
O Senado aprovou nesta terça-feira, por 46 votos a favor e 19 contra, o requerimento de urgência para tramitação do PLC 38/2017, que trata da reforma trabalhista.
Agora, o projeto pode ser colocado em votação depois de duas sessões ordinárias da Casa. A proposta terá a discussão iniciada na sessão desta quarta-feira, e a votação deve ficar para a próxima terça-feira (11).
A base governista quer votar o texto antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho.
Para ser aprovado no plenário, o texto precisa de maioria simples (metade dos senadores presentes, mais um). Se passar sem mudanças, a reforma segue para a sanção do presidente Michel Temer.
Mais cedo, o senador Jorge Viana (PT-AC) defendia que, durante esta semana, o tema fosse apenas debatido pelos parlamentares e que o encaminhamento e votação ficassem para o dia 12 de julho.
O líder do governo e relator da reforma trabalhista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse que a votação não poderia passar da próxima semana.
A reforma trabalhista já passou por três comissões do Senado. Numa delas, a Comissão de Assuntos Sociais, a proposta governista, relatada pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), foi rejeitada.
VEJA
Essa pequena reforma não retira direito algum. Tende a facilitar a contratação de quem está desempregado e a acabar com as picaretagens de empregados desonestos e advogados gananciosos. De quebra, o Ministério Público e a Justiça do Trabalho (que custam caríssimo e só existem no Brasil, assim como a jabuticaba) perderão importância e poder. Também os sindicatos e centrais perderão dinheiro devido à extinção do nefasto imposto sindical. Por isso há tanta gente falando contra. Apenas defendem seus interesses, ninguém está está pensando nos trabalhadores, principalmente nos 14 milhões de desempregados.
nada mais que "esperado"!!!
E a pergunta que fica é : Cadê o povo??????????????????