Polícia

‘Simplesmente não era possível’, diz delegado da PF sobre ida de Lula a velório

Responsável pela decisão administrativa que negou ao ex-presidente Lula a permissão de ir ao enterro do irmão, o superintendente da Polícia Federal no Paraná, Luciano Flores de Lima, voltou a defender, nesta quinta (31), os argumentos do órgão, e disse que atender ao pedido da defesa era impossível.

“Temos que botar na balança se é possível e se o pedido vai ser alcançado”, afirmou, depois de questionado pela Folha durante entrevista sobre a nova fase da Operação Lava Jato.

“Eu não entendi a polêmica. Simplesmente não era possível; não dependia da boa vontade de ninguém. Apenas não havia condições logísticas e policiais suficientes para garantir a segurança do próprio conduzido e dos agentes públicos.”

O irmão de Lula Genival Inácio da Silva, o Vavá, foi enterrado nesta quarta (30) em São Bernardo do Campo.

A defesa do ex-presidente pediu que ele fosse ao local, argumentando que este era um direito humanitário e previsto em lei, mas a permissão só foi concedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal), depois de duas negativas da Justiça, pouco antes do sepultamento.

Flores afirmou que não havia condições logísticas e, principalmente, de segurança para fazer o transporte e escolta de Lula até São Bernardo do Campo.

Além da falta de aeronaves disponíveis, a PF mencionou riscos de manifestações e aglomerações durante o enterro, e que poderiam, segundo o órgão, criar possibilidades de fuga ou colocar em risco a integridade física do ex-presidente e dos agentes de segurança.

FOLHAPRESS

Opinião dos leitores

  1. Porque o Lula não foi o enterro de outro irmão dele quando era presidente, eles queriam mesmo era fazer um showmisso, no velório.

  2. Longe de mim questionar os números apresentados pelo médico , principalmente pelo fato de não ter checado-os. Porém, uma conta me veio a mente: 185.000 : 12 (meses do ano) : 30 (dias no mês) = 513.
    O questionamento é: num país que sofre do mal crônico de falta de segurança, é razoável que TODOS os dias (de sábado a domingo) 513 agentes de segurança (considerando-se a per capta de um agente pra cada preso) diariamente escoltem presos pra acompanhar sepultamento de parentes?
    Além do mais, levando-se em conta que a população carcerária do brasil é em torno de 750.000 presos, é plausível que em aproximadamente 24% dos apenados se enquadrem para tal faculdade?
    Seco quadro é esse, está a carecer de uma profunda reflexão.

  3. "Agora é tarde, ines tá morta", quer dizer, Vavá ja foi.

    Lindo relato de uma sensibilidade e humanidade incrível…todo meu respeito ao médico Jorginho Abissamra

    Morre Vavá, meu paciente e coincidentemente irmão de Lula.
    Nesses últimos dias tive um paciente ilustre, seu Genival Inácio da Silva, o Vavá, irmão de Lula. O atendia no SUS, senhor sempre simpático, com vestes simples, humilde e acompanhado sempre de sua adoravel filha Andreia. Ele nunca me disse que era irmão do ex-presidente mas todos obviamente sabíamos. Já muito debilitado pela doença avançada, sem uma das pernas amputadas pela câncer, Vavá parecia dar de ombros pela situação que o acometia. Sempre tinha um sorriso no rosto e um olhar alegre pra transmitir. Fui talvez umas das primeiras pessoas a saber de seu falecimento e na hora me veio uma pergunta. E agora? Será que vão deixar Lula vir vê-lo? Não sabia como funcionava a legislação brasileira sobre o tema. Pois bem, fui atrás e descobri que só em 2018 185 mil presos saíram pra ir a enterro de parentes no Brasil. Isso mesmo, 185 mil. Como havia sido convidado pelo família, fui ao velório em respeito a meu paciente e sua filha e lá vi tamanha consternação de seu famoso irmão não estar presente. Me fica uma dúvida. Independente de minha opinião política sobre Lula e independente da de qualquer um, fiz meu papel de médico com o maior carinho, profissionalismo e dedicação possível. Não será que deveria também ser esse o papel do judiciário? Se 185 mil custodiados no último ano puderam participar de homenagens aos seus entes falecidos porque não Lula? Me amedronta quando a justiça parece não fazer justiça e soa como se estivesse fazendo vingança. Como médico e defensor da vida não podia deixar de fazer esse relato. A lei e pra todos.

