
A produção de água mineral aumentou 337% em dez anos no Rio Grande do Norte. Em 2008, foram produzidos 116.033 milhões de litros de água mineral e até 2018 esta produção saltou para 507.169.006 milhões de litros, de acordo com dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
Nacionalmente, ainda segundo o DNPM, o mercado tem crescido a uma taxa de 10% ao ano desde 2014, acima da média mundial, que é de 8%. A produção atingiu quase nove bilhões de litros e 12 bilhões de reais em vendas em 2018, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam).
Em 1995, havia no Brasil 319 concessões de extração de água mineral e até setembro do ano passado, eram 789.
A economia potiguar também registra este aumento, em 10 anos houve um incremento de 50% de empresas produtoras. Em 2008, 14 empresas envasadoras de água estavam em atividade no Rio Grande do Norte e no ano de 2018 o número de empresas passou a ser 21.
G1
Gente a água distribuída pela Caern é potável, não gastem dinheiro com garrafão. No Brasil existe a cultura de criar dificuldade para vender facilidade. A Caern deveria fazer uma campanha publicitária forte, garantido a potabilidade de sua água. Segurança pública é a mesma coisa, para muitos, quanto pior melhor, pois fica mais fácil chantagear o governo e ao mesmo tempo fortalece a venda de segurança privada, por pessoas que em geral vieram da segurança pública.
E o gosto de cloro?
Só se for no teu bairro. Na minha conta vem dizendo que o nitrato está acima do permitido há anos. Os bairros que são abastecidos por água de poço estão todos recebendo água contaminada. Coitado de quem não pode pagar o garrafão.
KKKKKKKKK… Só dando uma gaitada como resposta.
Reflexo da água poluída que a CAERN nos serve, decorrente da falta de saneamento que também é culpa da incompetência dela e de nossos governantes