

Às vésperas da eleição do novo procurador-geral do Ministério Público Estadual do Rio Grande do Norte, marcada para esta segunda-feira, 17 de abril, o atual chefe da Procuradoria Geral de Justiça, Rinaldo Reis, foi alvo de uma ação civil pública que causa muita estranheza. Pelo conteúdo, pelo período em que foi impetrada e pelos objetivos.
A Federação Nacional dos Servidores Públicos dos Ministérios Públicos Estaduais (Fenamp) e o Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Sindsemp/RN) acusam o atual chefe do Ministério Público de usar o cargo para custear despesas de viagem (diárias e hospedagem) para participar das reuniões do Conselho Nacional dos Procuradores do Ministério Público dos Estados e da União. Ressalte-se que Rinaldo Reis é o atual presidente do Conselho.
Com a ação civil pública, os servidores do MP, por intermédio de suas entidades nacional e estadual, querem que Rinaldo Reis devolva aos cofres públicos algo superior a 80 mil reais, que teriam sido custeados pelo MP do Rio Grande do Norte. Chamam de isso de fazer “favores com o chapéu alheio”.
Que Rinaldo Reis fez uma gestão austera e muito dura com os servidores do MP não há dúvida. O recente atentado promovido por um servidor contra Reis e que teve como vítimas outros dois promotores é uma prova disso.
Desde a eleição de Reis como procurador-geral travou-se uma guerra declarada entre o chefe do MP e o sindicato dos servidores. Os vários releases distribuídos pela entidade ao longo do tempo mostram isso.
Mas a ação civil pública parece ter motivação de caráter pessoal e eleitoral. Seus autores pedem bloqueio de bens e restituição dos gastos aos cofres públicos. Outras ações ao longo dos últimos três anos impetradas contra Reis no conselho nacional foram rejeitadas.
De qualquer forma, a ação mostra a que ponto chegou o relacionamento entre a entidade dos servidores e o procurador-geral. Rinaldo Reis não participará da eleição desta segunda-feira nem indicou candidato à sua própria sucessão.
Ao parece, a ação civil pública tem as características próprias de iniciativas eleitoreiras, destinadas a criar uma cortina de fumaça.
Parece que o único e claro objetivo é constranger e criar dificuldades. Uma derradeira tentativa de atingir alguém que os autores da ação não conseguiram impedir que administrasse ou tomasse as atitudes que achou necessárias no comando do Ministério Público, mesmo que em alguns momentos elas tenham parecido dessarroáveis.
Dissestes bem: "gestão austera e dura com os servidores ".
CORREÇÃO: Sindicato dos Servidores denunciam Rinaldo Reis: uma cortina de fumaça?
Deviam sim acabar a farra do auxílios, um estado quebrado paga o maior auxílio alimentação do planeta de 1.600reais e ainda tem o imoral e vergonhoso auxílio moradia de 5mil.
Owww povo justo!!!! Kkkkk
Lá servidor nãotem direito nenhum e nem pode reclamar do direito que quem.??
O caso é simples, pois resolve-se com a simples pergunra: Utilizou-se o PGR, ou não, de verbas públicas para fins privados?
De fato, o MP/RN se enfraqueceu muito na última gestão, que parece ter priorizado apenas o lado financeiro dos seus Membros. Faz tempo que não se vê uma Operação de magnitude do MP Estadual, infelizmente, acredito que as últimas foram na gestão de Onofre.
Enquanto o MP se preocupa com sua gestão e seu feudo, a população carece de um MP eficiente… estamos entregues à perseguição do MP aos professores em sala de aula, flanelinhas que ameaçam nos estacionamentos da cidade e fazem posse de espaço público, comerciantes que privatizam espaço público para estacionamentot próprio, menores de idade que trabalham na feira como pastoradores de veículos e outras atividades, etc, etc… Estão ganhando salário mas não fazem o que deveriam ao povo e para o povo !!
A pergunta que não que calar: Quem está mais dividido, o MP/RN ou a Diretoria do mequinha kkkkkkkk
Tem pergunta mais fácil não! kkkkkkkkkkk