    1. Qntos desses 185 mil precisaram de uma aeronave da PF para se deslocar ao velorio?

    2. Queriam apenas fazer palanque político, como foi demonstrado. Porque não apareceu nem um sobrinho do Lula? Porque ele não compareceu aos sepultamento de dois irmãos anteriormente quando ele estava livre? Esses Petralhas são realmente uma máfia que deve ser esttirpada do país, bandidos…

    3. "Ele nunca me disse que era irmão do ex-presidente…" é ótimo. Lula não é carteirada que se dê por aí, a menos que o sujeito padeça das faculdades mentais. O presidiário de Curitiba só tem ainda alguma validade na cabeça dos militontos da seita petralha. Quem o conhece que o compre – e está bem visto que não é o caso da família dele.

    4. Tenha paciência. Vá se preocupar com os mortos pela barragem, pelos 60.000 assassinatos por ao no Brasil, pelos 13.000.000 de desempregados. Vir aqui defender condenado? Só no Brasil mesmo

    5. É interessante você falar sobre isso insinuando que a justiça é diferente so por Lula ser um bandido ex-presidente.
      Acontece que ele ainda recebe uma grana preta de salário e inúmeras regalias mesmo roubando da boca de milhões de brasileiros.
      Depois você falou que foi como cidadão e como médico prestar suas condolências ao paciente que você cuidava isso é humanitário e respeitoso, mas aposto que você não foi ao velório de 10% dos seus pacientes e ficar na mídia por participar de um velório do irmão de um ex-presidente é muito diferente de vários pacientes seus que já morreram mas que não tinham evidência na sociedade.
      Mas não é essa a questão, entra a questão de palanque político que ele é o PT adora fazer até numa situação de velório, entra a questão de multidões que iriam vê-lo e até segurança dos agentes e dele próprio e muitas outras coisas.
      Resumindo, bandido tem que trabalhar pra comer, tem que ter uma ocupação, não deveria ter direitos , ele é um fora da lei, desrespeita toda a soviedade, tem que pagar por todo o mal que fez e ainda faz na sociedade mesmo depois de preso.

    6. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Tico contra outra historia que os brasileiros ja tao saturados de piadinhas inventadas por ai kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Geral

TCU abre investigação sobre emenda de R$ 4 milhões de Janones para cidade governada por ex

Foto: Reprodução

O Tribunal de Contas da União abriu auditoria para apurar o repasse de R$ 4 milhões em emendas parlamentares enviadas pelo deputado André Janones ao município de Ituiutaba, administrado pela prefeita Leandra Guedes, ex-companheira do parlamentar.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. A investigação mira a aplicação dos recursos, especialmente em contratos de locação de ônibus para transporte público, pagos com verbas transferidas em 2023. O tribunal determinou prazo de 12 dias para que a prefeitura comprove a regularidade dos gastos.

Os valores foram enviados por meio da chamada “emenda Pix”, modalidade que permite transferências diretas da União para estados e municípios, com menos exigências formais em comparação aos convênios tradicionais. O TCU solicitou uma série de documentos, como estudos técnicos, notas fiscais, contratos, comprovantes de pagamento e relatórios de execução dos serviços.

Em meio à apuração, Janones afirmou que suspeitou de irregularidades na gestão municipal e declarou que a cidade foi “tomada por uma quadrilha”, alegando desvio de recursos públicos. Segundo o deputado, ele já havia encaminhado informações e áudios à Polícia Federal e ao próprio tribunal.

O caso também ocorre em paralelo a disputas pessoais entre os dois. Em 2025, Leandra Guedes acionou a Justiça contra o parlamentar, acusando-o de ameaças envolvendo conteúdos íntimos, o que ampliou a tensão política e judicial em torno do episódio.

