e diplomático em até 24 horas, assim como qualquer passaporte de outras nacionalidades que eventualmente tenha.

Mônica Bergamo – Folha de S. Paulo

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[VÍDEO] Jornalista argentino Roberto Navarro afirma que Flávio Bolsonaro está na Argentina: “entrou caminhando”

O jornalista argentino Roberto Navarro afirmou nesta terça-feira (27) durante o programa ‘El pase de Navarro’ do canal ‘El Destape’ que Flávio Bolsonaro está na Argentina e que “entrou caminhando” pela tríplice fronteira entre as 21h e 22h.

A informação foi divulgada após o governo argentino nega em nota a entrada de Flávio no país vizinho.

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Governo argentino nega em nota que Flávio Bolsonaro tenha entrado no país

Foto: Arthur Menescal/Bloomberg via/Getty Images

O governo da Argentina negou nesta terça-feira (27) que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tenha entrado no país ou mantido qualquer vínculo com um jatinho que esteve no aeroporto de Puerto Iguazú. A manifestação foi enviada à revista VEJA após notícias sobre uma suposta tentativa de deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos.

Autoridades da Direção Nacional de Migrações argentina verificaram a documentação da aeronave e da tripulação, vinculadas à empresa Baires Fly S.A., e constataram que estavam regulares. O órgão afirmou ainda que não foi apresentado plano de voo que incluísse integrantes da família Bolsonaro.

Os rumores de uma possível fuga surgiram após o portal argentino Infobae noticiar que Flávio teria cruzado a fronteira usando o documento de identidade e pretendia embarcar em um voo particular para Miami. O senador havia sido proibido de deixar o Brasil por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O porta-voz do governo argentino também afirmou que não houve pedido de asilo político.

Segundo o jornal Clarín, o voo foi cancelado após a alegação de que um dos passageiros teria tido um problema. A identidade dos passageiros não teria sido apresentada às autoridades migratórias e aduaneiras argentinas.

Flávio está sob investigação em diferentes casos, incluindo um inquérito sobre suspeitas de irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Ele e o advogado Willer Tomaz também são investigados por suspeita de lavagem de dinheiro em um caso envolvendo empresas e plataformas de apostas. Ambos negam irregularidades.

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Coronel Azevedo acusa PT de proteger bandidos e critica pautas do partido

 

O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) criticou as posições do PT sobre segurança pública, liberação das drogas e aborto, ao comentar sua oposição ao governo de Cadu Xavier (PT) no Rio Grande do Norte.

“Eu estou do lado da polícia, eles estão protegendo os bandidos”, afirmou o parlamentar, ao comparar sua atuação política às posições que atribui ao PT.

Azevedo também declarou ser contrário à liberação das drogas e ao aborto. “Eu sou contra o aborto, sou a favor da vida. O PT defende a bandeira do lado oposto”, disse.

O deputado criticou ainda o que chamou de governo “contaminado ideologicamente” e atribuiu às pautas do partido a responsabilidade pela situação econômica do Rio Grande do Norte e do Brasil.

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Justiça italiana retoma julgamento sobre extradição de Carla Zambelli

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

A Justiça italiana retomou nesta terça-feira (27) a análise do pedido de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL) para o Brasil. Ela não compareceu à primeira audiência, embora sua presença não fosse obrigatória.

O processo trata da condenação de Zambelli a cinco anos e três meses de prisão pelo episódio em que perseguiu, armada, um jornalista pelas ruas de São Paulo, em 2022.

A Primeira Seção Penal da Corte de Cassação italiana deve avaliar se as informações enviadas pelo governo brasileiro atendem às exigências estabelecidas pela Justiça do país europeu para a retomada do processo de extradição.

Entre os pontos analisados estão as garantias sobre a assistência médica à ex-deputada e as condições de cumprimento da pena na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, em Brasília.

A defesa de Zambelli pretende solicitar mais prazo para analisar a documentação apresentada pelo Brasil.

Em outro processo, relacionado à condenação por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Justiça italiana já havia rejeitado o pedido de extradição em maio deste ano. A decisão sobre o caso atual poderá definir os próximos passos do procedimento referente à condenação por perseguição armada.

Com informações do UOL

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[VÍDEO] Coronel Azevedo diz que RN e Brasil viverão “tempos sombrios”

O deputado estadual Coronel Azevedo (PL) afirmou que o Rio Grande do Norte e o Brasil enfrentarão “tempos sombrios” com a reeleição do presidente Lula (PT. O parlamentar criticou o cenário econômico e a atuação do crime organizado em áreas vulneráveis.

“Lamentamos que teremos tempos sombrios aí, 26% da nossa população dominada pelo crime organizado, pelas facções, nos territórios mais vulneráveis do Rio Grande do Norte e do Brasil”, declarou.

Azevedo também mencionou indicadores econômicos ao avaliar o cenário após a eleição. “A economia é destroçada, a Bolsa despencou, o dólar subiu, a perspectiva de juros futuros piorou”, afirmou.

Apesar das críticas, o deputado disse que pretende continuar atuando na defesa de suas pautas. “Mas não nos cabe reclamar. Temos que seguir em frente, levantar a cabeça e seguir lutando”, declarou.

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Lula pode tentar indicar Messias ao STF novamente e deixar Pacheco para 2027

Fotos: Breno Esaki/Metrópoles e Geraldo Magela/Agência Senado

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que ele poderá insistir ainda em 2026 na indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF), deixando o nome do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para uma vaga a partir de 2027.

Segundo a coluna de Thiago Herdy, do Metrópoles, a avaliação considera a expectativa de que o Senado tenha uma composição mais resistente às indicações do governo a partir do próximo ano.

Lula não teria aceitado a rejeição de Messias pelos senadores, em abril, em um movimento liderado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). De acordo com interlocutores citados pela coluna, o presidente poderia tentar novamente aprovar o nome do advogado-geral da União antes da mudança na composição da Casa.

A partir de 2027, Lula terá a possibilidade de indicar nomes para três vagas no STF ao longo do período de 2027 a 2030. Nesse cenário, Rodrigo Pacheco é apontado como uma alternativa para a primeira vaga do próximo mandato, por ter apoio de Alcolumbre e de parte do meio político.

Aliados de Lula avaliam que a capacidade de negociação de Pacheco poderia facilitar sua aprovação mesmo diante de um Senado mais hostil ao governo.

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