Sindicatos que representam funcionários públicos federais vão entrar na Justiça contra a medida provisória editada nesta semana que adia o reajuste salarial e eleva a contribuição previdenciária dos servidores. Em protesto, eles já iniciaram paralisações. Nesta quarta-feira, dia 1 , auditores fiscais, que também estavam insatisfeitos porque ficaram sem bônus salarial, foram os primeiros a cruzarem os braços.
Nos aeroportos e aduanas, os auditores deram início a uma operação padrão em que todas as cargas e bagagens são revistadas como forma de atrasar as liberações. Suspenderam ainda trabalhos em escritórios da Receita Federal, o que afeta fiscalizações e, consequentemente, a arrecadação de tributos.
No dia 10 de novembro, está programada uma manifestação que pretende levar trabalhadores às ruas em várias cidades do País. “O próprio governo espera essa reação diante das atrocidades que foram cometidas”, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), Cláudio Damasceno. “As entidades vão reagir de forma articulada, não só na atuação parlamentar, como na via judicial e com estratégias de paralisações conjuntas.”
Como parte do pacote de ações para cortar despesas e aumentar receitas, o governo enviou na segunda-feira a Medida Provisória 805, que inclui o adiamento do reajuste dos servidores de 2018 para 2019 e o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% para quem ganha acima de R$ 5 mil.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que a Advocacia-Geral da União (AGU) está preparada para defender a decisão do governo de congelar o reajuste dos servidores. Segundo ele, a União deu reajuste de 6% em média neste ano para as categorias, embora a inflação tenha ficado em torno de 2,5% no período. “A situação deste ano não justifica movimentos mais contundentes. Para o ano que vem, não tem como, não cabe na conta do Orçamento. As categorias deveriam levar em consideração esses fatores, a situação do País, a quantidade de desempregados”, afirmou. Oliveira afirmou que a medida atinge as categorias que já ganham mais. “Para se ter uma ideia, a média de salário dessa turma é de R$ 13 mil por mês. Em número de servidores, a quantidade não é grande, mas em termos de salário é um grupo elevado.”
ESTADÃO CONTEÚDO

Melhor que reforma da previdência. Se cuida Garibaldi tua entrevista ontem de exonerar funcionários do estado defendido por ti, está bombamdo nas redes. Parabéns governador… a culpa não é do funcionalismo, pq 90 por cento deles ganha de um a dois salários. É como disse o bg, está no duodécimo.
Eu espero que vc, servidor público trouxinha, que apoiou o golpe esteja satisfeito. .aliás, ainda é pouco. ..bote pra lascar Temer…bote pra lascar…kkkkkkkk
Panelas, por favor. ….kkkkkkkkkkkkk
Burro… Foi a Dilma quem quebrou o País e, se não fosse o Temer, seria ela mesma quem proporia medidas impopulares como as que vivenciamos agora. Afinal, deveríamos esperar isso de quem captou recursos dos bancos estatais com a intenção de enganar o Congresso no que tange ao cálculo do resultado primario…
Se não há dinheiro, se há crise econômica, como dar aumento?
Os casos de corrupção identificados, estão na justiça.
Os ex-diretores da Petrobrás, em delação premiada, disseram que, nos governos de Lula e Dilma, 3% dos valores dos contratos eram desviados inclusive para o PT… Grande parte desse dinheiro foi devolvida
No meio do desemprego e da crise não tem como ficar dando aumento.
Greves de caráter político.
Atrocidades? Para a CUT, braço direito do PT, quanto pior melhor…
Vão pra rua com Aécio e Zé Agripino. Vão bater panela.
Roubam o tempo todo e colocam a culpa nos servidores do povo. A greve é inevitável.
Se chuta muito a respeito do tamanho da corrupção no Brasil. Claro que ela é um problema a ser
enfrentado com vigor. Mas o grosso dos orçamentos vai pra despesas obrigatórias (e o pagamento de servidores come a maior fatia) e pagamento de dívidas (não culpem os banqueiros, culpe governos
demagogos e irresponsáveis que torram como se não houvesse amanhã).