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Geral

Morre Silvio Matos, voz marcante da TV e da dublagem, aos 82 anos

Foto: Reprodução

O ator, dublador e humorista Silvio Matos morreu neste sábado (11), no Rio de Janeiro, aos 82 anos. A informação foi divulgada nas redes sociais pelo perfil Duplapédia. A causa da morte ainda não foi confirmada.

Com carreira iniciada no teatro nas décadas de 1960 e 1970, o artista construiu trajetória sólida na televisão brasileira, incluindo trabalhos ao lado da esposa, Aliomar de Matos, em produções da TV Bandeirantes.

Silvio também marcou presença em programas que atravessaram gerações, como Castelo Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e Carrossel. Anos depois, voltou à TV em produções como Louco Por Elas, onde contracenou com Glória Menezes.

Na dublagem, deu voz a clássicos como A Feiticeira e Viagem ao Fundo do Mar, além de atuar como diretor na área. Também trabalhou como publicitário ao longo da carreira.

Nos últimos anos, voltou a ganhar destaque entre o público mais jovem ao participar de esquetes do canal Parafernalha, onde viralizou nas redes sociais e conquistou uma nova geração de fãs.

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Política

PESQUISA DATAFOLHA: Lula mantém 40% de rejeição e vê avaliação positiva cair

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A nova pesquisa do Datafolha mostra que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva segue com alta rejeição. Segundo o levantamento, 40% dos brasileiros classificam a gestão como “ruim” ou “péssima”, enquanto a avaliação positiva recuou de 32% para 29% em relação ao último mês.

O índice de avaliação “regular” cresceu e também chegou a 29%, indicando uma migração de parte dos entrevistados para uma posição intermediária. Já os que não souberam ou não responderam somam 2%.

Quando o foco é o desempenho pessoal do presidente, o cenário também aponta desgaste. A reprovação subiu de 49% para 51%, enquanto a aprovação caiu de 47% para 45%, seguindo a mesma tendência observada na avaliação geral do governo.

O levantamento ainda indica dificuldade de crescimento político às vésperas do ciclo eleitoral. Em simulações de segundo turno, Lula aparece em empate técnico com nomes como Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 7 e 9 de abril, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, segundo dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral.

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Geral

“Elon Musk brasileiro” é suspeito de comandar esquema de pirâmide com carros elétricos

Foto: Reprodução

O empresário Flávio Figueiredo Assis, conhecido como “Elon Musk brasileiro”, virou alvo de investigação após o Ministério da Fazenda identificar indícios de esquema de pirâmide financeira envolvendo a venda antecipada de veículos elétricos pela Lecar.

A informação é do colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles. Segundo nota técnica da Secretaria de Prêmios e Apostas, o modelo de negócio apresenta sinais de fraude, com promessas consideradas incompatíveis com práticas de mercado. A empresa comercializa planos de “compra programada”, nos quais clientes pagam parcelas por anos com a expectativa de receber o carro antes da quitação total — mesmo sem fábrica em operação.

O documento aponta que a Lecar não tem autorização para operar esse tipo de modalidade e lista indícios típicos de pirâmide: cobrança para atuação como revendedor, promessa de entrega futura sem produto validado, uso de gatilhos de urgência e dependência da entrada de novos clientes para manter o fluxo financeiro.

A análise foi motivada por um pedido do Ministério Público Federal, que abriu investigação para apurar possíveis crimes, incluindo publicidade enganosa e estrutura financeira irregular. O relatório ainda indica violação de normas do Código de Defesa do Consumidor.

Em resposta, Flávio Assis negou irregularidades e afirmou que o projeto está em desenvolvimento. O empresário admite que ainda não há fábrica nem veículos homologados, mas sustenta que tudo é comunicado com transparência e que o crescimento depende da adesão de novos clientes ao projeto.

