O Globo
O governo vai permitir que os funcionários públicos que optarem por uma jornada reduzida, com corte proporcional nos salários, tenham outro emprego no setor privado. A possibilidade está prevista no texto da medida provisória (MP) em elaboração pelo governo, que vai criar ainda um novo programa de desligamento voluntário (PDV) federal e estimular licenças não remuneradas. Só será proibido o exercício de atividades no mesmo ramo de atuação do serviço público. Por exemplo: se o servidor pertencer ao quadro do Ministério de Minas e Energia, será vedado a ele trabalhar nas áreas de energia elétrica, petróleo e gás. Atualmente, isso é proibido pela legislação.
— Será possível ter outro emprego, desde que seja em área diferente da qual o servidor atua, para evitar conflitos de interesse — explicou ao GLOBO o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.
A medida tem a finalidade de atrair a adesão dos servidores à redução da jornada, uma das principais apostas do Planejamento para reduzir despesas com pessoal. Por ser inédita no setor público, a pasta não dispõe de estimativas sobre número de adesões e redução de despesas.

Abraão, você já tentou fazer quantos concursos públicos e foi reprovado? Senti tanta mágoa e frustração pessoal em seu discurso. Lamento por sua condição intelectual não ter permitido. Receba a solidariedade de todos os servidores públicos comprometidos, proativos. Para os seus funcionários, nossa lamentação e alerta sobre o fim da escravidão. Abraços
Armando, tens a minha congratulação, acabou de me convencer que existem sim servidores proativos. Graças a sua resposta percebi que ainda existem, mas poucos, profissionais eficientes como o Sr. Deixo minhas desculpas pelo comentário radical. Abraço.
Isso sempre foi assim desde 90. Informação incoerente ai tem coisa.
Aí eu lhe pergunto: Quem vai empregar um inerte, funcionário público que si sabe tomar café e andar com uma Pasta de processo administrativo debaixo do braço pra dizer que está trabalhando? Na minha empresa só entra pro-ativo, trabalhador de verdade.
Empresarios que não sejam cegos por ideologias burras e esteriotipo como os donos de universidades partidulares que contratam professores de instituições de ensino e pesquisa públicas reconhecidas!