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Política

Master repassa R$ 1,4 milhão a empresa de investigado conhecido como “Rei do Lixo”

Foto: Reprodução

O Banco Master, ligado ao empresário Daniel Vorcaro, realizou um pagamento de R$ 1,4 milhão à empresa MM Limpeza Urbana, associada a Marcos de Moura, segundo dados de relatório da Receita Federal encaminhado à CPI do Crime Organizado. O valor aparece como “rendimentos de capital” na declaração do Imposto de Renda da instituição referente a 2024.

Apontado pela Polícia Federal como figura central em um esquema de desvio de recursos públicos por meio de contratos superfaturados, Moura ficou conhecido como “Rei do Lixo” na Bahia. As investigações indicam atuação em fraudes envolvendo emendas parlamentares e obras em municípios baianos.

Além do empresário, o relatório também menciona repasses feitos a figuras políticas ligadas ao União Brasil. O ex-prefeito ACM Neto teria recebido R$ 5,4 milhões por meio de consultoria, enquanto o presidente da sigla, Antônio Rueda, aparece com R$ 6,4 milhões em transferências. Ambos negam qualquer irregularidade.

As apurações fazem parte da Operação Overclean, conduzida pela Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União, que investiga um suposto esquema bilionário de desvio de recursos do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal por envolver autoridades com foro privilegiado.

Até o momento, a defesa de Marcos de Moura não se manifestou sobre os pagamentos identificados.

Com informações da CNN

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Geral

Pressionado no STF, Vorcaro acelera delação e mobiliza força-tarefa para fechar acordo

Foto: Reprodução

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro intensificou os trabalhos e montou uma força-tarefa para apresentar, nos próximos dias, a proposta de delação premiada. A corrida contra o tempo ocorre em meio ao avanço de uma ação no Supremo Tribunal Federal que pode impor novas restrições a esse tipo de acordo.

O alerta foi aceso após o ministro Alexandre de Moraes liberar para julgamento uma ação que discute limites das delações. Entre os pontos sensíveis está a possibilidade de impedir medidas como buscas e apreensões baseadas apenas em declarações de delatores, o que pode enfraquecer a estratégia da defesa.

Outro fator de preocupação envolve as chamadas delações cruzadas, como a que estaria sendo articulada entre Vorcaro e o empresário Fabiano Zettel. A proposta em análise no STF prevê que esse tipo de colaboração não tenha valor isolado, exigindo provas adicionais para validação.

Vorcaro já está na segunda etapa do processo, após assinar termo de confidencialidade com investigadores. O acordo, conduzido de forma conjunta pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, ainda depende da apresentação de anexos com provas robustas para avançar.

Apesar da pressa da defesa, investigadores avaliam que a negociação não será rápida. Eles exigem novos elementos, além do material já coletado — incluindo dados de celulares apreendidos —, e indicam que o empresário precisará apontar possíveis superiores no esquema para que a delação tenha peso na Justiça.

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Política

Fux muda voto sobre 8 de janeiro e admite: “Injustiças que a consciência não me permite sustentar”

Ministro Luiz Fux votou pela absolvição de réus que tinha condenadoFoto: WILTON JUNIOR

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, decidiu rever seu posicionamento e votou pela absolvição de parte dos réus condenados pelos atos de Ataques de 8 de janeiro de 2023. O julgamento ocorre no plenário virtual da Corte e segue até o próximo dia 17.

Em seu voto, Fux afirmou que o entendimento anterior, adotado logo após os episódios, acabou gerando distorções. “Incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitem sustentar”, declarou ao justificar a mudança de posição.

Dos dez casos analisados, o ministro votou pela absolvição total de sete réus, que haviam sido condenados por participação em acampamentos em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília. As penas aplicadas anteriormente variavam entre um e dois anos e meio de prisão.

Nos outros três processos, que envolvem acusados de participação direta nas invasões às sedes dos Três Poderes, Fux defendeu a absolvição parcial. Para esses, o ministro propôs a condenação apenas por dano ao patrimônio público, com redução significativa das penas.

Apesar da mudança, o novo entendimento não deve alterar o resultado final dos julgamentos, já que a maioria da Corte manteve posição diferente. A revisão, no entanto, abre novo capítulo nas análises sobre as responsabilidades nos atos de janeiro.

Com informações do Estadão

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Política

Aliados dizem que Lula não entende estagnação nas pesquisas e culpa comunicação

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A mais recente pesquisa do Datafolha acendeu um alerta no entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento indica que o senador Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente em um eventual segundo turno, cenário que tem causado incômodo dentro do governo.

De acordo com a analista Larissa Rodrigues, aliados relatam que Lula não compreende os motivos da estagnação de sua popularidade e, internamente, tem buscado responsabilizar terceiros pelo desempenho nas pesquisas.

A área de comunicação tem sido o principal alvo das críticas. O atual secretário Sidônio Palmeira vem sendo cobrado por integrantes do governo, inclusive em reuniões ministeriais, onde também houve questionamentos por parte de Rui Costa sobre a divulgação das ações do Executivo.

Nos bastidores, há tentativas de reverter o quadro. Entre as estratégias, estão orientações para que o presidente aborde temas com maior apelo popular, como o Pix, além da possibilidade de ampliar a presença digital com influenciadores e figuras públicas.

Apesar do desgaste, não há indicação de mudanças imediatas na equipe. Ainda assim, cresce a possibilidade de reforço na comunicação, com a eventual contratação de um marqueteiro para tentar melhorar a imagem do governo diante do eleitorado.

Com informações da CNN

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Geral

Empresário recorre ao STF para barrar quebra de sigilos na CPI e contesta investigação

Foto: Divulgação

O empresário Francisco Emerson Maximiano acionou o Supremo Tribunal Federal para tentar suspender decisões da CPI do Crime Organizado que determinaram a quebra de seus sigilos bancário e fiscal. O caso envolve apurações que citam conexões com a REAG Investimentos e o Banco Master, ligado a Daniel Vorcaro.

A informação é da CNN. Na ação, a defesa pede a anulação imediata das medidas, alegando irregularidades na condução da investigação. Segundo os advogados, a decisão da CPI teria sido tomada de forma genérica, sem detalhar condutas específicas que justificassem a quebra de sigilo.

O processo está sob relatoria do ministro Luiz Fux, que já solicitou informações ao Senado antes de analisar o pedido. A defesa também questiona o uso de relatórios do Coaf, apontando que os dados teriam sido utilizados sem comprovação de vínculo direto com o objeto da comissão.

Entre os pontos levantados pela CPI estão movimentações financeiras envolvendo empresas ligadas ao empresário e instituições como a REAG e o Banco Master. Parlamentares veem nessas conexões possíveis indícios de circulação de recursos suspeitos.

Os advogados, no entanto, sustentam que as relações são indiretas e não comprovam qualquer ligação com atividades ilícitas. Além disso, criticam o procedimento adotado pela CPI, afirmando que a quebra de sigilo foi aprovada em bloco, sem individualização, o que, segundo eles, fere garantias constitucionais.

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Geral

Fachin diz não ter previsão de pautar ação do PT retomada por Moraes que restringe delações premiadas

Foto: Antonio Augusto/STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, afirmou a interlocutores que não há previsão para pautar a ação do Partido dos Trabalhadores que pode restringir o uso de delações premiadas.

Como as pautas de abril e maio já foram definidas, a análise do caso não deve ocorrer nesse período.

A ação foi retomada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, em meio às negociações de delação envolvendo o empresário Daniel Vorcaro. O caso também menciona repasses de R$ 80,2 milhões do Banco Master ao escritório da advogada Viviane Barci de Moraes entre 2024 e 2025.

No processo, o PT pede que o STF estabeleça limites para o uso de delações, como a proibição de que elas, isoladamente, fundamentem medidas cautelares, denúncias ou condenações. O partido também questiona a falta de regras claras sobre os benefícios concedidos a delatores.

Segundo a Corte, cabe à presidência definir a pauta de julgamentos. A ação estava parada desde 2021 e agora aguarda inclusão em plenário.

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